Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Technology in Education: A Future Classroom

Created by Daniel Nemroff (class of 2015)
(click 'Show more' for full credits)
Officially chosen for the 2014 White House Student Film Festival

Directed/Written/Edited/Visual Effects by Daniel Nemroff

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5 dicas rápidas para aquecer a venda de cursos online

5 dicas rápidas para aquecer a venda de cursos online | Inovação Educacional | Scoop.it

Depois de todo o esforço de produção, chega o momento de vender o seu curso. Estratégias e ferramentas de venda podem fazer toda a diferença no impacto das suas aulas. É importante ter em mente que as vendas são parte do processo ao criar um curso online e devem ser pensadas com a mesma dedicação que a produção de conteúdo. Vamos mostrar algumas dicas focadas em incentivar a venda de cursos online, que farão diferença no desempenho do seu negócio.
Dedique-se à página de vendas
Crie uma página de vendas bem completa, com informações sobre o curso. Coloque sua ementa, objetivo, público-alvo, competências trabalhadas e algo sobre você, comprovando sua capacidade de ensinar sobre o tema.
Aproveite os ex-alunos
Depoimentos são um ótimo argumento de venda. Se você tiver ex- alunos (mesmo presenciais), peça um depoimento para eles contando porque eles gostaram do curso e/ou porque o recomendariam. Se for sua primeira vez ensinando, pode buscar depoimentos de seguidores, leitores do blog, empresas com quem trabalhou, etc. Qualquer um que ateste seu conhecimento no assunto.
Ofereça descontos para parceiros
Você pode buscar parceiros que possuem uma audiência e oferecer cupons de descontos para eles. Quanto mais a área do parceiro for relacionada à sua, melhor. Isso pode impulsionar o alcance da sua divulgação e, de maneira geral, pessoas e empresas gostam de oferecer ofertas exclusivas para seus usuários.
Vá ainda além usando afiliados
Sua relação com parceiros pode ser ainda mais estratégica, com uma rede de afiliados. Ofereça uma comissão sobre as vendas para empresas e pessoas com potencial para ser um canal de venda forte para o seu curso.
Lembre-se que a venda é contínua
Uma das grandes vantagens do curso online é que ele está constantemente disponível. Não abandone os esforços de venda depois do lançamento. Siga buscando estratégias e otimizando suas ações de divulgação, com base nos resultados anteriores.

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Métricas financeiras na venda de cursos online

Métricas financeiras na venda de cursos online | Inovação Educacional | Scoop.it

Uma plataforma LMS ( Learning Management Systems) deve oferecer recursos que irão facilitar a gestão de negócio feita por quem oferece cursos online. O instrutor ou uma equipe responsável por analisar as métricas das escolas deve avaliá-las e transformá-las em conhecimento acerca da evolução do seu desempenho. E é por isso que as métricas de finanças são tão importantes para a venda de cursos online! O post de hoje do Edools irá falar sobre a melhor forma de analisá-las e como os resultados podem ajudar você a potencializar o seu negócio.
Métricas de Finanças: Como analisá-las?
Semanal? Mensal? Trimestral? Você deve estipular um período de tempo de acordo com os interesses da sua escola e a disponibilidade de quem gerencia tal questão, e assim analisá-las, tendo como parâmetro de desenvolvimento tanto a comparação com dados anteriores do negócio quanto da concorrência. É importante também que a plataforma ofereça dados de transações bancárias, faturamento bruto da escola, quais cursos estão sendo mais vendidos e quais não estão fazendo muito sucesso. Isso tudo para que você possa ter controle tanto sobre a evolução em números do seu curso e do seu negócio, quanto gerenciar os pagamentos dos alunos.
No entanto, isso depende da plataforma de ensino online que a escola utiliza, pois algumas não oferecem tal grau de personalização ou de detalhamento, ou nem mesmo oferecem isso de uma forma integrada e prática.
Como transformar os resultados financeiros em conhecimento para sua escola?
Após verificar os dados numéricos e analisá-los, é hora de transformar informação em conhecimento! De pouco adianta coletar tais dados se você não utiliza tais resultados para levantar hipóteses e transformar o seu negócio na prática. Assim, você deve questionar o seu negócio sempre que necessário, levantar hipóteses e validá-las junto ao cliente: o seu aluno.
Por exemplo, se um curso teve um retorno muito alto durante um determinado tempo, mas atualmente encontra-se estagnado, você deve avaliar as variáveis que estão influenciando a falta de vendas. Será que o conteúdo se tornou obsoleto? Surgiram novas implicações sobre o tema? Seu concorrente está oferecendo o mesmo conteúdo com maior qualidade e menor preço? São várias questões que devem ser investigadas junto ao seu cliente e a averiguação pode resultar tanto em solução do problema, quanto na descoberta de novas oportunidades de mercado.
Outro exemplo, se um mesmo aluno compra outros cursos oferecidos por uma escola, isso provavelmente significa que ele gostou da forma como a sua escola abordou tal conteúdo. Esse aspecto positivo também vale a pena ser avaliado. O que o atraiu realmente? Será que foi somente o conteúdo ou algo mais como qualidade de vídeos ou questões mais técnicas como gestão de aluno satisfatória? Nesse caso, a busca por resposta representa o conhecimento que você tem acerca do seu negócio, e a partir desse levantamento você também pode aprimorar a cada dia mais o seu modelo de negócios.

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Educação Corporativa: invista nos seus colaboradores

Educação Corporativa: invista nos seus colaboradores | Inovação Educacional | Scoop.it

É com essa frase de impacto que abrimos o nosso post de hoje sobre as vantagens da educação corporativa. A educação corporativa é uma prática coordenada de gestão de pessoas e de gestão de conhecimento, tendo como orientação a estratégia a longo prazo de uma instituição. Em poucas palavras, nada mais é que um treinamento empresarial ou qualificação de mão-de-obra oferecido por uma empresa aos seus funcionários.
E por que a educação corporativa é importante?
O desenvolvimento de habilidades e competências do funcionário é essencial para a inovação da empresa e aumento da competitividade dos produtos (bens ou serviços). As empresas, atualmente, têm percebido que de nada adianta investir em tecnologias sem investir em qualificação de pessoas para que, através desse trabalho em conjunto, tanto empresa quanto funcionário possam crescer e prosperar. Desta maneira, é ganho tanto para o empresário, que tem maior produtividade e qualidade do profissional, que se sente estimulado na empresa, quanto para o funcionário, que desenvolve competências que serão fundamentais em sua carreira.
Para exemplificar melhor, veja o esquema abaixo:
Educação Corporativa
Objetivo
Desenvolver habilidades e competências
Foco
Necessidades individuais e estratégia de negócios
Resultado
Aumento de habilidades e competitividade
Através de quais ferramentas isso é possível?
A empresa deve traçar um plano estratégico de como desenvolver a educação de seus funcionários e buscar a melhor ferramenta segundo os custos e benefícios da mesma. Nesse sentido, podemos destacar tanto aulas presenciais quanto o ensino a distância. Pensando nisso, muitas empresas têm optado pelo ensino a distância, devido a vantagens que o EAD possui, como flexibilidade de horários, autonomia do aluno, desterritorialização, melhor custo/benefício, etc. Ao trabalhar com ensino online, a melhor opção é a escolha por uma plataforma LMS (ainda não conhece? clique aqui) já que é um sistema voltado para o aprendizado a distância e possui diversas ferramentas para gestão de conhecimento e de alunos, como chats, videoaulas, biblioteca virtual, e muitas outras opções.

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O que são, e como se espalharam os moocs no Brasil

O que são, e como se espalharam os moocs no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it

Moocs (Massive Open Online Courses) são cursos online de nível superior gratuitos e massivos que começaram a ser introduzidos no mercado em 2011 por universidades de ponta dos EUA , como a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O seu principal objetivo é levar conhecimento a um grande número de pessoas de forma fácil e eficaz. Esses cursos são um desenvolvimento na área de educação a distância e vem sendo expandidos para outros países devido ao grande sucesso entre os jovens norte-americanos.
A primeira instituição a apostar nos Moocs foi a Universidade de Stanford, que disponibilizou na rede o curso ‘Inteligência Artificial” e atraiu 160 mil pessoas no mundo inteiro. Imagina você ter a oportunidade de fazer um curso gratuito, de uma universidade de alto nível americana, sem passar por qualquer processo seletivo?! Não é difícil entender porque atraiu tantas pessoas, né?! Soma-se a isso essa possibilidade que o ensino a distância (EAD) promove, na qual o usuário tem autonomia para fazer as aulas, podendo escolher horários e lugares para assistí-las. Mas é claro, há algumas barreiras que impedem uma maior adesão a esses cursos, como a língua. No Brasil, já existem iniciativas de instituições para traduzir alguns cursos para o português.
Pensando nisso, podemos dizer que o EAD já é uma realidade em vários países devido a aceitação desse tipo de ensino tanto por parte da sociedade quanto pelo mercado de trabalho e das grandes instituições de ensino. Elas inclusive estão aderindo a esse método através dos Moocs. As instituições de ensino foram particularmente de grande importância para a proliferação dos moocs no Brasil. Dentre elas, destacam-se as mais renomadas do país, que vêm disponibilizando cursos abertos como a USP, UnB,  UNESP, entre outras. A USP, por exemplo, oferece cursos como Física básica, Probabilidade e estatística, gestão de projetos.
Dessa maneira, os Moocs representam uma oportunidade de as universidades escalarem o seu conteúdo para fora das salas de aula e também atingir mercados mundiais. Essa é uma tendência propiciada pelo ensino a distância cada vez mais forte e aceita no mundo inteiro.

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Melhores programas para gravar e editar videoaulas

Melhores programas para gravar e editar videoaulas | Inovação Educacional | Scoop.it

Videoaulas são o principal material das aulas da maioria dos cursos online atualmente. Elas podem ser poderosas ferramentas para transmitir seu conteúdo de forma clara e criar empatia com o aluno. A qualidade dos vídeos é sempre uma preocupação dos professores, que temem uma baixa qualidade de produção seja associada a um nível baixo de conteúdo.
A boa notícia é que dispomos de diversas ferramentas a nosso alcance e não necessariamente precisamos de uma estrutura profissional para gravar e editar bons vídeos. Podemos começar nós mesmo e alcançarmos resultados bastante satisfatórios.
Por isso, selecionamos algumas ferramentas de gravação e edição para quem irá produzir suas próprias videoaulas. Um método excelente é alternar imagens suas com uma apresentação feita no próprio computador, por isso alguns dos programas possuem ótimas funcionalidades para captura de tela do computador. Você pode gravar o áudio da sua aula enquanto passa os slides de apoio, por exemplo.
Vamos a elas:
Camtasia Studio – para Windows e Mac http://www.techsmith.com/camtasia.html
O Camtasia é um software bastante utilizado para gravações de tutorias na internet. Ele tem funcionalidades bastante completas e apresenta resultados muito bons. No início, pode parecer um pouco confuso para usuário mais iniciantes. Mas rapidamente você percebe que o programa, na verdade, é bem fácil de usar. Inclusive, um de seus maiores pontos positivos é o grande auxílio que ele dá ao usuário.
Screenflow – para Mac http://www.telestream.net/screenflow/overview.htm
A grande estrela do Screenflow é mesmo a captura de tela. A funcionalidade funciona muito bem e se alia à uma edição fácil e rápida dos vídeos. O programa também possui uma série de tutoriais e demonstrações para auxiliar o usuário. Isso talvez nem seja necessário, pois sua facilidade de uso rendeu, em 2008, o prêmio de melhor aplicação do ano para OS X, concedido pela própria Apple.
Windows Movie Maker – para Windows http://windows.microsoft.com/pt-br/windows-live/movie-maker#t1=overview
Às vezes controverso, o Windows Movie Maker ainda é uma boa opção para iniciantes em edição de vídeos. É uma opção extremamente simples para começar, além de ser grátis e vir previamente instalado com a maioria dos computadores Windows. Para quem quer avançar um pouco com suas videoaulas talvez não seja o ideal, mas pode funcionar muito bem para quem está começando.
iMovie – para Mac https://itunes.apple.com/br/app/imovie/id408981434?mt=12
De certa forma, é o equivalente do Windows Movie Maker para Mac. Isto porque é desenvolvido pela própria Apple e, apesar de não ser de graça, é relativamente barato. O iMovie também é ótimo para iniciantes e é um pouco mais avançado que o seu companheiro da Microsoft. Também uma excelente opção para quem está começando e editar suas videoaulas.
Cyberlink PowerDirector – para Windows
Voltando às opções um pouco mais robustas, o Cyberlink PowerDirector é bastante popular por entusiastas da área. Como o Screenflow e o Camtasia, eles estão no meio do caminho entre programas profissionais e iniciantes. Tem funcionalidades bem completas e impressiona pela velocidade de processamento durante a edição. Sua função MultiCam também é interessante, pois você pode utilizar diversas filmagens na edição ao mesmo tempo.

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Como blogs podem fazer a diferença na promoção do seu EAD

Como blogs podem fazer a diferença na promoção do seu EAD | Inovação Educacional | Scoop.it

O uso de um blog não se limita a um canal de comunicação direta pela internet. Ele pode ser a ferramenta que você precisa para ser reconhecido como uma autoridade em um assunto. Esta postura, somada à produção de conteúdos de qualidade é o que irá transformar o seu blog em uma verdadeira máquina de vendas. Veja como:
Procure postar com regularidade – ainda que apenas uma vez por semana.
A regularidade e até mesmo a pontualidade do horário da postagem comunicam seriedade e comprometimento com a entrega do conteúdo. Essa postura fideliza os visitantes interessados pois, saber exatamente o dia e a hora das postagens facilita o seu acompanhamento. O blog Edools por exemplo, posta de segunda à sexta, às 13:30.
Use as redes sociais.
Comunique brevemente o assunto e o momento em que uma nova postagem foi lançada. Além de se manter vivo na memória dos leitores, as redes sociais são fundamentais para propagar os melhores posts nas redes e o blog de forma geral.
Não se desmotive com comentários negativos ou contrários às suas postagens.
Esses comentários podem representar inclusive a opinião de uma parcela maior dos seus potenciais clientes. Então atenção: uma dúvida não respondida ou reclamação não atendida certamente podem influenciar os potenciais clientes.
Abrace as críticas.
O que realmente importa é que elas dão a chance de a empresa se posicionar frente à elas, sob o olhar de todos atuais e futuros leitores. É melhor ter a chance de responder do que sequer saber dos pontos negativos do seu negócio. Ou pior, ter tais críticas circulando apenas no boca-a-boca. Elas são belas oportunidades!
Aprenda com eles, enquanto eles aprendem com você.
Monitore as páginas de maior comentário, as me maior acesso e também as menos vistas e faladas. Se o conteúdo que “está em baixa” for um tema fundamental para o seu produto, busque abordá-lo de formas diferenciadas.
É seu dever transformar os assuntos de maior interesse em temas vendedores. Para isso ofereça infográficos, sugira vídeos e busque uma linguagem simples e direta. O conteúdo deve ser apreendido mesmo que em uma leitura rápida, então frases muito longas e complexas podem fazê-lo perder leitores no meio de um artigo!
Gere interesse e faça a diferença.
Crie postagens que fale dos temas que circundam o seu negócio e as necessidades dos clientes. De preferência, que ressaltem a importância do seu curso. Quanto mais variados, maor a chance do seu blog ser encontrado nos resultados de busca
Veja como fez a Resultados Digitais, uma empresa de software para marketing digital:
O post traz uma notícia que atrai a todos os interessados no assunto, mas a grande sacada está nos dois banners do final. O primeiro é um convite à experimentação de um conteúdo elaborado pela emrpresa, e o segundo convida à compra do produto em si.
Para o seu EAD, um banner oferecendo uma primeira aula grátis pode converter muitas assinaturas.

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Métricas de lançamento e de crescimento em cursos online

Métricas de lançamento e de crescimento em cursos online | Inovação Educacional | Scoop.it

As métricas são parte do cotidiano de qualquer empresa. Elas podem trazer facilidade ou complicar a gestão de seu negócio. Apontam oportunidades e fraquezas, mas também podem tanto revelar como camuflar a realidade. Com algo tão importante assim, você provavelmente vai precisar de alguns bons conselhos:
Para o lançamento
1 – Você não tem um sexto sentido.
Esqueça os “achismos”, pois usar métricas é a única forma de trazer um pensamento racional e lógico para as suas decisões. Elas permitem descobrir quais metas perseguir. Além disso, compartilhar esse progresso pode motivar e estimular o foco nas soluções de maior prioridade.
2 – Foque em poucas e relevantes métricas
Um engano comum dos empreendedores novos é buscar uma única abordagem para todas as ocasiões. Mas isso é impossível, simples assim. Eu explico: as métricas mais importantes são as que atendem ao atual estágio do produto.
Então se a sua escola acabou de se lançar online, a sua prioridade será o market fit. Isso significa métricas de engajamento e de satisfação do cliente (feedbacks). Medir o churn (rejeição) também é uma boa indicação para esses casos, pois quanto mais sólida a adesão na fase inicial, melhor preparado você estará para crescer.
3 – Não se vislumbre com métricas de vaidade
Um lançamento bem feito pode trazer altos índices de crescimento de tráfego nas primeiras semanas. Mas apenas isso não significa o sucesso à longo prazo. Ao invés de se dar por satisfeito, procure descobrir o tempo que o usuário passa no seu site. Ele retorna e compartilha o conteúdo com os amigos? Ele interage ou apenas navega?
Para o crescimento
1 – Índice de conversão e NPS (Net Promoting Score)
Para medir o resultado efetivo das ações de crescimento é o índice de conversão que queremos verificar. Dos clientes que experimentam uma aula grátis, por exemplo, quantos deles efetivamente se tornam alunos? Um tráfego intenso não significa necessariamente um alto potencial de conversões.
Já o Net Promoting Score é uma métrica simples e interessante. Através de uma única pergunta (“qual a probabilidade de você recomendar esta escola/curso a um amigo?”) ele mede o potencial de promoção, indiferença ou difamação de um curso ou escola. As respostas servem como uma forma de orientar o crescimento e até identificar quais cursos podem ser usados para estimular uma recompra.
2 – Métricas isoladas não explicam. Pense no contexto.
Por mais que os indicadores apontem para um resultado positivo, a origem deste resultado também deve ser considerada. Por exemplo, se um cupom de desconto tem sido o único estímulo para o crescimento nas compras, os indicadores estarão positivos. Contudo você pode ter criado um problema, pois você poderá condicionar o seu público a sempre esperar pelo desconto.
Ao invés de se satisfazer com um bom resultado, pense no contexto. O mesmo cupom pode ser oferecido aos alunos no término de um curso, chamando-os para um outro. Assim você estará incentivando a recompra.
3 – Mais uma vez, não caia nas métricas de vaidade
As métricas podem revelar ótimos resultados e ainda sim terem pouca ou nenhuma utilidade. Se a sua escola tem altos índices de acesso ou uma forte presença nas redes sociais, alguns indicadores provavelmente estão apontando para o sucesso.
Contudo, sem saber a razão e a origem por trás deles, só tendem a camuflar o real status do seu negócio ou mesmo uma possível oportunidade. E quando isso acontece, tudo parece ir bem. Até que venha o choque de realidade.

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Acelere a adaptabilidade do seu negócio com e-learning

Acelere a adaptabilidade do seu negócio com e-learning | Inovação Educacional | Scoop.it

“Aprender a aprender é um grande desafio e para superá-lo, muita vezes, torna-se necessário desaprender para aprender a aprender”. Esta interessante constatação feita por Antônio Vieira (autor de Aprendizagem Organizacional em Tempos de Mudança) retrata uma dificuldade típica. A grande competitividade de uma economia globalizada. E não é pra menos.
Os negócios mais experientes sabem que investir no treinamento é fundamental para acompanhar o mercado. Eles rapidamente identificam gaps atuais e futuros e alinham o treinamento corporativo ao planejamento estratégico. Mas ainda sim muitos deles não conseguem desenvolver uma adaptabilidade inata. “Por que isso acontece?”, você pergunta.
Todas estas medidas ficam lindas no papel, mas apenas tomar decisões “top-down” pontuais de treinamento, não basta para que o seu negócio desenvolva essa capacidade. Para desenvolver isso é preciso implementar uma cultura de aprendizagem. E ela não pode ser trabalhada só “de cima”.
Separando o joio do trigo
Um fator positivo para a implementação de uma cultura de aprendizado é que tem havido uma mudança na forma das e algumas pessoas encararem suas carreiras. Elas não querem passar toda a vida em uma empresa, e reconhecem para si a importância de desenvolver novos talentos. Enquanto a empresa lhes apresentar desafios motivadores, elas naturalmente buscarão combater a própria defasagem. Agora vamos ao joio.
Este perfil geralmente se sente vulnerável com as mudanças de paradigmas, e teme ser substituido. Um paradigma tem suas regras estabelecidas, e geralmente eles sabem o que precisam fazer para serem bem sucedidos dentro destes limites. O problema está em quando ele não é mais suficiente para levar ao sucesso, sendo necessário um outro paradigma. Quando a regra do jogo muda, este perfil reage de diversas formas:
Desenvolve medo de errar;
Segue acomodado nos modelos antigos e se prende a eles;
Foca em procurar falhas nas novas ideias;
Propaga o pessimismo aos outros funcionários.
Aprendendo a aprender com um LMS
Encorajar o aprendizado é fundamental para minimizar os efeitos negativos daqueles que resistem aos novos paradigmas. A educação a distância e um bom LMS podem contribuir no estímulo da busca por novos conhecimentos. Permitir um acesso mais conveniente ao aprenizado, oferecer conteúdos em audio e video e gamification são ótimos exemplos.
Um LMS contribui para todos os quatro estágios do processo de aprendizagem organizacional:
Conhecimento – conta com diversas ferramentas de ensino (videos, apresentações, áudio, etc), gestão do conhecimento e análise de resultados;
Disseminação do conhecimento – oferecer acesso e fácil distribuição do conteúdo oline e em rede;
Uso do conhecimento – permite a criação de testes e simulados para avaliar a aplicação dos conhecimentos;
Criação da memória organizacional – documenta o conhecimento e pode ser usado também como uma biblioteca de boas práticas para a organização.
O uso do LMS pura e simplesmente não garante resultados milagrosos. Mas prolifera rapidamente o conhecimento contextualizado com a realidade e as necessidades da empresa. E isso sim, tem a capacidade de acelerar a adaptação para alcançar as metas que os executivos tanto desejam.

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A melhor dica para licenciar conteúdo em EAD

A melhor dica para licenciar conteúdo em EAD | Inovação Educacional | Scoop.it

Para as empresas de educação à distância, licenciar conteúdo tem se mostrado uma ótima alternativa para ampliar o potencial de receita dos seus conteúdos e cursos. Entretanto, para replicar o potencial destes ativos, uma empresa não pode se deixar conduzir apenas pelas ofertas propostas.
Vamos à um exemplo
Você é dono de uma escola online e recebe uma proposta irrecusável: o licenciamento do seu conteúdo para um grande curso preparatório para concursos. Essas serão algumas das questões que vão tirar o seu sono:

Como você poderá acompanhar as vendas das aulas licenciadas para o curso preparatório?
Como poderá se certificar que os valores recebidos estarão corretos?
Como você poderá explorar mais licenciamentos de forma prática para outros possíveis clientes?
Estas questões podem desencorajar a visão de que licenciar conteúdo possa ser seguro no EAD. Muitos prefeririam nesta situação, só por segurança, cobrar valores unitários maiores por conteúdo. Uma medida natural de quem tem medo de gerenciar sem um mínimo de business inteligence. Ninguém deseja navegar às cegas, certo?
Agora vamos à solução.
Existe uma resposta para todas as questões colocadas acima: compartilhar uma plataforma de ensino. O fácil acesso ao business inteligence das plataformas é o que trará a viabilidade e as noites de sono de volta. E contabilizar os cursos vendidos de forma automatizada seria apenas algumas das vantagens.
A depender da plataforma, informações extremamente preciosas poderiam ser coletadas em tempo real, como o desempenho dos alunos em testes de conhecimento, a análise do tempo que o aluno investe em cada parte da aula, o tempo de consumo de cada etapa do curso, são facilmente obtidas e transformadas em relatórios gerenciais.
Um bom LMS faz crescer oportunidades como o licenciamento, e ainda contribui para a adaptação do conteúdo licenciado às suas novas utilizações. Isso sim consegue adicionar escala de vendas, inteligência e uma sólida nova fonte de receita para o seu negócio.

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Ensino a distância não é só uma questão de conforto

Ensino a distância não é só uma questão de conforto | Inovação Educacional | Scoop.it

O ensino a distância vem se consolidando cada vez mais no Brasil e deixando de ser apenas uma alternativa aos cursos tradicionalmente presenciais em escolas regulares. Isso porque a percepção sobre o EAD vem sofrendo mudanças positivas e a aceitação desse tipo de graduação no mercado de trabalho deu um forte impulso para o crescimento dessa modalidade no país.
No início da sua implementação no Brasil, a possibilidade do ensino a distância era vista mais como uma alternativa mais cômoda aos usuários do que como uma real possibilidade de um novo método de aprendizagem. E isso é claramente devido ao fato de que cursos a distância permitem que inúmeras pessoas que não podem estudar em cursos presenciais devido à questões de horário de trabalho ou questões geográficas possam estudar online e ter uma boa qualidade de ensino. Vejam algumas vantagens do EAD:
Custos reduzidos
Autonomia do aluno
Acesso ao ambiente virtual de aprendizagem a qualquer tempo e lugar
Flexibilidade
Interatividade entre alunos e professores
 No entanto, com a expansão do ensino a distância pelo Brasil, a percepção sobre essa nova modalidade de ensino vem sofrendo algumas alterações. Se antes ela era vista apenas como uma opção mais cômoda aos usuários e complementar ao ensino tradicional, hoje em dia ela é vista por muitos alunos como uma preferência de método de ensino. E isso, é claro, não é somente devido as suas vantagens, que são realmente atraentes, mas também pela aceitação da sociedade, do mercado de trabalho e o reconhecimento de grandes instituições de ensino do país, que inclusive, estão utilizando o EAD em cursos de graduação como Ibmec, UnB, USP,UNESP, entre outras.
E essa aprovação só tende a crescer no Brasil, com cada vez mais escolas e universidades aderindo ao EAD e possibilitando um ensino a distância eficiente e de qualidade.

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O modelo Netflix do ensino a distância

O modelo Netflix do ensino a distância | Inovação Educacional | Scoop.it

O modelo de assinatura livre e ilimitada dos filmes, animações, programas e seriados tornou a empresa uma referência neste modelo de negócios. Tamanha foi a adoção do sistema, que acabou estimulando o as lojas de e-books Scribd e Oyster a buscarem parcerias com grandes editoras no final do ano passado.
Graças à tecnologia de streamming, ambas as empresas conseguiram oferecer aos seus clientes um serviço multi plataforma com milhares de títulos. Ou seja, a leitura não precisa se limitar ao computador; pode ser interrompida a qualquer momento e seguir em qualquer outro aparelho com acesso à internet, como um tablet ou smartphone.

Comprovado o sucesso do modelo, agora podemos encontrar a mesma estratégia replicada em alguns portais de educação e cursos de ensino a distância. Mas como o modelo de venda de aulas individuais pode ser substituído por uma assinatura que entrega todo o conteúdo de uma vez para o cliente?

Em um entrevista para a revista Wired o CEO do Scribd Trip Adler contou que pagam às editoras quando os usuários lêem uma parte considerável do exemplar. Ele também revela que o serviço se paga uma vez que a maior parte dos acessos é formada por folheadas e consultas rápidas, na proporção média de 4,5 livros foleados para cada volume lido integralmente.
Uma breve reflexão
Considerando as percepções de Adler, quando todo o acervo foi disponibilizado houve uma mudança na forma como o conteúdo passou a ser consumido. Os leitores passaram a usar o Scribd, em grande  parte, para consultar trechos das publicações que lhes interessavam. Como uma biblioteca.
Esta mudança de comportamento não seria então, uma das razões para o  funcionamento do modelo Netflix nos negócios de EAD?
A resposta é sim, pois essa proposta leva o consumidor de aluno à assinante. Mas ela não se justifica apenas pela disponibilidade de todos os cursos. Tradicionalmente o aluno de EAD segue a linearidade proposta pelos capítulos/módulos do curso em que se inscreveu. E tem um tempo específico para cumprir a trilha de aprendizagem.
O assinante de conteúdo não precisa seguir caminho algum, pois tem o poder de escolher quando e como explorar o conteúdo que ele mesmo adquiriu. Esse funcionamento abre portas para novas abordagens e até mesmo para um layout diferenciado para as escolas.
Só por diversão, resolvemos adaptar o Layout do Mestre Academy, de um dos clientes Edools para o que poderia ser um modelo Netflix. O resultado foi esse:

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Veja a seca da Cantareira pelos satélites da NASA

Veja a seca da Cantareira pelos satélites da NASA | Inovação Educacional | Scoop.it

A crise da torneira seca em São Paulo já coleciona números dramáticos. Segundo uma nova pesquisa Datafolha, pela primeira vez, mais da metade dos paulistanos disseram ter enfrentado falta de água pelo menos uma vez nos últimos 30 dias. Para três em cada dez, o problema durou mais do que cinco dias.
Diante de um quadro que não dá sinais de melhora, 34% dos paulistanos já estão estocando água em casa. E o restante da população pretende fazer o mesmo daqui pra frente.

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Jovens superam paralisia cerebral e surpreendem em Juiz de Fora (MG-TV Zona da Mata Granbery)

Uma é escritora e a outra está no último período do curso de Pedagogia. Nesta segunda-feira é comemorado o Dia Nacional da Paralisia Cerebral.

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Crie o seu próprio marketplace de cursos online

Crie o seu próprio marketplace de cursos online | Inovação Educacional | Scoop.it

Todos que pesquisaram por cursos à distância, muito provavelmente já navegaram por sites e portais famosos por oferecerem quantidade e variedade gigantescas. Mas você já parou para pensar como isso é possível? Será que todos estes sites realmente produzem e administram todo aquele conteúdo?
A verdade é que em muitos destes ambientes de grande oferta, o que vale é o ditado “a união faz a força”. Assim são criados os marketplaces. Seja misturando cursos próprios e licenciados ou elaborando estrutura totalmente terceirizada, a ideia básica dos marketplaces de cursos online é concentrar ofertas de diversas áreas do EAD (e de diversas fontes) em um ponto só.
Como são as empresas que constroem os Marketplaces?
Geralmente são de empresas que já estão estabelecidas há algum tempo no mercado e já têm um conhecimento minimamente aprofundado dos seus consumidores. Eles já atingiram um certo grau de maturidade e estão buscando novas estratégias para monetizar os produtos que oferecem. Vejam os exemplos de cases a seguir.
Udemy – Um ótimo representante de um marketplace de cursos livres como um modelo de negócios. O fato de que qualquer um pode facilmente começar a vender qualquer tipo de curso online torna este site singular. Apesar disso, muitos profissionais famosos também o fazem, o que atraiu o interesse de muitas empresas. Aproveitando a oportunidade, o Udemy criou um Marketplace específico para o treinamento corporativo chamado “Udemy for Organizations”. Lá ele oferece planos e pacotes especiais de acesso à quem deseja treinar seus colaboradores.
Portal Educação – Este portal brasileiro não tem um espectro tão diversificado quando o Udemy, pois oferece cursos mais de uso acadêmico e profissional, como de pós-graduação, profissionalizantes, de idiomas e preparatórios. Tamanha amplitude de oferta foi obtida por uma grande lista parceiros de licenciamentos. Além da venda destes, o portal também licencia e cursos para a revenda.
O que eu preciso para montar o meu próprio Marketplace de EAD?
Existem dois pré-requisitos. O primeiro é um grande esforço de negociação de licenciamentos e fontes de conteúdo e de cursos interessantes ao público. Ela poderá ganhar mais força se organizada segundo um critério de complementaridade de oferta: da mesma forma que cursos online de (por exemplo) ferramentas para startups promove uma qualificação para jovens empreendedores, um outro curso de, digamos, finanças para empreendedores concentra valores similares e que possam interessar ao mesmo público. Por que então não buscar o direito de revenda destes conteúdos para criar uma proposta mais coesa?
O segundo pré-requisito é uma plataforma adequada para a exibição e gestão deste conteúdo.  E o Portal Terra escolheu o Edools para a criação do Terra Apoio Escolar, voltado para alunos que buscam um preparatório para o ENEM, através dos conteúdos produzidos pela Aprende. A  Exame usou a mesma plataforma para a criação da sua escola online voltada para o desenvolvimento profissional na área de negócios, com conteúdos do MBA60. Com um conjunto de cursos licenciados que ofereçam benefícios complementares e uma plataforma de qualidade, você também pode empreender em um marketplace de cursos online.

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Por que um LMS é fundamental para a educação corporativa

Por que um LMS é fundamental para a educação corporativa | Inovação Educacional | Scoop.it

O próprio termo “Treinamento & Desenvolvimento” já indica que a educação corporativa vem expandindo o seu papel conforme as empresas compreendem as suas reais utilidades. Inicialmente o seu dever era perceber e sanar os “gaps” de qualificação dos colaboradores, mas as novas tecnologias trouxeram uma mudança de paradigma. Um desenvolvimento na forma de encarar o aprendizado e a atualização do conhecimento. A percepção da necessidade de se adaptar às futuras necessidades e, se possível, até anteciparem aos movimentos do mercado.
Um cenário de competitividade
Atualmente a nossa sociedade está galgada em um intenso fluxo de informações e estímulos. Esta realidade sócio-cultural é um dos fatores que mais modificaram e a forma como as empresas vêm buscando competitividade. Por isso a tendência é que, cada vez mais a informação se torne também a ferramenta para o crescimento.
Esse resultado não se obtém com o antigo modelo de salas de aula; são as novas tecnologias criadas por quem reconhece e vive essas novas necessidades, que vêm trazendo os resultados desejados. Mas é importante destacar: mesmo com ótimas ferramentas, os resultados só podem ser obtidos se a empresa tiver uma cultura de aprendizagem contínua e alinhadas às suas estratégia competitivas.
Algumas medidas inovadoras
De fato, o primeiro passo para se iniciar todo este processo é o reconhecimento de quais práticas e conhecimentos devem ser passadas aos colaboradores. Essa deve ser uma análise constante, mas muitas empresas que tem dificuldades em organizá-las recorre a consultorias. Em pouco tempo desenvolvem recursos próprios, que vão aperfeiçoando continuamente.
Aprender a identificar as necessidades da sua educação corporativa é a primeira medida inovadora. Seja ela de qualquer segmento ou porte, somente a partir daí a empresa está apta para outras medidas. Investir em plataformas de ensino à distância tem sido um divisor de águas para pequenas e média empresas, pois trazem uma grande economia de tempo e de dinheiro.
Algumas vantagens do LMS
A tecnologia dos LMS (learning management system) permite que todos dentro da empresa tenham acesso à informação vital no momento que acharem mais convenientes, mas ainda com o amplo acompanhamento dos gestores. Assim conseguem medir a adesão e o desempenho dos colaboradores na absorção conteúdo. Uma vez atingidos os objetivos, novos fluxos de ensino podem ser criados na empresa, ou serem facilmente atualizados.
Atualmente nas grandes empresas o e-learning já contém tantos fluxos específicos para cada área de atuação, que fomentou-se uma nova estratégia de ensino. A criação das univesidades corporativas têm o objetivo de oferecer um canal unificado de comunicação e um ambiente de aprendizagem via web. Além disso elas também funcionam como uma forma de organizar com mais facilidade a aprendizagem de cada setor às necessidades estratégicas da empresa.
Com as universidades corporativas é possível, em um único espaço aberto à todos, coordenar todos os cursos de ensino em uma única grande estratégia envolvendo todos os setores da empresa. E melhor, sem precisar de espaço e estrutura física algum.
Uma solução para quase tudo
É importante lembrar que nem sempre o uso de vídeos, conteúdos dinâmicos e aulas em tempo real podem substituir a aula presencial. Em alguns casos específicos é preciso a prática física das atividades, como em primeiros-socorros, onde é preciso treinar técnicas de massagem cardíaca, boca-a-boca, etc.
Exceções à parte, qualquer empresa com uma cultura de contínuo aprendizado pode se beneficiar dos LMS. Seja para uma solução integrada de ferramentas de comunicação e aprendizado, para implantar uma estratégia de qualificação coordenada com os objetivos estratégicos ou mesmo para otimizar os custos e a atualização de os funcionários ao mesmo tempo.

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3 meios interativos ideais para suas videoaulas!

3 meios interativos ideais para suas videoaulas! | Inovação Educacional | Scoop.it

A comunicação entre instrutor e aluno é essencial para se obter sucesso em videoaulas. E não é só pelo fato de alimentar o aluno tanto com informações gerais sobre o curso quanto didáticas mas também o de acompanhar o rendimento do aluno e medir o trabalho do próprio educador! É claro que manter um relacionamento ativo é complicado pois é uma tarefa de demanda tempo e disponibilidade. Dessa maneira, há no mercado soluções que oferecem recursos para tornar esse processo mais fácil, prático e automatizado, o que é ideal para ambos os lados. No novo post do Edools, você vai conhecer melhor sobre esses recursos. Vamos conferir?!
Esse recurso promove a avaliação do seu curso pelo aluno e é também uma ótima ferramenta para fazer a propaganda do mesmo. Isso porque, dependendo do nível da avaliação e de comentários positivos feitos sobre o curso, isso funciona como uma ótima forma de atrair novas vendas! Hoje em dia, tornou-se comum procurar uma avaliação antes de comprar algo pela internet, não é mesmo?
 Perguntas e respostas:
Esse outro campo também está inserido basicamente na linha do anterior, porém ele abre um espaço para dúvidas relacionadas à questões de exercícios ou mesmo a própria resposta de determinada atividade. Além disso, esse recurso possibilita que alunos façam perguntas relacionadas ao conteúdo do curso, ou até mesmo dúvidas sobre os negócios e assim os administradores da página podem responder de forma direta e organizada. Dessa maneira, o educador pode avaliar o desenvolvimento do seu curso junto ao aluno. “Será que tal tipo de exercício é realmente eficiente ou será que a minha apresentação de exercício foi entendida pela maioria dos alunos?”, “Qual assunto gera mais dúvidas?”,“ As respostas obtidas são aquelas esperadas ou não?”. Dessa forma, o educador tanto verifica o nível do aluno, quanto isso é uma oportunidade para buscar formas de se aprimorar e descobrir novos caminhos junto ao público.
Links e downloads:
Esse recurso é uma via de dois lados e também é uma consequência do feedback feito pelos alunos. Isso porque os processos se retroalimentam: tanto o aluno busca o conhecimento pelo ensino do instrutor quanto ao contrário. Com isso, o educador dispõe para os alunos links e downloads, como vídeos, e-books, endereços de sites , no entanto, os alunos também podem participar desse processo sugerindo outros links, com conteúdos apropriados. Essa troca é muito importante para o desenvolvimento do curso!
Dessa forma, os recursos listados acima são relevantes para que o educador interaja com o seu aluno de forma direta e simples, e assim tenha um feedback sobre o desempenho do seu curso. Essa troca de ideias no ensino a distância é fundamental!

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Ensino a distância. Venda unitária ou por assinatura?

Ensino a distância. Venda unitária ou por assinatura? | Inovação Educacional | Scoop.it

Se você teve ou tem um negócio de ensino a distância, já deve ter parado para pensar ”de que formas posso diversificar a venda do meu produto?” ou algo similar. Nesses casos, observar o que vem sendo feito no mercado virtual é uma ótima forma de se inspirar.
Observando o mercado
O modelo de assinatura não é exatamente o que se pode chamar de inovador, mas as novas propostas de negócios que vêm sendo oferecidas neste formato têm surpreendido. Por exemplo, você já imaginou ser possível comprar sapatos por assinatura? E que tal nunca mais ter que sair pra comprar lâminas de barbear?
A Shoedazzle e a The Dollar Shave Club empreenderam e fizeram isso acontecer. A primeira também vende sapatos como uma loja online tradicional. Já a segunda, ainda que ofereça outros produtos como pós barba e o que eles chamaram de “manteiga para barbear”, opera exclusivamente com planos, condicionando a compra destes produtos à assinatura do plano.
A bem da verdade, estes modelos prosperam graças à execução de uma estratégia precisa e do reconhecimento das necessidades dos clientes. Seguindo a mesma estratégia da Shoedazzle, a startup brasileira shoes4you chegou a um faturamento de 5,5 milhões de reais, 15 mil assinantes e um milhão de cadastrados antes de encerrar as atividades.
Desbravar um modelo novo em um mercado ainda em aprendizado foi um alto risco. Os custos fixos altos e uma margem reduzida, inviabilizaram o negócio depois que foi descoberto que alguns clientes “davam um jeito de não pagar a assinatura”, segundo a CEO da marca Olivier Grinda em entrevista à Revista Exame.
Porém, o mercado de ensino a distância se difere dos exemplos citados. Uma vez que o objeto da venda, ou seja, o conteúdo não gera custos fixos, inovar no modelo pode ser menos arriscado e oneroso. Ainda sim, não há uma fórmula ideal para fazê-lo.
Independentemente de um negócio de ensino a distância optar por trabalhar apenas por assinaturas de cursos ou com um formato misto, existem práticas que podem ajudar em ambos os casos.
Algumas dicas para implementar o modelo de assinatura em negócios de EAD.
Em primeiro lugar, ao fazer cursos por assinatura, é melhor que eles sejam interessantes, pois essa proposta eleva as expectativas dos clientes. Afinal de contas, o apelo de venda nesse caso está na promessa de um suprimento variado de conteúdos.
O trade-off se traduz em oferecer um preço baixo, porém mensal. Neste caso uma forma de obter um retorno aceitável é garantir que cada assinante se manterá interessado e consumindo conteúdos pelo maior período possível.
Se a sua empresa de EAD atende à nichos estreitos, provavelmente seus cursos já terão uma razoável complementaridade, o que é ótimo. Isso facilita uma busca contínua por cursos de assuntos correlacionados e prende a atenção do assinante. Se ele termina um curso e resolve começar outro e mais outro, missão cumprida. Ele levará mais tempo sustentando a assinatura.
Se a sua escola é mais abrangente, planeje a criação de cursos de temáticas complementares. Eles formarão ótimos pacotes para um plano de assinatura.
Não há garantias de que um número maior de clientes vão passar a acessar a sua escola só por causa dos cursos por assinatura. Isso quer dizer que para aumentar as vendas, independentemente da estratégia que se adote, é preciso investir também em SEO e marketing de conteúdo, para tornar-se visível aos olhos do target.
Criar vantagens exclusivas para assinantes. Conheça aquilo que mais desejam ou busque gerar interesse por algo que será ofertado mediante uma assinatura.

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3 Regras de ouro na venda de cursos online

3 Regras de ouro na venda de cursos online | Inovação Educacional | Scoop.it

Cursos online mais atraentes vendem muito mais e deixam o cliente muito mais satisfeito, não é mesmo? Por isso, o nosso post de hoje irá destacar 3 dicas para você deixar o seu curso online com maior qualidade e com maior capacidade de chamar atenção  de alunos.
1) Invista em assuntos relevantes para o seu público-alvo
Oferecer assuntos que são realmente importantes para o seu público-alvo é a chave do sucesso. Saber quais são as principais dúvidas do seu cliente e oferecer a eles a melhor solução gera um grande valor de venda. Mas, para isso, você precisa não só saber de conteúdos que são tendências e podem gerar curiosidade pelo seu público, mas também conversar com os seus clientes e saber sobre quais assuntos eles têm mais interesse. Por isso, hoje faça algo diferente! Comunique-se com o seu cliente e veja quais são as principais dúvidas e sugestões de conteúdo que eles esperam que alguém ofereça a eles.
2) Interatividade é fundamental!
A interatividade é uma premissa básica para a venda de cursos online. E é o que os alunos esperam do ensino a distância via web. Até porque um dos fatores de atração do aluno de EAD é a possibilidade de conhecer novas pessoas, quem sabe de outros países e outras culturas e assim trocar informações e opiniões. Por isso, crie canais de comunicação que possam facilitar a troca de conhecimentos entre eles. E também, é claro, aqueles canais que facilitam a conversa entre aluno – escola. Assim, a interatividade da sua escola será um fator de valor junto ao seu cliente, tornando-a mais atrativa.
3) Ofereça facilidades e vantagens aos alunos
Porque um aluno procura um curso online? Existem várias respostas para isso, e não só comodidade e autonomia do estudante que são relevantes. Podemos também citar novidades de cursos, a possibilidade de ter certificado de uma grande universidade internacional, entre outras justificativas mais específicas. Então, fique de olho nas novidades do mercado para decidir sobre o que pode ser aproveitado ou não. E assim, invista nas novidades e facilidades que o mercado de EAD costuma oferecer constantemente. Mas uma ressalva: apenas invista em novas facilidades se isso for realmente agregar valor junto ao seu cliente.

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Como jogar no trabalho pode engajar colaboradores

Como jogar no trabalho pode engajar colaboradores | Inovação Educacional | Scoop.it

“Quatro em cada dez funcionários não estão engajados, e dois em cada dez estão desengajados”. Estes números foram tirados do relatório Tendências Globais de Engajamento dos Funcionários 2013, feito pela Talent & Rewards. Para compreender melhor a gravidade destes dados, vamos às definições:
Funcionários não engajados
Os funcionários não engajados geralmente não causam impactos negativos, mas tampouco acrescentam significativamente para o trabalho de um time. Eles podem ser estimulados a se tornarem engajados com a gestão e com os estímulos certos, mas em condições inadequadas também podem não se engajar. O maior problema está nos desengajados.
Funcionários desengajados
Este perfil pode ser identificado pela baixa ou nenhuma intenção de oferecer qualquer empenho adicional em suas tarefas, ou pior: podem influenciar os outros negativamente.
É exatamente no combate a este distanciamento, que as novas abordagens, como a gamificação, são fortes aliados do treinamento corporativo. Eles renovam o interesse pelas atividades empresariais e estimulam a qualificação e o trabalho em equipe. Mas não sejamos ingênuos. Os games que se destinam ao ambiente empresarial devem ser mais do que apenas divertidos. Os segredos para a eficácia desta ferramenta são, inclusive, bem sóbrios.
Nem abobalhado, nem entediante.
Trata-se à princípio, de elaborar uma mecânica de jogo alinhada com o perfil da empresa. Nenhuma adesão será obtida dos jogadores à partir de uma proposta que não inspire a vontade de jogar. Por isso não deve ser nem infantil ou trivial e tampouco monótono; encontrar o ponto certo é essecial.
Aponte para a direção certa
De nada vai adiantar, se a empresa não se preparar adequadamente para essa inicativa. Ela deve ter bem definido quais os gaps que o jogo precisa “atacar”. Quais habilidades ele deverá desenvolver, e quais deverá testar. Quais os indicadores usados para medir esse progresso, e o mais importante de tudo: como o jogo se alinhará aos objetivos da empresa.
Tangibilize para ganhar aprovação
O jogo deve se provar como algo que traz benefícios reais para os jogadores. Ao terminá-lo, o que o jogador terá alcançado? O que ele poderá alcançar ao se entregar verdadeiramente à experiência de jogo? Se estas propostas de valor forem bem trabalhadas, o jogo terá valor real até para os funcionários mais céticos.
Pense “multiplayer”
Quando desenvolver um produto com os três quesitos acima, (o que não será fácil), procure elaborar artifícios para modificar os objetivos que o jogo pode atingir, ou o público que poderá jogá-lo. Assim, a mesma estrutura pode ser usada pelo time de vendas, depois o de marketing, depois o financeiro…
Tudo isso parece ótimo, mas você deve estar se perguntando: ”como implementar esta ferramenta nas sua empresa? A resposta está na sua plataforma de ensino. Ela deve ser um ativo para facilitar estas novas implementações, ao invés de um entrave técnico para a modernização das suas atividades. Só assim a sua empresa estará livre para atender às novas demandas do mercado. O Edools é uma plataforma totalmente adaptável não só ao gamification mas à inúmeras outras ferramentas voltadas para a educação corporativa.

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4 dicas para vender cursos online de nicho

4 dicas para vender cursos online de nicho | Inovação Educacional | Scoop.it

O seu curso aborda temas de alto valor, mas que são difíceis de projetar? Sente que é difícil tangibilizar essas qualidades para o seu público? Isso é muito comum em cursos ainda novos, ou que desenvolvem habilidades muito específicas.
Criar um portfólio no seu site é ideal para esclarecer as vantagens do seu curso e ajudar a vendê-las. Para exemplificar dicas de como criar um portfólio de cursos de EAD usaremos o Instituto Ricardo Melo (IRM), uma escola focada em coaching para os mais diversos objetivos.
Conheça bem o seu nicho e as suas motivações.
Para ser eficiente o portfólio deve trazer a identificação das suas habilidades com as necessidades do seu nicho. No IRM por exemplo, há uma segmentação em 3 tipos de coaching: relacionamento, desenvolvimento pessoal/profissional e financeiro. Esta divisão já é meio caminho andado, pois revela 3 propostas de valor a se divulgar.
Mas segmente o portfólio apenas se perceber motivações distintas relevantes. O próximo passo é identificar o que mais impulsiona a escolha dos clientes em cada segmento. Estes deverão ser os pontos abordados.
Escolha cases que ilustrem os pontos de maior interesse
Suponhamos que no segmento coaching para relacionamentos as técnicas que paquera virtual sejam um tema novo e bastante atrativo. Os cases do curso de como usar a internet para atrair a pessoa certa, certamente deveriam aparecer no portfólio. Lá seriam mostrados exemplos de casais satisfeitos (objeto da motivação) e das práticas exclusivas que levaram a esse resultado (foco do interesse).
Reparem no termo práticas exclusivas. Se muitos concorrentes oferecem o mesmo curso ou conteúdo similar, não há vantagem. Mas ainda há uma saída: use o case que demonstre maior experiência e domínio do conhecimento vendido. Detalhe os motivos pelos quais você alcançou estes resultados!
Crie portas de entrada para o seu portfólio
Não permita que a página do seu portfólio seja uma zona morta do seu site. Para criar esse movimento, comunique-se e produza materiais do interesse dos públicos o quanto puder. Procure escrever artigos como convidado em blogs focados em cada um dos seus públicos-alvo ou em um blog próprio.
Para o seu negócio em e-learning ser visto, ele precisa estar nos locais de maior movimento na internet, e de preferência como uma referência sobre os assuntos dos seus cursos. Portanto nunca deixe de mostrar a sua especialidade nos assuntos de interesse. Para isso vale inclusive escrever artigos, e-books e whitepapers e divulgá-los nas redes sociais, ou oferecer via e-mail marketing à sua base de clientes.
Se preciso, crie mais de um portfólio
Ainda tomando como exemplo os cursos do Instituto Ricardo Melo, notamos que há muito mais cursos de desenvolvimento pessoal/profissional do que dos demais. Isso indica ou uma especialização do Insituto no tema ou uma procura muito superior deste nicho em relação aos outros dois. Em ambos os casos é preciso uma atenção diferenciada.
Se este também for o seu caso, não se preocupe em ter que escolher apenas um case entre os muitos que você provavelmente gostaria de expor. Nesse caso é totalmente aceitável a criação de um outro portfólio especializado na área. Só tenha em mente a importância de sempre escolher cases que mostrem habilidades distintas e que acertem em cheio o interesse do seu público.

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4 modelos de negócio que detonam usando EAD

4 modelos de negócio que detonam usando EAD | Inovação Educacional | Scoop.it

Todos já tem a idéia de que a educação a distância vem crescendo a passos largos no Brasil e no mundo. De vez em sempre vemos notícias repassarem dados como “em 2011 de acordo com dados do Censo de Educação Superior, 14,7% dos universitários brasileiros estavam matriculados em cursos à distância”. Não que estes dados sejam imprecisos ou de pouca importância; muito pelo contrário, pois revelam grande parte da utilização do EAD no Brasil. E aí está a questão que vamos levantar com este post: apesar de significativo o número de estudantes universitários e concurseiros adeptos do ensino online, esta é apenas uma das aplicações dentre as que estão atualmente sendo realizadas neste mercado.
A seguir mostraremos 4 empresas onde a educação a distância é trabalhada de formas diferentes e em modelos de negócio bem distintos:
Universidades
O grupo Ser Educacional é exatamente o modelo que falamos no começo do post. Ele usa os benefícios práticos e tecnológicos dos LMS (learning management System) com um foco bastante acadêmico. Por esse motivo, uma das principais exigências deste tipo de uso em EAD é atender aos requisitos do MEC, ou seja, para que seus cursos sejam devidamente reconhecidos e seus alunos possam ser diplomados após sua conclusão. Outro fator vital neste modelo de negócio é que precisam realizar o acompanhamento do desempenho de um grande número de pessoas, pois comumente retém uma quantidade enorme de alunos (daí o sucesso de suas estatísticas). O grupo Ser Educacional representa bem este perfil, já que é o 6º maior grupo do Brasil.
Cursos Livres
Referência em marketing digital, a Agência Mestre já formou mais de 3.000 profissionais da área em 4 anos, apenas com seus cursos presenciais, e para obter um alcance ainda maior em suas atividades, lançou-se na internet através do projeto Mestre Academy. Como pretende expandir o seu negócio, ela foca seus esforços nas vendas e na promoção dos seus cursos.
Neste tipo de negócio é frequente o uso de técnicas de SEO para a divulgação dos cursos, e específicamente para a Mestre Academy esse é um fator obrigatório. Diferentemente das universidades, seu público não busca um diploma, mas uma qualificação profissional adicional. Em sua maioria já atuam no mercado de trabalho e por isso demandam um nível maior de praticidade para o uso das ferramentas e de navegação no sistema, devido ao fato de disponibilizarem um tempo mais curto para estudarem.
Muitas outras escolas de cursos online já estão sendo feitas, por pessoas que atuam inclusive de forma autônoma, mas contam com conhecimento e público específicos em suas áreas; assim, já podemos encontrar no mercado virtual cursos de fotografia, Yoga, artes gráficas, mecânica e muito mais.
Preparatórios
Para o Terra Apoio Escolar as atenções não podem estar voltadas apenas para as vendas, por mais importantes que possam significar na longevidade das suas atividades. O Terra é a maior empresa latinoamericana de mídia online, presente em 17 países e com um portal onde passam cerca de 70 milhões de pessoas por mês. Entrar no nicho crescente de ensino online é uma das formas de se aproveitar esta posição privilegiada, ainda mais com uma atuação focada no preparatório para o ENEM.
No nicho de preparatórios online para concursos, a qualidade e a segurança com o conteúdo são os pontos principais. A pirataria é uma complicada ameaça a esse tipo de negócio, pois quanto mais almejado e competitivo for o concurso, maior é a procura de soluções de estudo pelos concurseiros e também por quem pirateia conteúdos, tornando o fornecedor de conteúdo vítima do próprio sucesso. Assim, o controle de acesso é uma das formas mais importantes de garantir sua competitividade.

Uma outra forma está no uso de ferramentas de SEO, também usadas por cursos livres, só que neste caso, a meta não é apenas realizar as vendas, mas fazê-lo em períodos, já que precisam fechar as turmas para os concursos.

Treinamento Corporativo
Em 2011 a Encontre Sua Viagem iniciou suas atividades. Como uma rede de franquias ligada ao gruo American Tour, ela facilita a busca de passagens nacionais e internacionais, hotéis, pacotes de viagem, locação de veículos, seguros de viagem e cruzeiros. Em pouco tempo de operação, a empresa já conta com mais de mil parceiros 150 mil opções de hotéis e cerca de 95% de todas as companhias aéreas do mundo.

Todo esse crescimento foi baseado em uma estratégia de franquias e mensalidade fixa baratas e um forte apoio da matriz junto à operação, divulgação e treinamento de seus franqueados. E é para facilitar esse treinamento que as plataformas de EAD são usadas, uma vez que o espaço virtual tem maior potencial para atender com uma qualidade uniforme as necessidades dos representantes, não importando o quão distantes eles estejam. Para a Encontre Sua Viagem, que expande suas atividades em regiões totalmente difetentes, isso representa não só o um controle de qualidade como uma redução do custo de treinamento.

Quando usado para treinamento corporativo, o LMS não utiliza funcionalidades de venda, pois seu foco está na análise de resultados dos treinamentos. Elaboração de testes, acompanhamento do progresso dos funcionários e ferramentas de aulas em tempo real por streamming, chat e fóruns de discussão são exemplos de como o ensino virtual pode ganhar um caráter mais pessoal e de aproximação com os alunos e garantir a resolução de dúvidas ou dificuldades mesmo sem uma sala de aula física. E é assim que esta empresa tem obtido ótimos resultados na busca de um serviço de franquias ajustado e uniforme.

Estes foram 4 exemplos totalmente distintos para o uso de um LMS, revelando sua importância e aplicabilidade em cada caso.

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Por que empreender (ou não) em um marketplace com EAD

Por que empreender (ou não) em um marketplace com EAD | Inovação Educacional | Scoop.it

Se você está considerando montar um negócio de ensino à distância, provavelmente já reparou nos marketplaces. Nele você cria cursos que ficarão disponíveis em sites específicos de EAD, divididos nos mais diversos segmentos. Eles têm de tudo, de aulas de yoga à engenharia mecânica (saiba mais neste outro post).
À princípio, para quem apenas considera a idéia de começar dar aulas online, esta pode parecer uma forma descomplicada de começar. Mas quando você conta apenas com este espaço corre o risco de comprometer o crescimento futuro do seu negócio.
Por que à principio parece bom?
Quando você instala o seu negócio em um marketplace, ele já oferece um ambiente segmentado e de consumidores razoavelmente qualificados escolhendo entre opções de conteúdos para consumir. Ou seja, já existe um mercado em potencial assim que você abre o negócio, então não se começa “do zero”.
Outro fator positivo é que a força da marca do marketplace em que você se instalou também contribui (sem custo adicional) para um fluxo constante de pessoas procurando e visitando os seus cursos em meio aos outros.
O problema reside no fato de a venda dos seus cursos depender totalmente do desempenho de acessos que o site de vendas está tendo. Por causa disso o negócio, apesar de já nascer com clientes potenciais, também já nasce com o seu potencial crescimento prejudicado.
Em segundo plano, o curso também fica refém da popularidade do segmento do site em que você se hospedou. Se o conjunto de ofertas do segmento (incluindo de concorrentes) não é bom, o número de acessos cai e menos pessoas descobrirão o seu curso. Ainda que ele ofereça o melhor conteúdo do segmento!
Portanto a diferença entre abrir uma escola própria ou em um marketplace é uma questão simples. No marketplace você está alugando um ativo de marketing, enquanto em uma escola própria você precisa desenvolver o seu próprio. Apesar de mais trabalhoso, isso pode ser bem mais compensador.
Por que desenvolver um ativo de marketing digital na sua própria escola pode ser melhor?
Resultados mais duráveis – Quando você desenvolve seu “ambiente social” próprio, o conteúdo depositado nele não some dos blogs e das redes sociais. Se você aprende sobre SEO e inbound marketing – ou contrata algum especialista – os benefícios de acesso se mantém razoavelmente. Apesar de serem ações que requerem manutenção, seus efeitos perduram por um tempo razoável quando bem feitas.
Autonomia – Quando começa a construir o seu castelo tijolo por tijolo, depois de um tempo você percebe que tem material desenvolvido para uma quantidade razoável de acessos orgânicos. De clientes SEUS, que acessam à SUA página.
Economia – À longo prazo os seus esforços individuais superam os custos de pagar a vaga do seu curso no marketplaces, podendo até superar os resultados de vendas e acessos obtidos nele.
Aproximação com o público – A relação que se constrói quando se desenvolve o seu próprio ativo de marketing digital é algo exclusivo e segue à segmentação que você definir. Ela carrega consigo a sua forma de se comunicar, a sua identidade e pode se tornar um diferencial competitivo.
O quanto vale uma legítima aproximação com o seu público e o conhecimento que se adquire à partir dela? Essa pergunta nos leva a uma questão ainda mais profunda. Que tipo de estratégia é a mais adequada para o seu negócio?
Uma é mais imediatista, pois já se inicia num ambiente cheio de potenciais clientes já segmentados. O outro é “mais sofrido”, mas com os benefícios de se construir um ativo na internet. Algo que no longo prazo trará uma “independência orgânica” de leads, clientes e receita.

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A evolução do ensino a distância até os dias de hoje

A evolução do ensino a distância até os dias de hoje | Inovação Educacional | Scoop.it

Pelos idos de 1880, começou-se a buscar iniciativas que dispensassem a presença do aluno em uma sala de aula para aprender determinados tópicos. Era o pontapé inicial de uma grande revolução no ensino, que se dava através da imprensa e dos correios, buscando educar os desfavorecidos socialmente – em especial as mulheres, que no momento estavam longe de alcançar seus direitos mínimos. Esta foi, então, a 1º geração do EAD.
A partir da década de 20, chegou o rádio e, mais tarde, a televisão. Logo essas ferramentas passaram a ser utilizadas também. Os alunos recebiam todo o material didático por correio e tinham acesso às aulas pelo rádio e TV. Nesta 2º geração, porém, ainda havia praticamente nenhum contato com os professores. Mesmo assim, vemos até hoje iniciativas como o Telecurso 2000 levando conteúdo pela televisão.
Na década de 1970, não houve uma grande mudança nas ferramentas utilizadas, mas a atenção das universidades ao EAD garantiu o status desta época como 3º geração. Criou-se o conceito de Universidade Aberta, onde as instituições começaram a levar sua educação também para os não universitários, abrangindo sua atuação. O ensino a distância foi essencial neste processo, que era aliado à encontros no espaços acadêmicos, quando possível.
Chegando na em 1980, as teleconferências se tornam uma realidade um pouco mais palpável. O EAD sobe mais um degrau, permitindo agora interação mais fácil entre aluno e professor. Embora ainda não amplamente acessível, torna-se um passo importante para os projetos da área.
A revolução online
Já nos anos 2000, a internet chega para revolucionar o mundo e suas interações – obviamente, o ensino a distância não só também foi transformado, quando foi uma das áreas mais impactadas pela web. Pela primeira vez, aluno e professor tinham uma gama de ferramentas diferentes para ensinar e aprender na facilidade de um clique, com um nível de interação jamais visto antes. Surgiram diversas plataformas de ensino online que elevaram ao céu as possibilidades do meio e a coisa começou a crescer assustadoramente. A mais famosa delas, o Moodle, é uma plataforma de EAD open source criada nesta época. A educação a distância começou a ganhar escala de verdade e assumir seu papel revolucionário de vez: atingir uma quantidade de pessoas totalmente inimaginável para os padrões da educação tradicional. O conteúdo online passa a ser, inclusive, complemento às aulas presenciais. Em 2008, é criado o conceito de MOOC, sigla em inglês para Curso Online Aberto e Massivo. A ideia usar a co-produção para expandir cada vez mais o conhecimendo, de forma gratuita e usando a internet como meio. Diversas universidade hoje distribuem gratuitamente alguns dos seus cursos. O Coursera e o Udacity são grandes exemplos de agregadores desse tipo de conteúdo.
A 2ª revolução online
Após mais de uma década do impacto das ferramentas online de EAD, as mesmas ganharam maturidade e elevaram o método a um nível superior. Além das ferramentas que se consolidaram, a interface das plataformas evoluíram e se tornaram fator fundamental para explorar o máximo de um ambiente virtual de aprendizagem.
Hoje, três pilares se firmaram como pré-requisitos de uma boa plataforma online de EAD. Primeiro, uma interface simples e intuitiva tanto para o aluno, quanto para o professor, que tornará o ambiente online agradável. Depois, ferramentas educacionais diversas para explorar e apoiar o material didático. Por último, ferramentas gerenciais que facilitem ao máximo a vida do instrutor, ocupando-o apenas com que é importante: seu conteúdo e a interação com os alunos.

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Causas da mortalidade de startups brasileiras

A Fundação Dom Cabral divulgou, na semana passada, os resultados da pesquisa Causas da Mortalidade de Startups Brasileiras, que investigou os motivos pelos quais essas empresas – embrionárias e de forte propósito inovador – acabam encerrando suas atividades precocemente. O estudo consultou os fundadores de 221 startups – 130 em operação e 91 já descontinuadas -, com foco na análise do empreendedor, das características das startups e do seu ambiente de negócios.

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Presidente da Anprotec acredita que parques tecnológicos devem andar com as próprias pernas para superar gargalos

Presidente da Anprotec acredita que parques tecnológicos devem andar com as próprias pernas para superar gargalos | Inovação Educacional | Scoop.it

Durante a primeira semana de setembro, o empreendedorismo inovador foi amplamente debatido durante o 24 Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). Um dos desafios do Brasil é transformar as novas iniciativas em empreendimentos que se sutentem por si próprios, sem a necessidade de sempre recorrer ao financiamento público, de acordo com a presidente da entidade, Francilene Garcia. Nesta entrevista, a dirigente fala também sobre parcerias internacionais e os gargalos enfrentados pelo setor de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) no Brasil.
Por que fazer o evento na Região Norte do Brasil?
Essa 24ª edição do nosso seminário tem algumas surpresas muito boas. Foi um retorno à Região Norte. Nós tivemos um evento aqui há 14 anos, então é sempre importante, dentro do espírito de desenvolvimento do empreendedorismo inovador no Brasil de você ter uma certa mobilidade dentro de todas as regiões do País. Voltar à Região Norte, no momento em que se organizou recentemente um plano regional de ciência, tecnologia e inovação [PCTI/Amazônia], onde as plataformas de parques tecnológicos e incubadoras foi uma temática muito valorizada e discutida, é bastante oportuno. E, sobretudo, considerando a temática desse evento, que é exatamente uma conexão para novos resultados dentro desses ambientes de inovação. São  vários desafios e provocações que nós tentamos trazer, tanto nos eventos e pré-eventos, como no próprio seminário.
As parcerias internacionais foram um dos destaques da semana em Belém. Como foi avaliada a integração com atores internacionais?
Destaco a presença de uma parceria com a União Europeia por meio do fórum B.BICE +, onde tínhamos aqui 13 países representados, discutindo mecanismos e formas de ajustes e melhorias naquilo que é a cooperação bilateral entre o Brasil e outros países no que diz respeito à transferência de conhecimento, à própria cooperação entre empresas e esses ambientes de inovação. Então, isso demonstra não só o interesse desses países pela realidade que está acontecendo no Brasil, mas também a importância do Brasil se organizar melhor para esse tipo de cooperação

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