Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Em cinco anos, deficit em bens industriais sobe 150%

Em cinco anos, deficit em bens industriais sobe 150% | Inovação Educacional | Scoop.it

O desempenho do Brasil no comércio de bens industriais só não foi pior que o da Arábia Saudita nos últimos anos, segundo estudo feito a pedido da Folha pela Confederação Nacional da Indústria com dados das 20 maiores economias do mundo.
O trabalho compara dados divulgados pela Organização Mundial do Comércio sobre exportação e importação de manufaturas em 2013 com os de 2008 nos países do G20.
A análise mostra que o deficit comercial de manufaturados, que ocorre quando o país importa mais do que exporta, aumentou 150% no Brasil entre 2008 e 2013.
Outros 12 países também registraram queda no saldo, mas só na Arábia Saudita o recuo foi maior que no Brasil.
A Índia, que teve o melhor desempenho do grupo, saiu de um saldo negativo de US$ 26 bilhões em 2008 para um superavit de US$ 5 bilhões em 2013. Já o Brasil ampliou o deficit de US$ 35 bilhões para US$ 88 bilhões no período, de acordo com a OMC (a metodologia usada pelo órgão para classificar os bens manufaturados difere da utilizada pelo governo brasileiro).

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Enem 2014: entenda como funciona a Teoria de Resposta ao Item

Enem 2014: entenda como funciona a Teoria de Resposta ao Item | Inovação Educacional | Scoop.it

Se um candidato acerta 40 questões na prova objetiva do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outro responde corretamente a 39 itens, o primeiro ficaria melhor colocado que o segundo no vestibular. Certo? Não necessariamente. Essa é dúvida que surge a cada ano para milhares de alunos que se surpreendem ao verem suas pontuações finais no exame, que nem sempre correspondem numericamente ao gabarito. E a explicação não é tão simples quanto parece: em vez de simplesmente computar a quantidade de acertos, o vestibular nacional utiliza o método econométrico de correção chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Elaborado ainda nos anos 1950, o modelo pode conferir diferentes pontuações para uma mesma questão respondida corretamente pelo candidato. E tudo vai depender de seu conhecimento e do padrão de suas respostas para cada questão, chamada de “item”.

Funciona assim: exames que utilizam a TRI são geralmente divididos perguntas consideradas “fáceis”, “médias” e “difíceis”. Elas recebem uma dessas classificações após passarem por testes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e serem incluídas no Banco Nacional de Itens (BNI). É de lá que saem as questões não só do Enem, mas também de outras provas do governo federal, como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e a Prova Brasil.

A partir de cálculos estatísticos e probabilísticos, o sistema mede o grau de proficiência do candidato e seu padrão de respostas às questões. Ou seja, se um candidato acerta 20 questões fáceis e 10 médias, e outro candidato responde corretamente as mesmas 20 fáceis e mais 10 difíceis, os dois terão acertado 30 itens, mas a nota do primeiro será maior, já que é mais provável ele ter acertado as médias por conhecimento, sem acertar as difíceis aleatoriamente, como fez o segundo.



Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/enem-2014-entenda-como-funciona-teoria-de-resposta-ao-item-14265074#ixzz3GioaNcat

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O professor e a educação do século XXI

O professor e a educação do século XXI | Inovação Educacional | Scoop.it

Mas hoje vivemos em um momento marcado por mudanças que se reconstroem a cada segundo: redes sociais, bombardeio de imagens por meio da televisão, internet, videogame, novos valores culturais, sociais e econômicos. Tanto a forma de adquirir conhecimento como o conhecimento em si estão inseridos em outra realidade, não mais estanque ou compartimentada. Para agravar a situação, pesquisas recentes com neurociências e psicologia, mostraram que o tempo de atenção de um aluno de hoje em uma aula é de seis minutos, quando muito, chega a vinte minutos.
O professor trabalha em um ambiente cuja estrutura se fundamenta no século XIX, mas lida com os jovens que vivem o século XXI. Em seu cotidiano, o professor pode lançar mão de ferramentas que permitam que suas aulas estejam mais ligadas à realidade do aluno, como um trabalho mais sistemático com imagens, jogos (eletrônicos ou não), construção de blogs, produção de filmes etc. São recursos que atraem os estudantes ansiosos por tarefas mais interativas e menos contemplativas.
Porém não adianta o professor ser do século XXI se a escola não o for. Torna-se urgente construir uma escola que tenha como base a sociedade deste século, onde os alunos sintam desejo de participar por verem suas realidades e sonhos inseridos no programa escolar; onde o espaço de aprendizagem não fique restrito à sala de aula; onde a arte e o esporte sejam verdadeiramente um recurso pedagógico; onde as diferenças sejam valorizadas e onde o erro seja apenas uma das etapas da aprendizagem.

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Busca por cursos de licenciatura registram alta de 50% no Brasil

Quem acha que a profissão de professor está em baixa, se enganou. Dados do Censo da Educação Superior 2013, apresentados pelo Ministério da Educação (MEC), mostram que a procura por cursos de licenciatura cresceu mais de 50% na última década. O indicador aumenta na modalidade a distância, na qual 40% das matrículas são voltadas a cursos de licenciatura para formação de professores de ensino básico. Dentre os cursos, Pedagogia é o 3º colocado no ranking de programas com maior número de alunos no país.
Segundo a coordenadora de Letras e Pedagogia da UNIC, Edirles Backes, a docência atrai pessoas que se interessam pela comunicação, pelo coletivo, pelo conhecimento. “Hoje vivemos a retomada do espaço docente, a revitalização do ‘ser professor’ e estamos redescobrindo a sala de aula com um lugar para sermos felizes”. Para a especialista, atualmente a carreira tem dois grandes desafios. “Uma sala de aula com alunos questionadores que exigem uma maior preparação do docente em todos os sentidos, e a questão salarial, que está ligada a valorização do profissional. Para estes dois desafios, nossos professores têm se preparado melhor, encontrando maneiras de dar um novo significado ao papel do professor”, relata.

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Higher Education Webinars | 2013 Survey of Faculty Attitudes on Technology

Higher Education Webinars | 2013 Survey of Faculty Attitudes on Technology | Inovação Educacional | Scoop.it

Inside Higher Ed's 2013 Survey of Faculty Attitudes on Technology explored the perspectives of more than 2,000 college professors on topics such as how to measure quality in online education and the potential impact of massive open online courses. The survey was conducted in conjunction with researchers from Gallup. A copy of the survey report can be downloaded here.
On Sept. 12, Inside Higher Ed presented a free webinar to discuss the results of the survey. Editors Scott Jaschik and Doug Lederman shared and analyzed the findings and answered readers' questions.
Download the accompanying slide deck here.

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Pesquisa aponta que até 2030, aulas online serão mais importantes que as presenciais

Pesquisa aponta que até 2030, aulas online serão mais importantes que as presenciais | Inovação Educacional | Scoop.it

O professor deixaria de ser uma fonte de conteúdo para auxiliar os alunos a conquistarem conhecimento por contra própria.

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Brasil Digital 2025

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7 Dicas para Estimar a Duração de um Curso EAD/E-Learning

Muito alunos me procuram para saber mais sobre as estimativas de duração de um curso online. Quanto tempo deve ter um determinado curso virtual de forma que ele atenda o objetivo de aprendizagem sem ser chato e demasiadamente extenso?
Esse é outro principal papel do Designer Instrucional – tornar os cursos menos chatos.
Vamos aos principais fatores que você deve ter em mente ao estimar a duração de um curso de EAD/E-Learning. Isso permitirá que você crie cursos com duração de tempo suficiente para alcançar os objetivos de aprendizagem desejados e curto o suficiente para evitar o tédio aluno e frustração.
1. Como estimar a Duração do curso?
O ser humano foi feito para suportar um curso ou uma palestra em determinado número de horas. Não são apenas esses cursos ou palestras frustrantes, mas devem realmente incentivar a emoção aluno e consequentemente a sua motivação. Em um certo momento, a mente do aluno tende a desligar e se cansar da experiência: o que significa que este indivíduo não está mais receptivo a novas informações. O mesmo também é verdade para os cursos longos de EAD. A chave para o sucesso E-Learning é conseguir um equilíbrio perfeito de envolvimento do aluno e absorção de conhecimento através da criação de um curso com uma duração certa.
2. Obter um indicador preciso de exatamente a quantidade de conteúdo que você precisa para ter uma curso na duração certa?
Muitos de nossos alunos (do IBDIN) trazem experiências diversas para dentro da sala de aula o que nos permite determinar de maneira eficaz qual o conteúdo que deve ser incluídos e quais devem ser deixados de fora. Obtendo uma idéia clara dos temas e quais conteúdos precisas ser adicionados no curso poderemos medir quantas telas precisaremos produzir, bem como a forma como esse conteúdo deverá ser entregue.
Por exemplo, um simples tópico de uma módulo pode ser apresentado em texto simples, enquanto outra pode exigir imagens detalhadas, apresentações de slides, ou cenários virtuais. Isso significa que você provavelmente vai ter que reunir todas as informações necessárias para dar ao aluno, e depois mapear onde cada pedaço de dados se encaixa no quebra-cabeças.
Para tal podemos usar a matriz de desenho instrucional – uma espécie de mapa que nos possibilita visualizar de maneira “panorâmica” o tempo que dispensaremos para cada tópico do curso.
Outra técnica eficaz é criar um storyboard que possibilita a visualização da quantidade de tempo que será suficiente para cada aula ou atividade, de modo que o seu curso EAD apresente uma estimativa de duração o mais precisa possível. Desenvolver uma visão detalhada do curso EAD antes do tempo também lhe dará a oportunidade de considerar o número de slides que você vai usar, que é um dos passos mais importantes na criação de sua estimativa da duração do curso.
3. Considerar a quantidade e complexidade dos elementos interactivos.
A complexidade dos vários elementos interativos inclusos no curso tem um impacto significativo sobre a duração de seu curso EAD. Por exemplo, se você está projetando um jogo interativo, você precisa explicar o fato de que alguns alunos podem precisar de mais tempo para completar cada nível, enquanto outros podem concluí-lo rapidamente. Você também deverá considerar quantos elementos interativos você estará integrando. Isso permitirá que você determine a quantidade de interatividade que vai lançar mão, o que pode tornar o seu curso muito longo e tirar o engajamento e a motivação do aluno.
Aqui quero fazer um parênteses: muitos designers criam elementos/recursos interativos com objetivo de diminuir a duração do curso e torná-lo mais cativante. PORÉM poderá surgir aqui o efeito reverso: Na qualidade de querer motivar o aluno alguns profissionais exageram na quantidade de interatividade – o que causa mais canseira e desmotivarão ainda. Desta forma: além da árdua tarefa de determinar a duração de um curso o DI deverá se preocupar também em lançar mão (com parcimônia) de recursos interativos.
4. Você vai integrar elementos de áudio e vídeo?
Vídeo e elementos de áudio tem um tempo de execução específica, o que também deve ser levado em consideração em sua estimativa de duração do curso. Se você estiver integrando multimídia, como vídeo ou áudio narrativas, ou mesmo música deve ter em mente que eles podem estender significativamente a duração do tempo da formação. Além disso, os alunos podem optar por interromper a multimídia - o que deve ser colocando na soma. Como tal, ao criar a sua estimativa, deixe sempre um pouco de espaço para playbacks mais lentos ou pausas, e não se esqueça de incluir no vídeo e o áudio elementos mais importantes em seu plano de desenvolvimento ao invés de adicionar em aqueles que podem ser omitidos (caso você precise reduzir a duração de tempo em algum ponto do projeto mais tarde).
5. Pesquise o seu público-alvo ( relatório de análise contextual) para saber quais as informações que eles precisam.
A fim de determinar a quantidade de informações a serem incluídas, e como entregar essas informações, primeiro você precisa ter uma idéia do que o público já conhece. Você sabia que uma análise contextual do público-alvo que vai participar das atividades pode mudar radicalmente a estimativa de duração de um curso? Afinal algumas particularidades, como por exemplo: falta de fluência digital, falta de acesso a internet, etc podem fazer com que seu curso (mesmo que em elaborado) leve mais tempo para ser cumprido?
Desta forma é bom saber: Será que eles já têm experiência dentro de sua indústria, ou são recém-chegados? Qual é a sua formação? O que a experiência anterior que eles têm? Estas são as perguntas que, quando bem respondidas, lhe permitirão incluir informações que sejam relevantes e valiosas para o seu público-aprendizagem. Realize pesquisas, entrevistas e forme grupos focais para pesquisar os seus alunos e descobrir o conhecimento que eles estão esperando adquirir, pois isso irá ajudá-lo ao estimar aduração do curso seja ele em qual formato apresentar.
6. Preste muita atenção na navegabilidade.
Cursos de E-Learning/EAD são um desafio para navegar, alguns nem contêm o legível botão “avançar”. É por isso que é muito importante garantir que o seu curso E-Learning tenha recursos de navegação simples e diretas. Os botões devem estar à vista de todos, e cada link deve ser válido. Fazer um curso EAD esteticamente agradável é importante, mas seja cauteloso. Para elaborar ícones de navegação apenas por uma questão de estética só vai causar estresse desnecessário e frustração para os alunos e pode fazer o seu curso fique com a duração mais longa que o previsto.
7. Deixe alguma margem na estimativa de duração para o inesperado.
Por último, mas certamente não menos importante, sempre deixe espaço em sua estimativa para slides, elementos multimídia, ou outros componentes que podem ultrapassar o tempo que você tenha calculado inicialmente. Há simplesmente alguns aspectos de seu projeto de curso que, certamente não vão ocorrer de acordo com o plano. Talvez você tenha que incluir um vídeo explicar determinado conteúdo, ou adicionar alguns slides extras que você achava que eram desnecessários mas agora percebe que são essenciais. Deixe algum espaço para o inesperado e poupe uma dor de cabeça no futuro.
Para resumir, a duração do curso EAD não pode ser muito longo ou muito curto … tem que ser a correta. E isso depende da habilidade de cada profissional designer instrucional frente as experiências que carrega no decorrer da sua empreitada profissional.
Ao utilizar essas dicas de como estimar a duração do seu projeto de curso, você poderá criar uma linha de tempo de desenvolvimento sólida para futuros projetos, e garantir que o seu curso EAD seja um tanto educacional e cativante.

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Como escolher a escola do seu filho?

Como escolher a escola do seu filho? | Inovação Educacional | Scoop.it

Quando os pais já começam a tirar de letra todas as orientações que o pediatra dá para o bom desenvolvimento das crianças, ainda mal sabem das angústias que passarão para fazerem as melhores opções por elas. Uma delas poderá surgir na hora de escolher uma escola para os anos de Ensino Fundamental ou Médio. Independentemente da série que seu filho iniciará, cercar-se de todas as informações possíveis sobre as escolas pretendidas se torna necessário: e de acordo com a Presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), Quézia Bombonatto, saber claramente o que se espera de uma escola para assim começar a visitá-las é um dos primeiros passos a serem tomados.
Mas quais são as primeiras razões para querer ver de perto algumas escolas em específico? Segundo a especialista, a proximidade ao lugar em que a criança mora deve ser um dos fatores de escolha, independentemente do meio de transporte que ela utilizará todos os dias para ir à escola. “É importante que seja perto, principalmente em cidades grandes, para que a criança não fique estressada”, ressalta.
Depois disso, ela afirma que levar em consideração o perfil e as necessidades que o filho possui pode responder as principais questões a serem feitas: “Se essa criança se dispersa facilmente, ela precisaria de uma classe com poucos alunos. Agora se ela precisa ampliar o círculo social, ela precisa ter a possibilidade de conviver com mais crianças”.
No entanto, no início do Ensino Fundamental, os pais deverão também entrar em um consenso – entre si e com a escola – sobre qual educação querem para o filho entre diversas opções: mais humana, mais exata, que seja mais ou menos competitiva, que amplie o universo cultural, entre outras características. De acordo com Gisela Wajskop, socióloga especialista em educação e Presidente do Instituto Singularidades , não adianta ir atrás da escola que está sendo mais bem falada – mas que é mais voltada para as questões humanas – se o maior objetivo dos pais é que, no futuro, o filho passe no vestibular daquela faculdade que é mais difícil de entrar. “Não será a principal proposta da escola”, diz.
Para saber se a escola está comprometida com os mesmos valores que os pais requerem, somente uma visita a ela – de preferência em dia de aula – poderá responder. “Existem escolas que fazem discursos sobre sustentabilidade, por exemplo, mas não vendem uma cenoura na cantina”, revela Wajskop. Por isso, ver se aquilo que é dito pelos orientadores está de acordo com o que é vivido na escola é essencial. Ali, além de questionar como se dá o vínculo com a família e como a criança será acompanhada se tiver dificuldade, para os alunos do Ensino Fundamental é preciso saber o que os espaços de lazer proporcionam aos pequenos.
Meu filho estará em boas mãos?
“Se a criança estiver indo para a 1ª série do Fundamental ela precisa desenvolver as habilidades psicomotoras com a ajuda de um tanque de areia, por exemplo”, revela Bombonatto. Ainda, de acordo com Raquel Caruso, psicopedagoga e coordenadora da Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico (EDAC), os pequenos devem ter horários diferentes dos alunos mais velhos para o recreio e outras atividades nestes espaços comuns: “As brincadeiras e conversas são diferentes, e um aluno maior pode acabar derrubando um menor sem querer”.
De acordo com Wajskop, a junção dos alunos de todas as séries nestes espaços revela um dos maiores problemas das escolas públicas por, consequentemente, os menores ficarem propícios a se tornarem  vítimas de bullying pelos maiores . Por isso, além de ser melhor proteger os mais novos de situações de violência física ou verbal, os pais devem questionar a escola sobre o que é feito para prevenir o problema ou resolvê-lo. “Existem escolas que fazem palestras sobre bullying para as crianças, mas o importante mesmo se eles estão atentos ao bullying e se dão ouvidos às crianças nestes casos”, revela a especialista.
Além disso, procurar saber mais sobre os professores, que estarão em contato direto com as crianças e adolescentes, pode deixar os pais mais tranqüilos. “É importante entender qual é o currículo e a forma de trabalho da escola e, de preferência, comparar com o que o MEC exige pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional ”, afirma Wajskop. Com isso, saber se a escola possui um programa de valorização do corpo docente também é de interesse dos pais. Segundo Bombonatto, se existe um rodízio muito grande dos professores alguma coisa não está bem: “É preciso perguntar qual o quadro de professores e quanto tempo eles irão atuar ali”.
Escolha com o adolescente
Na busca pela escola ideal para o Ensino Médio, o adolescente também terá bastante responsabilidade pela escolha. “É preciso dar opções para ele para que todos possam entrar em acordo com a realidade da família”, afirma Caruso. Foi assim que fez a musicista Stella Almeida Rosa, de 47 anos. Com a filha Verônica, de 14 anos, prestes a entrar no 1º colegial, foi preciso escolher uma nova escola – já que a atual só ia até a 8ª série. “Vimos três escolas diferentes que gostávamos e a opção dela foi de acordo com a maior afinidade com a linha e os outros alunos que ali estudam”, conta.
Segundo Stella, Verônica se interessa muito mais pela área de Humanas do que Exatas, e a escola escolhida é mais voltada para este aspecto da educação: “Eles valorizam bastante a diversidade, a cultura, e ela se identificou bastante com a vivência promovida pela escola”. Além disso, as outras duas opções não batiam completamente com os interesses de Verônica: uma das escolas valorizava muito a concorrência e tinha classes separadas por piores e melhores notas, e a outra tinha muitos dias de aula em período integral, o que ia contra as atividades que a estudante gosta de fazer fora do horário de aula, como teatro e música.
Um dos critérios normalmente utilizado pelos pais nesta fase da vida dos filhos é a nota da escola no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), mas segundo Bombonatto, é algo que não deve ser levado como um parâmetro: “Se uma escola estiver muito abaixo da média do exame, os pais podem perguntar o que está sendo feito para mudar isso, mas é preciso saber que o Enem é circunstancial e não deve ser um direcionador”. E não o foi para Stella.
Segundo ela, a escola escolhida não possui uma nota tão alta no ranking, mas ao questionar a escola sobre o assunto descobriu que os alunos não são obrigados a participarem. “É uma escola de formação mais humana que se preocupa sim com o vestibular, mas não coloca isso em primeiro lugar”, revela. Porém, há uma única desvantagem para Verônica: é mais longe de onde ela vive com os pais do que as outras duas escolas. “Agora ela terá que acordar mais cedo, mas ela fez essa opção e agora vai encarar”, diz a mãe.
As especialistas apontaram também alguns outros fatores que os pais devem considerar na hora de conversar com os orientadores da escola. Saber quais são os métodos de aprendizagem, como as crianças são avaliadas, o que será aprendido naquele ano, se há preocupação no trabalho em grupo, como as diferenças entre os alunos são trabalhadas, se existem atividades extracurriculares, se os alunos entram em contato com computadores e outros idiomas e se existe uma supervisão dos alunos na hora do recreio. “Os pais devem se cercar de todas as informações a respeito da escola e o que pode ajudar muito nesta hora é entrar em contato com outros pais”, revela Bombonatto.

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Perfil dos docentes deve ser avaliado ao escolher colégio; veja outras dicas

Perfil dos docentes deve ser avaliado ao escolher colégio; veja outras dicas | Inovação Educacional | Scoop.it

Há uma série de questões que devem ser consideradas na hora de escolher a escola dos filhos, da estrutura física à formação dos professores, passando pela proximidade física e, claro, pelo modelo pedagógico da instituição.
Todos esses quesitos, contudo, devem ser devidamente ponderados, afirma a educadora Andrea Ramal, doutora em educação pela PUC-Rio. Segundo ela, a relação entre a escolha da escola e o desempenho do aluno "é total".
"Cada família, dependendo do seu perfil, e das necessidades de cada criança ou jovem, deve avaliar qual é a escola mais adequada para o seu caso. Uma escola pode ser boa para uma criança ou um jovem, e não tão boa para outros. E nem sempre a escola que aparece nos primeiros lugares das avaliações ou com a marca mais reconhecida é a melhor para a criança. Essa afinidade entre as partes fará toda a diferença", diz Andrea.
De acordo com a educadora, "se a família se identificar com o modelo educacional da escola, se houver uma boa comunicação entre família-escola, e o aluno se sentir bem e motivado, o impacto no desempenho será notável".
Assim, para que esse objetivo final seja, de fato, alcançado, confira oitos dicas sobre aspectos básicos que devem ser considerados pelos pais na hora da escolha da escolha dos filhos. E a seguir, confira, na entrevista, mais informações que também devem ser consideradas na definição da escolha pelos pais em conjunto com os filhos:

Confira as dicas que podem facilitar o processo de seleção de escolas:

1. Modelo pedagógico
Os pais devem verificar se têm afinidade com o projeto pedagógico e com o método educacional. Para isso os pais precisam conhecer de antemão qual é o modelo de educação em que acreditam, e que tentam construir em casa. Assim fica mais fácil buscar uma escola que dê continuidade a princípios e valores da família.

2. Proximidade
A localização da instituição de ensino também deve ser levada em consideração. Os pais não devem escolher uma escola apenas por estar perto de casa, mas também devem avaliar que uma instituição muito distante de casa pode prejudicar a qualidade de vida da criança.

3. Testes prévios
Avaliar se a escola tem um clima favorável deve ser um item cuidadosamente analisado. É importante fazer visitar prévias e avaliar como os pais são recebidos pelos funcionários, professores e diretores, além de observar se relacionamento entre as pessoas da escola é cordial e atencioso.

4. Infraestrutura

Um bom espaço físico e instalações adequadas são aspectos que podem interferir na aprendizagem. Conforto nas salas de aula, espaço arejado, limpeza, organização e ambientes que estejam alinhados com a pratica pedagógica escolar são aspectos que devem ser levados em conta.

5. Equipamentos modernos
Recursos que permitam um aprendizado atualizado, atraente e dinâmico é muito importante. Quadros multimídia, tabletes, laboratórios de informática, ciências e afins e outros ambientes como sala de leitura, biblioteca, hortas, salas de robótica e outros recursos que podem ajudar na educação são válidos. Afinal, a educação mudou e a escola precisa estar preparada para o aluno do século XXI.

6. Perfil docente
A qualidade dos professores é muito importante. Bons professores são determinantes para garantir um ensino de qualidade. É por meio do trabalho deles que o projeto pedagógico sai do papel e se torna realidade.

7. Equipe de apoio e suporte
Uma boa instituição cuida da saúde e segurança. Conta com funcionários que sabem como agir em casos de emergência, possui processos bem definidos para eventualidades e dedica atenção à alimentação balanceada. Fazer uma visita à cantina vale a pena. Além disso, checar se o espaço da escola é seguro e se possui funcionários bem treinados para transmitir tranquilidade ao ambiente escolar é importante.

8. Gestão participativa
Uma escola que se abre à participação da família é fundamental. O trabalho de parceria entre a família e a instituição é muito importante para o sucesso do aprendizado. Mas ele só pode acontecer quando a escola valoriza essa colaboração e oferece meios para promover o diálogo. Os pais precisam verificar quais são os espaços de comunicação e diálogo com os familiares, e qual a periodicidade.

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Jovem usa o ensino a distância para sua formação e já é dono da sua própria empresa

Muito estudo e a realização de um sonho.  Aos 22 anos, Thiago Vinicius Vieira é um jovem blumenauense que aproveitou a vocação tecnológica de Blumenau para empreender e montar a sua própria empresa. Como todo jovem, ele tem pressa e, por isso, procurou o ensino a distância para realizar seu sonho o mais rápido possível. O Dia 19 de outubro, quando se comemora o Dia do Profissional de Informática, neste ano, para ele terá um gostinho especial. 
Sua história começou aos 6 anos de idade, quando seu pai comprou o primeiro computador. Um Pentium 233 MHz. Tinha inicio sua forte relação com a informática. Os cursos na área começaram aos 10 anos. Além dos básicos em programação e inglês, aos 17 anos estava cursando técnico em informática ao mesmo tempo em que fazia o ensino médio. Aos 19 anos foi morar em São Paulo, onde desenvolveu seus dois primeiros sistemas, trabalhando com linguagem Delphi. 
Com o conhecimento adquirido, voltou para Blumenau e continuou trabalhando na área. Foi quando iniciou sua graduação em Direito, por curiosidade e influências familiares, e durante dois anos, trabalhou de forma autônoma, como freelancer, oferecendo consultoria na área de sistemas. Foi quando identificou a necessidade de aperfeiçoar seus conhecimentos através de um curso superior na área da informática. 
Como ainda cursava Direito, a opção por um curso a distância de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, no Unicesumar, foi à opção. “Escolhi o Unicesumar porque estava com boas referências, além da metodologia aplicada que era de fato muito interessante se comparada a outras instituições. O fato de realizar um curso a distância me deixava mais tranquilo, pois já conseguia conciliar meus trabalhos extracurriculares com as atividades do curso. Tudo é uma questão de gerir bem o tempo”, destaca Thiago. 
Neste meio tempo, adquiriu 6 certificações Microsoft em desenvolvimento web, C# e de aplicativos. Iniciou o processo para ser reconhecido como Instrutor Oficial da Microsoft para os cursos específicos de desenvolvimento, na Keep IT, em Blumenau. Enquanto realizava as certificações, manteve o foco no EAD. “Para ser estudante em Educação a Distância é preciso criar um ambiente que favoreça a aprendizagem, onde o essencial é construir  autonomia, organizar o tempo e, em determinados momentos, dar prioridade aos estudos. É necessário ter determinação, disciplina e organização. Todas as disciplinas cursadas até o momento haviam aguçado cada vez mais o meu espírito empreendedor, superando e vencendo meus próprios obstáculos com muita força de vontade.”, complementa.

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Inovação - Innovations in Higher Education? Hah!

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Online courses are an important component of higher education's productivity tool kit, one of the few that offers an intellectually rigorous, measurable, and fiscally responsible way to serve more students while making better use of physical space. We could have tremendous impact by shifting first-year, entry-level courses wholly or mostly online, developed cooperatively but taught locally. Sounds radical, but it's a pretty old idea, put forth by Carol A. Twigg in 1999, and validated by trial programs over five years with 30 two- and four-year institutions. Her research documented that when institutions redesigned their large lecture courses, retention and learning outcomes improved, and costs went down. It is akin to hospitals discovering that cleanliness reduces bacteria and saves lives.
However, it is easier to wash your hands than it is to design a first-rate online course. It takes a different skill from classroom teaching, and it is more expensive than chalk. It can be accomplished by faculty working in teams or in conjunction with experienced instructional designers who understand how to create large-scale projects like MOOC's huge, open online courses, which have been pioneered by Stanford and other universities. Either way, most faculty will need help in becoming students again. While more-effective teaching should be its own reward, a major professional-development effort would provide a new opportunity to realign institutional and faculty goals. A radical expression would be to change the rules of tenure to require faculty to teach online or otherwise demonstrate their facility with 21st-century methodologies, as virtually every other employer now requires of their work force.
Widespread adoption of online courses is, however, just the most obvious next step. We should be agreeing on what standards of data collection make sense for advising our students and tracking their progress, and then moving rapidly at all levels of the university to adopt new technologies that demonstrate improved outcomes (e.g., mobile apps, tablet-based e-textbooks, and game-based learning). Ph.D. candidates should be encouraged to pursue alternatives to the traditional burnt offerings of scholarly monographs and books. In some graduate school somewhere, a diligent student is probably creating the 2012 equivalent of my own doctoral thesis on "The Return to Paradise Hall: Orphans in Victorian Literature." Instead of one more unread thesis, the English department of my dreams has the imagination to approve a George Eliot app, an interactive timeline, a digital repository of manuscripts, an online concordance of Middlemarch, or a Google mash-up of real and fictional settings in Victorian fiction—which could then become great tools for undergraduate teaching.
Many worthy projects in the digital academy are indeed moving in that direction. In the generally bleak picture for Ph.D.'s in the humanities, some digitally savvy humanists are piercing the gloom by finding positions in departments that specifically prize facility with technology. At my university, we have a cadre of "instructional technology fellows," who are doctoral students assigned to work with faculty and students on technological enhancements to the curriculum. We have to do more in that direction: As Anthony Grafton, former president of the American Historical Association, and others have recently stressed, our graduate schools are producing too many Ph.D.'s for nonexistent jobs, and yet are resistant to the idea of changing their curriculum or retrofitting young scholars to a more flexible definition of employment. Of course, that was already true when I received my Ph.D. in 1978, but never mind: It is even truer now.
Here again, an openness to change is an essential prerequisite to change. The next step is a consistent and broad-minded strategy that embraces technology and learning at all levels, beginning with faculty who teach with digital gusto, and who are themselves qualified to direct technology-rich projects that will characterize an exciting new generation of scholars and teachers.

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Ensino a um clique de distância

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Falta tempo, falta dinheiro, falta meio de transporte... Só o que não falta é uma lista enorme de motivos para não estudar. Faltava! Com conteúdos variados, flexibilidade de horário e local para os momentos de estudo, os cursos on-line têm conquistado a preferência dos estudantes. Afinal, livros, canetas, cadernos e os próprios professores estão disponíveis na Internet e em aplicativos para smartphones a um simples clique. 
O Brasil conta atualmente com 1.772 cursos regulamentados na modalidade Educação à Distância, conforme censo da Associação Brasileira de Educação à Distância (Abed) de 2013, divulgado na última semana. No total, considerando cursos livres e disciplinas EAD, o número chega a 15.733.
Considerando dados de 309 instituições de todo o País, o levantamento aponta que em 2013 havia 692.279 alunos matriculados no ensino à distância. A maioria (56%) dos cursos oferecidos nesta modalidade estão dentro da pós-graduação, incluindo especialização, MBA, mestrado e doutorado. A graduação soma 31,43% dos cursos, mas conta com um número maior de alunos matriculados - 64,7% do total. Segundo os dados da Abed, a diferença ocorre devido à menor regulamentação exigida de cursos de especialização, permitindo que as instituições construam grades curriculares com mais facilidade.

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Crise de identidade na educação a distância?

Crise de identidade na educação a distância? | Inovação Educacional | Scoop.it

Semana passada tive a oportunidade de participar do 20º Congresso Brasileiro de Educação a Distância, organizado pela Associação Brasileira de Educação a Distancia (ABED). Me surpreendi positivamente com tudo: a infraestrutura, o nível das palestras, o nível dos participantes… O evento deixou realmente muito pouco a desejar na comparação com os principais encontros do setor nos Estados Unidos e na Europa.
Acredito que isso corrobore a visão de vários estudos que mostram que o brasileiro gosta da internet e a adota cada dia mais. Embora nossa velocidade média de conexão de internet seja horrível como discutimos há algumas semanas, somos pessoas predispostas a interagir socialmente pela rede. Sem dúvida, este é um ponto extremamente positivo para o futuro da educação a distância brasileira, e parece que vem coisa boa pela frente!
Mas, espera aí! Afinal, o que é ‘educação a distância’?!? Este foi um dos assuntos discutidos numa palestra proferida pelo canadense Stephen Downes (foto), um dos maiores blogueiros do mundo sobre o assunto, através do seu blog “Online Learning Daily” (OLDaily). Durante sua palestra, Downes nos apresentou a um polêmico debate sobre o uso dos termos ‘educação a distância’ e ‘e-learning´, que segundo a professora Sarah Guri-Rosemblit*, tem sido mal utilizado em diversos âmbitos em todo o mundo, gerando uma crise de identidade no setor.
Segundo Sarah, muitos cursos ‘a distância’ utilizam ferramentas e pedagogia digitais extremamente arcaicas, utilizando-se do ‘e-learning’ somente para o compartilhamento de textos em geral (artigos, livros, emails, etc). Nestes casos, verificamos a ocorrência formal da ‘educação a distância’ mas com um ‘e-learning’ bastante limitado.
Por outro lado, muitas universidades presenciais – que nem sequer oferecerem cursos ‘a distância’ – utilizam as novas tecnologias com uma tenacidade extraordinária, fazendo com que os professores e os alunos, mesmo que encontrando-se quase diariamente fisicamente, se integrem digitalmente duma forma bem avançada, compartilhando vídeos, debates, agendas, projetos e etc. Nestes casos, podemos perceber claramente a ‘educação a distância’ acontecendo (embora encoberta pelo formato presencial oficial do curso) juntamente com um ‘e-learning’ avançado e integrado pedagogicamente ao curso.
Achei o debate pertinente e interessante, pois muita gente está usando estes termos de forma indiscriminada e frequentemente enganosa. Portanto, preste atenção na hora de utilizar e interpretar estas expressões.
* Sugiro a leitura do artigo “‘Distance education’ and ‘e-learning’: Not the same thing” de Sarah Guri-Rosenblit (2005).

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Ensino a distância nas nuvens

A nuvem se tornou peça importante na estratégia da Universidade Tiradentes (Unit), de Aracajú (SE), para ampliar seus horizontes com enriquecimento do ensino a distância (EAD). A contratação de TI como serviço permitiu a implementação de uma nova plataforma com mais recursos para reforçar o aprendizado, aumentar a interação com alunos online via rede social e reduzir a evasão.
“O EAD é muito concorrido e não dá para competir por preços. A forma que encontramos para nos diferenciar é por meio de uma ferramenta mais moderna e que permite acompanhamento pedagógico muito mais eficaz”, conta Jones Emerson Costa Lima, CIO da Unit e vencedor do Prêmio IT Leaders 2014 da categoria de Educação.

A Unit oferece EAD há oito anos por meio de 32 polos com oito mil alunos matriculados. A nova plataforma, hospedada em uma nuvem privada, se estenderá em 2015 para pós-graduação e depois vai apoiar o ensino dos 45 mil estudantes de cursos presenciais da graduação.

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Os 40 novos perfis da sociedade brasileira

Os 40 novos perfis da sociedade brasileira | Inovação Educacional | Scoop.it

A divisão básica por renda, entre classes A a E, pode já não representar devidamente o perfil múltiplo e dinâmico da população brasileira.
Um novo estudo criado pela Serasa Experian Marketing Service traz um novo e eficiente método de "dividir" a sociedade brasileira em perfis.
São 11 novas "classes" e suas subvisões, totalizando 40 grupos distintos.
Chamado de Mosaic Brasil, o modelo desenvolvido pela empresa mostra perfis bem específicos do consumidor brasileiro acima de 18 anos.
Foram usados dados socioeconômicos, demográficos, geográficos, comportamentais, de consumo e estilo de vida.
“O novo Mosaic prova que a sociedade não está genericamente dividida apenas em classes A, B, C ou D”, explica o presidente da Serasa Experian, José Luiz Rossi. 
Foram usadas mais de 400 variáveis aplicadas a modelos matemáticos e estatísticos para compor os perfis. Dados do Censo, do Pnad, de fontes públicas, de institutos de pesquisa e dados sobre o mercado do próprio Serasa entraram na conta.
Uso prático

Empresas brasileiras já estão usando o novo modelo em seus negócios e nova estratégias.
Segundo Juliana Azuma, superintendente da Serasa, “os perfis revelados permitem que as instituições agreguem essas informações aos seus dados internos para que obtenha uma visão segmentada desses consumidores e possam entender de que forma devem endereçar suas ações, produtos e serviços, criando soluções para os diferentes nichos".
Destaques
Um dos grupos que se destaca é o D, dos jovens adultos da periferia. É o maior segmento, representando 16,8% da população acima de 18 anos. 
Outro perfil de destaque e em crescimento é o dos idosos - com o aumento da expectativa de vida, a pirâmide etária brasileira está mudando.
Veja a seguir nas imagens da galeria os 40 novos perfis da sociedade brasileira.

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Survey of Faculty Attitudes on Technology

Survey of Faculty Attitudes on Technology | Inovação Educacional | Scoop.it

Online education arguably came of age in the last year, with the explosion of massive open online courses driving the public's (and politicians') interest in digitally delivered courses and contributing to the perception that they represent not only higher education's future, but its present.
Faculty members, by and large, still aren't buying -- and they are particularly skeptical about the value of MOOCs, Inside Higher Ed's new Survey of Faculty Attitudes on Technology suggests.
The survey of 2,251 professors, which, like Inside Higher Ed's other surveys, was conducted by Gallup, finds significant skepticism among faculty members about the quality of online learning, with only one in five of them agreeing that online courses can achieve learning outcomes equivalent to those of in-person courses, and majorities considering online learning to be of lower quality than in-person courses on several key measures (but not in terms of delivering content to meet learning objectives).
But, importantly, appreciation for the quality and effectiveness of online learning grows with instructors' experiences with it. The growing minority of professors who themselves had taught at least one course online (30 percent of respondents, up from 25 percent last year) were far likelier than their peers who had not done so to believe that online courses can produce learning outcomes at least equivalent to those of face-to-face courses; 50 percent of them agree or strongly agree that online courses in their own department or discipline produce equivalent learning outcomes to in-person courses, compared to just 13 percent of professors who have not taught online.

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In person online: the human touch - Oxford Press Blog

In person online: the human touch - Oxford Press Blog | Inovação Educacional | Scoop.it

What is the human touch in online learning? How do you know if it’s there? What does it look and feel like? My epiphany on this topic occurred when a student told me “I thought I would have done better if I had a real teacher.”
This pronouncement triggered a cascade of questions: Why didn’t she see me as real? Because we weren’t in the same physical space? The physical separation of instructor and students creates a psychological and communications gap, and the missing element is the perception of people as real in an online environment — the human touch. Did she think the computer produced the instruction and the teacher interaction? How could this happen when I felt deeply involved in the course — posting detailed reading guides and supplementary materials, leading and participating in discussions, and giving individual feedback on assignments? Was technology getting in the way or was it the way I was using it? In the online classroom we hope that the technology becomes transparent and that students just have a sense of people interacting with other people in an online learning community. And this issue isn’t limited to students. Instructors are sometimes concerned that they won’t be able to achieve the energy of the face-to-face classroom and the electricity of an in-person discussion if they teach online. It’s a matter of presence and personal style.
We can create the human touch by establishing an online presence – a sense of really being there and being together for the course. To be perceived as real in the online classroom we need to project ourselves socially and emotionally, and find ways to let our individual personality shine through whatever communications media we’re using. We can look to our own face-to-face teaching style for ways to humanize an online course. What do we do in a face-to-face classroom to make ourselves more approachable? We talk with students as they arrive for class, spice up lectures with touches of humor and relevant personal stories, treat discussions as conversations, and sometimes depart from what we planned so we can follow more promising asides.
To translate these techniques for the online classroom we can look to the issue of physical separation. We use the terms “face-to-face” and “online,” but online isn’t synonymous with faceless and impersonal. In fact, faces can contribute to the human touch. Pictures of the instructor and the students, brief instructional videos, and video-enabled chat all provide images of real people. They add a human touch and contribute to a more vivid sense of presence — of being perceived as real. And posting short introductory autobiographies helps course participants establish personal connections that pave the way for open communication and collaboration. With the use of strategies like these the technology may begin to recede from consciousness, the focus can shift from technology to people, and ultimately the technology may even seem to disappear as people just interact with each other.
Once you’ve established a sense of presence, you want to maintain and extend it. Regular, brief, informal announcements like those we typically make in a face-to-face class — a welcome message at the beginning of a course, reminders of due dates for assignments, current news items relevant to course content — help make our presence felt and assure students that we’re there, we’re working along with them, and we’re interested in their progress and success. Using our normal conversational tone for any online instructional posts (the agenda for the week, descriptions of readings, instructions or prompts for discussion posts) reinforces that sense of personal style. A practice of poking your head in to asynchronous discussions and making brief comments lets students know you’re there and available for help, but avoids the impression of dominating the discussion. Audio or video-enabled synchronous meetings provide a place where people can be themselves, join in informal discussions, show their enthusiasm for their subject matter with individual presentations, or experience the energy of brainstorming sessions — much as they would in a face-to-face classroom. All these techniques can contribute to that human touch, helping us reveal our real selves and engage our students in a vital online learning community.
What personal touches have you used online? Have you found particularly successful techniques you’d suggest others try?

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O que mudará na Educação nos próximos anos?

O que mudará na Educação nos próximos anos? | Inovação Educacional | Scoop.it

Segundo John Moravec, o ensino nestes moldes está com os dias contados. Para ele, que se descreve como um “estudioso sobre o futuro do trabalho e da educação”, num futuro próximo ocorrerá um movimento no qual as pessoas passarão a observar oportunidades de aprendizado em todo o lugar: A partir desta perspectiva, não apenas alunos e professores viveriam em um ambiente completamente digital, como também ambos aprenderiam uns com os outros e por meio da relação com estas tecnologias e com os pais – que teriam na escola um espaço também para eles aprenderem –. Logo, as escolas estariam por toda parte, assim como os professores, afinal se chegaria ao consenso de que todos poderiam contribuir para a educação de alguma forma, mesmo que não nos métodos mais formais. Portanto, os conceitos não seriam meramente apresentados. Na verdade, eles se reinventariam a cada dia, de acordo com o contexto da aula.

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Como escolher a escola certa para o seu filho

Como escolher a escola certa para o seu filho | Inovação Educacional | Scoop.it

Há uma variedade de quesitos a serem considerados na hora de escolher a escola dos seus filhos , da estrutura física à formação dos professores. No entanto, os pais devem levar em conta algo além do equipamento de laboratório e do currículo dos educadores. Que valores a escola pretende passar para as crianças?
De sustentabilidade à formação artística, muitos conceitos podem estar envolvidos na educação, dentro ou fora das aulas formais. O importante é saber se estes conceitos também estão presentes em casa.
Jessica Nunes da Silva, 30 anos, é permacultora, parteira e professora de yoga. Mãe de Saphire, de três anos, e Kaylo, de 12, sempre procurou escolas que se relacionassem com questões de sustentabilidade, espiritualidade e arte.
Saphire ainda é muito nova e, por isso, vai a uma escolinha baseada numa rotina de educação  simples, sem cobranças. Já Kaylo estuda em uma escola que valoriza a expressão artística e inclui esta importância até em outras disciplinas. Por isso, ele já aprendeu sobre o grafite – com direito a grafitar painéis dentro da escola – e teve o caderno de história todo desenhado, após os alunos receberem a tarefa de ilustrar um acontecimento histórico e explicar para a classe o que aquela arte representava. “Algumas crianças até trabalham o surrealismo desta forma”, diz Jessica.
Além da grade proposta pelo MEC (Ministério da Educação), escolas atuais podem oferecer diferentes programas formativos, mostrando os valores ressaltados além da linha pedagógica . De acordo com Daniela de Rogatis, sócia e coordenadora da Companhia de Educação, que auxilia pais na educação dos filhos, o repertório levado às crianças depende da filosofia seguida pela escola. E é aí que mora o diferencial de cada uma.

Além do 2 + 2 = 4 
Segundo Rogatis, atualmente algumas escolas envolvem conceitos como a autonomia, o pensamento crítico, a sustentabilidade e a diversidade em seus programas. Os temas podem estar presentes nas aulas, misturando-se ao conteúdo já requerido, ou em projetos eventuais. “Uma coisa é ensinar matemática, outra coisa é ensinar matemática ou outra matéria com conceitos de autonomia. E a família tem que estar de olho para estar alinhada ao mesmo valor”, diz a especialista. 

Uma escola que valoriza a autonomia oferece atividades que as crianças possam fazer sozinhas, como se vestir ou ter aulas de culinária para preparar a própria comida, sob supervisão de um adulto. Uma escola que valoriza a sustentabilidade propõe projetos para colocar este conceito em prática, como reciclar o lixo. Se a família fica pouco confortável com a ideia da criança cozinhar ou separar o próprio lixo, deve repensar a opção. “Os valores acabam se tornando parte de tudo”, afirma Rogatis. E os pais devem acompanhá-los para não haver contradições. 

Aptidão e autoestima 
Para a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia Quézia Bombonatto, este tipo de proposta tira o professor do lugar de “repetidor de conteúdo” e precisa ser bem preparada. Segundo a especialista, os programas devem ser organizados sem esquecer da sistematização do conhecimento. “E não é todo professor que sabe trabalhar a interdisciplinaridade”, diz.

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8 perguntas para se fazer antes de escolher a escola dos filhos

8 perguntas para se fazer antes de escolher a escola dos filhos | Inovação Educacional | Scoop.it

Você quer que seu filho tenha uma formação religiosa específica? Prefere que a escola seja perto do trabalho, de casa ou isso não importa? Tem com quem deixá-lo meio-período ou precisa que a escola seja integral? Veja essas e outras perguntas essenciais que os pais precisam se fazer antes de optar por uma escola para o próximo ano letivo.
1. A escola deve dar bastante ênfase ao conteúdo?
Uma das coisas mais importantes no momento da escolha da escola é conhecer a proposta pedagógica de cada instituição de ensino. Diante dessa informação é preciso se perguntar se você deseja uma formação que dê ênfase acentuada ao conteúdo. “Algumas escolas cobram muito do aluno. A família precisa analisar se está de acordo com essa exigência e se vai poder ajudar o filho a dar conta do recado”, aconselha Luciana Fevorini, orientadora educacional do Colégio Equipe, em São Paulo.
“Não tem motivo para um pai colocar o filho em uma escola que não tenha afinidade com a filosofia da família. Se os pais discordarem do projeto pedagógico certamente entrarão em conflito com os educadores”, completa Marina Alexandra Garcez Loureiro Barreto, presidente da Associação Brasileira de Educação Infantil.
2. A formação religiosa específica é importante?
Quando a criança vem de uma família religiosa os pais devem mensurar a importância que isso terá na educação dela. “Famílias que fazem questão de criar seus filhos dentro da religião devem pensar bem antes de escolher uma escola laica onde, normalmente, há discussões sobre diversos tipos de religiões abertamente”, observa Adílson Garcia, diretor do Colégio Vértice, topo do ranking do Enem em São Paulo.
3. A escola deve ser perto do trabalho, de casa ou a distância não importa?
“Alguns pais se sentem mais seguros se a escola do filho for perto do trabalho. Eles acreditam que podem chegar mais rápido se ocorrer algum problema. Outros preferem perto de casa. Longe dos dois locais fica muito mais complicado”, afirma Marina.
“A distância geográfica é muito importante, principalmente para os menores. Não tem muito sentido colocar uma criança de três ou quatro anos para transitar mais de uma hora dentro do carro. Conforme a idade aumenta esse item deve ter menos peso na escolha, desde que não existam boas opções de escola próximas”, ensina Adílson.
4. Preciso que a escola seja de tempo integral?
Existem famílias que não têm uma rede de apoio durante o dia para que a criança possa estudar meio período e ficar o restante do tempo em casa. Se este for o seu caso, considere esse item antes de optar por uma escola. “Mesmo que a escola que oferece integral não seja perfeita, o aluno e os pais irão se adaptar”, afirma Marina.

5. A escola do meu filho precisa ter espaço físico amplo?

Os pais podem ter como um dos critérios de escolha o tamanho físico da escola. Se este for o seu caso, fique atento às dicas da orientadora educacional do Colégio Equipe, Luciana Fevorini: “é preciso observar o uso que é feito desse espaço. Não adianta ter um espaço maravilhoso se as crianças ficam restritas a dois ou três pátios. Em contrapartida, algumas escolas menores fazem um ótimo aproveitamento do pouco espaço que têm.”

Além disso, observe a manutenção dos brinquedos e questione se diferentes faixas etárias convivem no local ao mesmo tempo.

6. Prefiro uma escola pequena ou grande?

“Ao entrar na escola, é muito importante a criança ter a sensação de acolhimento. Estruturas grandes nem sempre conseguem oferecer isso. Faz diferença”, avisa Adílson Garcia, diretor do Colégio Vértice.

Por outro lado, os pais precisam observar se uma escola menor não deixará seu filho muito exposto. “Algumas crianças se sentem mais em evidência quando a escola é menor e elas são chamadas a participar com mais frequência. Se for muito tímida, isso pode se tornar um problema. Cabe aos pais observarem se essa é a opção acertada”, afirma Luciana.

7. É essencial que a escola do meu filho seja bilíngue?

“Nem todas as famílias precisam ser bilíngues. Observe as suas motivações e veja se isso realmente é importante. Se os pais pensam em mudar de país, por exemplo, é uma escolha interessante mesmo”, afirma Adílson.

“O aprendizado de uma segunda língua é importante, mas nem sempre deve ser uma prioridade. Uma criança bilíngue demora mais para falar e, às vezes, troca palavras. Os pais devem pesar e ver se estão dispostos a conviver com um possível atraso na fala dos filhos. Esse atraso não é regra, mas pode acontecer”, reforça Luciana.

8. Meu filho precisa de alimentação especial?

Não importa a razão, mas se seu filho não puder ser exposto a determinados alimentos essa proibição deve ser discutida com a escola. “A questão da alimentação é tão importante que as escolas prestam uma atenção cada vez maior nesse item. Se houver algum impeditivo ou uma preferência por certo tipos de alimentos, isso deve ser discutido de forma explícita”, aconselha Luciana.

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Alunos da USP montam carro de competição e celebram aprendizado

Alunos da USP montam carro de competição e celebram aprendizado | Inovação Educacional | Scoop.it

Organizado pela Sociedade de Engenheiros de Mobilidade (SAE Brasil), a Fórmula SAE dará a estudantes de engenharia de todo o País a oportunidade de, entre os dias 17 e 19, mostrar na prática o aprendizado adquirido em sala de aula. Representando 35 instituições de ensino pelo Brasil, carros construídos por alunos - responsáveis por levantar todos os recursos necessários para a execução do projeto - competirão em provas variadas, em que será possível avaliar velocidade, mecânica, aerodinâmica e capacidade de aceleração e durabilidade dos protótipos.

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Faculdades representam alívio nas oscilações do Ibovespa

Faculdades representam alívio nas oscilações do Ibovespa | Inovação Educacional | Scoop.it

As empresas educacionais do Brasil estão entregando aos investidores os retornos mais constantes durante o período mais volátil das ações do país nos últimos dois anos.
A Kroton Educacional, maior operadora de faculdades com fins lucrativos do Brasil, registrou o maior retorno ajustado ao risco do Brasil neste ano e uma concorrente menor, a Estácio Participações, obteve o terceiro maior ganho.

A estabilidade contrasta com o Ibovespa, que nos últimos 50 dias registrou as maiores oscilações de preços desde 2012 porque os investidores estão fazendo apostas relacionadas ao resultado da eleição presidencial deste mês.

As empresas educacionais se beneficiaram com a expansão de empréstimos estudantis liderados pela presidente Dilma Rousseff, uma iniciativa que continuará independentemente de quem ganhar no segundo turno, no dia 26 de outubro, segundo a Canepa Asset Management e a Quantitas Asset Management.

As ações de empresas como Petrobras e Banco do Brasil são mais dependentes da perspectiva para a eleição, com os investidores apostando que o opositor Aécio Neves seria melhor para as ações do que Dilma.

“Os mercados agora estão exagerando sua reação às perspectivas eleitorais, mas há alguns setores que certamente se recuperarão quando essa volatilidade atual terminar”, disse Alexandre Póvoa, sócio da Canepa, em entrevista por telefone, do Rio de Janeiro.

“Não esperamos que nenhum dos candidatos modifique as políticas relacionadas aos empréstimos estudantis”.

Programas populares

O número de estudantes matriculados em universidades no Brasil mais do que dobrou em relação a 2001, para 7,31 milhões no ano passado, segundo dados do Ministério da Educação.

Durante seus quatro anos de mandato, Dilma melhorou os prazos de reembolso e reduziu as taxas de juros aplicadas sobre os empréstimos estudantis para ampliar o total de formados na maior economia da América Latina.

O número de empréstimos estudantis concedidos por meio do Fundo de Financiamento Estudantil do Ministério da Educação, conhecido como Fies, aumentou para 423.050 até 2013, multiplicando-se quase seis vezes desde 2010.

O programa federal Universidade para Todos, conhecido como ProUni, concedeu bolsas de estudo integrais para 108.686 estudantes no primeiro semestre de 2013, mais do que o dobro do número do mesmo período de 2010.

Os programas educacionais são populares entre os políticos porque um número maior de matrículas reforçará a economia, pois implica em mais trabalhadores qualificados no mercado de trabalho e cria uma chance melhor para os brasileiros pobres chegarem à classe média, segundo Felipe Pezerico, analista de investimentos da Quantitas, em Porto Alegre.

Oscilações de preço

“Além de alavancar o desempenho das empresas educacionais, os empréstimos estudantis são bons para o país”, disse Pezerico, em entrevista por telefone. “É por isso que não esperamos que nenhum dos candidatos elimine os programas”.

A Kroton subiu 56 por cento neste ano, para R$ 15,36, registrando um retorno ajustado pelo risco de 38 por cento. A Estácio teve um aumento de 30 por cento, para R$ 26,48, com um retorno ajustado pelo risco de 33 por cento.

A Bloomberg calcula os valores por meio da divisão do retorno total pela volatilidade, ou o grau das oscilações de preço, dando um indicador de desempenho por unidade de risco.

A JBS, segunda maior produtora de carne do mundo, teve o segundo maior retorno ajustado ao risco deste ano, saltando 20 por cento.

A assessoria de imprensa da Estácio preferiu não comentar e a da Kroton não respondeu aos telefonemas em busca de comentário.

O Ibovespa subiu 13 por cento neste ano. O índice entrou em um mercado baixista em março após as ações atingirem a maior baixa em cinco anos e subiram até 38 por cento depois que as pesquisas eleitorais mostraram que Dilma estava perdendo apoio, o que impulsionou as apostas de que um novo governo estimularia o crescimento e reduziria a interferência na economia.

A projeção é de que o lucro da Kroton mais do que dobre para R$ 1,2 bilhão (US$ 500 milhões) neste ano, segundo a estimativa média de 15 analistas consultados pela Bloomberg.

O lucro da Estácio terá um incremento de 80 por cento neste ano, para R$ 440,4 milhões, segundo a estimativa média de 16 analistas consultados pela Bloomberg.

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Livro - Docência On-line Independente

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Este e-book se destina a todos os professores que desejam criar cursos on-line independentes. A obra interessa também aos estudiosos da educação a distância (EaD) e das tendências em cibercultura e empreendedorismo.
Que motivos levam cada vez mais docentes a criar seus próprios cursos on-line fora de grandes instituições de ensino? Quem são esses professores? Que tecnologias e metodologias utilizam? O que precisam saber para levar adiante suas iniciativas?
Este é o primeiro livro sobre docência on-line independente no Brasil. Reúne artigos e entrevistas com professores renomados que possuem seus próprios empreendimentos em educação a distância.
Cada relato compõe um panorama desse fértil movimento na área da educação e oferece orientações valiosas a todos que desejam se tornar docentes on-line independentes.

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