Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Idiomas sem Fronteira vai oferecer cursos de espanhol e mandarim

Os cursos de espanhol e mandarim poderão ser os próximos oferecidos pelo programa Idiomas sem Fronteiras. A documentação de ambos está mais adiantada, segundo a coordenadora do programa do Ministério da Educação (MEC), Denise Lima. Além desses, italiano, japonês e alemão também estão nos trâmites finais. Ela não informa uma data para que isso aconteça.
A proposta do Idiomas sem Fronteiras é complementar o Ciência sem Fronteiras e as demais políticas públicas de internacionalização do ensino. O programa prevê a aplicação de testes de proficiência e de nivelamento, cursos on-line e presenciais. O programa foi lançado em novembro do ano passado com a promessa de oferecer a formação em inglês, francês, espanhol, italiano, japonês, mandarim, alemão e português para estrangeiros que tenham interesse no nosso idioma. O inglês é ofertado ofertado desde 2013, pelo Programa Inglês sem Fronteiras,  e o francês desde o ano passado. Todos os demais idiomas, segundo Denise, passarão a ser ofertados neste ano.

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Plataforma reúne conteúdos sobre investimento social

Plataforma reúne conteúdos sobre investimento social | Inovação Educacional | Scoop.it

Um hub de conteúdo que reúne informações sobre investimento social, para fortalecer não apenas investidores, mas a sociedade como um todo. Essa é a proposta do novo projeto do Gife, que lançou no final do ano passado uma biblioteca virtual, chamada Sinapse.
A plataforma é um espaço de construção coletiva: sugestões de publicações são bem-vindas e passam por uma curadoria da organização, que quer mobilizar pesquisadores, empresas, universidades, organizações sociais e poder público em torno da troca de conhecimento.

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“Em todas as aulas temos um desafio diferente”

“Em todas as aulas temos um desafio diferente” | Inovação Educacional | Scoop.it

Na maioria das instituições de ensino superior predomina a aula expositiva em classes com grandes grupos. O professor detalha um conteúdo, pede um exercício de fixação e prepara as avaliações. Essa metodologia é passiva e não leva o estudante a uma aprendizagem significativa.
Nós víamos que os alunos estavam com dificuldade para entender os fenômenos e a teoria porque não sabiam o que acontece na prática. Tomando por base o PBL (sigla em inglês para aprendizagem baseada em problemas), método muito utilizado nos cursos de medicina e aplicado em pequenos grupos, criamos na Funorte (Faculdades Integradas do Norte de Minas) o “MicroPBL” para as engenharias integradas. A metodologia parte dos seguintes pressupostos: visão de todo para entender as partes, seguida por prática e demonstração para entender a teoria. Em todas as aulas temos um desafio diferente. 

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Quem mais influenciou sua vida? “Minha diretora”

Quem mais influenciou sua vida? “Minha diretora” | Inovação Educacional | Scoop.it

Brandon Stanton é dono de uma das páginas mais inspiradoras do Facebook, chamada Humans of New York (Humanos de Nova York). O princípio é relativamente simples: uma foto e um relato da conversa com pessoas que encontra pelas ruas da cidade americana. As perguntas são relativamente simples, como “Qual o dia mais feliz da sua vida?” e “Qual seu maior medo?”, mas as respostas quase sempre surpreendem e garantem o sucesso da iniciativa que inclusive já levou à criação de similares pelo mundo inteiro, incluindo as páginas Humanos de Brasília, Humanos de São Paulo e Humanos de Rio de Janeiro.
Tudo começou no meio de 2010, quando Stanton decidiu criar um catálogo de 10.000 fotos que desse conta de toda a variedade de indivíduos da cidade. A experiência da página no Facebook, que já possui quase 12 milhões de seguidores, deu origem a um blog e, mais recentemente, a um livro que liderou a lista de mais vendidos publicadas no jornal The New York Times.

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Jogos usam realidade aumentada para ensinar idioma

Jogos usam realidade aumentada para ensinar idioma | Inovação Educacional | Scoop.it

A tecnologia de realidade aumentada aos poucos vai ganhando corpo e, além da publicidade e da medicina, a educação também começa a aproveitar melhor a interatividade e o efeito “uau!” que acontece toda vez que a imagem virtual aparece. Nos jogos Play and Learn e Juega y Aprende, o Grupo Santillana dá uma amostra das inúmeras possibilidades que esta tecnologia oferece, integrando-a ao ensino de inglês e espanhol para quem está começando a vida escolar.
Direcionados a crianças de 6 a 11 anos na primeira fase do ensino fundamental, os jogos funcionam por meio de aplicativo instalado no celular, tablet ou computador, que lança desafios cujas soluções são dadas com a ajuda das cartas de papel. São quatro as habilidades linguísticas trabalhadas: compreensão auditiva, compreensão de leitura, produção escrita e expressão oral.

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Estudo aponta necessidade de 196,4 mil vagas na educação infantil no RS

Divulgado nesta quinta-feira (29), um estudo do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) aponta que os municípios gaúchos precisam criar, ao todo, 196,4 mil novas vagas em creches e pré-escolas para atender as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Na pré-escola, com crianças na faixa etária entre 4 e 5 anos, há carência de 86,6 mil vagas, enquanto que na creche, para crianças entre 0 e 3 anos, o número chega a 109,8 mil.
O ranking das cidades, da menos até a mais carente em vagas na educação infantil, de acordo com a população de cada local, mostra Poço das Antas, no Vale do Taquari, em primeiro lugar, sem necessidade de criação de novas vagas em creches e pré-escolas, segundo o relatório. A taxa de atendimento fica em 114,29%.
Em último, na 496ª posição, aparece Alvorada, na Região Metropolitana. Na cidade, a taxa de atendimento é de apenas 9,78%. Porto Alegre está na 207ª posição, com taxa de 49,75%. O estudo completo pode ser conferido aqui.

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FNE disponibiliza Documento-Final da Conae 2014

FNE disponibiliza Documento-Final da Conae 2014 | Inovação Educacional | Scoop.it

O Fórum Nacional de Educação (FNE), organizador da Conferência Nacional de Educação (Conae 2014) disponibiliza o Documento-Final da Conae 2014. O texto contém as propostas aprovadas pelos delegados e delegadas da etapa nacional da Conferência para o trilhar de caminhos da educação brasileira. (Clique aqui e confira). A etapa final da Conferência Nacional de Educação ocorreu de 19 a 23 de novembro de 2014, em Brasília. O coordenador do FNE, Heleno Araújo Filho, o Documento-Final é a sistematização de um grande debate nacional sobre a educação brasileira. "Ele será de grande importância para o momento de elaboração dos Planos Estaduais, Distrital e Municipais de educação e para história da educação no Brasil", enfoca.
O documento foi precedido de dois outros textos de embasamento de discussões pautados em sete eixos de discussão. O primeiro foi o Documento-Referência, discutido durante a etapa municipal/ intermunicipal e estadual/distrital. Já o segundo foi o Documento-Base, texto de discussões da etapa nacional. O Documento-Base foi construído com as emendas ao Documento-Referência apresentadas e aprovadas nas Conferências Estaduais que, em seguida, foram cadastradas no Sistema de Relatoria do Fórum Nacional de Educação/Ministério da Educação (MEC).

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UDC inaugura prédio que atenderá alunos dos cursos à distância

UDC inaugura prédio que atenderá alunos dos cursos à distância | Inovação Educacional | Scoop.it

O prédio completamente reformado reúne todos os setores de atendimento individualizado, secretarias e coordenações dos cursos, monitorias, tutoria virtual e salas exclusivas para a tutoria presencial, além de apoio técnico da EAD, tudo em um local amplo, moderno e totalmente equipado para receber os alunos. O Polo está localizado na Rua Bartolomeu de Gusmão, 1324, ao lado do Centro de Estudos e Pesquisas – CEPE.
O novo prédio é um referencial aos universitários da EAD, que continuam tendo acesso total a toda a estrutura do Centro Universitário. “A UDC visa qualidade em todas as modalidades de ensino que oferece, sem distinção. Esse novo prédio reúne toda a equipe de atendimento e apoio aos alunos”, explica o Pró-Reitor do Centro Universitário Professor Doutorando Fábio Prado.  

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Anjos financiam incorporação de novas tecnologias - Inovação Educacional

Investidores anjo também estão mirando iniciativas em educação. Cassio Spina, dirigente da Anjos do Brasil, lembra que os investidores são motivados por questões como o aquecimento do mercado sinalizado por grandes empresas e demonstrações de forte crescimento de determinados setores. Os anjos, porém, vão além e são atraídos também por soluções inovadoras, o que faz da educação um prato cheio. "O segmento ainda é muito arcaico e só agora começa a incorporar a tecnologia. Há oportunidades de criação de soluções inovadoras em gestão, metodologia educacional, sistemas de ensino", diz Spina.
Profes, Edukar e Meu Tutor são algumas das iniciativas apoiadas por anjos. O primeiro é um marketplace de aulas particulares fundado em 2012 e até o ano passado incubado no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), gestor da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo instalada no campus Ipen/USP. Selecionada no programa Startup Brasil em 2013, recebeu investimento do CNPq, foi acelerada pela Aceleratech e em seis meses obteve de anjos e do fundo Grid. Até agora, foram R$ 1 milhão para colocar o produto em pé.
A plataforma já congrega mais de 50 mil alunos e 6 mil professores interessados em aulas físicas ou on-line, suportadas por ferramentas interativas como videoconferência com lousa digital e troca de arquivos. A remuneração é feita por aula e o portal cobra tarifa dos professores. "O ticket médio é R$ 55 a R$ 60 por aula. O portal atende mais estudantes de idiomas e universitários", detalha o criador do negócio, Victor Harada, dono da escola de reforço escolar Aliança Educacional, fundada em 2006. Este ano, a meta é lançar aplicativo móvel para professores e funcionalidades extras para alunos, com foco em conteúdo.
Já a Edukar inventou um modelo para ampliar o acesso ao ensino superior que mistura coaching e empréstimo estudantil apoiado em pilares como avaliação de potencial e determinação do aluno; flexibilidade no uso dos recursos, que podem ser direcionados para necessidades como alimentação e moradia; remuneração por percentual de renda; e mentoria. "Somos uma empresa de prestação de serviços de formação profissional que oferece de orientação a colocação no mercado de trabalho e crédito", define o fundador Roberto Tesch.
Segundo Tesch, o negócio entrou em operação com aporte de R$ 200 mil dos sócios e teste com três estudantes e recebeu R$ 1,1 milhão de anjos para tornar o piloto mais robusto. Do total, R$ 800 mil foram investidos em 18 estudantes, R$ 200 mil custearam a operação e R$ 300 mil estão no caixa. A meta agora é captar entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões de venture capital para gerar volume e atender cem estudantes ainda este ano. Depois disso, o plano prevê captação pulverizada de recursos, por meio de parceria com instituições financeiras para avaliação de crédito estudantil ou criação de fundo de investimento aberto ao público.
A plataforma de ensino personalizado Meu Tutor, focada em preparação para o Enem, é a mais recente operação no portfólio da Anjos do Brasil. Criada por pesquisadores da área de computação aplicada à educação ligados à Universidade Federal do Alagoas (UFAL) e à Universidade de São Paulo (USP) está no mercado on-line e em escolas do Nordeste. Segundo o gestor Endhe Elias, no ano passado a plataforma on-line atingiu 50 mil alunos, com índice médio de 26,2% de boa aprendizagem e taxa de sucesso de 91,3%, de acordo com técnicas como utilizada pelo MEC para o Enem e aferição de interações como resolução de questões e vídeos vistos.

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Setor abre oportunidades para startups - Inovação Educacional

Setor abre oportunidades para startups - Inovação Educacional | Inovação Educacional | Scoop.it

As startups encontraram no setor de educação um terreno fértil para criar soluções para vestibulandos, universidades e corporações. As empresas de base tecnológica criaram vídeo aulas de preparação para o Enem, MBAs em engenharia, além de recursos para aulas diárias, ao vivo. Além de chamarem a atenção do público consumidor- alguns dos empreendimentos conseguiram 12 milhões de usuários somente em 2014 - os negócios atraíram grupos de investidores. Startups como Veduca e Descomplica já receberam, juntas, mais de US$ 9 milhões em aportes. Há novos projetos em andamento, para explorar nichos como concursos públicos e reforço escolar.
A gaúcha Aulalivre.net criou, em 2012, uma plataforma de cursos on-line para estudantes que buscam vagas na universidade por meio do Enem e vestibulares. Ao efetuar o cadastro, o usuário ganha um curso gratuito para revisar os conteúdos mais cobrados nas provas, com vídeo aulas e apostilas. "Se o aluno deseja um conteúdo mais detalhado, pode adquirir uma conta por R$ 19,90 ao mês", dizem o CEO Eduardo de Lima e Silva e a co-fundadora Juliana Marchioretto. A solução tem cerca de 800 mil usuários cadastrados.
Segundo Silva, sem revelar valores, o plano em 2015 é triplicar o faturamento obtido no ano passado. "Lançaremos novos cursos, focados em concursos públicos, idiomas e reforço escolar. Também vamos começar a vender no formato B2B (business to business)." O negócio de 35 funcionários integrou a primeira turma do Start-Up Brasil, programa de apoio ao empreendedorismo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Na paranaense EadBox, o carro-chefe são softwares para corporações que querem promover cursos de capacitação on-line para funcionários e clientes. A solução oferece modelos de provas e canais de comunicação entre alunos e professores, segundo o diretor Nilson Filatieri. "Quando eu trabalhava em empresas, via que as iniciativas de e-learning eram mal implementadas e ninguém fazia os cursos. O conteúdo e a plataforma para estudo eram ruins", diz. "Desde então, vi a oportunidade de criar um serviço que ajudasse as organizações a engajar mais as equipes."
Segundo Filatieri, em cinco minutos, é possível criar um portal de ensino a distância, com conteúdo. "Basta utilizar um dos dez formatos de apresentação disponíveis, entre aulas em vídeo, animações, arquivos em PDF ou transmissão ao vivo." Os alunos também podem acessar o treinamento via dispositivos móveis. A empresa faturou mais de R$ 2 milhões no ano passado e a expectativa para 2015 é chegar a R$ 5 milhões. Teve apoio do Start-Up Brasil e da aceleradora Wayra, que ajudaram com redes de contatos, mentorias e estrutura para a operação.
O Veduca, de ensino superior on-line, também recebeu ajuda externa para ganhar mercado. Desde 2012, já captou US$ 2,3 milhões dos fundos de investimentos Bolt Ventures e 500 Startups, da empresa Macmillan Digital Education e do investidor anjo Nicolas Gautier. Tem 570 mil estudantes cadastrados e firmou um contrato com o governo de Minas Gerais para a oferta de mil MBAs para estudantes mineiros.
O negócio ingressou no mercado com conteúdos de grandes universidades, como o Massachusetts Institute of Technology (MIT), Harvard e Stanford, já disponíveis na internet. Organizou as aulas em módulos menores e incluiu legendas em português. Em seguida, acrescentou propostas de interação entre estudantes e lançou cursos on-line abertos com certificação na América Latina, em parceria com professores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Brasília (UnB). Em 2013, ofereceu um MBA em engenharia e inovação, com aulas pagas e gratuitas. "Tivemos uma experiência bem-sucedida em vendas corporativas em 2014 e pretendemos fortalecer esse nicho em 2015", diz o fundador da startup Carlos Souza.
Na carioca Descomplica, o plano para 2015 é investir em cursos preparatórios on-line para o Enem, vestibulares e reforço do ensino médio, segundo o professor de física e CEO Marco Fisbhen. A empresa de cem funcionários atingiu a marca de mais de 12 milhões de alunos em 2014.
Fisbhen começou a montar a startup depois de gravar algumas aulas em vídeo e receber um bom retorno dos alunos. Montou um plano de negócios e inscreveu a empresa em um "desafio" de startups. Foi convidado para apresentar a ideia em um fórum de investidores e, depois de três meses de negociações, três investidores-anjo fizeram o primeiro aporte no empreendimento, lançado em 2011. Já recebeu mais de US$ 7 milhões de quatro grupos de venture capital. Hoje, o site tem mais de dez mil vídeo aulas pré-gravadas, além de aulas diárias ao vivo, monitorias e correção de redações.
No mesmo setor, a EvoBooks resolveu desenvolver projetos de ensino digitais para dispositivos móveis, em 3D. Segundo o diretor executivo Felipe Rezende, as soluções da marca estão em mais de 1,1 mil escolas no Brasil. "Nos próximos anos, o atendimento ao Plano Nacional de Educação (PNE), que determina a ampliação da participação no PIB no setor de 5,8% para 10,0% em dez anos, vai impulsionar a demanda", analisa.
A EvoBooks faturou cerca de R$ 5 milhões em 2014 e quer chegar a R$ 8 milhões de faturamento, em 2015. Segundo Rezende, 20% da receita vêm do setor privado e 80% do governo. "A participação das escolas privadas subiu de 16% para 20% do faturamento total, no ano passado, por causa do período eleitoral, que impactou as vendas no segmento público." Com aulas também em inglês e espanhol, a EvoBooks está presente em mais de 40 países, por meio de lojas on-line, como Google Play e Apple App Store.

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Soma de fatores - Mercado Educacional

Impulsionado pelo déficit educacional brasileiro, pela ascensão das classes C e D e pela política federal de estímulo, especialmente com o Programa de Financiamento Estudantil (Fies), destinado ao ensino superior, o mercado educacional privado evoluiu expressivamente nos últimos anos, levando à formação de fortes grupos nacionais e à atração de empresas internacionais, em um movimento intenso de fusões e aquisições.
Segundo dados de 2013 da Hoper Educação, que nomeia as instituições privadas como Sistemas de Soluções Educacionais (SSE), dos 30 players do mercado brasileiro, cinco concentram 60% do total de matrículas - Positivo, Pearson, Abril Educação, Kroton Educacional e Objetivo. Em 2012, de acordo com estudo da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o setor movimentou R$ 64,7 bilhões no país, com 40.172 escolas e 16,63 milhões de alunos.
Nos últimos dois anos, as perspectivas de crescimento também têm refletido no desempenho das instituições com capital aberto. Em 2013, conforme ranking setorial de empresas com ações em bolsa do Instituto Assaf, a margem líquida média das instituições de serviços educacionais na BM&FBovespa alcançou 17,7%, abaixo apenas de concessionárias de transporte (17,8%), e quase o triplo da média nacional, de 5,9%. O retorno sobre o patrimônio líquido atingiu 15,1%, ante 7% da média nacional. "O processo de fusões e aquisições propiciou ganhos de sinergia às empresas de educação, como maior escala para comprar materiais e para gastos com marketing e propaganda", diz o professor Fabiano Guasti Lima, pesquisador do instituto.
As empresas atuam em todos os níveis educacionais, com escolas próprias ou conveniadas, por meio de um sistema complexo, que envolve o fornecimento de material didático padronizado produzido com metodologia própria, qualificação de professores, instrumentos de apoio à gestão da escola e recursos tecnológicos para alunos e professores.
Os sistemas englobam 40 marcas ou selos, 80% dos quais pertencentes a 19 empresas, e são relativamente flexíveis devido à concorrência. "Eles acabam se adequando à demanda dos clientes. Uma das mais recentes foi o bilinguismo", diz Paulo Presse, coordenador da área de estudos de mercado da Hoper Educação.
Para Amábile Pacios, presidente da Fenep, o processo de consolidação é bem-vindo por fortalecer o mercado e a própria educação no país. "É uma necessidade urgente e cada vez mais temos brasileiros buscando essa qualificação no ensino privado", afirma. Segundo ela, dos 5.570 municípios brasileiros, só 22 têm estrutura de educação superior federal. Os demais são atendidos pela iniciativa privada.
Os segmentos com melhores perspectivas de expansão, segundo Amábile, são a creche, a educação básica em período integral e o ensino médio. No ensino superior, as escolas privadas já predominam, com 5,42 milhões de alunos, 74% do total de matrículas em 2013. Já no ensino básico, a participação privada é de 22%, com 9 milhões de alunos. Segundo Amábile, o maior crescimento do ensino básico está concentrado nos filhos das famílias das classes C e D. Mas há também potencial para crescimento na educação superior, dada a baixa penetração desse nível educacional na população brasileira, de apenas 17,8% dos jovens entre 18 e 24 anos, segundo o Censo da Educação Superior 2013.
Para o professor Ricardo Leal, do Instituto Coppead de Administração, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os métodos padronizados dos sistemas privados muitas vezes facilitam a vida das escolas conveniadas. "Há um grande número de escolas particulares desgarradas pelo país, sem participar de um grupo e sem recursos, que podem trazer sua qualidade para um nível razoável ao subscrever um desses sistemas", diz. Isso não vale, ressalva, para escolas públicas e particulares de ponta.
O grande desafio para o sistema privado é impedir que a expansão quantitativa prejudique a qualidade, como observa o professor José Pio Martins, reitor da Universidade Positivo. "Isso passa por políticas governamentais e pela melhora na gestão das escolas." O Positivo fornece seus sistemas a 4 mil escolas conveniadas no ensino básico, com 1 milhão de alunos, dos quais 400 mil em escolas públicas.
"Trata-se de um mercado altamente pulverizado e ainda não totalmente profissionalizado, o que o torna propício à consolidação, movimento que já vem se concretizando no ensino superior e que também move importantes players na educação básica, nós entre eles", diz Chaim Zaher, presidente do grupo SEB. Com 45 mil alunos, 35 unidades próprias e presente em oito Estados, o SEB aposta na educação básica, que vai da educação infantil ao pré-vestibular. "Há características mais atraentes neste segmento. O ciclo de vida do aluno é, em média, quatro vezes mais longo e o ticket médio é superior", diz Zaher. A meta da empresa é atingir 100 mil alunos até 2020. No segundo semestre de 2014, o SEB adquiriu o Colégio GEO, da Paraíba, o Cecan, de Brasília, e a Escola do Amanhã, de Ribeirão Preto (SP), onde fica sua sede.
Com foco no ensino superior do Norte e Nordeste, o grupo Ser Educacional, do Recife (PE), começa a se expandir para outras regiões. Em dezembro comprou a Universidade de Guarulhos (UnG), na RMSP, com 18,5 mil alunos. No total, o grupo atende 148,5 mil alunos, dos quais 118 mil no Norte e Nordeste. Nessas regiões, segundo Jânyo Diniz, CEO do grupo, o Ser Educacional tem mais 25 novas unidades em processo de credenciamento pelo Ministério da Educação e Cultura. "Estamos muito confiantes no crescimento do ensino superior nos próximos anos, em função de sua baixa penetração no país e da necessidade de mão qualificada."

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Programas de MBA reforçam habilidades comportamentais

Programas de MBA reforçam habilidades comportamentais | Inovação Educacional | Scoop.it

O artigo de meia página é breve, mas conciso: o médico de uma clínica de Nova York é acusado de alterar pedidos de seguro-saúde para dar acesso a tratamento de fertilidade às mulheres que não têm como para pagar por ele. Vinte mulheres que se beneficiaram do esquema estão no tribunal com seus filhos em defesa ao médico. Ele deveria ser preso por fraude?
Esse é um caso que os estudantes de MBA da escola de negócios suíça IMD debateram em classe: um grupo acusando o médico, outro defendendo-o e um terceiro grupo dando o veredito do julgamento. "Há uma diferença entre a nossa reação intuitiva e a maneira pela qual racionalizamos a questão", diz o diretor Ralf Boscheck. "O objetivo não é ensinar ética às pessoas, mas fazê-las reconhecer seus próprios parâmetros morais."
Iniciativas de desenvolvimento pessoal desse tipo são apenas uma das inovações que estão sendo implementadas nos melhores cursos de MBA em período integral (full-time) - em um momento em que os alunos exigem que as escolas se distanciem das abordagens tradicionais na sala de aula. Análises de "big data", novos modelos de negócios, habilidades comportamentais e de empreendedorismo estão tomando o espaço de disciplinas clássicas como contabilidade, marketing e logística.
As poucas escolas de negócios de primeira linha gozam de sucesso cada vez maior - a Stanford Graduate School of Business, da Califórnia, por exemplo, admite apenas 6,5% dos candidatos. "Os alunos dizem que, se conseguirem ingressar em uma escola de primeira linha, vão cursar o MBA. Se não conseguirem, não vão", diz Garth Saloner, reitor de Stanford. "Para que as pessoas fiquem aqui por dois anos, abram mão de um salário e paguem altas mensalidades, você tem que fornecer uma experiência verdadeiramente transformadora."
Para muitas das que estão fora do grupo de elite, porém, é a sobrevivência, e não as nuances do currículo, que ocupa o pensamento. Neste ano, várias escolas americanas de segunda linha fecharam seus programas de MBA em tempo integral - a Thunderbird School of Global Management, a Wake Forest University e a Pamplin School of Business da Virginia Tech são três delas. Outras parecem inclinadas a tomar o mesmo rumo.
"O segmento saudável do mercado é bem pequeno", diz Alison Davis-Blake, diretora da Ross, escola de negócios da Universidade de Michigan. Segundo ela, boa parte das escolas subsidia seus programas de MBA em tempo integral há vários anos, mas agora muitas têm programas tão pequenos que ultrapassaram os limites da viabilidade acadêmica e econômica.
As instituições de segunda linha estão migrando seus MBAs para formatos diferentes em meio-período e lançando programas de mestrado em administração. "A pergunta ainda sem resposta é: será que essas alternativas vão engolir o MBA?", questiona a diretora da Ross. "Nos EUA, não estamos atuando em grande escala há tempo suficiente para saber."
Além disso, a concorrência das escolas americanas se torna cada vez mais global. "Se a China continuar crescendo em seu ritmo e a Índia se tornar como a China, estaremos em um ponto de inflexão crucial", prevê. Mudanças da legislação há muito prometidas, que poderão ser implementadas no mercado indiano em 2015, poderão confundir tanto quanto esclarecer. Os tradicionais programas de pós-graduação oferecidos pelo Indian Institute of Management, por exemplo, poderão ser rebatizados de MBA. Na Índia, isso terá poucas consequências, diz Ajit Rangnekar, diretor da Indian School of Business (ISB), em Hiderabad. "No próprio país ninguém dá importância, só o que interessa é onde você estudou. As únicas pessoas afetadas seriam as que deixam o país", ressalta.
O que pouco tende a mudar, diz ele, é a legislação de reconhecimento do MBA de um ano oferecido pela ISB. A escola matricula quase 800 alunos ao ano em seu curso mais rápido. Embora seja reconhecido e recomendado na maior parte da Europa, o MBA de um ano enfrenta problemas em países como a Austrália, onde formados no exterior em cursos de menor duração não podem pedir vistos de trabalho como pós-graduados. No entanto, o formato de um ano é amplamente aceito no mercado, diz Laura Bell, diretora-associada de programas acadêmicos da Melbourne Business School, na Austrália.
Recrutadores estão cada vez mais dando sua chancela de aprovação, por exemplo, à Insead, que ministra o programa de MBA de um ano mais bem avaliado do mundo. Nos últimos seis meses, 30 desses profissionais visitaram um dos três campi da escola, segundo Urs Peyer, diretor de programas acadêmicos.
Enquanto os campi de França e Cingapura continuaram estáveis, a grande surpresa é o interesse por Abu Dhabi - 10% dos formados em MBA começaram seu primeiro emprego na região. "É incrível como as percepções mudaram", diz Peyer. "Todo mundo agora quer ir para Abu Dhabi." Ele cita o módulo do MBA que foi recentemente oferecido na região para atender 45 participantes, mas 175 se candidataram.
Tipos diferentes de emprego estão sendo oferecidos nestes tempos de pós-recessão, diz o professor Saloner, de Stanford. "Não houve muita mudança do lugar de origem dos alunos, mas no destino." Empresas de private equity, de capital de risco e fundos de hedge substituíram os bancos de investimento. Além disso, houve um aumento dos recém-formados que buscam startups de tecnologia - destino, por exemplo, de cem dos formandos de 2015 da ISB.
Em vista disso, será que a sobrevivência do MBA está garantida a longo prazo? Na opinião do professor Saloner, todos os grandes problemas do mundo relacionados a pobreza mundial e assistência médica, por exemplo, precisam de grande capacidade de liderança e de gestão. "Acho que o MBA não vai acabar."

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Conheça alguns dados sobre o ensino a distância que podem animá-lo a optar por esse método de estudo

Conheça alguns dados sobre o ensino a distância que podem animá-lo a optar por esse método de estudo | Inovação Educacional | Scoop.it

O EAD (ensino a distância) vem se popularizando ano a ano no país. Levantamento do MEC que trata da educação superior entre os anos de 2007 e 2011 aponta que a procura por essa modalidade de ensino vem crescendo cada vez mais. Confira

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New to deep learning? Here are 4 easy lessons from Google

Google employs some of the world’s smartest researchers in deep learning and artificial intelligence, so it’s not a bad idea to listen to what they have to say about the space. One of those researchers, senior research scientist Greg Corrado, spoke at RE:WORK’s Deep Learning Summit on Thursday in San Francisco and gave some advice on when, why and how to use deep learning.
His talk was pragmatic and potentially very useful for folks who have heard about deep learning and how great it is — well, at computer vision, language understanding and speech recognition, at least — and are now wondering whether they should try using it for something. The TL;DR version is “maybe,” but here’s a little more nuanced advice from Corrado’s talk.
(And, of course, if you want to learn even more about deep learning, you can attend Gigaom’s Structure Data conference in March and our inaugural Structure Intelligence conference in September. You can also watch the presentations from our Future of AI meetup, which was held in late 2014.)

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Escola aproxima crianças e adolescentes da programação

Escola aproxima crianças e adolescentes da programação | Inovação Educacional | Scoop.it

Em um mundo repleto de tecnologia, dominar ao menos uma linguagem programação está se tornando habilidade tão importante quanto aprender uma nova língua. Prova disso é que países como a Inglaterra já adotaram no seu currículo primário matérias para ensinar às crianças a linguagem falada pelo computador. No Brasil, a tendência ganha força com o surgimento de escolas especializadas. Entre elas, está a MadCode, com sede localizada na região dos Jardins, zona oeste de São Paulo. Com foco no público infanto-juvenil, o espaço também oferece aulas de robótica e empreendedorismo.
O projeto de montar um espaço dedicado ao ensino de tecnologia criativa foi ideia de três dos quatro sócios da empresa que também são pais. Liderados pelo empresário Daniel Cleffi, executivo com passagem pelo setor de educação da Microsoft, eles procuravam por maneiras de estimular a capacidade de raciocínio e lógica dos seus filhos. Entre pesquisas, a programação apareceu como uma boa alternativa. “Era isso que a gente queria para eles, mas talvez isso fosse mais do que apenas um ensino para os nossos filhos”, recorda.

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Empreendedorismo social é destaque na Campus Party

Empreendedorismo social é destaque na Campus Party | Inovação Educacional | Scoop.it

Entre os dias 03 e 08 de fevereiro, acontece em São Paulo, a 8a edição de um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país, a Campus Party Brasil. Assim como nas edições anteriores, na programação há diversas atividades voltadas para educação. Porém, a novidade deste ano é o grande destaque para o empreendedorismo social.
Palestras que contam jornadas de empreendedores, que dão dicas e estimulam jovens a empreender, que debatem a importância de modelos e negócios sustentáveis e que se propõem a resolver problemas reais estão na programação, que soma mais de 600 horas de atividades entre palestras, oficinas e workshops.

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Por que os alunos não aprendem com seus slides

Por que os alunos não aprendem com seus slides | Inovação Educacional | Scoop.it

Não se preocupe, todos já fizemos isso: ficamos acordados até tarde na véspera de dar aula às 8 da manhã. Então o que você faz? Joga algum texto no PowerPoint e se prepara para falar sobre os tópicos. Não vai fazer nenhum mal, né? Você pode nem ler os slides inteiros – eles só vão ajudá-lo a dar sequência à aula, e se perder o ritmo, o texto estará lá para te ajudar.
Infelizmente, não importa se você está trabalhando as Grandes Navegações na quarta série ou física quântica com recém chegados à universidade, você pode estar prejudicando mais do que ajudando seus alunos.

Vamos explorar por que o design instrucional na maioria das vezes não funciona com estudantes e quando você deve ensinar com PowerPoint – e também quando deve evitá-lo. Tudo começa um pequeno conceito chamado de “carga cognitiva”. 

Muita coisa para o estudante processar
Imagine o cérebro dos estudantes como uma caixa. Conforme você começa a jogar pedras, ela fica mais e mais pesada – e assim, é mais difícil para o estudante aguentá-la e mantê-la organizada. Basicamente, essa é a definição de carga cognitiva. Ela descreve a capacidade da memória do nosso cérebro em suportar e processar partes de informação. Todos temos uma limitação de memória, então quando temos que lidar com informações de mais de uma maneira, a carga fica mais pesada e mais difícil de ser controlada.

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Celular serve como ferramenta de leitura e aprendizagem de história

Celular serve como ferramenta de leitura e aprendizagem de história | Inovação Educacional | Scoop.it

Professor de história em escolas das redes estaduais de educação de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, Rodolfo Alves Pereira criou um blogue e um aplicativo para incentivar a leitura de textos históricos pelos alunos. Ele garante que os estudantes ganharam habilidade na leitura, capacidade de articular ideias e argumentos de forma escrita e se tornaram mais reflexivos.
As inovações fazem parte do projeto O Celular como Ferramenta de Leitura e de Aprendizagem, iniciado há quatro anos com alunos do nono ano do ensino fundamental da Escola Estadual Luiz Salgado Lima, no município mineiro de Leopoldina. Em agosto do ano passado ─ até então, era usado apenas o telefone celular ─, o professor criou o aplicativo Acrópole APP para facilitar o acesso dos alunos aos textos e conteúdos por ele postados no blogue.
O Acrópole APP permite a postagem de textos de diversos gêneros, com notícias, mapas e pinturas. “Todo tipo de documento que sirva como fonte histórica de leitura e pesquisa em nossas aulas”, ressalta o professor. As novidades tornaram as aulas mais atrativas. Os estudantes passaram a ler mais e a registrar reflexões sobre os textos. “Muitas dessas reflexões são postadas no blogue e tornam os alunos produtores do conhecimento, na medida em que se posicionam e têm seus trabalhos publicados”, explica Rodolfo. Segundo ele, o projeto atende diretamente cerca de 90 estudantes, mas todos os alunos podem baixar o aplicativo e usá-lo em sala de aula.

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ProUni bate recorde de inscritos com mais de 1,3 milhão de candidatos

O sistema do Programa Universidade para Todos (ProUni) registrou mais de 1,3 milhão de inscritos até as 17h, segundo balanço parcial do Ministério da Educação (MEC). O número supera o total de 1.259.285 inscritos da primeira edição do ano passado. As inscrições terminam hoje (29), às 23h59. A orientação do MEC é que os estudantes interessados façam a inscrição o mais rápido possível. 

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Finep financia simuladores para treinamento das Forças Armadas

Finep financia simuladores para treinamento das Forças Armadas | Inovação Educacional | Scoop.it

Graças a um financiamento de aproximadamente R$ 550 mil da Finep, a EBTS (Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação) desenvolveu um simulador de tiros com tecnologia genuinamente nacional capaz de se adaptar totalmente às necessidades de treinamento dos militares e policiais brasileiros e com suporte técnico diferenciado. A inovação já está em uso pelo Exército Brasileiro, pela Policia Militar da Bahia, do Distrito Federal e, futuramente, de Minas Gerais, além da PM e Polícia Civil de Alagoas.
 Os simuladores, que contam com múltiplas telas de projeção, são empregados no treinamento de tiro com armas letais e não letais, tanto nas fases iniciais dos futuros policiais, como também no aprimoramento de técnicas e táticas de enfrentamento. A tecnologia utilizada é inédita no País e é dominada por um seleto grupo de empresas internacionais.

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Fundos de investimento buscam iniciativas com impacto social - Inovação Educacional

A possibilidade de somar lucros e impacto social está estimulando a presença de fundos de investimentos para turbinar iniciativas bacanas no segmento educacional, inclusive com o nascimento de especialistas como Gera e BR Education. O primeiro é fruto do interesse de Jorge Paulo Lemann no setor. Além de principal investidor do Gera, seu rol de iniciativas voltadas ao segmento inclui a Fundação Lemann, criada em 2002 que além da aproximação com inovações mundiais como a plataforma tecnológica de ensino a distância Coursera, a Khan Academy, para ensino de matemática, e a Dog Org, para estimular o aprendizado de programação, criou suas próprias ações.
Segundo o diretor executivo da Fundação, Denis Mizne, como a meta de garantir a alunos brasileiros educação de excelência exige aprimoramento incremental e grande carga de inovação no sistema para um salto de qualidade, a fundação lançou há dois anos o programa Start-Ed para apoiar startups da área de educação, como AppProva, jogo de teste de conhecimentos em questões de vestibulares e Enem, e a biblioteca digital de e-books Árvore de Livros, que oferece ao professor dados sobre a leitura de cada aluno. Além de investimentos em torno de R$ 20 mil, as novatas são aceleradas por executivos experientes.
No ano passado, o programa ganhou a vertente Start-Ed nas Escolas, para levar operações mais maduras como a plataforma de preparação para o Enem Geekie e o sistema de gestão de escolas WPensar a escolas públicas. "Entrar no setor público é um dos gargalos para empreendedores", destaca Mizne. Ele observa que os fundos estão interessados em negócios de impacto. Um exemplo é a Vox Capital, criada em 2009 que tem em seu portfólio de equity a Tamboro, criadora da plataforma adaptativa em nuvem Ludz, e criou o programa Vox Labs, de capital semente, que já apoiou WPensar e Kidu, plataforma baseada no modelo de aprendizagem por projetos para o ensino fundamental.
A Gera tem foco exclusivo em educação. As investidas incluem a Geekie, a plataforma de vídeos americana Kaltura, o sistema de digitalização e correção de provas Starline e a plataforma de ensino adaptativo para concurseiros Rota dos Concursos, lançada em 2009. Segundo Henrique Guimarães, CEO desta última, logo de início a ideia atraiu capital semente de Marcos Letelier, fundador do Buscapé. Depois foi acelerada pela 500 Startups, no Vale do Silício, e atraiu a Monashees e a Gera. Os investimentos passaram de R$ 1 milhão.
Hoje o processo colaborativo de estudo soma base de 600 mil questões, equipe de dez pessoas e mais de 400 mil estudantes atendidos. "A próxima meta é entregar ferramenta mobile e avaliar a expansão para outros segmentos de testes preparatórios, como Enem, vestibulares e OAB", destaca Henrique.
Já o BR Education Ventures, lançado no ano passado, é o primeiro fundo de venture capital no Brasil com foco em tecnologias educacionais, segundo Thomas Mackenbrock, CEO da investidora Bertelsmann Brasil. O fundo é gerido pela equipe de private equity da Bozano Investimentos, que por sua vez já aportou em iniciativas como HSM e Affero, voltadas à educação corporativa, e Ânima Educação, rede de instituições de ensino superior. "O objetivo do BR Education é investir em um portfólio de oito a dez empresas de educação digital no Brasil", diz Mackenbrock.
A Passei Direto nasceu em 2012 para conectar alunos e proporcionar aprendizado por troca de conhecimentos, define o fundador Rodrigo Salvador. Depois de investimentos do Grupo Xandó, para desenvolvimento de produto e tecnologia, e Series A para ampliação da base, da Redpoint eVentures, em 2013, a empresa tem hoje quase 40 funcionários e 3 milhões de usuários. "Estamos em fase final de captação Series B para buscar monetização com um investidor internacional para eventualmente chegarmos aos Estados Unidos, e um brasileiro especializado em educação", adianta Salvador.
Percurso semelhante foi feito pelo EduK, voltado a cursos em vídeo. Sua primeira rodada Series A, em 2013, foi liderada pela Monashees com participação da Felicis Ventures, do Vale do Silício. No mesmo ano, recebeu a segunda rodada Series B liderada pela Accel Partners, também do vale, mais uma vez com participação da Monashees. "O aporte permite crescer mais rápido", diz o sócio Robson Catalan. No final de 2013, a companhia tinha 15 profissionais. Hoje são 110. São mais de 350 cursos em português e 50 em espanhol, voltados principalmente ao México. Com modelo "freemium", com aulas ao vivo gratuitas e cursos gravados ao preço médio de R$ 200 cada, a EduK já teve meses lucrativos no ano passado e a previsão é entrar novamente no break even em 2015, quando deve inaugurar seus nove novos estúdios em área de 3 mil metros quadrados.
Uma das novatas no setor é a InvestComm, criada por Thiago Monsores Pontes para acelerar iniciativas em educação, comunicação e tecnologia. Sua inspiração é o pai, David Portes, que passou de camelô a empresário de marketing sem ter sequer completado o ensino fundamental. "Ele investiu em educação para mim e quero incentivar o que tive para outras pessoas", diz Thiago. A primeira investida é a Talk About, voltada a educação corporativa para pequenas e médias empresas. A intenção é colocar em torno de R$ 250 mil para uma ideia sair do papel. Em troca, a investidora fica com 30% do negócio.

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Jovem fora da universidade é o foco

A baixa taxa de escolaridade dos brasileiros, combinada com o potencial de crescimento econômico do país e com a própria expansão do ensino privado, despertou o interesse de empresas estrangeiras no mercado nacional. De cada cem alunos que entram no ensino fundamental, 57 concluem o ensino médio, 14 entram no ensino superior e, desses, só sete se formam. "Qualquer melhora em um desses estágios, impacta positivamente no seguinte", diz José Roberto Loureiro, CEO da americana Laureate Brasil, que opera no país desde 2005 e atende 250 mil alunos em 12 instituições de ensino superior, em oito Estados. Estudos apontam também, segundo Loureiro, a existência de 12 milhões a 15 milhões de pessoas de 25 a 34 anos formadas no ensino médio e sem diploma superior, número quase duas vezes maior do que o de alunos matriculados em uma universidade, de 7,2 milhões de estudantes.
A penetração do ensino superior entre jovens de 18 a 24 anos evoluiu de 7%, em 1995, para 17,8%, em 2013, mas ainda é baixa se comparada a outros países. "Existe um universo de mais de 82% de jovens que estão fora de uma universidade, o que deixa claro que ainda há muito trabalho a ser feito e que o país ainda pode crescer muito mais no setor da educação", diz Loureiro. "Embora esteja no caminho certo, o Brasil ainda está longe de índices de acesso da população à educação superior de países como Austrália, Estados Unidos e Coreia do Sul, todos acima dos 40%", compara.
Para Loureiro, a melhora da economia do país, o aumento do índice de confiança e o crescimento do poder aquisitivo tornaram o mercado nacional atrativo para empresas estrangeiras. "Esse novo cenário exige um profissional melhor preparado tanto para manter como para ampliar o patamar de desenvolvimento do país", diz. Segundo ele, a rede Laureate trabalha com uma perspectiva internacional e prepara seus estudantes para o mercado de trabalho globalizado. As instituições da empresa no país oferecem cursos de graduação e pós-graduação (lato e stricto sensu), com oportunidades de dupla e tripla titulação internacionais, em praticamente todas as áreas do conhecimento. Fazem parte da rede Laureate Brasil a BSP - Business School São Paulo, o Complexo Educacional FMU e a Universidade Anhembi Morumbi, ambos em São Paulo, a Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul (Fadergs), a Faculdade Internacional da Paraíba (FPB), a Universidade Potiguar (UnP) e a Universidade Salvador (Unifacs).
Outro atrativo é a disposição do governo de estimular o acesso dos brasileiros ao ensino superior. A meta do Plano Nacional de Educação (PNE) é de elevar o número de alunos nesse nível de ensino a no mínimo 11 milhões até 2020. O ensino médio também deve continuar crescendo. "O país está empenhado em universalizar o acesso à educação em todos os níveis", afirma o CEO da Laureate.
Para Giovanni Giovannelli, presidente da britânica Pearson no Brasil - que atua no país desde 1996 e opera nos segmentos de ensino fundamental, de idiomas e superior -, contribuem para a atratividade do mercado brasileiro a ascensão da classe média, hoje à procura de educação com qualidade, e a busca por eficácia. Isso significa, diz, não apenas inclusão, mas também evolução do aluno na escola, o que é mensurável por indicadores como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Nosso desafio é fazer com que ele aprenda as disciplinas e tenha resultados", diz.
A Pearson atende 1,3 milhão alunos no país, 800 mil dos quais no segmento de idiomas, em 1.700 escolas privadas, (com as marcas COC, Dom Bosco e Pueri Domus) e 300 escolas públicas (com a marca Name). Em 2013 fez sua segunda grande aquisição, na área de idiomas, de 100% do capital do grupo Multi, dono da Wizard, incluída em um portfólio que já reunia marcas como Yázigi, Skill e Wall Street English. A meta da empresa é se concentrar em marcas expressivas no mercado e no crescimento orgânico, por meio da conquista de mais escolas e também pelo aumento do número de alunos dentro das escolas já conveniadas.
Seguindo uma tendência mundial, o ensino à distância (EAD) também tem grande potencial de crescimento no Brasil nos próximos anos, segundo Loureiro, da Laureate. A empresa pretende crescer nessa área e também fazer novas aquisições no ensino presencial, especialmente em regiões onde ainda não atua, como Curitiba, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e o interior de São Paulo.

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Soma de fatores

Soma de fatores | Inovação Educacional | Scoop.it

Fortes grupos nacionais e empresas internacionais disputam o crescente mercado educacional privado

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Funcionários querem CEO que se comunique e reconheça trabalho

Funcionários querem CEO que se comunique e reconheça trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it

A cada duas semanas, Eduardo Gouveia, presidente da empresa de cartões de benefícios Alelo, se reúne com cerca de dez funcionários para um almoço, no qual conversam sobre assuntos que vão da estratégia da companhia a aspectos da vida pessoal de todos. Em um desses encontros, um analista jurídico sugeriu a Gouveia que ele deixasse as portas que separavam as salas dos diretores sempre abertas, para facilitar o contato do alto escalão com o resto da empresa. "Mandei arrancar as portas no mesmo dia", diz Gouveia. "É um símbolo pequeno, mas que faz a diferença."
Embora seja, de fato, simbólico, o gesto de Gouveia ajuda a explicar os principais pontos de insatisfação que profissionais brasileiros têm em relação aos ocupantes dos maiores cargos das empresas onde trabalham. A busca por mais reconhecimento e comunicação mais transparente são os dois temas que mais motivam reclamações de funcionários destinadas a presidentes de companhias, segundo um levantamento do Love Mondays.
Site que permite que funcionários avaliem anonimamente a empresa onde trabalham, o Love Mondays perguntou aos seus usuários quais conselhos eles dariam ao presidente de suas companhias. Em seguida, analisou as respostas de mais de 3.300 pessoas, que mencionaram mais de 50 temas. "Os funcionários, no geral, sentem que estão na linha de frente da empresa, mas que não são reconhecidos e valorizados por isso", diz Luciana Caletti, CEO da Love Mondays. "Um dos motivos que mais gera insatisfação é o profissional sentir que não tem acesso ao líder", enfatiza.
A maior parte dos funcionários aconselharia o presidente a dar mais reconhecimento ao resto da organização. Em segundo lugar, aparece a recomendação de melhorar a comunicação com os trabalhadores e, em terceiro, melhorar salários - algo que Luciana considera bastante atrelado ao fator reconhecimento. Em seguida, vem o pedido: "saber o que está acontecendo no dia a dia da empresa". Apenas a partir da quinta posição surgem reclamações relacionadas à gestão, como melhorar processos, ferramentas ou o gerenciamento do negócio.
Gouveia, da Alelo, já mantinha o costume de organizar almoços com funcionários na companhia anterior, onde era presidente. Ele mesmo escolhe os profissionais que serão convidados, geralmente de forma aleatória, reunindo diversos níveis, áreas e idades. O almoço mais recente aconteceu com o grupo de dez pessoas que se voluntariou para organizar um comitê sobre o novo escritório da empresa, para onde os cerca de 500 funcionários vão se mudar em abril. "Vamos construir o layout novo para refletir a cultura que queremos empreender", diz Gouveia. Desde que chegou à Alelo, há um ano e meio, ele trabalha para tornar a cultura organizacional menos hierárquica. Já decidiu que, no novo prédio, não terá uma sala própria.Atualmente, uma vez por semana, Gouveia leva o notebook para uma área diferente da empresa e passa o dia trabalhando de lá. A cada trimestre, faz uma apresentação de 15 minutos para todos os funcionários sobre o desempenho do negócio. "Assim fica mais fácil entender como o dia a dia do profissional contribui para os resultados", diz. A estratégia de, nas palavras dele, "manter uma comunicação sem filtros" aparece até em gestos mais simples - sempre que pode, Gouveia vai ao banheiro em um andar diferente do prédio, para circular mais pelos corredores. Ele também liga pessoalmente para os funcionários aniversariantes para desejá-los parabéns, mesmo nos fins de semana. "É um gesto bobo, mas impactante, que ajuda a formar vínculos."
Ações desse tipo geram um efeito positivo, na opinião de Luciana, da Love Mondays. Nas avaliações das empresas, ela vê com frequência elogios a práticas que buscam dar a funcionários de todos os níveis mais acesso ao alto escalão - mesmo atos simples, como um e-mail rápido elogiando o trabalho do indivíduo ou da equipe, são marcantes a ponto de aparecer em forma de elogios e "pros" das empresas no site. No caso da pergunta sobre os conselhos aos presidentes, embora os assuntos mais frequentes sejam reclamações ou sugestões de melhorias, Luciana conta que há casos de pessoas que escrevem verdadeiras cartas elogiando os CEOs. O 11º tema mais citado, segundo o levantamento, reúne esse tipo de colocação sob o conselho "continue assim".
Por mais que sejam bem-intencionadas, no entanto, práticas formais de aproximação - como os almoços com o presidente ou canais de sugestões - não devem ficar apenas na teoria, ou podem ter efeito negativo. Para especialistas, é importante mostrar que as recomendações dos funcionários estão, de fato, sendo ouvidas e dando resultados. "São a continuidade e a consequência desse contato que dão a acreditação para a iniciativa", diz Mauro Bono, vice-presidente da BBS Business School. Principalmente em casos de empresas com hierarquias fortes e pouca colaboração entre os níveis, é importante começar com exercícios que trabalhem todos os gestores antes de envolver os CEOs. "Falar com o presidente é usar um último recurso, se a pessoa não receber uma resposta, sentirá que tem um problema", diz.
Para a consultora Vicky Bloch, as pessoas são cada vez menos facilmente enganadas, principalmente entre as novas gerações, o que significa que práticas desse tipo precisam ser verdadeiras. "É preciso escolher instrumentos que tenham coerência com as suas ações. Esse tipo de atividade só funciona se o presidente fizer isso da alma", diz. Ela vê hoje mais abertura das empresas para esse tipo de prática formal, mas muitas vezes há "dissociação entre os instrumentos e o comportamento rotineiro do indivíduo". Um CEO de fato interessado em ter contato com funcionários de todos os níveis vai dar um jeito de fazer isso, diz a consultora.
Embora a atenção a esse tipo de habilidade exista mais hoje, sua exigência ainda não é unânime entre as companhias na hora de contratar gestores. Para a headhunter Adriana Cambiaghi, da área de recrutamento executivo da Robert Half, há casos em que a própria empresa exige que os candidatos tenham o perfil mais aberto - mas sempre vai depender da cultura organizacional. "Em segmentos com hierarquia mais forte, isso não influencia. Há companhias onde o presidente tem até elevador exclusivo. Mas, nos mais dinâmicos, essa habilidade pode ser determinante na corrida por uma vaga", diz.
A farmacêutica Pfizer possui, desde 2010, três canais formais que buscam aproximar a comunicação entre o presidente da companhia no Brasil, Victor Mezei, e o resto da empresa. Com frequência bimestral, a empresa promove um "happy hour" no qual Mezei se reúne com cerca de dez funcionários. "Escolhemos fazer em um bar, fora do escritório, para dar a conotação do ambiente informal, como se eles estivessem em uma conversa com amigos", explica Irene Camargo, diretora de RH.
Por volta de 300 pessoas, dos cerca de 3 mil funcionários da companhia no país, já participaram dos encontros. Segundo Mezei, os temas discutidos variam entre a estratégia da organização, o mercado farmacêutico e situações do dia a dia da companhia. "Aproveito para perguntar aos colegas o que eles fariam ao ocupar uma posição de liderança dentro da organização - como a presidência - e que pontos os fazem ter orgulho da empresa", diz o executivo.
Foi em uma dessas mesas de bar que surgiu a ideia da criação de grupos de trabalho, que reúnem 40 funcionários que se voluntariam para discutir e criar políticas relacionadas a determinados temas - qualidade de vida e reconhecimento são dois deles. A implementação do home office e a prática de dar meio período de folga no dia do aniversário do funcionário, por exemplo, foram desenvolvidas nesses grupos.
A Pfizer também mantém uma comunicação on-line onde o presidente escreve mensagens regularmente, e um canal aberto onde qualquer um pode enviar sugestões e mensagens a Mezei - que garante responder a todas. "Não há exemplo melhor do que ter esse tipo de atitude vindo da pessoa que está comandando o negócio. Isso eleva o sentimento das pessoas de pertencer à companhia e motiva o grupo de diretores a fazer o mesmo", diz Irene.

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