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Pierre Lévy, o filósofo da cibercultura

Pierre Lévy, o filósofo da cibercultura | Inovação Educacional | Scoop.it

Reportagem sobre os principais conceitos da obra de Pierre Lévy, da série “Pensadores da Tecnologia e da Educação

Para o professor da Universidade de Paris e um dos principais pensadores mundiais das relações entre desenvolvimento humano e internet, vivemos uma quarta revolução na comunicação que altera o modo como aprendemos e consumimos informação.

O volume de informações produzido no planeta em meios digitais já é de 1,8 zettabyte (para se ter ideia, 1 zettabyte é igual a 1.000.000.000.000.000.000.000 bytes). Para lidar com tanta informação, foi preciso criar uma série de soluções tecnológicas como o Big Data, que permite analisar e fazer relações entre quaisquer informações digitais e em tempo real.
Um estudo da University of Southern California, divulgado em 2011, indica que cada um de nós recebe, por dia, uma quantidade de informações equivalente a 174 jornais – cinco vezes mais informações do que recebíamos em 1986.
E foi justamente nos anos 1980 que o filósofo Pierre Lévy concluiu seu mestrado em História da Ciência na Universidade de Sorbonne, em Paris, e lançou sua primeira obra, A Máquina Universo – Criação, Cognição e Cultura Informática (1987), que falava sobre o computador e os desdobramentos da informatização do mundo, no contexto das culturas ocidentais.
De lá para cá, Lévy, um dos nomes mais influentes quando o assunto é o uso da tecnologia na educação e no desenvolvimento humano, encontrou seu campo de estudo. Lançou Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia do Ciberespaço em 1994; O que é o Virtual? em 1995; e Cibercultura em 1997 – item essencial na biblioteca, a obra ainda é atual para refletirmos sobre as relações sociais e o universo virtual.
Para o filósofo tunisiano e naturalizado francês, vivemos, hoje, a “quarta revolução da comunicação” (as três anteriores para Lévy foram a invenção da escrita, do alfabeto e da imprensa), que nos permite o amplo acesso às informações graças à cultura digital instaurada nas últimas décadas. Não à toa, iniciativas como o crowdlearning, o crowdsourcing e o crowdfunding – focadas na ação coletiva – têm ganhado força com o advento das redes sociais. Aprender a produzir conhecimento coletivamente é, aliás, uma habilidade que deve ser ensinada na escola em tempos de cultura digital, assim como orientar os alunos para que saibam selecionar as informações que têm ou não qualidade em meio à avalanche de dados que recebemos diariamente. “É diferente você acessar uma informação ou ser capaz de resolver um problema a partir desta informação. E é este um dos papeis dos educadores hoje, possibilitar que os alunos pensem criticamente e estrategicamente com o que a internet oferece”, pontua César Nunes, professor de Filosofia na Educação na Universidade de Campinas (UNICAMP). 
Como se vê, a obra de Lévy provoca reflexões sobre as mudanças irreversíveis na cultura e na comunicação que impactam a educação ocidental. Se aprofundarmos a discussão, ela nos ajuda a pensar como o acesso às tecnologias impacta a sala de aula contemporânea – a sua sala de aula.
Por isso, esta é a primeira de uma série de reportagens sobre cada um dos pensadores da Tecnologia e da Educação. Depois de entender os principais conceitos desenvolvidos por Pierre Lévy, vamos explicar, ainda, o que pensam profissionais como Howard Gardner, Edgar Morin, Manuel Castells, Philippe Perrenoud, a brasileira Martha Gabriel, entre outros. A ideia é aproximar a visão dos grandes pensadores ao cenário educacional brasileiro e às principais tendências de ensino e de aprendizagem.
Assista aos documentários produzidos pelo SESC TV sobre o filósofo:

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Internet das coisas pode impulsionar a competitividade industrial

Internet das coisas pode impulsionar a competitividade industrial | Inovação Educacional | Scoop.it

A linha de produção de uma fábrica depende de máquinas desenvolvidas para cada etapa da transformação de uma matéria-prima em produto final. Porém, poucas dessas máquinas são inteligentes e armazenam dados sobre sua produtividade. Isso faz com que a indústria trabalhe  sem ser capaz de prever com precisão como serão seus resultados.
Segundo Pietro Delai, gerente de consultoria e pesquisa de infraestrutura da consultoria IDC Brasil, o parque industrial brasileiro ainda está defasado e, embora existam empresas interessadas em modernizar suas fábricas, a maioria pensa em adicionar tecnologia em apenas partes da linha de produção, e não em toda a cadeia.
A solução pode estar nas tecnologias digitais de internet das coisas. “Os sensores estão cada vez mais baratos, o que tem facilitado para as empresas investirem em um ambiente industrial todo conectado a grandes bancos de dados. Assim é possível coletar informações que antes não eram armazenadas e que influenciam diretamente nos resultados”, afirma Delai.
Um bom exemplo de informações que podem começar a ser coletadas são as condições do ambiente onde o produto é fabricado. Com a instalação de sensores, um engenheiro consegue monitorar temperatura, pressão, umidade e velocidade do ar, por exemplo. A partir do momento em que são feitas a coleta e análise desses dados, é possível avaliar como as condições do ambiente da fábrica podem influenciar nos resultados finais.
Big data e inteligência artificial
Aplicativos analíticos podem determinar como esses dados serão utilizados. “São sistemas que criam uma interação mais forte, em que máquinas conversam entre si com inteligência artificial para aprender suas necessidades e se autoprogramar”, explica José Roberto Soares, professor de engenharia elétrica da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Com isso, é possível determinar a melhor rota de fabricação para diminuir o número de peças com falhas, por exemplo. “As máquinas são parecidas e produzem a mesma coisa, mas uma pode funcionar melhor que outra com determinada regulagem. Essa diferença mínima entre elas é determinante para melhorar os resultados”, afirma Soares.
Outra vantagem é a redução das paradas na produção. Hoje, a maior parte das fábricas trabalha com dois tipos de manutenção: a corretiva, feita quando um equipamento apresenta defeito, e a preventiva, que ocorre a partir da média de desempenho passado das máquinas semelhantes.
Com a captação dos dados e a análise contínua dos aplicativos, o mercado passa a ter um terceiro tipo de manutenção: a preditiva. “Com internet das coisas e aplicativos inteligentes, nós recebemos informações, como um aviso de quando exatamente a peça quebrará, e conseguimos planejar sua troca, o que acaba com as paradas não planejadas e permite o uso máximo da peça”, explica o professor Soares.

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PUCPR lança novo modelo de ensino

PUCPR lança novo modelo de ensino | Inovação Educacional | Scoop.it

A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) anunciou, nesta quarta-feira (16), a maior mudança de seu sistema educacional em 58 anos de história. A apresentação do novo modelo de ensino foi feita em evento para professores, colaboradores da universidade e convidados no Hard Rock Cafe Curitiba.  
Com um investimento de R$ 36 milhões em três anos, a PUCPR se transforma inspirada na abordagem canadense para a aprendizagem no ensino superior. Com  novos cursos e mudanças na metodologia de ensino e nos currículos, além da opção de graduação internacional, o foco da instituição passa a ser a formação de um egresso que desenvolva diferentes competências para saber agir diante dos desafios impostos pelo mundo atual. 
O foco, diz o reitor Waldemiro Gremski, está em formar cidadãos preparados para enfrentar as exigências que o mundo moderno está impondo: “Acreditamos no poder da formação por competências para tornar os estudantes conscientes do seu protagonismo na construção dos próprios saberes ao longo de toda sua vida”, diz.  
“Na formação, o que importa é o que o estudante é capaz de fazer com o que aprendeu. O foco dos planos de ensino das disciplinas deixa de ser transmitir conteúdo. Com diferentes metodologias, os professores vão planejar as aulas visando alcançar resultados. A aprendizagem passa a ser ativa. Exemplo: se o resultado esperado é análise, a metodologia apropriada pode ser um estudo de caso. Se é criação, não cabe aula expositiva, mas o desafio de desenvolver um projeto de verdade”, explica o vice-reitor Vidal Martins. 
Para os estudantes que ingressarem a partir de 2018, o ponto de partida para a mudança será o Projeto Vida Universitária, que passa a ser trabalhado em todos os cursos de Graduação na disciplina de Filosofia. Em um semestre, o recém-chegado criará um plano cujo tema é o seu próprio desenvolvimento universitário. A partir dessa reflexão, a PUCPR apresenta uma série de caminhos nas áreas de pesquisa, empreendedorismo, cultural, espiritual, esportiva e de liderança, além de certificações por trilhas de aprimoramento profissional.  
O sistema vai permitir que estudantes de cinco escolas da PUCPR possam fazer incursões entre diferentes áreas, com eixos de empreendedorismo e inovação. “Se o estudante tem o senso crítico aguçado, vai encontrar na trilha de pesquisa a oportunidade para resolver problemas globais e pode, inclusive, conquistar o título de mestre logo após a graduação. Se é um aluno com o perfil empreendedor, ele segue uma trilha de estudos específica na Escola de Negócios e pode incluir um projeto na incubadora da universidade”, exemplifica Martins.  
As novidades também serão sentidas pelos atuais estudantes da PUCPR, que já se familiarizam com alguns dos novos processos desde 2014. Entre elas, estão os espaços alternativos às salas de aula tradicionais. Para que os estudantes desenvolvam atividades práticas, foram criados os “Espaços Maker”. Salas diferenciadas com o uso de metodologias para aprendizagem ativa foram concebidas por professores e estudantes da Escola de Arquitetura e Design da própria universidade.  
Novos cursos e internacionalização  
Novos cursos serão abertos em 2018, incluindo graduações como a de Engenharia Biomédica e Produção Digital Multiplataformas. A internacionalização recebeu novo impulso da instituição para o próximo ano letivo. Em parceria com a Kent State University, dos EUA, a PUCPR passa a oferecer graduações no modelo de educação americano, o liberal arts, em uma iniciativa que será conhecida como American Academy. Com período integral e disciplinas modulares ministradas por professores da Kent em inglês, os alunos fazem parte do curso no Brasil e complementam os estudos nos Estados Unidos, recebendo o diploma da PUCPR e da universidade americana.  
Em 2018, a implantação das mudanças começa de forma plena em cinco das oito escolas da PUCPR. Mais de 40 cursos já iniciam o semestre no novo modelo e, em 2019, a metodologia será aplicada em todos os cursos da universidade.  
“A transição para o novo modelo educacional tem uma forte vertente na formação dos professores. A PUCPR investe expressivos recursos em capacitação. Temos uma equipe de especialistas em contato com o que há de mais inovador em educação em todo o mundo. Nosso centro de ensino e aprendizagem, o CrEAre, é um espaço de formação que sustenta toda a proposta metodológica de ensino por competências”, afirma a pró-reitora de Graduação, Maria Beatriz Balena.  
Para a diretora de Suporte à Graduação, Cinthia Spricigo, as mudanças devem colocar a instituição em uma posição de vanguarda no país. Com um currículo desenhado por competências, todas as disciplinas passaram por uma revisão detalhada. E a adequação foi feita com foco no desenvolvimento integral dos estudantes de todas as áreas. O projeto teve suporte de pesquisadores da Université du Québec à Montreal e da McGill University, ambas canadenses, com participação dos professores Alenoush Saroyan e Anastassis Kosanitis, referências em ensino superior. Além desse suporte, os docentes da PUCPR receberam formações ministradas por pesquisadores de outras universidades mundialmente reconhecidas como Harvard, MIT, Minerva e Olin College. 
“Muito se fala sobre aprendizagem ativa, mas a maior parte das ações neste sentido é pontual e permanece focada nos conteúdos. Essa transformação que estamos fazendo é sistêmica e não está limitada ao conteúdo ou metodologia. A proposta é formar pessoas capazes de mobilizar os seus recursos para agir”, avalia Spricigo.  
De acordo com Martins, o objetivo da transformação é o desenvolvimento integral de profissionais competentes e cidadãos solidários. “O que queremos é formar um estudante reflexivo e autônomo, que saia da universidade sabendo agir em situações complexas e que não foram exploradas no período da sua formação. O contexto é um mundo que muda muito rápido e exige capacidades cognitivas de mais alta ordem (análise, julgamento, criação). Formar profissionais capacitados para atuar apenas em situações conhecidas não faz mais sentido. É importante desenvolver a capacidade de se explorar e repensar”, conclui.

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UFMG sobe em conceito e alcança nota máxima em avaliação do MEC

UFMG sobe em conceito e alcança nota máxima em avaliação do MEC | Inovação Educacional | Scoop.it

A UFMG alcançou o patamar máximo do Ministério da Educação (MEC) ao garantir a nota 5 para o recredenciamento institucional. O resultado, divulgado recentemente, mostra que a universidade subiu um ponto em relação a última visita da comissão do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), realizada em 2009.
Para estipular a nota, a comissão do Inep avaliou por cinco dias itens como Planejamento e avaliação institucional, Desenvolvimento institucional, Políticas acadêmicas, Políticas de gestão e Infraestrutura física. 
Os avaliadores também estiveram nas instalações acadêmicas e administrativas – laboratórios, salas de aula, bibliotecas, ambulatórios, moradias, museus – nos campi Pampulha e Saúde, e conversas com alunos, docentes, gestores e servidores técnico-administrativos.
“Esse resultado nos alegra e confirma que estamos alcançando, mesmo em condições adversas, o objetivo de oferecer uma educação de excelência para a sociedade e uma universidade com infraestrutura de qualidade para o desenvolvimento de nossas atividades e projetos de ensino, pesquisa, extensão e cultura”, destaca Jaime Arturo Ramírez, reitor da UFMG.

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Realidade mista permitirá reuniões não-presenciais

Realidade mista permitirá reuniões não-presenciais | Inovação Educacional | Scoop.it

Diego Cortiz, do departamento de computação da PUC-SP, explica o que mais mudará quando esse recurso chegar ao mercado.

Anúncios recentes da Microsoft e do Facebook, duas gigantes da tecnologia, colocaram em evidência uma expressão até então pouco conhecida: a realidade mista. Depois da realidade virtual (que insere pessoas num universo criado em computador) e da aumentada (que usa o ambiente real para inserir elementos virtuais), chegou a vez da realidade mista, que, ao mesclar o meio real com o virtual, vai redefinir o conceito de espaço de trabalho.

Um bom exemplo de seu potencial seria a realização, no futuro, de uma reunião, num mesmo ambiente virtual, de profissionais que se encontram a quilômetros de distância uns dos outros. Para saber mais sobre o potencial dessa nova tecnologia, VOCÊ S/A conversou com Diogo Cortiz, chefe do departamento de computação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Com passagens pelas universidades Sorbonne e Salamanca, na França e na Espanha, respectivamente, Diogo dedica-se há nove anos à pesquisa da tecnologia. Para ele, a evolução da realidade mista será rápida, e seu impacto, enorme. No limite, deixaremos de diferenciar — ou de nos importar — com o que é virtual (ou não) ao nosso redor.

O que é a realidade mista?

Uma espécie de evolução da realidade aumentada. Esta traz informação virtual para o mundo físico. Aponta-se o celular para o céu e ele mostra a temperatura do local e a umidade do ar naquele dia. Já a realidade mista entende o ambiente e promove uma interação do real com o virtual. Imagine uma bola de pingue-pongue virtual.

Um dispositivo — como celular, óculos e, no futuro, lentes de contato — mapeia o ambiente real e entende que ali há uma mesa, que a bola vai bater nela e vai cair no chão. A partir daí, insere-se essa bola, que não é real, dentro de uma sala de jogos de verdade.

Já assistiu à série Westworld [que se passa num parque com androides tão bem programados que parecem humanos]? Há um episódio em que um homem questiona uma mulher se ela é, ou não, real. Ela responde: “Se você não percebeu, faz diferença?” É disso que estamos falando.

Por que o conceito só está se difundindo agora?

Os primeiros projetos de realidade virtual começaram a acontecer em 1960 no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Mas, naquela época, o poder de processamento da computação gráfica era pequeno. Isso afetava a qualidade da experiência, e as pessoas passavam mal e enjoavam na hora de testar os protótipos.

Hoje, conseguimos alcançar altos níveis de renderização. Chegamos a um ponto em que é possível pôr em prática quase tudo o que imaginarmos.

Por exemplo?

Participei recentemente de uma pesquisa sobre tele-existência na Universidade Keio, no Japão. Eles colocaram um robô num ambiente e um ser humano em outro. Depois, fizeram a pessoa colocar óculos especiais e roupas e luvas cheias de fibras e sensores. O traje conecta os dois indivíduos, e a pessoa passa a controlar os movimentos do robô com precisão incrível.

É possível pegar um copo, coçar a cabeça. Isso, por si só, é um avanço extraordinário. Mas eles foram além e criaram um sistema chamado act feedback [resposta de ação, numa tradução livre do inglês]. Nele, tudo o que o robô faz a pessoa experimenta na pele. Se ele pega o copo, por exemplo, a pessoa sente a textura, a temperatura. Se algo esbarra no robô, ela também sente.

Isso vai mudar nosso jeito de trabalhar?

Quando os computadores surgiram, mudaram drasticamente a dinâmica corporativa. A realidade mista fará o mesmo. Na minha opinião, ela vai transformar o trabalho em “remoto social”. Ou seja, a pessoa vai estar em casa, colocará os óculos e estará no escritório, trabalhando lado a lado com outro profissional, que também estará em casa — ambos a quilômetros de distância um do outro.

O funcionário não vai precisar de um monitor. A informação que antes aparecia somente na tela do computador passará a existir de forma efetiva. Isso deverá gerar mais produtividade e tornar a interação com a tecnologia mais intuitiva também.

De que forma isso impacta a produtividade?

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos pela Accenture e pela Meta [empresa que fabrica óculos digitais] pegou um manual de Lego e o modelou em 3D. Um grupo de pessoas tinha de montar o Lego lendo o manual de papel em 2D. Outro grupo colocava os óculos de realidade mista e o manual era projetado, possibilitando girar e comparar a peça física com a vir­tual. A produtividade do segundo grupo foi 77% maior.

A realidade mista deverá mudar também o modo como usamos a internet. A navegação será imersiva. Cientistas de dados, por exemplo, não terão mais de analisar apenas gráficos estáticos. Poderão manipular os números, arrastá-los, olhá-los de outros ângulos. Enfim, haverá novas formas de interação que mudarão absolutamente tudo no mundo do trabalho.

Quais campos serão afetados por essa revolução tecnológica?

Educação, engenharia, design e saúde, entre outros. Deverá afetar ainda o jornalismo e os setores de mídia e de entretenimento. O foco vai ser na produção de experiências imersivas, e não mais na tela plana. A televisão, como se entende atualmente, deverá morrer. Empresas como Netflix e produtoras de games estão começando a pensar sobre isso.

Vai surgir um novo mercado. O mundo jurídico também será influenciado. Imagine um julgamento em que os jurados podem entrar na cena de um crime como se fossem testemunhas?

Como os profissionais podem se preparar para essas mudanças?

A realidade mista vai criar um mercado de trabalho sensacional. Quem está lendo isso deve ficar atento e pensar como ela poderá agregar valor a seu dia a dia.

Diferentemente da inteligência artificial, que substitui os profissionais em atividades que antes eram exclusividade dos humanos, a mista tem a capacidade de complementar nossa produção, trazendo mais insights, mais produtividade e deixando o trabalho mais intuitivo.

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Poli inaugura pré-mestrado em engenharia de computação para 2018

Poli inaugura pré-mestrado em engenharia de computação para 2018 | Inovação Educacional | Scoop.it

Com o objetivo de diminuir o tempo para o aluno conseguir o título de mestrado na área de Engenharia de Computação, a Escola Politécnica (Poli) da USP instituiu o programa de pré-mestrado, que será hospedado pelo Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS).
Além de oferecer ao aluno de graduação as habilidades e competências necessárias para a pesquisa em Engenharia da Computação, os interessados são preparados para desenvolver estudos avançados e resolver problemas não triviais da área, planejando e executando projetos de pesquisa através da metodologia científica.
“O aluno terá a oportunidade de estudar conteúdos nas disciplinas de pós-graduação que não são tratados em disciplinas de graduação e conhecer o estado da arte do seu tema de pesquisa”, explica a professora do PCS Cíntia Borges Margi.
A partir do novo programa, o estudante que ingressar no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PGEE) da Poli conseguirá reduzir o tempo necessário para obtenção do título de mestre em um ano. “Isso se deve a dois fatos: os créditos em disciplina necessários ao mestrado já terão sido cumpridos, e o plano de pesquisa já terá sido elaborado e iniciado”, completa a professora Cíntia.

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Escola com mensalidade de R$ 8.000 já tem 2.000 pais interessados em SP

Escola com mensalidade de R$ 8.000 já tem 2.000 pais interessados em SP | Inovação Educacional | Scoop.it

Com lotação total, além de champagne, camarão e vinho à vontade, o evento, em um prédio comercial na Vila Olímpia (zona oeste), recebeu dezenas de pais com seus filhos, interessados no projeto da escola bilíngue que promete formar "líderes globais" em várias cidades do mundo.
As primeiras turmas terão início no segundo semestre do ano que vem. Mas, um ano antes de abrir as portas, a Avenues já recebeu em seu escritório de São Paulo 2.000 famílias, conta Alan Greenberg, cofundador. São crianças que, segundo ele, hoje estudam em quase 100 escolas diferentes.
Além dos pais, a escola também está movimentando o mercado de contratações nas escolas de elite de São Paulo. A mais recente foi apresentada no início do evento: Cristine Conforti, que deixou o Santa Cruz após quatro décadas e liderará a área de estudos brasileiros da Avenues.
Profissionais vindos de colégios bilíngues como St. Paul's, Graded e Chapel School completam o time.
No total, 97 alunos dessas escolas, e de outras como Nossa Senhora das Graças, Porto Seguro, Vera Cruz e Santo Américo foram ao encontro desta terça-feira, junto de seus pais. Alguns ainda vestiam o uniforme da escola que pretendem deixar.

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Dívida do Fies provoca mudança nas regras do financiamento

Dívida do Fies provoca mudança nas regras do financiamento | Inovação Educacional | Scoop.it

Mais da metade dos contratos do programa está com pagamentos atrasados. A dívida acumulada é de quase R$ 1,5 bilhão, dinheiro que deixou de ser pago dentro do prazo pelos estudantes.

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Trump se recusa a estabelecer um padrão moral e abandona dever tradicional

Trump se recusa a estabelecer um padrão moral e abandona dever tradicional | Inovação Educacional | Scoop.it
O presidente Donald Trump fez mais na terça-feira do que simplesmente igualar manifestantes empunhando tochas e os ativistas esquerdistas que entraram em choque com eles em Charlottesville, Virgínia. Ele abdicou do que presidentes de Roosevelt a Reagan consideravam como um dever cardeal de seu cargo: estabelecer o curso moral para unificar a nação.

Ao ser perguntado durante sua coletiva de imprensa na Trump Tower se colocaria supremacistas brancos e neonazistas no mesmo "plano moral" que seus oponentes liberais e esquerdistas, um frustrado Trump respondeu: "Não estou colocando ninguém em um plano moral".

"O que estou dizendo é isto", ele explicou. "Havia um grupo de um lado e um grupo do outro, e avançaram um contra o outro com porretes e foi algo horrível."

Assim como muito do que Trump diz, sua declaração poderia ser desdenhada como um comentário improvisado, feito em meio a uma discussão acalorada com os repórteres. Afinal, o presidente declarou um dia antes que "racismo é o mal", que a Ku Klux Klan, neonazistas e supremacistas brancos "são repugnantes para tudo o que prezamos como americanos".

Mas a recusa por Trump em fazer um julgamento moral explícito sobre a violência em Charlottesville pareceu um reflexo genuíno de suas crenças. Com certeza, é semelhante à sua recusa em condenar as táticas de autocratas como o presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, ou o presidente da Rússia, Vladimir Putin.
"Há muitos assassinos", disse Trump para Bill O'Reilly da "Fox News" neste ano, quando perguntado sobre sua relutância em condenar o líder russo. "Você acha que nosso país é tão inocente?" Na verdade, os antecessores de Trump, remontando a George Washington, todos tentaram, com variados graus de sucesso, conduzir os americanos a um propósito moral superior.

Abraham Lincoln, em seu segundo discurso de posse, convocou os americanos, amargos após anos de guerra civil, a fecharem suas feridas "sem malícia contra ninguém e com caridade para com todos, com firmeza no correto".

Theodore Roosevelt falou sobre a necessidade de proteger os vulneráveis das predações da indústria. Woodrow Wilson rezava para que a Primeira Guerra Mundial fosse a guerra para acabar com todas as guerras. Franklin D. Roosevelt, que implantou o New Deal e derrotou o fascismo na Europa e no Japão, disse que a presidência era primeiramente um cargo para liderança moral.

"A presidência é o centro da autoridade moral neste país", disse Robert Dallek, um historiador que publicará uma biografia de Franklin D. Roosevelt neste ano. "Todo presidente antes de Trump pensava no cargo desta forma."

Se algo, o papel da presidência como árbitro moral apenas aprofundou nas últimas décadas, à medida que a sociedade americana se tornou mais laica, mas étnica e racialmente diversa, e mais dispersa pela mídia de massa e ascensão das redes sociais.

"Especialmente nos tempos modernos, com as comunicações instantâneas, muitos americanos estão inclinados a olhar para o presidente em busca de orientação sobre o que pensar a respeito de questões cruciais", disse o historiador Michael Beschloss. "Um presidente deve sempre falar com um grau intenso de sensibilidade moral."

Quando foi perguntado a Jimmy Carter em 1978 se planejava usar o peso moral de seu cargo para impedir neonazistas americanos de marcharem em Skokie, Illinois, um subúrbio predominantemente judeu de Chicago, ele respondeu que isso cabia aos tribunais. Mas acrescentou: "Eu gostaria que essa manifestação de filosofia política e social abjeta não ocorresse".

Ronald Reagan falou famosamente da América como estrela polar moral, uma "cidade reluzente em uma colina". Em seu discurso de despedida em 1989, ele disse: "Ela ainda é um farol, ainda um ímã para todos que buscam liberdade, para todos os peregrinos de todos os lugares perdidos que estão atravessando as trevas, na direção de casa".

George W. Bush, discursando ao Congresso dias após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, fez um chamado às armas contra os extremistas islâmicos que derrubaram o World Trade Center. Mas ele o casou com um apelo para que se evitasse um ataque maior contra o Islã.

"Nós respeitamos sua fé", disse Bush. "Ela é praticada livremente por muitos milhões de americanos e por mais milhões em países que a América considera como amigos. Seus ensinamentos são bons e pacíficos, e aqueles que cometem o mal em nome de Alá blasfemam o nome de Alá."

O antecessor de Bush, Barack Obama, apelou ao melhor nos americanos em meio a uma sucessão de partir o coração de tiroteios policiais e mortes com motivação racial. Ele invocava com frequência a noção de graça, nunca de forma mais indelével do que em Charleston, Carolina do Sul, após um supremacista branco ter matado a tiros nove pessoas, todas afro-americanas, enquanto oravam na Igreja Episcopal Metodista Africana Emanuel.

"Nós não ganhamos a graça, mas escolhemos como recebê-la. Nós decidimos como honrá-la", disse Obama, antes de liderar o serviço memorial cantando o hino "Amazing Grace".

"A Justiça", ele disse, "brota do reconhecimento de nós mesmos nos outros; de que minha liberdade depende do meu respeito pela sua; que a história não deve ser uma espada para justificar a injustiça, ou um escudo contra o progresso, mas deve ser um manual para como evitar repetir os erros do passado".

Nenhum dos antecessores de Trump viveu à altura dos padrões morais que estabeleceram. Franklin Roosevelt internou 125 mil nipo-americanos durante a Segunda Guerra Mundial. A guerra de Bush no Iraque inflamou as relações dos Estados Unidos com o mundo islâmico. Obama, que falava fervorosamente sobre a necessidade dos Estados Unidos intervirem com base humanitária em conflitos estrangeiros ("A inação rasga nossa consciência", ele disse em 2009), fracassou em fazê-lo na guerra na Síria.

Em alguns casos, como o abuso de poder por Richard M. Nixon e as transgressões pessoais de Bill Clinton, as falhas morais foram enormes.

Mas até agora, nenhum presidente rejeitou o próprio conceito de liderança moral. No sábado, em sua primeira resposta a Charlottesville, Trump condenou a violência "das muitas partes". Então voltou à voz passiva, expressando, como antes, um senso de futilidade de que as divisões entre os americanos algum dia serão curadas.

"Isso acontece há muito tempo em nosso país", ele disse. "Não durante Donald Trump, não durante Barack Obama. Isso acontece há muito, muito tempo."
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Christian change, 1970-2015, Europe

Christian change, 1970-2015, Europe | Inovação Educacional | Scoop.it

Of the 49 countries in Europe, Christianity decreased in 33 countries as a percentage of population by at least 1 point from 1970 to 2015. This is according to data from the World Christian Database. The decrease in Christian percentage occurred in all of the nine countries of Western Europe, 10 of the 13 countries of Northern Europe, 12 of the 17 countries of Southern Europe, and two of the 10 countries of Eastern Europe. The largest decreases were found in the Netherlands, Czech Republic, Belgium, Austria, and Germany.
Christianity as a percentage of population increased by at least one point in 14 countries. Eight of these countries were in Eastern Europe, four in Southern Europe, and two in Northern Europe. The largest increases were found in Moldova, Russia, Latvia, Albania, and Montenegro.

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Carreiras estão surgindo por conta dos influenciadores digitais

Carreiras estão surgindo por conta dos influenciadores digitais | Inovação Educacional | Scoop.it
Experiência com redes sociais e análise de dados são diferenciais para quem quer atuar na área
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HABITAT e Biominas Brasil lançam chamada para seleção de novas empresas para o Programa de Incubação 

HABITAT e Biominas Brasil lançam chamada para seleção de novas empresas para o Programa de Incubação  | Inovação Educacional | Scoop.it

A Incubadora de Empresas HABITAT e a sua gestora Biominas Brasil anunciam chamada para seleção de empreendimentos. A chamada tem o objetivo de identificar e selecionar empresas e projetos de base tecnológica no setor de ciências da vida para ingressar no programa de incubação da HABITAT, ainda no segundo semestre deste ano. As inscrições foram prorrogadas, e deverão ser realizadas até às 23h59min (horário de Brasília) do dia 30 de agosto de 2017, através do e-mail: habitat@incubadorahabitat.org.br.
A HABITAT já foi considerada por duas vezes, em 2004 e 2015, a melhor Incubadora do Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador realizado pela Associação Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos, a ANPROTEC e o Sebrae Nacional. É uma referência nacional em incubação de empresas, conta com a chancela da Biominas Brasil e há 20 anos apoia empreendedores na criação e consolidação de novas empresas inovadoras.
Poderão ser inscritas empresas nascentes que tenham atuação no setor de ciências da vida nas áreas de saúde humana e animal, agronegócios, insumos, meio ambiente e TI com foco em saúde, cujos empreendedores tenham interesse em desenvolver empresas na HABITAT que está localizada em Belo Horizonte. Além disso, a empresa deve corresponder a uma das seguintes categorias: (i) nova empresa instituída ou em constituição por pessoa física; (ii) nova empresa instituída ou em constituição por pessoa jurídica; (iii) empresa transferida, da região, de outras cidades do país ou do exterior; (iv) unidade organizacional de desenvolvimento tecnológico de empresa que pretenda desenvolver produtos e ou processos de base biotecnológica.
A proposta a ser apresentada pelos interessados consiste em um Plano de Negócio cujo conteúdo deve atender ao roteiro anexado ao edital que solicita informações técnicas, econômico-financeiras, mercadológicas e gerenciais do projeto. O edital está disponível para download neste link clique aqui.
Já está agendado para o dia 07 de agosto de 2017, às 14h, um workshop ‘Como elaborar um Plano de Negócio – Edital 02/2017 Habitat’, com o objetivo de esclarecer as dúvidas sobre a elaboração do Plano de acordo com o roteiro da Incubadora e sobre o processo de seleção, além de apresentar as facilidades do programa de incubação da HABITAT. Inscrições limitadas para o workshop, até dia 04 de agosto de 2017, pelo e-mail habitat@incubadorahabitat.org.br.
Os planos de negócio selecionados terão a oportunidade de se desenvolver em uma estrutura arquitetônica especialmente projetada para empreendimentos sensíveis às regulamentações sanitárias, com acesso a salas de uso privativo, laboratórios, almoxarifados, câmaras frias, central de esterilização, salas de reunião e área de convivência, todos de uso compartilhado,
Além disso, a HABITAT oferece um programa com metodologia para o desenvolvimento do negócio, suporte para o planejamento orientado para o mercado, assessorias, cursos, suporte ao licenciamento e ampla rede de contatos e mentores.

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Um em cada quatro internautas brasileiros fez graduação online

Por meio de uma pesquisa on-line, realizada pelo ConectaAi Express, mostra que 44% das pessoas entrevistadas já realizaram algum curso pela internet. Segundo o relatório, a rede facilitou o acesso à educação de maneira mais flexível, com a opção de gerenciar com autonomia o horário e local de estudo conforme as necessidades de cada um. O que chama atenção na mesma pesquisa, é que 35% realizaram graduação ou pós-graduação à distância, sendo 24% cursos de graduação e 11% de pós-graduação.
O estudo aponta que os cursos a distância são mais comuns entres os internautas das regiões Norte e Centro-Oeste e das classes A e B. A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017.

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Prêmio Brasil-Alemanha de Startups: prorrogadas inscrições para 18 de agosto

Prêmio Brasil-Alemanha de Startups: prorrogadas inscrições para 18 de agosto | Inovação Educacional | Scoop.it

As inscrições para o Prêmio Brasil-Alemanha de Startups, promovido pela Câmara Brasil-Alemanha de Indústria e Comércio (AHK-SP) e do qual o DWIH-SP é parceiro, foram prorrogadas para 18 de agosto. Nesta quinta edição do concurso, antes chamado de Prêmio Brasil-Alemanha de Inovação, serão agraciadas startups em nove categorias: Agricultura Digital, B2Bank, Cidades do Futuro, Eletromobilidade, Conectividade, Excelência Industrial, Governo Digital e Inteligência Artificial, bem como Alemanha, da qual o Centro Alemão de Ciência e Inovação – São Paulo (DWIH-SP) é o padrinho.
Startups alemãs poderão se inscrever para o prêmio, em suas respectivas categorias. No entanto, apenas uma será reconhecida como vencedora, na categoria Alemanha. O anúncio público dos ganhadores será feito durante o Congresso Brasil-Alemanha de Inovação, no dia 28 de setembro.

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Coca-Cola vai pagar R$ 3 milhões para quem descobrir um substituto para o açúcar - Inovação

Coca-Cola vai pagar R$ 3 milhões para quem descobrir um substituto para o açúcar - Inovação | Inovação Educacional | Scoop.it

A Coca-Cola lançou um desafio para pesquisadores e cientistas tentarem solucionar o maior problema da empresa: substituir o açúcar de suas bebidas. A companhia dará o prêmio de US$ 1 milhão, cerca de R$ 3,2 milhões, para quem conseguir ajudá-la a resolver essa questão.
Em nota oficial, a maior fabricante de refrigerantes do mundo especificou que está “buscando encontrar um composto de origem natural, seguro, com baixa ou sem calorias e que tenha o gosto de açúcar quando usado em bebidas e alimentos”.
O concurso, chamado de “The Coca-Cola Company Sweetener Challenge” (Desafio doce da Coca-Cola, em tradução livre), tem o edital bem restrito sobre a composição da solução. “A molécula não pode ser a base de estévia ou fruta-dos-monges e nem extraída de alguma espécie de planta protegida”, segundo as regras. Além disso, a empresa aconselha “expressamente que os participantes não provem ou consumam suas substâncias enquanto estiverem  fazendo os testes por terem uma toxicidade desconhecida e não serem aprovadas para consumo humano”.
“A Coca-cola afirma que está buscando uma molécula ou composto que tenha dados científicos para sustentar a segurança para consumo humano durante um período prolongado”, diz o regulamento.

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Receita lança novos cursos a distância em parceria com a CGE na 3ª edição do Hackfest

A Escola de Administração Tributária (Esat) da Receita Estadual, em parceria com a Controladoria Geral do Estado (CGE), vai lançar nesta sexta-feira (18) mais três novos cursos gratuitos de educação a distância (modalidade EAD), durante a etapa de premiação do “3º HackFest contra a corrupção na Paraíba”, que acontece no Centro Cultural Ariano Suassuna do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), em João Pessoa.
Os novos cursos são de Controle Social e o Serviço de Informação ao Cidadão (SIC-PB); Lei de Acesso à Informação (LAI e do Serviço de Informação ao Cidadão (SIC-PB) e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O secretário de Estado da Receita, Marconi Frazão, vai apresentar, às 16h, os novos cursos ao lado do secretário executivo da Controladoria Geral do Estado, Gilmar Martins, no auditório do TCE, durante a premiação do “3º HackFest contra a corrupção na Paraíba”. Os cursos foram produzidos pelo programa “Semeando Sementes da Cidadania”, desenvolvidos pela plataforma digital da Esat.
CURSOS A DISTÂNCIA – Para ampliar o programa de educação fiscal e ampliar o controle social, a Secretaria de Estado da Receita disponibilizou para a sociedade paraibana, por meio da plataforma digital da Escola de Administração Tributária (Esat), órgão pertencente à Receita Estadual, os cursos de educação a distância (modalidade EAD) produzidos pelo programa “Semeando Sementes da Cidadania”. Os cursos de educação fiscal e controle social são todos gratuitos. Além dos três novos cursos, já estão disponíveis na plataforma: “Conhecendo os tributos”; “Entendendo o orçamento público”; “Direitos e Deveres”; “ICMS –Saiba Mais”, “Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica NFC-e” e “Planejamento financeiro”.

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Ensino básico deverá promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais 

Ensino básico deverá promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais  | Inovação Educacional | Scoop.it

Uma das diretrizes que as instituições deverão obervar será a promoção do desenvolvimento de habilidades socioemocionais. O tema esteve em discussão nessa quinta-feira (17), durante a terceira reunião ordinária de 2017 do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).
A terceira versão da Base Nacional Curricular Comum do Ensino Infantil e Fundamental lista dez competências gerais que os estudantes terão que desenvolver. Elas não dizem respeito apenas a conhecimentos cognitivos, mas também ao que vem sendo chamado de habilidades socioemocionais. “Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, reconhecendo as emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas e com a pressão do grupo”, registra uma delas.
O assunto foi abordado em palestra ministrada, durante a reunião do Consed, pela psicóloga Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna. “Uma educação integral, como a base se propõe a oferecer, deve ir além das competências cognitivas clássicas. É preciso trazer uma nova fronteira que envolve outro grupo de habilidades que podem ser chamadas sociemocionais, não cognitivas, soft skills. Elas dizem respeito à capacidade de estar com outro, de respeitar diferenças, de ter autonomia, flexibilidade, criatividade, determinação, disciplina”, diz.
De acordo com Viviane, o modelo de escola existente hoje foi concebido no fim do século 18, na época do Iluminismo e da Revolução Industrial, quando a grande lacuna na humanidade era a falta de conhecimento e de desenvolvimento de habilidades cognitivas clássicas, como ler, escrever, calcular. Mas, diante da realidade do mundo contemporâneo, esse modelo precisaria ser repensado.
“As pessoas precisam desenvolver habilidades para se relacionar consigo mesmo e com o outro. A evidência científica, baseada em indicadores como notas e desempenho, mostra que essas competências são tão importantes quanto as cognitivas para o sucesso escolar”, diz Viviane. Segundo ela, a habilidade da determinação e da persistência pode fazer, por exemplo, com que o aprendizado de conteúdos de matemática evolua de forma mais rápida.

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Série inédita brasileira mostra salto da desigualdade no começo da ditadura

Série inédita brasileira mostra salto da desigualdade no começo da ditadura | Inovação Educacional | Scoop.it

As conclusões acima fazem parte dos resultados preliminares do estudo feito por Pedro Ferreira de Souza, pesquisador do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e da UnB. Souza integra um núcleo pioneiro do estudo da desigualdade no Brasil, que vem usando, pela primeira vez sistematicamente, informações das declarações do Imposto de Renda de quase um século de registros tributários brasileiros. Ao lado de Fabio Castro e do orientador Marcelo Medeiros (UnB e IPEA), utiliza a mesma metodologia do francês Thomas Piketty, que deu novo impulso ao debate global sobre as consequências econômicas e sociais da desigualdade com seu livro O Capital do Século 21 (2014).
Piketty não tratou de Brasil em seu livro —há dados apenas de Argentina e algo da Colômbia— e a maior parte da reflexão do francês está voltada às economias desenvolvidas. Por isso, os dados de Souza também ajudam a inserir a economia brasileira e da América Latina nos novos estudos sobre a desigualdade e a trajetória dela no tempo. O pulo do gato desta linha de pesquisa está em, ao usar dados do imposto de renda, corrigir distorções na medição de desigualdade que aparecem quando se utilizam pesquisas de amostragem como a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. No Brasil e no resto do mundo, esse tipo de pesquisa acaba subestimando a renda dos ricos: quer porque eles são menos acessíveis, quer porque têm menos habilidade ou intenção de falar de maneira precisa sobre seus ganhos.

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Novatos na crise: jovens brasileiros enfrentam por primeira vez uma recessão e um impeachment

Novatos na crise: jovens brasileiros enfrentam por primeira vez uma recessão e um impeachment | Inovação Educacional | Scoop.it

Casos como o de Fernanda e Nickolas estão se tornando cada vez mais comuns. Só no ano passado, de acordo com dados o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação entre jovens entre de 18 a 24 anos chegou a 16,8% e foi a que mais cresceu entre as faixas etárias. Segundo uma pesquisa da agência Consumoteca, nos últimos dois anos foram exatamente esses jovens os que mais adiaram ou abandonaram planos e, particularmente, os da classe C são os que mais sentem o efeito da crise econômica no Brasil. "O que preocupa é que teremos uma geração menos escolarizada e menos preparada para o mercado de trabalho. Todos esses nem-nens (que não estudam e nem trabalham) podem encontrar uma nova dificuldade de inserção quando a crise passar", afirma Michel Alcoforado, antropólogo e sócio fundador da Consumoteca.
O especialista explica, no entanto, que a crise atinge os milênios de maneira diferente. No outro extremo, entre os mais ricos e escolarizados, a recessão afeta menos mas os assusta mais. "Eles são os mais temerosos porque já possuem diversas obrigações, como a de pagar o aluguel, estão sobrecarregados e temem perder o emprego", explica. Embora esses jovens não tenham cultivado muitas aspirações de bens de consumo como os da geração passada, eles estão acostumados a um estilo de vida em que se gasta muito com viagens, bons restaurantes, bares e festivais de música. "Não querem perder esse estilo de vida e, por isso, procuram empregos que estejam à altura dos seus padrões de vida, como o de concursado".

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Mais da metade dos contratos do FIES está com pagamentos em atraso

Mais da metade dos contratos do FIES está com pagamentos em atraso | Inovação Educacional | Scoop.it
Dados conseguidos com exclusividade pelo Jornal da Globo mostram que a dívida acumulada do Programa Público de Financiamento Estudantil é de quase um bilhão e meio de reais, dinheiro que deixou de ser pago pelos estudantes no prazo.
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Advent compra ações de Chaim Zaher e fica com 8,7% da Estácio

Advent compra ações de Chaim Zaher e fica com 8,7% da Estácio | Inovação Educacional | Scoop.it

A gestora de private equity Advent passou a deter 8,67% da Estácio e com essa fatia tem direito a pelo menos duas cadeiras no conselho da companhia carioca. Ontem, o Advent comprou ações do empresário Chaim Zaher que reduziu fortemente sua participação de cerca de 10% para 1,25%. Uma parte dos papéis foi adquirida na bolsa e o restante numa transação privada, segundo o Valor apurou.
O Advent desembolsou cerca de R$ 76 milhões para adquirir na bolsa as ações de Chaim, que era o terceiro maior acionista. A corretora do Credit Suisse, banco do qual o empresário é cliente, movimentou R$ 120 milhões vendendo papéis da Estácio ontem no mercado. Além do Advent, outros fundos estrangeiros também compraram ações do grupo educacional. Ontem, o giro financeiro da Estácio ultrapassou a casa dos R$ 300 milhões, sendo que no dia anterior esse volume foi de R$ 61,5 milhões.
Segundo fontes, o Advent tinha interesse em adquirir uma fatia relevante em uma só transação, principalmente após o conselho da Estácio propor uma mudança de estatuto que institui a cobrança de um ágio de 30% ao investidor que atingir 20% de participação na companhia. Esse acionista já é obrigado a fazer uma oferta pública de ações (OPA) para aquisição de 80% da empresa. Outra proposta do conselho impede que acionistas com algum vínculo votem nas assembleias. A reunião de acionistas para analisar as mudanças apresentadas está marcada para o fim deste mês.
A venda das ações de Chaim para o Advent é uma reviravolta na estratégia traçada há cerca de 15 dias. Segundo fontes, ambos estavam se articulando para formar uma espécie de bloco de controle. O empresário chegou a alugar ações para aumentar sua fatia e ter maior força na assembleia do dia 31 deste mês. No entanto, a exigência (que já consta no atual estatuto da Estácio) de que qualquer acionista que atingir 20% da companhia é obrigado a fazer uma oferta por 80% da Estácio é uma barreira para uma união. O valor de mercado da Estácio é de mais de R$ 6 bilhões, ou seja, o cheque para cobrir um "tag along" é elevado.
Chaim é um ferrenho opositor às propostas de mudanças no estatuto apresentadas pelo conselho da Estácio, presidido por João Cox, e inclusive encomendou um estudo ao advogado Marcelo Trindade, ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), justificando sua posição. O documento foi enviado à Estácio na última sexta-feira, com pedidos de Chaim de torná-lo publico na CVM, o que não ocorreu.
Com a chegada do Advent como acionista relevante e direito para assumir cadeiras no conselho, a Estácio deve passar novamente por grandes mudanças. A gestora tem experiência no setor de educação, foi uma das responsáveis pela expansão da Kroton, que hoje é a líder do setor, e conhecida por uma gestão agressiva e forte governança corporativa. O Advent chegou a ter 50% da Kroton e foi se desfazendo aos poucos, até sair da empresa em 2013. Mas, voltou ao setor em 2015 com a aquisição da Faculdade da Serra Gaúcha, no Sul do país. O objetivo da gestora era montar uma plataforma de faculdades por meio da Serra Gaúcha, cuja compra foi avaliada em R$ 100 milhões.
O interesse do Advent na companhia carioca veio à tona após a fusão entre Estácio e Kroton ter sido reprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no fim de junho. De lá para cá, a gestora começou a comprar ações do Estácio na bolsa em transações isoladas. Porém, em 28 de julho, adquiriu um grande lote de ações, o que chamou atenção do mercado devido ao giro financeiro que ultrapassou os R$ 400 milhões. Ontem, o Advent voltou a comprar um grande volume de papéis da Estácio. O giro financeiro somou R$ 308 milhões, ou seja, cinco vezes mais do que o registrado no dia anterior.

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Com a internet das coisas, as máquinas vão aprender a reclamar

Com a internet das coisas, as máquinas vão aprender a reclamar | Inovação Educacional | Scoop.it
EXAME – Como mudar um modelo de negócios centenário?

Hubert Lienhard – Primeiro mudamos nosso comportamento. Não usamos mais gravata [risos]. Paramos de usar há um ano e meio. Temos também mais espaços abertos no escritório. E adotamos novas metodologias de trabalho, com mais colaboração entre as áreas e participação do cliente. Antes desenvolvíamos um produto e depois batíamos na porta do cliente para saber se ele tinha interesse. Gastávamos tempo e dinheiro para ouvir um “não, obrigado”. Hoje conseguimos lançar um produto bem-sucedido em um ano. Antes levávamos até o triplo desse tempo.

EXAME – Empresas como a alemã Siemens e a americana GE estão criando o próprio sistema operacional, à semelhança do iOS, da Apple, para os celulares. Vai ter espaço para mais de uma plataforma no futuro?

Hubert Lienhard – Sim. Além disso, acho que vai ter espaço para que outras companhias vendam aplicativos para as plataformas de outros fabricantes, assim como acontece com os celulares.

EXAME – Para desenvolver essas tecnologias, a empresa mudou o perfil dos profissionais contratados?

Hubert Lienhard – Sim. Há mais especialistas em análise de dados e engenheiros de software. Atualmente, temos 1.500 profissionais com esse perfil em todo o mundo, numa nova divisão de negócios criada no ano passado.

EXAME – Como ganhar velocidade nessa direção?

Hubert Lienhard – Pretendemos adquirir empresas na área de automação e software. Para isso, em 2016 vendemos a unidade de negócios que prestava serviços, como limpeza e segurança de áreas industriais, para investir mais em tecnologia.
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Kroton passa a oferecer financiamento estudantil com BV Financeira

A Kroton firmou uma parceria com a BV Financeira para a oferta de financiamento estudantil privado (FEP) aos alunos de graduação da empresa, segundo comunicado enviado nesta sexta-feira à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O FEP tem duração prevista de dez anos e abrange todas as instituições de ensino que hoje fazem parte da rede Kroton. O financiamento não envolve qualquer tipo de transação acionária e representa “um complemento importante à atual oferta de parcelamento estudantil” da companhia, segundo o comunicado.
Ainda de acordo com a Kroton, durante o financiamento, o estudante não pagará juros, apenas correção monetária, e poderá contar com prazo de pagamento diferenciado. As operações terão início já no segundo semestre deste ano.
Para a BV, o negócio ajudará na diversificação de receitas e do negócio, além da ampliação da carteira de crédito estudantil da companhia educacional. “Juntando esforços com a BV, conseguiremos ampliar e tornar mais robustas as soluções de financiamento para os nossos alunos”, afirma Frederico Abreu, diretor financeiro da Kroton, no comunicado.
Inicialmente, a expectativa é que sejam ofertados os produtos já existentes da BV como, por exemplo, seguros. Mas, a joint venture poderá vender e criar serviços para os alunos. A receita proveniente desses produtos e serviços será divida em partes iguais para a Kroton e BV Financeira.

A joint venture não envolve transação acionária, mas essa possibilidade não está totalmente descartada no futuro, segundo Abreu.

Regras

O financiamento estudantil da Kroton em parceria com a BV Financeira terá as mesmas regras do programa de parcelamento (PEP) criado pela companhia em 2015, logo após a crise do Fies, financiamento estudantil do governo.

Os alunos poderão financiar 50% da mensalidade, sem cobrança de taxa de juros, apenas com correção monetária. Metade do valor da mensalidade é paga durante o curso e os outros 50% são quitados nos quatro anos (ou o mesmo período da graduação) seguintes à formatura. A Kroton é quem subsidia a taxa de juros e a BV Financeira entra com os recursos.

O processo de contratação do produto será feito pela Kroton. No primeiro semestre do curso do aluno, a companhia concede o PEP (Parcelamento Estudantil Privado), cujos recursos são do caixa da Kroton. No segundo período, parte dos alunos vão migrar para o financiamento estudantil, cujo risco é da BV Financeira. “Não esperamos um aumento expressivo de alunos com o financiamento e sim vamos migrar o contas a receber para o banco”, disse Rodrigo Galindo, presidente da Kroton, durante teleconferência de resultados.

A expectativa de Galindo é que 30% dos alunos estudem com crédito privado da Kroton, sendo que 15% terão o financiamento com recursos da BV Financeira e os outros 15% ainda permanecem com o PEP, programa que usa recursos próprios da Kroton. Os demais 70% dos estudantes da companhia pagam do próprio bolso, Fies ou outros formatos de pagamento.

Nesta primeira etapa, que começa em janeiro de 2018, o financiamento estudantil não será ofertado aos calouros da Kroton. Os estudantes que já tem o PEP (Parcelamento Estudantil Privado) da Kroton vão migrar para o financiamento bancário. Segundo o vice-presidente de finanças da Kroton, nos próximos semestres, a companhia pode matricular calouros diretamente com o financiamento.

Ainda de acordo com Abreu, os alunos que não têm perfil para atender as exigências do banco como fiador e comprovante de renda vão permanecer no programa de parcelamento da Kroton, mas os percentuais subsidiados serão menores.

No financiamento estudantil, os recursos vem do banco e no programa de parcelamento, a Kroton é quem paga. “O FEP [financiamento] é complementar ao PEP [parcelamento]. A oferta do financiamento vai começar pequeno e aumentando aos poucos”, disse Abreu.

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Samsung cria plataforma que oferece cursos online e gratuitos

Samsung cria plataforma que oferece cursos online e gratuitos | Inovação Educacional | Scoop.it

Em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico - instituição de desenvolvimento tecnológico - a Samsung está disponibilizando uma plataforma que oferece cursos de programação, eletrônica básica, robótica e desenvolvimento de aplicativos Android.
O Code IoT, nome dado à plataforma, é uma iniciativa que faz parte do Tech Institute, programa da Samsung que oferece a oportunidade para jovens obterem uma formação técnica por meio de cursos gratuitos ou concessão de bolsas de estudos.
Os cursos são destinados a estudantes e professores do ensino fundamental e médio. No entanto, qualquer interessado nos conteúdos ofertados pode se inscrever e fazer as aulas normalmente. Com duração média de quatro a seis semanas, os cursos são gratuitos e os participantes que cumprirem as tarefas propostas receberão um atestado de conclusão.

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Como elaborar um projeto para captar recursos públicos?

Como elaborar um projeto para captar recursos públicos? | Inovação Educacional | Scoop.it
Como falamos em artigos anteriores, uma das possibilidades para quem precisa captar recursos para a empresa ou para um projeto específico é utilizar os editais públicos de financiamento. Ainda que cada edital tenha regras especificas e suas particularidades, separamos algumas dicas que serão uteis para participar de qualquer edital. Além de ler esse artigo, lembre-se: é imprescindível ler todo o edital com atenção antes de iniciar o preenchimento dele e separar com antecedência os documentos que precisarão ser enviados. Aviso dado, vamos às dicas!
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Lançada a nova versão da publicação 'The German Research Landscape'

Lançada a nova versão da publicação 'The German Research Landscape' | Inovação Educacional | Scoop.it
Pensando em estudar ou pesquisar na Alemanha? Então, faça o download da edição atualizada da publicação “The German Research Landscape”, produzida pelo Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD). O material oferece um vasto panorama da pesquisa na Alemanha, país que acolhe mais de 42 mil acadêmicos estrangeiros em instituições de ensino superior.
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