Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Prêmio Jovens Inspiradores

Prêmio Jovens Inspiradores | Inovação Educacional | Scoop.it

Em sua terceira edição, o Prêmio Jovens Inspiradores 2014 vai identificar e encorajar estudantes ou recém-formados com idades entre 18 e 34 anos com espírito de liderança e comprometimento permanente com a busca da excelência. O objetivo maior é ajudar a preparar líderes capazes de desatar os nós dos setores público e privado que ainda impedem o Brasil de avançar. Promovido por VEJA.com em parceria com Companhia de Talentos, Abril Plug and Play e Chivas, o Prêmio Jovens Inspiradores 2014 vai premiar os dez finalistas com iPads e troféus; os quatro grandes vencedores ganharão também bolsas de estudo no exterior e um ano de orientação profissional por um líder mais experiente, atuando como orientador do novo futuro líder (“mentoring”). Nesta edição, haverá uma categoria adicional voltada a empreendedores com idades entre 25 e 34 anos: um prêmio de 100.000 reais será destinado ao projeto ou empresa do vencedor.

As inscrições já estão abertas: participe!

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Guru americano ensina crianças a inovar em cinco passos

Guru americano ensina crianças a inovar em cinco passos | Inovação Educacional | Scoop.it

O americano John Kao já foi professor na Universidade Harvard e consultor de inovação de governos e multinacionais. Agora, utiliza sua experiência para ensinar estudantes a colocar boas ideias em prática

Descrever John Kao é uma tarefa complexa. Formado em filosofia e medicina, o americano filho de chineses foi consultor para questões ligadas à inovação de multinacionais como Nike, Intel e Basf e também de governos da Finlândia e Cingapura. Professor da Universidade Harvard por 14 anos, fundou ali o curso de inovação em larga escala, o que lhe rendeu o apelido de "senhor cratividade", conferido pela revista britânica The Economist. Kao tem muito mais no currículo. Na década de 1960, fez uma turnê tocando teclados na banda de Frank Zappa, uma lenda do rock, e nos anos 80 faturou uma Palma de Ouro, em Cannes, pela produção do filme Sexo, Mentiras e Videotapes, um clássico cult daquele período.

Há dois anos, Kao, de 63, decidiu mudar de rumos outra vez. Juntou conhecimentos adquiridos nas diferentes áreas em que atuou e trocou as reuniões em sedes de empresas e de governos por salas de aula de escolas básicas. O desafio que se impôs foi o de ensinar a estudantes com idades entre 11 e 16 anos a transformar ideias em projetos inovadores. "As crianças são o recurso mais subutilizado pelas nações. Gastamos bilhões de dólares no desenvolvimento de tecnologias de ponta, mas mantemos modelos de ensino que formam pessoas para o passado", disse Kao, em entrevista ao site de VEJA.

Ele esteve no Brasil na semana passada para divulgar o EdgeMakers, metodologia criada por ele para levar a inovação aos jovens. O projeto é baseado na busca de soluções para problemas que incomodam os estudantes – na escola, no bairro, no país. O desafio é trabalhar em grupo para encontrar respostas criativas e solucionar as questões.

"Há crianças com excelentes projetos que podem fazer do mundo um lugar melhor. Porém, elas não sabem como começar. Eu decidi ensiná-las". As atividades sugeridas por Kao são dignas de um curso de MBA e visam desenvolver cinco habilidades nos estudantes: criatividade, empreendedorismo, colaboração e as capacidades de transformar ideias em projetos (design thinking) e de construir narrativas, reais ou ficcionais (storytelling). Confira mais detalhes no quadro abaixo.

Nas aulas, todo tipo de problema é analisado, desde a organização da escola até a crise energética mundial. As soluções que surgem são colocadas no papel, prós e contras são considerados e, então, as crianças começam a pôr em prática a melhor solução encontrada, usando ou não recursos tecnológicos. "O objetivo não é dizer a elas qual é o problema ou qual a melhor solução, mas sim ensinar como colocar as próprias ideias em prática, pois é isso que elas precisam para ser bem-sucedidas neste mundo, não só financeiramente, mas como cidadãos", explica.

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Falta interesse de professor por carreira, diz estudo

Falta interesse de professor por carreira, diz estudo | Inovação Educacional | Scoop.it

Apesar de haver escolas sem professores no Brasil, o número de licenciados entre 1990 e 2010 seria suficiente para atender à demanda atual por docentes. É o que revela a pesquisa inédita do professor José Marcelino de Rezende Pinto, da USP (Universidade de São Paulo). Faltam, portanto, profissionais interessados em seguir carreira dentro da sala de aula.

O estudo aponta para a necessidade de tornar a profissão mais atrativa e de incentivar a permanência estudantil na área. Isso porque o número total de vagas na graduação é três vezes maior que a demanda por professores estimada nas disciplinas da educação básica. Em todas as áreas, só as vagas de graduação nas universidades públicas já seriam suficientes para atender à demanda.

Para realizar a pesquisa, o autor cruzou a demanda atual por profissionais na educação básica com o número de formados nas diferentes disciplinas curriculares entre 1990 e 2010. Assim, apenas em física é possível afirmar de fato que o número de formandos não é suficiente para suprir a necessidade.

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The Rise of Online Video (1'55")

A new report from the Pew Research Center's Internet & American Life Project finds that online video is growing. 78% of online adults watch or download video.

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Digital Life in 2025

Digital Life in 2025 | Inovação Educacional | Scoop.it

Asked to predict the future of the internet and how technology/the Web will change over the next decade, hundreds of experts agree that trends now underway will make the internet more important even as it becomes less visible in daily life.

The world is moving rapidly towards ubiquitous connectivity that will further change how and where people associate, gather and share information, and consume media. A canvassing of 2,558 experts and technology builders about where we will stand by the year 2025 finds striking patterns in their predictions. The invited respondents were identified in previous research about the future of the Internet, from those identified by the Pew Research Center’s Internet Project, and solicited through major technology-oriented listservs. They registered their answers online between November 25, 2013 and January 13, 2014.

In their responses, these experts foresee an ambient information environment where accessing the Internet will be effortless and most people will tap into it so easily it will flow through their lives “like electricity.” They predict mobile, wearable, and embedded computing will be tied together in the Internet of Things, allowing people and their surroundings to tap into artificial intelligence-enhanced cloud-based information storage and sharing. As Dan Lynch, founder of Interop and former director of computing facilities at SRI International, wrote, “The most useful impact is the ability to connect people. From that, everything flows.”

To a notable extent, the experts agree on the technology change that lies ahead, even as they disagree about its ramifications. Most believe there will be:

  • A global, immersive, invisible, ambient networked computing environment built through the continued proliferation of smart sensors, cameras, software, databases, and massive data centers in a world-spanning information fabric known as the Internet of Things.
  • “Augmented reality” enhancements to the real-world input that people perceive through the use of portable/wearable/implantable technologies.
  • Disruption of business models established in the 20th century (most notably impacting finance, entertainment, publishers of all sorts, and education).
  • Tagging, databasing, and intelligent analytical mapping of the physical and social realms.
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‘Educação é promover o crescimento humano’

‘Educação é promover o crescimento humano’ | Inovação Educacional | Scoop.it

Para David Baker, as escolas tem que preparar o aluno para o mundo e não para terem bons resultados em avaliações

O professor em um papel que extrapola o de transmissor de informações, como aquele que molda o caráter, que estimula valores e prepara os estudantes para a vida pós escola. É assim que o escritor britânico David Baker enxerga a função dos educadores. “Eles precisam fazer os alunos se sentirem pessoas completas, prontas e confiantes para encarar o mundo”. Defende que a escola tem que preparar os alunos para a vida e não para exames, que conteúdos pedagógicos são apenas uma parte da educação e que a tecnologia não deve ter grande espaço na formação dos jovens.

Baker é um dos membros da School of Life, ou Escola da Vida, instituição que dá aulas, oficinas e cria materiais sobre temas relacionados a trabalho, amor, família, política e diversão (já falamos sobre a escola aqui). Baker acredita que educação não deve se preocupar em melhorar habilidades, que o mais importante é instigar o desenvolvimento dos alunos enquanto indivíduos. “O que deve ser estimulado é o crescimento dos alunos enquanto ser humano, como se desenvolvem em termos de resiliência, confiança, como lidam com ansiedade e pressão, por exemplo”. Para o escritor, quando os jovens aprendem a lidar com suas emoções, eles também aprendem a lidar melhor com o outro, o que melhora as relações interpessoais.

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Pesquisas apontam caminhos para currículo no Brasil

Pesquisas apontam caminhos para currículo no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it

Estudos mostram como outros países construíram e implementaram objetivos de aprendizagem para seus alunos

O Brasil não está sozinho na busca por uma solução para a questão “o que e para que estou ensinando?”, que resume a necessidade de se estabelecer um conjunto de conhecimentos e habilidades essenciais que os estudantes devem adquirir em cada etapa da educação básica. Duas pesquisas, uma do especialista Maximilano Moder, chamada Desenhos Curriculares em 16 países (Pesquisa Benchmark Internacional), e outra da doutora em política educacional Paula Louzano, Análise Internacional Comparada de Políticas Curriculares, avaliaram os processos realizados por diversos países para construir e implementar objetivos de aprendizagem e podem contribuir com lições de inspiração ou alerta para a elaboração de uma base nacional no país.

Em comum, as pesquisas concluíram que todas as nações definiram, de alguma maneira, o que os alunos precisam aprender. Em seu estudo, Moder mostra que há uma tendência de colocar os estudantes no centro da questão.  “Isso quer dizer que é a aprendizagem desses alunos o foco das propostas observadas, não o ensino. O importante é o que os estudantes aprendem. Dessa forma, quando um currículo descreve atitudes, condutas ou que acontece com os estudantes quando aprendem algo, são os alunos que estão no centro”, explica o especialista.

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França não possui um ensino relevante, diz chefe do Pisa

Em entrevista ao Le Monde, Andreas Schleicher, diretor de educação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e responsável pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), disse que a França está mal posicionada porque não sabe como lidar com professores.

Schleicher cita os bons resultados trazidos pela reforma do ensino na Alemanha na década passada e, mais recentemente, na Itália como exemplos a serem seguidos. Para ele, a escola francesa é desigual e mesmo os esforços para aumentar o tempo em que crianças permanecem na escola e a idade precoce para matrícula parecem insuficientes.

O diretor da OCDE diz ainda que a França “não tem um ensino relevante”, pois não ensina como cruzar disciplinas e a despertar a curiosidade, como pede o mercado de trabalho, e ainda se preocupa muito em passar as lições.

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Instituto de matemática no Rio é ''pedra preciosa'' escondida no país

Instituto de matemática no Rio é ''pedra preciosa'' escondida no país | Inovação Educacional | Scoop.it

Os alunos que estudam aqui, alguns andando pelos corredores em bermudas e sandálias, emanam um estilo nerd como o dos programadores na série humorística "Silicon Valley", da "HBO". Grande parte do instituto, conhecido como IMPA, é estranhamente silencioso, enquanto os acadêmicos em seu interior exploram as fronteiras da matemática e do raciocínio puro, frequentemente sem se concentrarem em como seu conhecimento pode ser usado no mundo real.
"O IMPA é um ambiente extremamente exigente", disse Inocencio Ortiz, um estudante de doutorado paraguaio de 29 anos usando uma camiseta do Led Zeppelin. "Mas vale a pena, porque um diploma daqui traz prestígio e maiores chances de conseguir um emprego em matemática no Brasil ou em outros lugares."
Nos últimos anos, o instituto, que recruta estudantes de matemática promissores para seus programas enquanto alguns ainda estão no colégio (como fez com Ávila, o ganhador da Medalha Fields), mantém uma taxa de publicações entre seu corpo docente comparável favoravelmente a de grandes universidades americanas, como Princeton e Stanford, segundo a Sociedade Matemática Americana

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África é abordada em novo livro de coleção patrocinada pelo MEC

África é abordada em novo livro de coleção patrocinada pelo MEC | Inovação Educacional | Scoop.it

Cerca de 20 especialistas de vários países estão reunidos desde ontem (27) para discutir o conteúdo do nono volume da coleção História Geral da África, cujo tema será a diáspora africana. Os debates terminam amanhã (29).

A coleção foi editada em português pela Unesco  (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e financiada pelo MEC (Ministério da Educação), com a coordenação técnica da UFSCar (Universidade de São Carlos), de São Paulo, que está sediando o encontro.

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'Currículo continua com estrutura do século 20'

Pesquisadora afirma que licenciaturas são frágeis e não oferecem formação suficiente aos futuros professores

Qual é o nível de qualidade da formação de professores?

As licenciaturas têm currículos muito frágeis, as ementas e bibliografias são genéricas, não dão formação suficiente. Há uma redução de formação de conhecimento oferecido em boa parte das instituições. Elas têm tirado horas de formação disciplinar para atividades complementares, seminários culturais que a gente não sabe bem o que é. As instituições não estão encarando a formação desse profissional com seriedade. Vai de qualquer jeito, como se qualquer um pudesse ensinar. Não é verdade.

Em 2008, a senhora analisou a formação inicial das licenciaturas. Algo mudou?

Tive duas atualizações na pesquisa que mostraram o mesmo panorama. O currículo continua tradicional, com estrutura do início do século 20. Não tem 10% de formação em educação, de metodologia, prática de ensino, didática. Esse aluno vai para uma escola sem saber onde está, o que é uma rede, uma sala de aula. As licenciaturas nunca foram um foco de política coerente.

Mas esse modelo para a formação de professores é adequado?

A maioria dos países tem faculdade ou centro que forma professor. Nós não temos. Cada licenciatura está no nicho e não se encontram. A ideia nos outros países é que tem uma base formativa comum para todos e depois diversifica a formação. Defendo um centro de formação, para onde convergiriam os institutos básicos. Estudos têm mostrado que os docentes das faculdades de formação de professor têm dificuldade de ensinar. Até em instituições públicas. Temos percebido isso principalmente por causa do programa de iniciação à docência do MEC (Ministério da Educação), o Pibid. No Pibid tem de fazer um projeto para atuar na escola, que envolve o aluno, o professor supervisor e a escola. Às vezes, ele vem de área que não tem licenciatura e está tomando um choque.

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Pensadores da Educação

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Tão antigo quanto a Filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes. Clique nas imagens para conhecer séculos de reflexões sobre o ofício de educar

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Uso exagerado das 'telinhas' pode insensibilizar crianças

Uso exagerado das 'telinhas' pode insensibilizar crianças | Inovação Educacional | Scoop.it

Um estudo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, indica que o uso exagerado de equipamentos digitais pode atrapalhar a capacidade de crianças em reconhecer emoções de outras pessoas.
Pesquisadores do departamento de psicologia observaram 105 alunos de 11 e 12 anos, divididos em dois grupos, e perceberam que depois de cinco dias sem acesso às telas de celulares, tablets ou televisores, eles passaram a identificar emoções muito melhor.

No estudo publicado na revista especializada "Computers in Human Behaviour", os psicólogos afirmam que o efeito da mídia digital pode ser muito mais danoso que se imagina. "Muitos olham para os benefícios da mídia digital na educação, mas não há muitos que estudam o custo disso", afirmou uma das autoras da pesquisa, Patricia Greenfield. "Sensibilidade reduzida diante de sinais emocionais, ou uma certa perda da capacidade de entender as emoções dos outros, é um deles", disse. Ela diz ainda que a troca da interação interpessoal pela interação via telas parece estar reduzindo o "traquejo social".
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Tecnologia é ferramenta de mudança nas mãos de jovens

Tecnologia é ferramenta de mudança nas mãos de jovens | Inovação Educacional | Scoop.it

Ana Luisa de Araújo Santos, fundadora da Mobgeek, afirma que na maioria dos casos o que falta para os brasileiros são habilidades técnicas e capacidade de resolução de problemas.

Até o fim deste ano, alunos de escolas do ensino básico receberão aulas de programação da MobGeek, startup que já ensina pessoas a programar pela internet. O primeiro contrato com um colégio particular de São Paulo deve ser assinado em breve. No mínimo, o projeto pode facilitar a entrada dos novos alunos no mercado de trabalho no futuro: "A área de TI carece de profissionais, no Brasil e no exterior. É uma oportunidade", diz Ana Luisa Santos, de 35 anos, fundadora da MobGeek. Mas esse não é objetivo único.

O MobGeek é fruto da paixão de Ana Luisa. Formada em engenharia, ela se mudou para os Estados Unidos para fazer uma pós-graduação no renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), centro de excelência na área. Voltou para o Brasil porque sentia que precisava passar adiante tudo o que aprendera no exterior.

O projeto a ser implantando em breve em escolas brasileiras cumpre esse objetivo: "Queremos incentivar os jovens a enxergar a tecnologia como uma ferramenta de desenvolvimento", diz. A tecnologia, portanto, é meio, não fim.

Estudantes e profissionais já perceberam o quão útil o conhecimento oferecido pelo MobGeek pode ser. Muita gente com carreira estabelecida procura os cursos interessada em programar. O objetivo é mudar de carreira ou ainda encontrar soluções para facilitar o dia a dia no trabalho.

Os conteúdos oferecidos pela MobGeek, sempre em vídeo, primam pelo didatismo. Alguns vídeos são oferecidos gratuitamente, mas o modelo de negócio é baseado em conteúdos premium e no suporte de instrutores. "Percebemos que as pessoas começavam os cursos on-line, mas não os terminavam. Estudamos alternativas de retenção e passamos a oferecer pacotes especiais pagos."

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Escola pública prepara alunos para o mercado e para a faculdade

Escola pública prepara alunos para o mercado e para a faculdade | Inovação Educacional | Scoop.it

Educação 360 destaca o programa Dupla Escola, que alia o ensino médio ao profissionalizante

A iniciativa será um dos estudos de caso apresentados no encontro internacional Educação 360, que acontece nos dias 5 e 6 de setembro e é promovido pelos jornais O GLOBO e “Extra”, em parceria com Sesc, Fundação Getulio Vargas e prefeitura do Rio, com o apoio do Canal Futura.

Um dos diferenciais do programa é a união do ensino médio com a educação profissional em período integral, a partir de parcerias do governo do estado com empresas privadas. No caso do Nata, o parceiro é o Grupo Pão de Açúcar. O resultado é o curso de Tecnologia dos Alimentos com ênfase em Panificação e em Leite e Derivados.

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The Future of Libraries

Lee Rainie, Director of the Pew Research Center's Internet Project, runs through the seven questions libraries need to address as they consider future services and their role for their patrons and communities. He describes how project research about the changing role of technology in people’s lives affects the kinds of issues librarians need to address as they experience the disruptions of technology change.
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Aracy Campos's curator insight, September 2, 11:01 AM

Imaginar a biblioteca do (não muito distante) futuro

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AI, Robotics, and the Future of Jobs

AI, Robotics, and the Future of Jobs | Inovação Educacional | Scoop.it

Experts envision automation and intelligent digital agents permeating vast areas of our work and personal lives by 2025, but they are divided on whether these advances will displace more jobs than they create.

The vast majority of respondents to the 2014 Future of the Internet canvassing anticipate that robotics and artificial intelligence will permeate wide segments of daily life by 2025, with huge implications for a range of industries such as health care, transport and logistics, customer service, and home maintenance. But even as they are largely consistent in their predictions for the evolution of technology itself, they are deeply divided on how advances in AI and robotics will impact the economic and employment picture over the next decade.

We call this a canvassing because it is not a representative, randomized survey. Its findings emerge from an “opt in” invitation to experts who have been identified by researching those who are widely quoted as technology builders and analysts and those who have made insightful predictions to our previous queries about the future of the Internet. (For more details, please see the section “About this Report and Survey.”)

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U.S. Views of Technology and the Future

U.S. Views of Technology and the Future | Inovação Educacional | Scoop.it

Americans are largely optimistic about the long-term future of scientific progress, but concerned about some changes that might occur in the near future.

The American public anticipates that the coming half-century will be a period of profound scientific change, as inventions that were once confined to the realm of science fiction come into common usage. This is among the main findings of a new national survey by the Pew Research Center and Smithsonian magazine, which asked Americans about a wide range of potential scientific developments—from near-term advances like robotics and bioengineering, to more “futuristic” possibilities like teleportation or space colonization. In addition to asking them for their predictions about the long-term future of scientific advancement, we also asked them to share their own feelings and attitudes toward some new developments that might become common features of American life in the relatively near future.

Overall, most Americans anticipate that the technological developments of the coming half-century will have a net positive impact on society. Some 59% are optimistic that coming technological and scientific changes will make life in the future better, while 30% think these changes will lead to a future in which people are worse off than they are today.

Many Americans pair their long-term optimism with high expectations for the inventions of the next half century. Fully eight in ten (81%) expect that within the next 50 years people needing new organs will have them custom grown in a lab, and half (51%) expect that computers will be able to create art that is indistinguishable from that produced by humans. On the other hand, the public does see limits to what science can attain in the next 50 years. Fewer than half of Americans—39%—expect that scientists will have developed the technology to teleport objects, and one in three (33%) expect that humans will have colonized planets other than Earth. Certain terrestrial challenges are viewed as even more daunting, as just 19% of Americans expect that humans will be able to control the weather in the foreseeable future.

But at the same time that many expect science to produce great breakthroughs in the coming decades, there are widespread concerns about some controversial technological developments that might occur on a shorter time horizon:

  • 66% think it would be a change for the worse if prospective parents could alter the DNA of their children to produce smarter, healthier, or more athletic offspring.
  • 65% think it would be a change for the worse if lifelike robots become the primary caregivers for the elderly and people in poor health.
  • 63% think it would be a change for the worse if personal and commercial drones are given permission to fly through most U.S. airspace.
  • 53% of Americans think it would be a change for the worse if most people wear implants or other devices that constantly show them information about the world around them. Women are especially wary of a future in which these devices are widespread.
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Desafio incentiva inovação na primeira infância

Desafio incentiva inovação na primeira infância | Inovação Educacional | Scoop.it

Programa Saving Brains, do Grand Challenges Canada, prevê investimento de até R$ 520 mil para projetos de desenvolvimento da criança

A negligência infantil, violência, subnutrição ou aprendizagem inadequada são alguns dos fatores que atrapalham o desenvolvimento da criança durante a primeira infância, período compreendido entre os primeiros 1.000 dias de vida. Para incentivar ações que ajudam a solucionar esses problemas, pela segunda vez elegível no Brasil, o edital Saving Brains (Salvando Cérebros, em português) irá financiar projetos inovadores de desenvolvimento da criança. Promovido em parceria com Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, o programa oferecerá um valor correspondente a até R$ 520 mil para cada iniciativa selecionada.

Financiado pelo governo do Canadá por meio do Fundo de Inovação e Desenvolvimento, o programa busca estimular o potencial cerebral de crianças em países de baixa ou média renda. Para isso, o Saving Brains contempla ideias com um impacto real e que apresentem uma abordagem de inovação integrada, combinando inovação científica, social e empresarial.

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10 aspectos que definem os jovens universitários de hoje.

10 aspectos que definem os jovens universitários de hoje. | Inovação Educacional | Scoop.it

10 aspectos que definem os jovens universitários de hoje.

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Aracy Campos's curator insight, September 2, 11:30 AM

Vale a pena conhecer a relação completa no artigo. Pra iniciar:

 Hoje, os jovens universitários de 18 a 24 anos de idade são jovens que:

1) São cada vez mais autodidatas e autônomos: aprendem o que lhes interessa e nos momentos necessários; mais de 50% quer ter seu próprio negócio no futuro;

2) Utilizam linguagens de aprendizagem não-lineares: começam lendo um link que descreve um jogo de futebol e terminam baixando um poema japonês do século XIX;

3) Se acostumaram ao chamado forever beta: sabem que os produtos e serviços que consomem quase nunca estão 100% terminados; sabem que sempre é possível atualizá-los ou melhorá-los da mesma forma como baixam novas versões de aplicativos para celular;

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Oito em 10 alunos da Escola Sesc são aprovados em universidades públicas

Oito em 10 alunos da Escola Sesc são aprovados em universidades públicas | Inovação Educacional | Scoop.it

Colégio onde ocorrerá o seminário 'Educação 360' é conhecido pelo ensino integral e modelo inovador

A Escola Sesc, que proporcionou isso tudo, de graça, para Sperb, vai abrigar o encontro Educação 360, que acontece sexta-feira e sábado.

— Você pode conhecer a educação no Brasil todo olhando para a nossa escola. A gente enxerga a diversidade como a existência — explica Inês Paes, coordenadora pedagógica da Esem.

No ano passado, 82% dos alunos que fizeram vestibular foram aprovados em universidades públicas. Os estudantes chegam à Escola Sesc de Ensino Médio por meio de um processo seletivo que acontece todo ano. Para participar, o interessado tem que ter renda familiar igual ou menor a cinco salários mínimos por pessoa. Além disso, precisa ter feito pelo menos dois terços do ensino fundamental em escola pública ou com bolsa em particular.

A rotina das turmas é recheada. As disciplinas regulares acontecem pela manhã. À tarde, cada um busca a sua atividade, entre oficinas de arte, esportes e clubes de debate. Os alunos não saem do colégio de segunda a sexta. Nos fins de semana, há passeios programados com a escola. O auditório de 600 lugares também é palco de shows, peças de teatro e outras atrações

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Os ricos da universidade

Ao menos 20% dos alunos de federais poderiam pagar mensalidade; mas perfil desses estudantes não difere muito do de particulares

Na comparação entre 2001 e 2012, é possível identificar que, apesar de ainda ter um perfil de universitário com renda um pouco superior ao das públicas, foi no setor particular em que houve maior queda na renda média de seus alunos, provavelmente por efeito do ingresso de alunos mais pobres com bolsas do ProUni e crédito estudantil.

Se é falso afirmar que os alunos da rede pública são mais elitizados que os da particular, por outro lado, pode-se dizer que é o curso — e não a instituição — o que mais diferencia ricos e pobres em seu ingresso no ensino superior. A constatação disso pode ser feita a partir do questionário do Enade, exame aplicado pelo MEC em universitários de todo o país. No curso de licenciatura em Letras, por exemplo, apenas 22% dos estudantes do setor privado informaram ter renda familiar superior a seis salários mínimos, percentual muito parecido ao verificado no setor público para o mesmo curso: 17%. Já entre os alunos de Engenharia, o percentual de mais ricos pelo mesmo critério chega a 63% no setor privado e 58% no público. Ou seja, alunos de Engenharia, não importa onde estudem, têm renda média muito superior ao dos que frequentam Letras.


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Donos de faculdade foram alvos da Polícia Federal

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Proprietários da Faculdade das Américas teriam burlado a lei para manter o jatinho

Proprietários da Faculdade das Américas, que tenta se instalar em São Bernardo sem aval do MEC (Ministério da Educação), Leila Mejdalani Pereira e José Roberto Lamacchia foram alvos de investigação da PF (Polícia Federal) sobre fraude em compra de aeronaves particulares de luxo. O casal é citado na Operação Pouso Forçado, iniciada em 2012, que confiscou 12 jatinhos que circulavam no Brasil de maneira irregular, com manobra sobre a Receita Federal.

De acordo com apuração da PF, Leila e Lamacchia são diretores da empresa Toby LLC, que possui negócios nas Ilhas Cayman, paraíso fiscal localizado no Caribe. A offshore é detentora do jatinho Cessna Citation Sovereign C680, que, conforme relatório da instituição, voa o território brasileiro descumprindo regras da Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) e o Fisco brasileiro.

Avaliada em US$ 18 milhões (R$ 40,3 milhões), a aeronave tem capacidade para até nove passageiros. Segundo a PF, o jatinho de prefixo VPCAV – à disposição do casal – sobrevoava o País utilizando decreto da própria Anac que autoriza a permanência de aviões estrangeiros no Brasil por até 60 dias sem a necessidade de pagamento de impostos. A única ressalva é que o transporte tem de ser utilizado por diretores da empresa dona do jatinho.

Relatório obtido pela PF junto à Anac mostrou que aeronaves como a dos proprietários da Faculdade das Américas ficavam no País até 82% do tempo de estadia. Com a manobra, deixavam de pagar impostos que incidem sobre circulação de aeronaves particulares no Brasil, como IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

O casal Leila Mejdalani Pereira e José Roberto Lamacchia também tenta driblar o MEC para abrir campus da Faculdade das Américas em São Bernardo, oferecendo curso de Medicina. A instituição recebeu aval do governo federal exclusivamente para ministrar a disciplina em sua unidade na Capital, porém, no início do mês, foi anunciada com pompas pelo prefeito Luiz Marinho (PT) como a primeira entidade a oferecer a matéria na cidade.

O MEC já informou ao Diário que São Bernardo é um município selecionado a receber faculdades de Medicina, entretanto ressalvou que essa condição não permite à cidade antecipar etapas e já instalar campus com esse curso na grade curricular. Na sexta-feira, quando o MEC anunciou que São Bernardo havia sido aprovada a hospedar curso, o governo Marinho tratou o fato como “a segunda faculdade de Medicina da cidade”.

Procurada, a Faculdade das Américas novamente não se pronunciou sobre o caso. 

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Vantagens e desvantagens do  'homeschooling', o ensino domiciliar

Vantagens e desvantagens do  'homeschooling', o ensino domiciliar | Inovação Educacional | Scoop.it

Nos últimos anos, a educação domiciliar cresce principalmente nos centros urbanos; Brasil já conta com mais de mil famílias

O que é, de fato, o homeschooling? Segundo quem defende a prática, é um método de ensino que tem como proposta oferecer um ambiente de aprendizagem diferente do encontrado nas escolas. Os modelos variam bastante: há, por exemplo, famílias que contratam tutores ou pais que se unem com outros para dividir o ensino de determinadas matérias. Algumas crianças recebem acompanhamento de escolas específicas, responsáveis pela correção do material dos alunos, que não frequentam as aulas. A escola, neste caso, serve como um suporte para oferecer o material preparado para as aulas.

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Revista Brasileira de Inovação publica documento histórico da política científica norte-americana

Revista Brasileira de Inovação publica documento histórico da política científica norte-americana | Inovação Educacional | Scoop.it

O mais recente número da Revista Brasileira de Inovação, publicado em julho, traz a íntegra do documento Science The Endless Frontier, elaborado nos Estados Unidos na década de 1940 e que forneceu as bases para a organização do sistema de pesquisa norte-americano.

Com grande impacto na comunidade científica global, o documento foi utilizado por pesquisadores brasileiros nas propostas à Assembleia Constituinte de 1947 que resultaram na criação da FAPESP.

O texto de apresentação da edição da revista, assinado por Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, destaca a relevância atemporal do documento, preparado por Vannevar Bush, então diretor do Escritório de Pesquisa Cientí?ca e Desenvolvimento (Office of Scientific Research and Development) dos Estados Unidos, para o presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt.

Em carta entregue a Bush um ano antes, Roosevelt revelava preocupações que apontavam para a necessidade de se organizar um sistema de ciência e tecnologia mais moderno e estruturado do que aquele que havia no país antes da guerra.

Foi formulada, então, uma proposta legitimada por debates entre reconhecidas lideranças da pesquisa acadêmica e industrial nos Estados Unidos em torno de ideais de liberdade acadêmica, valorização da pesquisa básica e autonomia da agência de financiamento.

“O fato é que o sistema de pesquisa nos EUA e na maior parte dos países do mundo era pouco estruturado antes da Segunda Guerra Mundial. Raros países tinham agências nacionais de fomento à pesquisa e poucas universidades se envolviam em pesquisa”, explica Brito.

O documento formulado por Bush também reconhece certa urgência por autonomia na pesquisa norte-americana em relação à europeia no pós-guerra. “Não podemos mais contar com a Europa, destruída, como fonte de ideias fundamentais”, alertava.

Diante disso, foi sugerida a organização do sistema de pesquisa envolvendo indústrias, universidades, laboratórios e o governo – este como planejador e financiador, mas destacando que “a liberdade de pesquisa deve ser preservada”.

O documento apresenta definições e orientações que fundamentaram a política científica dos Estados Unidos, valorizando a pesquisa básica, definindo as universidades e os laboratórios governamentais como suas principais sedes, reconhecendo o papel da indústria, defendendo incentivos fiscais e patentes e propondo um sistema de bolsas para estudantes de graduação e pós-graduação, com foco na seleção por mérito e em melhoramentos no ensino de ciências.

Science The Endless Frontier propôs ainda a criação de uma “National Research Foundation” para apoiar a pesquisa básica em Medicina e Ciências Naturais e o treinamento de pessoal em pesquisa, defesa nacional e cooperação científica internacional – ideias que encontraram terreno fértil nas transformações pelas quais o mundo passava.

“O relatório Bush formulou muito do que estava acontecendo, mas as condições objetivas estavam dadas para o desenvolvimento do apoio governamental à ciência em quase todo o mundo. Nos Estados Unidos, o advento da guerra fria acelerou fortemente o protagonismo governamental e, com isso, a pesquisa básica, a pesquisa aplicada, o desenvolvimento tecnológico e a inovação se desenvolveram a uma velocidade nunca antes vista em outros países”, considera Brito.

A apresentação do contexto histórico e social do relatório Science The Endless Frontier e a íntegra do documento (em inglês) podem ser acessadas na página da Revista Brasileira de Inovação, assim como os artigos e demais conteúdos da edição.

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