Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Richard Sennett - O que o mercado de trabalho não pode esquecer

Richard Sennett, sociólogo e historiador norte-americano, analisa diversos elementos das relações de trabalho contemporâneas para apontar problemas e soluções de gestão. Segundo Sennett, um dos grandes problemas das empresas de hoje é a falta de cooperação. E cooperação passa longe da ideia de cooperativas de microinvestimentos para pessoas de baixa renda. Cooperação, segundo o sociólogo, é uma maior participação na estrutura de poder da empresa, o que gera funcionários mais empenhados e estáveis, com conhecimento institucional acumulado, “que sabem como fazer as coisas acontecerem em uma empresa”. Conferencista Fronteiras do Pensamento 2015.
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Pergunta Braskem: Richard Sennett e Saskia Sassen

Nascido em Chicago, o norte-americano Richard Sennett é considerado um dos maiores intelectuais em sociologia urbana na atualidade. Seu trabalho une sociologia, história, antropologia e psicologia social. Aluno da filósofa alemã Hannah Arendt e com influências do filósofo francês Michel Foucault, seus estudos analisam a vida dos trabalhadores no meio urbano e questões ligadas à arquitetura das cidades.

Nascida em Haia, nos Países Baixos, Saskia Sassen é referência na área da sociologia urbana por suas análises sobre os fenômenos da globalização, da migração urbana e do impacto das tecnologias de comunicação nas formas de governo. O termo “cidades globais", criado por Peter Hall em 1966, foi popularizado a partir das pesquisas de Sassen.

Sennett e Sassen são os conferencistas do Fronteiras do Pensamento desta próxima semana. Através da iniciativa Pergunta Braskem, levaremos a eles as perguntas dos seguidores do Fronteiras nos canais digitais.
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Debate Especial Saskia Sassen e Richard Sennett

A terceira habilidade refere-se a criar distâncias sociais e administrá-las. Diferentemente da proposta marxista de erradicar as distâncias, para que todos existissem como um, unidos, seria se colocar a partir das distâncias (como mulher, como negro, como programador de softwares etc.). A identidade se consolida em uma forma de desafiar as pessoas a dialogar. É uma habilidade de gerenciamento das distâncias sociais. Seria como dizer “eu não entendo exatamente a sua experiência, então conte-me mais”. Essa habilidade aponta pela preferência dada à empatia sobre a identificação. Uma vez que há diferença entre as identidades, a identificação (“eu sei como você se sente”) é uma postura menos madura do que a empatia (“eu não sei como você se sente, mas sei que isso é muito importante para você”). É a habilidade de administrar as diferenças para se reconhecer o que não há em comum.

“A minha ideia sobre as sociedades modernas é que nós estamos perdendo as nossas habilidades sociais, como pensar em comunidade, como lidar com colegas de trabalho ou, nas cidades, como nos relacionarmos com pessoas diferentes de nós”, concluiu Sennett, que acrescentou que as mídias sociais e o ambiente urbano têm forte impacto sobre a perda das habilidades sociais. “Existe uma crise de sociabilidade que permitiria nos expressarmos”.
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Alunos criam software que formata textos conforme normas da ABNT

Alunos criam software que formata textos conforme normas da ABNT | Inovação Educacional | Scoop.it

Três estudantes da pós-graduação em Computação da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) criaram uma software que organiza textos no formato exigido pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). O programa está disponível temporariamente de forma gratuita na internet.
Em entrevista para assessoria de imprensa da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), o estudante Yguaratã Cavalcanti explicou que o FastFormat foi pensado para facilitar a vida de estudantes e professores que produzem artigos de conferência e periódicos, trabalhos de conclusão de curso, monografias, dissertações e teses. Além de Cavalcanti, Bruno Melo e Paulo Silveira passaram os últimos quatro anos desenvolvendo o software.
O programa possui um blog com tutoriais para facilitar a interação dos usuários. Lá é possível aprender a como fazer citações, escrever o resumo, entre outros. "Tivemos o cuidado de desenvolvê-lo de maneira que o usuário não se sinta preso a nossa solução. O documento produzido pelo FastFormat pode ser exportado para vários outros softwares, como Word, Open Office e LaTeX. Isso é um compromisso que assumimos desde o início", disse Cavalcanti.

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Carlos Rodrigues Cadre's curator insight, August 28, 2:49 PM

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O que são as competências socioemocionais - Anita Abed

Anita Abed, consultora da UNESCO e autora de estudo-base sobre competência socioemocionais para o Conselho Nacional de Educação, explica como a abordagem das competências socioemocionais ajuda a formar um cidadão completo
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Laços educacionais entre Reino Unido e Brasil estão mais fortes do que nunca

O programa Chevening, que oferece bolsas de mestrado a jovens com potencial de liderança, triplicou o número de vagas para brasileiros no ano passado. Enquanto escrevo, cerca de 80 deles estão com as malas prontas. Embarcam em setembro para começar seus estudos na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. Temos muito a comemorar. Mais que isso, o Reino Unido quer ampliar as iniciativas em torno da educação aqui no Brasil.

Estamos muito animados com as novas iniciativas bilaterais em torno do ensino técnico-vocacional. Entre as prioridades na área de educação estão programas e projetos que valorizem o talento de indivíduos que, por um motivo ou outro, não desejam ou não podem ingressar em uma universidade. Sabemos, com certeza, que o Brasil conhece o potencial do ensino profissionalizante, um setor da educação extremamente importante para a economia de qualquer país.

Hoje, existem no Reino Unido 382 colleges dedicados ao treinamento de mais de 3 milhões de indivíduos todos os anos: jovens, adultos e pessoas com mais de 60 anos. Essas instituições movimentam cerca de 8 bilhões de libras por ano.
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IoT e big data 'quebram' as paredes das salas de aulas

A Aprendizagem Adaptativa (Adaptive Learning) em educação a distância (EAD) tem revolucionado a forma de aprendizagem como uma alternativa mais eficiente ao modelo tradicional de ensino. “Desde sempre, nas escolas, quem se adapta à matéria (disciplina) é o aluno, já que ela é dada de uma única maneira e no mesmo ritmo e horário para todos os alunos da mesma turma. Na aprendizagem adaptativa é a matéria que se adapta ao aluno, seguindo ritmo e os conhecimentos anteriores dele”, afirma Paulo Barreira Milet, diretor da Eschola.com, e especialista em educação a distância.

Segundo Milet, que será um dos palestrantes do Rio Info 2015 no painel dedicado à Educação Digital, o método adaptativo pode ser aplicado por meio de plataformas inteligentes com softwares diferenciados, que propõem atividades sob medida para cada aluno. “A partir de testes rápidos e periódicos, o sistema pode reconhecer automaticamente o que o aluno já sabe e o que não sabe de determinado tema, apresentar conteúdos para cobrir a deficiência, e, além disso, permite o aprendizado em qualquer lugar e a qualquer hora via internet”.
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Análise das desigualdades intraescolares no Brasil

Análise das desigualdades intraescolares no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisa coordenada por Romualdo Portela de Oliveira, da Faculdade de Educação da USP, e encomendada pela Fundação Victor Civita (FVC), analisa como as notas médias das escolas nas avaliações podem encobrir a existência de um grande grupo de alunos que, na realidade, pouco aprende
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Currículos para o anos finais do Ensino Fundamental concepções, modos de implantação e usos

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Especial Tecnologia na Educação - FabLab Porto Seguro

No colégio Visconde de Porto Seguro, unidade Panamby, em São Paulo, alunos colocam a mão na massa e aprendem dentro de um espaço maker
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Especial Tecnologia - Gamificação

Veja como a GameDesk trabalha a formação de professores e usa jogos para engajar alunos na Playmaker School
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Os desafios da Educação de Jovens e Adultos - 1º Bloco

O Roda de Conversa foi ao ar no dia 29/03 veiculado pela Rede Minas,trouxe ao centro das discussões os desafios da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A formação dos profissionais que trabalham na área, o respeito às especificidades da modalidade de ensino, as políticas específicas vigentes para a EJA e ainda e contexto social e cultural dos alunos estão entre os temas que permearam o debate com especialistas.
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Richard Sennett e Sakia Sassen respondem a Pergunta Braskem: a questão da imigração

Richard Sennett e Sakia Sassen respondem a Pergunta Braskem: a questão da imigração | Inovação Educacional | Scoop.it
O casal de sociólogos Richard Sennett e Saskia Sassen veio ao Fronteiras do Pensamento 2015 debater o tema central desta temporada, como viver juntos.

Como cooperar sem destruir as diferenças que caracterizam a sociedade? Diferenças que, segundo Sennett, são a própria base daquilo que chamamos de social. Como estimular o espírito local, convidando e recebendo novas culturas ao invés de expulsá-las? Expulsões que, segundo Sassen, foram rompendo o tecido que ligava as pessoas – e que, agora, precisa ser refeito.

No palco do Fronteiras, Sennett defendeu que cooperação passa longe de consenso – buscar uma unidade ou presumir que mais clareza ao expor as ideias faria surgir um ideal comum é um grande erro, segundo o sociólogo norte-americano. De acordo com ele, “cooperação é negociação", é uma aptidão que exige qualidades como saber escutar e deixar dúvidas em aberto, permitindo que o outro tenha espaço no diálogo. A cooperação, afirmou ele, “não é um meio para atingir um fim, mas sim um processo contínuo", processo este que tem sido prejudicado pela valorização da autonomia e pela fraqueza dos elos sociais em um mercado de alta rotatividade. De acordo com Sennett, “conciliar competição e cooperação" é o principal desafio contemporâneo.
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Richard Sennett: "Classes diferentes devem se misturar no espaço público"

Richard Sennett: "Classes diferentes devem se misturar no espaço público" | Inovação Educacional | Scoop.it
O sociólogo norte-americano Richard Sennett publicou diversos livros sobre a organização urbana e as consequências sociais e emocionais do capitalismo contemporâneo. Sua obra mais conhecida é O declínio do homem público, na qual aborda a relação entre a vida pública e o culto ao indivíduo e ao individualismo.

Em 2009, lançou o primeiro volume da trilogia Projeto Homo Faber, para resgatar as habilidades necessárias à vida cotidiana. O artífice defende a ideia de que fazer é pensar e demonstra como o trabalho com as mãos pode animar o trabalho da mente. Juntos, segundo volume da trilogia, traz uma reflexão sobre a arte da cooperação e de como ela requer a capacidade de entender e mostrar-se receptivo ao outro. O último volume, ainda a ser lançado, tratará de como criar espaços para viver nas cidades.

Sennett sobe ao palco do Salão de Atos da UFRGS, em Porto Alegre, nesta segunda-feira, 24/8; em São Paulo, a conferência acontece no Teatro Cetip – Complexo Ohtake Cultural, nesta quarta-feira, 26/8. Os ingressos para a temporada 2015 do Fronteiras estão esgotados. Confira abaixo a entrevista de Richard Sennett ao jornal Zero Hora:

O senhor está vindo para um seminário com o tema Como Viver Juntos. Vemos, atualmente, crise social e financeira, ataques terroristas etc. Estamos mais próximos ou mais distantes de um projeto de “viver juntos"?
Richard Sennett: No trabalho que faço, lido mais com aspectos econômicos, estou interessado em como a nova economia dita global tornou mais difícil para as pessoas trabalharem juntas, no cenário do que se costuma chamar de neoliberalismo. Não sei bem até onde se espalhou a mudança das políticas de trabalho no Brasil, mas, aqui em Nova York, os trabalhadores já estão tendo que lidar com a realidade de turnos de trabalho mais curtos e mais flexíveis, com menos garantias legais, e sabemos muito bem que o resultado disso é tornar cada vez mais difícil para as pessoas trabalharem juntas. O trabalho se tornou individualista, e as empresas encorajam muito pouco a cooperação mútua. É nisso que eu foco meu trabalho. O terrorismo é uma horrível ameaça, mas, na esfera cotidiana, as alterações no ambiente de trabalho são mais significativas.
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Debate Especial Saskia Sassen e Richard Sennett

Sennett mencionou que muitos pensadores da sociologia do passado como Georges Sorel e Gustave Le Bon acreditavam que era a violência que unia os seres humanos. “Mas eu não acredito nisso. Acho que algo que nós temos que superar é um tipo de ideologia que iguala a cooperação e diz que ela está em conflito com a concorrência. E a concorrência é algo em que nem todos ganham. Torna-se impossível, portanto, ter qualquer tipo de cooperação, seja política ou social. Então, passei a pensar em formas pelas quais poderíamos analisar a cooperação e a concorrência como algo que pode acontecer ao mesmo tempo."

A resposta, segundo ele, pode ser uma forma dialógica de cooperação, encarada como um processo e não como um meio de se atingir um fim. Ou seja, as pessoas cooperam umas com as outras porque isso é uma vivência e uma aptidão que se tem. Para isso, são necessárias três habilidades:

- saber ouvir: para entender o significado que está por trás das palavras utilizadas.

- usar a voz subjuntiva: uma linguagem que deixe espaço para a ambiguidade, para que possa existir um relacionamento mesmo com ideias diferentes e falta de consenso.

- estabelecer distâncias sociais: permitindo que todos colaborem e estejam juntos, mas que possam manter suas próprias opiniões e posicionamentos.

“O que eu tentei mostrar de forma breve é que há algo errado na nossa sociedade na forma como enxergamos a cooperação. Nós a enxergamos como se fosse um dom moral. 'Você é uma pessoa boa, então vai cooperar com os outros.' Mas trata-se de um elo social, e é um elo que está enfraquecendo", observou. Para Sennett, praticar a cooperação desta forma é um processo contínuo. “Não se pode escrever uma lei dizendo 'seja dialógico'. Mas acho que quando cooperamos em práticas concretas nós devemos tentar seguir estas regras. E com isso vamos conseguir esse elo social nas nossas vivências", finalizou.

Saskia Sassen é uma referência na área da sociologia urbana por suas análises sobre os fenômenos da globalização e da migração urbana. Concordando com algumas ideias expostas pelo marido e discordando de outras, ela falou mais sobre o aspecto da interdependência que atinge as cidades, especialmente as maiores cidades do mundo, como Nova York e Londres, mas também São Paulo e Rio de Janeiro. Ou seja, como o capital financeiro está adquirindo grandes espaços e eliminando o tecido urbano, não em um sentido de cooperação, mas em uma rede geográfica de extração. “Quando uma corporação, uma pessoa jurídica, compra uma propriedade, a tendência é produzir um megaprojeto. Isso elimina todo o tipo de elemento de tecido urbano – ruas pequenas, praças". De acordo com ela, esse tipo de projeto desurbaniza o espaço urbano e diminui os espaços de convivência. As cidades sempre tiveram vida longa, e muitas das antigas acabaram se renovando. “Mas quando se tem essa pegada enorme, de megaprojetos altamente densos, você está introduzindo rigidez no tecido urbano", completou.

Saskia enfatizou que, se existe um lugar onde aqueles que não detêm o poder possam fazer história, então há economia e cultura. E isso acontece nas cidades. Não acontece num grande condomínio ou num parque industrial, pois as pessoas acabam perdendo a capacidade de serem sujeitos urbanos. “Na hora do rush, quando todo mundo está correndo para pegar um trem ou um ônibus, os atores são sujeitos urbanos. Sejam ricos ou pobres, todos querem se movimentar, e ir para algum lugar." Para ela são esses momentos que definem uma cidade e que fazem com que ela tenha uma voz.
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Como integrar as competências socioemocionais ao currículo - Jennifer Adams

Jennifer Adams, secretária de educação do distrito de Ottawa-Carleton, no Canadá, fala sobre o processo de inserção do desenvolvimento de competências socioemocionais no currículo das escolas da rede de ensino.
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Em 3 anos, 150 mil negros entram no ensino superior pela Lei de Cotas

Em 3 anos, 150 mil negros entram no ensino superior pela Lei de Cotas | Inovação Educacional | Scoop.it

Cerca de 150 mil estudantes negros ingressaram em instituições federais de ensino superior nos últimos três anos pela Lei de Cotas. O número é uma projeção da Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), da Presidência da República, divulgado na quarta-feira (26).
Segundo dados do MEC (Ministério da Educação), a lei está sendo cumprida pelas 128 instituições federais de ensino. Em 2013, 33% das vagas eram destinadas a cotistas, de forma que 17,25% deles eram negros. Em 2014, 40% das vagas foram para cotistas, sendo que os negros representaram 21,51% dos alunos.
Em 2013, foram 50.937 vagas para negros e em 2014, 60.731. O número exato de beneficiados pela Lei de Cotas em 2015 só será divulgado em 2016 pelo MEC, mas a Seppir estima que 40 mil estudantes tenham sido beneficiados com a lei em 2015, totalizando 150 nos últimos três anos.
A lei reserva no mínimo 50% das vagas das instituições federais de ensino superior e técnico para estudantes de escolas públicas. Parte dessas vagas devem ser preenchidas por candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas. A medida também garante que metade das vagas para cotistas seja destinada a estudantes de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo.

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EAD: Muito além da flexibilidade

É fato que o ensino na modalidade a distância, conhecido como cursos EAD, conquistam mais e mais adeptos. De acordo com o Ministério da Educação, em estudo de 2013, o número de universitários em cursos nesse segmento, aumentou 16,2%, em relação a 2011, com um total de 1,1 milhão de matriculados. Hoje, a Anhanguera Educacional conta com 150 mil alunos EAD, em 27 cursos de graduação, e estúdios próprios para a gravação das aulas em Valinhos, Londrina e Campo Grande.
 
Todos sabem que o grande diferencial dos cursos nessa modalidade é a possibilidade do estudante escolher quando assistirá às aulas, sendo o formato mais flexível para quem tem um dia a dia corrido. Além disso, também proporciona maior autonomia no processo de estudar e socializar conhecimentos, se tornando um profissional mais independente, que sabe gerenciar seu tempo e ter iniciativas.
 
Contudo, o esforço dos acadêmicos nem sempre é colocado em evidência, destacando o mérito e sucesso desses cursos. “No começo eu achei que não daria certo, que não conseguiria. Mas, disse para mim mesma que iria tentar e se eu estudasse nas horas vagas, eu conseguiria”, diz Ana Lúcia, aluna do curso de Pedagogia EAD da Faculdade Anhanguera de Brasília – Pistão Sul.
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Educação a Distância no Brasil e sua demanda

Em meio a questionamentos em relação à qualidade do seu ensino, a Educação a Distância (Ead) vem ganhando cada vez mais espaço no cenário da educação superior brasileira. Mudanças determinadas pelo Ministério da Educação (MEC) nos últimos anos e movimentações no mercado levam especialistas a crer em uma grande expansão da modalidade no Brasil para este ano.

Para o diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), Luciano Sathler, a medida é o principal indício de um aumento da oferta da modalidade ainda no primeiro semestre de 2014. “A expansão é importante, pois temos uma demanda reprimida no Brasil, pessoas que precisam do ensino superior mas não puderam cursá-lo na idade correta e hoje precisam conciliar com o trabalho". Sathler acredita que, na medida em que o número de pessoas formadas aumentar e os novos profissionais demonstrarem competência no mercado de trabalho, mais força a modalidade ganhará - atualmente, segundo ele, há mais de 1 milhão de alunos matriculados na graduação de Ead no País.

Outro ponto destacado pelo especialista é o fato de cursos da modalidade a distância também serem avaliados por meio dos resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) desde 2004. “Os resultados do Enade são publicados pelo ministério sem diferenciar a modalidade presencial da Ead", afirma Sathler, que acredita que o fato confirma "que não existe diferença de qualidade entre as duas modalidades". Para ele, a tendência é de hibridização. "O presencial atualmente precisa incorporar metodologias e novas tecnologias já utilizadas no Ead, como por exemplo, em um curso de física ou matemática, quando se precisa trabalhar com programas de realidade aumentada”, sugere. Apesar dos estímulos do MEC neste nicho, Sathler aponta que ainda é preciso avançar em alguns pontos, como no oferecimento de programas de financiamento. O professor citou o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), que atualmente só é oferecido para cursos presenciais. “A educação a distância é cada vez mais a principal metodologia de democratização da educação superior de qualidade no País, que tem dimensões continentais e precisar oportunizar o ensino com políticas públicas. É um absurdo que o FIES não esteja disponível para alunos do Ead e um grande entrave à educação”, critica diretor da ABED. O pedagogo e escritor Hamilton Werneck se diz otimista com o futuro da modalidade. “O próprio Ministério da Educação se mostra interessado na expansão do Ead com as novas medidas, não está mais partindo apenas das próprias instituições. Existe a meta de se chegar a 2020 com 33% da população matriculada no nível superior, e o Ead desempenhará um grande papel na realização dessa meta, ajudando tanto na questão das distâncias, quanto na questão financeira dos alunos.” Werneck aponta como principal diferencial da modalidade o fato de geralmente o aluno trabalhar ao mesmo tempo em que estuda, adquirindo também a prática, além da teoria.

Com a expansão do Ead, cursos e áreas mais complexas também podem passar a ser ofertadas na modalidade, como as engenharias, por exemplo.

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Currículos para os anos finais do ensino fundamental: concepções, modos de implantação e usos

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Especial Tecnologia na Educação - Aprendizagem Maker

No FabLab do Centro de Tecnologia SENAI (CTS) Automação e Simulação, no Rio de Janeiro (RJ), alunos fazem protótipos que podem solucionar problemas da indústria
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Especial Tecnologia na Educação - Escola Estadual Orígenes Lessa

Em Diadema, na região metropolitana de São Paulo, a aula de reforço ganhou um novo significado para os alunos da Escola Estadual Orígenes Lessa
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Especial Tecnologia na Educação - Ensino Híbrido

Veja como o professor Eric Rodrigues, da Escola Municipal Emílio Carlos, no Rio de Janeiro (RJ), usa a tecnologia para personalizar a aula de História de uma turma do 9º ano
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