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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Os desafios da mobilidade para professores universitários

Os desafios da mobilidade para professores universitários | Inovação Educacional | Scoop.it

Para Pavlos Dias, uso de celular em aula já é exigência de alunos, e educadores precisam atualizar metodologias para uso da tecnologia

Há cerca de cinco anos, ver alunos usando celulares nas salas de aula era motivo de debate e revolta entre professores. Já hoje, com o crescimento do acesso a esses dispositivos e o aumento da capacidade de conexão móvel, a realidade é outra.

Nos Estados Unidos, 68% dos usuários de smartphones com idades entre 18 a 34 anos não consegue ficar mais de uma hora sem checar o celular, segundo pesquisa da Lookout, uma empresa de segurança mobile. Esse fenômeno tem até nome: nomofobia. Aqui no Brasil, 56% dos internautas brasileiros navegam por meio de smartphones e passam cerca de 84 minutos por dia com o dispositivo (a média mundial é de 74min/dia). O que antes gerava descontentamento, hoje promove o compartilhamento e a inovação para o uso da mobilidade em sala de aula. Sendo assim, uma pergunta fica no ar: o que ainda falta para que smartphones e tablets sejam aceitos e adotados como meio de facilitar o ensino?

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Explosão dos diplomas

Explosão dos diplomas | Inovação Educacional | Scoop.it

O ensino superior privado no Brasil vive um momento histórico. Na contramão de uma economia praticamente estagnada, os números do segmento educacional seguem impressionando. A procura por uma formação superior – e uma melhor remuneração – colocou quase 2,2 milhões de pessoas dentro das salas de aula em 2012 e outras 812 mil deixaram os bancos universitários com um diploma nas mãos no mesmo período.

Entre 2009 e 2012, o crescimento do setor foi de 33,8% em se tratando de novos ingressantes. Mais alunos significam maior entrada de recursos, e também maior concorrência e redução das mensalidades. No Censo de 2013 – ainda não divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) –, a expectativa é que esses números batam novos recordes. Ponto para as instituições, para o mercado e para o país.

Mas como explicar esse crescimento justo num momento em que o Brasil sofreu um grande tropeço ao reduzir em 14,1% o número de novos postos de trabalho gerados em relação a 2012? Concorrência é a palavra-chave.

Com a taxa de desemprego estabilizada e com a escassez da demanda, um profissional precisa capacitar-se ainda mais para ocupar a mesma vaga que teria em anos anteriores. Assim, despende mais tempo dentro das instituições de ensino, agregando novos cursos ao currículo. Isso pode ser identificado pelo crescente número de matrículas registrado nas instituições privadas: 5,1 milhões em 2012, 16% a mais do que em 2009.

O momento positivo para o setor é confirmado pela maioria dos consultores educacionais. Eles destacam três pontos fundamentais que alicerçam e impulsionam esse crescimento: maior disponibilidade de cursos de educação a distância, valorização e aumento da demanda dos cursos tecnológicos e programas de financiamento estudantil.

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Inova garante leve avanço em pesquisa

Empresas aprovam esforço conjunto para estimular investimento e reduzir a dependência

Obter domínio científico-tecnológico, reduzir a dependência por medicamentos e equipamentos importados e criar as bases para a inovação são as metas das políticas de incentivo do governo federal para a área da saúde. O caminho é árduo e longo. Sem tradição de inovação no setor, o Brasil não investe há anos em novas tecnologias de fabricação e tornou-se mercado potencial para empresas globais, que escoam por aqui a produção de outros países. "O complexo da saúde responde por 30% das inovações mundiais. Não podemos ficar de fora", afirma Igor Ferreira Bueno, superintendente regional da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) em São Paulo.

Ele explica que o segmento é estratégico e está contemplado no pacote de estímulo Inova Empresa - lançado no ano passado com recursos de R$ 32,9 bilhões. Para a saúde, o programa reservou R$ 1,3 bilhão - montante que já foi superado. O edital voltado para biofármacos, farmoquímicos e medicamentos selecionou projetos de 21 empresas, totalizando, segundo Bueno, acesso à linha de crédito subsidiado pela Finep de R$ 2,4 bilhões, além de R$ 70 milhões em subvenção econômica (crédito não reembolsável).

Entre as conquistas está a garantia de compra de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde, por meio do Programa de Desenvolvimento Produtivo (PDP), o que cria demanda e motiva a instalação de fábricas para remédios biotecnológicos. Como contrapartida, as empresas privadas terão de ensinar os laboratórios públicos a produzir esses medicamentos.

A ação pública é há muito esperada pelo setor. Laboratórios privados comemoram a maior agilidade para acesso ao fomento à inovação e ao crédito mais barato. Os empresários veem com bons olhos o esforço conjunto da Finep, BNDES, Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para estimular a pesquisa e desenvolvimento dentro do país. "Os gastos com medicamentos, especialmente com os biossimilares, são grandes e tendem a aumentar. Por isso, o Brasil tem de ser capaz de produzi-los", comenta Reginaldo Arcuri, presidente do Grupo FarmaBrasil (GFB), que reúne laboratórios com projetos estruturados de avanço tecnológico.

Dados levantados pela instituição mostram que a pirâmide demográfica do país amplia o mercado de medicamentos. Em 2030, a população brasileira terá 40,5 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade, pressionando a oferta. Há dez anos, o país gastava R$ 1,9 bilhão por ano com medicamentos. Em 2012, segundo o FarmaBrasil, o total saltou para R$ 9,4 bilhões. No caso dos medicamentos biológicos, a dependência pelo produto importado é catastrófica para as contas públicas. Em 2012, esses medicamentos consumiram 43% da verba do Ministério da Saúde para medicamentos, mas responderam por apenas 5% das unidades adquiridas. "Para motivar a inovação, além de dinheiro, o governo federal terá de se aplicar na elaboração de um marco regulatório que permita agilidade no lançamento de produtos no mercado", adverte Arcuri. Para ele, a demora nas análises e na aprovação de estudos clínicos pode comprometer o processo produtivo, já que a burocracia pode matar um projeto de inovação.

Regras mais claras, objetivas e capazes de garantir um ambiente de negócios amigável para P&D é uma demanda nas áreas de biotecnologia e fitoterapia. As reclamações vêm da academia e do setor privado. Estudar plantas brasileiras tornou-se algo praticamente proibido. A lei da biodiversidade é restritiva e permite diferentes interpretações pelos órgãos reguladores e empresas, o que gera insegurança jurídica para as pesquisas. "A situação é tão crítica que não há interesse pela exploração das plantas brasileiras, um segmento que nos dá vantagem comparativa em relação a outros países", destaca José Correia da Silva, presidente da Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos. A solução passa, na visão dele, por maior integração entre Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Ibama.

Maior foco na criação de produtos é a cobrança de Antônio Britto, presidente a Interfama. Para ele, o Inova Saúde é, sem dúvida, uma evolução quando comparamos o estágio anterior do Brasil. "Mas ainda temos muito a avançar para nos tornarmos um competidor global de relevância. A comparação com outros países mostra a indústria farmacêutica brasileira na lanterna da pesquisa e desenvolvimento", destaca.

Segundo ele, a iniciativa federal ligada ao PDP privilegia a compra e a transferência de tecnologias que já existem. O foco é a redução dos gastos do governo. Esse primeiro passo é fundamental para que o Brasil domine as rotas tecnológicas e tenha autonomia para fabricar medicamentos mais complexos, mas o incentivo tem de ser constante para permitir o avanço, que é a criação de produtos brasileiros capazes de atender o mercado interno e o externo. "Internalizar tecnologia é importante, mas é incremento à produção, não é inovação de fronteira, que garante ganhos com alto valor agregado ao país."

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Santo André amplia iniciação musical

Santo André amplia iniciação musical | Inovação Educacional | Scoop.it

Aulas são parte do programa Música na Escola, iniciado em 2013 nos Cesas da cidade

Até o fim do semestre, todas as escolas municipais de Santo André oferecerão iniciação musical aos estudantes da rede. A proposta é que as crianças aprendam, junto com o ensino formal, práticas que auxiliem no desenvolvimento do ritmo musical, canto, coordenação motora e, assim, passem a ter seu repertório ampliado para outros segmentos, como é o caso da música clássica.

Para que a ação tenha início nas 31 creches e 51 Emeiefs (Escolas Municipais de Educação Infantil e Ensino Fundamental), os professores da rede passam por capacitação continuada. “A música é um instrumento potente para o desenvolvimento cognitivo do estudante. Ele consegue exercer seu raciocínio, melhorar a concentração e a disciplina”, considera o secretário de Educação, Gilmar Silvério.

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Estudo rankeia educação no mundo e sugere melhorias

Estudo rankeia educação no mundo e sugere melhorias | Inovação Educacional | Scoop.it

The Learning Curve, feita por Pearson e The Economist, aponta que engajamento de diversos atores na educação influencia o aprendizado

A segunda edição do estudo realizado em parceria entre a Pearson Internacional e a divisão de pesquisas da The Economist, divulgado nesta semana, mostra que o envolvimento dos pais e familiares na vida escolar impacta consideravelmente a motivação dos estudantes, assim como o trabalho conjunto interno, entre professores e direção. A Curva do Aprendizado (The Learning Curve, em inglês) é uma pesquisa abrangente que considera uma série de dados internacionais, como os resultados de avaliações de desempenho, para criar um ranking próprio e trazer proposições sobre aspectos que podem ajudar a melhor as realidades educacionais em diferentes contextos.

Segundo o estudo, os últimos resultados do Pisa possibilitam uma nova compreensão sobre o quão importante é o envolvimento e a participação de todas as partes envolvidas na educação – alunos, familiares, professores e gestores. Por exemplo, uma escola onde professores e direção trabalhem em conjunto para gerir a instituição, funcionando assim de maneira mais autônoma, tende a produzir melhores resultados de desempenho e aumentar o engajamento de toda a comunidade escolar.

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Os Vales do Silício brasileiros

Os Vales do Silício brasileiros | Inovação Educacional | Scoop.it

Cinco polos de tecnologia e inovação abrigam 634 empresas, que empregam 15 mil pessoas e faturam mais de R$ 1,4 bilhão por ano

É difícil comparar o Vale do Silício, nos EUA, com qualquer outro lugar. Afinal, a região reúne as maiores empresas de tecnologia de ponta do mundo, como Google, Apple, Facebook, eBay, Yahoo!, entre tantas. Mas o Brasil também abriga os seus vales. São parques tecnológicos e polos de inovação que crescem em todo o país, entre os quais se destacam cinco: o maior deles, o Porto Digital, no Recife; o Parque Tecnológico da UFRJ, Rio; San Pedro Valley, Belo Horizonte; Parque Científico e Tecnológico da PUC/RS (Tecnopuc), Porto Alegre; e o Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP). E que também abrigam grandes companhias, como Dell, HP, Embraer, Schlumberger, Siemens, além de muitas outras de menor porte e start-ups. Ao todo, são 634 empresas. Que empregam mais de 15 mil pessoas e faturam acima de R$ 1,4 bilhão ao ano.

Um estudo da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) de 2008/2009 apontou para a existência de 11 parques tecnológicos em funcionamento, número que já aumentou, de acordo com o diretor do Tecnopuc, Rafael Prikladnicki. Existem, hoje, no país, mais de 90 projetos e cerca de 20 em operação, sendo que alguns em estágio mais avançado — além destes cinco, há outros menores em vários estados.

— A vocação de cada parque contribui para o desenvolvimento da capacidade empreendedora e inovadora do Brasil — destaca Prikladnicki.

Cada um desses centros tem características próprias, que os aproxima, cada qual a sua maneira, do Vale do Silício. San Pedro Valley, em Belo Horizonte, leva o vale no nome — justamente uma brincadeira com o polo americano de inovação. Mas, diferentemente do Silicon Valley, que nasceu em torno da Universidade de Stanford, San Pedro não surgiu associado a qualquer instituição educacional. Depois que o Google instalou um braço de tecnologia e engenharia na capital mineira, muitas start-ups de tecnologia começaram a ser criadas, concentrando-se no bairro de São Pedro. As quase 200 empresas da região, que devem faturar, em 2014, R$ 200 milhões, passaram a atrair universidades, instituições como Sebrae e o governo estadual, que lançou o programa SEED (Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development).

Já os parques tecnológicos da UFRJ, na Ilha do Fundão, no Rio, e da PUC-RS, o Tecnopuc, em Porto Alegre, têm por trás a chancela das universidades, enquanto o Porto Digital, do Recife, e o Parque Tecnológico – São José dos Campos (PqTec - SJC) têm parcerias com várias universidades. O intercâmbio entre academia e mercado é uma das premissas do Vale do Silício que esses polos replicam.

— É natural se espelhar no Vale do Silício, mas há vários gaps culturais, de políticas públicas, do macroambiente de inovação, que ainda distanciam muito o Brasil dos EUA. Por isso, é errado fazer um “copia e cola": temos que encontrar o nosso modelo, baseado na ideia de tripla hélice, que é a convergência de academia, indústria e governo — pontua o gerente de Inovação Estratégica da Firjan, Carlos Coelho.

AGLOMERAÇÃO PROPICIA A INOVAÇÃO

O sucesso dos polos de tecnologia e inovação se dá, principalmente, pela questão da concentração. É o que garantem os responsáveis pelos principais centros do Brasil.

— A capacidade de inovação não depende apenas de um departamento de uma empresa, mas de vários outros agentes, como a convivência com clientes, fornecedores e até com concorrentes. Por isso, parques tecnológicos, como ambientes onde essa capacidade de inovação é maximizada, têm se difundido no mundo inteiro e no Brasil — destaca Maurício Guedes, diretor do Parque da UFRJ, que alerta também para o risco de “modismos”. — Para que haja expansão, é fundamental haver consistência com as vocações e com a capacidade local.

PORTO DIGITAL (PERNAMBUCO)

Porto Digital, do Recife, é um dos maiores polos de tecnologia e inovação do país: são 7.100 funcionários em 250 empresas, faturando R$ 1 bilhão ao ano. Quando começou a operar, no início de 2001, contava com três empresas e 46 funcionários. A meta é, até 2024, ter 20 mil pessoas nas áreas de tecnologia da informação e comunicação (TCI) e economia criativa, as duas grandes vocações do polo.

Francisco Saboya, presidente do Porto Digital, aponta alguns fatores para o sucesso do empreendimento, entre eles a gestão por meio de uma Organização Social (OS) e a escolha por uma região do Recife que precisava de revitalização:

— Ao delimitar um território, promove-se o efeito sinérgico da aglomeração. Juntando empresas e pessoas concentradas cada vez mais num local, gera-se o efeito da cooperação, ativo do qual todas se beneficiam — diz Saboya, frisando que hoje o Porto atrai profissionais de todo o Brasil e do exterior.

SAN PEDRO VALLEY (MINAS GERAIS)

San Pedro Valley brinca com o nome do vale americano, em função da concentração de start-ups no bairro de São Pedro, em Belo Horizonte. Hoje são 188 start-ups, quatro aceleradoras, sete incubadoras, seis investidoras e 15 espaços de co-working na região.

— O principal bairro da cidade é a Savassi, mas que é uma região cara para quem está começando, por isso muitos empreendedores foram para São Pedro, que fica próximo. As pessoas começaram a se esbarrar e a brincar que parecia “San Pedro Valley”, e há três anos a brincadeira acabou virando marca — conta Rodrigo Cartacho, da Sympla, start-up há dois anos e meio no vale mineiro.

O polo foi impulsionado também pela instalação do Google, que tem sua unidade de engenharia na capital mineira.

— Em BH há um contato bem grande entre start-ups, um ecossistema orgânico onde todos se ajudam — destaca João Drummond, fundador da Yoozon.

PARQUE TECNOLÓGICO DA UFRJ (RJ)

Inaugurado há 11 anos, o Parque Tecnológico da UFRJ aposta na vocação para as áreas de energia e petróleo, mas começa a receber empresas também de outros segmentos, como a L’Oréal, que está construindo seu centro de pesquisa na Ilha do Fundão. Lá já estão instaladas 46 companhias, sendo 12 grandes, oito pequenas e 26 start-ups na incubadora da Coppe/UFRJ, que empregam 1.500 pessoas.

— A vinda do centro de pesquisas da Petrobras, no início dos anos 70, foi passo fundamental para criar as condições que o parque tem hoje — diz Maurício Guedes, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, ressaltando que há no país um movimento de valorização de parceria entre mercado e academia, que se reflete na criação de parques tecnológicos. — As universidades se abriram para essa possibilidade. Além disso, houve um aumento de percepção de que os processos de inovação pedem um ambiente propício para que ela aconteça.

TECNOPUC (RIO GRANDE DO SUL)

Regis McKenna, um dos responsáveis por colocar o Vale do Silício no mapa, afirmou, depois de visitar o Parque Científico e Tecnológico da PUC/RS, o Tecnopuc, em Porto Alegre, que este foi o polo que melhor reproduziu o que conhece do centro de TI americano.

— Os aspectos invisíveis criam essa semelhança: o relacionamento, o intercâmbio de ideias — diz Rafael Prikladnicki, diretor do Tecnopuc.

No local, há 120 empresas, entre elas Dell e HP, que geram seis mil empregos — muitas mantém centros de pesquisa no local e o faturamento não é divulgado.

— O objetivo é ser um polo de inovação onde haja desde start-ups até empresas âncoras multinacionais, que desenvolvam projetos de forma integrada com a universidade — frisa Prikladnicki.

A vocação natural do Tecnopuc está na área de TIC, mas há espaço para energia e meio ambiente, ciências da vida e indústria criativa — esta última, aliás, uma nova aposta.

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP)

Um hub do setor de aeronáutica, defesa e espaço. Assim é conhecido internacionalmente o Parque Tecnológico – São José dos Campos (PqTec - SJC), em São Paulo. Não é à toa, pois Embraer, Boing e Airbus mantêm centros de desenvolvimento tecnológico na região — assim como a Vale e a Ericsson, que diversificam a atuação do parque.

Além das grandes, há 25 pequenas e médias empresas que atuam no polo de São José dos Campos, faturando em torno de R$ 40 milhões ao ano. Até o fim de 2014, mais 50 passarão a funcionar em um novo prédio, o que fará com que o parque empregue 1.600 profissionais — atualmente, são 950 pessoas.

— As oportunidades são para engenheiros e pós-graduados de diversas áreas, assim como para pessoas com formação técnica em vários níveis — afirma o diretor geral, Horacio Aragonés Forjaz, acrescentando que a tendência é a abertura de novas vagas. — Novas empresas vão se instalar.



Read more: http://oglobo.globo.com/economia/emprego/os-vales-do-silicio-brasileiros-13225443#ixzz38KCzdQvm

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Petrobras financia laboratório da EESC-USP

A Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP) vai inaugurar, no dia 4 de setembro, o Laboratório de Escoamentos Multifásicos Industriais (Lemi). Com financiamento da Petrobras, o laboratório desenvolverá tecnologias para soluções de exploração e produção com aplicações no pré-sal.

O laboratório pretende viabilizar a simulação de processos que envolvam escoamentos multifásicos em alta pressão – fase da produção em que há mistura de petróleo e bolhas de gás dióxido de carbono denso. A intenção é reproduzir os métodos da indústria petrolífera, utilizando técnicas que se aproximem das dimensões físicas da produção industrial

Novos equipamentos com tecnologia de ponta também serão adquiridos para o laboratório, como um Particle Image Velocimetry, para medição de fluxo, uma câmera filmadora de alta velocidade e um anemômetro por laser Doppler (LDA, na sigla em inglês), que realiza medições locais instantâneas e precisas de velocidade do escoamento. Um densitômetro de raios gama dual source também está sendo importado para fazer medições de propriedades do escoamento por meio de técnicas nucleares.

Dois novos projetos em processo de formalização, envolvendo a Petrobras e a British Gas, produtora de gás natural, devem inaugurar as atividades do Lemi.

Apesar de a Petrobras ter financiado o projeto do laboratório, não há contrato de exclusividade com a empresa e demandas de outras empresas também poderão gerar pesquisas. Os convênios firmados serão de cooperação para desenvolvimento de pesquisa tecnológica e inovação e contarão com a participação de alunos de pós-graduação.

O prédio do Lemi, de 2 mil metros quadrados, localizado no campus 2 da USP de São Carlos, está em fase de acabamento. 


(Agência Fapesp)

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Portal da Indústria :: CNI :: Eleições 2014 Educação

Portal da Indústria :: CNI :: Eleições 2014 Educação | Inovação Educacional | Scoop.it

A educação é a base para a construção de uma indústria inovadora e competitiva. Equipes educadas e engenheiros bem formados utilizam melhor os equipamentos, criam soluções para os problemas do cotidiano, adaptam processos e produtos, desenvolvem e implementam inovações.
Mesmo com os avanços das últimas décadas, que facilitaram o acesso da população à escola, a baixa qualidade da educação básica, a reduzida oferta de educação profissional e as deficiências na educação superior limitam a capacidade de inovar das empresas e a produtividade. A falta de profissionais qualificados em determinadas áreas é um gargalo: destaca-se a escassez de engenheiros, cuja atividade possui impacto amplo sobre muitos setores e atividades, sobretudo para a indústria.

Conheça as propostas da indústria para a educação:

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Indústria propõe mudança no financiamento à inovação

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) preparou propostas para a modernização do sistema de financiamento de inovação. As sugestões estão no documento Financiamento à inovação: a necessidade de mudanças, que integra o projeto Propostas da Indústria para as eleições 2014.

Conforme a CNI, as linhas de crédito são positivas, mas as empresas de menor porte têm dificuldade de acesso ao financiamento de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I). Essa limitação também atinge novos negócios - quando as empresas não têm garantias para a tomada do empréstimo. O crédito é adequado quando o investimento está sujeito apenas ao risco de mercado, mas não quando estão em jogo elevados riscos tecnológicos ou quando existe o risco monetário, caso dos investimentos em inovação. O Inova Empresa - programa do governo - vai nesta linha e colaborou para o aumento da oferta de recursos reembolsáveis, também amparada pelo Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do BNDES, operado em conjunto com a Finep.

Apesar de haver crédito, os recursos não reembolsáveis - essenciais para investimentos de risco - têm diminuído. O valor mais representativo de financiamento desse tipo (subvenção econômica) é do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A Lei Orçamentária Anual 2014 prevê cerca de R$ 3,42 bilhões para o FNDCT, sendo apenas R$ 266,1 milhões para subvenção. Parte desse recurso já está comprometida com os editais do Inova Empresa (R$ 134,9 milhões), que deixa o sistema de financiamento praticamente sem recursos novos para subvenção este ano. Já o Fundo Tecnológico (Funtec) do BNDES tem orçamento pouco expressivo de não reembolsáveis, em torno de R$ 100 milhões anuais.

Já a Finep conta com reserva financeira para cobrir os compromissos correntes e operar contratos em negociação e previstos para 2014, mas poderá ter problemas em 2015 se a restrição orçamentária para subvenção for mantida. Esse é um tópico que merece prioridade na pauta do governo federal.

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Ensino a distância atrai cada vez mais alunos

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Com tantas opções para fazer uma graduação e pós-graduação em pleno século 21, só não estuda quem não quer. Além de facilidades como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona candidatos a instituições públicas, e o Programa Universidade para Todos (Prouni), que abre vagas para bolsistas em instituições particulares, hoje a Educação a Distância (EAD), que já completou 100 anos, tem um grande número de alunos. Ela é uma modalidade encontrada em muitas faculdades e universidades no Brasil, que possibilita o aluno fazer as aulas on-line e criar o seu próprio horário para estudar, pois as aulas são ministradas por meio da Internet, além de outras mídias, tudo para estar conectado com os professores. Além das aulas totalmente virtuais, há a modalidade semipresencial, que é voltada para aqueles que têm disponibilidade para frequentar o pólo de apoio presencial uma vez por semana, onde poderá desenvolver atividades programadas, realizar avaliações, além de se relacionar com outros estudantes da turma. 
Dados do Censo de Educação Superior, entre 2011 e 2012, dos quase 7 milhões de universitários brasileiros, mais de 15% estavam matriculados em cursos a distância.
A Universidade de Braz Cubas, que é uma das poucas instituições de ensino presencial da região a oferecer também o ensino a distância, tem cerca de nove mil alunos matriculados na modalidade, em mais de 25 pólos espalhados por todo o Brasil. São 15 cursos para graduação e mais 15 para pós-graduação. 
A coordenadora acadêmica de Educação a Distancia da Braz Cubas, Mara Yaskara Cardoso, comenta o fácil acesso financeiro para cursos on-line e semipresenciais. "A maioria dos cursos na modalidade a distância tem uma mensalidade no valor de R$ 250, diferente dos presenciais, que possuem uma mensalidade que é calculada conforme as necessidades acadêmicas de suas respectivas disciplinas", explica. 
A aluna do EAD Helen Campos contou que a possibilidade de estudar a distancia facilitou muito a vida dela, que tem que conciliar estudo, trabalho e família. "Eu tenho 36 anos, marido, dois filhos e trabalho, a faculdade presencial para mim seria impossível, já com o EAD eu posso estudar a hora que eu achar melhor", explica a aluna de Serviço Social da Universidade Braz Cubas. 
Além a flexibilidade de horário, Helen relata que teve todo o apoio da instituição. "Eu não encontrei dificuldade nenhuma com o ensino a distancia como pensei, foi o contrario, a universidade me deu todo o auxilio que precisava. Hoje eu já faço estágio na minha área", conclui.

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O acesso das crianças à tecnologia pede cuidados

O acesso das crianças à tecnologia pede cuidados | Inovação Educacional | Scoop.it

O acesso das crianças à tecnologia pede cuidados

Semana passada, foi noticiado que a nova assistente de voz para aparelhos da Microsoft, Cortana, estava proibida de ter contato com crianças com menos de 13 anos nos Estados Unidos. Quem não deixa é o governo americano, através de sua Lei de Proteção da Privacidade Online da Criança (Coppa). A legislação restringe a coleta de informações de crianças sem a autorização dos pais, que é exatamente o que a Cortana faz para poder “conversar”.

A vulnerabilidade de crianças diante de potenciais perigos da internet motiva leis similares ao redor do mundo.

Hoje, quando se fala em crianças e tecnologia, as preocupações quase sempre giram em torno dos dados e do conteúdo. Mas, a julgar por sucessivos alertas de especialistas, talvez fosse uma boa ideia dar mais atenção para o próprio acesso a aparelhos como PCs, smartphones e tablets.

A Academia Americana de Pediatria, uma das maiores entidades de classe daquele país, diz que crianças entre 0 e 2 anos não deveriam ter nenhuma exposição à tecnologia. Para outras faixas etárias, os limites recomendados chegam a duas horas diárias apenas. Representantes da Sociedade Brasileira de Pediatria já fizeram eco às recomendações de seus colegas dos EUA, sugerindo que crianças não tenham TV ou computador dentro do quarto.

Poucos estão ouvindo. A ONG norte-americana Common Sense Media, especializada em questões da família, divulgou ano passado que 38% das crianças com menos de dois anos nos EUA já usam dispositivos móveis. Não há números para o Brasil, mas uma pesquisa recente da empresa de segurança AVG mostrou que 97% dos meninos e meninas entre 6 e 9 anos e que têm pais que acessam a internet também estão conectados. Mais: a média de horas que nossos pequenos passam no Facebook é o triplo da média mundial. Pode-se inferir portanto que as crianças brasileiras também são usuárias frequentes de aparelhos eletrônicos.

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‘Há um renascimento do falar em público como modo de dividir ideias’

‘Há um renascimento do falar em público como modo de dividir ideias’ | Inovação Educacional | Scoop.it

Conferências TED se tornaram uma marca com suas exposições curtas e que geram vídeos ‘virais’; em outubro, Rio de Janeiro sediará 1ª TED Global da América Latina

Para Chris Anderson, o mundo vive uma renascença da arte da palestra. O curador das conferências TED acredita que em plena era dos vários modos digitais de comunicação, há um interesse renovado em assistir a alguém expor ideias em cima de um palco.

Anderson tem 57 anos, nasceu no Paquistão, mas é naturalizado britânico. Mora nos Estados Unidos desde os anos 90. Depois de uma bem-sucedida carreira no jornalismo, comprou através de sua fundação a organização de conferências TED, que existia desde 1984.

Há vários tipos de eventos TED, de palestras locais a conferências globais, que há muito tempo deixaram de ser apenas sobre tecnologia, entretenimento e design, como diz a sigla, e passaram a incluir de filósofos a cientistas, de psicanalistas a líderes religiosos. Em todos, uma regra é sagrada: as apresentações não podem ter mais de 18 minutos. O objetivo é facilitar a conversão das palestras em vídeos para o site TED, o maior responsável por difundir a marca no mundo, onde os vídeos já somam 2 bilhões de visualizações.

Entre 5 e 10 de outubro, no ano em que a TED completa 30 anos de história, o Rio de Janeiro receberá a primeira TED Global da América do Sul. Metade dos palestrantes já foi revelada e inclui brasileiros como o cineasta José Padilha e o empresário Ricardo Semler, mas muitos “nomes fortes” ainda serão anunciados, segundo Anderson, que recebeu o Link para uma entrevista em São Paulo.

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Candidato é homem, branco, casado e não tem ensino superior completo

Candidato é homem, branco, casado e não tem ensino superior completo | Inovação Educacional | Scoop.it

Se fosse possível resumir em um candidato só as características predominantes das mais de 24 mil candidaturas registradas para as eleições de 2014, esta pessoa seria um homem, branco, casado e não teria concluído o ensino superior.

Até a tarde desta terça-feira (22), o DivulgaCand 2014, site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que reúne os dados dos candidatos, já havia registrado 24.917 candidaturas. O número não é definitivo, já que o sistema permanece em constante atualização, mas representa quase a totalidade dos candidatos.

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Sites com bolsas de até 80% são opção para quem ficou fora do ProUni

Sites com bolsas de até 80% são opção para quem ficou fora do ProUni | Inovação Educacional | Scoop.it

Alunos que não conseguiram nota alta o suficiente no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para obter bolsas de estudo ou financiamento nos programas ProUni (Programa Universidade para Todos) e Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) estão encontrando descontos de até 80% em sites que reúnem vagas remanescentes de universidades particulares.

Max Douglas, de 17 anos, concluiu o terceiro colegial no ano passado e imediatamente ingressou no curso de gestão de turismo da Faculdade Carlos Drummond de Andrade pagando mensalidade com desconto de 65%. A oportunidade foi encontrada na plataforma Quero Bolsa.

— Terminei o ensino médio e fiz o Enem no ano passado. Como tive média baixa, não consegui uma bolsa no ProUni.  Um amigo me falou sobre o Quero Bolsa e me ensinou a preencher os campos do site. Foi assim que consegui o desconto inicial de 60%.

O aluno conta que participou do processo seletivo levando um cupom que imprimiu após pagar uma taxa de R$ 76. Ao fazer o vestibular, ele conseguiu mais 5% de desconto. O curso, que originalmente tem mensalidade de R$ 739, sai por R$ 290 para Max.

— Sem o desconto não conseguiria pagar a faculdade porque trabalho como entregador em um restaurante do Itaim Paulista e ganho R$ 400 por mês. Mesmo com a bolsa preciso da ajuda do meu pai para arcar com a mensalidade.

 

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Política industrial ajuda fabricação de biossimilares

Laboratórios contam com compra do SUS para produzir medicamentos biossimilares

Para os laboratórios que encararam o desafio de construir fábricas de medicamentos biossimilares - feitos a partir de células vivas - o apoio do governo é fundamental para tirar projetos do papel. A garantia de venda ao Sistema Único de Saúde é o principal atrativo. "Estamos começando do zero. Sem uma política industrial que sinalize demanda, não seria possível", admite Odnir Finotti, presidente-executivo da Bionovis.

Resultado da união de quatro produtoras brasileiras de medicamentos (EMS, Ache, Hypermarcas e União Química), a Bionovis vai produzir medicamentos biotecnológicos com foco em doenças degenerativas e autoimunes. A primeira etapa do projeto prevê investimentos de R$ 540 milhões em cinco anos, incluindo a construção de uma fábrica no Estado do Rio de Janeiro. Desse total, R$ 200 milhões virão de aportes das empresas sócias, e R$ 340 milhões serão captados no mercado, incluindo linhas de fomento à inovação e crédito subsidiado.

O plano de negócio completo - com tempo estimado em dez anos - totaliza R$ 1,3 bilhão em investimentos "O projeto é ambicioso, mas acreditamos que o momento é favorável", diz Finotti.

A instalação da fábrica será feita com a aquisição e transferência de tecnologia para a produção de biossimilares. "É o jeito mais rápido de dominar o meio de produção. A partir disso, vamos ter capacidade de criar medicamentos e inovar de fato", afirma o executivo. Ele explica que a tecnologia já existe, o Brasil ficou mais de 30 anos sem investir na modernização da produção de medicamentos e não seria inteligente tentar "inventar" uma rota brasileira. "A prioridade é entender como funciona, internalizar as técnicas e desenvolver pesquisas a partir do conhecimento acumulado", comenta.

Enquanto põe em pé uma fábrica moderna para ter produção 100% brasileira em até três anos, a Bionovis já investe em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos. "O processo de inovação é demorado, temos de fazer tudo junto". Entre as verbas para financiar os estudos, estão R$ 11,8 milhões de subvenção econômica da Finep.

A Libbs Farmacêutica também toca um projeto de porte em biotecnologia. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 250,8 milhões para a empresa, que pretende construir uma fábrica de biofármacos com foco na produção de medicamentos biotecnológicos para tratamento de câncer e doenças autoimunes. O projeto também envolve aquisição e transferência de tecnologia para o Brasil. "Além do domínio do processo de fabricação, o país ganha com a formação de mão de obra. Estamos participando da criação de uma nova cadeia produtiva, que vai promover um salto na biotecnologia brasileira", destaca Márcia Martini Bueno, diretora de Relações Institucional da Libbs.

Ela diz que a tecnologia também será transferida para os laboratórios públicos, ampliando o alcance a medicamentos modernos e mais eficazes. "Será possível produzir no Brasil remédios para as mais diferentes patologias, cuja administração não é coberta pelo sistema de saúde". A pesquisa e desenvolvimento de medicamentos contam com R$ 10 milhões em subvenção da Finep.

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Municípios prometem cumprir Lei do Piso

Municípios prometem cumprir Lei do Piso | Inovação Educacional | Scoop.it

Três cidades planejam mudanças para garantir a docentes atividades extraclasse

Pelo menos três das sete cidades da região planejam se adequar à Lei do Piso, que determina que professores destinem um terço de sua jornada de trabalho para atividades extraclasse até 2015. Santo André, São Bernardo e Diadema informaram que estão trabalhando para equacionar questões como contratação de docentes ou aumento de jornada de trabalho para se adequar à regra.

A Lei Nacional do Piso do Magistério (11.738) foi promulgada em 2008, no entanto, municípios e Estados ainda destacam dificuldade para cumprir a determinação. De acordo com a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), apenas Acre, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco e Tocantins cumprem a medida na totalidade – pagam no mínimo R$ 1.697 para o professor de nível médio com jornada de 40 horas semanais e garantem 33% das horas de trabalho para atividades de formação.

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Maioria das escolas não atinge meta no Idesp no Grande ABC

Maioria das escolas  não atinge meta no Idesp no Grande ABC | Inovação Educacional | Scoop.it

No Ensino Médio, 63,84% não apresentaram o resultado esperado individualmente

Mais da metade das escolas do Grande ABC não atingiram suas metas no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) em 2013 nos anos finais dos ensinos Fundamental e Médio. É o que mostra levantamento feito pelo Diário nos relatórios de desempenho de 327 unidades de ensino, divulgados pela Secretaria Estadual da Educação nesta semana.

No 9º ano do Ensino Fundamental, 56,35 % das escolas tiveram desempenho inferior ao projetado, enquanto no Ensino Médio, 63,84% não apresentaram o resultado esperado individualmente.

Na região, 136 instituições que oferecem Ensino Médio não alcançaram a meta traçada. Entre 2012 e 2013, as sete cidades apresentaram queda no desempenho dos alunos no último ciclo de aprendizagem.  Já entre as escolas que ofertam segundo ciclo do Ensino Fundamental, 133 apresentaram resultados insatisfatórios. Neste caso, apenas Rio Grande da Serra declinou. No Estado, o índice no Ensino Fundamental se manteve estável (nota 2,50), mas houve queda no desempenho dos estudantes de Ensino Médio – passou de 1,91 para 1,83.

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UnCollege chega ao Brasil para ‘hackear’ a educação

UnCollege chega ao Brasil para ‘hackear’ a educação | Inovação Educacional | Scoop.it

Com duração de um ano, primeiro programa Gap Year na América Latina irá guiar jovens pelo jornada do autoaprendizado

O movimento UnCollege, criado pelo norte-americano Dale Stephens, ganhará mais adeptos em terras latino-americanas. O programa, que ajuda jovens a desenvolverem a sua capacidade de autoaprendizado de maneira livre e independente, dará início a uma turma de Gap Year no Brasil. A iniciativa será implantada com o apoio de jovens brasileiros interessados em desenvolver projetos de unschooler no país. “O Brasil possui um mercado emergente que está bastante aberto a novas possibilidades e propostas”, defendeu Giovana Moraes, integrante da equipe UnCollege Brasil.

“O jovem está buscando novas formas de aprender. Ele já tem se questionado se deseja mesmo seguir pelo caminho tradicional”, apontou Lucas Coelho, co-fundador do UnCollege Brasil. Motivado pela própria experiência de abandonar a universidade para aprender de forma independente, Coelho começou a fazer pesquisas sobre projetos que trabalhavam com propostas de “hackear” a educação. Foi aí que ele conheceu o movimento UnCollege e, após trocas de e-mails e conversas com Stephens, surgiu a ideia de expandir o movimento para o Brasil.

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Incubadora da Unicamp realiza Café Tecnológico para empreendedores

O próximo Café Tecnológico, evento realizado mensalmente pela Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp) com o intuito de reunir empreendedores da região para discutir assuntos relacionados aos desafios do empreendedorismo, será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 15h30, no auditório da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp).

O evento vai contar com a presença de Daniel Duft, um dos finalistas do Inovativa Brasil - programa de capacitação e aceleração do governo federal e que está com edital aberto - do ano passado, que vai contar sobre sua experiência e tirar dúvidas dos interessados em se inscrever para esta edição. Além disso, o Café Tecnológico dará sequência ao treinamento com profissionais do Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação (Nagi), da Universidade de São Paulo (SP).

A próxima apresentação do treinamento NAGI, que divide-se em quatro módulos e é voltado para empreendedores e interessados no tema, abordará a gestão de incertezas: conceito e tipos, fontes de valor e abordagens de incertezas em ecossistemas empreendedores com o foco corporativo.

Interessados em participar do evento, que é gratuito e tem vagas limitadas, podem se inscrever no endereçohttp://www.inova.unicamp.br/evento/3132.

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Poli-USP-LGI realiza seminário sobre gestão da inovação radical

No dia 6 de agosto, das 9h às 12h, será realizado no Auditório do Departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP o seminário “Gestão da Inovação Radical em Empresas”, que contará com a participação da professora Gina O´Connor, do Rensselaer Polytechnic Institute (RPI), instituição de ensino situada na cidade de Troy, em Nova Iorque (EUA).

Gina O´Connor é Professora Titular, Vice-Diretora da Lally School of Management and Technology do RPI, coordenadora do principal grupo mundial de gestão da inovação radical e autora de importantes trabalhos sobre o tema, como: “Grabbing Lightining: building a capability for breakthrough innovation”, “Commercializing discontinuous innovations: bridging the gap from discontinuous innovation project to operation”, entre outros.

Em sua apresentação, a pesquisadora falará sobre as formas para estabelecer a função inovação nas empresas, os desafios para a criação e a capacitação em inovação radical, para que esta seja perene, e as possibilidades de gerenciamento de projetos envoltos em alta incerteza.

Este seminário é uma das atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação (NAGI), projeto realizado pelo Laboratório de Gestão da Inovação da Poli-USP (LGI-USP) que possui o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e conta com a parceria de importantes organizações. O NAGI visa capacitar e apoiar empresas brasileiras na introdução ou no aprimoramento do sistema de gestão da inovação, estando inserido no esforço do país para aumentar a competitividade destas através de maior inovação.

O evento é aberto ao público (sujeito à lotação do espaço) e também será transmitido, ao vivo, pelo IPTV-USP (iptv.usp.br). Não haverá tradução simultânea. As inscrições devem ser feitas até o dia 5 de agosto, pelo email: alvaro.marques@vanzolini.org.br.

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Inovação e produtividade

Empresas inovam como parte de sua estratégia empresarial. Muitas vezes, ações nesse sentido dependem de um ambiente institucional propício, formado por um conjunto de leis e regulamentos, incentivos, centros de pesquisa, universidades, laboratórios e fontes de financiamento. Também são necessárias políticas que estimulem educação de qualidade, pesquisa científica e capacidade de gestão, que, combinadas, resultem na geração e na transformação do conhecimento em riqueza para a sociedade.

Conheça as propostas da indústria para estimular a inovação e a produtividade:

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Brasil e China firmam acordos em tecnologia da informação e espaço

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, e o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI), José Raimundo Coelho, firmaram no dia 17 de julho três acordos com empresas e o governo da China, em cerimônia de assinatura de 32 atos de cooperação entre os dois países, no Palácio do Planalto, durante visita do presidente chinês, Xi Jinping.

Dois acordos definem a instalação de centros globais de pesquisa e desenvolvimento (P&D) das companhias chinesas Baidu e Huawei no Brasil. “Essas parcerias vão aumentar as atividades dessas empresas por aqui e também o intercâmbio de pesquisadores”, explica o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida. “A China já é o maior parceiro comercial do país e agora procuramos ampliar as cooperações intelectuais, em áreas avançadas de ciência e tecnologia, e esses são dois exemplos concretos disso.”

Campolina e o presidente executivo da Baidu, Robin Li, assinaram um memorando de entendimento sobre a cooperação técnica e científica entre o MCTI e a empresa responsável pelo maior serviço de busca na internet do país asiático. A parceria tem objetivo de promover o desenvolvimento dos serviços e da tecnologia de internet no país e, na opinião de Virgilio Almeida, pode ajudar a diversificar a oferta de ferramentas de busca ao público nacional. “Como a Google tem o domínio completo do mercado, a vinda da Baidu é importante para atrair competição”, diz. “A partir de agora, o buscador chinês vai oferecer interface em português, desenvolver produtos e ter mais a ‘cara’ do Brasil.”

De 2014 a 2017, a Baidu planeja investir cerca de R$ 120 milhões na implantação de um centro de P&D, a ser iniciado com o sétimo laboratório avançado de internet da empresa no mundo. Atualmente, a companhia possui três unidades na China, uma no Vale do Silício, nos EUA, uma em Cingapura e outra no Japão. No Brasil, as atividades devem se concentrar em mineração de dados, aprendizado de máquina e personalização de produtos e serviços.

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10 tendências para a EAD

10 tendências para a EAD | Inovação Educacional | Scoop.it

Nesta seção, você encontra artigos, infográficos e conteúdos diversos que servirão de auxílio para o projeto de e-Learning da sua organização.

O e-Learning está passando por transformações rápidas e sem precedentes, seguindo os imensos avanços tecnológicos e digitais das últimas décadas. A antiga educação a distância hoje é on-line, acessível e cada vez mais próxima do dia a dia das pessoas por todo o mundo.

A Ciatech – uma empresa UOL Educação – encomendou o estudo que resultou no Tendências EaD 2014. São 10 tendências de Educação On-line, descritas, detalhadas e sobre as quais fazemos uma reflexão sobre seus impactos no mercado de Educação Corporativa no Brasil.

Começamos a compartilhá-las, semanalmente, aqui:

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Era do compartilhamento em massa cria ‘febre’ de notícias inventadas

Era do compartilhamento em massa cria ‘febre’ de notícias inventadas | Inovação Educacional | Scoop.it

Redes sociais são inundadas por informações falsas, que enganam até veículos de mídia tradicionais; Copa do Mundo exacerbou fenômeno.

As mentiras acima são apenas alguns exemplos das centenas de fantasias que as pessoas publicam, curtem e compartilham diariamente nas redes sociais. A notícia falsa – o chamado “hoax” (palavra em inglês que significa fraude ou boato) – não é novidade na internet, mas parece ter ganho uma visibilidade e frequência maiores nos últimos meses, um processo acentuado pela Copa do Mundo, evento que causou engajamento recorde nas redes sociais.

Não há números sobre o tema. Procurados pela reportagem, Facebook e Twitter preferem não falar. Mas as conversas do dia a dia revelam bastante: há sempre uma notícia falsa nova e gente descobrindo que a história tão impressionante que tinha lido era mentira.

“Nunca todo mundo dispôs de tantos meios de comunicações. Todo mundo pode pegar um pedaço de informação e compartilhar à vontade, no Facebook, WhatsApp, blog, Tumblr”, diz Edney “Interney” Souza, consultor de mídias sociais. “Temos uma propagação sofisticada em uma sociedade que não apura e que tende a acreditar em qualquer nota que tem a estrutura de uma notícia tradicional”, afirma.

“Essas informações falsas se espalham com rapidez, particularmente em torno de ‘breaking news’, quando há muitas novas informações circulando ao mesmo tempo e fica difícil identificar o que é verdade ou não”, diz Scott Lamb, vice-presidente do BuzzFeed, site especializado em notícias “virais”.

Para o jornalista Edgard Matsuki, o fenômeno pode ser atribuído em grande parte à “facilidade de compartilhamento do Facebook”. Ele mantém o site Boatos.org, especializado em desmentir falsas notícias. Segundo ele, seu serviço tem média de 400 mil visualizações por mês, mas, por causa da Copa do Mundo, acredita que em julho o número passará de um milhão.

Na Europa, a febre de boatos que se seguiu aos distúrbios de 2011 no Reino Unido (entre eles, o rumor de que os animais do zoológico de Londres tinham sido soltos) foi o ponto de partida do projeto Pheme, que pretende analisar a veracidade de grandes estratos de informação. Financiado pela União Europeia, o projeto é uma parceria entre duas universidades britânicas e uma alemã.


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Sobe a venda de livros, mas o mercado cresce pouco

A venda de livros no Brasil aumentou 10,4% em 2013 em comparação a 2012. Foram 480 milhões de exemplares no ano passado, ante 434,9 milhões em 2012. Apesar disso, o mercado editorial registrou fraco crescimento real: descontando a inflação (5,91%), ficou em 1,52%.

Os dados são do levantamento anual do meio editorial divulgado na terça (22) pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e pelas entidades Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e CBL (Câmara Brasileira do Livro).

O faturamento do setor no ano passado foi de R$ 5,3 bilhões —o maior já registrado desde que a Fipe começou a medir o mercado, em 2004.

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