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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Curso trata dos dispositivos móveis na educação

Curso trata dos dispositivos móveis na educação | Inovação Educacional | Scoop.it

De vilão para aliado. Passou o tempo em que o uso de aparelhos móveis era considerado um problema dentro da sala de aula. De acordo com o estudo Mobile Learning Week, divulgado pela Unesco, os professores podem ter pelo menos 13 bons motivos para usar o celular como ferramenta educacional. Entre eles, a otimização do tempo e a aproximação entre o aprendizado formal e informal. Para capacitar o educadores que desejam aproveitar essa tecnologia a seu favor, a Fundação SM e a Fundação Vanzolini estão com inscrições abertas para o curso on-line “Escola com Celular – O uso de dispositivos móveis na educação”, focado em temas ambientais.
Com duração total de 40 horas, o curso é voltado para professores de todo o Brasil. A ideia é fomentar o protagonismo docente para trabalhar conteúdos curriculares com o uso dos dispositivos móveis, incentivando a discussão entre estudantes e professores. Para essa formação, serão contemplados diversos temas que auxiliam o educador a desenvolver um projeto sobre sustentabilidade com o apoio dos recursos tecnológicos.

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Curso de autoconhecimento ajuda jovens a tomar decisões | PORVIR

Curso de autoconhecimento ajuda jovens a tomar decisões | PORVIR | Inovação Educacional | Scoop.it

Durante a vida, os momentos de transição, como a fase após colégio e antes da faculdade, ou mesmo, após o fim da graduação, são difíceis e decisivos. Para ajudar jovens que estão enfrentando esse desafio e

buscando um caminho pessoal e profissional, um grupo de amigos teve a ideia de criar o GPX (Globlal Project Experience), um curso informal de aprendizado experimental e imersivo.
O programa foi desenhado para que jovens de 18 a 24 anos vivenciem, ao longo de um semestre, novos conteúdos, conhecimentos e oportunidades que os preparem para suas futuras escolhas

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Proggy, ensino de lógica de programação

Proggy, ensino de lógica de programação | Inovação Educacional | Scoop.it

A Proggy é uma plataforma online que conta com uma coletânea de projetos e desafios para você apurar sua lógica de programação e tirar suas dúvidas com vídeos curtos e focados em temas específicos.

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Mais da metade da população tem acesso à internet, aponta a Pnad

Mais da metade da população tem acesso à internet, aponta a Pnad | Inovação Educacional | Scoop.it

O número de brasileiros que usa internet já ultrapassa a metade da população, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2013. Pela primeira vez, a proporção de internautas chegou a 50,1%, de acordo com o material divulgado nesta quinta-feira (18)

pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), superando os 49,2% de internautas registrados em 2012.
A Pnad aponta ainda que cerca de 86,7 milhões de pessoas com mais de dez anos de idade acessaram a internet no período de referência da pesquisa, em 2013.
A professora aposentada Anita Barros, 78, é uma das que resolveu investir em tecnologia para ocupar o tempo. "Diariamente estou conectada, seja pelo computador ou pelo celular. Já arrumei até uns paqueras na internet, mas minhas filhas não gostaram. Hoje, converso só com amigos e familiares, pois conversar com desconhecidos pode causar surpresas desagradáveis", disse a moradora de Maceió, que apesar da idade, aprendeu a usar computador sozinha.
"Nunca frequentei curso de informática. Comprei o computador e quando um neto chegava eu perguntava uma coisa ou outra, mas foi mexendo sozinha que eu descobri o mundo da internet", contou.
A pesquisa do IBGE mostra ainda que as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste superaram a média nacional, com 57,7%, 54,8% e 54,3%, respectivamente. Já as regiões Norte e Nordeste atingiram puxam os números para baixo, com 38,6% e 37,8%

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Universidade e mercado de trabalho fora de sintonia

Enquanto muitos universitários formados em Direito acabam transformando-se em taxistas, o país importa médicos e técnicos especializados na indústria do Petróleo e Gás, por exemplo. A equação entre oferta de emprego e mão de obra especializada não se resolve — afirmam estudiosos — e revela o descompasso entre as carreiras escolhidas pelos universitários e os postos onde o desenvolvimento demanda pessoal.
As argumentações foram apresentadas por dirigentes do setor privado durante o 7º Encontro de Instituições de Ensino Superior do Estado do Rio de Janeiro. Promovido, no último dia 12, pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro (Semerj), na Universidade Candido Mendes (Ucam), no Centro do Rio, o evento teve como tema “Os cenários para o ensino superior e sua integração com o ensino médio”.
Neste encontro, Candido Mendes, reitor da Ucam e presidente do Semerj, observou que uma parcela expressiva de jovens brasileiros conseguiu concretizar, somente na última década, o sonho de cursar o ensino superior. No entanto, as carreiras escolhidas estão na contra-mão das carências do mercado.
“Hoje, quem tem uma formação superior tem um salário 2,3 vezes maior do que quem tem apenas o ensino médio. Porém, a noção de prestígio superior do ensino está defasada no Brasil. As classes C e D, no entanto, ainda buscam o prestígio obsoleto de determinadas profissões, como ocorre em Direito, por exemplo”, explicou o acadêmico.
Ao embasar sua proposição, o reitor da Ucam apresentou dados do último Censo do Ensino Superior, divulgado na semana passada. Segundo o Ministério da Educação (MEC), há 7,3 milhões de universitários no país, em cursos de graduação presencial e a distância, divididos em 32.049 cursos. Eles estão distribuídos por 2.391 instituições de ensino superior, públicas e privadas. O levantamento apontou a existência de mais de 1,2 mil cursos de educação a distância — que concentram 15% do total de matrículas.
“Em dez anos, passamos de 5,3 milhões para 7,3 milhões de estudantes, o que representa um dinamismo altamente gratificante. Mas esses números representam 17% do contingente na população entre 14 e 24 anos. Temos a metade do acesso universitário do Chile, um terço do acesso na Indonésia”, observou o especialista.
Dentro desse contexto, o acadêmico chamou atenção para o desequilíbrio entre os setores público, que concentra os estudantes mais abastados, e o setor privado, que ainda precisa se capacitar para atender as classes C e D.

“Elogio o presente governo que fez inumeráveis esforços para assegurar que as classe C e D ingressem na universidade. Há  políticas como o Fies, o ProUni. Mas apenas 31% dos candidatos a esse ensino conseguem chegar ao ensino público. O ensino público é cada vez mais disputado pelas elites brasileiras. Temos 62% do acesso ao ensino público assegurado para quem tem o limite da mais alta renda e não para o jovem carente e necessitado”, completou o reitor da Ucam.
Candido Mendes chamou a atenção para necessidade de integração entre as instituições de ensino superior e de educação básica. E, no evento, informou que as reuniões entre representantes dos sindicatos de educação básica do estado do Rio de Janeiro (Sinepe) e o Semerj acontecerão regularmente. “Um erro que ainda existe é a falta de  orientação vocacional para as oportunidades de emprego nos currículos regulares”, acrescentou o intelectual.

Instituições de outros  estados “invadem” o interior - Presidente do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação (Ipae), João Roberto Moreira Alves prosseguiu na apresentação de dados sobre o ensino superior. O educador chamou atenção para o fato boa parte do mercado no interior do estado estar sendo ocupada por instituições de ensino superior com mantenedoras situadas em outros estados.
“Cidades de médio porte estão sendo ‘invadidas’ por instituições de fora do Rio de Janeiro. Temos hoje 21 universidades de outros estados que não participam da realidade do Rio de Janeiro, mas que estão presentes e trazem competição. Estamos perdendo alunos que originariamente seriam de instituições do Rio para instituições que se implantam no estado, às vezes com condições precárias, mas com preços baixos”, explicou o especialista.
Outro dado salientado pelo presidente do Ipae foi a presença de educação a distância no Rio de Janeiro bem superior a média nacional, especialmente em cursos de pós-graduação. Segundo João Roberto Moreira Alves, o Brasil já registra 27 mil cursos de pós-graduação em funcionamento, sendo que 2.800 são de EAD e 24 mil na modalidade presencial, o que representa aproximadamente 10,67% na oferta em EAD. Porém, acrescentou o educador, no Rio de Janeiro, há 3.300 cursos de pós-graduação, sendo 926 em EAD, o que equivale a um quantitativo de 28% dos cursos de pós-graduação.
“Esses dados distorcem o cenário de Brasil. No Rio, 28% dos cursos de pós são oferecidos em EAD, enquanto que a média nacional é de 10,67%. Quem tem curso de pós-graduação presencial deve ingressar na EAD ou vai perder mercado”, alertou o presidente do Ipae.
Ao estudar os números do Censo do Ensino Superior, João Roberto Moreira Alves informou que há 121 instituições de ensino superior no estado, sendo que 29 oferecem cursos a distância e 21 são de outros estados. Além disso, também há registro de forte presença de universidades corporativas, que são mais de 30 no Rio, e as chamadas “Escolas de Governo”.

“Existem mais de 30 universidades corporativas no estado do Rio de Janeiro, como a Universidade da Petrobras, a Universidade dos Correios. Elas registram um crescimento significativo do número de alunos. E também existem as ‘Escolas de Governo’, que são as Escolas de Magistratura, Escolas de Advocacia, que oferecem cursos de pós-graduação”, pontuou o presidente do Ipae.
Ensino concentrado na Baía de Guanabara - Quem também participou das discussões foi José Raymundo Romêo, que hoje responde pela pró-reitoria de Articulação Regional da Ucam. Ex-reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e também da Universidade Gama Filho (UGF), o professor fez uma análise crítica sobre a oferta de ensino superior no Estado do Rio de Janeiro. Em sua apresentação, indicou que há municípios no estado, muitos deles com mais de 50 mil habitantes, onde não há nenhuma instituição de ensino superior, nem sequer um polo de ensino a distância.
“No estado do Rio de Janeiro, somos 16 milhões de habitantes e temos 400 mil universitários. Menos de 3% da população do estado cursa a educação superior. E nem todos se formam. A educação superior está praticamente concentrada na Baía de Guanabara. Temos a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), em Campos; algumas poucas universidades públicas no interior e a presença do setor privado”,  informou o especialista.
Segundo o ex-reitor da UFF, é preciso que haja vários modelos de instituições de ensino superior convivendo para que o país alcance o patamar de 30 milhões de universitários. “A educação superior não é apenas curso e formatura, é importante para formação da cidadania e discussão dos problemas da nação. Os jovens do interior vêm estudar no Grande Rio. Fazem seus cursos e acabam não retornando aos seus municípios de origem”, complementou o docente.
Em sua intervenção, o ex-reitor da Gama Filho cobrou, ainda, uma legislação específica para instituições privadas de ensino. Para o educador, a carga tributária para o setor precisa ser diferenciada. “A atividade particular é bem-vinda na educação superior brasileira. É preciso entender que uma empresa de educação não pode seguir a mesma legislação de uma empresa que fabrica parafusos ou móveis ou que explora petróleo. A educação privada precisa de uma legislação que a contemple inclusive com taxações diferenciadas que lhe permitam exercer o seu papel. Na década de 1990, a expansão do ensino superior se deu pelo setor privado, mas sem as condições necessárias para que ocorresse com qualidade”, finalizou.
Novos currículos para o ensino médio - A integração de ações entre as instituições privadas de educação básica e de ensino superior foi apontada por Cláudia Regina de Souza Costa, diretora do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado do Rio de Janeiro (Sinepe/RJ), com um dos procedimentos necessários para superar a crise enfrentada pelo ensino médio.
Além da queda nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) desse segmento, o ensino médio, defendeu Cláudia Regina de Souza Costa, vive uma crise de identidade. Para a educadora, esse segmento foi transformado em passaporte para o ensino superior ou para a educação profissional. E com a possibilidade de obtenção de certificação por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), esse nível de ensino, a cada dia, desfruta de menos apreço dos estudantes.
“Nós do Sinepe/RJ defendemos a proposta de mudança no ensino médio, apresentada pelo professor Roberto Boclin, presidente do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Ele defende que o ensino técnico seja equivalente ao ensino médio e que, no ensino médio, no último ano, os estudantes sejam distribuídos em turmas das áreas de Humanas, Tecnológicas e Biomédicas”, explicou a diretora do Sinepe/RJ.
Na avaliação da professora, o ensino superior começa a sentir os impactos das deficiências do ensino médio, pois recebe alunos despreparados. Para tanto, ela sugere a articulação do setor privado para definir novos conteúdos curriculares do ensino, que contemplem as competências exigidas no ensino superior. “Está na hora de conversarmos. Precisamos saber com quais competências cognitivas esse aluno deve chegar ao ensino superior. Daí em diante, devemos construir esse novo currículo, propondo algo mais racional, mais objetivo e mais interessante para o aluno brasileiro”, concluiu a dirigente sindical.

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USP e Unicamp fazem parceria com plataforma de ensino a distância - Coursera

A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) anunciaram hoje (17) a participação na Coursera - plataforma de ensino online, gratuito, lançada no Brasil com apoio da Fundação Lemann. O sistema, criado em 2012 na Universidade de Stanford (Inglaterra), disponibiliza gratuitamente mais de 700 cursos de instituições de ensino renomadas de todo o mundo. As videoaulas são acessadas por 9 milhões de usuários de diversos países. Segundo a fundadora e presidente do Coursera, Daphne Koller, o sistema se molda aos interesses dos estudantes e permite adaptações às realidades individuais. “É um sistema de aprendizado no qual o conteúdo é assimilado pelos alunos online, do jeito que eles preferem, na sua casa, ao seu tempo, praticando até que dominem as habilidades”, destacou. Além das aulas, a plataforma tem canais de interação entre alunos, que podem discutir os temas entre si, e com os professores. Também estão abertos testes que podem, inclusive, garantir certificados para os cursos. “Com uma plataforma como o Coursera, o professor passa a ser o criador de um ambiente no qual o aluno é o sujeito do seu processo de aprendizagem”, elogiou o pró-reitor de extensão da Unicamp, João Frederico Meyer.

Os resultados dos questionários e testes servem ainda como instrumento para aprimorar o sistema. “Olhando para os padrões de respostas corretas e incorretas dos alunos, sabemos exatamente que vídeos não estão funcionando, quais questões estão mal formuladas, e isso nos permite interagir com o professor para que ele melhore seu modelo de ensino”, ressaltou Daphne.

Para o pró-reitor de pesquisa da USP, José Eduardo Krieger, existem diversas possibilidades de uso da Coursera, como complemento para os cursos regulares ou para adquirir conhecimento em áreas fora da formação principal. Segundo ele, “pode-se utilizar essa ferramente para disseminação de conhecimento científico. Não propriamente um curso naquele formato que a gente tem, mas para ampliar conhecimento, ampliar a cultura”.

Kriger disse ainda que a USP pode usar a plataforma para estreitar laços acadêmicos com países vizinhos, uma das prioridades da instituição. “A oportunidade de você atingir centenas, milhares de pessoas ao mesmo tempo é única, e a USP não quer perder essa oportunidade. Isso é fundamental para o crescimento da universidade”, enfatizou.

Atualmente, existem 12 cursos na Cousera traduzidos para o português, apesar de o Brasil ser o quinto país em número de usuários, com 300 mil estudantes. Esse conteúdo está sendo ampliado pelo trabalho de 3 mil tradutores voluntários, e tem suporte da  Fundação Lemann.

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MOOCs 2.0: Scaling One-on-One Learning | WIRED

MOOCs 2.0: Scaling One-on-One Learning | WIRED | Inovação Educacional | Scoop.it
Part of the problem lies in the fact that education is a highly multi-dimensional process. People differ in why they learn in the first place. People differ in how they learn. People differ in what they learn. Yet MOOCs, coming from a specific higher education background, using basic web technology only, were somehow forced into the role of the great disruptor of all education. Thankfully, most of the discussions are much more nuanced these days, with a focus on finding ways to use online technology to provide everyone with the best environment for them to learn the things they need to learn.
But as a MOOC consumer and MOOC creator myself, I am nonetheless stuck by the somewhat limited technology on which most MOOCs are based. Here’s why. Any educational process has at least three essential phases: 1) exposure to content, 2) learning the content, 3) verifying that the content has been learned. MOOCs have made such a splash because they have provided an easy way to scale the first phase with technology, leveraging the fact that broadband internet is increasingly available anywhere on the globe. However, learning, as most educators would attest, is most often a social process. The most common social learning tool for peer interaction in a regular MOOC is a text-based forum, a tool developed in the dark, modem-based ages of the internet in the mid 1990ies.
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Kroton reorganiza as marcas das faculdades

Companhia manterá as bandeiras Pitágoras, Unic, Unopar, Unime, Fama e Anhanguera, além de Kroton

Maior grupo de ensino superior no mundo em valor de mercado e número de alunos, a Kroton inicia um trabalho de integração e modernização das marcas de suas instituições de ensino. Das 20 aquisições realizadas nos últimos sete anos, apenas cinco delas terão suas bandeiras mantidas. São elas: Pitágoras, Unopar, Unic, Unime e Fama. Estas cinco, que a partir de amanhã terão novos logomarcas, irão absorver as outras 15 instituições compradas.

A Anhanguera, antes de fundir-se à Kroton, comprava faculdades e as batizava com a marca Anhanguera, que também vai permanecer no portfólio da Kroton.

A Kroton trabalha com uma estratégia em que privilegia a manutenção das bandeiras de instituições com boa reputação, deixando o nome Kroton exclusivamente como marca corporativa.

Na maioria dos casos, o processo de integração das instituições é feito por praça. Por exemplo: a Faculdade União foi incorporada à Unopar, uma vez que ambas são do Paraná. Mas há também instituições de abrangência nacional como Anhanguera e Pitágoras. Outra marca que desaparece é a Iuni, holding da Unic e Unime, fundada pela família Galindo e adquirida pela Kroton em 2010.

"A Kroton continuará sendo a marca corporativa. O objetivo é reforçar a credibilidade e reputação das instituições de ensino da companhia e, consequentemente, impactar na marca Kroton", disse Hélio Mariz de Carvalho, sócio da FutureBrand, empresa responsável pelo trabalho de reposicionamento das bandeiras das instituições de ensino. Segundo Guilherme Franco, vice-presidente de marketing e vendas da Kroton, o nome da companhia será usado em ações globais. "Um exemplo é o Conecta, um portal que intermedeia alunos e empresas. A ideia é mostrar ao estudante que ele está matriculado em uma instituição que faz parte de um grande grupo, com possibilidade de oferecer ferramentas como essa", disse o executivo.

As 20 instituições compradas pela Kroton foram rapidamente integradas à metodologia de trabalho e cultura organizacional, mas as marcas ainda não tinham uma identidade única. "O trabalho de criação das novas identidades envolveu um ano de pesquisa, que levou em consideração cultura local, público-alvo e principalmente a importância do professor no aprendizado", explicou Franco.

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Como os ‘millennials’ consomem notícias

A indústria de mídia viu surgir, nos últimos anos, diversos sites de notícias com formato e linguagem modernos com o objetivo de atrair a chamada Geração Y, ou Geração do Milênio, composta pelos jovens nascidos entre 1980 e 2000. Entre os exemplos mais bem sucedidos estão o Vice e o BuzzFeed, que recentemente receberam investimentos milionários com base na crença de seu potencial para conquistar um dos segmentos mais desejado pelo mercado publicitário.

A lógica é que os “millennials”, como também são chamados estes jovens, não se interessam pelos sites de notícias tradicionais e querem consumir notícias feitas por veículos que entendam os seus gostos. Uma análise da audiência demográfica de alguns desses novos sites mostra, no entanto, que essa lógica não é necessariamente correta.

O site Digiday, voltado a temas de mídia digital e marketing, analisou a audiência no mês de julho de seis sites de notícias: BuzzFeed, Vice, Upworthy, Mic, Vocativ e Ozy. Três desses sites, o BuzzFeed, Vice e o Mic, tiveram mais de 50% da sua audiência entre a faixa de 18-34 anos. Os outros sites ficaram abaixo, com alguns, como o Upworthy, com 43.2% da audiência entre a faixa 18-34 e o Ozy com apenas 20.8%.

Segundo dados da empresa de pesquisa ComScore, usados como base para a análise do Digiday, uma grande parcela da audiência desses sites é formada, na verdade, pela chamada Geração X, de pessoas que nasceram entre 1960 e 1980.

A crença que existe sobre os millennials é que se trata de uma geração que quer notícias feitas em um formato específico voltado para ela e não tem interesse em consumir conteúdo vindo dos meios de comunicação tradicionais. Porém, dados recentes mostram que essa ideia pode estar distorcida. De acordo com uma pesquisa do Pew Research Center, 23% das pessoas na faixa entre 18-24 anos responderam que tinham lido um jornal impresso no dia anterior, um número não muito distante da população em geral (29%).

Millennials querem conteúdo sério

Os millennials são considerados “early adopters”, pessoas que descobrem novas ideias e utilizam novos produtos rapidamente, principalmente quando se tratam de produtos digitais, mas o que estas pesquisas mostram é que, quando se trata de notícias, eles as consomem da mesma forma que as outras gerações.

David Burstein, autor do livro Fast Future: How the Millennial Generation is Shaping Our World (Futuro Rápido: como a Geração do Milênio está moldando o nosso mundo), diz que o erro que alguns sites de notícias cometem é achar que, para atrair a atenção dosmillennials, é necessário ter notícias escritas por millennials.

“Essa geração quer conteúdo sério. Eles não querem que tudo seja transformado em uma brincadeira, em ‘meme’. É por isso que o New York Times tem uma grande parcela da sua audiência entre os jovens. As mesmas pessoas que assistem a vídeos de gatos [na internet] estão assistindo ao 60 Minutes”, diz ele.

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Estudantes contam como simulado do Enem ajudou a entrar na faculdade

Estudantes contam como simulado do Enem ajudou a entrar na faculdade | Inovação Educacional | Scoop.it

Plataforma Geekie Games oferece plano de estudos personalizado. Provas do Enem serão nos dias 8 e 9 de novembro.

A plataforma, de uso gratuito, oferece um plano de estudos personalizados para cada usuário e três simulados do Enem para ajudar na preparação dos estudantes (FAÇA O SIMULADO DO ENEM). Outros dois simulados estarão disponíveis entre os dias 1º de setembro e 30 de setembro, e 1º de outubro e 9 de novembro.

Para participar, é preciso fazer um cadastro grátis no próprio site. A primeira atividade sugerida é um teste diagnóstico. O candidato então recebe um plano de estudos personalizado baseado nos seus resultados, apontando os pontos fortes e fracos. Cada passo que o estudante dá na plataforma é registrado e, à medida que ele vai avançando, o programa se ajusta às suas necessidades.

Do interior do Ceará, da cidade de Icó, Manoel Bonfim Cruz de Lima, de 18 anos, cursa biomedicina na Universidade Maurício de Nassau, em Fortaleza, com 100% de bolsa de estudo do Programa Universidade para Todos (Prouni). Ele também foi aprovado em biomedicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas optou por estudar em Fortaleza por estar mais próximo de casa.

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Educação a Distância em alta

Educação a Distância em alta | Inovação Educacional | Scoop.it

E quando falamos em democratização da educação é ponto pacífico que a educação a distância vem contribuindo, e muito, com esta tarefa. A educação a distância (EaD), principalmente após o advento da internet, se mostrou capaz de chegar aos lugares mais remotos do país, nos quais o acesso ao ensino tradicional é limitado. “Se a expansão de escolas presenciais não acompanha a demanda, seja por razões políticas ou econômicas, a educação a distância pode ajudar a suprir essa deficiência. Com a ampliação do alcance da internet , milhares de pessoas podem agora concluir a educação básica, cursos técnicos e até mesmo o ensino superior sem se deslocar e, sobretudo, com excelente conteúdo e baixo custo”, afirma Eduardo Alves, diretor do Instituto Monitor, escola referência em educação a distância no Brasil . “E, o mais importante, é que muitos dos programas oferecidos a distância na atualidade já são regulados pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, estabelecida pelo Ministério da Educação (MEC), o que garante que o aluno terá o mesmo reconhecimento e oportunidades que aquele que cursa um programa presencial”, ressalta.


Ainda, segundo Alves, a educação a distância não tem o intuito de substituir o ensino presencial. “A EaD é mais uma alternativa e também tem uma função social. Ela é uma aliada no processo de socialização do ensino, pois é extremamente inclusiva. Num país com dimensões continentais como o nosso, ela é uma opção eficaz de acesso ao conhecimento, pois a tecnologia encurtou as distâncias”, afirma Alves.

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Educação ainda sonha com onda que nunca chega

Alunos mais novos melhoram, mas ganho se perde nas séries à frente

Desde a década passada, é comum ouvir ministros e secretários de Educação, dos principais partidos, afirmarem que uma tal onda melhorará a qualidade de ensino.

A tese se sustenta no avanço sistemático dos indicadores nos primeiros anos do ensino fundamental, que vai do 1º ao 5º ano.

A onda levaria esses estudantes mais bem preparados para as séries seguintes, que melhorariam ao menos em intensidade semelhante.

O infográfico publicado na pág. C2, com a evolução do Ideb na rede pública, indica que a tese ainda é apenas uma tese.

A linha que representa os anos iniciais do ensino fundamental continua mais inclinada do que a dos anos finais (ou seja, tem avanço mais visível). E a linha do ensino médio nem melhora mais, desde 2009.

Visto de outra forma, a geração que chegou ao ensino médio em 2013 é mais ou menos a mesma que começou a vida escolar em 2005.

Geração essa que teve bom desempenho em 2009 ao concluir o fundamental, batendo a meta esperada para dois anos depois. Mas agora, em 2013, não atinge o objetivo.

Há dificuldade estrutural à medida que o aluno avança nas séries. Ele começa a vida escolar com apenas uma professora, que o acompanha por todo o ano e ensina tudo o que precisa ser ensinado (quando tudo corre bem).

Não por acaso, era comum o estudante chamar essa professora de "tia", dada a proximidade que se cria entre o educador e o educando.

Mas, a partir do 6º ano, começa a entrar o professor de português, outro de matemática, o de história, o de geografia e assim vai.

A estrutura é bem diferente da classe com a "tia" e as dificuldades no sistema escolar se evidenciam.

Há educadores que defendem mudanças pequenas e grandes para reverter essa perda entre as séries.

A pequena é que sejam adotadas medidas como a presença de tutor para acompanhar o aluno que entra na etapa final do fundamental e que atenue a mudança.

Uma reformulação mais profunda seria a mudança no currículo, especialmente no ensino médio, para que haja menos disciplinas e mais tempo para aprofundamento em alguns conhecimentos.

A tese é quase unânime entre os dirigentes educacionais. O problema é encontrar resultado que contente a todos, de norte a sul.

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Inovação - Apple Watch: o que ele significa para a indústria relojoeira suíça?

Inovação - Apple Watch: o que ele significa para a indústria relojoeira suíça? | Inovação Educacional | Scoop.it

A espera finalmente acabou. O anúncio de seu tão aguardado smartwatch aconteceu na última terça-feira, dia 9 de Setembro, em uma conferência na cidade de Cupertino, na Califórnia. Chamado apenas de Apple Watch, ele apenas não atendeu às expectativas de ser chamado de iWatch ou mesmo iTime. Você leu a cobertura de seu lançamento, aqui, no WatchTime Brasil. Mas a pergunta que fica no ar é: o que este lançamento significa para a indústria suíça de relógios de luxo?

Espera-se que o Apple Watch – a primeira e completamente nova linha de produtos desde o iPad e desde a morte de Steve Jobs, fundador da companhia – seja o líder entre todos os relógios inteligentes apresentados. Ele roda aplicativos, como alguns de corrida, e ainda conta com algumas características típicas de modelos analógicos, como uma “coroa digital” na lateral, que pode controlar algumas funções da peça.

A maior questão para aficionados, designers, relojoeiros e vendedores: Será que a ascensão do smartwatch vai liderar uma segunda Crise do Quartzo? O relógio mecânico suíço se defrontou com um concorrente de alta tecnologia nos anos 1970 e 1980, quando os novos movimentos de quartzo japoneses ameaçavam transformar a relojoaria tradicional em obsoleta. A indústria conseguiu se recuperar quando os relógios mecânicos de luxo (suíços, alemães e mesmo japoneses) começaram a ser redescobertos como um item de luxo e status na década de 1990. Mas qualquer veterano do setor que experimentou a era irá dizer que houve muita dor naquele tempo. Será que o público comprador do relógio se afastará, mais uma vez, do tradicional para abraçar o mais novo sabor da alta tecnologia deste mês?

É sempre arriscado tentar prever o futuro, especialmente em um negócio tão imprevisível como o de relógios. Em uma entrevista recente para o nosso irmão norte-americano WatchTime.com, o CEO do grupo Swatch, Nick Hayek, relatou que há uma série de problemas nos smartwatches que estão no mercado, de acordo com um levantamento feito pela Swatch, como atualizações constantes de software e a necessidade da substituição do relógio com frequência. É importante reforçar os pensamentos descritos por Alexander Linz, em seu blog Watch-Insider.com: “Estamos falando de dois segmentos totalmente diferentes, assim como compradores diferentes. Pode acontecer de alguém que usa um relógio mecânico também vestir um smartwatch, mas a peça mecânica nunca será substituída. Pelo contrário: tanto Apple, quanto outras fábricas de relógios inteligentes estimularão o consumo de pessoas que jamais usaram um relógio. Eu consigo imaginar que estas pessoas possam, depois, comprar outros relógios, eventualmente relógios mecânicos.”

Em suma, relógios com acabamentos de alto padrão têm cimentado sua posição como itens de luxo cobiçados por uma audiência mundial, que ainda é crescente. Ninguém “precisa” de um relógio caro, mas ninguém “precisa” de um Lamborghini Gallardo, ou um quadro original de Jackson Pollock, ou mesmo um vinho Chateau Lafite Rothschild 1945. Um iPhone é um item caro, mas ninguém pode argumentar de forma convincente que ele é considerado um item de luxo neste momento. Se os smartwatches forem substituir completamente os relógios mecânicos tradicionais, isso representaria algo muito maior: um abandono de larga escala do luxo artesanal em favor do mercado de massa. Isto, de alguma maneira, é bastante difícil de imaginar.

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Coursera fala português e terá USP e Unicamp

Coursera fala português e terá USP e Unicamp | Inovação Educacional | Scoop.it

O Coursera, plataforma de ensino on-line que oferece MOOCs  (Cursos On-line Abertos Massivos, na sigla em inglês) de 110 universidades do mundo, começa neste mês a falar português e anunciou nesta quarta-feira (17) uma parceria com a USP (Universidade de São Paulo) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) para marcar presença no Brasil. Os primeiros cursos com a grife das instituições estarão disponíveis no começo de 2015, uma novidade que vai ao encontro do que o Porvir publicou no início do mês de agosto.
O Brasil superou recentemente a marca de 300 mil usuários no site, o que o coloca como quinta maior base de usuários, atrás apenas de Estados Unidos, Índia, China e Reino Unido. “Queremos derrubar barreiras para o ensino de qualidade, porque os empregos que vão existir amanhã no Brasil e ao redor do mundo não são aqueles de hoje, e aquilo que as pessoas aprenderam na faculdade há 15 anos atrás já não é suficiente”, disse Daphne Koller, cofundadora e presidente do Coursera, em evento realizado em São Paulo. Koller afirmou que a empresa pretende se situar estrategicamente no novo cenário em que a personalização do ensino ganha força (Veja aqui o especial do Porvir sobre o tema) e o ambiente virtual aparece integrado com as aulas presenciais. “O conhecimento básico será adquirido on-line, no ritmo e na hora em que o aluno desejar, até que domine habilidades básicas para que chegue na aula e o professor o ajude a solucionar problemas, debater e argumentar”, explicou.

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Jogo on-line ajuda aprender inglês com músicas

Jogo on-line ajuda aprender inglês com músicas | Inovação Educacional | Scoop.it

O que é melhor: aprender inglês com um jogo on-line ou com a música da sua banda favorita? A startup brasileira Backpacker, que oferece soluções para o aprendizado de idiomas em ambiente virtual, uniu os dois métodos no Feel The Music (Sinta a Música, em livre tradução), um game que permite treinar habilidades de compreensão textual e auditiva de língua inglesa, ao mesmo tempo em que o jogador se diverte com os hits do momento.
No game, o usuário pode jogar sozinho ou na opção multiplayer, desafiando outros participantes. O objetivo de cada partida é preencher os trechos que aparecem em branco durante a música. Conforme as palavras são preenchidas corretamente, o jogador recebe pontos que podem ser utilizados para comprar novos hits. Ao finalizar uma música, ele recebe um relatório sobre o seu desempenho, apontando a quantidade de expressões distintas que foram acertadas.

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Conheça os vencedores do Prêmio Educador Nota 10 edição 2014

Conheça os vencedores do Prêmio Educador Nota 10 edição 2014 | Inovação Educacional | Scoop.it

A 17ª edição do Prêmio Educador Nota 10, realizado pela Fundação Victor Civita, em parceria com a Globo e a Abril, divulgou a lista dos dez educadores vencedores de 2014. Criado para incentivar as boas práticas de educação no Ensino Infantil e Fundamental, o concurso tem como objetivo promover as iniciativas pedagógicas de professores, diretores, coordenadores pedagógicos e orientadores educacionais. De um total de 3.500 inscritos, foram selecionados 50 dos quais saíram 20 finalistas, e em seguida, os 10 vencedores.
O Prêmio Educador Nota 10 já reconheceu o trabalho de mais de 180 educadores no Brasil e é o mais importante da categoria na América Latina. Visa contribuir para a qualidade do ensino nas escolas, evidenciando a importância da educação das crianças e jovens. A edição deste ano teve como tema “Conhecimento é o maior valor”.

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Brasil ainda tem 13 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais

Brasil ainda tem 13 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais | Inovação Educacional | Scoop.it

Em 2013, o Brasil registrou 13 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais -- contingente de pessoas que supera a população da cidade de São Paulo (11,8 milhões) e representa 8,3% do total de habitantes do país.
A taxa de analfabetismo caiu por um período de 15 anos, mas estagnou no levantamento divulgado no ano passado. O índice de 2013 (8,3%) é 0,4 ponto percentual menor que o registrado em 2012.
Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada, nesta quinta-feira (18), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).
Aos 15 anos, um indivíduo deveria estar entre o final do ensino fundamental e o início do ensino médio, antigo colegial. É considerado analfabeto quem não é capaz de ler nem de escrever um bilhete simples.

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Confira os novos cursos de Ensino a Distância (EaD) da FIA

Confira os novos cursos de Ensino a Distância (EaD) da FIA | Inovação Educacional | Scoop.it
Um dos aspectos mais importantes nos dois cursos é sua metodologia com foco na aplicação de ferramentas e técnicas úteis para a realização das atividades em nosso trabalho
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As 22 melhores universidades brasileiras, segundo o QS

As 22 melhores universidades brasileiras, segundo o QS | Inovação Educacional | Scoop.it
8. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
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Ser bilíngue faz bem ao cérebro e previne demências, diz pesquisadora

Ser bilíngue faz bem ao cérebro e previne demências, diz pesquisadora | Inovação Educacional | Scoop.it

A psicóloga Ellen Bialystok, professora da Universidade de York, no Canadá, descobriu, em uma série de pesquisas, que as pessoas bilíngues têm vantagens cognitivas em comparação aos monolíngues. De acordo com a pesquisadora, quem fala duas línguas em seu cotidiano tem mais facilidade de focar sua atenção naquilo que é relevante, ignorando as distrações.
Além disso, o bilinguismo pode retardar o aparecimento de demências, segundo estudos conduzidos por ela. A cientista esteve no Brasil na semana passada para participar do evento “Bilingual Institute for Advancements”, organizado pela Escola Cidade Jardim/Play Pen, de São Paulo, quando conversou com o G1. Leia os principais trechos da entrevista:

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Kroton reorganiza universidades do grupo

Kroton reorganiza universidades do grupo | Inovação Educacional | Scoop.it

Grupo de ensino superior privilegia marcas com boas reputações e integrará as faculdades.

O maior grupo de ensino superior do mundo, em valor de mercado e número de alunos, está iniciando um processo de integração de todas as instituições educacionais adquiridas ao longo dos últimos anos. As informações são do Valor Econômico.

Em sete anos, o grupo adquiriu 20 faculdades diferentes. Destas, apenas cinco manterão seus nomes: Pitágoras, Unopar, Unic, Unime e Fama.

As outras instituições serão absorvidas por estes grupos a partir de proximidades geográficas.

A empresa responsável por reposicionar as instituições educacionais é a Future Brand. Segundo o sócio da empresa, Hélio Mariz de Carvalho, a Kroton continuará sendo a marca corporativa. “O objetivo é reforçar a credibilidade e reputação das instituições de ensino da companhia e, consequentemente, impactar na marca Kroton", disse ele ao Valor.

Em 2013, foi anunciado o acordo de associação entre o grupo e a Anhaguera, para formar a maior empresa de educação do mundo. A partir de julho de 2014, as ações da Anhanguera passaram a ser operadas pela Kroton.

No começo deste mês, a Editora Saraiva fechou um acordo com o grupo para desenvolver uma ferramenta de ensino para estudantes de Direito. 
Os números do grupo veem um crescimento espantoso. São 1,2 milhão de alunos e o crescimento esperado de matrículas é de 10% a 12% ao ano.

A Kroton anunciou um lucro líquido ajustado de 286 milhões de reais para o período de abril a junho de 2014, alta de 153% na base de comparação anual.

Além disso, nos últimos 12 meses, os papéis da Kroton registram uma valorização de 111%


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Simulado do Enem ajuda ex-aluna da Gama Filho a entrar em federal do RJ

Simulado do Enem ajuda ex-aluna da Gama Filho a entrar em federal do RJ | Inovação Educacional | Scoop.it

Plataforma Geekie Games oferece simulado e plano de estudo ao aluno. Jaqueline Suarez conseguiu vaga em jornalismo na UFRRJ pelo Enem.

“Voltei a estudar para o Enem, mas com dois anos de jornalismo não me lembrava mais nada de química ou matemática. Fiz buscas na internet, mas só encontrava apostilas muito extensas, até que achei o Geekie Games”, diz. “Fiz o primeiro simulado, que me gerou todos os dados e o relatório que precisava. Pensei: aqui vai ser meu caminho, não tinha muito tempo e precisava melhorar muita coisa. O Geekie me deu exatamente o que estudar", afirma.

Jaqueline sempre estudou na rede pública e assim que concluiu o ensino médio, em 2011, prestou o Enem. Foi com o resultado deste exame que garantiu a bolsa integral na Gama Filho. Mesmo com a possibilidade de a faculdade falir, Jaqueline não largou o curso. Tentou a transferência externa para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas ficou 0.7 ponto abaixo da média na prova e não conseguiu. Preferiu apostar no Enem, do que ficar na incerteza sobre seu futuro, por isso conciliava as aulas na Gama Filho com os estudos na plataforma do Geekie Games.

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'É como ter um professor só seu', diz jovem sobre simulado do Enem

'É como ter um professor só seu', diz jovem sobre simulado do Enem | Inovação Educacional | Scoop.it

Arion, de 22 anos, terminou o ensino médio em 2009 na rede pública de SP. Ele estuda seis horas por dia na plataforma Geekie Games para o Enem.

O paulista Arion Melkan terminou o ensino médio em 2009 com a ideia de conseguir uma vaga no curso de direito da Universidade de São Paulo (USP). Depois de três tentativas frustradas na Fuvest em 2010, 2011 e 2012, ele ingressou em um curso técnico de informática há cerca de um ano e descobriu outra vocação: a de programador. Agora, o jovem de 22 anos está decidido a fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para tentar uma vaga em ciência da computação, e aproveita os recursos da plataforma de estudos Geekie Games, com simulado online, para se preparar para as provas dos dis 8 e 9 de novembro.

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Entidade internacional destaca avanços na educação do Brasil

O Brasil é destaque em escolarização e mercado de trabalho, investimento por aluno, participação na educação e ambiente escolar, de acordo com a publicação Education at a Glance 2014, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os dados mostram que, entre 2005 e 2012, as matrículas de crianças de quatro anos de idade no país aumentaram aproximadamente de 24 pontos percentuais, atingindo 61% de cobertura, ultrapassando a Finlândia (59%) e aproximando-se da Polônia (65%).

Em média, nos países da OCDE, uma criança de cinco anos tem a expectativa de permanecer no sistema educacional mais de 17 anos, antes de atingir os 40 anos de idade. No caso brasileiro, uma criança dessa idade terá estudado 16,3 anos em média ao atingir os 39 anos, patamar semelhante ao do Chile (16,5) e ao do Japão (16,3).

“Os números do Brasil na pesquisa do OCDE mostram que o país tem feito um esforço significativo no sentido de ampliar investimento”, ressalta o ministro de Educação, Henrique Paim. O gasto público brasileiro total em educação, em 2012, representava 6,4% do Produto Interno Bruno (PIB). O percentual está acima da média do OCDE (5,6%).

O documento aponta ainda que, no Brasil, cerca de 86% da população que possui ensino superior está empregada. No ensino médio, a proporção de pessoas inseridas no mercado de trabalho é de 77%.

As informações do Brasil são repassadas à OCDE pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que também participa da construção do estudo, desde a sugestão de quais indicadores devem compor a publicação. Os dados educacionais usados no estudo são referentes ao ano de 2012 e os dados financeiros, a 2011.

O Education at a Glance é um estudo anual e apresenta dados sobre a estrutura, o financiamento e o desempenho de sistemas educacionais de 34 países membros da organização, além de nações parceiras e integrantes do G20. O objetivo é traçar uma visão geral dos sistemas educacionais desses países e possibilitar aos gestores a comparação internacional de aspectos de políticas nessa área, além de fomentar a reflexão sobre os esforços empreendidos no setor.

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Escola técnica federal deve iniciar aulas em Mauá em 2015

Escola técnica federal deve iniciar aulas em Mauá em 2015 | Inovação Educacional | Scoop.it

Campus do IFSP na cidade será na Vl.Bocaina e deverá oferecer aproximadamente 300 vagas

A partir do ano que vem, serão iniciadas as atividades do IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo) em Mauá. O campus ficará localizado na Vila Bocaina, onde antes funcionava a Emeja (Escola Municipal de Educação de Jovens e Adultos) Clarice Lispector. Deverão ser oferecidas cerca de 300 vagas para cursos técnicos profissionalizantes.

Ainda não há confirmação da data para início das aulas. O prefeito Donisete Braga (PT) estima que será possível começar a aplicar os cursos em janeiro. Entretanto, o secretário municipal de Trabalho e Renda, Marcelo Lucas Pereira, avalia que as primeiras turmas deverão ser montadas apenas no segundo semestre.

Para que as atividades sejam iniciadas, é necessário dar andamento a trâmites burocráticos no MEC (Ministério da Educação) e executar obras de reforma e adequação do prédio. “Os próximos passos são a assinatura do termo de concessão do espaço, a realização de audiências públicas, habilitação dos cursos e constituição das equipes”, comenta Pereira. A lei municipal que autorizou a Prefeitura a conceder a estrutura ao IFSP foi aprovada no dia 25 de agosto pela Câmara.

Também não há definição de quais disciplinas serão aplicadas. “Uma coisa que tem sido falada é para que haja pesquisa do perfil da região. Aqui, por exemplo, temos o polo petroquímico e os setores metalúrgico, ambiental e de serviços”, opina o chefe do Executivo.

Enquanto o instituto cumpre as necessidades legais para se estabelecer, serão oferecidos no mesmo prédio cursos do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). “Serão cinco cursos, todos com duração de 160 horas, nas áreas de Auxiliar de Recursos Humanos, Auxiliar Financeiro, Inglês Básico, Espanhol Básico e Introdução à Libras (Língua Brasileira de Sinais)”, informa Nelson Roberto Lona, coordenador adjunto do campus São Paulo do Pronatec.

O prefeito comemorou o aumento de vagas no ensino profissionalizante na cidade. “Estamos agregando um conhecimento muito importante para a região. O importante é que a escola federal não vai atender única e exclusivamente Mauá, e sim o Estado inteiro. Se a gente levar em consideração que as empresas querem contratar mão de obra qualificada e não têm, aqui é possível promover a capacitação de pessoal”, salienta.

União confirma faculdade de Medicina no município

O governo federal, por meio dos ministérios da Saúde e Educação, anunciou ontem a lista dos 39 municípios do País que poderão receber cursos de Medicina. Mauá foi confirmada entre as cidades aptas a oferecer a graduação. No Grande ABC, São Bernardo também integra a relação. Agora, as prefeituras darão continuidade ao procedimento de escolha de uma instituição privada para gerir os cursos.

O prefeito Donisete Braga (PT), que esteve em Brasília para acompanhar o anúncio oficial, avalia que será possível iniciar as atividades já no ano que vem. “O que a prefeitura puder fazer para agilizar nessa relação de parceria com as instituições, nós assim faremos”, garante.

O chefe do Executivo afirma que, já na semana que vem, terá reunião com representantes das universidades Mackenzie, Anhanguera e Anhembi Morumbi para discutir detalhes sobre a implantação. “É preciso ver as contrapartidas para o município, como bolsas de estudo, por exemplo.” 

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