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Rede de Educação Adventista lança site para auxiliar comunidade

Rede de Educação Adventista lança site para auxiliar comunidade | Inovação Educacional | Scoop.it

Inovação faz parte do lançamento da Campanha de Matrículas para 2014 em todo o Brasil.

Entrou no ar a página institucional da Educação Adventista que vai facilitar ao público em geral o acesso às informações sobre a rede de escolas no Brasil. A inovação faz parte do lançamento da Campanha de Matrículas para 2014.

O site desenvolvido pela equipe de programadores e designers da editora Casa Publicadora Brasileira está dividido em cinco seções: ‘Conheça ‘Mais – informações gerais sobre a rede’; ‘Ensino – proposta educacional e os níveis oferecidos pelas unidades’; ‘Recursos – serviços on-line disponibilizados às escolas, estudantes, pais e professores’; ‘Blog – espaço com artigos e notícias de interesse da comunidade escolar’ e ‘Onde Estudar – guia para localização de escolas pertencentes à rede adventista’.

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Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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EaD precisa avançar muito para ser uma inovação disruptiva - TV Unesp (vídeo 7'35)

A Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp entrevistou o diretor de Inovação e Marketing da Rede Metodista de Ensino, Luciano Sathler, membro do corpo diretivo da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), para o nono vídeo do programa 'Inovar'. Para Luciano a modalidade EaD (educação a distância) é o que há de mais inovador na educação hoje, mas ainda replicamos as mesmas falhas do ensino tradicional.No vídeo o especialista discute essas falhas e apresenta os pontos de mudança que a EaD ainda deve sofrer hoje. O professor também aborda os aspectos relacionados ao empreendedorismo e às parcerias público-privado para impulsionar a inovação no país.

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Os paradoxos da inovação - Silvio Meira

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Buekens diz que, para escapar dos paradoxos, as organizações precisam de líderes que tenham visão, talento e compromisso para manter o negócio competitivo, que é o grande papel da inovação e seus resultados. já eu acho que estes três itens são pouco; pra manter um negócio vivo é preciso articular as 5 competências abaixo, e cada uma delas não é trivial em nenhum momento do negócio, ainda menos continuadamente.

As “competências de buekens”, visão, talento e compromisso são pouco porque é preciso mais do que puro e simples compromisso; como exemplo, tanto a galinha [que entra com o ovo] quanto o porco [que entra com o bacon] têm um compromisso com o café da manhã, mas só o porco está engajado… ele vai entrar com a vida no processo. engajamento, pois, e não só compromisso. visão e talento são essenciais para líderes dispostos a fazer com que os dois extremos [empreendedores e empresários] das empresas tenham um grande conjunto de preocupações e ações em comum, mas isso exige iniciativa, aliás iniciativas, muitas e continuadas e, acima de tudo uma grande capacidade de aprendizado. não vai errar muito quem disser que líderes contemporâneos se destacam mais pela capacidade de aprender [e desaprender e reaprender, continuamente], do que pela visão [de mundo] e talento [inato] para negócios.

Porque não é só a economia que é do conhecimento, há tempos; é a sociedade inteira e são indivíduos, lá, que redefinem e reescrevem o que querem dos [e para que servem os] negócios. e isso torna o ciclo de vida dos negócios muuuito mais complexo do que quando informação e conhecimento eram escassos e estavam em uns poucos locais e pessoas.

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Educação digital, ferramenta para consumir conteúdo online

Educação digital, ferramenta para consumir conteúdo online | Inovação Educacional | Scoop.it

Melhor seria atacar o problema aprendendo a se defender dele. É o que Juliana Abrusio chama de “defesa nacional conta a ignorância digital”. Para ela, escolas deveriam oferecer, nos currículos, educação digital. Jovens dos ensinos fundamental e médio aprenderiam a pesquisar conteúdos na internet com olhar mais cuidadoso e comparativo, percebendo quando a informação é manipulada para conduzir a determinada interpretação, e entenderiam os riscos de superexposição de assuntos pessoais, tendo mais cuidado com suas postagens em redes sociais, por exemplo.

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Governo financiará projetos de pesquisa que contribuam para o avanço tecnológico

Professores e pesquisadores vinculados a institutos federais de educação, ciência e tecnologia podem se candidatar a financiamento para projetos de pesquisa que contribuam para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação. O prazo para inscrição vai até 23 de outubro.

A iniciativa, que envolve o Ministério da Educação, com a atuação da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), integra a política de inovação e educação tecnológica da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica para o fomento da formação de recursos humanos qualificados. As propostas selecionadas terão 24 meses de duração. O investimento global é de R$ 40 milhões, distribuídos em parcelas em 2014, 2015 e 2016.

A Setec e o CNPq vão realizar, em 6 de outubro, das 9h às 10h30, webconferência para divulgar e orientar sobre a formulação de projetos de pesquisa aplicada dos institutos federais para a Chamada Pública nº 17, que seleciona e financia os projetos. A primeira conferência on-line foi realizada na quarta-feira, 24, com mais de 270 computadores conectados. Na ocasião foram explicados os critérios de seleção das propostas.

Para apresentar projeto, o candidato deve ter o currículo cadastrado na Plataforma Lattes, atualizado, e ser professor, pesquisador, servidor técnico, desde que vinculado a um dos 38 institutos federais presentes em todos os estados e no Distrito Federal. No caso de servidor aposentado, o profissional precisa comprovar na Plataforma Lattes que mantém atividade acadêmico-científica e apresentar declaração da instituição executora do projeto concordando com sua participação.

Assessoria de Comunicação Social

Acesse o documento de dúvidas frequentes

Veja o vídeo da webconferência realizada em 24 de setembro

Saiba mais sobre a Chamada Pública nº 17

Acompanhe a webconferência de 6 de outubro

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Inovação - Parque de ciência e tecnologia terá incubadora de empresas em 2015

Inovação - Parque de ciência e tecnologia terá incubadora de empresas em 2015 | Inovação Educacional | Scoop.it

Resultado de um investimento de R$ 80 milhões, o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá), inaugurado em 2010, em Belém (PA), vai ganhar sua primeira incubadora de empresas em 2015. Com um investimento de quase R$ 10 milhões, o local já começa com dez empreendimentos que estavam "incubados" na Universidade Federal do Pará (UFPA). Vinte vagas para novos negócios serão abertas durante o ano.
Nos próximos meses, o complexo paraense inaugura ainda um prédio de seis mil metros quadrados de área, batizado de Espaço Inovação, com locação de salas para negócios pós-incubação. O investimento no local é de R$ 14 milhões e abre as portas com 30 companhias instaladas.

Ao lado do prédio, um conjunto de 45 lotes será oficialmente lançado no final do ano, para receber institutos de pesquisa e empresas âncoras. O Instituto Tecnológico Vale (ITV), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o Centro de Excelência em Eficiência Energética na Amazônia (Ceamazon), financiado pela Eletrobras, já têm espaços reservados.

"Estamos negociando a presença de uma grande companhia de cosméticos e biotecnologia", afirma, sem revelar nomes, Antônio Jorge Abelém, diretor-presidente da Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá, que gerencia o parque, durante o XXIV Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, realizado na semana passada, em Belém.

O PCT Guamá é resultado de um investimento de R$ 80 milhões e funciona no bairro de mesmo nome. Foi criado a partir de um convênio entre a UFPA, que cedeu o terreno de 72 hectares, a Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). O complexo é o primeiro em operação no Pará e o único da região Norte. Nos próximos dois anos, devem ser criadas estruturas semelhantes em Marabá e Santarém.

"Do total do espaço do parque, 30% é de área construída e o restante é zona de preservação ambiental", diz Abelém. A maioria das empresas da nova incubadora atua nos setores de tecnologia mineral (apoio na exploração de minério), biotecnologia, energia, tecnologia ambiental e da informação (TI).

Segundo Carlos Eduardo Bizzotto, coordenador de projetos da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e há 20 anos no ramo de incubadoras, o conceito de incubação de empresas precisa ser revisto no Brasil. "As incubadoras devem deixar de ser receptoras de startups e agir como buscadoras ativas de negócios com potencial", diz. "O gestor pode esquecer o conceito de 'garagem', que rondava as inovações, e entender melhor os produtos que as incubadas podem oferecer ao mercado."

Um dos empreendimentos da nova incubadora do parque de Belém é a Amazon Dreams, vencedora do Prêmio Finep de Inovação em 2012, na categoria micro e pequena empresa. Criada por pesquisadores da UFPA em 2002, desenvolveu uma tecnologia capaz de extrair compostos ricos em antioxidantes de frutas e folhas da floresta amazônica, com alto nível de pureza.

A Amazon Dreams é uma das 50 companhias do país e a primeira da região Norte contemplada pelo Fundo Criatec de Capital Semente, iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para investimentos de capital de risco. O fundo conta com R$ 100 milhões, com a possibilidade de investir entre R$ 1,5 milhão e R$ 5 milhões em um único projeto, e levar as marcas ao mercado de capitais.

"Recebemos um aporte de R$ 1,5 milhão", diz o CEO da Amazon Dreams, Afonso Romão Jr. Depois de dez anos de pesquisa, a empresa de oito funcionários deve faturar, pela primeira vez, em 2015. A estimativa é chegar a R$ 1 milhão, graças a um contrato de venda e possível cessão de cotas societárias para uma companhia catarinense do ramo de cosméticos, com nome ainda em sigilo.

"Vamos entregar extrato de açaí em pó, com uma pureza de 70%". Segundo Romão, o controle de pureza oferecido pelo mercado é, em média, de 20%. A fruta vem da região das ilhas paraenses (Igarapé-Miri e Abaetetuba) e do Baixo Tocantins. A meta é chegar a R$ 4 milhões de faturamento, em 2017.

No setor de lotes empresariais do PCT Guamá, a expectativa é receber a Parafarma, iniciativa do poder público, setor produtivo e academia, para a fabricação de medicamentos fitoterápicos destinados ao SUS. "A criação da empresa aguarda aprovação da Assembleia Legislativa do Pará", diz Abelém. O investimento previsto é de R$ 50 milhões.

De acordo com Francilene Procópio, presidente da Anprotec, diretora da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba e secretária de CT&I do Estado da Paraíba, além do Norte, outras áreas, como o Centro-Oeste, precisa receber ambientes inovadores. "A região, com polos importantes de produção de carne e grãos, não tem nenhum parque", diz.

O investimento inicial na criação de um parque tecnológico é de R$ 20 milhões a R$ 30 milhões, segundo Francilene. No próximo mês deve ser inaugurado um complexo em Sergipe, com foco em biotecnologia, software, petróleo e gás. Há 52 iniciativas em fase de projeto ou implantação no Brasil. "É preciso atrair mais investidores privados e diminuir o prazo entre a criação e a operação das unidades."

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Stanford deixa de aceitar verba do Google para pesquisa de privacidade

A Universidade Stanford se comprometeu, por meio de um documento legal divulgado na semana passada, a não aceitar mais verba do Google para financiar pesquisas sobre privacidade on-line de seu Centro de Internet e Sociedade (CIS).
As doações foram usadas até o ano passado pela instituição de ensino californiana, e de maneira “extensiva”, segundo uma reportagem do site “ProPublica” que trouxe o caso à tona, e continuarão a ser aceitas pela faculdade de direito de Stanford, à qual o CIS pertence, em “projetos separados”.
Segundo Jennifer Granick, diretora no centro, o caso não tem a ver com uma “proibição específica”. “O dinheiro que o Google nos deu acabou em 2013. Fomos atrás deles por mais verba, conseguimos, e a usamos em diferentes projetos. Temos outras fontes de financiamento para nosso trabalho com privacidade de consumidores”, disse.
Um porta-voz do Google, consultado pelo site, disse que a empresa não solicitou que a verba doada pela gigante da internet, que já se envolveu em imbróglios jurídicos sobre a privacidade de usuários com desfechos de multas milionárias, fosse usada em outros tópicos.
Uma publicação com origem no núcleo de estudos acarretou no pagamento, em 2012, de US$ 22,5 milhões pelo Google ao órgão regulador FTC (equivalente à Comissão de Valores Mobiliários brasileira) por práticas enganosas em relação aos dados de internautas.
“Quando pedimos financiamento, normalmente dizemos ao possível financiador em que áreas planejamos usar qualquer parcela do dinheiro”, disse Granick, que é diretora da área de Liberdade Civil no CIS. “Mas a doação não cria uma obrigação contratual que nos restringe àquele propósito.”
No documento, Stanford foi crítica ao Google. “A abordagem de 'notificação e escolha' [do Google, ao exibir os chamados termos de uso no primeiro acesso a um serviço] vem guiando as diretrizes há duas décadas e repetidamente enganou usuários, levando a uma erosão da confiança on-line e a uma enxurrada de surpresas em relação a privacidade.”
Um acadêmico americano consultado pela reportagem do site disse considerar a situação uma “ruptura de etiqueta”

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Ciências Contábeis - Universidades atualizam conteúdo

Os especialistas concordam: atualmente, um bom curso de ciências contábeis é aquele que está afinado, em todas as suas etapas, do material didático às aulas práticas, com as cada vez mais constantes mudanças estabelecidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), órgão responsável pela elaboração e harmonização das normas contábeis (ligado ao Conselho Federal de Contabilidade, o CFC) e que tem como objetivo principal alinhar o Brasil ao que há de melhor em práticas contábeis em nível internacional. Nas universidades, já existe uma grande busca por materiais e livros com conteúdos novos, o que explica a intensa renovação dos títulos nas bibliotecas e no treinamento dos docentes.
"Revisar os conteúdos programáticos das disciplinas de contabilidade já virou rotina dentro da nossa escola", afirma Adriano Mussa, coordenador da Saint Paul Escola de Negócios - praticamente todos os programas da instituição contêm disciplinas de contabilidade, variando a sua intensidade e profundidade de acordo com o objetivo de cada curso. Essas mudanças, segundo Mussa, continuam a todo vapor.
"Dada a estrutura normativa brasileira e as divisões de responsabilidade entre os diferentes órgãos como Banco Central, CVM, Susep, ANS, Anatel, ainda estamos em processo de mudança, principalmente em alguns segmentos como o das instituições financeiras, uma vez que o Banco Central vem incorporando, aos poucos, as novas normas contábeis", afirma.
Para Mussa, como esse processo de alteração ainda não terminou, outro grande desafio para a Saint Paul e outras instituições é conseguir indicar aos alunos os caminhos para que eles possam sempre se atualizar sobre o tema. "Dado o nosso foco em programas de pós-graduação, na maioria das vezes, os profissionais tiveram alguns conteúdos de contabilidade conforme as práticas anteriores estudadas nas graduações", afirma. "Nosso objetivo era apresentar e discutir as principais mudanças ocorridas na contabilidade até o momento de realização do curso, buscando atender as necessidades dos participantes de se atualizarem em relação às principais modificações", afirma Mussa.
O desafio da maioria das universidades é manter um corpo docente atualizado com as mudanças nas grades curriculares, que são ainda mais frequentes nos cursos de ciências contábeis. Segundo Mussa, na Saint Paul o processo de atualização de professores ocorreu de forma natural. "Temos muito enraizado em nossa cultura o pensamento de que, quando deixamos de aprender, não podemos mais ser professores", afirma.
O perfil, dos professores, a cultura e a estrutura da instituição, explica o coordenador, facilitam muito o processo de atualização dos docentes e a difusão do conhecimento. "Além disso, são profissionais com intensa atuação prática, em consultoria, por exemplo, o que os coloca em contato muito direto com as necessidades latentes das companhias e de seus colaboradores, obrigando-os a estar sempre atualizados".
A Saint Paul, explica Mussa, também conta com uma editora, que publica conteúdos atualizados, produzidos pelos próprios professores. "Publicamos um dos primeiros livros sobre o tema, no Brasil, intitulado Comentários à Lei 11.638/07", afirma o coordenador. "No fundo, somos grandes produtores de conteúdos, em todos os formatos possíveis. E é claro que isso auxilia muito o processo de atualiza dos professores e, consequentemente, dos alunos, formando um círculo virtuoso de conhecimento."
Cássia Diniz, coordenadora do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Newton Paiva, universidade sediada em Belo Horizonte (MG), ressalta que os Parâmetros Curriculares Nacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep) já deixam claro que o currículo de "um curso está sempre em construção e deve ser compreendido como um processo contínuo que influencia positivamente a prática do professor e as exigências do mercado de trabalho", o que explica, segundo Cássia, a grande quantidade de professores na área contábil que não precisa passar por cursos de atualização - o próprio mercado impõe essa exigência.
"Não temos cursos de atualização, já que quase todos os nossos vinte professores trabalham na área, em diferentes funções do ramo contábil. Muitos deles são autores de livros sobre o tema", afirma Cássia.
Professor de ciências contábeis da Newton Paiva, José Rodrigues Gomes trabalhou por quase 30 anos (aposentou-se recentemente) numa multinacional do ramo de siderurgia e mineração. Segundo Gomes, mesmo antes da existência da Lei 11.638/07, que entrou em vigor em 2007 e padronizou normas e procedimentos de acordo com fundamentos internacionais, as empresas brasileiras já adotavam programas de contabilidade de padrão internacional - principalmente as multinacionais. "Era impossível, usando as nossas normas, comparar balanços das empresas daqui com as de fora", diz Gomes. "O jeito era estabelecer quase que um código paralelo com o que funcionava no Brasil. Com a Lei 11.638/07, isso vai mudar bastante. Já está mudando", afirma.

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A arte de chegar ao consenso e construir a vontade coletiva

A necessária busca por um consenso para governar, seja um país, uma empresa ou uma organização de qualquer natureza, é uma arte - a arte de construir uma vontade coletiva sem abrir mão das perspectivas individuais.
É assim, por exemplo, nas empresas que se fundem ou fazem mudanças radicais. Sai um presidente, entra outro e novas coalizões são necessárias. Qual é o maior desafio nessas coalizões? O consenso. Ou, como prefiro definir, o razoável consenso nos principais pontos em discussão. A maioria das pessoas tem o sentimento (atávico, por que não dizer?) de que buscar uma concordância de opiniões, um senso comum, significa matar sua posição individual.
É verdade que, na empresa, não é tarefa simples encontrar as bases para a construção coletiva, tamanha a disparidade de valores e de visões de mundo entre as pessoas. Mas, mesmo nesses casos, o melhor é assumir o dissenso e não tentar "tapar o sol com a peneira".
Esse é o primeiro movimento para cultivar a possibilidade de obter algum consenso. E se, ao contrário, há um embrião comum de valores e a vontade de construir um projeto coletivo, é preciso ter competência para que essa construção seja de todos. Deve-se, com bom nível de desprendimento, incorporar as diferentes perspectivas individuais e os desejos que mobilizam as diferentes pessoas. Com isso, o projeto não será somente "meu", será "nosso".
Vejo esse processo como um teste de arrogância. Na maior parte das vezes, um projeto coletivo acaba sendo melhor para a empresa do que o projeto original. E quem exerce a boa liderança sabe que a chance de ser bem-sucedido com algo que represente a vontade da maioria dos seus liderados é incomparavelmente maior. Mas essa real possibilidade nem passa pela cabeça daqueles que se acham iluminados ou que, ideologicamente, são tão convictos que não conseguem sequer ouvir a opinião de outros.
Para indivíduos com ego muito grande, que se consideram os mais inteligentes, os mais craques, um movimento desses chega a parecer afronta. Falta a esses indivíduos o que chamo de visão de futuro. Ela começa na consciência que deveriam ter das próprias limitações e na percepção de que, movidos pela arrogância, estão perdendo sua grande chance de atrair e congregar as pessoas em torno de uma causa comum.
Uma causa verdadeiramente comum é o único antídoto para um sintoma bastante presente nas empresas em períodos de transformação ou crise, que, diga-se de passagem, costumam ser boas parceiras. Esse sintoma é a fragilidade humana.
Na vida pessoal, somos presos a esse sentimento diante de situações como uma doença grave, uma perda importante, a morte abrupta de alguém que nos é caro. Mas a fragilidade pode nos surpreender até em situações que, embora menos limítrofes, são muito delicadas do ponto de vista individual. Por exemplo, quando temos de nos desligar de uma empresa depois de muitos anos de dedicação e colaboração. Ou mesmo quando vivemos mudanças profundas em nossa rotina, em nosso sistema de trabalho ou convivemos com uma instabilidade aparentemente não justificada.
É como se tudo se desestruturasse à nossa volta. Para resolver esse estado de coisas, é preciso dar um significado às mudanças, algo que mobilize verdadeiramente cada uma das pessoas e as integre. É o que chamei acima de uma causa verdadeiramente comum. Ela traz em si o desejo de cada um e, ao mesmo tempo, a vontade coletiva.
Não há forma melhor de um líder ganhar o comprometimento, o respeito e a confiança de todos. E, num sentido mais amplo, não há meio mais efetivo de se tornar um verdadeiro dirigente, aquele que sabe sintetizar as competências emocionais, de líder, e as racionais, de gestor. Essa é a arte de dirigir, essa é a arte de governar.

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Expansão industrial depende de ajuste macroeconômico

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Participação no PIB do setor industrial atinge o menor nível dos últimos 50 anos

A economia brasileira cresceu à média anual de 2,4% desde a década de 80 até o ano passado, mas a indústria não acompanhou o ritmo e foi ficando para trás. Se o Produto Interno Bruto (PIB) nacional avançou 128% de 1980 a 2013, o da indústria de transformação subiu menos da metade - 51%, ou 1,2% ao ano, no mesmo período. Esse descompasso fez com que o setor industrial chegasse ao fim de 2013 com uma participação de 13% no PIB nacional, o menor em 50 anos.

No primeiro semestre de 2014, essa participação recuou a 12%, segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Para os empresários, o que estes números retratam é um intenso processo de desindustrialização que precisa começar a ser revertido com urgência, atacando de vez as frentes que compõem o Custo Brasil e o desequilíbrio cambial para que o desenvolvimento do país tenha sustentação no futuro.

"Não dá mais para a gente ficar improvisando. Precisamos de uma estratégia que seja capaz de mostrar, para a indústria, que vale a pena produzir no Brasil; para os bancos, que emprestar dinheiro para o setor produtivo é um bom negócio; para o consumidor, que ele pode adquirir bens porque o país vai continuar crescendo e criar empregos", afirma José Ricardo Roriz Coelho, diretor-titular do departamento de competitividade e tecnologia (Decomtec) da Fiesp.

"É fundamental recuperar a confiança na política macroeconômica. Temos um país com grandes oportunidades, mas também um conjunto de amarras institucionais que provocam insegurança e inibem investimentos", reforça José Augusto Fernandes, diretor de Políticas e Estratégia da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Em ano eleitoral com disputa acirrada para a Presidência da República, como indicam as pesquisas de intenção de voto, a cautela é ainda maior, mas também há a expectativa de que o Brasil entre em um novo ciclo tão logo sejam definidos os resultados das urnas. "Acreditamos que, terminadas as eleições, esta agenda passará a ser enfrentada, até porque todos os governos têm aquele 'período de graça', que é o início do mandato. Esperamos que, quem quer que seja eleito, aproveite este momento para dar continuidade ao processo de reforma institucional no país", afirma Fernandes.

O processo, na visão dos representantes da indústria, necessariamente terá de envolver uma política macroeconômica que tenha entre seus objetivos o aumento da competitividade do setor. Conforme estudo da Fiesp, mesmo perdendo participação no PIB, a indústria responde por 30% da arrecadação nacional de impostos, o correspondente a uma carga tributária média de 59,8% do PIB industrial. "Para construir uma fábrica, temos que pagar impostos na compra de tijolo, cimento, ferro. Um terço da construção é imposto. É fundamental desonerar a instalação e melhoria das fábricas para que o país possa se desenvolver", diz o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller.

Ele também cita as altas taxas de juros nos investimentos e seu efeito sobre o câmbio - que, supervalorizado, estimula as importações -, além dos encargos trabalhistas. "Em primeiro lugar, é preciso diminuir o custo de produção no Brasil, pois chegamos a um ponto em que não adianta aumentar a renda porque nossos produtos continuam caros", argumenta Roriz.

Segundo a Fiesp, os produtos nacionais são, em média, 29,9% mais caros no mercado interno do que os similares de países desenvolvidos, 36,9% mais que os dos países emergentes e 32,3% acima dos concorrentes da China. "Com a expansão do mercado interno que tivemos recentemente, a indústria também passou a ter custos que não tinha, como o encarecimento da infraestrutura, que se tornou sobre-utilizada", diz o professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), David Kupfer.

A desindustrialização é um dos reflexos do próprio crescimento econômico. Com o aumento da produtividade industrial reduzindo preços e a mudança de perfil de consumo da população em decorrência do aumento da renda - supridas as necessidades básicas de produtos e alimentação, as pessoas começam a demandar mais serviços, com os de lazer e cultura -, é natural que a participação da indústria no PIB diminua. "Acontece que este fenômeno surge depois que a renda per capita atinge uma faixa de US$ 20 mil, quando o país já tem um nível de escolaridade adequado e empregos de boa qualidade. Estamos longe disto. É uma desindustrialização precoce, causada por vários fatores", diz Roriz.

De acordo com as lideranças empresariais, a reindustrialização requer medidas como a formulação de uma política industrial de longo prazo, uma taxa de câmbio competitiva, a eliminação da Selic na remuneração de títulos públicos, a simplificação do sistema tributário e a redução da carga tributária da indústria a níveis condizentes com sua participação no PIB, além de concessão de subsídios e maior volume de financiamento.

"Neste momento da nossa economia é a indústria que sustenta os melhores empregos e a oferta de produtos. Se não produzirmos aqui, nossa balança comercial vai para o espaço, pois vamos exportar produtos primários e importar os de melhor qualidade", afirma Roriz. São problemas que devem demorar a ser resolvidos e é preciso pensar como conduzir a indústria até lá, na opinião de Kupfer. "A saída é criar condições para produzir menos variedades com maior valor agregado, competindo mais em diferenciação de produto e menos em custo, pois isto nós já perdemos para o sistema asiático de produção."

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Higher Education LMS Market Share for Institutional Adoption

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Perfil do jovem que estuda online

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Com base no banco de dados do Kuadro, que conta com mais de 40 mil alunos inscritos e possui cerca de 3.000 acessos diários, o Porvir apresenta algumas das características dos jovens que estudam por videoaulas no Brasil. Os estudantes possuem entre 14 e 25 anos. Cerca de 60% dos inscritos são matriculados em escolas públicas.

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Um tipo de letra para cada trabalho

Um tipo de letra para cada trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it

Como já dissemos antes aqui no blog, cada tipo de letra tem sua personalidade. Portanto, a escolha de uma fonte pode ajudar na comunicação e deixar seu trabalho mais atraente.
Para textos informativos, o ideal é não arriscar muito, pois o importante aqui é a clareza e o conforto da leitura. Fontes serifadas (com aqueles tracinhos nas extremidades das letras, como a Times, Georgia etc) e sem serifas (como a Arial, Helvética etc) são a melhor opção.
Mas na hora de criar um título ou uma marca para a sua apresentação, blog, jornal, cartaz, capa de livro ou qualquer outro tipo de material, sempre vai existir um tipo de letra que combina bem com o tema abordado e vai dar um toque final ao seu trabalho ou dos seus alunos. Um exemplo clássico é utilizar uma fonte gótica na capa de um trabalho sobre a Idade Média.
É muito fácil encontrar sites que oferecem fontes gratuitas (é só digitar “fontes grátis” no Google…) e também é muito simples baixar e instalar no seu computador os tipos que você escolher.
Um dos primeiros sites que deve aparecer na sua busca é o Dafont. Lá você encontra fontes manuscritas, góticas, estrangeiras, temáticas e também fontes do tipo dingbats (onde cada letra corresponde a um desenho), que podem ser usadas como ícones para ilustrar o seu projeto.
As fontes são oferecidas para baixar em arquivos .ZIP, que devem ser descompactados após o download, dando um duplo clique sobre eles. E para fazer a instalação da fonte no Windows, basta dar dois cliques novamente sobre o arquivo e logo vai aparecer a opção “instalar”. Pronto! Agora é só abrir o programa que você usa para fazer seus trabalhos (Word, PowerPoint etc) e conferir se a sua nova fonte instalada aparece entre as opções.

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6 microfranquias para trabalhar em casa

6 microfranquias para trabalhar em casa | Inovação Educacional | Scoop.it

É possível começar a empreender com uma marca consolidada e, ao mesmo tempo, aproveitar as vantagens do home office. Confira opções

Trabalhar em casa é o sonho de muita gente. Afinal, quem adere ao home office não perde tempo no deslocamento para o escritório, não gasta dinheiro com o aluguel de uma sede e pode ter horários flexíveis e ainda ficar ao lado da família. As microfranquias são uma opção para fazer tudo isso. O investimento máximo de um empreendedor nessa modalidade é de R$ 80 mil, de acordo com critério da Associação Brasileira de Franchising (ABF).
Parte das microfranquias permite que o trabalho seja tocado de casa. A Expo ABF Franchising Rio, evento de franquias que acontece até sábado (27/9) na capital fluminense, reúne algumas delas. Confira:

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Escolas particulares aplicam aumentos maiores que a inflação (Jornal Nacional 1'47")

As escolas particulares começaram a divulgar os reajustes das mensalidades do ano que vem. E, em muitas, o aumento deve ficar acima da inflação.
Mônica já está se preparando para um baque no orçamento em 2015.
“Aqui em casa são quatro filhos, são quatro mensalidades de escola”, conta a odontopediatra, Mônica Barreto Pereira”,
Em Minas, as mensalidades vão ficar de 10% a 16% mais caras. Em São Paulo, o aumento nos custos das escolas deve ser de pelo menos 9,5%.
Cada escola é livre para decidir o índice de reajuste que será aplicado às mensalidades, mas os motivos precisam ser apresentados aos pais. Aumento sem justificativa pode gerar multa e problemas com a Justiça.
A composição dos preços é informada por meio desta planilha, que tem que ficar à disposição para consulta.
“Essa planilha deve conter os custos que a escola vai ter no ano seguinte, como água luz telefone, o salário dos professores, as estruturas, novos modelos de educação, modelos didáticos apresentados. Então, tudo isso tem que está explicado para justificar o aumento proposto. Se não for feita a justificativa os pais devem propor um aumento próximo da inflação e isso é feito junto ao poder judiciário”, diz Marcelo Barbosa, coordenador Procon Assembleia / MG.
Neste colégio de Belo Horizonte o aumento ficou bem acima da inflação.
“Existe a possibilidade de negociação, desde que essa negociação, ela não nos atrapalhe com os pagamentos que hoje eu tenho que efetivar pelo estabelecimento”, comenta Janaildo Lima Moreira, diretor de escola.
Mônica vai levar um trunfo para renovar a matrícula dos quatro filhos: “Eu antecipo o valor do contrato. Eu pago seis meses adiantado, aí eu consigo, às vezes, metade de uma mensalidade de graça. A gente consegue muita coisa quando a gente tem dinheiro na mão com antecedência”, afirma a odontopediatra.

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O ensino a distância se faz presente na formação de novos gestores no Brasil

O ensino a distância começou a ser difundido no séc. XIX de forma bem modesta,oferecendo cursos apenas profissionalizantes e utilizando principalmente o meio postal, tudo era muito limitado, sem espaço para interação.Somente com o advento da internet banda larga por volta do ano 2000 desenvolveu-se a comunicação em tempo hábil e real. Iniciou-se uma fase de adaptação que ainda hoje vivemos, onde existe toda uma resistência social que mesmo já tendo perdido força devido a aceitação geral e incontestável da nação, não deixa de ser um atraso, considerando ainda que o Brasil abraçou tardiamente a modalidade EaD e só agora finalmente a “ficha cai” em relação aos grandes benefícios inerentes da mesma.

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EF Englishtown é aprovada para integrar o Guia de Tecnologias do Ministério da Educação

A EF Englishtown, a maior escola de inglês online do mundo, foi avaliada e pré-qualificada para ser integrante do Guia de Tecnologias do Ministério da Educação (MEC), pela quarta vez.
Essa pré-qualificação aponta que as instituições públicas podem usar a tecnologia da Englishtown com aprovação do Ministério. 
Para figurar no Guia, a Englishtown participou de um processo de seleção, enviando ao MEC todo o seu material didático, além de oferecer acesso ao curso e um guia de orientação sobre como os professores poderiam usar a metodologia em sala de aula. O guia incluía sugestões de plano de aula e de uso interdisciplinar. 
“Tivemos um empenho muito grande para receber essa certificação. Cumprir os requisitos impostos pelo Ministério só mostra nosso compromisso em apresentar um ensino de qualidade e que pode contribuir para o crescimento e o desenvolvimento do Brasil”, afirma André Marques, diretor geral da Englishtown.

O Guia é composto pelas tecnologias pré-qualificadas em conjunto com as tecnologias desenvolvidas pelo MEC. A publicação visa oferecer aos gestores educacionais uma ferramenta a mais para auxiliá-los na aquisição de materiais para uso nas escolas públicas brasileiras.

Maior escola de inglês online do mundo, a Englishtown chegou ao País em 2001 e desde então registra um crescimento anual de 40%. Atualmente, a escola conta com mais de 100 mil alunos matriculados.

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As competências dos líderes - Silvio Meira

As competências dos líderes - Silvio Meira | Inovação Educacional | Scoop.it

os autores do estudo [The Six Competencies of a CEO, neste link, grátis] fizeram uma só pergunta aos CEOs de megaempresas globais: o que um líder [de negócios] precisa fazer bem para ser eficaz? os entrevistados deram 178 ideias e fizeram 442 comentários sobre a pergunta e a análise de tal conversação levou os autores a concluir que há apenas 6 competências essenciais para liderar um startup ou um grande negócio [quem sabe… um país?]. e não são –pela ordem- as que a gente, vendo de longe, espera dos líderes, via de regra. é comum se imaginar que um líder, pra começar, deve ser inteligente e ambicioso, um gênio que quer dominar o mundo. sabe que estas duas características tiveram, cada uma, menos de 2% de citações nas mais de 600 intervenções dos CEOs? pois é, e estão na mesma classe de educação e humildade.
sabe o que se sobressai –nas respostas de quem chega lá- e parece que são os elementos essenciais para estar à frente de um grande empreendimento? no princípio, acima de tudo, auto-conhecimento: quem é você, que limites você tem, que possibilidades, o que você consegue [ou não] fazer, quer [ou não] aprender? e acreditar em seus instintos básicos, numa voz interior, quase que saber pra onde ir, o que decidir, antes de um problema aparecer, baseado em seus valores e na honestidade consigo mesmo parece que é parte do auto-conhecimento e consciência básica dos líderes.
o segundo princípio que norteia todos os grandes executivos é uma bússola moral: honestidade, integridade e credibilidade, escorados em princípios e padrões elevados, base para o processo de entendimento do mundo e dos negócios e tomada de decisões. líderes, acima de tudo, fazem escolhas; criar estratégias é fazer escolhas; escolher certo, sem titubear quanto às bases morais [e éticas] que deveriam habilitar os processos de tomada de decisão é premissa fundamental para a liderança. uma bússola moral é o que salva o líder [e todos nós] das roubadas [no curto prazo] e nos sustenta, como pessoas e negócios, no longo prazo.
o terceiro ponto em comum entre os grandes líderes é saber ouvir. mais de 3/4 dos líderes que participaram do estudo disseram que saber ouvir é parte essencial da estrutura de um líder; se você não ouve, dificilmente conseguirá desenvolver relacionamentos fortes e duradouros, que dependem de comunicação e interação real. sem ouvir, como identificar pessoas em quem confiar, que podem ser, inclusive, líderes eles próprios? ouvir é mais do que ouvir pessoas, claro; é escutar o ambiente, entender os sinais fracos, montar redes para tal. sem isso, não é que você será surpreendido pelo futuro… mas sim pelo presente.
o quatro traço de um líder de sucesso é a capacidade de julgar e tomar decisões: sem isso, não há líder; mas tais capacidades são necessárias [você não pode viver sem elas] mas não suficientes [elas não são tudo]. julgar envolve enfrentar os problemas de frente, entendê-los sob múltiplos pontos de vista, sistematizar e sintetizar as opções e decidir de forma que a rede que executará a decisão entenda e respeite o processo e alternativa, sem o que não haverá nem lideranças nem liderados.
a penúltima característica essencial dos líderes é a persuasão: comunicar [e fazer entender] as estratégias e as decisões, muito além da superfície dos comunicados oficiais e do endomarketing das instituições. isso depende de visão [de mundo e do negócio], de articulação [com as pessoas, dentro e fora do negócio], de motivação e inspiração [sua, pra provocar a de seus pares]. pense numa bronca. coisa de gente grande, de muito poucos.
sobre o último traço comum aos grandes líderes, é bom lembrar uma frase de churchill sobre o ciclo tentar, errar e aprender; o grande líder inglês dizia que nenhum sucesso é final, nenhum fracasso é fatal; o que vale é a coragem de continuar. o nome dessa qualidade é tenacidade: sejam quais forem os desafios e percalços, e independente dos erros e sucessos parciais, no meio do caminho, há de “chegar lá” quem perseverar e apostar que nada resiste a trabalho. esta última expressão eu ouvi primeiro de manoel agamemnon lopes, nos tempos em que éramos colegas no centro de informática da UFPE; quando eu estava quase desistindo de um projeto nos primeiros muitos erros, agamemnon me lembrou que eu precisaria trabalhar muito mais, tentar bem mais, até obter resultados [desde que eu estivesse aprendendo]. para os líderes, nada resiste ao trabalho. e, se você pensar bem, o mesmo é verdade pra você mesmo…

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Ciências Contábeis - Conhecimento é requisito para informação precisa

Ciências Contábeis - Conhecimento é requisito para informação precisa | Inovação Educacional | Scoop.it

Com caneta na mão, o diretor de finanças de Furnas, Nilmar Sisto Foletto, calcula: das 44 mil horas de treinamento cumpridas no ano passado pelo corpo de funcionários, 20% estão vinculados a profissionais envolvidos direta ou indiretamente com as informações financeiras que servirão de base para as demonstrações contábeis. O investimento para a formação desse grupo chegou a R$ 3 milhões. Furnas conta com política de recursos humanos que estimula gestores a cursarem MBA em instituições como Pontifícia Universidade Católica (PUC), Fundação Getúlio Vargas (FGV), e Ibmec, as três localizadas no Rio de Janeiro.
Desde que as novas regras de publicação das informações financeiras obrigatórias entraram em vigor no Brasil, os profissionais envolvidos com as demonstrações contábeis também fizeram alguns cursos elaborados pela Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), e participaram de seminários promovidos pela Associação dos Contadores das Empresas Elétricas. Workshops internos costumam ser organizados para discutir eventuais mudanças. Os projetos conquistados em leilões exigem um trabalho conjunto com as empresas parceiras. Furnas tem o capital fechado e segue determinados padrões definidos pela controladora, a Eletrobrás.
Folleto insiste em que o ponto critico desse trabalho é a revisão dos dados e do texto. A quantidade de informações é grande e a tradução de uma linguagem técnica a uma que permita distintos públicos entender o desenvolvimentos dos negócios da companhia tem que ser uma prática cotidiana. Para 2015, a meta de Furnas é migrar para o novo formato e produzir o Relatório Integrado, documento único que agregará as informações sócio-ambientais. "Essa é a nossa expectativa", diz.

A Marcopolo trabalha com a perspectiva de elaborar o documento que concilia as informações do relatório de administração e de sustentabilidade em breve. Como a complexidade do trabalho aumentará, não há dúvidas de que, cada vez mais, o contador terá que ser um profissional conectado com as diversas áreas da empresa.

De acordo com o diretor de controladoria da Vale, Marcus Severini, é impossível entender a realidade de uma empresa sem ter a capacidade de construir a lógica do negócio ou de uma determinada transação. Chegar a esse ponto demanda orientação da empresa e dedicação do funcionário. "Precisamos de uma formação mais ampla que a tradicional", diz.

Severini considera que essa é uma condição para escapar do balanço meramente técnico e elaborar um documento que seja efetivamente transparente. Desde o curso preparado em conjunto pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, em 2011, essa área da empresa está imersa numa rotina que contempla reuniões para discutir determinados temas e tirar dúvidas até o rodízio desses profissionais em áreas específicas da empresa. "Hoje o profissional precisa ter conhecimento e dialogar com as áreas de engenharia, produção e de gerenciamento de riscos até conhecer como se faz um cálculo atuarial de um fundo de pensão."

O enfoque requer, segundo Severini, formação multidisciplinar que não se esgota na universidade e exige de três a cinco anos de dedicação do profissional a sua formação. Esgotada essa fase, o processo não pode parar. "É difícil mensurar a carga horária, mas diria que a formação consome 30% do tempo do funcionário num primeiro momento", diz Severini. Essa é a realidade na Marcopolo. A área, que é conduzida por José Antonio Vialiti, diretor de relações com investidores da empresa, busca o aperfeiçoamento dos colaboradores.

Dois dos quatro contadores da Marcopolo em Caxias do Sul, RS, que concentra a área corporativa da empresa, fizeram um curso de dois dias na EP Treinamentos. Quando voltaram à empresa, cumpriram a tarefa de compartilhar com os outros dois contadores os conteúdos novos. A atualização dos profissionais ocorre em cursos, workshops e fórum de discussão. Parte significativa do treinamento tem sido fornecida pelas grandes empresas de auditoria contratadas pela Marcopolo

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Ciências Contábeis - Demanda por projetos estimula cursos de capacitação

A combinação do crescimento da demanda por projetos de computação em nuvem com a escassez de especialistas na área obriga fabricantes e distribuidores de soluções a investir no treinamento de colaboradores. O movimento inclui a criação de universidades corporativas, programas de certificação internacional e parcerias com fornecedores. Fora das empresas, instituições de ensino especializadas em tecnologia da informação (TI) observam um aumento de 16%, entre 2012 e 2014, no número de matrículas em cursos relacionados ao cloud computing.
Na Veeam, especialista em soluções para data centers, a meta é ampliar o treinamento dos profissionais que atuam nos canais de venda. A empresa americana oferece produtos no país desde 2012, por meio de 250 parceiros credenciados. "Em 2014, serão 130 técnicos treinados", diz Ricardo Apud, country manager da Veeam para o Brasil. Em setembro, a fabricante trouxe para o mercado nacional um programa de certificação de engenheiros, de validade internacional. A expectativa é que cerca de 30 profissionais obtenham o diploma, até 2015.
Os cursos da fabricante já aconteceram em São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS). Estão planejadas, até o final do ano, ações em Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE). A expectativa é que dois mil profissionais sejam certificados com os produtos da marca em todo o mundo até 2015.
Eduardo Gallo, presidente da Service IT, multinacional brasileira que vende e integra sistemas de vários fabricantes, afirma que a companhia aplica cerca de R$ 100 mil, ao ano, nos treinamentos em cloud computing. A verba vai para cursos no exterior e em centros regionais dos provedores de tecnologia, além de certificações. Do total de 300 colaboradores da empresa, 10% são especializados na área. "Esse número deve crescer porque a quantidade de contratos que incluem cloud computing também está em alta", diz. A expectativa é ter 50% do quadro treinado, até o final de 2015. Atualmente, dez profissionais estão em um curso que pode durar até três meses.
A Mandic Cloud Solutions, de soluções de computação em nuvem, decidiu criar uma universidade corporativa para formar equipes internas. "Mesmo as áreas de apoio recebem o treinamento por meio de multiplicadores de conhecimento da nossa escola", afirma a diretora de pessoas Romi Schneider. A empresa, que investe entre R$ 500 mil e R$ 800 mil, ao ano, em capacitação, tem mais de 150 colaboradores, ou 90% do total da folha, especializados em cloud.
Segundo Romi, a formação inclui avaliações, como provas dissertativas, e um mapeamento de lacunas para "upgrades" na grade curricular. Também recorre a cursos do mercado, ministrados por fornecedores, e seminários fora do Brasil.
Fora das empresas, as instituições de ensino também investem em novas disciplinas e observam um crescimento no volume de matrículas. A faculdade de tecnologia FIAP, há dois anos com programas na área, mantém quatro cursos, como um MBA em arquitetura de redes e uma formação superior em tecnologia, além de dois módulos de curta duração.
"Na graduação, houve um crescimento de 16% no número de alunos, entre 2012 e 2014", diz o professor Celso Poderoso, coordenador do MBA em cloud computing. Este ano, a escola conta com 269 estudantes na graduação e 46 na pós-graduação ligadas ao tema.
Para Poderoso, o mercado precisa de um profissional específico para lidar com a computação em nuvem. "Esse técnico terá de dominar assuntos como redes de computadores, virtualização e capacidade de servidores, além de data centers, banco de dados e big data."
Na Faculdade Impacta, da área de TI, 60 estudantes de redes de computadores estão realizando o projeto final do curso na área de cloud computing, enquanto 40 alunos do MBA em gerenciamento de data center cursam um módulo sobre cloud privada.
"A mão de obra qualificada para esse mercado ainda está em expansão", analisa Ricardo Rodrigues, coordenador do MBA em data center da Impacta. "E não é fácil encontrar especialistas disponíveis. Eles já estão nas grandes corporações."

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Estresse, sedentarismo e má alimentação...

Estresse, sedentarismo e má alimentação... | Inovação Educacional | Scoop.it

Há cerca de cinco anos, o começo da trajetória de uma empresa de serviços de TI, a Hystalo, quase custou a vida de seu fundador, o analista de processamento de dados Rafael Rodrigues, então com 25 anos de idade. Sua rotina de dedicação ao negócio incluia jornadas de 20 horas diárias de trabalho, inclusive aos sábados, regadas a quatro latas de energético.
Em uma noite de quinta para sexta-feira, acordou vomitando sangue. Pediu para que sua noiva - hoje mulher - o levasse ao hospital logo pela manhã. "A partir daí, não me lembro muito bem das coisas", afirma. Mas sabe que, devido ao infarto, foram três paradas cardíacas e sete dias em coma. Quando acordou, na UTI, em um primeiro momento, imaginou que havia sofrido um acidente de carro, porque "sempre corria bastante".
A volta às tarefas profissionais também foi veloz. "Quando fui para o quarto, peguei o notebook e comecei a responder aos e-mails", diz. Cerca de 15 dias depois já estava no escritório, mas mudou alguns de seus hábitos: cortou o energético, reduziu o número de horas de trabalho, passou a tentar dormir melhor e arrumou um sócio para dividir responsabilidades.
Mesmo assim, não foi suficiente. Há quatro meses, aos 30 anos, o executivo sofreu o segundo infarto, que classifica como "leve". "Senti um pouco de dor no peito e corri para o hospital. Se não fosse o primeiro infarto, não teria ido." Nessa nova ocorrência, descobriu que seu sangue coagula mais rápido que o normal, o que favorece o surgimento de problemas como os que enfrentou.
Rodrigues obteve alta em uma sexta-feira e, na terça-feira seguinte, foi para a empresa - a despeito de a médica ter recomendado um mês de repouso. No combate ao estresse, o empreendedor, que diz se alimentar bem e não fumar, tem dividido obrigações do negócio com a mulher, que também entrou como sócia na Hystalo, e reservado mais tempo para ficar com o filho de um ano e meio. "Hoje, limito o expediente entre 12 e 14 horas por dia e não viro noites."
A história ilustra bem como anda a saúde de muitos gestores brasileiros. O estresse é um dos principais males que afetam esses profissionais, de acordo com um levantamento realizado pela operadora de saúde Omint no primeiro semestre deste ano com 22 mil executivos em cargos de média e alta gerências.
Dos 20 problemas mais comuns listados, 11 se relacionam a ele e a hábitos de vida inadequados - além da ansiedade, citada por 18% das pessoas consultadas, aparecem também excesso de peso, dor de cabeça frequente, insônia e depressão. Rinite e alergia de pele encabeçam a lista (veja o quadro), e mesmo essas moléstias podem estar ligadas ao estresse. "Qualquer desequilíbrio compromete todo o conjunto", diz Caio Soares, diretor médico da Omint e coordenador da pesquisa. "Se a pessoa tem predisposição a alergias, o estresse vai piorar os sintomas, pois ele baixa a imunidade e deixa as portas abertas para tudo de ruim que possa acontecer."
Um dado que chama a atenção é que 94% dos executivos disseram que sua alimentação não é equilibrada. Os sedentários, por sua vez, somaram pouco mais de 40%, mesmo índice dos que tentam adotar alguma atividade física no dia a dia. O nível de estresse foi avaliado como muito alto por 33%. A boa notícia fica por conta da queda do percentual de fumantes - de 18% em 2004 para atuais 11%. "Muita gente está preocupada com a saúde, mas não dá o primeiro passo para sair da situação atual. Qualquer coisa é desculpa para não fazer", afirma Soares.

A saída da inércia, porém, precisa acontecer de forma gradual. A estratégia, segundo ele, é escolher coisas simples, mais facilmente ao alcance. "Deixar o elevador e subir de escada, por exemplo. Ou eliminar a manteiga e a margarina, o que já diminui em 50% a chance de ter um infarto ou AVC. A partir de uma iniciativa como essa, mudanças positivas no corpo vão gerar um efeito cascata para outras medidas."

Mas nem sempre é fácil para o executivo tomar uma atitude nesse sentido sem um empurrão externo. Para Louis Servizio, da CGP Brasil, empresa de programas de prevenção de saúde, a companhia pode até pagar o plano da academia para o profissional, mas ele não irá frequentá-la se não estiver motivado. Assim, o recomendado é combinar esse tipo de benefício com um serviço de coaching. "Ele o ajudará a reorganizar a vida e a modificar suas crenças para que queira fazer exercício", diz Servizio, que aplica no Brasil uma ferramenta americana - Wellcast ROI - que mede o retorno financeiro de empresas em programas de prevenção de doenças.

Em sua opinião, a padronização desses programas para todos os funcionários costuma ser um erro, pois sua eficácia, em termos de custo-benefício, depende do tipo de empresa, da função do profissional e mesmo da rotatividade média da companhia. "Se ela é alta, não compensa investir em um programa que levará três ou quatro anos para dar retorno, como o de saúde cardiológica", exemplifica. No caso, é melhor apostar em uma vacinação contra influenza, que traz resultado no curto prazo.

Em relação ao trabalho de aconselhamento, uma vertente que tem ganhado corpo no mercado brasileiro é a do coaching de saúde e bem-estar - o chamado "wellness coaching". O foco é atuar na reestruturação do estado emocional e do estilo de vida do executivo, visando a um melhor rendimento em suas atividades. "Uma vez que não podemos mudar questões como o trânsito ao ir para o trabalho e a carga horária, fortalecemos o profissional para enfrentá-las melhor", afirma Melina Cury Haddad, coordenadora de psicologia da operadora de saúde Care Plus.

Uma das abordagens de Melina ao lidar com o estresse é combater ataques de raiva, que, de acordo com estudos em países como os Estados Unidos - o tema é pouco pesquisado no Brasil, segundo a psicóloga -, levam à hipertensão e muitas vezes precedem ataques cardíacos e AVCs.

O tratamento inclui técnicas de relaxamento através da respiração e terapia cognitiva. "Há pessoas, por exemplo, que se enraivecem com mais rapidez e maior intensidade", diz. O problema, no entanto, costuma ser camuflado, pois "aprendemos já na infância que é feio ter esse sentimento". "As pessoas chegam ao consultório em razão do estresse". Ela diz considerar um erro buscar extravasar por meio de práticas violentas como o boxe ou outros tipos de luta. "Você ensina o cérebro que aquele alívio pela violência é prazeroso", afirma. "É preciso saber colocar a raiva para fora do jeito certo, construindo algo positivo."

Se a impossibilidade de arrumar tempo livre se transforma em um álibi, a sugestão da médica e coach Roberta Ribeiro é fazer pequenas mudanças no cotidiano que não interfiram nos horários do profissional. Para aplicar um método próprio de combate ao esgotamento que integra diferentes tipos de terapia, Roberta fundou a empresa MedIntegral.

De acordo com ela, aspectos da vida como cuidar da saúde e trabalhar devem estar integrados, e não ocupar "caixinhas" fragmentadas na constituição do indivíduo. "As coisas acontecem simultaneamente", diz. Por esse princípio, iniciativas como escolher as opções mais saudáveis no almoço, usar as escadas e ir para o trabalho de bicicleta configuram meios de melhorar hábitos diários. "A questão não é aliviar o estresse, é administrá-lo", afirma.

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FGV busca novo diretor para escola de administração

FGV busca novo diretor para escola de administração | Inovação Educacional | Scoop.it

A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (Eaesp-FGV) está em busca de um novo diretor. Como aconteceu na eleição de Maria Tereza Leme Fleury em 2008, a escola está anunciando o posto nos principais jornais do país e, na próxima semana, começa uma campanha também em revistas internacionais. Até o dia 15 de outubro será elaborada uma lista com os pré-candidatos. Em seguida, eles vão precisar apresentar um plano de trabalho para a instituição, que será submetido a uma comissão julgadora. Capitaneando o processo está a atual diretora, eleita presidente do comitê que escolherá seu sucessor ou sucessora. "Meu telefone não para de tocar."
Até a eleição de Maria Tereza, o diretor da escola era escolhido pela congregação e "prata da casa". Em 2008, houve uma mudança no regimento interno, o que abriu espaço para que a busca acontecesse dentro e fora dos domínios da FGV. Na época, a Heidrick & Struggles, uma empresa de seleção de altos executivos, foi contratada para encontrar candidatos no mercado. No total, foram 70 pretendentes à vaga. "Desta vez, nós mesmos estamos buscando os nomes", afirma a diretora. O comitê julgador é formado por cinco pessoas, três indicadas pelo conselho da Fundação e dois pela congregação.
Entre os pré-requisitos estão a experiência na vida acadêmica como professor ou pesquisador e o domínio da língua portuguesa. "Embora a vaga esteja aberta também para estrangeiros, é fundamental que o candidato fale português. Só assim ele vai ter uma boa compreensão da cultura do país e da própria escola", diz Maria Tereza. Já a legitimidade no meio acadêmico ajuda no trânsito com escolas de negócios internacionais.
Diferentemente dos dirigentes de instituições de ensino dos Estados Unidos ou Europa, a conexão com o mundo corporativo é importante, mas não essencial. "Lá, eles precisam levantar fundos para as escolas", afirma. No Brasil, a relação com as empresas é mais voltada para a atração de alunos e para a realização de projetos.
Entre os desafios que o próximo gestor deve enfrentar está investir mais na internacionalização de professores e alunos. Atualmente, dos 250 docentes, 110 trabalham em tempo integral e os demais atuam em regime parcial. Entre eles, 10 professores fixos são estrangeiros. "Eles são contratados pela Eaesp, mas mantêm o vínculo empregatício com as suas escolas de origem", diz. Em relação aos atuais três mil alunos - que frequentam os cursos de graduação de administração e administração pública, de educação executiva, o One MBA e os mestrados e doutorados profissionais -, 250 vêm de fora. "Nosso objetivo é aumentar essa diversidade trazendo mais estrangeiros e também brasileiros de diferentes regiões do país", diz.
Outro tema que deve estar na agenda do novo comandante é a inovação na metodologia de ensino. "Queremos continuar apostando no ensino 'blended', onde há uma mescla do presencial ministrado em sala de aula com matérias on-line". Ela afirma que a maneira de ensinar deve mudar e que é preciso acompanhar essas mudanças não apenas customizando os cursos para o perfil dos alunos, como ampliando o uso de ferramentas modernas em sala de aula.
A reforma no prédio da rua Itapeva durante a sua gestão teve o objetivo de modernizar a infraestrutura da escola. "Hoje, contamos com algumas salas de aula diferentes do tradicional. Precisamos investir cada vez mais na mudança do ambiente de aprendizagem". A familiaridade da nova geração com a tecnologia e a facilidade para adquirir informações sobre quase todos os assuntos, em sua opinião, vão requerer outra postura dos educadores. "Nosso papel hoje é muito mais o do influenciador, aquele que vai ajudar o estudante a refletir e a fugir do trivial". Ela defende que a escola também precisa ampliar a sua conexão com a sociedade, realizando pesquisas menos acadêmicas e mais aplicadas em seus centros de estudo.
Depois que passar o bastão, o que deve ocorrer até o fim do ano, Maria Tereza pretende continuar ministrando aulas na FGV, orientando pesquisas na FEA/ USP e realizando trabalhos acadêmicos com a Universidade de Cambridge, além de participar de grupos que desenvolvam projetos sociais para o Brasil. "É um momento de renovação pessoal. Quero contribuir na discussão dos temas que me interessam e que são importantes para o país, como a educação", diz. "Chega um momento na vida em que é preciso fazer isso."

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Fies vai gerar saldo positivo às contas públicas em 2050

Fies vai gerar saldo positivo às contas públicas em 2050 | Inovação Educacional | Scoop.it

O Fies, financiamento estudantil subsidiado pelo governo, vai começar a gerar retorno positivo nas contas públicas a partir de 2050, daqui 36 anos. E, ao contrário do que se supõe, a contrapartida dos alunos beneficiados não se dará exclusivamente com o pagamento do empréstimo universitário, mas também do aumento na arrecadação de impostos retidos na fonte, uma vez que a renda das pessoas com um diploma de ensino superior quase dobra quando comparada aos que concluíram apenas o ensino médio.

Essa é a constatação de um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV) a pedido do Semesp, sindicato das instituições privadas de ensino superior. O estudo, conduzido pelos economistas Samuel Pessoa (assessor do candidato à Presidência da República Aécio Neves, do PSDB) e Vinícius Botelho, é mais um ingrediente na discussão sobre a sustentabilidade do Fies.

Segundo a pesquisa do Ibre-FGV, no próximo ano o desembolso do governo com o Fies será equivalente a 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto). Esse percentual será crescente até 2030, quando deve atingir seu pico, representando 2,1% do PIB.

Em 2023, daqui nove anos, o Fies já poderá atingir o seu ponto de equilíbrio, ou seja, o montante desembolsado em 2023 pelo governo será equivalente à receita proveniente do pagamento dos financiamentos e da arrecadação de tributos, explica Botelho.

O governo deve ter um saldo positivo com o Fies a partir de 2050, quando o ganho previsto é de 0,6% do PIB. Dez anos depois, essa fatia poderá alcançar 4,8%. (ver gráfico).

"Porém, é preciso levar em consideração que esse retorno para o governo só acontecerá se houver um ensino de boa qualidade capaz de qualificar a formação dos alunos para que eles consigam um emprego com boa renda e, consequentemente, maior arrecadação de impostos", diz Botelho. "Não é uma missão simples porque é difícil melhorar a qualidade do ensino em curto prazo", complementa.

Para chegar a tais números, foram levados em consideração cenários econômicos, diminuição da população com idade entre 18 e 30 anos a partir de 2019 e uma taxa de inadimplência de 10%. Porém, segundo o economista, esse é o menor problema. "A inadimplência pode ser de 30% ou 40%. O retorno tributário é o que realmente importa. O Fies é uma transferência de renda porque governo capta recursos no mercado com juros de 11% e oferece crédito estudantil a 3,4%. Só por essa conta já se vê que o retorno não virá só do pagamento do Fies", destaca Botelho.

Na última semana, a sustentabilidade do Fies foi colocada em questão. Segundo relatório do Morgan Stanley, o fundo garantidor do financiamento não será capaz de arcar com uma inadimplência que pode aumentar de 10% para 25% em 2017, quando começam os primeiros pagamentos do empréstimo. O relatório causou alvoroço no setor de educação que, a partir de 2011, cresceu graças a programas como Fies e ProUni. O financiamento representa metade da receita dos cursos presenciais das instituições de ensino.



© 2000 – 2014. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico. 

Leia mais em:

http://www.valor.com.br/empresas/3711284/fies-vai-gerar-saldo-positivo-contas-publicas-em-2050#ixzz3EnGEJewf



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The Current Ecosystem of Learning Management Systems in Higher Education: Student, Faculty, and IT Perspectives

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Infográfico - Os caminhos da cultura (vídeo 5'36")

Infográfico - Os caminhos da cultura (vídeo 5'36") | Inovação Educacional | Scoop.it

This animation distils hundreds of years of culture into just five minutes. A team of historians and scientists wanted to map cultural mobility, so they tracked the births and deaths of notable individuals like David, King of Israel, and Leonardo da Vinci, from 600 BC to the present day. Using them as a proxy for skills and ideas, their map reveals intellectual hotspots and tracks how empires rise and crumble

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Guia de Orientação 2014 - Microfranquias

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Educação é o foco de novas startups de impacto social

Educação é o foco de novas startups de impacto social | Inovação Educacional | Scoop.it

Doze startups que desenvolveram soluções para resolver problemas sociais de grande escala acabam de entrar para o time da Artemisia, a maior aceleradora de negócios sociais do país. A maior parte dessas jovens empresas – 8 das 12 selecionadas – tem a educação como foco. Veja, abaixo, quais são as propostas desses empreendedores de impacto para melhorar o quadro da educação, da saúde e do acompanhamento de políticas públicas no Brasil.

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