Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Fiocruz divulga edital para Técnico em Saúde Pública

Foi publicado hoje (29), no Diário Oficial da União, o primeiro edital da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).  O cargo contemplado foi de Técnico em Saúde Pública, com oferta de 75 vagas (quatro para deficientes). A função exige ensino médio completo e curso técnico em várias áreas - tais como Análises Clínicas, Biblioteca, Biotecnologia em Química, Agropecuária, Zootecnia, Edificações e Segurança do Trabalho, entre outras. 
As cidades contempladas com as vagas foram Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. Os  vencimentos partem de R$2.501,37, já incluídos os R$373 de auxílio-alimentação. E podem ainda ser acrescidos por gratificações por cursos de qualificação, mestrado e doutorado. 
O período de inscrição será de 5 a 24 de fevereiro, e as inscrições deverão ser realizadas no site da organizadora do concurso, a Fundação Dom Cintra. As provas objetivas estão marcadas para o dia 30 de março e terão como conteúdo programático as matérias de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico e Conhecimentos Específicos, de acordo com o perfil do cargo. 
Além desse edital, a Fiocruz abrirá  ainda nos próximos dias outras 325 vagas, o que totalizará 400 oportunidades, em outros diversos cargos, assim distribuídas: oito para analista de gestão em saúde pública, 128 para tecnologista em saúde pública (ambos do nível superior), 164 para pesquisador em saúde pública (mestrado) e 25 para especialista (seis anos de experiência após o doutorado).

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How the Internet will disrupt higher education’s most valuable asset: Prestige

How the Internet will disrupt higher education’s most valuable asset: Prestige | Inovação Educacional | Scoop.it
It happened to newspapers. It happened to magazines. It happened to books. Now it’s happening to higher education: another industry thrown into turmoil and shock because its business model has been overturned by the Internet.

Fifteen or 20 years ago, the newspaper industry was just awakening to the implications of moving online. At first, those implications seemed miraculous. Newspapers were already more or less monopolies in all but a half-dozen U.S. cities. Now, some of their biggest expenses — for printing, for delivery, for the paper itself — were about to disappear.

But as newspapers put their content online, the industry changed virtually overnight from a collection of separate geographical monopolies into one giant competitive market in which every English-language outlet competed with all the others in the entire world.

Something not identical but similar is going on in the prestige corner of the higher-education industry. Start with an uncomfortable truth: The prestige of a diploma from a prestige university comes not from graduating but from getting in. Almost no one who applies to, say, Yale University is admitted, but almost everyone who gets in graduates. To maintain their prestige, these universities must limit the number of people who are admitted.

The Internet makes this harder. To take the most mundane example, the biggest lecture hall on campus may hold 900 seats. That used to put a ceiling of 900 on the number of students who can take the Great Man’s famous lecture course on Jane Austen. Now, though, many thousands can watch this lecture on video. It’s not the same? Perhaps not. But it’s awfully close. Is the difference worth $200,000? Or is most of your $200,000 for four years of college tuition actually buying something else, like status, like connections, like prestige?
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MIT Announces Spate of Digital Education Initiatives

MIT Announces Spate of Digital Education Initiatives | Inovação Educacional | Scoop.it

Expected to be included in the initiative are the MIT Integrated Learning Initiative (MITili, pronounced “mightily”), the pK-12 Action Group, an initiative geared toward the improvement of science, technology, engineering and mathematics (STEM) learning from pre-K through the 12th grade, as well as a program looking to improve upon faculty support within residential education and a program meant to improve continuing education programs offered by the school, reports Joshua Bolkan for The Journal.
The MIT pK-12 Action Group was created in an effort to offer help to existing K-12 programs at the school to increase their reach and impact.  In addition, it will create new research meant to change the way in which students learn, and increase the understanding of how learning takes place.
MITili will be led by Professor John Gabrieli from Brain and Cognitive Sciences in an effort to expand the school’s global online efforts. The initiative will use science to better understand how people learn, which will benefit not only students on campus, but also teacher training and those around the world learning through digital platforms.

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How Has Google Affected The Way Students Learn?

How Has Google Affected The Way Students Learn? | Inovação Educacional | Scoop.it

Now, with the advent of personal assistants like Siri and Google Now that aim to serve up information before you even know you need it, you don’t even need to type the questions. Just say the words and you’ll have your answer.
But with so much information easily available, does it make us smarter? Compared to the generations before who had to adapt to the Internet, how are those who grew up using the Internet — the so-called “Google generation” — different?
Heick had intended for his students to take a moment to think, figure out what type of information they needed, how to evaluate the data and how to reconcile conflicting viewpoints. He did not intend for them to immediately Google the question, word by word — eliminating the process of critical thinking.

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Canadá procura profissionais de engenharia, tecnologia e administração

Canadá procura profissionais de engenharia, tecnologia e administração | Inovação Educacional | Scoop.it
A província de Québec, no Canadá, está em busca de profissionais das áreas de tecnologia da informação, engenharia, contabilidade e auditoria financeira, administração e marketing.

O governo de Québec vai fazer um ciclo de palestras gratuitas no Brasil para explicar como funciona o processo de imigração para os profissionais que queiram ir para o país.

As palestras serão entre os dias 2 e 27 de março, em sete cidades: Recife, João Pessoa, Natal, São Paulo, Campinas (SP), Belo Horizonte e Curitiba.

Elas serão dadas por Perla Haro Ruiz, assessora do Ministério de Imigração, Diversidade e Inclusão do Québec, que vai falar sobre o processo de imigração, perspectivas de emprego e características culturais.
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Cias de educação podem testar modelos de crédito privado em 2016

As empresas de ensino superior devem começar a testar ainda este ano novos formatos de crédito estudantil privado, na tentativa de melhorar a oferta depois das restrições no programa de financiamento do governo, o Fies. Em entrevistas exclusivas ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, executivos de companhias de capital aberto do setor afirmam que esperam um aumento na oferta, mas, diferentemente do que ocorreu no ano passado, em meio ao calor da crise do Fies, o esforço agora é o de restringir o comprometimento de recursos próprios com financiamento.
A Kroton pode colocar em prática, a partir do segundo semestre deste ano, um piloto de seu programa de financiamento de longo prazo, de acordo com o vice-presidente de Finanças, Frederico Abreu. A empresa tem conversado com bancos sobre a hipótese de criação de uma joint venture para crédito estudantil e pode ainda optar por usar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FDIC).
A expectativa da empresa, segundo Abreu, é diversificar o funding depois que a companhia decidiu comprometer recursos próprios com um empréstimo de curto prazo para alunos que não tinham conseguido o Fies, no auge das mudanças do primeiro semestre do ano passado. Ao final de setembro, eram 17,9 mil alunos financiados pela Kroton nesse sistema, com recursos de seu próprio balanço. Mas a maior parte deles entrou no começo do ano e, no segundo semestre, a oferta foi reduzida. O objetivo, diz Abreu, é manter uma oferta mais controlada desse produto de maior risco para a empresa daqui para frente.

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The Global MOOC Moment

The Global MOOC Moment | Inovação Educacional | Scoop.it
Back in 2012, the term MOOC was everywhere. The acronym, which stands for massive open online course, was the buzzworthy darling of both education and tech media.

Enthusiastic supporters predicted that MOOCs, which are often free and open to anyone with an Internet connection, were going to tear down the traditional university, completely disrupting higher education as we knew it. Some even claimed that within a few years, many brick-and-mortar colleges might cease to exist.

That dire prediction hasn’t come to pass. Critics have pointed out that MOOCs don’t have the high completion or engagement rates one would like to see in a traditional classroom. But that doesn’t mean they don’t have tremendous value. We’ve learned in the past few years that MOOCs have instead demonstrated potential benefit as a catalyst for change within universities and all over the world. MOOC platforms have helped entire countries build their labor forces and create conduits for dramatic social change.
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Robot-Proof: How Colleges Can Keep People Relevant in the Workplace

Robot-Proof: How Colleges Can Keep People Relevant in the Workplace | Inovação Educacional | Scoop.it
The fact is, a college education, updated to reflect the roboticized economy, is every worker’s best hope. But we need to rethink its focus. Given a world in which machines will perform much of what we view as knowledge work, colleges will have to reduce their emphasis on knowledge transfer, and pivot to building students’ capacity for coming up with original ideas.

If we do that, the dawn of the robot age will be an opportunity, not a threat. By taking on so many aspects of the knowledge work that human beings do today, robots and computers will free us to focus on more-interesting tasks. They’ll give us the liberty to discover the infinite mysteries of our world and ourselves. They may even free us to form a vibrant, new creator class.

Because for all of their dazzling power, machines are incapable of plucking inspiration from the subconscious, forming a new theory of physics after seeing an apple fall to the ground, or seizing a window of opportunity to start a business. Those sorts of cognitive abilities are impervious to automation. They are, indeed, robot-proof.
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Médica geriatra lista os 5 maiores arrependimentos no fim da vida

Ana Claudia Quintana Arantes é uma médica especializada em ajudar pacientes terminais a "aprender" a morrer. No 'Papo de Segunda' desta segunda (15), às 22h, ela conversa com nossos apresentadores sobre o desafio de se lidar com algo tão natural, porém, perturbador, como a própria morte.

Em sua entrevista, a especialista relembra os cinco maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer. A lista faz parte do livro 'Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte', da enfermeira australiana Brownie Ware.

"Um deles é não ter demonstrado afeto. Passamos a vida construindo muros ao redor do coração da gente pra ninguém perceber o que a gente está sentindo", diz Ana. "A outra coisa é (se arrepender) de ter trabalhado tanto. O último que é colocado é: 'Eu devia ter me feito mais feliz', que pra mim resume todos os outros".
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Jovens e o gargalo do Ensino Médio no Brasil

A escola pública de ensino médio continua sendo um local desestimulante e, por vezes, desorganizado e inseguro. Este trabalho estuda especificamente a problemática do ensino médio brasileiro, etapa da escolaridade básica que dá claros sinais de estagnação em termos de cobertura e qualidade. Apenas metade dos jovens de 15 a 17 anos está cursando o ensino médio e mais do que dobrou a proporção dos que abandonaram a escola na última década. Aqueles que nem trabalham, nem estudam chegam a 24% da população com 18 anos e a 25% daquela com 20 anos de idade. Além disso, a maior parte dos que não estudam e não trabalham está entre as famílias com renda familiar inferior a dois salá- rios mínimos. O equacionamento da questão passa pela revisão do currí- culo, pela integração com a educação profissional e por uma política de diversificação do ensino médio.

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Biblioteca-triciclo percorre morros do RJ e leva livros para crianças carentes

Biblioteca-triciclo percorre morros do RJ e leva livros para crianças carentes | Inovação Educacional | Scoop.it
Na favela do Zinco, Complexo de São Carlos, na região central do Rio de Janeiro, uma senhora chamada Juraci Nascimento se empenhou durante toda sua vida a apresentar um mundo cheio de cultura para seus vizinhos. Juraci deixava as portas de seu sobrado sempre abertas, onde frequentemente organizava eventos e festas temáticas.

Ela veio a falecer em 2014, mas seu legado serviu de inspiração para que Guilherme Vinicius Roberto criasse, no final do mesmo ano, um projeto social que ganhou o seu nome: a Livreteria Popular Juraci Nascimento.
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Letter regarding expansion of learning research and online and digital education

Letter regarding expansion of learning research and online and digital education | Inovação Educacional | Scoop.it
A new leadership structure
As the range of these announcements suggests, we aspire to lead the charge in learning science and its application, to fully realize the power of digital learning on campus and to use online technologies to further open MIT education to the world. To fulfill these aspirations, we need to organize some of our efforts in educational innovation and learning research in a new way.
I have therefore asked Sanjay Sarma, currently Dean of Digital Learning, to take on this challenge as Vice President for Open Learning. I am charging Sanjay, in this new role to:
Foster and facilitate the growth of the science of learning, and work to disseminate and apply its lessons to serve learners around the world.
Partner with the Chancellor to use those lessons to enrich education at MIT, and to support the faculty in advancing digitally enabled educational innovation on campus.
Extend the MIT educational experience to the world.
I expect him to organize a team that can guide our community in living up to this vision and to secure independent funding sources to support it. In addition to these new duties, he will continue to oversee the Office of Digital Learning.
Throughout this work, and especially in all matters related to MIT's core educational efforts on campus, such as the Call for Proposals issued today for Reimagining Undergraduate Education at MIT, Sanjay will work in partnership with Chancellor Cynthia Barnhart, Provost Marty Schmidt, and the student and academic deans.
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Your Brain on Google: Patterns of Cerebra Activation during Internet Searching

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Como a universidade corporativa Isvor prepara líderes para inovar nas empresas do Grupo FCA

Como a universidade corporativa Isvor prepara líderes para inovar nas empresas do Grupo FCA | Inovação Educacional | Scoop.it
Este modelo, além de ampliar as fontes de conhecimento, pretende repensar também o trabalho, o papel das pessoas dentro das empresas. Márcia enfatiza que o pulso do movimento maker e do empreendedorismo não pode ficar apenas da porta para fora da companhia. “O indivíduo contemporâneo tem de tomar suas decisões, assumir protagonismo da sua carreira. Por que não empreender dentro da própria empresa?”, questiona, garantindo que esta possibilidade se torna cada vez mais real.
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Bullying se torna debate obrigatório nas escolas do país

Bullying se torna debate obrigatório nas escolas do país | Inovação Educacional | Scoop.it

Antes tabu nas escolas, o bullying ganha cada vez mais espaço como tema de aula. Colégios apostam em estratégias diversas --de cartilhas a teatros-- para prevenir e combater esse tipo de violência. Uma lei federal que começa a vigorar nesta semana vai obrigar toda as escolas a ter ações contra o bullying.
Além dos estabelecimentos de ensino, a nova regra vale para clubes e agremiações recreativas. Pais e professores também devem ser orientados sobre bullying --quando há perseguição sistemática, física ou psicológica, presencial ou virtual. Outra previsão é dar assistência psicológica e jurídica às vítimas e aos agressores.
Na maioria das escolas, as ações mais intensas são no ensino fundamental 2 (6º ao 9º anos), quando os alunos começam a adolescência. O Colégio Horizontes Uirapuru, em Cerqueira César, região central, usa psicodramas (pequenas dramatizações) para mostrar os efeitos do bullying aos estudantes dessa faixa etária.
"É eficiente porque um se põe no papel do outro: da vítima, do agressor ou de quem assiste", explica Gabriela Martins, diretora da escola. A reflexão é feita após o teatro, com base em situações cotidianas propostas pelos alunos. Eles também discutem cartilhas e são estimulados a criar campanhas internas sobre o tema.
No Colégio Rio Branco, em Higienópolis, na região central, a ficção também é uma ferramenta de prevenção. Alunos do 7º ano do fundamental criam filmes em stop motion para discutir o bullying. Com papelão, bonecos de plástico e massinha, eles filmam cenas que reproduzem casos de violência.

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How Amazon could destroy college as we know it

How Amazon could destroy college as we know it | Inovação Educacional | Scoop.it
For years, pundits have speculated that online instruction could begin to overtake traditional higher education, but too often have offered few details about how this would happen. Already, however, you can see a path through which tech companies could gain a foothold in the higher ed market.

Here's one scenario — told through the vantage point of Amazon's Jeff Bezos in 2030. I don't know if it's going to happen, but as you'll see in the footnotes, Amazon is already making moves that could suggest it would be a potent competitor to existing colleges and universities.

To Our Shareowners:

After the spectacular and occasionally criminal failure of several for-profit college companies in the years following the Great Recession1, some critics argued that the pursuit of profit was fundamentally at odds with the mission of high-quality education. Amazon University, now in its 15th year and serving more than a million customers, has proven those critics wrong and delivers higher-quality, lower-cost educational offerings than the once-vaunted nonprofits that continue to charge high tuition in pursuit of a short-term revenue boost.2

A dreamy business offering has at least four characteristics. Customers love it, it can grow to very large size, it has strong returns on capital, and it’s durable in time — with the potential to endure for decades.3 Amazon University meets this standard, and then some.

Like some of our other ventures in the past, Amazon University was started out to fill an internal need.4 We needed our employees to have certain skills. So we found a way to give them just that.

We started out with Career Choice, a benefit offered to employees through which we paid 95 percent of tuition for classes in in-demand fields to help our employees progress in their careers. Within a few years, we started offering classrooms on site.5 From the beginning, it was about filling needs not just at Amazon but in the larger community: The first graduate of the program earned a nursing degree.6

Separately, in 2013, we launched a certification program for various Amazon Web Services engineers, letting companies using AWS easily train or hire workers who could manage AWS infrastructure.7

But we also found that many of our employees, even those with advanced degrees from prestigious universities, were incompetent at core aspects of their jobs here at Amazon. Due to our obsession with rewarding competency, hard work, and results,8 we searched for a solution. Luckily, it was right there in front of us.
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Creative-Schools for a Thriving Economy

In a paper published by the Roosevelt Institute this past summer, Roisin Ellison and Joe Hallgarten, of the Royal Society for the Encouragement of Arts, Manufactures, and Commerce, called for a remodeling of elementary and secondary education to teach creativity instead of "routine cognitive skills." Colleges, too, should heed that call.

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Pearson to leave the LMS market within 2-3 years

Pearson to leave the LMS market within 2-3 years | Inovação Educacional | Scoop.it
Pearson has announced it will phase out support for its learning management system Learning Studio in the coming years, following a similar announcement last fall about OpenClass, which will leave the educational testing and services giant without an LMS in its portfolio.
Inside Higher Ed reports Pearson believes it can create the greatest value for its customers by investing in course materials and other products that directly impact students and faculty, leaving the crowded LMS market behind.
While Pearson will be able to focus on areas of its business that bring in greater revenue, the move away from a proprietary LMS will mean it will have to make its course materials compatible with former competitors’ systems
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Do quadro-negro à tela luminosa

Do quadro-negro à tela luminosa | Inovação Educacional | Scoop.it

Uso de tecnologias no ensino de matemática precisa ser levado a sério, argumentam especialistas. Incluir softwares e aplicativos nas aulas pode ajudar a quebrar a resistência dos alunos à disciplina e facilitar a compreensão do conteúdo.

Pequenas ou grandes, as telas estão por todos os lados. Na vida dos estudantes, os muitos aparelhos eletrônicos assumiram significados diversos: ganharam funções que antes pertenciam ao lápis e ao papel ou, até mesmo, ao quadro-negro. Como lidar com essa nova ordem é o que muitos professores ainda se perguntam. Algumas iniciativas, no entanto, destacam-se por harmonizar computadores e smartphones com o ensino de conteúdos escolares, estendendo para outros ambientes – inclusive virtuais – o que o estudante vê na escola. É essa a aposta de Leonardo Perez, matemático e professor que decidiu aproximar a tecnologia de suas aulas fazendo uso de softwares especializados.
“A tecnologia tem o poder de despertar o interesse de crianças e adolescentes”, argumenta. “Por sua variedade de recursos, ela permite uma aprendizagem dinâmica, o que mantém os alunos mais centrados nas atividades propostas pelo professor”. Em seu trabalho de mestrado na Universidade de São Paulo, campus São Carlos, Perez avaliou o uso de três ferramentas digitais em sala de aula.

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Novo Código muda regras do desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação

Dentre as alterações, vale destacar a possibilidade de uma instituição científica, tecnológica e de inovação (ICT) pública participar de projetos privados como: sócia minoritária; por meio da cessão de imóveis; compartilhamento de laboratórios, equipamentos, instrumentos, materiais e instalações. O pesquisador público em regime de dedicação exclusiva, inclusive aquele enquadrado em plano de carreiras e cargos de magistério, passa a contar também com a alternativa de exercer atividade remunerada de pesquisa, desenvolvimento e inovação em ICT ou em empresa e de participar da execução de projeto aprovado ou custeado com recursos previstos na nova Lei. Essa última situação estará condicionada à conveniência administrativa e à continuidade das atividades do pesquisador em ensino ou pesquisa no órgão de origem.

O Código torna mais flexíveis os trâmites legais para intercâmbio de recursos, contratações de serviços, compra e transferência de equipamentos e bens, permitindo, por exemplo, que royalties tornem-se uma nova fonte de receita para os sistemas federal e estadual de universidades. A Lei sancionada permite que os núcleos de inovação tecnológica sejam constituídos com personalidade jurídica própria, como entidade privada sem fins lucrativos, funcionando, inclusive, como fundação de apoio. Outra novidade é possibilidade das empresas integrantes desses projetos manterem a propriedade intelectual sobre os resultados das pesquisas.

O poder público manteve os mecanismos de fomento, apoio e gestão à internacionalização das ICTs públicas, que poderão exercer fora do território nacional atividades relacionadas com ciência, tecnologia e inovação, respeitados os estatutos sociais, ou norma regimental equivalente, das instituições. O código prevê também uma uniformização de procedimentos para prestação de contas dos órgãos de pesquisa e respectivas empresas parceiras.
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