Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Ministério da Educação convoca instituições para avaliarem obras inscritas

A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação publicou nesta segunda-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU), dois editais de chamada pública para instituições públicas de educação superior. As chamadas convocam as instituições interessadas em participar da coordenação das avaliações pedagógicas de obras inscritas no programa Nacional do Livro Didático (PNLD 2016) e de obras inscritas no Programa Nacional Biblioteca da Escola 2015.
O edital de chamada pública nº 1/2014 tem como objetivo selecionar as obras didáticas destinadas aos alunos e professores dos anos iniciais do ensino fundamental inscritas no PNLD 2016 nas áreas de letramento e alfabetização e língua portuguesa, alfabetização matemática e matemática, ciências, história, geografia, arte, livro regional.

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Procura por escolas públicas cresce no ES, diz secretaria de Educação

Procura por escolas públicas cresce no ES, diz secretaria de Educação | Inovação Educacional | Scoop.it

Em apenas um ano, mais de 2,3 mil alunos de escolas particulares migraram para a rede pública de ensino, segundo afirmou a Secretaria Estadual de Educação do Espírito Santo (Sedu). Os dados são referentes ao ano de 2013 e 2014, e de acordo com o economista César Gomes, a mudança se dá pelo fato do crescente reajuste aplicado nas escolas privadas, na maioria das vezes acima do orçamento das famílias capixabas.
De acordo com César, a tendência é que a procura pelas escolas públicas cresça ainda mais.
"Há mais de cinco anos, os reajustes nas escolas particulares têm superado e muito a inflação. No ano passado, o aumento médio foi em torno de 10% a 12%. Isso acontece porque as escolas particulares têm feito grandes melhorias no patrimônio, e isso serve de custo para aumentar as mensalidades, que têm subido bem acima da inflação", disse.
Ainda segundo o economista, cada aluno matriculado em uma escola particular considerada de excelência gera um custo de R$ 30 mil anuais aos pais. Para César, a importância está em escolher a escola que ofereça a melhor proposta de ensino, seja ela pública ou particular.

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Blackboard: plataforma para MOOCs no Brasil

A Blackboard, fornecedora global de soluções de TI para ensino à distância (EaD), anunciou a versão brasileira da Open Education, plataforma que permite a criação de cursos gratuitos online às universidades - também chamados de Massive Open Online Course (MOOCs).

O serviço é aberto à universidades que já utilizam as soluções Blackboard, permitindo a elas ofertarem cursos nos moldes de sites internacionais como o Coursera.
Lançada no mercado internacional há alguns meses, a Open Education já reúne em seu catálogo cursos em inglês e espanhol de renomadas universidades internacionais, como a Universidad de Navarra (Espanha), a University of Cincinnati (EUA) e a Regent’s University London (Inglaterra). 
A estreia da plataforma no Brasil conta com cursos da ESPM e da Universidade Positivo. O MOOC da ESPM trata da utilização das plataformas Blackboard em EAD. É um curso autoinstrucional (sem orientação ou tutor) e sem prazos determinados. 

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Microsoft Vision of the Classroom of the Future - YouTube

his video shows a small glimmer of how technology might effect a classroom of the future. Students will be collaborating on a massive scale, and as teachers are job will be to facilitate that.

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Future Learning | Mini Documentary

Students are the future, but what's the future for students? To arm them with the relevant, timeless skills for our rapidly changing world, we need to revolutionize what it means to learn. Education innovators like Dr. Sugata Mitra, visiting professor at MIT; Sal Khan, founder of Khan Academy; and Dr. Catherine Lucey, Vice Dean of Education at UCSF, are redefining how we engage young minds for a creatively and technologically-advanced future. Which of these eduvators holds the key for unlocking the learning potential inside every student?

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Crise de identidade na educação a distância?

Crise de identidade na educação a distância? | Inovação Educacional | Scoop.it

Semana passada tive a oportunidade de participar do 20º Congresso Brasileiro de Educação a Distância, organizado pela Associação Brasileira de Educação a Distancia (ABED). Me surpreendi positivamente com tudo: a infraestrutura, o nível das palestras, o nível dos participantes… O evento deixou realmente muito pouco a desejar na comparação com os principais encontros do setor nos Estados Unidos e na Europa.
Acredito que isso corrobore a visão de vários estudos que mostram que o brasileiro gosta da internet e a adota cada dia mais. Embora nossa velocidade média de conexão de internet seja horrível como discutimos há algumas semanas, somos pessoas predispostas a interagir socialmente pela rede. Sem dúvida, este é um ponto extremamente positivo para o futuro da educação a distância brasileira, e parece que vem coisa boa pela frente!
Mas, espera aí! Afinal, o que é ‘educação a distância’?!? Este foi um dos assuntos discutidos numa palestra proferida pelo canadense Stephen Downes (foto), um dos maiores blogueiros do mundo sobre o assunto, através do seu blog “Online Learning Daily” (OLDaily). Durante sua palestra, Downes nos apresentou a um polêmico debate sobre o uso dos termos ‘educação a distância’ e ‘e-learning´, que segundo a professora Sarah Guri-Rosemblit*, tem sido mal utilizado em diversos âmbitos em todo o mundo, gerando uma crise de identidade no setor.
Segundo Sarah, muitos cursos ‘a distância’ utilizam ferramentas e pedagogia digitais extremamente arcaicas, utilizando-se do ‘e-learning’ somente para o compartilhamento de textos em geral (artigos, livros, emails, etc). Nestes casos, verificamos a ocorrência formal da ‘educação a distância’ mas com um ‘e-learning’ bastante limitado.
Por outro lado, muitas universidades presenciais – que nem sequer oferecerem cursos ‘a distância’ – utilizam as novas tecnologias com uma tenacidade extraordinária, fazendo com que os professores e os alunos, mesmo que encontrando-se quase diariamente fisicamente, se integrem digitalmente duma forma bem avançada, compartilhando vídeos, debates, agendas, projetos e etc. Nestes casos, podemos perceber claramente a ‘educação a distância’ acontecendo (embora encoberta pelo formato presencial oficial do curso) juntamente com um ‘e-learning’ avançado e integrado pedagogicamente ao curso.
Achei o debate pertinente e interessante, pois muita gente está usando estes termos de forma indiscriminada e frequentemente enganosa. Portanto, preste atenção na hora de utilizar e interpretar estas expressões.
* Sugiro a leitura do artigo “‘Distance education’ and ‘e-learning’: Not the same thing” de Sarah Guri-Rosenblit (2005).

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Ensino a distância nas nuvens

A nuvem se tornou peça importante na estratégia da Universidade Tiradentes (Unit), de Aracajú (SE), para ampliar seus horizontes com enriquecimento do ensino a distância (EAD). A contratação de TI como serviço permitiu a implementação de uma nova plataforma com mais recursos para reforçar o aprendizado, aumentar a interação com alunos online via rede social e reduzir a evasão.
“O EAD é muito concorrido e não dá para competir por preços. A forma que encontramos para nos diferenciar é por meio de uma ferramenta mais moderna e que permite acompanhamento pedagógico muito mais eficaz”, conta Jones Emerson Costa Lima, CIO da Unit e vencedor do Prêmio IT Leaders 2014 da categoria de Educação.

A Unit oferece EAD há oito anos por meio de 32 polos com oito mil alunos matriculados. A nova plataforma, hospedada em uma nuvem privada, se estenderá em 2015 para pós-graduação e depois vai apoiar o ensino dos 45 mil estudantes de cursos presenciais da graduação.

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Os 40 novos perfis da sociedade brasileira

Os 40 novos perfis da sociedade brasileira | Inovação Educacional | Scoop.it

A divisão básica por renda, entre classes A a E, pode já não representar devidamente o perfil múltiplo e dinâmico da população brasileira.
Um novo estudo criado pela Serasa Experian Marketing Service traz um novo e eficiente método de "dividir" a sociedade brasileira em perfis.
São 11 novas "classes" e suas subvisões, totalizando 40 grupos distintos.
Chamado de Mosaic Brasil, o modelo desenvolvido pela empresa mostra perfis bem específicos do consumidor brasileiro acima de 18 anos.
Foram usados dados socioeconômicos, demográficos, geográficos, comportamentais, de consumo e estilo de vida.
“O novo Mosaic prova que a sociedade não está genericamente dividida apenas em classes A, B, C ou D”, explica o presidente da Serasa Experian, José Luiz Rossi. 
Foram usadas mais de 400 variáveis aplicadas a modelos matemáticos e estatísticos para compor os perfis. Dados do Censo, do Pnad, de fontes públicas, de institutos de pesquisa e dados sobre o mercado do próprio Serasa entraram na conta.
Uso prático

Empresas brasileiras já estão usando o novo modelo em seus negócios e nova estratégias.
Segundo Juliana Azuma, superintendente da Serasa, “os perfis revelados permitem que as instituições agreguem essas informações aos seus dados internos para que obtenha uma visão segmentada desses consumidores e possam entender de que forma devem endereçar suas ações, produtos e serviços, criando soluções para os diferentes nichos".
Destaques
Um dos grupos que se destaca é o D, dos jovens adultos da periferia. É o maior segmento, representando 16,8% da população acima de 18 anos. 
Outro perfil de destaque e em crescimento é o dos idosos - com o aumento da expectativa de vida, a pirâmide etária brasileira está mudando.
Veja a seguir nas imagens da galeria os 40 novos perfis da sociedade brasileira.

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Survey of Faculty Attitudes on Technology

Survey of Faculty Attitudes on Technology | Inovação Educacional | Scoop.it

Online education arguably came of age in the last year, with the explosion of massive open online courses driving the public's (and politicians') interest in digitally delivered courses and contributing to the perception that they represent not only higher education's future, but its present.
Faculty members, by and large, still aren't buying -- and they are particularly skeptical about the value of MOOCs, Inside Higher Ed's new Survey of Faculty Attitudes on Technology suggests.
The survey of 2,251 professors, which, like Inside Higher Ed's other surveys, was conducted by Gallup, finds significant skepticism among faculty members about the quality of online learning, with only one in five of them agreeing that online courses can achieve learning outcomes equivalent to those of in-person courses, and majorities considering online learning to be of lower quality than in-person courses on several key measures (but not in terms of delivering content to meet learning objectives).
But, importantly, appreciation for the quality and effectiveness of online learning grows with instructors' experiences with it. The growing minority of professors who themselves had taught at least one course online (30 percent of respondents, up from 25 percent last year) were far likelier than their peers who had not done so to believe that online courses can produce learning outcomes at least equivalent to those of face-to-face courses; 50 percent of them agree or strongly agree that online courses in their own department or discipline produce equivalent learning outcomes to in-person courses, compared to just 13 percent of professors who have not taught online.

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In person online: the human touch - Oxford Press Blog

In person online: the human touch - Oxford Press Blog | Inovação Educacional | Scoop.it

What is the human touch in online learning? How do you know if it’s there? What does it look and feel like? My epiphany on this topic occurred when a student told me “I thought I would have done better if I had a real teacher.”
This pronouncement triggered a cascade of questions: Why didn’t she see me as real? Because we weren’t in the same physical space? The physical separation of instructor and students creates a psychological and communications gap, and the missing element is the perception of people as real in an online environment — the human touch. Did she think the computer produced the instruction and the teacher interaction? How could this happen when I felt deeply involved in the course — posting detailed reading guides and supplementary materials, leading and participating in discussions, and giving individual feedback on assignments? Was technology getting in the way or was it the way I was using it? In the online classroom we hope that the technology becomes transparent and that students just have a sense of people interacting with other people in an online learning community. And this issue isn’t limited to students. Instructors are sometimes concerned that they won’t be able to achieve the energy of the face-to-face classroom and the electricity of an in-person discussion if they teach online. It’s a matter of presence and personal style.
We can create the human touch by establishing an online presence – a sense of really being there and being together for the course. To be perceived as real in the online classroom we need to project ourselves socially and emotionally, and find ways to let our individual personality shine through whatever communications media we’re using. We can look to our own face-to-face teaching style for ways to humanize an online course. What do we do in a face-to-face classroom to make ourselves more approachable? We talk with students as they arrive for class, spice up lectures with touches of humor and relevant personal stories, treat discussions as conversations, and sometimes depart from what we planned so we can follow more promising asides.
To translate these techniques for the online classroom we can look to the issue of physical separation. We use the terms “face-to-face” and “online,” but online isn’t synonymous with faceless and impersonal. In fact, faces can contribute to the human touch. Pictures of the instructor and the students, brief instructional videos, and video-enabled chat all provide images of real people. They add a human touch and contribute to a more vivid sense of presence — of being perceived as real. And posting short introductory autobiographies helps course participants establish personal connections that pave the way for open communication and collaboration. With the use of strategies like these the technology may begin to recede from consciousness, the focus can shift from technology to people, and ultimately the technology may even seem to disappear as people just interact with each other.
Once you’ve established a sense of presence, you want to maintain and extend it. Regular, brief, informal announcements like those we typically make in a face-to-face class — a welcome message at the beginning of a course, reminders of due dates for assignments, current news items relevant to course content — help make our presence felt and assure students that we’re there, we’re working along with them, and we’re interested in their progress and success. Using our normal conversational tone for any online instructional posts (the agenda for the week, descriptions of readings, instructions or prompts for discussion posts) reinforces that sense of personal style. A practice of poking your head in to asynchronous discussions and making brief comments lets students know you’re there and available for help, but avoids the impression of dominating the discussion. Audio or video-enabled synchronous meetings provide a place where people can be themselves, join in informal discussions, show their enthusiasm for their subject matter with individual presentations, or experience the energy of brainstorming sessions — much as they would in a face-to-face classroom. All these techniques can contribute to that human touch, helping us reveal our real selves and engage our students in a vital online learning community.
What personal touches have you used online? Have you found particularly successful techniques you’d suggest others try?

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O que mudará na Educação nos próximos anos?

O que mudará na Educação nos próximos anos? | Inovação Educacional | Scoop.it

Segundo John Moravec, o ensino nestes moldes está com os dias contados. Para ele, que se descreve como um “estudioso sobre o futuro do trabalho e da educação”, num futuro próximo ocorrerá um movimento no qual as pessoas passarão a observar oportunidades de aprendizado em todo o lugar: A partir desta perspectiva, não apenas alunos e professores viveriam em um ambiente completamente digital, como também ambos aprenderiam uns com os outros e por meio da relação com estas tecnologias e com os pais – que teriam na escola um espaço também para eles aprenderem –. Logo, as escolas estariam por toda parte, assim como os professores, afinal se chegaria ao consenso de que todos poderiam contribuir para a educação de alguma forma, mesmo que não nos métodos mais formais. Portanto, os conceitos não seriam meramente apresentados. Na verdade, eles se reinventariam a cada dia, de acordo com o contexto da aula.

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Como escolher a escola certa para o seu filho

Como escolher a escola certa para o seu filho | Inovação Educacional | Scoop.it

Há uma variedade de quesitos a serem considerados na hora de escolher a escola dos seus filhos , da estrutura física à formação dos professores. No entanto, os pais devem levar em conta algo além do equipamento de laboratório e do currículo dos educadores. Que valores a escola pretende passar para as crianças?
De sustentabilidade à formação artística, muitos conceitos podem estar envolvidos na educação, dentro ou fora das aulas formais. O importante é saber se estes conceitos também estão presentes em casa.
Jessica Nunes da Silva, 30 anos, é permacultora, parteira e professora de yoga. Mãe de Saphire, de três anos, e Kaylo, de 12, sempre procurou escolas que se relacionassem com questões de sustentabilidade, espiritualidade e arte.
Saphire ainda é muito nova e, por isso, vai a uma escolinha baseada numa rotina de educação  simples, sem cobranças. Já Kaylo estuda em uma escola que valoriza a expressão artística e inclui esta importância até em outras disciplinas. Por isso, ele já aprendeu sobre o grafite – com direito a grafitar painéis dentro da escola – e teve o caderno de história todo desenhado, após os alunos receberem a tarefa de ilustrar um acontecimento histórico e explicar para a classe o que aquela arte representava. “Algumas crianças até trabalham o surrealismo desta forma”, diz Jessica.
Além da grade proposta pelo MEC (Ministério da Educação), escolas atuais podem oferecer diferentes programas formativos, mostrando os valores ressaltados além da linha pedagógica . De acordo com Daniela de Rogatis, sócia e coordenadora da Companhia de Educação, que auxilia pais na educação dos filhos, o repertório levado às crianças depende da filosofia seguida pela escola. E é aí que mora o diferencial de cada uma.

Além do 2 + 2 = 4 
Segundo Rogatis, atualmente algumas escolas envolvem conceitos como a autonomia, o pensamento crítico, a sustentabilidade e a diversidade em seus programas. Os temas podem estar presentes nas aulas, misturando-se ao conteúdo já requerido, ou em projetos eventuais. “Uma coisa é ensinar matemática, outra coisa é ensinar matemática ou outra matéria com conceitos de autonomia. E a família tem que estar de olho para estar alinhada ao mesmo valor”, diz a especialista. 

Uma escola que valoriza a autonomia oferece atividades que as crianças possam fazer sozinhas, como se vestir ou ter aulas de culinária para preparar a própria comida, sob supervisão de um adulto. Uma escola que valoriza a sustentabilidade propõe projetos para colocar este conceito em prática, como reciclar o lixo. Se a família fica pouco confortável com a ideia da criança cozinhar ou separar o próprio lixo, deve repensar a opção. “Os valores acabam se tornando parte de tudo”, afirma Rogatis. E os pais devem acompanhá-los para não haver contradições. 

Aptidão e autoestima 
Para a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia Quézia Bombonatto, este tipo de proposta tira o professor do lugar de “repetidor de conteúdo” e precisa ser bem preparada. Segundo a especialista, os programas devem ser organizados sem esquecer da sistematização do conhecimento. “E não é todo professor que sabe trabalhar a interdisciplinaridade”, diz.

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Plataforma online e gratuita reúne profissionais da educação para troca de experiências

O site oferece diversas ferramentas aos usuários como “Agenda de Eventos”, “Grupos de Estudo”, “Superbusca da Educação” e “Planos de Aula”. Além de promover a interação entre os profissionais, a plataforma personaliza o feed de notícias de acordo com a área de atuação. O usuário pode criar a sua própria rede de contatos e utilizar uma agenda colaborativa de datas e eventos importantes relacionados à Educação.

Para ampliar os conhecimentos didáticos dos profissionais da educação, o Gente Que Educa também disponibiliza uma ferramenta de busca em mais de mil sites selecionados por especialistas e acesso a conteúdos gratuitos dos parceiros, das revistas e pesquisas da Fundação.

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Desafio da Sustentabilidade premiará soluções para a educação superior

Está aberto o período de cadastramento para o Desafio da Sustentabilidade, consulta pública promovida pelo Ministério da Educação, por meio da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento (SPO). A ideia é promover a identificação e a avaliação de ideias e boas práticas para redução de gastos e promoção do consumo sustentável.
A consulta receberá propostas e avaliará soluções ecológicas inovadoras sobre o uso de energia elétrica e de água em universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia. Acesse o regulamento completo.

A consulta pública terá início às 14h do dia 6 de novembro. Os participantes devem apresentar ideias, avaliar e aprimorar as sugestões dos outros participantes, com comentários sobre os dois temas apresentados abaixo:

  • Como reduzir os gastos com consumo de energia elétrica nas instituições federais de ensino? Participantes cadastrados neste categoria poderão enviar sugestões sobre o tema até 3 de fevereiro de 2015.
  • Como reduzir os gastos com consumo de água nas instituições federais de ensino? Nesta categoria candidatos poderão participar até 5 de fevereiro de 2015.
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Technology in Education: A Future Classroom

Created by Daniel Nemroff (class of 2015)
(click 'Show more' for full credits)
Officially chosen for the 2014 White House Student Film Festival

Directed/Written/Edited/Visual Effects by Daniel Nemroff

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HP Classroom of the Future

HP is looking to shape our future leaders by bringing interactive, integrated, flexible solutions to the classroom. If you're wondering what the classroom of the future will look like, the've gone and built one in Taipei Taiwan to give the world a sneak peak.
HP has built the classroom of the future with a 132 inch VantagePoint Touchwall that connects with a couple dozen All in One PCs and is controlled with a tablet, the HP Envy X2. If you want to see how the leaders of tomorrow are learning today, check out HP's vision for the future.

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Em cinco anos, deficit em bens industriais sobe 150%

Em cinco anos, deficit em bens industriais sobe 150% | Inovação Educacional | Scoop.it

O desempenho do Brasil no comércio de bens industriais só não foi pior que o da Arábia Saudita nos últimos anos, segundo estudo feito a pedido da Folha pela Confederação Nacional da Indústria com dados das 20 maiores economias do mundo.
O trabalho compara dados divulgados pela Organização Mundial do Comércio sobre exportação e importação de manufaturas em 2013 com os de 2008 nos países do G20.
A análise mostra que o deficit comercial de manufaturados, que ocorre quando o país importa mais do que exporta, aumentou 150% no Brasil entre 2008 e 2013.
Outros 12 países também registraram queda no saldo, mas só na Arábia Saudita o recuo foi maior que no Brasil.
A Índia, que teve o melhor desempenho do grupo, saiu de um saldo negativo de US$ 26 bilhões em 2008 para um superavit de US$ 5 bilhões em 2013. Já o Brasil ampliou o deficit de US$ 35 bilhões para US$ 88 bilhões no período, de acordo com a OMC (a metodologia usada pelo órgão para classificar os bens manufaturados difere da utilizada pelo governo brasileiro).

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Enem 2014: entenda como funciona a Teoria de Resposta ao Item

Enem 2014: entenda como funciona a Teoria de Resposta ao Item | Inovação Educacional | Scoop.it

Se um candidato acerta 40 questões na prova objetiva do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outro responde corretamente a 39 itens, o primeiro ficaria melhor colocado que o segundo no vestibular. Certo? Não necessariamente. Essa é dúvida que surge a cada ano para milhares de alunos que se surpreendem ao verem suas pontuações finais no exame, que nem sempre correspondem numericamente ao gabarito. E a explicação não é tão simples quanto parece: em vez de simplesmente computar a quantidade de acertos, o vestibular nacional utiliza o método econométrico de correção chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Elaborado ainda nos anos 1950, o modelo pode conferir diferentes pontuações para uma mesma questão respondida corretamente pelo candidato. E tudo vai depender de seu conhecimento e do padrão de suas respostas para cada questão, chamada de “item”.

Funciona assim: exames que utilizam a TRI são geralmente divididos perguntas consideradas “fáceis”, “médias” e “difíceis”. Elas recebem uma dessas classificações após passarem por testes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e serem incluídas no Banco Nacional de Itens (BNI). É de lá que saem as questões não só do Enem, mas também de outras provas do governo federal, como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e a Prova Brasil.

A partir de cálculos estatísticos e probabilísticos, o sistema mede o grau de proficiência do candidato e seu padrão de respostas às questões. Ou seja, se um candidato acerta 20 questões fáceis e 10 médias, e outro candidato responde corretamente as mesmas 20 fáceis e mais 10 difíceis, os dois terão acertado 30 itens, mas a nota do primeiro será maior, já que é mais provável ele ter acertado as médias por conhecimento, sem acertar as difíceis aleatoriamente, como fez o segundo.

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O professor e a educação do século XXI

O professor e a educação do século XXI | Inovação Educacional | Scoop.it

Mas hoje vivemos em um momento marcado por mudanças que se reconstroem a cada segundo: redes sociais, bombardeio de imagens por meio da televisão, internet, videogame, novos valores culturais, sociais e econômicos. Tanto a forma de adquirir conhecimento como o conhecimento em si estão inseridos em outra realidade, não mais estanque ou compartimentada. Para agravar a situação, pesquisas recentes com neurociências e psicologia, mostraram que o tempo de atenção de um aluno de hoje em uma aula é de seis minutos, quando muito, chega a vinte minutos.
O professor trabalha em um ambiente cuja estrutura se fundamenta no século XIX, mas lida com os jovens que vivem o século XXI. Em seu cotidiano, o professor pode lançar mão de ferramentas que permitam que suas aulas estejam mais ligadas à realidade do aluno, como um trabalho mais sistemático com imagens, jogos (eletrônicos ou não), construção de blogs, produção de filmes etc. São recursos que atraem os estudantes ansiosos por tarefas mais interativas e menos contemplativas.
Porém não adianta o professor ser do século XXI se a escola não o for. Torna-se urgente construir uma escola que tenha como base a sociedade deste século, onde os alunos sintam desejo de participar por verem suas realidades e sonhos inseridos no programa escolar; onde o espaço de aprendizagem não fique restrito à sala de aula; onde a arte e o esporte sejam verdadeiramente um recurso pedagógico; onde as diferenças sejam valorizadas e onde o erro seja apenas uma das etapas da aprendizagem.

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Busca por cursos de licenciatura registram alta de 50% no Brasil

Quem acha que a profissão de professor está em baixa, se enganou. Dados do Censo da Educação Superior 2013, apresentados pelo Ministério da Educação (MEC), mostram que a procura por cursos de licenciatura cresceu mais de 50% na última década. O indicador aumenta na modalidade a distância, na qual 40% das matrículas são voltadas a cursos de licenciatura para formação de professores de ensino básico. Dentre os cursos, Pedagogia é o 3º colocado no ranking de programas com maior número de alunos no país.
Segundo a coordenadora de Letras e Pedagogia da UNIC, Edirles Backes, a docência atrai pessoas que se interessam pela comunicação, pelo coletivo, pelo conhecimento. “Hoje vivemos a retomada do espaço docente, a revitalização do ‘ser professor’ e estamos redescobrindo a sala de aula com um lugar para sermos felizes”. Para a especialista, atualmente a carreira tem dois grandes desafios. “Uma sala de aula com alunos questionadores que exigem uma maior preparação do docente em todos os sentidos, e a questão salarial, que está ligada a valorização do profissional. Para estes dois desafios, nossos professores têm se preparado melhor, encontrando maneiras de dar um novo significado ao papel do professor”, relata.

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Higher Education Webinars | 2013 Survey of Faculty Attitudes on Technology

Higher Education Webinars | 2013 Survey of Faculty Attitudes on Technology | Inovação Educacional | Scoop.it

Inside Higher Ed's 2013 Survey of Faculty Attitudes on Technology explored the perspectives of more than 2,000 college professors on topics such as how to measure quality in online education and the potential impact of massive open online courses. The survey was conducted in conjunction with researchers from Gallup. A copy of the survey report can be downloaded here.
On Sept. 12, Inside Higher Ed presented a free webinar to discuss the results of the survey. Editors Scott Jaschik and Doug Lederman shared and analyzed the findings and answered readers' questions.
Download the accompanying slide deck here.

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Pesquisa aponta que até 2030, aulas online serão mais importantes que as presenciais

Pesquisa aponta que até 2030, aulas online serão mais importantes que as presenciais | Inovação Educacional | Scoop.it

O professor deixaria de ser uma fonte de conteúdo para auxiliar os alunos a conquistarem conhecimento por contra própria.

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Brasil Digital 2025

Brasil Digital 2025 | Inovação Educacional | Scoop.it
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Luiz Botelho's curator insight, Today, 12:01 PM

#Digital #Brazil - a few #numbers with great level of #insight into the #future we could bring about together !

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7 Dicas para Estimar a Duração de um Curso EAD/E-Learning

Muito alunos me procuram para saber mais sobre as estimativas de duração de um curso online. Quanto tempo deve ter um determinado curso virtual de forma que ele atenda o objetivo de aprendizagem sem ser chato e demasiadamente extenso?
Esse é outro principal papel do Designer Instrucional – tornar os cursos menos chatos.
Vamos aos principais fatores que você deve ter em mente ao estimar a duração de um curso de EAD/E-Learning. Isso permitirá que você crie cursos com duração de tempo suficiente para alcançar os objetivos de aprendizagem desejados e curto o suficiente para evitar o tédio aluno e frustração.
1. Como estimar a Duração do curso?
O ser humano foi feito para suportar um curso ou uma palestra em determinado número de horas. Não são apenas esses cursos ou palestras frustrantes, mas devem realmente incentivar a emoção aluno e consequentemente a sua motivação. Em um certo momento, a mente do aluno tende a desligar e se cansar da experiência: o que significa que este indivíduo não está mais receptivo a novas informações. O mesmo também é verdade para os cursos longos de EAD. A chave para o sucesso E-Learning é conseguir um equilíbrio perfeito de envolvimento do aluno e absorção de conhecimento através da criação de um curso com uma duração certa.
2. Obter um indicador preciso de exatamente a quantidade de conteúdo que você precisa para ter uma curso na duração certa?
Muitos de nossos alunos (do IBDIN) trazem experiências diversas para dentro da sala de aula o que nos permite determinar de maneira eficaz qual o conteúdo que deve ser incluídos e quais devem ser deixados de fora. Obtendo uma idéia clara dos temas e quais conteúdos precisas ser adicionados no curso poderemos medir quantas telas precisaremos produzir, bem como a forma como esse conteúdo deverá ser entregue.
Por exemplo, um simples tópico de uma módulo pode ser apresentado em texto simples, enquanto outra pode exigir imagens detalhadas, apresentações de slides, ou cenários virtuais. Isso significa que você provavelmente vai ter que reunir todas as informações necessárias para dar ao aluno, e depois mapear onde cada pedaço de dados se encaixa no quebra-cabeças.
Para tal podemos usar a matriz de desenho instrucional – uma espécie de mapa que nos possibilita visualizar de maneira “panorâmica” o tempo que dispensaremos para cada tópico do curso.
Outra técnica eficaz é criar um storyboard que possibilita a visualização da quantidade de tempo que será suficiente para cada aula ou atividade, de modo que o seu curso EAD apresente uma estimativa de duração o mais precisa possível. Desenvolver uma visão detalhada do curso EAD antes do tempo também lhe dará a oportunidade de considerar o número de slides que você vai usar, que é um dos passos mais importantes na criação de sua estimativa da duração do curso.
3. Considerar a quantidade e complexidade dos elementos interactivos.
A complexidade dos vários elementos interativos inclusos no curso tem um impacto significativo sobre a duração de seu curso EAD. Por exemplo, se você está projetando um jogo interativo, você precisa explicar o fato de que alguns alunos podem precisar de mais tempo para completar cada nível, enquanto outros podem concluí-lo rapidamente. Você também deverá considerar quantos elementos interativos você estará integrando. Isso permitirá que você determine a quantidade de interatividade que vai lançar mão, o que pode tornar o seu curso muito longo e tirar o engajamento e a motivação do aluno.
Aqui quero fazer um parênteses: muitos designers criam elementos/recursos interativos com objetivo de diminuir a duração do curso e torná-lo mais cativante. PORÉM poderá surgir aqui o efeito reverso: Na qualidade de querer motivar o aluno alguns profissionais exageram na quantidade de interatividade – o que causa mais canseira e desmotivarão ainda. Desta forma: além da árdua tarefa de determinar a duração de um curso o DI deverá se preocupar também em lançar mão (com parcimônia) de recursos interativos.
4. Você vai integrar elementos de áudio e vídeo?
Vídeo e elementos de áudio tem um tempo de execução específica, o que também deve ser levado em consideração em sua estimativa de duração do curso. Se você estiver integrando multimídia, como vídeo ou áudio narrativas, ou mesmo música deve ter em mente que eles podem estender significativamente a duração do tempo da formação. Além disso, os alunos podem optar por interromper a multimídia - o que deve ser colocando na soma. Como tal, ao criar a sua estimativa, deixe sempre um pouco de espaço para playbacks mais lentos ou pausas, e não se esqueça de incluir no vídeo e o áudio elementos mais importantes em seu plano de desenvolvimento ao invés de adicionar em aqueles que podem ser omitidos (caso você precise reduzir a duração de tempo em algum ponto do projeto mais tarde).
5. Pesquise o seu público-alvo ( relatório de análise contextual) para saber quais as informações que eles precisam.
A fim de determinar a quantidade de informações a serem incluídas, e como entregar essas informações, primeiro você precisa ter uma idéia do que o público já conhece. Você sabia que uma análise contextual do público-alvo que vai participar das atividades pode mudar radicalmente a estimativa de duração de um curso? Afinal algumas particularidades, como por exemplo: falta de fluência digital, falta de acesso a internet, etc podem fazer com que seu curso (mesmo que em elaborado) leve mais tempo para ser cumprido?
Desta forma é bom saber: Será que eles já têm experiência dentro de sua indústria, ou são recém-chegados? Qual é a sua formação? O que a experiência anterior que eles têm? Estas são as perguntas que, quando bem respondidas, lhe permitirão incluir informações que sejam relevantes e valiosas para o seu público-aprendizagem. Realize pesquisas, entrevistas e forme grupos focais para pesquisar os seus alunos e descobrir o conhecimento que eles estão esperando adquirir, pois isso irá ajudá-lo ao estimar aduração do curso seja ele em qual formato apresentar.
6. Preste muita atenção na navegabilidade.
Cursos de E-Learning/EAD são um desafio para navegar, alguns nem contêm o legível botão “avançar”. É por isso que é muito importante garantir que o seu curso E-Learning tenha recursos de navegação simples e diretas. Os botões devem estar à vista de todos, e cada link deve ser válido. Fazer um curso EAD esteticamente agradável é importante, mas seja cauteloso. Para elaborar ícones de navegação apenas por uma questão de estética só vai causar estresse desnecessário e frustração para os alunos e pode fazer o seu curso fique com a duração mais longa que o previsto.
7. Deixe alguma margem na estimativa de duração para o inesperado.
Por último, mas certamente não menos importante, sempre deixe espaço em sua estimativa para slides, elementos multimídia, ou outros componentes que podem ultrapassar o tempo que você tenha calculado inicialmente. Há simplesmente alguns aspectos de seu projeto de curso que, certamente não vão ocorrer de acordo com o plano. Talvez você tenha que incluir um vídeo explicar determinado conteúdo, ou adicionar alguns slides extras que você achava que eram desnecessários mas agora percebe que são essenciais. Deixe algum espaço para o inesperado e poupe uma dor de cabeça no futuro.
Para resumir, a duração do curso EAD não pode ser muito longo ou muito curto … tem que ser a correta. E isso depende da habilidade de cada profissional designer instrucional frente as experiências que carrega no decorrer da sua empreitada profissional.
Ao utilizar essas dicas de como estimar a duração do seu projeto de curso, você poderá criar uma linha de tempo de desenvolvimento sólida para futuros projetos, e garantir que o seu curso EAD seja um tanto educacional e cativante.

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