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Educação no Brasil - Apresentação powerpoint do Ministro Mercadante

Apresentação do Ministro Mercadante, dia 05.06.2012, disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17824....
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Inovação no século XXI

Inovação no século XXI | Inovação Educacional | Scoop.it

Há poucas semanas, a Vale, junto com outras 10 empresas globais, participou de um fórum sobre o futuro do sistema em que o conhecimento científico e tecnológico é transformado em inovação. Essa reunião, organizada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), tinha como objetivo garantir que o fluxo da inovação não fosse interrompido por conta de uma frágil articulação entre as partes.

O conceito clássico de inovação pressupõe que são as empresas nascentes (start-ups) as responsáveis pelas inovações. Essas inovações entram nas grandes empresas e ganham escala mundial de duas formas principais. Em um desses caminhos, a empresa nascente cresce, ganha mercado e torna-se uma grande empresa. Vários exemplos desse caminho surgiram no século XX, sobretudo, nas áreas de computação (tanto hardware como software). No segundo caso, mais frequente, a empresa nascente é comprada por uma grande empresa que, então, absorve a tecnologia e, assim, mantém ou amplia seu mercado.

Mas inovar não é tão trivial. Primeiro, é preciso ter um cliente, um consumidor disposto a pagar pela inovação. Antes disso, é preciso ter uma ideia e desenvolvê-la a ponto de torná-la um produto ou serviço com qualidade e custo adequados. Por fim, todas as inovações se forem interessantes serão sempre imitadas, mas podem sucumbir caso não sejam continuamente renovadas. A adoção das inovações pelas empresas de grande porte, desta forma, alimenta o fluxo, mantendo a integridade da cadeia de inovação e produção, barateando custos e ampliando o acesso do consumidor.

No painel organizado pelo MIT, estavam representantes de uma das maiores farmacêuticas do mundo, da maior produtora de software, da maior empresa no setor eletrônico e da Vale. O que fazia esse público tão díspar em uma reunião como essa? E o que fazia uma mineradora no meio dessas empresas tão intensivas em tecnologia? Entendermos a lógica de um mundo globalizado é a melhor explicação para essas perguntas..

Em um mundo cada vez menos unipolar, mais e mais os atores globais têm que agir globalmente. Em um mundo cada vez mais diversificado, mais e mais temos que entender nossos fornecedores (de tecnologia, por exemplo) e nossos clientes. Na reunião no MIT, buscou-se definir denominadores comuns para a inovação nas grandes empresas. Como aproximar a academia e as empresas nascentes das grandes empresas e, assim, obter desenvolvimento e inovação fundamentais para nossa existência enquanto espécie neste planeta? Saúde, telefones, carros, minérios, água e comida, bem como segurança, são produzidos em escala mundial e de amplo acesso graças a complexos sistemas de inovação e produção nos quais academia e indústria interagem.

Também foi alvo de discussão a contribuição fundamental de organizações industriais (Bell Laboratories, Sarnoff Laboratories, etc.), que, por razões diversas, deixaram de existir ou tiveram muito atenuadas suas funções. A contribuição desses grandes centros de pesquisa industrial era um elemento fundamental na cadeia de inovação. Instituições como essas nunca existiram no Brasil. Seus principais similares nacionais mais equivalem aos grandes centros de P&D que diversas grandes empresas têm ao redor do mundo.

Em nosso país e no mundo, a conversa entre academia e indústria ainda é difícil, com preconceitos de ambas as partes. Para a academia, a indústria é míope, imediatista e nem sempre quer resolver o problema na raiz. Para a indústria, a academia não tem compromisso com prazos e não se interessa pelas questões práticas. Assim, as diferentes dinâmicas e objetivos dessas organizações geram um descompasso e muitas vezes ressentimentos. Por outro lado, quando funciona adequadamente gera riqueza para a sociedade. Em alguns lugares onde esse sistema floresceu (Vale do Silício, Boston, Triangle Park) gerou riqueza, empregos, prosperidade. Ao redor do mundo as tentativas frustradas de imitar esse modelo são múltiplas.

Estudando os modelos (de interação academia/empresa) que fracassaram e os modelos de sucesso, em 2009, a Vale criou o Instituto Tecnológico Vale (ITV). Sua missão: criar opções de futuro por meio de pesquisa científica e desenvolvimento de tecnologias de forma a expandir o conhecimento e a fronteira dos negócios da empresa de maneira sustentável.

Por outro lado, as atividades que colocam a mineradora como um dos líderes globais em seu setor obrigam-na a ser eficiente em suas minas, portos e ferrovias. As inovações que geram esse resultado nascem tanto dos empregados, dos centros de P&D, como das parcerias com universidades e empresas de todo o mundo. Como deixou claro o painel do MIT, esse fluxo vital entre conhecimento e riqueza é frágil, precisa ser nutrido e ter suas partes adequadamente integradas. A priorização de setores competitivos da economia, como é o da mineração, deveria ser a principal alavanca para a inovação do país. O governo não deveria alavancar suas bases de inovação exclusivamente em setores de alta tecnologia. A inovação precisa das grandes empresas e, sobretudo, daquelas que são líderes globais.

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Experiências de educação ambiental ganham espaço

Plataforma EducaRES reúne práticas para inspirar iniciativas envolvendo a Política Nacional de Resíduos Sólidos

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou nova ferramenta digital, que reúne iniciativas envolvendo educação ambiental e comunicação social em resíduos sólidos. A Plataforma EducaRES tem o objetivo de mapear e divulgar ações que ajudem a enfrentar os desafios da implantação da Política Nacional de Resíduos (PNRS).

Instituições da sociedade civil, poder público e setor privado podem cadastrar suas práticas na Plataforma EducaRES até o dia 16/08. Com essa iniciativa, espera-se utilizar a educação ambiental para auxiliar a implantação da PNRS, criando uma base de dados de práticas existentes. A chamada pública para seleção de práticas foi publicada no Diário Oficial. 

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Ex-alunos esperam há dois anos por diploma de faculdade em Piracicaba

Ex-alunos esperam há dois anos por diploma de faculdade em Piracicaba | Inovação Educacional | Scoop.it

Estudantes dizem que concluíram curso em julho de 2012 na Anhanguera. Grupo afirma que procurou a escola, mas não conseguiu resposta até hoje.

Ex-alunos da Faculdade Anhanguera, em Piracicaba (SP), dizem que esperam pelo diploma do curso de engenharia de produção há dois anos. Eles afirmam que concluíram os estudos em julho de 2012, mas até agora não receberam o documento oficial de conclusão. Eles dizem que todos estudantes da turma estão sem os papéis e que a ausência atrapalha em contratações.   

O desenhista Adriano Schiavinato, de 30 anos, disse que cursou cinco anos na faculdade. “Entrei no segundo semestre de 2007. A minha foi a primeira turma do curso de engenharia de produção. Quando concluí a graduação, fui orientado que eu levaria seis meses para conseguir o diploma. Esperei um ano achando ser normal, depois disso comecei a cobrar a faculdade, mas até agora nada.”

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Veja os políticos famosos no Brasil e no mundo que têm em seu currículo cursos de educação a distância

Veja os políticos famosos no Brasil e no mundo que têm em seu currículo cursos de educação a distância | Inovação Educacional | Scoop.it

A educação a distância existe na África do Sul desde a década de 40, mas, a partir de 1990, a oferta e o interesse por este tipo de ensino aumentaram consideravelmente. O aluno de EAD mais famoso do país — e talvez de todo o mundo — foi Nelson Mandela, líder rebelde e presidente sul-africano, ganhador do Nobel da Paz em 1993, e que passou 27 anos preso.
E foi justamente enquanto estava na cadeia que Mandela estudou direito na Universidade de Londres. Só não conseguiu obter o diploma porque não recebeu permissão para fazer os exames presenciais no final do curso

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Financiamento ainda é o principal desafio da ciência no Brasil, diz Helena Nader

Financiamento ainda é o principal desafio da ciência no Brasil, diz Helena Nader | Inovação Educacional | Scoop.it

De hoje a domingo, Rio Branco sedia um dos maiores fóruns para a difusão dos avanços da ciência

Durante a entrevista, ela citou a falta de financiamento como o principal entrave da ciência brasileira nos dias atuais. “Enquanto nós investimos 1,1% do PIB [Produto Interno Bruto], a China investe mais de 3%”, afirmou a cientista. “Se não tiver recursos, o Brasil não vai dar o salto”, disse a presidenta da SBPC destacando que a ciência também precisa do aporte do setor empresarial.

Helena Nader ressaltou ainda os preparativos para levar a reunião ao extremo oeste do país. Os voos estão esgotados, assim como as reservas nos hotéis. No entanto, até a semana passada, o encontro tinha menos inscritos que edições de anos anteriores. Até o momento, são 4,5 mil inscritos contra 22,9 mil no ano passado, em Recife (PE), e 11,9 mil, em São Luís (MA), em 2012. O número ainda pode crescer. A expectativa dos organizadores é reunir de 10 a 12 mil pesquisadores.

Veja, abaixo, os principais trechos da entrevista concedida por Helena Nader à Agência Brasil.

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Enem: candidatos cegos criticam qualidade dos ledores

Pessoas com deficiência podem solicitar ajuda na hora da prova

Os concorrentes podem solicitar o auxílio de ledores e transcritores. O atendimento é realizado por duplas que podem atuar tanto na leitura quanto na transcrição dos textos e preenchimento dos cartões de resposta. No local de prova, ficam apenas o candidato, os dois auxiliares e um fiscal. Hugo Leonardo dos Santos fez a prova em 2013 e, com o resultado, vai ingressar na Universidade Federal de Rondônia em agosto de 2014. Ele conta que a ajuda do ledor foi importante, mas ainda precisa ser mais qualificada. “O ledor descreve tudo, mapas, gráficos, imagens. As pessoas que me auxiliaram foram nota 10 no esforço, mas não eram especializadas no trabalho com deficientes. Isso faz diferença.”

Rafhael Peixoto foi ledor em 2010 e concorda. A falta de um treinamento específico gerou dificuldades para ele durante a prova. Rafhael conta que a primeira questão continha uma imagem que ele não sabia como descrever, só depois de algum tempo, o ledor descobriu que, na própria prova, existia uma descrição padronizada para a figura. “Quando descobrimos foi um alívio. Eu já estava me desdobrando para explicar a imagem a questão.” Ele ainda salienta que o simples fato de saber ler não é suficiente para tornar alguém um ledor. “É preciso adequar a velocidade da leitura, a dicção, o próprio método utilizado. Tive que repetir inúmeras vezes a leitura da mesma questão e de suas alternativas", destacando que é preciso deixar o candidato à vontade para solicitar quantas vezes desejar que uma frase ou questão sejam lidas novamente. 

Também cabe ao ledor a função de transcrever a redação e marcar as respostas na grade de respostas. Tarso Germany fez o Enem em 2008 e lembra que escreveu a redação em braille e depois a ditou ao transcritor. Hoje formado em Geografia, Tarso acredita que fazer a prova ficou mais fácil agora que os ledores trabalham em duplas. “Quando um cansa, o outro pode ler. Duas pessoas podem explicar um mapa de maneiras diferentes e assim podem melhorar a compreensão do candidato.”

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Ministério da Justiça lança aplicativo para auxiliar professores da rede pública

O Ministério da Justiça lançou hoje (21), em parceria com a Universidade Federal de Goiás e o Ministério da Educação, aplicativo que auxilia os professores da rede pública de ensino a buscar informações sobre as classificações indicativas de programas de televisão, filmes e games.

A plataforma é a versão digital mais elaborada da cartilha que já foi distribuída aos professores e que contém, além de outras orientações, em linguagem didática, os critérios sobre os quais foram baseadas as classificações disponíveis e oferece ainda, conteúdos para serem trabalhados em sala de aula. O secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, destacou a importância da ferramenta para os educadores.

“A partir deste aplicativo, os professores serão mais um agente de proteção da criança e do adolescente, no meio dessa política tão importante, que faz o direito de escolha do que deve e não ser assistido em casa, e agora também dentro da escola”, disse.

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Revista Ensino Superior - Unicamp

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Resultado atual e evolução do Brasil no Pisa

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Além das fronteiras: a interdisciplinaridade para a interação entre (novos) conhecimentos

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Rankings internacionais, a polêmica

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Processo de Bolonha, bacharelado interdisciplinar e algumas implicações para o ensino superior privado no Brasil - Ensino Superior Unicamp

Processo de Bolonha, bacharelado interdisciplinar e algumas implicações para o ensino superior privado no Brasil - Ensino Superior Unicamp | Inovação Educacional | Scoop.it
Análise das influências do Processo de Bolonha no ensino superior público brasileiro
A história do ensino superior brasileiro não é muito longínqua, temos em torno de 200 anos. Isso sem contar o período dos seminários jesuíticos que existiram no período colonial, que fizeram a função de ensino superior.
O modelo que imperou sobretudo no ensino publico superior foi o europeu de origem francesa e alemã. Contudo, a partir do final dos anos 60 o modelo americano entra em voga como algo a ser copiado. Vimos seu reflexos pela implementação da Lei 5564/68 de Reforma do Ensino Superior, e pela LDB Lei 5692/71.
O sistema sofre uma nova mudança em 1996, com a nova LDB, que teve o projeto original elaborado pelo antropólogo Darcy Ribeiro, com uma ampla influência do modelo americano, que sobrevive, com várias alterações, na versão aprovada.
Em função disso inicia-se no governo FHC a reestruturação do sistema de ensino superior, tanto público como particular. A implantação das diretrizes curriculares trouxe coisas interessantes, de alguma forma  alinhadas ao que o Protocolo de Bolonha coloca (apesar de que num primeiro momento aparente o contrário).
 
Saímos dos chamados currículos mínimos nacionais, que homogeneizavam o sistema, possibilitando uma navegabilidade/mobilidade quase plena entre os cursos das diversas IES, para um currículo que possibilitava liberdade de personalização de cursos muito grande, fazendo com que essa mobilidade se reduzisse. As diretrizes trouxeram também uma estruturação dos currículos em quatro níveis; formação básica, formação instrumental, formação profissional e formação completar. Contudo, como indica Marinho (2011)[15], a maioria das IES não souberam aproveitar as oportunidade de criar algo diferente.
 
Com a implantação do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) pela lei 6.096 de 24 de abril de 2007, objetivava-se possibilitar às universidades federais ampliar as condições de acesso e permanência dos estudantes na educação superior levando algumas IES federais a inovar as formas com que ofertavam seus cursos. No fundo, o objetivo era ampliação de vagas iniciais e diminuição da evasão nos cursos presenciais de graduação. Das 53 universidade que aderiram ao Reuni, somente 26 fizeram grandes alterações acadêmicas. As outras buscaram, sobretudo, os recursos financeiros disponíveis para reforma e investimento em infraestrutura, deixando de lado as questões pedagógicas. [16]
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Cursos massivos abertos online têm um aspecto neocolonialista

Cursos massivos abertos online têm um aspecto neocolonialista | Inovação Educacional | Scoop.it
Cursos massivos abertos online, ou MOOCs, são o mais recente esforço para aproveitar a tecnologia da informação no ensino superior. O conceito tira vantagens dos avanços significativos em tecnologia que permitem uma pedagogia muito mais interativa, bem como a entrega mais sofisticada de conteúdo. Enquanto os MOOCs ainda estão em um estágio inicial de desenvolvimento, seus patrocinadores, assim como muitos comentaristas e formuladores de políticas públicas, tornaram-se entusiastas, e os encaram como uma forma barata e inovadora de distribuição de conteúdo para grandes públicos, enquanto outros vêem potencial de lucros.
Um aspecto do "movimento MOOC" não foi totalmente analisado – quem controla o conhecimento. Considerando-se de onde o conteúdo e a tecnologia que suportam os MOOCs são originários, a resposta é clara. Os MOOCs são em grande medida um esforço liderado pelos Estados Unidos e a maioria dos cursos disponíveis até agora vêm de universidades estadunidenses ou de outros países ocidentais. Os principais provedores estão também nos países tecnologicamente avançados. A tecnologia em uso foi desenvolvida no Vale do Silício, Kendall Square, em Cambridge, Massachusetts, e em outros hubs de inovação de tecnologia da informação. Os primeiros a adotar os MOOCs têm uma vantagem significativa nessa arena. Enquanto a globalização aumentou a influência dos centros acadêmicos em países economicamente poderosos, os MOOCs prometem ampliar essa hegemonia em ensino superior, aproveitando a tecnologia para a rede de conhecimento existente.
Outros, em diversas e menos desenvolvidas regiões do mundo, estão se juntando ao trem dos MOOCs, mas é provável que estarão usando a tecnologia, as ideias pedagógicas e grande parte do conteúdo desenvolvido em outros lugares. Dessa forma, os cursos online ameaçam exacerbar a influência mundial da Academia Ocidental, reforçando sua hegemonia em ensino superior.
Dois dos provedores originais de MOOCs, Coursera e EdX, são iniciativas norte-americanas: a primeira, fundada por professores de Stanford e com sede em no Vale do Silício, Califórnia; a segunda, estabelecida pela Universidade Harvard e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Muitas outras universidades top, principalmente nos Estados Unidos, já aderiram a esses esforços. O Coursera oferece 535 cursos em diversas áreas de estudo – 24% dos cursos são originários de fora dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália; o EdX oferece 91 cursos – 19 dos quais são de fora da América do Norte e do Reino Unido. Alguns desses cursos matriculam até 300 mil alunos, com média de matrículas por curso de aproximadamente 20 mil. A grande maioria dos estudantes vêm de fora dos Estados Unidos. As taxas de conclusão aparentemente são bauixas – a maioria inferior a 13%. Muitos no movimento MOOC estão buscando lucrar com MOOCs – um objetivo até o momento não alcançado.
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Trabalho de mestrado em Química estimula educação científica por meio de jogos lúdicos

Trabalho de mestrado em Química estimula educação científica por meio de jogos lúdicos | Inovação Educacional | Scoop.it

Despertar o interesse científico em crianças do ensino fundamental ainda é um desafio a ser superado nas escolas de formação básica do País. Um trabalho de mestrado produzido na Universidade Federal de Goiás (UFG) - Regional Catalão buscou transformar o quadro da educação científica, estimulando atividades lúdicas e interativas para motivar os jovens a se interessarem por ciência. 
 O trabalho, intitulado O ludo e a ciência dos materiais cerâmicos: construindo conhecimento científico com alunos do ensino fundamental, foi desenvolvido por dois anos no curso de Química na Regional Catalão da UFG. Esse trabalho foi aplicado no Colégio Nacional Dr. Jamil Sebba, em Catalão/GO. Eloah da Paixão Marciano, autora do trabalho, conta que realizou um estudo da infraestrutura da escola, traçando assim o perfil pedagógico da instituição. O projeto teve foco no ensino de ciências de materiais, especialmente em materiais cerâmicos.
 A iniciativa envolve o Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiado pela Fapesp, e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN/CNPq), com participação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), além do Programa de Pós-Graduação em Química da UFG em Catalão.

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Inovações na educação 'servem de estímulo a professor', diz OCDE

Inovações na educação 'servem de estímulo a professor', diz OCDE | Inovação Educacional | Scoop.it

Estudo vê 'indícios' de benefícios trazidos por inovações na sala de aula; relação não é 'facilmente comprovável'.

Inovações - de filosofia, estilo e até de recursos tecnológicos - nas escolas podem ter impacto positivo na valorização de professores e, em alguns casos, nas notas dos alunos em algumas disciplinas.

É o que sugere um estudo-piloto divulgado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o relatórioMensurando Inovação na Educação.

A análise se debruçou sobre 28 sistemas educacionais (entre países, estados americanos e territórios canadenses, Brasil não incluído) no mundo. As conclusões podem ser lidas no link http://bbc.in/1yPdvTw.

Segundo os especialistas da OCDE, ainda que não haja uma relação facilmente comprovável entre inovação e melhorias na educação, "em geral, países com maiores níveis de inovação veem aumento em alguns resultados educacionais, incluindo melhor performance em matemática na oitava série (13 e 14 anos), resultados de aprendizado mais igualitários e professores mais satisfeitos".

Entre as inovações analisadas estão materiais didáticos, recursos educacionais, estilo de ensino, aplicação de conhecimento na vida real, interpretação de dados e textos, disponibilidade de computadores e sistemas de e-learning nas aulas, novas formas de organizar atividades curriculares e uso de tecnologia na comunicação com pais e alunos, entre outros.

Porém, os investimentos em tecnologia e inovação não são unanimidade entre estudiosos de educação, já que nem sempre esses investimentos se traduzem em melhor desempenho ou em benefícios mensuráveis - e muitas vezes incorrem em aumento de gastos.

Questão de confiança

O autor do relatório, Stephan Vicent-Lancrin, explica à BBC Brasil que de fato não é possível verificar com certeza a relação direta entre inovação e benefícios. Mas há "indícios" de que aquela tenham efeitos positivos na igualdade de oportunidades entre alunos, no desempenho em disciplinas como matemática e, sobretudo, no estímulo a professores.

"Não podemos afirmar com certeza que as notas melhoram graças a inovações na sala de aula. Mas vemos que inovações trazem confiança para (que agentes participantes da educação) promovam outras mudanças", diz Vincent-Lancrin.

"A relação mais forte que observamos foi em relação à satisfação de professores. Mais inovações trouxeram mais motivação."


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Professores universitários brasileiros vão à Finlândia em busca de melhor formação

Professores universitários brasileiros vão à Finlândia em busca de melhor formação | Inovação Educacional | Scoop.it

Iniciativa do MEC (Ministério da Educação) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), o programa propõe-se a apoiar projetos de pesquisa aplicada que contribuam para a capacitação dos professores com a concessão de bolsas de desenvolvimento tecnológico e inovação no exterior júnior.

As propostas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ R$ 3.975 milhões, oriundos do orçamento da Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica) do MEC. No mínimo 30% dos recursos serão destinados a projetos coordenados por proponentes vinculados a instituições das regiões Norte ou Nordeste.

Os docentes selecionados  tiveram de comprovar que são efetivos do quadro permanente dos institutos federais, ter o currículo Lattes atualizado e domínio da língua inglesa.

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Abril Educação vê potencial para triplicar operação de idiomas

A Abril Educação aposta em uma maior promoção de seus cursos de idiomas entre os alunos de seus sistemas de ensino para impulsionar o crescimento das redes de línguas Wise Up, YouMove e Red Balloon, em uma estratégia que tem potencial para triplicar o número de estudantes deste segmento da companhia.

A iniciativa ganha corpo enquanto a Abril Educação aguarda a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a entrada da Tarpon Investimentos no bloco de controle da companhia, cujos interesses no setor de educação vão de editoras, sistemas de ensino, escolas, cursos preparatórios, idiomas e negócios complementares.

"O desafio de idiomas é de sinergias com os nossos sistemas de ensino. Nós não pensamos em fazer mais nenhum M&A (sigla em inglês para fusões e aquisições). O desafio é levar as nossas marcas para que o ensino de idiomas seja consumido dentro das escolas”, disse à Reuters o presidente da Abril Educação, Mario Ghio Junior, que assumiu a direção da companhia em junho.

Segundo o executivo, esta é uma tendência forte no mercado, sobretudo após a aprovação da "Lei das Domésticas" em 2013, que regulamentou a atividade de empregados domésticos no Brasil, com custos mais altos para as famílias.

Desta forma, segundo o executivo, os pais veem mais vantagem em manter os filhos por mais tempo nas escolas, realizando outras atividades além das aulas regulamentares, para reduzir os gastos com empregados domésticos.

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Enem: candidato com discalculia terá direito a calculadora

Enem: candidato com discalculia terá direito a calculadora | Inovação Educacional | Scoop.it

Desde 2012, Inep oferece atendimento especializado a pessoas com dislexia

A discalculia é um transtorno que afeta a aprendizagem da matemática. A doutora em psicologia escolar e professora na faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Beatriz Vargas Dorneles explica que, a partir dos 5 e 6 anos, começam a se observar sintomas da discalculia, como a dificuldade em reconhecer e lidar com tudo que envolve números. O aluno apresenta problemas para decorar tabuada e fórmulas, para realizar sequências numéricas e contagem e pode cometer trocas de números e de sinais. Isso acaba atingindo o aprendizado não só da matemática, mas de outras disciplinas que lidam com números como física, química e até mesmo história.

 Segundo Beatriz, o distúrbio ainda é pouco estudado e, provavelmente, menos frequente que a dislexia. O diagnóstico é feito por meio de avaliações com psicólogo, neurologista e psicopedagogo. “Para ser avaliado adequadamente numa prova, o discalcúlico necessita de apoio com as fórmulas matemáticas por escrito, auxílio da tabuada e da calculadora e tempo adicional”, explica Beatriz. 

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Curso de técnico em segurança do trabalho é o mais procurado no Sisutec

O curso de técnico em segurança do trabalho foi o mais procurado no primeiro dia de inscrição do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), segundo balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) no fim da tarde de hoje (21). O curso recebeu 14.823 inscrições. Em seguida, estão os cursos de técnico em logística (11.641), de técnico em enfermagem (9.516), de técnico em informática (6.823) e de técnico em radiologia (6.641).

No total, segundo o MEC, 51.895 candidatos se inscreveram no programa no período.  Como cada um pode escolher até duas opções de curso, o número de inscrições chegou a 99.171. Em relação aos estados, a Bahia foi o que mais recebeu inscrições, 11.715. O Ceará está em segundo lugar, com 8.451 inscrições, e o Rio Grande do Norte em terceiro, com 7.520.

A expectativa do MEC é que o número de inscrições cresça a cada edição, por causa da alta demanda no Brasil pela contratação de técnicos. "O país tem a necessidade de aumentar a competitividade de suas empresas e a qualificação dos profissionais é um fator muito importante", disse o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Aléssio Trindade. "Há uma demanda muito grande por técnicos no país e essa demanda vai fazer com que haja uma procura cada vez maior dos cursos técnicos", acrescentou.

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Google abrirá campus em SP para fomentar novas startups

Google abrirá campus em SP para fomentar novas startups | Inovação Educacional | Scoop.it

A data de inauguração do espaço e detalhes sobre a inscrição de startups só devem ser divulgados nos próximos meses

Empreendedores brasileiros terão um novo espaço colaborativo para trocar ideias e buscar aperfeiçoamento para suas recém-criadas empresas. O Google anunciou nesta segunda-feira (21) que abrirá um espaço dedicado a novas startups na cidade de São Paulo.

Chamado de Campus Google, o local irá oferecer opções de escritório colaborativo (também conhecidos como co-working hubs) e treinamento para as startups inscritas. 

No espaço as empresas receberão orientação e treinamento de integrantes da comunidade local, incluindo profissionais do ramo e especialistas do Google. Também haverá um ambiente para escritório colaborativo com acesso à internet e realização de eventos para ampliar a rede de contatos dos empreendedores.

O Campus de São Paulo fará parte do projeto ‘Google for Entrepreneurs’, que já existe em moldes similares nas cidades de Londres, Tel Aviv e Varsóvia. 

Segundo o Google, o Brasil já abriga boas startups e acredita que o Campus de São Paulo ajudará a fomentar a próxima geração de grandes empreendedores brasileiros, estimulando assim a inovação em todo o país.

A data de inauguração do espaço e detalhes sobre a inscrição de startups só devem ser divulgados nos próximos meses, mas a empresa espera estrear o projeto até o começo de 2015.

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Ciência sem Fronteiras pode romper tradição aulista da universidade brasileira

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Universidades de pesquisa nos países de renda média e em desenvolvimento

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Avaliando os resultados de aprendizado no ensino superior brasileiro

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A vulgarização do saber (1931) - Ensino Superior Unicamp

A vulgarização do saber (1931) - Ensino Superior Unicamp | Inovação Educacional | Scoop.it
Tudo isso demonstra que o público em geral tem sua atenção despertada para as coisas do saber e aspira participar do movimento incessante das idéias e compreender, pelo menos em suas linhas essenciais, as bases dos grandes fatos científicos e a essência das principais leis naturais. Essa aspiração é, sem dúvida, nobilitante. Será ela útil? Poderá ela ser satisfeita? Que resultados advirão de uma cultura popular mais extensa e, o que é fundamental, até que ponto poderão os homens de ciência corresponder a esse apelo coletivo? Enfim, terá a ciência alguma coisa a ganhar com esse movimento?
Difícil seria responder de um modo cabal a todas essas perguntas. Esses problemas já têm sido discutidos por sábios e filósofos e as conclusões são, em geral, contraditórias. Alguns não escondem o seu ceticismo e não crêem na possibilidade de reduzir a termos suficientemente elementares os resultados complexos de pesquisas científicas, para a compreensão dos quais é necessária uma longa preparação
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Migrações de professores de universidades privadas para públicas: os casos da Unicamp e da USP - Ensino Superior Unicamp

Migrações de professores de universidades privadas para públicas: os casos da Unicamp e da USP - Ensino Superior Unicamp | Inovação Educacional | Scoop.it
O presente trabalho pretende explorar o ensino superior brasileiro através da atuação docente, em especial as migrações decorrentes do ensino superior privado para o público. Diante de um cenário que vem passando por muitas transformações nos últimos anos e com características singulares em nosso país, lançamos nosso olhar sobre a carreira do docente do ensino superior, que apesar de sua reconhecida importância, ainda é pouco explorada cientificamente.
Este trabalho é uma exposição de resultados de pesquisa de mestrado. A escolha em desenvolver este tema decorreu das reflexões e inquietações sobre percurso formativo e profissional dos docentes no ensino superior de instituições públicas e privadas do Estado de São Paulo.
 
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