Inovação Educacional
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São Paulo inaugura 18 polos da Universidade Aberta para oferecer formação a educadores

O ministro da Educação, Henrique Paim, participou do marco inaugural dos primeiros 18 polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB) na cidade de São Paulo, nesta terça-feira, 11. A iniciativa tem como objetivo melhorar a qualidade da oferta de programas de formação aos educadores. A UAB é um sistema operado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e integrado por universidades públicas, que oferece cursos de nível superior, por meio do uso da metodologia da educação a distância, para camadas da população que têm dificuldades de acesso à formação universitária.

“O Ministério da Educação e o governo da presidenta Dilma têm um compromisso com a qualidade da educação. Esse é um compromisso forte que envolve não só a ampliação do acesso à educação, mas também o alcance de metas de qualidade de educação no Brasil que, por sua vez, exige também um compromisso com a formação de professores”, disse o ministro Henrique Paim. “Se nós não tivermos uma formação adequada para os docentes, uma educação que faça com que eles sejam valorizados e cada vez mais presentes e ativos em sala de aula, oferecendo qualidade a seus estudantes, nós não vamos melhorar a qualidade da educação no Brasil”, completou.

No município de São Paulo, estão previstos 32 polos, 18 já entregues e outros 14 que deverão ser avaliados pela Capes e entregues ao programa ainda neste semestre. A priori, o programa oferecerá cursos de 12 universidades públicas, entre as quais a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).

“Essas 12 universidades estão dando as mãos para São Paulo para contribuir com a nossa educação básica. E um gesto desses, de tamanha cumplicidade, tem que ser reconhecido como algo transformador, pois a universidade se manteve por muitas décadas afastada da educação básica”, ressaltou o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. “O programa da UAB está usando o melhor equipamento público da cidade, que é o que dignifica o nosso magistério”, disse o prefeito.

A implantação dos polos de apoio presencial em São Paulo visa à ampliação do acesso à educação superior pública nas diferentes áreas do conhecimento, por meio da oferta de cursos de licenciatura e de formação inicial e continuada a professores, bem como cursos superiores e de pós-graduação para formação de gestores educacionais e trabalhadores da área. Os cursos serão abertos não só a educadores da rede municipal de ensino, mas também a professores e demais interessados da cidade de São Paulo.

Vagas – No primeiro semestre de 2014, serão ofertadas mais de 300 mil matrículas. Só no município de São Paulo serão ofertadas 5.967 vagas, das quais 3.438, aproximadamente 57%, serão destinadas a professores em exercício. Ao longo do ano serão ofertados 125 cursos de especialização, 12 de aperfeiçoamento e 31 licenciaturas. No momento, os docentes e interessados têm à disposição 33 cursos, a maior parte deles de especialização. As aulas têm previsão para início em março.

A distribuição de cursos e vagas disponíveis pode ser conferida no portal da própria Secretaria Municipal de Educação. Entre os cursos que serão oferecidos já neste semestre, estão educação empreendedora, pela Universidade Federal de São João del Rei; pedagogia, pela Unesp e mídias na educação, pela Universidade do Paraná.

Os cursos de especialização em gestão pública e gestão pública municipal, ambos ofertados pela Unifesp, serão voltados a profissionais com formação superior em qualquer área e já estão com inscrições abertas, que seguem até o dia 28 de fevereiro.

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Escolas para "pensar diferente" têm curso para perder a timidez e ser feliz

Escolas para "pensar diferente" têm curso para perder a timidez e ser feliz | Inovação Educacional | Scoop.it
Em uma casa descolada na Vila Madalena (bairro badalado da capital paulista), 14 "alunos" entre 25 e 60 anos esperam o chamado da "professora" enquanto aproveitam o cardápio de boas vindas da escola, que oferece vinho, frutas, pães e água saborizada com alecrim e limão.

O tema da aula é bem diferente daqueles que estavam acostumados a ver na graduação (ou na pós) e parece, inclusive, ser até mais simples: como ter melhores conversas. Pelas próximas três horas, a professora, uma médica com vasta experiência em medicina paliativa, mostra —usando teoria, experiências próprias e, no final, um exercício—, quais são os principais problemas que enfrentamos ao tentar dialogar com outras pessoas. Na verdade, é quase uma palestra com a possibilidade de interação.

A cena descrita acima mostra como são os cursos da filial brasileira da The School of Life (A Escola da Vida, em português), inaugurada em 2013, que oferece encontros para discutir temas do cotidiano, trabalho e relacionamento. A escola é uma filial de Londres.

Esse modelo de ensino, que consiste em cursos de curta duração voltados para estimular a pessoa a pensar de uma maneira diferente sobre determinado assunto ou mesmo ajudá-la a enfrentar questões como timidez ou melhorar o relacionamento, está crescendo no Brasil.
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Nojinho de Deus e da família

Poderíamos fazer uma sociologia desse "mundo das letras" no tocante aos afetos, rancores, ressentimentos e solidão que, provavelmente, levaria sua segunda-feira a um astral meio ruim. Por isso, vamos deixar de lado essa sociologia triste.
Seria fácil identificar em muitos ateus rancorosos (mesmo que digam que não) um ódio de Deus que os faz pensar mais Nele do que os crentes o fazem. Quanto mais militante é um ateu, mais problemas ele tem com seu papai ("daddy issues", como se fala em inglês). E o que falar da solidão em meio a livros e aulas, muitas vezes irrelevantes? E a inveja de quem consegue ter uma vida familiar gratificante por anos a fio? Sim, sei que prometi não pegar tão pesado, por isso paro por aqui.
E isso existe mesmo? Existe essa coisa de "vida familiar gratificante"? É possível ser religioso e inteligente? Só alguém sem informação, inculto ou inseguro pode ser religioso, não?
Já voltaremos ao nojinho pela família, mas por agora examinemos o nojinho por Deus e pela religião.
Uma sociologia básica do ateísmo mostra que parece haver alguma relação entre aumento de repertório e dúvidas com relação a fé. Países com alto nível de escolaridade se aproximam do chamado ateísmo orgânico. Ateísmo orgânico é a forma de ateísmo a que se chega sozinho após se informar e refletir sobre deuses e religiões e ver como tanto os deuses quanto as religiões são repetições banais das mesmas crenças ao longo dos séculos. Para não falar de todos os picaretas que roubam centenas de milhares de pessoas ao longo dos séculos com o blábláblá dos "poderes espirituais".
Claro que em épocas do politicamente correto e dos ofendidinhos que empesteiam o mundo com o seu mimimi, todo mundo tem que posar de "doce relativista" e esconder que suspeita que essa "gente simples" que crê em pastores, padres e afins seja gente ignorante que não entende nada da realidade.
Mas a repressão do desprezo por quem acredita nessas bobagens religiosas, tão bem instalada no dia a dia social, explode na hora em que aparece associada a algo "desprezível" como ser contra o PT. É fato que esse desprezo disfarçado de "doce relativismo" está mais presente em gente que tem "fé na luta pela igualdade social". Qualquer pessoa um pouco mais atenta sente o cheiro da condescendência quando essa gente culta é obrigada a conviver com aquela gente estúpida da fé.
E o nojinho da família? Esse é fruto de ideias como "família é o lugar da opressão patriarcal", "família é coisa de gente heteronormativa". Basta alguém dizer que uma mulher é "recatada e do lar" para um exército de chatos e ofendidos saírem de seus buracos e protestarem contra a opressão exercida pelas mulheres "recatadas e do lar" sobre todas as outras que não querem ter recato ou um lar.
O número de pessoas solitárias e sem filhos que ensinam por aí o que é uma família ou como educar um filho nos faria dar risada. Pode-se votar em nome de assassinos "revolucionários", mas em nome da família, jamais.

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Brasil, potência espiritual 

Inovação e espiritualidade (religiosa ou não) sempre andaram juntas. O próprio Vale do Silício tem sua origem ligada à contracultura dos anos 1960. Steve Jobs é exemplo disso, adepto de práticas "alternativas" que ditavam seu comportamento e dieta.
Ou, ainda, Timothy Leary, escritor e psicanalista que estudou (e consumiu) a fundo o LSD. Ele é considerado pioneiro da ideia de "realidade virtual". Acreditava que a tecnologia sucederia as drogas na criação de ambientes artificiais para a existência humana. Estava certo. Neste ano, a aposta da indústria de eletrônicos para consumo são justamente dispositivos de realidade virtual, mercado que já movimenta bilhões. Leary estaria hoje orgulhoso de sua previsão.
Se em inovação nosso país é capenga, no campo da espiritualidade o Brasil é potência global. Um exemplo é a recente visita da artista Marina Abramovic -uma das personalidades mais conhecidas do fornido mundo da arte contemporânea-, que circulou pelo país realizando um documentário sobre nossas cidades místicas. O documentário é hoje um dos raros produtos mainstream a apresentar o país no exterior sob uma luz positiva.
Tudo isso mostra que precisamos de um olhar mais sofisticado para nossa potência espiritual. Um dos desafios de qualquer país atualmente é atrair talentos globais.
Nossas cidades espirituais já fazem isso. Da mesma forma que o festival Burning Man tornou-se a Meca "new age" do Vale do Silício, nossas cidades místicas são polo de atração para programadores, designers, investidores, empresários e "criativos" de modo geral, sem que nos demos conta disso. O circuito é amplo: São Lourenço, São Tomé das Letras, Sete Cidades, Visconde de Mauá, Abadiânia e assim por diante.
Um exemplo forte desse potencial é a parceria que o governo de Goiás fez com consultora McKinsey e o guru Sri Prem Baba para construir em Alto Paraíso de Goiás uma cidade sustentável, dedicada ao autoconhecimento e à promoção das 17 metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.

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Neurocientista Suzana Herculano-Houzel deixa o país

Neurocientista Suzana Herculano-Houzel deixa o país | Inovação Educacional | Scoop.it

Suzana Herculano-Houzel embarca nos próximos dias para Nashville, no Tennessee, onde vai assumir o posto de professora dos departamentos de Psicologia e Ciências Biológicas da Universidade Vanderbilt. Frustrada com as condições precárias para a prática da ciência no Brasil, a pesquisadora carioca preferiu trabalhar num ambiente com mais recursos no qual poderá se dedicar a suas atividades de pesquisa.

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Google estaria criando aceleradora para seus funcionários

Google estaria criando aceleradora para seus funcionários | Inovação Educacional | Scoop.it

Para se manter inovadora, o Google depende enormemente de seus funcionários.
Há alguns anos, ela lançou uma política que permitia que eles usassem 20% do seu tempo de trabalho para projetos pessoais – e que também fossem interessantes para a empresa.
Foi assim que ela criou o Google News, Gmail e AdSense.
Hoje, a situação é outra. Por causa da forte competição interna, não é mais possível tirar um quinto do dia para criar novas ideias. Segundo a Marissa Mayer, ex-executiva do Google e hoje CEO do Yahoo, os funcionários na verdade trabalham 120%.
Com isso em mente, a gigante de tecnologia estaria criando uma aceleradora própria, chamada de Area 120.
O nome é uma referência aos 120% de esforço do funcionário, tanto em seu trabalho normal quanto em projetos paralelos, de acordo com um relatório The Information.
Além de incentivar novas ideias, outro objetivo da aceleradora é manter seus melhores talentos e suas ideias brilhantes dentro de seus domínios, de acordo com fontes ouvidas pelo veículo americano, uma vez que é comum um funcionário sair do Google para abrir a própria startup.

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Porto Digital: 'Inovação depende de políticas públicas' - Inovação

Porto Digital: 'Inovação depende de políticas públicas' - Inovação | Inovação Educacional | Scoop.it

Francisco Saboya, presidente do Porto Digital, assumiu no final do ano passado a presidência para a América Latina da Associação Internacional de Parques Tecnológicos e Áreas de Inovação (Iasp, na sigla em inglês).
“Não dá para falar em inovação sem iniciativas públicas”, afirma Saboya, em entrevista por telefone ao inova.jor. “A prioridade é criar uma institucionalidade continental e promover  o intercâmbio, com o compartilhamento de boas práticas.”
A América Latina investe somente 1% do Produto Interno Bruto em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Mesmo o Brasil, que ocupa um lugar de destaque na região, destina somente 1,2% para esse tipo de investimento.
Para se ter uma ideia do que isso representa, a Coreia do Sul investe 4,1%, os Estados Unidos 2,8% e a China 2%, segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
“O quadro é tão distante dos países que estão à frente que para alguns dá desânimo”, destaca o presidente do Porto Digital. “Mas existe muita coisa bacana na região que precisa ser estimulada.”

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A internacionalização do ensino superior no Brasil

A internacionalização do ensino superior no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
As colaborações entre nossas instituições de ensino e parceiros internacionais só se fortaleceram. “A importância que o Brasil tem no cenário mundial, a qualidade do sistema de educação superior brasileiro, os programas que mais recentemente têm sido implementados pelo governo brasileiro e por agências internacionais de cooperação universitária com o Brasil, deram uma enorme visibilidade ao país, colocando o país no mapa da educação internacional” – como bem definiu nosso colega Christian Müller do DAAD (serviço alemão de intercâmbio acadêmico). “O crescimento e a nova dimensão da conferência anual da FAUBAI é um reflexo desse movimento. Além disso, nossa associação tem um importante papel no desenvolvimento de estratégias, planos, prioridades e objetivos em termos da internacionalização da educação superior no Brasil”, explicou a professora Renée Zicman, diretora-executiva da FAUBAI. “Se durante muito tempo o movimento que existia era do Brasil para o exterior, com a mobilidade de estudantes e professores, capacitação de profissionais, projetos de pesquisa em busca de centros mais avançados e oportunidades; hoje o Brasil se coloca de uma outra forma, já há um movimento em outra direção. Embora o fluxo ainda não seja equilibrado, vemos que atualmente há um interesse crescente de oportunidades de cooperação universitária com o Brasil – mais da metade dos participantes da conferência FAUBAI são representantes de instituições internacionais”, afirma Renée.
O professor José Celso Freire Junior, assessor chefe da Assessoria de Relações Externas da UNESP e presidente da FAUBAI, ressalta que que a importância da FAUBAI vai além da conferência anual no Brasil. “A FAUBAI ganhou um espaço importante no cenário internacional. Participamos de grandes eventos e levamos conosco representantes de várias instituições de ensino superior públicas e privadas brasileiras para apresentar a qualidade da educação superior que oferecemos no país. O aluno brasileiro é muito bem formado, isso é reconhecido no contexto internacional. Ele representa as instituições brasileiras, que são responsáveis diretos pela sua formação. Hoje, a Conferência Anual da FAUBAI recebe representantes das áreas internacionais e professores de instituições de ensino estrangeiras, que, além de participar do evento, visitam nossas universidades. A construção dessa importante imagem do Brasil no cenário mundial certamente vai alavancar a continuidade dessas cooperações. Muitas de nossas instituições de ensino estabeleceram uma relação sólida com instituições internacionais. E podem continuar a criar oportunidades inovadoras para que esse relacionamento se mantenha e cresça”.
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Escritas em sangue - Violência e Estado

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Quanto da violência humana é realmente culpa das religiões? Em livro que sai no Brasil amanhã, a ex-freira e historiadora britânica Karen Armstrong, uma das mais populares e prolíficas escritoras sobre o tema, refuta a tese de que a fé no sagrado está por trás das principais guerras da humanidade. Antes, o contrário: “O melhor da religião é a capacidade de se opor à injustiça de Estado”
Está nos campanários, minaretes, torres de sinagogas. Sangue. Em nome da religião, rolam cabeças fiéis e infiéis desde a antiguidade, nas Cruzadas católicas, nas Guerras Religiosas (milhares de mortos nos séculos 16 e 17), nas ondas de assassinatos patrocinadas pela Al Qaeda e, mais recentemente, pelo Estado Islâmico em Paris e Bruxelas. Dizer que tudo isso é por Deus pode fazer barulho, especialmente quando o que se quer é relacionar fanatismo e fé. Mas há verdade nessa fala exagerada? Pode tanta guerra cair na conta da Bíblia, do Alcorão?
Só se for no Alcorão for Dummies e, ainda assim numa interpretação errada, aponta a ex-freira e historiadora britânica Karen Armstrong, uma das mais populares e prolíficas escritoras sobre as religiões – autora, para começar, do best-seller mundial Uma História de Deus (1993). Depois do 11 de setembro, convidada a correr o mundo para explicar o Islã, e irritada com o mantra irresponsável de que “religiões são a principal causa das guerras”, ela decidiu seu novo tema. Quanto da violência dos homens é realmente culpa da religião?
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Brasil patina porque gasta muito e mal, indica estudo

Brasil patina porque gasta muito e mal, indica estudo | Inovação Educacional | Scoop.it

A combinação entre gastos públicos elevados e pouco eficientes tem freado o crescimento do Brasil.
É o que indica um estudo do banco Credit Suisse que analisa o patamar das despesas do governo de diferentes países, a expansão de suas economias e os resultados alcançados por suas políticas.
Cálculos feitos pela Folha com base nos dados levantados pelo banco mostram que, nos países emergentes e em desenvolvimento que cresceram 5% ou mais entre 1999 e 2014, em média, o governo geral teve gastos anuais médios de 25% do PIB (Produto Interno Bruto).
Já nas nações com expansão média menor do que 3,5%, as despesas do governo geral foram o equivalente a uma média de 33,3% do PIB.
É nesse grupo de pior desempenho que o Brasil se encontra. Entre 1999 e 2014, a economia brasileira teve expansão de 3,1% ao ano, com gastos do governo em torno de 38% do PIB.
baixa eficiência.
A baixa eficácia das despesas efetuadas pelo governo brasileiro ajuda a explicar o resultado ruim do país.

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Should Everyone Go to College?

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Last fall a new instructor taught a remedial writing course at a community college in Maryland. Most of her students came from low-income backgrounds. Many had gone to broken schools. That they had made it to college at all was a feat.
In teaching them to write, she faced challenges that went to the foundations: Several students had no clue how to construct a sentence, let alone a thesis. She tried to help them catch up, picking books they might relate to, reviewing multiple drafts of essays. When students copied from websites, she gave them lessons on plagiarism and another chance to do the work.
When Everyone Goes to College: a Lesson From South Korea  
She reached the end of the semester disappointed and exhausted. While some students had excelled, about half failed. A few had come close to passing, so she asked administrators what to do. The answer: If they failed, they might drop out, so she should pass them. Although it seemed unfair to the students who had completed the course work, she did.
The experience left her wondering whether the weaker students were really college material, and what would happen when they moved on. A knottier question was: Why were they in college at all?
In 2016 in the United States, society pushes high schoolers to go to college. The watchword is access: There are college-completion goals to hit to keep the country competitive, a wage premium to earn to secure a decent living. This is a movement that people in and out of higher education grapple with, uncomfortably. Professor X, writing a few years ago in The Atlantic, described the students who had floundered in his introductory English courses. By making them strive for academic standards they struggled to meet, he wondered if he was doing them more harm than good.
Decades ago, students who were deemed "not college material" — particularly those who weren’t white, no matter their potential — were often tracked into vocational training, manual labor, manufacturing, and other work that didn’t require academic study. Today, because of the decline of such jobs, a transformation in grade-school education, and the increasing skills required in professions like sales and service, a path to a career almost must pass through higher education.
"We have a system now that has one pathway," says Anthony P. Carnevale, director of the Georgetown University Center on Education and the Workforce. "The only logical outcome of that is postsecondary, which is where the job training goes on in America."
Policy makers and pundits call the agenda "college for all," referring to certificates and two-year degrees, in addition to four-year degrees. But many laypeople — and even some educators — devalue career and technical education, taking "college" in that prescription more traditionally. They believe success means a bachelor’s degree, and the only question is how to help everyone afford it. Bernie Sanders, in particular, has been vocal about college for all, having sponsored a Senate bill by that name to eliminate tuition and fees, and lauding the European countries that offer "free college." What often goes unmentioned, however, is that, in places like Austria, Germany, and the Netherlands, which have strict tracking systems, not everyone gets to go.
Here in the United States, we have one of the lowest college-completion rates in the developed world, a fact we’re fervently trying to change. Effectively, we have set up a "pay to play" barrier to the highly valued jobs, and now we’re urging everyone to clear it. But for low-income students especially, that pursuit comes with substantial costs and risks, like dropping out with debt or, even with a degree, lacking the social and professional connections to land a lucrative job.
“We have a system now that has one pathway. The only logical outcome of that is postsecondary, which is where the job training goes on in America.”
Some policy makers have responded by clumsily encouraging lower-performing students to take a different course through postsecondary education. State lawmakers in North Carolina want to route those with middling grades through community college, a move that educators decry as discriminatory. The debate over whether everyone should go to college — and what "college" means — has prompted remarks that the higher-education system should be overhauled. Marco Rubio, for example, has said that the country needs fewer philosophy majors and more welders.
For the most part, though, policy makers have ignored viable practical training. "If you go up to Capitol Hill, you speak to staff or policy makers, none of them went to vocational education," says Mary Alice McCarthy, a senior policy analyst at New America. "None of their children went into vocational education. And they have no experience with it."
Yet not all students thrive on academics. Can schools and colleges fairly present and value an array of educational and employment pathways, while still offering late-blooming learners a chance at a four-year college and beyond? The challenge is figuring out, at crucial junctures, who should go which way.
Here’s how we started to believe that everyone should go to college.
Decades ago, there were many ways to train for work, good work, and educational tracking played a role. Proponents of the practice said it let instructors focus on the needs of students at specific levels of ability and prevented "teaching to the middle," which didn’t sufficiently challenge advanced students.
But by the 1970s and ’80s, civil-rights advocates and education researchers were pointing out that minority students were disproportionately set on lower-level tracks, taught by weaker teachers, relegated to rote learning, and burdened with the perception that they were dumb. Studies found that those students scored lower on tests than they would have if they’d been tracked higher.
The GI Bill and the explosion of community colleges in the 1960s had already expanded the understanding of whom college was for, and in 1983 the presidential report "A Nation at Risk: The Imperative for Educational Reform" was the "educational equivalent of a declaration of war," says Mr. Carnevale, of Georgetown. Comparing students’ performance on standardized tests in the United States and other countries, the Reagan administration sparked an obsession with achievement, the dismantling of vocational tracks, and the mantra of college for all, he says. To remain competitive and stem a moral and economic decline, America needed to raise its standards.
Some experts say today's push to get every student to go to college could actually be doing more harm than good.
Schools began to push general education as preparation for college. "In a fit of progressiveness, we threw away vocational education," Mr. Carnevale says. Instead, he says, the curriculum favored "ever higher levels of abstraction in subject matters where it is not clear why you learn them at all until you are ready to go to college."
Around the same time, because of automation and consolidation in industries like manufacturing and mining, a whole class of middle-skills, middle-income jobs began to disappear. Those jobs didn’t require a college education, but the ones in health care and technology that have to some extent replaced them often need at least some postsecondary training. What used to be called vocational education has been rebranded as career and technical education, but it has struggled for recognition and funding.
The result of those trends is a bifurcated labor market, Mr. Carnevale says. More high-skill jobs require a college degree, most commonly a bachelor’s degree, and pay well. By contrast, low-skill jobs requiring a high-school diploma, if that, will remain numerous, but wages for those jobs have gone down. That’s why, in the last 40 years, the wage premium associated with a four-year college degree has doubled.
While the supply of degree holders has increased, so has the demand for those graduates. The employees of decades past packed tomatoes into cans on a factory line. Today machines have taken over a lot of that work, and the employees are coming up with 30 varieties of canned tomatoes, with different labels, marketing pitches, and so on. Ostensibly, a college degree delivers the skills needed for that, or, many employers believe, college graduates possess more of those skills.
Job ads for positions once filled by high-school graduates — administrative assistant at an apparel company, customer-service representative at a rental-car agency — now say "bachelor’s degree required" or "some college preferred." The labor-market-analytics firm Burning Glass has found that such "upcredentialing" happens more for jobs with less-defined skill requirements. Employers may just be using college degrees to filter applicants by perceived ability, or by class or race.
National college-attainment goals — promoted most prominently by the Obama administration and the Lumina Foundation — include certificates and associate degrees, but the bachelor’s degree still holds primacy. The New York Times writer David Leonhardt made the case last year for "college for the masses," noting the positive effects, like individuals’ earning potential, of even "marginal students" striving for four-year degrees. When President Obama unveiled his plan to make community college "as free and universal as high school," it was billed as a way to "earn the first half of a bachelor’s degree."
In the past few years, manufacturers west of Minneapolis have been desperate to hire welders, poaching employees from one another. With the Dunwoody College of Technology, the companies started an accelerated training program: one semester to get a job starting at $32,000 a year. Ads aired on the radio, blurbs ran in church bulletins, and recruiters visited high schools and community events. But the response they often got was, I’d rather go to college.
Dunwoody’s career and technical education carries — maybe even reinforces — the old stigma that clung to vocational education: something less for the less fortunate, or a consolation prize. "I hear comments like ‘My son or daughter wasn’t successful in college, so I sent them to Dunwoody,’" says Rich Wagner, its president. Ironically, he notes, the nonprofit institution enrolls many students who already have a four-year degree but aren’t landing a job. The college has a 99-percent placement rate for its graduates, Mr. Wagner says, with an average starting salary of $40,000.
"How do we get parents to understand and appreciate that these occupations are viable pathways to the middle class?" he wonders. "The biggest frustration is that there doesn’t seem to be a national voice on this."
There is, however, a growing chorus questioning college for all. Mark S. Schneider, a vice president at the American Institutes for Research, has said that competencies, not bachelor’s degrees, may become the more valuable currency in the job market. The Washington Post columnist Robert J. Samuelson has argued that the movement "cheapens" four-year degrees and stigmatizes those who choose another path.
Katherine S. Newman, provost at the University of Massachusetts at Amherst, and Hella Winston, a journalism fellow at Brandeis University, wrote in The New York Times last month that the education system should create more routes "straight from high school to a career," noting more than 600,000 open jobs in manufacturing, which some say is not in decline but in a renaissance. Other countries have expanded training for such jobs, they said, while we have let it atrophy.
James Rosenbaum, a sociology professor at Northwestern University, has long argued against the B.A. for all, particularly low-income students. In the old days of tracking, guidance counselors and others acted as gatekeepers, he says, steering even promising students away from college. Today, especially in poorer school districts, those counselors each serve hundreds of students, and because of the unfortunate history and current campaign, they are reluctant to discourage any aspiring collegegoers. As a result, Mr. Rosenbaum says, they put unprepared students on an unrealistic path.
The pressure of the national college-attainment agenda is misguided, says Diane Ravitch, the prominent education historian and professor at New York University. "The Obama administration keeps saying that everyone needs to go to college, and that we are going to have the highest college-graduation rate in the world by 2020, which is ridiculous," she says. The highest share of college graduates in the world doesn’t equal a healthy economy, she adds. "We are chasing a fantasy."
Our economic and social problems stem more from the wide gap between rich and poor, and jobs sent overseas, says Ms. Ravitch, than from too few people pursuing a bachelor’s degree. We’re projecting economic insufficiencies onto the education system, she says. "The college-for-all talk is like fairy dust sprinkled over the conversation."
Progressives have been the great champions of college for all. Arguing that some students (probably lower-income and minority students) shouldn’t seek four-year degrees, at least not right out of high school, feels dangerously close to the old tracking system.
But we never really stopped tracking. In the early 1990s, Shaun R. Harper’s school in Georgia tracked students. Mr. Harper, who is black, was stuck in the middle, the general-education track, while most of the white kids, he remembers, were in college prep. A professor of education now at the University of Pennsylvania, he sees such tracking as more subtle than the old system, but still "inescapably raced."
"Gifted and talented," "Advanced Placement," and "honors" may have replaced "college prep" as the labels in some schools, he says, but similar sorting is at work. For example, in 2014, an investigation by the U.S. Department of Education’s Office for Civil Rights found that black students in public schools in South Orange and Maplewood, N.J., occupied only one-fifth of the slots in AP courses, even though they represented more than half the enrollment in the school district. The department pushed the district to help more black students get into those courses.
De facto geographic segregation by race and class means that entire schools are set on tracks. Many cities’ public schools are considered broken, and relatively wealthy families there hustle to get their kids into charter schools, pay tuition at private and parochial schools, or move to more-affluent neighborhoods, where home prices essentially serve as a barometer of public-school quality. As those children move into higher education, elite colleges largely enroll white students, while black and Hispanic students are more likely to attend open-access institutions, according to a report in 2013 by Mr. Carnevale’s center at Georgetown.
“When there was a vocational track, there was at least a narrative that it is OK to be an auto-shop worker or a hairdresser.”
Despite general encouragement to go to college, guidance or the lack thereof can still hamper ambitions. As part of a research project a few years ago, Mr. Harper interviewed dozens of high-achieving students in working-class and low-income neighborhoods of New York City. Guidance counselors were referring the students to the City University of New York and State University of New York systems, he says, even when they had the grades to get into Penn, Harvard, or the University of Virginia.
"When we talked to the guidance counselors, they would say, ‘Kids from here don’t get into schools like that,’" Mr. Harper says. So-called undermatching, the phenomenon in which high-achieving, low-income students don’t apply to or attend competitive colleges, is an insidious form of tracking, Mr. Harper says. But even he doubts whether all students should be pushed into four-year programs.
"I want to make college possible for anyone who wants to go and stands a shot at succeeding," he says. But plans for free community college or free public college, and more high-school graduates striving for bachelor’s degrees, would have unintended consequences, he says. Even more than happens already, poor students would go to the free institutions, while rich parents would send their kids to expensive private colleges.
"What we are going to see, I’m afraid, is an amplification of the stratification of higher education," says Mr. Harper.
By getting rid of tracking, paradoxically, we have devalued a set of occupations and the training for them. "There is a narrative out there where it’s college or nothing," Mr. Harper says. "Most of us need someone to cut our hair," he says. "We need hotel workers. We need auto mechanics."
 He is not calling for the country to re-establish intentional tracking. "But when there was a vocational track, there was at least a narrative that it is OK to be an auto-shop worker or a hairdresser," he says. "Because we pretend that there are no tracks, we don’t even talk about those options."
Automotive students train at Dunwoody College of Technology, in Minneapolis. In an era that values four-year degrees above other credentials, Dunwoody struggles to shed the stigma associated with vocational education, its president says.
Maybe it’s right that our educational and economic systems push the four-year degree. Some students will drop out along the way, but those who finish will have earned currency on the job market and be prepared (at least on paper) for graduate school and even more remunerative work. Meanwhile, technical training can be subject to the vagaries of specific industries, and in physical occupations like welding, employment lasts only as long as one’s body.
But despite the focus on college completion, the national graduation rate at four-year institutions still hovers around 60 percent, about half that at open-access colleges. Clearly, four-year degrees aren’t right for everyone, especially in a country that increasingly expects individuals to shoulder the cost. If you’re poor, then, is it better to be told you’re not cut out for college, and guided toward training that may cost less and lead to a solid job? Or is it better to shoot for a bachelor’s degree, with the risk that you might fail, rack up debt, drop out, and be worse off?
"Everyone knows that we need to make career-focused education work, and the question is, How do you do that without falling back into some sort of tracking?" says Ms. McCarthy of New America. "It’s just not an American thing to track kids into some sort of career at age 16."
There may be solutions that wouldn’t force those choices. Many policy advocates — like Ms. McCarthy and Mr. Rosenbaum, of Northwestern — want to lower the stakes of pursuing a B.A. by instituting more "degree ladders" or "stackable credentials," to let students benefit in the job market as they accumulate credits. Under that approach, initial courses in any degree program would be oriented toward professional skills or specific fields of study. That would lead to badges or certificates, which could become an associate degree, which could lead, in time, to a bachelor’s, as students built up their knowledge, experience, skills, and maturity.
"With each step, they get a payoff and a success," Mr. Rosenbaum says, "and if life interrupts with a crisis, as it often does for low-income students, they have got whatever they accomplished in the meantime." Such a step-by-step approach could also help motivate students.
College leaders like to say that higher education’s greatest strength is its diversity. But it can also be a liability.
For now, students who want to move through the system’s tiers have a difficult path. Credits from community colleges or career and technical colleges often don’t transfer easily to four-year institutions. Many of Dunwoody’s students were effectively stranded. So the college set up a B.A. itself. Now students can get a certificate to work in, say, a machine shop, come back for a two-year degree in tool programming, and later return for a four-year industrial-engineering degree.
Some students who have a hard time with straight academics, says Mr. Wagner, Dunwoody’s president, can excel when they apply lessons to a practical problem. He sees students finally grasp math when they work with gear ratios in car transmissions. Mr. Wagner knows that kind of student well. He failed out of Lehigh University when he was 18, but his success in technical education led him to later earn bachelor’s, master’s, and doctoral degrees.
But as long as career and technical education is culturally marginalized, its quality will suffer, and its integration into mainstream higher education will stall. "We gave it over to the for-profits, which shows that we don’t care about it," says Ms. McCarthy. "It’s an afterthought."
While education can raise individual fortunes, it has historically been a great divider, structured to evaluate people and their abilities, and to separate them. Instead of accepting that reductionist approach, why not recognize individual talents, and find ways to enhance them? Some academics understand medieval literature or political philosophy in ways most of us never will. But others who never went to college may know how to deal with a "check engine" light in a car or a leaky dishwasher. We need both philosophers and plumbers, but our system values one more highly than the other.
In forging a path forward, Mr. Carnevale asks, "are you going to be a realist or idealist?" The idealist presses on with college for all, with more education, hoping that will solve the problems of inequality.
The realist, he says, respects job training and skills, counting career and technical education as a solid option. But if job-training programs were to grow in high schools, if educators steered more students into technical education, Mr. Carnevale says, those moves would need a certain packaging to make them politically acceptable. They would have to be billed as a path to college.

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Alunos do Cederj reclamam da falta de atendimento online dos tutores

Alunos do Cederj reclamam da falta de atendimento online dos tutores | Inovação Educacional | Scoop.it
Alunos de Volta Redonda matriculados em cursos à distância do Centro de Educação à Distância do Rio de Janeiro (Cederj) reclamam da falta de atendimento online dos tutores. Há um mês eles teriam deixado de responder os estudantes por causa do atraso de salários.
"Minha última postagem foi na sala de tutoria, mais ou menos na semana do dia 23 de março. Depois disso fiz outras postagens, que continuam lá, paradas. Até agora sem resposta. Nenhuma resposta foi dada", disse a universitária Andrelina Sales.
Com mais de 30 mil alunos em todo o Estado, o Cederj oferece cursos de graduação em sete instituições públicas de ensino. Além da falta de atendimento dos tutores, os alunos também reclamam que as notas das avaliações não estão sendo divulgadas e que estão sem receber o material de estudo. Segundo eles, os salários dos tutores está atrasado.
"Eles vão, continuam trabalhando. Vão cumprindo horário, mas não dão andamento ao curso. A gente continua sem um feedback. A nossa formação está muito prejudicada mesmo", disse o universitário Márcio Nassif.
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Tecnologia na Educação: a sala de aula está mudando de cara!

Tecnologia na Educação: a sala de aula está mudando de cara! | Inovação Educacional | Scoop.it
A School of One é exemplo poderoso de educação inovadora, utilizando as facilidades da tecnologia para ajudar no processo de individualização do ensino.
A escola, localizada em Nova York, é uma iniciativa do Departamento de Educação da cidade e foca no ensino de Matemática para alunos dos níveis básicos. Antes de iniciar o curso, as crianças são divididas em pequenos grupos, baseados em suas habilidades prévias. A partir daí, participam de três tipos de atividades distintas: aula expositiva tradicional, atividades concentradas de grupo e estudos online.
Os alunos têm acesso constante a computadores, por meio dos quais realizam exercícios, estudam e fazem testes. Os professores, por sua vez, recebem relatórios diários da performance de cada aluno em cada tipo de exercício. Dessa maneira, eles podem ajudar os estudantes a resolver suas dificuldades, de acordo com problemas apontados pelo software. Além disso, os professores permitem que os alunos passem a níveis mais avançados apenas quando suas habilidades na fase anterior foram consolidadas. A experiência é altamente individualizada.
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Como o ensino de robótica para crianças e adolescentes vai muito além da criatividade

Como o ensino de robótica para crianças e adolescentes vai muito além da criatividade | Inovação Educacional | Scoop.it
Meninas e meninos de variadas idades se agrupam em torno de peças quadradas LEGO e delicadas placas de Arduino. Eles são o sujeito de criação daquilo que vai nascer do amontoado de peças: pode ser um pequeno robô humanoide ou um carrinho – tudo depende da criatividade e da disposição do grupo. O professor orienta o processo, interferindo apenas quando necessário. O que for criado será fruto da imaginação, do senso de coletividade e da coragem de errar de quem ligou circuitos e apertou componentes.

Aulas como a descrita acima acontecem na escola EMEF Campos Salles, no bairro paulistano de Heliópolis, há quatro anos. Referência em inovação por seu modelo descentralizador e integral de educação, a escola tem aulas de robótica oferecidas no contraturno para alunos do quinto ao nono ano. Os adolescentes são introduzidos à robótica e aprendem noções básicas de programação e eletrônica. A premissa, entretanto, é que eles criem o que vier de suas mentes e o que mais os agradar.

O educador responsável, Eder Souza, conta que as classes são muito experimentais, o que também vale para a reinvenção do lugar do professor. “Temos como moldado o perfil do que é ser professor, e nas aulas de robótica isso muda completamente. Então estou sempre aprendendo”, define. Eder não traz projetos prontos aos estudantes. As criações robóticas nascem do ajuntamento de ideias coletivas, da pesquisa feita por alunos e professor, e principalmente, da tentativa e erro. “Digo aos meus alunos que não temos obstáculos, e sim desafios.”

“Um grande desafio para os educadores atualmente é manter o interesse dos estudantes, nativos digitais, pelo conteúdo das aulas. A robótica é uma grande ferramenta de empoderamento para esses educadores, uma vez que permite um maior engajamento desses jovens pelas atividades escolares”, complementa Henrique Foresti, engenheiro de sistema do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R), apoiador da Fundação Telefônica Vivo no Projeto Escolas Rurais Conectadas. O professor não necessariamente precisa dominar todos os conteúdos – o processo laboratorial de criação conjunta é vantajoso para ambos os lados. “Ele cria e desobstrui os caminhos para construção do conhecimento”.
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Os segredos da pré-escola

Os segredos da pré-escola | Inovação Educacional | Scoop.it

A educação de alta qualidade na primeira infância é uma das raras questões que une pessoas de todos os estratos sociais e espectros políticos. O consenso sobre os benefícios, tanto para as crianças quanto para a sociedade, no entanto, não se estende à questão de como financiar ou oferecer tal serviço. A boa notícia é que há uma série impressionante de novos modelos sendo adotados e que importantes lições vêm emergindo sobre como modelar, financiar e dimensionar os futuros programas de educação infantil.
Para entender o que esses modelos tentam alcançar, é útil levar em conta sua base científica. Há evidências cada vez mais claras de que os primeiros anos de vida são cruciais para o desenvolvimento do cérebro. Entre 700 e 1.000 conexões neurais são criadas a cada segundo durante os primeiros três anos de vida. O número de palavras que uma criança ouve durante esse período crucial tem impacto enorme sobre sua capacidade intelectual futura.
Há grande discrepância entre a quantidade de palavras ouvidas pelos filhos de pais com curso superior e pelos de famílias da classe trabalhadora. Nos EUA, a diferença é de 3 milhões de palavras por ano. Enquanto as famílias de alta renda têm 12 livros por criança, mais da metade das creches para filhos de famílias de baixa renda não tem um único livro.
Entre 700 e 1.000 conexões neurais são criadas a cada segundo durante os primeiros três anos de vida. O número de palavras que uma criança ouve durante esse período crucial tem impacto enorme sobre sua capacidade intelectual futura
Alguns programas vêm ajudando a nivelar as condições de jogo. Por exemplo, uma iniciativa nos EUA chamada First 5 California financia programas que ensinam pais, avôs, profissionais da saúde e professores sobre o papel crucial que desempenham durante os primeiros cinco anos da vida de uma criança.
O que uma criança aprende em casa, contudo é apenas uma parte da questão (ainda que uma parte muito importante). As crianças, indicam as evidências, também precisam da escola. Na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), estudantes que foram à pré-escola por um ano ou mais tiveram notas significativamente maiores (30 pontos) nos testes de leitura de seu Programa de Avaliação de Estudantes Internacionais em comparação àqueles que não foram. Na verdade, estudos de longo prazo sugerem que o ensino na primeira infância pode elevar a renda na idade adulta de 1,3% a 3,5%.
Some-se a isso a possibilidade de trabalhar que a ida à escola infantil proporciona aos pais e não é surpresa que a educação na primeira infância traga grandes benefícios financeiros e econômicos no longo prazo. De acordo com o prêmio Nobel James Heckman, o investimento na educação na primeira infância traz ótimos retornos, mesmo comparados ao investimento em outros estágios.
Dados como esse desencadearam uma onda de iniciativas para melhorar a educação infantil. Em 2014, o Reino Unido expandiu o apoio público para famílias com renda inferior a 16.190 libras esterlinas (US$ 23.648) por ano, de forma a possibilitar que crianças de dois anos recebam 15 horas de ensino por semana durante 38 semanas por ano. Hoje, quase 75% das crianças de dois anos estão matriculadas na pré-escola, o que dá a suas mães a oportunidade de trabalhar ou estudar.
O setor público, entretanto, não está sozinho na busca por esses investimentos. Líderes empresariais também se envolveram, guiados pela preocupação de que a educação não vem acompanhando as demandas de uma economia em mutação. No Estado do Tennessee, por exemplo, os líderes empresariais estiveram entre os primeiros a investir no ensino infantil. Suas experiências, por exemplo, reforçaram a necessidade não apenas de levar mais crianças à escola, mas de também se preocupar em fornecer ensino de alta qualidade que seja bem gerenciado, que envolva a família dos estudantes e que seja interligado à educação posterior.
Também emergiram esforços para relacionar as iniciativas privadas e públicas. Susan Buffett, filha de Warren Buffett, criou a Alliance for Early Success, que reúne vários acionistas para encorajar investimentos e políticas durante os primeiros oito anos de vida das crianças que levem à melhora de sua situação em termos econômicos, de saúde e de aprendizado.
O programa de educação infantil da cidade de Nova York talvez seja o maior nos EUA, com mais de 65 mil crianças matriculadas na pré-escola, a um custo anual superior a US$ 300 milhões. A qualidade educacional também é estimulada pelo fato de cada vaga de professor aberta ser disputada por três interessados com boas qualificações. Os críticos apontam uma lacuna: o baixo índice de matrículas entre as crianças da regiões mais pobres. Como as crianças carentes são as que mais se beneficiam com o ensino na primeira infância, trata-se de um grave defeito.
O Estado de Utah encarou de frente o desafio de levar os estudantes de baixa renda à escola. Aderiu a um dos primeiros contratos condicionados ao êxito nos objetivos ("títulos de impacto social") para melhorar a educação infantil em comunidades com muitas carências. O Goldman Sachs e a Fundação J.B. Pritzker entraram com um investimento de US$ 7 milhões para financiar o programa; vão receber o dinheiro de volta a partir do que vier a ser economizado futuramente. Os primeiros resultados foram tão promissores que o programa foi rapidamente expandido para incluir mais crianças.
Uma das iniciativas mais ambiciosas adotadas atualmente nos EUA é a Big Lift, em San Mateo County, na Califórnia, que trabalha para assegurar que todas as crianças do condado tenham bom nível de leitura na terceira série (a proporção atual é de 43%). O foco do programa é capacitar o condado a oferecer educação infantil e intensificar o apoio às crianças que mais precisam de ajuda. Lançado por uma ampla coalizão de líderes do condado e financiado por uma combinação de impostos locais sobre vendas, verba federais e dinheiro de filantropia, o Big Lift levantou US$ 28 milhões e envolveu mais de 200 organizações.
Tendo em vista o claro argumento econômico a seu favor, o objetivo agora precisa ser descobrir quais ações funcionam melhor e adaptá-las aos diferentes contextos.

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584 mil fazem simulado do Enem; outro teste irá ao ar no final de semana 

584 mil fazem simulado do Enem; outro teste irá ao ar no final de semana  | Inovação Educacional | Scoop.it

O simulado do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), realizado no último fim de semana, teve a participação de 584 mil pessoas.
O resultado foi apresentado durante entrevista do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em São Paulo.
Foi o primeiro simulado online realizado pelo ministério. Outros três estão previstos para ocorrer até a realização do exame, por meio do site "Hora do Enem".
O ministro anunciou nesta segunda-feira (2) que o simulado estará novamente disponível no próximo fim de semana –entre a 0h de sábado e as 20h de domingo. A prova estará disponível para todas as pessoas. Neste fim de semana, esteve restrito a concluintes do ensino médio.
A repetição ocorreu porque neste fim de semana houve lentidão no sistema. "O número de pessoas superou muito o que esperávamos. Então chegou a ter uma fila de espera para fazer o simulado", afirmou Mercadante.

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Será que ela vai escrever de volta? Será que não? (A ciência da demora nas mensagens de texto)

Será que ela vai escrever de volta? Será que não? (A ciência da demora nas mensagens de texto) | Inovação Educacional | Scoop.it

Alguns minutos depois, o status da minha mensagem mudou para “lida”. Meu coração parou. Agora era a hora da verdade. Eu me preparei e fiquei olhando enquanto aqueles pontinhos pipocavam na tela do iPhone. As bolinhas torturantes indicando que a pessoa está escrevendo uma resposta; o equivalente, nos smartphones, da lenta subida do vagão até o topo da montanha-russa. Mas então, poucos segundos depois – os pontos sumiram. E não veio mais nenhuma resposta de Tanya. Hmmm… O que teria acontecido? Mais alguns minutos e… Nada. Quinze minutos… Nada. Minha confiança começou a se dissolver, e a se transformar em dúvida. Uma hora… Nada. Duas horas… Nada. Três horas… Nada. Um pânico moderado se instalou. Comecei então a analisar a mensagem que eu havia mandado. Antes tão seguro de mim, agora eu questionava tudo que tinha escrito.
Sou tão idiota! Eu devia ter escrito “Eei” com dois e’s, e não com um só! E fiz perguntas demais. Onde eu estava com a cabeça? E olha só, no fim, ainda botei mais uma pergunta. Aziz, QUE IDEIA FOI ESSA DE PERGUNTAR TANTA COISA?

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Ensinar em Comunidade virtual de aprendizagem : a emergência da presença de ensino distribuída no desenvolvimento de uma comunidade de investigação

Ensinar em Comunidade virtual de aprendizagem : a emergência da presença de ensino distribuída no desenvolvimento de uma comunidade de investigação | Inovação Educacional | Scoop.it
Ensinar em Comunidade virtual de aprendizagem : a emergência da presença de ensino distribuída no desenvolvimento de uma comunidade de investigação
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Sustainable Student Lending

Sustainable Student Lending | Inovação Educacional | Scoop.it

Camila Brandao Macedo knows how it feels to have to compromise her dreams for a career. The daughter of a driver and a public school teacher, Camila wanted to become a lawyer. Knowing she could not afford to study law, she decided to pursue a degree in tourism, a shorter course of study. Once she found a job in the tourism industry, she enrolled in the legal program at Estacio University, and continued working to pay tuition and living expenses.
“I love what I do, and I have the opportunity to work in the career that I always dreamed of,” Camila said, adding that if she had known about Ideal Invest sooner, she could have embarked on her dream career nine years earlier.
Mid-way through the law program, she needed to start a two-year internship, which forced her to give up her tourism job and cut her income in half. She struggled to make ends meet and was unable to get a loan from the scaled-back government student loan program. Fortunately for Camila, Ideal Invest, an innovative private, for-profit, student lending company, helped her finance half of her tuition at a zero interest rate, delaying repayment of the other half until after graduation.
In Brazil, university graduates on average earn two and one-half times more than students who don’t finish college. But tuition costs are roughly half of the average monthly salary, putting a degree out of reach for many people who have the potential to contribute to Brazil’s economic development. Making higher education more affordable and accessible is one way to reduce extreme income inequality in one of the world’s largest economies.

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Agronegócio mantém crescimento com tecnologia - Inovação

Agronegócio mantém crescimento com tecnologia - Inovação | Inovação Educacional | Scoop.it

No ano passado, quando o Produto Interno Bruno brasileiro caiu 3,8%, o único setor econômico a apresentar crescimento foi a agropecuária, que avançou 1,8%. Para ser competitivo no mercado internacional, o agronegócio faz uso intensivo de tecnologia.
A tecnologia aplicada às commodities agrícolas vai de sementes geneticamente modificadas a internet das coisas para monitorar o plantio.
A Qlik, que fornece sistemas de visualização de dados, tem casos importantes no setor, em empresas como Syngenta e El Tejar.
A Syngenta oferece para seus distribuidores o Agroview, uma ferramenta de desenvolvida a partir do QlikView, da Qlik. Antes do projeto, a empresa adotava sete sistemas diferentes para trocar informações com os distribuidores. Hoje, usa somente o Agroview.

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Crise exige criatividade das escolas de idiomas

Crise exige criatividade das escolas  de idiomas | Inovação Educacional | Scoop.it
Preocupadas em manter o faturamento nesse período de instabilidade econômica, escolas de idiomas estão oferecendo facilidades para reter clientes e atrair novos alunos.
Dona de duas unidades da Seven Idiomas, uma instalada em Tatuapé, na zona leste da capital, e outra no município de Guarulhos, Lúcia Alves conta que está adotando uma série de estratégias. “Uma delas é voltada para cursos in company, nos quais o aluno faz metade do conteúdo com a presença do professor e a outra metade online. Assim, podemos dar de 30% a 35% de desconto, porque nesse formato o nosso custo é menor.”
Segundo ela, para esta fase de incertezas e mercado parado, a Seven tem uma ferramenta que neutraliza o elemento de incerteza. “Nosso contrato inclui a cláusula de auto seguro. O risco é nosso. Caso a pessoa fique desempregada, pode continuar fazendo aquele estágio do curso sem pagar as mensalidades, enquanto durar o desemprego. Com esta estratégia, o receio de fechar um contrato de longo prazo é amenizado. Quem precisa usa, em média, por período de três a cinco meses”, diz.
Lúcia afirma que neste ano tem conseguido resultados melhores do que os obtidos em 2015. “A demanda por cursos de idiomas só está represada. Ao encontrar maneiras de fazê-la voltar a fluir, conseguimos pontos positivos. Uma coisa legal da crise é que todos têm de se repensar”, afirma.
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Gastos com pessoal extrapolam limite

Gastos com pessoal extrapolam limite | Inovação Educacional | Scoop.it

Segundo especialista, 21 Estados comprometeram mais de 65% das receitas com pessoal e serviço da dívida em 2015
Mesmo os Estados que estão em dia com a folha de pagamento correm o risco de nos próximos meses entrar para o grupo dos inadimplentes. Um estudo feito pelo economista Raul Velloso, consultor em contas públicas, mostra que os gastos com pessoal e serviço da dívida extrapolam os limites desejáveis para manter as contas em dia.
“Um Estado deveria gastar com pessoal e dívida no máximo 65% de sua receita”, afirma Velloso. Pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), os Estados podem gastar até 60% da receita com pessoal. Sendo assim, restariam 5% para o serviço da dívida e 35% para outros custeios e investimento em obras e melhorias. “A LRF é quase uma letra morta, pois seu espírito é conter gastos com pessoal, o que não está acontecendo.”

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O momento do profissional inovador - Inovação

O momento do profissional inovador - Inovação | Inovação Educacional | Scoop.it

Taynã Paes, de 25 anos, conquistou seu lugar no departamento de Recursos Humanos da IBM há dez meses. No posto de especialista em Diversidade e Aceleração de Carreira de Mulheres, ele trabalha com um enorme quadro colado na parede em frente a sua mesa: nele, post its se dividem em soluções de como inovar diariamente.
“Todos os dias, ao chegar ao trabalho, se pergunte: como posso fazer isso diferente de ontem?” O questionamento é o primeiro passo para ser um profissional inovador, de acordo com o professor do Fórum de Inovação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Miguel Sacramento.
“Ninguém tem, necessariamente, uma rotina de inovação. Eu me considero inovador, porque costumo ter ideias destoantes das outras pessoas”, pondera Paes. Ele conceitua o profissional inovador como alguém que tem conteúdo, consegue entender a área em que está atuando. “Ele reconhece os problemas e sabe a melhor maneira de resolvê-los.”
Talvez, por isso, as empresas procurem avidamente por um profissional inovador e muitas pessoas dentro e fora do mercado busquem se tornar inovadoras.
Para o professor Sacramento, inovador é alguém que não se acomoda, não se contenta com pouco e, acima de tudo, é antenado ao que acontece ao seu redor. “Independentemente do setor em que trabalha, a pessoa precisa saber o que está acontecendo no mundo, na política, na economia, na tecnologia, etc. Porque o impulso para a inovação vem de se perceber mudanças no ambiente.”
Paes conseguiu se destacar na IBM por participar ativamente da criação de novas ferramentas de gestão: o sistema de avaliação de performance e o feedback. Normalmente, as avaliações são feitas pelo chefes, que preenchem uma ficha com perguntas de múltipla escolha. No início do ano, o funcionário escolhe uma meta e doze meses depois, é avaliado se a atingiu ou não.
Conversando com funcionários, percebeu que eles não gostavam desta forma de avaliação, por considerarem que incentivava a competição e os reduzia a uma meta ou a algumas características na folha de papel.
Paes, então, ajudou a implementar um modelo em que não há mais sistema de comparação na equipe nem nota final, mas cinco dimensões de avaliação: resultado, inovação, sucesso do cliente, responsabilidade com outros e com o time e harmonia e inovação. Além disso, é incentivada a cultura do feedback com mais naturalidade na empresa – tanto de chefes para funcionários, quanto o inverso.
Passos. Paes agora trabalha em metas de como incentivar o lado mais inovador de cada funcionário. Ele e sua equipe elaboraram cinco passos para ajudar nesse processo: associar, questionar, observar, trabalhar em rede e experimentar.
Um dos pontos altos das inovações de Paes é a comunicação. Em suas tarefas no RH, ele procura se comunicar com os funcionários de uma forma mais leve e inclusiva, “para que sintam que estão falando com uma pessoa, um conhecido, não uma instituição”.
Ele afirma que a abordagem está dando certo e foi adotada na organização de um evento destinado às mulheres da área (técnica), em que lançou mão de informalidade no trato e no envio de gifs e emojis. Todo o evento teve avaliação positiva por parte das participantes.
Professor de pós-graduação em Administração da PUC-SP, Leonardo Trevisan ressalta a importância da relação entre criatividade e competência para ser inovador. Relação esta, que só é atingida com o suor de muito trabalho, afinal, é preciso propor algo novo, que ninguém ainda faz.
“O robô substitui a atividade humana rotineira. Quem percebe o papel da inovação na sua rotina de trabalho, cria novas situações e funções”, destaca o professor da PUC. “O pensamento deve ser ‘vou me aliar, já que não vou conseguir bater o big data e o mundo dos robôs’, destaca o professor da PUC.
Para ter uma atitude inovadora, Trevisan considera muito importante olhar para fora da empresa. E cita Apple e Google, que segundo ele, aliam modernização constante com produtividade e lucratividade. “Hoje, recebemos informações por todos os lados, surgem ideias diferentes na palma da mão a toda hora. O exercício é trazer isso para o dia a dia e mudar a rotina.”
“Inovação não precisa ser tão específica como a criação da Microsoft. Às vezes, cozinhar, montar de uma forma diferente o cachorro-quente acaba sendo super inovador”, comenta o professor da FGV.
A inovação pode ser uma característica mais natural para algumas pessoas do que para outras. No entanto, Sacramento ressalta que qualquer um pode ser inovador: basta incentivar o lado criativo. Para isso, é essencial frequentar ambientes “de alto conhecimento, onde as ideias não sejam tolhidas”. E é neste momento que as empresas têm papel fundamental: não basta procurar um profissional inovador, se ele não terá espaço para sugerir coisas novas no trabalho.
“Esse tipo de profissional não pode ter medo de dizer coisas que a empresa não quer ouvir. Para isso, a empresa precisa garantir o direito de a pessoa errar, sem correr o risco de ser mandado embora”, diz Sacramento. “Se o ambiente não for propício a sugestões – mesmo que não sejam boas –, dificilmente o funcionário sairá de sua zona de conforto para propor coisas novas.”
Ambiente. “Eu inovo em cima das ferramentas que a IBM me dá. Inovar pode vir por pequenas soluções no dia a dia e a empresa só tem a ganhar, reduz, permite funcionários mais engajados melhorar o ambiente”, afirma Paes. “Inovação é aprendida por osmose. Basta conviver em ambientes que estimulem isso.”
Formado pela PUC-MG em Relações Internacionais, ele lembra, por exemplo, que conseguiu desenvolver sua criatividade fora da sala de aula: organizava palestras e tinha boas relações sociais.
Para o coordenador da pós-graduação em Empreendedorismo e Inovação em Negócios, do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), Ricardo Yogui, também é essencial que as empresas propiciem um ambiente inovador, para fomentar ideias e ações diferentes. “Inovação é disciplina. Não é traço de identidade. Qualquer um pode ser inovador”, diz.
Yogui considera que essas mudanças podem ser em produtos, processos ou serviços.
‘Você não é empregável quando faz mais do mesmo’, diz professor
Professor de pós-graduação em Administração da PUC de São Paulo, Leonardo Trevisan considera que a inovação surge de uma ação de integração entre ideias, profissionais e a abertura que a empresa dá para essas novas sugestões. “Você não é empregável quando faz mais do mesmo. Isso é fácil se ser substituído”, avalia.
Na tentativa de sair da mesmice, o gerente de operações da empresa voltada para sistemas de comunicação Level 3, Alexandre Vieira de Oliveira, criou com o auxílio de um colega um sistema para alocar técnicos de níveis superiores da empresa no call center, quando há picos de demanda ou falhas no sistema.
“Foi uma maneira simples e eficiente de reduzir a demora do serviço, ou mesmo evitar que o cliente fique escutando aquelas musiquinhas. Isso surgiu quando tentamos achar soluções para algumas dificuldades enfrentadas pelos clientes.
Sabíamos que não tínhamos muita eficiência no atendimento. Pode parecer simples, mas foi uma mudança fundamental. Mexeu com a rotina da empresa e ajudou a resolver essa dificuldade”, conta Oliveira.
Para chegar a esse resultado inovador, Oliveira adotou uma postura disseminada por estudiosos: pensar nas necessidades dos clientes e identificar quais obstáculos que a própria empresa possui.
Crise e busca por mudança impulsionam novas ideias
Não é mera coincidência que nos últimos anos tenha aumentado a demanda por profissionais que saibam inovar. Segundo o coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral, Anderson Sant’Anna, há dois motivos principais: mudança no padrão de competitividade das empresas e a crise econômica.
Segundo explica, esse novo modelo de competir surgiu no mundo com a crise do petróleo, nos anos 1970, e no Brasil veio aparecer mais na última década. Mudou-se a concepção de produzir em larga escala, apenas pensando no lucro. O novo padrão de competição exige que as empresas mudem constantemente, agregando valor e novidades ao produto.
“Momentos de crise são os momentos que levam as organizações a processos de mudança, de inovação. A crise é uma oportunidade, porque nesses momentos que surgem necessidades de liderança de pessoas com perfil inovador”, afirma Sant’Anna.
De acordo com o especialista, “as pessoas têm de entender que inovar não é algo que está longe, confinado aos laboratórios, está em todos os níveis de gestão”. Nos cargos de chefia é especialmente importante ter um profissional criativo: ele deve saber juntar as diferentes gerações que estão sob sua gestão e pegar o que tiver melhor de cada uma delas.

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Centro Universitário Senac abre processo seletivo para professores

Centro Universitário Senac abre processo seletivo para professores | Inovação Educacional | Scoop.it

De acordo com o disposto no edital nº 032/2016, o Centro Universitário Senac torna pública a abertura de processo seletivo para a contratação de professores. O prazo para inscrições termina em 13 de maio de 2016.
As vagas disponibilizadas são para atuação em três campi da instituição (Águas de São Pedro, Campos do Jordão e Santo Amaro) ou nas unidades Senac Jabaquara, Senac Lapa Tito, Senac Osasco, Senac Piracicaba, Senac Ribeirão Preto e Senac Tiradentes.
O processo seletivo será composto por triagem de currículos, redação, entrevista e aula-teste.
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Quarenta anos de equívocos ainda esperam por soluções

Quarenta anos de equívocos ainda esperam por soluções | Inovação Educacional | Scoop.it

No Brasil, hoje, 50 milhões de pessoas estão matriculadas em algum curso, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE, do fim de 2015. Mais precisamente, um em cada quatro habitantes. A um custo de 6,5% do PIB no sistema público dos três níveis - federal, estadual e municipal. O sistema privado contribui com estimativas que acrescentam mais 2% do PIB a essa ordem de grandeza. O problema da educação já foi dinheiro, agora não é mais. Já foi falta de escolas para ampliar matrículas, de que está bem servido o sistema, de maneira geral. No entanto, os desafios que se apresentam para a educação vêm de quatro décadas e permanecem.
Se o diagnóstico sobre os desafios da educação é o mesmo há pelo menos quarenta anos, consensual em todas as correntes de educadores e expostos nas políticas de todos os governos de qualquer partido político, por que não foram superados até hoje? As barreiras ao desenvolvimento e à qualidade dos serviços públicos e da formação no Brasil são estruturas pesadas. Para se arrastarem milímetros em direção ao futuro e à correção de equívocos históricos, são necessárias verdadeiras revoluções que poucos têm disposição para promover, pois um período de governo tem sido suficiente apenas para lançar programas que garantam sucesso eleitoral imediato e, mesmo bons programas, são depois destruídos pela má gestão do que foi feito de forma açodada.
Antes de iniciar-se o atual governo, uma instituição da iniciativa privada encomendou a dez especialistas uma exposição sobre o que, a seu ver, seriam os desafios para educação nos anos próximos e todos, em consenso, relacionaram os mesmos problemas. Formação dos professores, currículo do ensino médio, a gestão das políticas educacionais, a resistência das corporações da área e a falta de uma política de mérito.
Em um primeiro lugar está a formação dos professores. Como expôs o professor e consultor internacional da educação, Claudio de Moura Castro, exige-se uma reforma radical das faculdades de educação para que a formação tenha foco na sala de aula. Outros critérios para essa reforma: "Reduzir o tempo gasto em ideologia, discussões doutrinárias e teorias rarefeitas".
Simon Schwartzman, ex-presidente do IBGE, também consultor internacional com laços em Harvard, Stanford e Berkeley, atualmente pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS), dá o mesmo destaque a essa questão e enfatiza que os professores estão saindo da faculdade de pedagogia sem saber ensinar.
É preciso reformar a carreira do magistério, dar ao diretor ferramentas para governar sua escola e oferecer uma remuneração compatível aos mestres que jamais serão valorizados se continuarem a ser tratados em manadas e não de acordo com a qualidade de seu desempenho.
Isso não é difícil de fazer, mas tudo o que as corporações do magistério não querem é uma política de mérito para a carreira, os incentivos. "Tem uma resistência muito grande de sindicatos de professores quanto a qualquer tipo de política baseada em desempenho", afirma Schwartzman.
Os Estados são responsáveis pela escolas de ensino médio e os municípios pelas do fundamental, mas os professores são formados por faculdades que não têm nenhum contato com a rede escolar estadual ou municipal. "Teria que ter, por parte das secretarias de educação, um envolvimento muito mais forte na formação dos professores que eles precisam nos seus sistemas". Os sindicatos, a força corporativa, resistem muito a tudo isso, e os políticos que assumem a condução das políticas educacionais evitam transformações por causa da pressão das corporações", afirma Schwartzman.
O consultor internacional e nacional Hélio Barros, que já transitou entre os ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação, entre os sistemas federal e estadual de ensino, ampliando sua experiência com os problemas das diferentes esferas administrativas, dá relevância à questão do currículo comum do ensino médio, grau de ensino campeão dos históricos desafios da educação, no Brasil, tanto do ponto de vista da quantidade quanto da qualidade.
"O medo do ensino profissionalizante é um defeito histórico nosso", afirma, mostrando como a educação está impregnada de ideologia e política eleitoral. "As consultas públicas para a reforma dos currículos resultaram em dez milhões de sugestões, especialmente da esquerda, mas da direita também. Alguns, por exemplo, sugerem tirar a Europa dos livros de história.
"Não se consegue tirar a educação da política eleitoral, tudo é feito com açodamento para caber no período de uma administração, para chamar atenção na campanha eleitoral seguinte. O Pronatec e o Ciência sem Fronteiras, dois excelentes programas, foram destruídos por isso. Foram derrubados na execução".
Claudio de Moura Castro assinala que o ensino médio é um grande desapontamento, permanecem vigentes os excessos de conteúdos e disciplinas. Para Schwartzman, nesse nível de ensino ainda persistem empecilhos à expansão, pois há muitos adolescentes estudando à noite, o que ele considera absolutamente inadequado. "A Educação tem dois grandes desafios, um novo e um velho: levar a bom termo a discussão sobre a privatização e os conteúdos do ensino médio e formação de professores".
A privatização, por sinal, é o grande paradoxo político e a grande discussão que anima o debate de Organizações Não Governamentais da educação, faculdades públicas privadas e entidades de classe. Destaca-se, nessa discussão, o fato de que foi no governo do Partido dos Trabalhadovres que os instrumentos aos quais se atribui hoje a mola da privatização do ensino superior se ampliaram e transformaram-se realmente em garantia de equilíbrio no financiamento dos complexos escolares privados.
O ex-presidente do IBGE lembra que o ensino superior, no Brasil, é 75% privado. "Portanto, essa discussão está ultrapassada. O governo está financiando isso pesadamente, por meio do Prouni, do crédito educativo (Fies)."
O custo do aluno no sistema público é muito maior que no sistema privado, diz o professor, acrescentando que a qualidade nem sempre é melhor, "às vezes é, às vezes não é". A seu ver, não se vai reverter facilmente essa desigualdade. "O que se tem que fazer é o governo continuar financiando em certa medida o ensino privado".
Claudio de Moura Castro considera o Prouni, que como outros programas não foi inventado, mas ampliado significativamente nos governos do PT, o maior destaque da política educacional. Recomenda Schwartzman: "Com mais avaliação de qualidade, e não simplesmente dando mais dinheiro, é uma medida a continuar".
O ensino médio, ao contrário, é 80% público mas, para Simon, nem por isso se deve dizer que é preciso privatizá-lo. Dar maior autonomia a Estados e Municípios para conduzirem suas políticas na educação básica é um desafio ressaltado pelos três consultores, a propósito da sua responsabilidade nesses níveis.
Não veem como aumentar o gasto com educação em futuro próximo, dada a situação da economia, mas melhorar a gestão dos recursos é possível. "No setor público temos um problema de gestão muito sério, é preciso criar formas de gestão em que o setor público seja mais responsável pelo resultado", afirma Simon.
As universidades federais, por exemplo, sofrem de um mal que se aprofunda há décadas: recebem muito dinheiro público e não têm nenhum mecanismo pelo qual possam ser responsabilizadas". Simon Schwartzman cita um estudo da consultoria Mackenzie sobre o desempenho da educação no mundo inteiro no qual a conclusão principal é de que nenhum sistema é melhor do que a qualidade dos seus professores. O resto busca-se no computador.

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A anatomia das carreiras vencedoras: o alvo certeiro

Nos últimos dois artigos que escrevi nesta coluna, analisei aspectos que entendo estarem no núcleo das carreiras vencedoras. Em síntese, expliquei a lógica das decisões e a estrutura das carreiras que têm evolução positiva. Profissionais bem-sucedidos conseguem mensurar com mais qualidade os projetos nos quais se envolvem. Constroem ciclos de trabalho consistentes e sabem que trocar de emprego sem deixar resultados pode ser fatal. Tendem a permanecer mais tempo nas empresas. São imunes ao troca-troca fácil de emprego, principalmente nas fases do mercado de trabalho com maior demanda.
Neste último texto sobre a anatomia das carreiras vencedoras, vou analisar outro ponto que observo nos profissionais de melhor evolução. O tema é a definição de uma área foco e a exploração de zonas próximas, as quais chamo de "gap de oportunidade".
O mercado de trabalho vem se transformando na carona do aumento da competição entre as empresas. Em um mercado mais acirrado, os ganhos de produtividade são essenciais. Também é necessário tomar decisões mais complexas e com alto grau de impacto nos negócios. Para responder a demandas cada vez maiores, os contratantes buscam pessoas altamente especializadas. O professor Thomas Malone, da universidade americana do MIT, chama esse fenômeno de "hiperespecialização".
Na prática, significa que em todos os níveis profissionais as empresas querem pessoas com conhecimentos profundos. Não há mais espaço para os generalistas. Conhecimentos superficiais não são aceitáveis. Se no início da era industrial essa especialização era restrita aos cargos mais básicos, hoje ela se estende para todas as posições em uma empresa. O resultado disso pode ser observado no dia a dia das contratações.
Quando verificamos os requisitos das vagas em aberto no mercado, fica muito claro que as empresas querem profissionais altamente focados numa área. Quando me refiro a uma área, estou tratando do eixo funcional de carreira. São as grandes áreas presentes nas empresas, tais como: vendas, marketing, operações/industrial, recursos humanos, tecnologia de informação e administrativo/financeiro. Cada área dessas tem um enorme conjunto de conhecimentos. Na era da hiperespecialização não é viável ser profundo e ter mais de uma área foco.
Pode haver áreas específicas que não se encaixam nessa definição, mas são exceções. No geral, as atividades principais orbitam esse grupo de assuntos. Mais importante do que determinar quais são as áreas principais é termos clareza do conceito. Com a evolução dos negócios, os espaços para generalistas estão em extinção. O mercado está dominado e será cada vez mais marcado pelos especialistas.
Analisei 90 profissionais que atingiram posições de alta gestão. Em 85 deles, havia uma área bem definida. Apenas cinco tinham múltiplas atividades sem um centro de excelência bem determinado. Na imensa maioria das carreiras vencedoras conseguimos perceber a área em que o profissional construiu sua trajetória. É evidente que um profissional pode ter passagens por outras áreas. Isso ajuda na compreensão do negócio e na visão sistêmica. Faz parte das exigências complementares ter uma boa visão das outras áreas. Porém, as pessoas com melhor evolução possuem uma área de destaque. A compreensão das outras atividades e setores de uma organização é valorizada, mas não é o elemento central. O foco é predominante no valor de uma carreira.
Além do foco bem definido, as carreiras de alta performance congregam outro aspecto. Exploram conhecimentos novos que são as tendências de sua área foco. Chamo essa capacidade de movimentação de "gap de oportunidade". Por exemplo, um profissional de marketing que busca novos conhecimentos no universo digital. Ele mantém o foco na área de marketing e explora o novo mercado porque observa a tendência. Toda a área tem uma zona de fronteira para ser explorada.
Esses movimentos são definidos com base na leitura do cenário da área. Os profissionais que sabem analisar esses caminhos e buscam o conhecimento surfam uma onda perfeita. Conseguem reunir foco em uma área e diferenciação porque estão com os conhecimentos atualizados. Outro exemplo é a controladoria para profissionais da área contábil. Ou ainda, o chamado "people analitics" (análise de dados e estatísticas) para os profissionais de recursos humanos.
Como conclusão afirmo que o trinômio: foco numa área, visão sistêmica e gap de oportunidade formam um conjunto de alta atratividade no mercado. Os profissionais que determinam uma área principal e reúnem conhecimentos de ponta terão mais chance de êxito nesse cada vez mais competitivo mercado de trabalho global.

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