Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Adolescente britânico envia fotos nu pelo celular e caso é registrado como crime

Adolescente britânico envia fotos nu pelo celular e caso é registrado como crime | Inovação Educacional | Scoop.it
Um caso envolvendo um adolescente de 14 anos que enviou uma foto de si mesmo nu para uma colega de escola foi registrado pela polícia do Reino Unido como crime, por envolver a produção e distribuição de imagens indecentes, segundo informações obtidas pela BBC.
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As origens dos zumbis - e por que eles exercem tanto fascínio

As origens dos zumbis - e por que eles exercem tanto fascínio | Inovação Educacional | Scoop.it
Os zumbis de hoje são o resultado da transposição e adaptação dessa exótica criatura das partes pobres das colônias para o centro do império.
Também especula-se que a palavra venha de línguas da África Ocidental – ndzumbi significa "cadáver" no idioma mitsogo, do Gabão, enquanto nzambi qur dizer "espírito de um morto" em quicongo, falada no antigo Reino do Kongo e hoje uma língua nacional em Angola.
Era desses lugares que os traficantes de escravos europeus traziam uma enorme quantidade de africanos para trabalhar nas plantações de açúcar das Índias Ocidentais, gerando lucros que alimentaram a ascensão da França e da Inglaterra como potências mundiais.
Os escravos levaram sua religião para o outro lado do Atlântico, mas a lei francesa os obrigava a se converterem ao catolicismo. O que surgiu, então, foi uma série de elaboradas religiões artificiais, que misturam com criatividade os elementos de diversas tradições, como o vodu do Haiti, o obeah da Jamaica e a santeria, de Cuba.
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Caso de Sucesso da Fundação Getulio Vargas – FGV | Brightspace

Caso de Sucesso da Fundação Getulio Vargas – FGV | Brightspace | Inovação Educacional | Scoop.it
Ao migrar para a plataforma Brightspace, a FGV viu nas novas ferramentas um baú de tesouros repleto de possibilidades para aumentar o envolvimento dos alunos.
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Dinheiro nem sempre é solução na educação pública, diz economista

Dinheiro nem sempre é solução na educação pública, diz economista | Inovação Educacional | Scoop.it

Em sistemas de educação, pesquisas mundiais têm mostrado que mais dinheiro para motivar os trabalhadores nem sempre é a solução para os problemas do setor.
Em um painel do seminário internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: Gestão Escolar, na tarde desta quarta-feira (2), o economista e professor do Insper Ricardo Paes de Barros discutiu estratégias que possam ajudar o Brasil a cumprir as metas da educação. O evento foi promovido pelo Instituto Unibanco e pela Folha.
Paes de Barros disse que os sistemas de motivação extrínseca, aqueles que oferecem algum tipo de vantagem ao indivíduo, podem ter efeitos negativos e positivos. Podem funcionar como um empurrão para quebrar a inércia e permitir às pessoas a realização de tarefas, mas também, tal como um vício, determinar que a recompensa seja a única forma de motivação.
Embora as experiências mundiais coloquem em dúvida a funcionalidade do impacto do incentivo financeiro, o professor acredita que, dada a dimensão da desigualdade brasileira na educação, o estímulo é uma ferramenta que pode ser importante.

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Seminário Cultura de Redes - Ricardo Teixeira

O 1º Seminário Interno sobre Cultura de Redes do Instituto Unibanco, em São Paulo, abordou aspectos conceituais deste tema, bem como suas diversas possibilidades de sentido na contemporaneidade e casos de aplicação em políticas públicas.
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Seminário Cultura de Redes - José Murilo

O 1º Seminário Interno sobre Cultura de Redes do Instituto Unibanco, em São Paulo, abordou aspectos conceituais deste tema, bem como suas diversas possibilidades de sentido na contemporaneidade e casos de aplicação em políticas públicas.
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Corte maior no orçamento de 2016 'é realidade', diz ministro da Educação

Corte maior no orçamento de 2016 'é realidade', diz ministro da Educação | Inovação Educacional | Scoop.it
O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, já trabalha com um cenário de "corte maior" no orçamento de sua pasta para 2016 e afirma estar buscando "soluções eficazes com pouco custo" para administrar "com inteligência" em meio à crise econômica.

"No ano que vem, infelizmente, estamos contando que vai haver um corte maior. Agora, isso é uma realidade. Vocês todos (jornalistas) noticiam que há uma crise econômica no Brasil. Isso é público e notório", afirmou Janine Ribeiro, após palestra que abriu o segundo dia do seminário internacional "Caminho para a qualidade da educação pública: Gestão Escolar", promovido pelo Instituto Unibanco e correalizado pela Folha, em São Paulo.

Conforme revelado pela Folha nesta quinta-feira (3), diante da previsão de deficit no Orçamento de 2016 enviado ao Congresso, o Palácio do Planalto decidiu congelar a oferta de novas bolsas no programa Ciência sem Fronteiras, uma das bandeiras do governo Dilma na área. O ministro da Educação disse apenas que ainda analisa o Orçamento de 2016.
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Escolarização no Brasil está 20 anos atrás de vizinhos, diz ex-ministro

Escolarização no Brasil está 20 anos atrás de vizinhos, diz ex-ministro | Inovação Educacional | Scoop.it
O Brasil está mais de 20 anos atrasado em relação a países vizinhos como o Chile em termos de escolarização. O caminho a ser recuperado é longo, mas possível, defendeu nesta quarta-feira (2) Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda e vice-presidente do Conselho do Instituto Unibanco.

O instituto correaliza com a Folha o Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: Gestão Escolar, em São Paulo.

De acordo com o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), em 2013, a média de anos de estudos no Brasil era de 7,2, enquanto no Chile o índice chegava a 9,8 anos. Outro vizinho sul-americano, a Bolívia, tinha 9,2 anos como média de escolaridade.

Malan disse que eventos como o seminário, que teve os lugares esgotados, demonstram o interesse pelo tema e a disposição de diversos setores da sociedade de trabalhar para que o atraso seja recuperado. Para isso, o Brasil deveria se espelhar em exemplos bem-sucedidos de gestão pública da educação.
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Monitorar alunos é chave para casos de sucesso em educação pelo mundo

Monitorar alunos é chave para casos de sucesso em educação pelo mundo | Inovação Educacional | Scoop.it
O acompanhamento sistemático do desempenho dos estudantes por meio da construção de uma base de dados sobre as escolas tem ajudado realidades distantes como a Austrália e a província de Ontário, no Canadá, a alcançar metas de melhoria da educação.

O monitoramento do desempenho, aluno por aluno, vem permitindo a essas regiões reduzir lacunas de aprendizado entre os segmentos mais vulneráveis da população, como os aborígenes na Austrália e imigrantes no Canadá.

"São muitas as estratégias utilizadas para melhorar o desempenho escolar na Austrália, mas o foco no monitoramento do desempenho dos estudantes vem surtindo efeitos significativos", afirmou Barry McGaw, ex-presidente do Conselho da Acara (Australian Curriculum, Assessment and Reporting Authority), da Austrália. McGow apresentou a experiência australiana em educação durante o Seminário Internacional de Gestão Escolar 2015, promovido pelo Instituto Unibanco e correalizado pela Folha.
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Orçamento do Fies é de R$ 18,8 bi em 2016

Orçamento do Fies é de R$ 18,8 bi em 2016 | Inovação Educacional | Scoop.it
O Ministério do Planejamento alocou para 2016 um orçamento de R$ 18,8 bilhões para o Fies, financiamento estudantil do governo. Esses recursos serão destinados ao pagamento de quase 2 milhões de contratos do Fies, além de uma parcela do programa deste ano que o governo se comprometeu a quitar em 2016.

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou o pagamento de quatro mensalidades do Fies para os próximos três anos e com isso a verba de 2015 do programa estudantil ficou em R$ 16,6 bilhões.


"Se assumirmos que o número de contratos do Fies ao final do ano ficará estável em 1,9 milhão, como sugerido pelo secretário-executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, nossa estimativa de demanda para 2016 corresponde exatamente aos R$ 18,8 bilhões previsto pelo Projeto de Lei Orçamentária", informa Bruno Giardino, analista do Santander, em relatório. Na semana passada, o secretário-executivo do MEC informou que prevê encerrar o ano com o mesmo volume de contratos registrado em 2014 devido a evasão, alunos que se formaram e redução do tamanho do programa. Neste ano, o volume de novos financiamentos do governo caiu pela metade.

Ainda, de acordo com estimativas do Santander, o setor de ensino superior privado deve chegar em 2021 com 1,3 milhão de alunos com Fies levando em consideração a contratação de 320 mil a 350 mil novos financiamentos por ano.

O analista do Santander observa que o orçamento de R$ 18,8 bilhões para o programa estudantil do governo é positivo para as empresas do setor. "Em nossa opinião, o Projeto de Lei Orçamentária pode aliviar as preocupações do mercado sobre um novo corte em novos contratos do Fies ou o início do ciclo de recompra do Fies." Há um receio do mercado de que o Ministério da Educação volte a pagar oito mensalidades do financiamento estudantil em 2016 por conta da escassez de recursos do governo federal. Costa garantiu, na semana passada, que esse risco não existe e pagará as 13 parcelas do Fies (12 de 2016 e mais uma deste ano).

O Projeto de Lei Orçamentária, apresentada na segunda-feira, prevê um orçamento de R$ 103 bilhões para a educação, sendo que 30% são reservados para o ensino superior público e 18% ao Fies. A educação básica terá uma fatia de 24%, o ensino profissionalizante terá 10% desses recursos e demais 18% estão alocados em outros segmentos dentro de educação.

O Ministério do Planejamento informou, na proposta orçamentária para 2016, quer aumentar o número de matrículas em universidades federais de 932 mil para 1,4 milhão e ofertar 5 milhões de vagas de Pronatec.
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Médico opera coração usando robô e joystick

São 13h28. Na "sala do futuro", como os médicos chamam o maior centro cirúrgico do Albert Einstein, em São Paulo, o paciente está sob efeito da anestesia.

Ligado a uma máquina de circulação extracorpórea, seu coração está parado. Como se fossem as patas de uma aranha gigante, os quatro braços do robô Da Vinci estão fincados no lado direito do tórax do homem de 65 anos.

A dois metros, joysticks nas mãos, o cirurgião cardíaco Robinson Poffo pede: "Silêncio. Reduzam as luzes, por favor". A operação começa.

O paciente tem insuficiência da válvula mitral, que compromete o fluxo sanguíneo no coração. A cirurgia visa reconstruir essa estrutura.

O robô está conectado ao doente por três pequenas incisões entre as costelas. Dali até o coração são 30 centímetros. Um braço leva uma câmera de 12 milímetros de diâmetro. Tridimensional, de alta definição, a imagem obtida pelo Da Vinci está aumentada de dez a 15 vezes.

Através dela, fios de sutura da largura de um fio de cabelo parecem cabos de aço. A pinça de dois centímetros ganha a dimensão de um anzol para peixes grandes. Com 8 milímetros de diâmetro cada um, os outros três braços carregam tesouras, pinças, bisturis, fórceps... Uma quarta incisão, de quatro centímetros, é usada pelos auxiliares para a passagem dos fios de sutura e do aspirador.

Sob os comandos de Poffo, os braços do robô estão em movimento. A primeira estrutura cardíaca a aparecer é o saco pericárdico, membrana que envolve o coração. Levado pelo terceiro braço do robô, o afastador mantém a película levantada, abrindo caminho para os outros braços.

Em seguida, atinge-se o átrio. Cortado e afastado, permite que o Da Vinci chegue a seu destino. "Toda vez que abro um coração e vejo uma válvula mitral, fico em êxtase", diz o cirurgião. "O robô não tem tato, mas você consegue sentir as texturas."

BALÉ DE MÃOS

As lentes da câmera embaçam. Poffo reclama. Dois auxiliares removem-nas do corpo do homem. Enquanto isso, em uma espécie de balé com as mãos, Poffo simula no ar a sequência de movimentos a ser feita com o robô.

"Antes de entrar em cirurgia, já operei mentalmente o paciente uma centena de vezes", diz o pioneiro da técnica no Brasil. Desde 2010, operou 42 vezes com o Da Vinci.

Uma hora e meia depois do início da cirurgia vem a reconstrução da válvula mitral. Vistas pelas lentes do Da Vinci, as pontas dos dois braços do robô parecem ter vida própria, num vaivém de pinças, agulhas e fios que refazem a estrutura cardíaca. É uma cirurgia quase sem sangue.

Às 16h17, os braços do robô são recolhidos. Uma hora depois, o coração do homem volta a bater sozinho: 112 batimentos por minuto. "Maravilha", celebra o médico.

A cirurgia robótica é uma das conquistas tecnológicas mais notáveis da medicina. Suas origens remontam aos anos 1980, com as microcâmeras e a laparoscopia.

Graças à nova técnica, cirurgias até então abertas puderam ser realizadas por pequenas incisões. As semelhanças entre a laparoscópica e a robótica, no entanto, terminam aí. O robô mimetiza os movimentos da mão humana e chega às regiões mais recônditas do organismo sem forçar nenhuma estrutura.

Ele tem um filtro de tremor: qualquer gesto involuntário do cirurgião é barrado. A câmera laparoscópica fornece imagens bidimensionais, exibidas em monitor, em geral, no alto, à frente do cirurgião.

"Tanto na aberta como na laparoscópica e na robótica, a cirurgia é a mesma", diz o urologista Anuar Mitre, 65, coordenador do centro de cirurgia robótica do Sírio-Libanês, em São Paulo. "A vantagem está na menor agressão ao paciente, numa recuperação mais rápida e menos dolorosa e numa volta mais precoce às atividades normais."

Se o paciente do médico Poffo tivesse sido submetido à cirurgia tradicional, teria o osso esterno serrado e o peito, aberto ""o que eleva o risco de infecções e a necessidade de transfusão de sangue. O tempo de recuperação seria de até 40 dias. Na cirurgia robótica, 90% dos pacientes despertam ainda no centro cirúrgico. Passam um dia na UTI e têm alta em cinco dias.

DO CARRO PARA A CURA

"A robótica é o presente e o futuro da cirurgia", diz o gastroenterologista Antonio Luiz Vasconcellos Macedo, 64, do Einstein, especializado em cirurgia minimamente invasiva e robótica.

O robô beneficia também o médico, que opera sentado, com o braços e a cabeça apoiados num console.

Único do mercado, o Da Vinci é fabricado pela empresa americana Intuitive Surgical Devices e foi adaptado para cirurgias a partir dos robôs da indústria automotiva.

Os primeiros procedimentos com o Da Vinci ocorreram no início dos anos 2000, nos EUA e na Europa. A técnica só chegou ao Brasil em 2008.

São 500 mil cirurgias desse tipo realizadas todos os anos no mundo. E a tendência é de aumento. Até dois anos atrás, só dois hospitais brasileiros ofereciam a tecnologia –o Einstein e o Sírio. Hoje são 13.

A robótica está disseminada nas cirurgias urológicas, ginecológicas e do aparelho digestivo. Nesses campos, opera-se na cavidade abdominal e, quanto mais fundo, mais os olhos do cirurgião se afastam da região e menos espaço ele tem para trabalhar.

O recurso facilita a chegada do cirurgião lá. "Com o robô, a sensação que se tem é a de que o cirurgião está com a cabeça dentro do abdome do paciente", diz Gustavo Guimarães, 44, cirurgião oncológico e diretor de urologia do A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo.

Os convênios de saúde ainda não cobrem os custos de uma cirurgia robótica. Poucos hospitais brasileiros operam com o Da Vinci pelo SUS. Entre eles, Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira, Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, e Hospital de Câncer de Barretos.
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Telemedicina reduz fila da consulta com especialista

Recursos da telemedicina têm sido usados na rede básica de saúde como forma de reduzir a fila por consultas com especialistas, um dos grandes gargalos no SUS.

Em São Paulo, por exemplo, o tempo de espera por um cardiologista é de oito meses. No Paraná, conseguir consulta com um reumatologista pode demorar três anos.

No programa Telessaúde, plataforma on-line do Ministério da Saúde, profissionais da atenção básica esclarecem, remotamente, suas dúvidas e têm uma segunda opinião do especialista.

Funciona assim: após se cadastrar na plataforma, o médico pode ligar gratuitamente ou mandar mensagem on-line para uma central onde há uma equipe de especialistas de várias áreas de plantão para atendê-lo em horário comercial–das 8h às 17h30, de segunda a sexta.

Uma dúvida comum, por exemplo, é sobre o tratamento do diabético que precisa de insulina. Médicos da atenção básica costumam não se sentir seguros na prescrição da droga e encaminham o paciente a um endocrinologista. Conseguir uma vaga, porém, pode levar meses.

Pelo Telessaúde, ele fala com o especialista, que, após analisar o histórico do doente, o orienta sobre remédios e cuidados com o paciente.

No Rio Grande do Sul, o serviço tem conseguido resolver 75% das dúvidas e evitado não só que os pacientes amarguem meses na fila de espera como também que se desloquem para outras cidades.

A iniciativa deu tão certo que o Telessaúde RS recebeu pesquisadores da Austrália e do Canadá no último mês.

"As dúvidas podem ser esclarecidas em tempo real. É como se o médico estivesse falando com um colega. Só que do outro lado será atendido por alguém munido com as melhores evidências científicas sobre aquele problema", diz o médico Erno Harzheim, coordenador-geral do Telessaúde RS.

Na versão original, o atendimento era prestado só por meio da plataforma digital. Mas a adesão dos médicos era baixa. "Havia unidades que não estavam informatizadas, mas a principal queixa dos médicos era ter que parar o atendimento para preencher os dados na plataforma", conta Harzheim.

Em 2013, veio a solução: telefone gratuito. "Qualquer um hoje tem telefone. É imediato, ele liga e é atendido na hora. É um contato mais pessoal." Antes, só com a plataforma, o serviço fazia em média 160 teleconsultorias ao mês. Agora, faz 970.

Na avaliação do coordenador, a equipe tem capacidade de atender muito mais se houver mais procura. "Poderíamos fazer mais 2.000 teleconsultorias por mês", diz ele.

O uso dessa tecnologia, porém, esbarra em entraves como unidades sem acesso à internet e a sobrecarga ou desinteresse dos profissionais, segundo Harzheim.

O Ministério da Saúde afirma que está investindo na conectividade das unidades básicas de saúde.

O órgão diz que mais de 5.400 unidades já foram beneficiadas com internet rápida e que a expectativa é chegar a 12 mil até o final do ano.

Segundo Hêider Pinto, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, as unidades também têm à disposição um software gratuito de gestão.

Entre outras coisas, essa tecnologia permite que o paciente tenha um prontuário eletrônico e reúna todo o seu histórico de atendimento. A ideia agora é somar a ferramenta ao Telessaúde.

De acordo com Pinto, o projeto ainda enfrenta a resistência dos médicos.

"Para que o processo dê certo, ele precisa estar aberto ao diálogo. Mas existem aqueles que preferem continuar não sabendo cuidar do que pedir informação."
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Pesquisas ajudam a diminuir o alto custo de próteses

Da máquina que parece micro-ondas sai a calota craniana que repara deformidades causadas por trauma ou doença. O "micro-ondas" é a impressora 3D instalada no Biofabris, laboratório de pesquisa de biomateriais para próteses ligado à Unicamp. A prótese com material biocompatível (não rejeitado pelo organismo) produzida com essa tecnologia é a promessa para baratear a fabricação de membros e tecidos artificiais.

Enquanto uma prótese craniofacial importada custa R$ 100 mil, a peça feita em titânio no laboratório em Campinas pode sair por R$ 10 mil, segundo o coordenador do Biofabris, Rubens Maciel Filho. "Nosso ideal é que seja acessível ao SUS", diz.

Unindo tomografia computadorizada, réplica do crânio do paciente e detalhes como ranhuras para que couro cabeludo e cabelos cresçam em cima da prótese, o laboratório consegue fazer uma peça sob medida, diz o engenheiro André Jardini, do Biofabris. Isso aumenta a rapidez e a segurança das cirurgias.

"A prótese convencional nunca é do tamanho exato, tem que ser modelada na hora de cirurgia, e a que fazemos se encaixa perfeitamente. Além disso, usamos a réplica anatômica para planejar a cirurgia", diz o cirurgião plástico Paulo Kaharmadian, professor da Unicamp e coordenador médico da pesquisa sobre próteses customizadas em andamento no Biofabris.
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Mundo tem três trilhões de árvores e perde 10 bilhões por ano, diz estudo

Mundo tem três trilhões de árvores e perde 10 bilhões por ano, diz estudo | Inovação Educacional | Scoop.it
Um estudo da Universidade de Yale, publicado pela revista científica Nature, calcula que o número de árvores no mundo passa de três trilhões. Isso significa que há 420 árvores para cada habitante do planeta.
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'Impotentes e frustrados' são os mais agressivos na internet, diz psicóloga

'Impotentes e frustrados' são os mais agressivos na internet, diz psicóloga | Inovação Educacional | Scoop.it

Impotência, frustração e uma necessidade de se impor sobre outras pessoas. Assim, a psicóloga americana Pamela Rutledge, diretora do Media Psychology Research Center (Centro de Pesquisas sobre Psicologia e Mídia), na Califórnia, avalia a agressividade de muitos "comentaristas" de redes sociais em tempos de polarização política no Brasil.
Referência em um ramo recente da psicologia dedicado a estudar as relações entre a mente e a tecnologia, Rutledge ressalta que as pessoas "são as mesmas", tanto em ambientes físicos quanto virtuais. Mas faz uma ressalva sobre a impulsividade de quem dedica seu tempo a ofender ou ameaçar pessoas nas caixas de comentários de sites de notícias e páginas de política:
"Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento obedece a regras sociais, mas ainda não percebemos que o mesmo vale na internet".

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Elite brasileira também vai mal no ensino, diz diretora do Banco Mundial

Elite brasileira também vai mal no ensino, diz diretora do Banco Mundial | Inovação Educacional | Scoop.it

Os problemas de aprendizagem no Brasil são democráticos: embora tenham intensidade variada, atingem, sem distinção, todas as classes sociais.
Conforme lembrou a diretora-sênior para Educação do Banco Mundial, Claudia Costin, na manhã desta quinta-feira (3), os jovens da elite brasileira (25% mais ricos) têm notas piores do que os alunos 25% mais pobres dos países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) no ranking Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos).
Na radiografia que montou dos problemas e desafios da educação no Brasil durante o Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: Gestão Escolar, a especialista apontou a contradição entre o Brasil ser a oitava economia do mundo e ter índices tão ruins na educação. O evento é promovido pelo Instituto Unibanco e correalizado pela Folha.

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Seminário Cultura de Redes - Rogério da Costa

O 1º Seminário Interno sobre Cultura de Redes do Instituto Unibanco, em São Paulo, abordou aspectos conceituais deste tema, bem como suas diversas possibilidades de sentido na contemporaneidade e casos de aplicação em políticas públicas.
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Seminário Cultura de Redes - Rodrigo Bandeira

O 1º Seminário Interno sobre Cultura de Redes do Instituto Unibanco, em São Paulo, abordou aspectos conceituais deste tema, bem como suas diversas possibilidades de sentido na contemporaneidade e casos de aplicação em políticas públicas.
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Diretores de escolas públicas terão certificação federal até 2016, diz MEC

Diretores de escolas públicas terão certificação federal até 2016, diz MEC | Inovação Educacional | Scoop.it
O MEC (Ministério da Educação) planeja criar um processo de certificação federal de diretores de escolas públicas brasileiras em 2016.

A medida foi divulgada pelo secretário de educação básica do MEC, Manuel Palacios, nesta quarta-feira (2) durante o seminário internacional Caminho para a qualidade da educação pública: Gestão Escolar, promovido pelo Instituto Unibanco e correalizado pela Folha, em São Paulo.

Segundo Palacios, o MEC deve lançar um edital no mês que vem para credenciar as instituições de ensino superior que poderão emitir tal certificação e, paralelamente, vai compor uma comissão juntamente com representantes de Estados e municípios para chancelar parâmetros públicos para o processo de certificação.
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Escolas precisam de padrões claros, diz executivo do Instituto Unibanco

Escolas precisam de padrões claros, diz executivo do Instituto Unibanco | Inovação Educacional | Scoop.it
A educação brasileira sofre com todo tipo de gargalo: da formação inadequada de professores, passando pela falta de um currículo nacional, à falta de recursos. A forma de melhorar os resultados de aprendizagem, mesmo dentro dos constrangimentos que o sistema impõe, é por meio de padrões e protocolos da gestão em educação.

Esse foi o principal argumento do superintendente-executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques, em sua palestra na manhã desta quarta-feira (2) no Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: Gestão Escolar, promovido pelo Instituto Unibanco e pela Folha, em São Paulo.

Henriques, que também é professor de economia e foi secretário de Direitos Humanos no Rio de Janeiro, disse que o Brasil não está conseguindo fazer crescer a aprendizagem.
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Goiás prepara parceria inédita com setor privado para escolas públicas

Goiás prepara parceria inédita com setor privado para escolas públicas | Inovação Educacional | Scoop.it
A Secretaria de Educação de Goiás está finalizando dois modelos de terceirização para escolas públicas do Estado: um para entregar parte da gestão de unidades escolares a uma OS (organização social) e outro para terceirizar serviços escolares não pedagógicos por meio de PPP (parceria público-privada).

Os modelos devem ser colocados em prática como projetos-pilotos já em 2016, segundo a secretária da Educação de Goiás, Raquel Teixeira, que revelou detalhes da ideia nesta quarta-feira (8) durante o seminário internacional "Caminho para a qualidade da educação pública: Gestão Escolar", promovido pelo Instituto Unibanco e correalizado pela Folha, em São Paulo.
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Estratégias para mobilizar os atores da escola

Ciclo de Rodas de Conversa Gestão Escolar para Resultados de Aprendizagem.

Roda 4: Compromisso com a aprendizagem: estratégias para mobilizar os atores da escola.
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Contrato do Gripen dá novo fôlego ao fabricante nacional

Contrato do Gripen dá novo fôlego ao fabricante nacional | Inovação Educacional | Scoop.it
A assinatura do contrato de financiamento da compra de 36 caças Gripen NG para a Força Aérea Brasileira (FAB), no dia 25, deu novo fôlego para as empresas brasileiras que atuam na área de defesa e de projetos aeronáuticos. A partir de outubro, 48 técnicos brasileiros de seis empresas embarcam para a Suécia para iniciar os trabalhos de transferência de tecnologia e desenvolvimento conjunto da aeronave.

O Ministério da Fazenda autorizou a operação de crédito externo no valor de até US$ 245,3 milhões para a aquisição dos armamentos e de 39,882 bilhões de coroas suecas (US$ 4,7 bilhões) para as aeronaves e suporte logístico.

A Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) informou que os demais programas sob sua responsabilidade, entre eles o do cargueiro militar KC-390, os helicópteros HXBR e a modernização das aeronaves AMX e F-5, poderão sofrer readequações em função da liberação de recursos orçamentários feitos pelo governo federal.

Segundo a Copac, o projeto de desenvolvimento do KC-390 vem sendo priorizado pelo governo, mesmo com os ajustes orçamentários em curso. Quanto à aquisição das aeronaves, a Copac declarou que o cronograma de entregas também poderá ser alterado devido aos ajustes.

Com relação ao programa dos caças, a Copac disse que 350 técnicos e engenheiros da Embraer, Akaer, Inbra, Atech, AEL, Samal e Mectron, assim como do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) farão o intercâmbio para a absorção de tecnologia. A participação das empresas e instituições brasileiras no projeto, de acordo com a FAB, está prevista no acordo de compensação tecnológica e industrial (offset) assinado entre a Saab e o governo brasileiro.

A Embraer, selecionada para fazer a gestão conjunta do projeto, vai enviar 200 técnicos e engenheiros para a Suécia. A empresa também terá um papel relevante na execução do programa realizando grande parte do trabalho de produção e entrega das versões monoposto (para um piloto) e biposto (dois lugares) do Gripen NG. Esta última será desenvolvida do zero no Brasil sob a coordenação da Embraer.

A montagem final dos caças será feita na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto. A aeronave possui mais de 23 mil peças e componentes. A Mectron, do grupo Odebrecht Defesa & Tecnologia ficou responsável pela integração de armamentos e pelo sistema de datalink e a Atech, controlada pela Embraer, participará do simulador. A Inbra Aerospace vai produzir a fuselagem e a AEL desenvolverá a parte dos sistema aviônicos.

A Akaer está na liderança do desenvolvimento de engenharia da parte estrutural. O engenheiro Lister Guillaumon Pereira da Silva foi designado pela Saab como chefe mundial de engenharia da fuselagem traseira do Gripen e a única pessoa autorizada pela empresa para aprovar qualquer modificação no projeto no Brasil ou Suécia.

A Akaer foi a primeira brasileira a participar do desenvolvimento da estrutura de um caça supersônico. Em abril a Saab concluiu a aquisição de 15% da empresa. Há seis anos trabalhando nesse projeto com a Saab, a Akaer vai assumir uma nova responsabilidade no programa, com o desenvolvimento da fuselagem central.

A estrutura de um caça supersônico, segundo Lister Silva, é extremamente complexa, pois precisa estar preparada para resistir aos efeitos das temperaturas extremas que a aeronave enfrenta ao romper a barreira do som.

"Aprendemos a quantificar os efeitos desses fenômenos trabalhando no projeto. Não é possível assimilar algo tão complexo de outra forma", afirmou. Na Akaer, 35 profissionais estão envolvidos com o projeto da estrutura. A experiência da Akaer nessa área, segundo Silva, foi adquirida por meio da participação no desenvolvimento de outros programas com a Embraer, Boeing e Airbus.
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Dilma corta metade das vagas no Pronatec, promessa de campanha

Dilma corta metade das vagas no Pronatec, promessa de campanha | Inovação Educacional | Scoop.it
O governo criará pouco mais da metade das vagas prometidas pela presidente Dilma Rousseff (PT) para a segunda etapa do Pronatec, programa voltado para o ensino técnico e profissional.

Em junho do ano passado, a presidente afirmou que, até 2018, iria abrir 12 milhões de novas vagas. Agora, num cenário de recessão econômica e de necessidade de cortes no Orçamento, os números oficiais mostram que essa promessa não será cumprida.

A meta atual é ofertar 5 milhões de vagas entre 2016 e 2019, segundo dados do Ministério do Planejamento.

O programa já sofreu corte neste ano, com previsão de oferta 57% menor em comparação a 2014. Segundo o Ministério da Educação, neste ano 1,3 milhão de vagas estão garantidas. Esse número deve se repetir em 2016.

Assim, o volume final será de 6,3 milhões até 2019.
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Scooped by Luciano Sathler
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Em SP, neurologista ajuda a avaliar jovem acidentado na Bahia

É hora de visita no Hospital Geral de Vitória da Conquista, no interior baiano. Na portaria, a aposentada Maria Dalva de Oliveira, 65, pede autorização para ver o marido. O atendente pergunta em qual setor ele está internado. "Corredor", ela responde.

Referência em alta complexidade no sudoeste da Bahia, a instituição estadual vive superlotada. Nos corredores, em média 60 pacientes aguardam nas macas uma vaga em um dos 209 leitos oficiais.

Mas muitas vezes recebem alta sem nunca terem experimentado uma cama de verdade. No corredor, são examinados e passam por procedimentos (tomam soro, por exemplo).

Mais uns passos à frente está a "sala do choque", onde pacientes graves aguardam uma vaga na UTI.

O jovem A.A., 32, é um deles. Sofreu um acidente de moto por volta das 8h daquela quarta-feira e chegou inconsciente ao hospital, com suspeita de traumatismo cranioencefálico (TCE).

São 16h e ele ainda não fez uma tomografia para avaliar a extensão do dano cerebral. O aparelho está quebrado há mais de uma semana.

"O ideal é fazer o exame tão logo o paciente chegue ao hospital. É fundamental saber se há sangramento, edema e se será preciso cirurgia", diz o intensivista Miquéas Martins Lima Silva, coordenador da UTI.

O hospital também não dispõe de um cateter para medir a pressão intracraniana. "É caro, de uso individual e descartável. Praticamente inacessível na rotina de um hospital público", diz.

No caso de A., a tomografia só foi feita 12 horas depois, em outro hospital. Ele foi transferido de ambulância, ligado ao respirador artificial. Retornou ao HGVC (Hospital Geral de Vitória da Conquista) após o exame.

A conduta não é recomendada, já que o transporte aumenta o risco de complicações e de morte.

24 HORAS

O HGVC é uma das 15 instituições brasileiras que integram uma rede de telemedicina mantida por meio de parceria entre o Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo) e o Ministério da Saúde.

Uma equipe de profissionais de ponta do Albert Einstein fica 24 horas por dia à disposição dessas unidades para orientá-las ou dar uma segunda opinião em casos complexos, como traumatismos cranianos, sepse, derrames e infartos.

Na outra ponta, há um monitor com câmera que se desloca até o leito do paciente. Em São Paulo, os plantonistas da telemedicina esclarecem dúvidas dos médicos, avaliam exames e podem até auscultar o doente, mesmo a 1.439 km de distância–como em Vitória da Conquista.

No dia da visita da Folha, dois casos foram discutidos. Um deles foi o do jovem A. Os médicos baianos pensavam em mantê-lo sedado, mas queriam ouvir a opinião de um neurologista, especialista raro naquele hospital.

Ao ouvir o relato sobre a condição clínica de A. e avaliar pelo WhatsApp a tomografia feita na noite anterior, a neurologista Cristina Massant, do Einstein, recomendou que a equipe repetisse a tomografia 24 horas depois, para verificar se a lesão no cérebro havia se estabilizado.

Sugeriu também a troca de um remédio por outro mais caro, mas o hospital baiano não dispunha da droga.

Nas semanas seguintes à visita, A. apresentou melhoras. Até o fechamento desta edição já respirava sem ajuda de aparelho e mexia as mãos e os pés.

ENTRAVES

São muitos os entraves para a introdução de tecnologias em hospitais públicos. Vão da crônica falta de recursos e de treinamento à resistência de profissionais para a adoção de novas práticas.

No hospital de Vitória da Conquista, por exemplo, há duas UTIs de adultos, mas só uma mantinha o canal aberto com a telemedicina do Einstein e seguia os protocolos mais atuais recomendados para doentes críticos.

Segundo a diretora do hospital, Marilene Ferraz Barbosa, as condutas para doentes críticos serão padronizadas, e a telemedicina, será usada em todo o processo, do pronto-socorro à UTI. "É uma tecnologia que melhora muito a qualidade da assistência."

E a tomografia quebrada? Marilene afirmou que o serviço é terceirizado pelo governo do Estado e que a demora do conserto chega a três meses. A saída até lá é fazer o exame em outro hospital.

Na opinião do médico Milton Steinman, coordenador do programa de telemedicina do Einstein, problemas como a falta de recursos e a superlotação, ao lado da resistência ao uso de novas ferramenta e da falta de conectividade de algumas unidades, têm sido grandes obstáculos para a ampliação da telemedicina no país.

Mesmo com esses entraves, Steinman vê o programa como uma importante ferramenta para potencializar o acesso a especialistas, a difusão de protocolos e a implantação de políticas de controle de qualidade e de melhoria de processos.

"A ideia é levar um pouco do Einstein para cada um desses hospitais e, de algum modo, contribuir para uma saúde mais universal."
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