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Startups são geralmente associadas ao mercado digital. Mas você sabia que também é possível criar um negócio em um contexto totalmente diferente? Moda, artes e cinema, por exemplo, são áreas que guardam inúmeras oportunidades. Tradicionalmente presentes no nosso dia-a-dia, elas agora fazem parte do universo das startups, através da economia criativa. Estabelecido sobre oito pilares – arquitetura, design, artes, moda, cinema, audiovisual, literatura e artes cênicas –, segundo o conceito original do inglês John Howkins, este nicho pode ser definido como uma forma de transformar criatividade em resultado e, mais que isso, de pensar as relações em comunidade. É um novo olhar sobre o empreendedorismo, que pede multidisciplinaridade por parte do empreendedor, atenção a novas profissões e tem a economia colaborativa como seu carro-chefe.
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Quem tem mais de 20 anos deve se recordar de episódios curiosos noticiados em janeiro de 2006, quando, nas filas quilométricas que se formavam nos pontos de venda de ingressos para o show do U2, em São Paulo, adolescentes forjavam barrigas de grávida e iam acompanhadas de suas avós só para ter prioridade na compra. Os truques não raro terminavam em confusão, pois os demais fãs tinham varado a madrugada na fila para garantir um lugar no show. Era a segunda vez que a banda irlandesa vinha ao Brasil – a primeira foi em 1998 – e o estrondoso sucesso de vendas pôs fim a um tenebroso inverno que separava as celebridades da música internacional do território brasileiro. Hoje, quase sete anos depois, o cenário se inverteu. A valorização do real e o ímpeto de consumo dos jovens podem ter colocado o país na rota obrigatória dos artistas estrangeiros. Contudo, os ingressos caríssimos e a avalanche de shows e festivais ocorrendo ao mesmo tempo já põem em xeque a capacidade de o mercado bancar os cachês milionários das estrelas internacionais. Prova disso é o surpreendente encalhe de entradas para os shows das divas pop Lady Gaga e Madonna.
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O Plano Brasil Criativo – uma iniciativa do MinC que tem o objetivo de estimular e fortalecer a Economia Criativa – foi tema de reunião entre a ministra Marta Suplicy com o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Jorge Hereda, e a secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, na tarde desta quarta-feira (31). O objetivo da reunião foi estabelecer uma parceria com a Caixa Econômica por meio de linhas de crédito adaptadas a produtos e serviços criativos. No encontro, começou a ser formatada a participação da CEF no Plano. Continue lendo...
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Born in São Paulo, Brazil, Ismael Ivo studied acting and dance there, winning an award as best solo dancer in 1979, 1981, and 1982. In 1983 he accepted an invitation from Alvin Ailey to move to New York, where he became a member Alvin Ailey Dance Center. From 1985 to 1996 Ivo lived in Berlin. He collaborated closely with Johann Kresnik, the German Dance Theatre choreograph and Ushiu Amagatsu, the Japanese director and choreograph of the world famous Sankai Juku ensemble. Ivo has made guest appearances all over the world with his numerous solo performances. In 1992 he went on tour with Apocalypse, accompanied by the Japanese pianist Takashi Kako. Labyrintos, his first group choreography, was premiered at the Theaterhaus Stuttgart early in 1993. Ivo's collaboration with Johann Kresnik include Phoenix, 1985, Mars (Theater Basel and later Schauspielhaus Hamburg), Francis Bacon, which was acclaimed as the Dance Theatre success story of 1994, and most recently Othello in 1995. The later two productions were subsequently performed in many countries around the globe. In 1994 Ivo worked with George Tabori in Leibzig on Schoenberg's opera Moses und Aaron. For more than ten years he had been the artistic director of the International Tanzwochen Wien festival in Vienna. To mark the start of the 1996/1997 season, he was appointed Dance Theatre director at the Deutsches Nationaltheater in Weimar, where he produced The Brief History of Hell in 1997, Artaud 1997, Kuss im Rinnstein´, directed by Marcio Aurelio, ´98, Michelangelo, coproduced with Schaubühne Berlin and directed by George Tabori in 1998. At the opening of the Cultural Capital of Europe Weimar in 1999 Mephisto, based on the text Faust from Goethe, also collaborated with the Brazilian director Marcio Aurelio. In 1998/1999 he also directed and choreographed Medea-Material from Heiner Müller, which combined actors and dancers, a solo evening for female dancer, Ariadne, a group piece inspired on three short stories of Garcia Marquez, The Funeral of the Big Mama, and a new solo piece for himself, Dionysos.
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Depois de causar um furor no mercado ao comprar a Marvel por US$ 4 bilhões (cerca de R$ 8 bilhões), a Disney desembolsou o mesmo valor para adquirir a LucasFilm, conglomerado de George Lucas que engloba a empresa de efeitos especiais Industrial Light & Magic, o estúdio de som Skywalker Sound, a produtora de games LucasArts e, principalmente, os direitos de uma das sagas cinematográficas mais lucrativas da história: "Star Wars". O comunicado da aquisição foi feito nesta terça-feira (30) pela própria Disney. A produtora Kathleen Kennedy, vice-presidente da LucasFilm e parceira de negócios de Lucas há mais de 30 anos, foi promovida para o comando da empresa, enquanto o criador de "Star Wars" passa a servir de consultor criativo. Continue lendo...
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Depois de anos ocupando o prédio da Bienal, o São Paulo Fashion Week, a exemplo das semanas de Paris e Nova York, se prepara para experimentar novos ares. Pelas mãos do multi-artista Felipe Morozini, o evento ganha ares de instalação no mirante do Parque Villa Lobos com uma cenografia inspirada na beleza das grandes estufas de plantas. “Gosto de pensar que na estufa germinam e crescem novas vidas, novas ideias, como o momento atual da moda brasileira”, declara Morozini. Integrado aos jardins naturais do parque, o espaço se abre para mais uma temporada de moda, desta vez marcando o ajuste do novo calendário para o setor no Brasil, antecipando os lançamentos de inverno que normalmente aconteceriam em janeiro. Com a mudança solicitada por grifes e estilistas, as coleções passam a ser apresentadas, a partir de agora, em outubro/novembro (inverno) e março/abril (verão), ampliando o intervalo entre o lançamento e a chegada das peças no varejo, o que permitirá um melhor planejamento, contribuindo para a competitividade do setor. Nesta edição extraordinária, além dos desfiles no Parque Villa Lobos, algumas marcas experimentam novos formatos, como a Paula Raia, que vai apresentar sua coleção através de uma exposição de fotos e looks, no dia 30, na sua própria loja, e a Neon e a Fernanda Yamamoto, que exibirão suas coleções através de vídeos.
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A Pininfarina, um dos mais tradicionais escritórios do design mundial, depende agora de mercados como o Brasil. Mas é difícil fazer negócios por aqui, diz seu presidente Quando esteve no Brasil pela primeira vez, no ano passado, o italiano Paolo Pininfarina ficou empolgadíssimo. "Conversava com as pessoas e elas tinham várias ideias e os projetos iam surgindo. Voltei para a Itália com mais de cem deles". Mas dessa centena de ideias, somente dez tiveram continuidade nas conversas. E, desse total, só uma realmente se tornou projeto real, que está agora em andamento. Diante desse cenário, até a vontade do designer de abrir uma operação no Brasil, um escritório da Pininfarina em São Paulo, foi por terra. "O brasileiro não leva o design a sério. Ele acha que é lazer, que é passatempo", disse Pininfarina ao Estado.
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Com inauguração prevista para 2014 no antigo Palacete Linneo de Paula Machado, construído em Botafogo no início do século 20 pela família Guinle, a Casa Firjan da Indústria Criativa será um polo de produção de conhecimento sobre arquitetura, moda, design, teatro, televisão, audiovisual, cinema e games. Além de cursos de formação, o espaço oferecerá atividades culturais e encontros empresariais. O local contará ainda com um anexo projetado pelo arquiteto André Lompreta de Oliveira, que venceu concurso público nacional para a construção do prédio de três pavimentos e 16,65 metros de altura. As fachadas do novo edifício serão marcadas pela transparência, o que confere leveza ao conjunto e valoriza a arquitetura do palacete, que ainda será restaurado jutamente com os jardins. A sustentabilidade é outra marca do projeto vencedor, que utiliza sistemas de refrigeração e iluminação de baixo consumo de energia e prevê o uso de água pluvial no sistema de descarga e irrigação das plantas.
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Nesta sexta-feira, dia 10, a secretária da Economia Criativa do Ministério da Cultura, Claudia Leitão, vai proferir, em Londres, uma palestra no Seminário sobre Economia Criativa. O evento tem como objetivo apresentar o Plano Brasil Criativo e um caso de sucesso brasileiro ao público, além de proporcionar um debate com especialistas ingleses no setor das indústrias criativas. A secretária participará de uma mesa redonda sobre o tema na Casa Brasil – Somerset House –, das 17h30 às 20h. No evento, a representante do ministério intensificará a estratégia internacional da SEC de posicionar o Brasil na liderança dos debates sobre economia criativa e novos modelos de desenvolvimento regional e local. Cúpula Internacional de Cultura A secretária do MinC também representará o ministério na Primeira Cúpula Internacional de Cultura. O evento acontece nos dias 13 e 14 de agosto, na capital escocesa, Edimburgo. O tema da conferência será ‘Cultura como um Diálogo Internacional’ e tem o intuito de reunir ministros da cultura, artistas e intelectuais que colaboram na construção de políticas públicas culturais. A Cúpula terá sessões plenárias e discussões. Dentre os assuntos a serem abordados, estão “o papel das artes e da cultura no aprofundamento e na ampliação do entendimento sobre as relações entre culturas e nações”; “apoio para a cultura de setores públicos e privados”; e “futuras habilidades para as indústrias criativas e o papel da tecnologia”, temática na qual está inscrita a secretária do MinC. Para conhecer experiências dos setores criativos britânicos e discutir possibilidades de parceria entre o Brasil e o Reino Unido no campo da Economia Criativa, Cláudia também se reunirá com o setor cultural da Embaixada Brasileira em Londres e realizará visitas técnicas.
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Para celebrar os Jogos Olímpicos, a adidas apresenta o ‘miadidas Customisers’, um projecto de arte em tempo real, que pretende unir os artistas mais apaixonados, atletas e fãs de todo o mundo na produção de sapatos exclusivos e personalizados sob o tema dos Jogos Olímpicos - Londres 2012. 17 dias, 9 artistas, 34 obras de arte. Durante todos os dias das Olimpíadas estarão dois artistas - criteriosamente seleccionados de uma lista de 9 - ao vivo no Salão Olímpico da adidas. Estes criadores irão personalizar o calçado de atletas olímpicos, inspirados no momento ‘all in’ do dia. Como prémio, uma destas obras de arte será concedida a um atleta escolhido diariamente, como um troféu exclusivo e personalizado. O outro sapato personalizado será entregue via passatempo online. Trata-se de um presente de que servirá de inspiração para a próxima geração de potenciais atletas olímpicos adidas. Para ganhar o prémio, os fãs deverão enviar o ‘retrato’ mais marcante de um momento do dia Olímpico. Na lista de artistas presentes destacam-se o reconhecido Nash Money, o londrino Fred Butler, designer de acessórios de adereços, Kara Messina, o talento emergente da streetwear art, e ainda o designer de acessórios e chapéus Nasir Mazhar, entre outros. Thomas van Schaik, Brand Manager Global da adidas, refere: "Londres é uma cidade criativa, com alguns artistas emergentes excelentes que podem agora colocar o seu estilo único e exclusivo no calçado adidas. O facto de toda a criação se passar em tempo real permite a todos um total envolvimento no espirito Olímpico, já que a base do processo criativo reside na definição dos momentos-chave diários dos Jogos". O projecto "miadidas Customisers' irá oferecer uma plataforma global para a comunidade criativa da cidade sede dos Jogos Olímpicos. O projecto está definido para mostrar um verdadeiro exercício de inspiração, criatividade e design - unidos pela adidas.
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Realizado pelo Santander Cultural Porto Alegre e Unisinos, iniciativa do próximo sábado explora os possíveis cenários futuros com participação de quatro profissionais Porto Alegre, 17 de julho de 2012 – No próximo sábado, em 21 de julho, o Santander Cultural e Unisinos dão continuidade ao seminário O design como valor agregado para a indústria criativa. Até 10 de agosto, sempre das 10h às 13h, na Sala multiuso da unidade de cultura do Santander na capital gaúcha, os encontros são abertos ao público, com 50 vagas por dia, por ordem de chegada. A programação, que faz parte da exposição Italian Genius Now, propõe debates sobre o processo de inovação orientada pelo design e metodologias ligadas à cultura.
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Economia Criativa: Ideias e Ideais Gerando Riquezas. Este é o tema do 5º Congresso Internacional de Inovação, promovido pelo Sistema FIERGS, por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS), Sesi-RS e Senai-RS, e que será realizado nos dias 30 e 31 de outubro, no Teatro do Sesi, em Porto Alegre. O evento vai abordar assuntos como consumo colaborativo, educação e tecnologia na construção do futuro, economia verde e indústria do entretenimento, com especialistas de todo o mundo. Entre os convidados, o professor da New York University e crítico cultural, Steven Johnson, fará a palestra "De onde vem as boas ideias?". Jonhson, que é colunista do The New York Times e do The Wall Street Journal e autor do livro que tem o mesmo nome da palestra, defende que as grandes inovações contemporâneas não surgiram da necessidade dos consumidores, mas da capacidade de sermos criativos com recursos que estão disponíveis. Com sua experiência em neurobiologia, explica de modo simples, como a criatividade pode melhorar radicalmente o desempenho pessoal e organizacional, e como as novas formas de conexão influenciam os negócios e a economia.
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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) está promovendo a produção brasileira nos segmentos de economia criativa, com ênfase na arte contemporânea, durante os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2012, em Londres. Como parte da exposição "Brazil at Heart" elaborada pela Embaixada do Brasil, está em exibição uma mostra de arte contemporânea brasileira, denominada Liquidscapes (Paisagens Líquidas). O evento foi idealizado em parceria com o Ministério do Esporte e a Embratur e apresenta ao público que está em Londres, para assistir aos eventos esportivos, informações sobre o país sede da próxima Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, em 2016. A mostra, que inclui um video mapping com projeção de imagens relacionadas ao Brasil e uma instalação foi desenvolvida pelo coletivo artístico Bijari, de São Paulo, formado por arquitetos e artistas que se dedicam à criação de artes visuais e multimídia. O Bijari é reconhecido como um centro de vanguarda em criação audiovisual e referência nos circuitos artísticos nacional e internacional.
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Aos 26 anos, o iraniano Mahbod Moghadam detestava seu emprego. Formado em Direito pela Universidade Yale, nos Estados Unidos, considerava torturantes as horas passadas dentro de um escritório de advocacia, no centro de Nova York. Quando foi demitido, em agosto de 2009, não reclamou. Passou a gastar as tardes do jeito que gostava – jogando conversa fora e ouvindo hip-hop. Com o tempo, seus dois grandes amigos de faculdade, Tom Lehman e Ilan Zechory, ambos com 25 anos, começaram a ficar preocupados. Moghadam estava obcecado. Seu único assunto era rap. De iPod na mão, ansioso, ele explicava cada verso com detalhes. Por horas. Lehman, um programador habilidoso, teve então uma ideia: criar um site terapêutico para o amigo. Nele, Moghadam colocaria suas letras prediletas e comentaria os trechos que quisesse. O nome seria uma referência ao rapper Notorious B.I.G., um de seus favoritos: Rap Genius. Continue lendo...
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Assessoria de Imprensa, Agencia de Comunicação, consultoria...
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Nos últimos anos, o Brasil cresceu, mudou de patamar econômico e, portanto, deve ser um articulador global do sistema de propriedade intelectual, ao mesmo tempo em que o tema deve ser parte essencial na agenda da indústria brasileira e também da sociedade em geral. Esta foi a conclusão do "Seminário de Propriedade Intelectual: onde estamos global e localmente", realizado em Brasília, no dia 31 de outubro, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O presidente do INPI, Jorge Avila, afirmou que o Brasil tem todas as condições de ser um dos principais articuladores do sistema internacional de propriedade intelectual, atuando como promotor de um sistema que facilite as transações globais envolvendo o conhecimento e, assim, gerando novas parcerias e desenvolvimento para todos. Para Carlos Eduardo Abidijaodi, diretor da CNI, ainda há dificuldades para inovar, como a questão tributária. No entanto, eventos como este, que reúnem o governo e empresas, servem para compreender o cenário e fazer as correções de rumo necessárias. Afinal, o mundo competitivo não vai parar, e a existência de um sistema eficiente de propriedade intelectual, com a repressão à pirataria, é decisivo para incentivar investimentos no Brasil. Um exemplo disso é a GE, que está investindo US$ 500 milhões num centro de pesquisa no Brasil. Abidijaodi destacou ainda que a propriedade intelectual deve estar, sem dúvida, na agenda empresarial brasileira, com o correto uso do sistema e a necessária modernização do marco legal. Por sinal, a CNI reafirmou seu apoio à adesão ao Protocolo de Madri. É neste cenário que o Brasil deve avançar na produção de ativos de propriedade intelectual, pois a participação nacional no mundo da PI, na visão dos estrangeiros, ainda é tímida, segundo o presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), Luiz Henrique do Amaral. Ele também destacou a importância de garantir estrutura ainda melhor ao INPI.
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GENEBRA - Para enfrentar gigantes como Amazon, livros eletrônicos e uma verdadeira revolução no mercado, nasce a maior editora de livros do mundo. Nesta segunda-feira, a alemã Bertelsmann anunciou que sua editora, a Random House, e a Penguin Group, da empresa britânica Pearson, chegaram a um acordo de fusão. A nova empresa terá como meta realizar uma ofensiva sobre o mercado global. Brasil, Índia e China estão entre as prioridades do grupo. Com um volume de negócios que chega a 3 bilhões e autores como Dan Brown, Toni Morrison, John Grisham e Patricia Cornwell em suas coleções, o acordo abre caminho ainda para uma consolidação no mercado de livros, justamente num momento de definição para muitas editoras. Só a Random House conta com 45 subeditoras, que colocam no mercado cerca de 200 livros por mês. Segundo analistas, os tradicionais livreiros estariam enfrentando dois desafios paralelos. O primeiro é a quebra de dezenas de redes de livrarias, já que parte das vendas se transferiu para a internet. Continue lendo na página do Estadão.com
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O concurso Coletivos Criativos, da Agência do Instituto Mundial para as Relações Internacionais (Agência IR.wi), está com as inscrições abertas até o dia 18 de novembro. A iniciativa, que vai apoiar a produção de dois curtas metragens e dez projetos de intervenções audiovisuais criativas, tem o apoio do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv). Os curtas devem ter entre cinco e dez minutos e um deles será exclusivamente para um coletivo do Distrito Federal. O objetivo das intervenções é contribuir para a formação e estímulo aos grupos de trabalhos coletivos, inovadores e criativos. Os interessados em participar devem se inscrever utilizando o CNPJ da empresa que será cadastrada como proponente do projeto e deve ter a atividade cultural como uma de suas finalidades. Coletividea O concurso apresentado pela Agência IR.wi faz parte de um projeto maior, chamado de Coletividea. Desenvolvido em parceria com a Secretaria do Audiovisual do MinC, o projeto busca mostrar a importância do momento do audiovisual brasileiro – que passa por constantes transformações e transcende as barreiras do cinema tradicional – e ainda oferecer uma nova forma de enxergar a cultura. Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail info@coletividea.com.br Acesse o site Coletividea e faça a sua inscrição
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No ano 2000, o decadente centro histórico de Recife recebeu investimentos que o transformaram num prestigiado polo de tecnologia. A revista Business Week o elegeu como um dos dez locais do mundo onde o futuro do planeta é pensado. A consultoria A.T. Kearney classificou o Porto Digital como o maior e mais rentável parque tecnológico do país. Com 135 empresas, o polo pernambucano movimenta R$ 500 milhões por ano com o desenvolvimento de softwares. Agora, aposta na chamada economia criativa para se reinventar. No mês passado, foi lançado o Delta Zero – Base Recife de Criação. Trata-se da primeira investida do polo fora da tecnologia da informação. O novo braço de capacitação investirá R$ 8,3 milhões em empresas ligadas a música, publicidade, cinema, games e animação. Iniciativas como essa fazem parte de um movimento inédito no Brasil para alavancar a economia criativa. E procuram resolver um problema de escala do setor. “A economia tradicional não suporta o que considera amadorismo dos criativos em gestão. Já os criativos têm dificuldades para lidar com a frieza dos números. Os dois lados não dialogam, e os negócios travam na largada”, diz Fernando Saboya, diretor do Porto Digital. “Queremos potencializar essa criatividade e gerar escala.”
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Manoel dos Santos diz que direito do autor não deve ser flexibilizado. Para Google, cliques gerados por agregador e busca oferecem 'audiência'. As diversas reproduções, na internet, de notícias produzidas por veículos de imprensa têm gerado debates sobre o direito à propriedade intelectual. Esse foi o tema de um dos paineis apresentados neste sábado (13), na 68ª Assembleia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol), que ocorre até o dia 16, em São Paulo. Uma das posições defendidas no debate é a de que a lei que protege o autor da peça jornalística, como a que existe em vigor no Brasil, não deve ser flexibilizada, já que ela garante a produção criativa. Para o jornalista e advogado especialista em propriedade intelectual Manoel Pereira dos Santos, "o que se busca não é um monopólio da notícia em si, da informação ou do fato. O que se quer é uma proteção para o trabalho criativo." Santos, que também é professor da FGV-SP, explicou que a lei brasileira permite apenas a reprodução de notícias entre veículos de imprensa, que podem citar peças de outros meios desde que citada a fonte. "Acho que esse direito de uso recíproco é suficiente e bem respeitado pelos veículos sérios", disse ele.
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A Prefeitura de São Paulo, em sintonia com as maiores cidades do mundo, tem se empenhado na formatação de ações em um segmento pouco difundido no país: a Economia Criativa. A área é geradora de renda para muitos profissionais, que talvez desconheçam fazer parte deste ramo do mercado. Com estudo realizado pela Fundap - Fundação do Desenvolvimento Administrativo e projeto sendo desenvolvido pela Semdet - Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, a administração municipal busca organizar as atividades na cidade e dar oportunidade a jovens talentos a ingressarem no mercado de trabalho, assim como tornarem-se empreendedores. De acordo com o coordenador de Desenvolvimento Econômico da Semdet, José Alexandre Sanches, o projeto de Economia Criativa está sendo estruturado e tem como principal premissa possibilitar que o jovem possa desenvolver a própria vocação criativa. "São Paulo tem ótimos indicadores neste segmento e muitos profissionais geram renda e emprego com as atividades existentes, no entanto, ainda perdemos muitos talentos que não têm nem a oportunidade de serem despertados para a economia criativa. Certamente, temos um celeiro de criativos aguardando por ferramentas e direcionamento adequado para serem inseridos no mercado", relata. O projeto, segundo Sanches, será nas áreas de edição e impressão, informática, publicidade e propaganda, com parceria do Senac - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial de São Paulo, Secretaria Municipal de Educação e Subprefeituras. A Semdet também dará subsídios para apoiar a gestão, organização e legalização das empresas criativas, além de promover o desenvolvimento de cadeias produtivas na área. Inicialmente, as aulas serão em Ceus da Zona Leste como Alto Alegre, Lajeado, Rosa da China, além da Casa de Cultura do Itaim Paulista. Com pouco mais de duas décadas de discussão e ações em países desenvolvidos, a economia criativa tem se mostrado alternativa relevante para movimentar o mercado. O termo teve origem na Austrália e, apesar da complexidade em conceituá-lo, já há algumas definições como a proposta pela Unctad, agência da ONU focada no comércio e desenvolvimento entre países: "O setor das indústrias criativas está no cruzamento entre artes, negócios, e tecnologia, em um relacionamento próximo que se reforça mutuamente". No Brasil, o segmento tem merecido atenção das esferas de governo que analisam a criação de órgãos voltados para pesquisar e apoiar o setor. São Paulo se destaca no cenário nacional e, segundo o levantamento da Fundap, não está longe de equiparar-se a cidades europeias como Londres e Nova York que possuem ações estruturadas na área. A cidade possui mais de 17 mil empresas criativas, sendo que o país concentra mais de 63,6 mil. O município concentra 15% dos profissionais da área e o segundo maior salário do país está entre os criativos com média de R$ 2.775. A área de tecnologia, por exemplo, possui mais de 49 mil empregos formais criativos e mais de 2,9 mil empresas; publicidade tem mais de 23, 7 empregos formais. Alguns setores que se enquadram no segmento de economia criativa são informática, publicidade e propaganda, ensino e cultura, arquitetura e design, moda, artes performáticas entre outros. Segundo levantamento da Fundap, estimativas de 2011 apontavam que a economia criativa representava entre 7 e 10% do PIB global e em relação a São Paulo representa 10% da riqueza produzida na cidade. Em 2010, as atividades criativas contribuíram com 104 bilhões de reais na economia brasileira, equivalente a 2,84% do PIB nacional.
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The Apple v. Samsung trial that begins in a San Jose federal courtroom on Monday could emerge as the most important patent dispute of the decade. Apple and Samsung are accusing each other of infringing on a number technology patents, while Apple also claims that Samsung’s Galaxy phones and tablets wrongfully copy the look and feel of the iPhone and iPad. The outcome of the battle could have far-reaching ramifications across the consumer electronics and mobile industries. Kevin Packingham, Samsung’s Chief Product Officer, knows what’s at stake, having previously worked as an executive at Sprint Nextel before launching a start-up that helped China’s Huawei bring its phones and tablets to the United States. Ahead of the trial, Packingham stopped by Wired’s newsroom in San Francisco to talk about Samsung’s role in the ongoing patent wars that have spawned dozens of lawsuits across the globe, involving not only Samsung and Apple, but also HTC, Motorola and Microsoft, among others. For its part, Samsung owns more than 100,000 patents worldwide, so it’s certainly no stranger to the patents game, and all the litigation it involves. Here is the edited conversation.
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A indústria criativa cresce no Brasil e consolida-se como opção de carreira. Os desafios do setor: o preconceito dos clientes e o amadorismo da concorrência São Paulo - Um estudo feito pela prefeitura de São Paulo mostra que, entre 2006 e 2009, a taxa média anual de crescimento do emprego formal na indústria criativa chegou a 8,3% no estado de São Paulo e a 9,1% na capital paulista. A participação do emprego criativo formal no total de vagas no Brasil é de 5,5%, chegando a 6,4% na cidade de São Paulo, onde a demanda por esse tipo de serviço é maior. Considerando que existe muita informalidade associada a essas atividades, é aceitável imaginar que haja mais pessoas trabalhando no ramo. Fazer carreira nessa área, no entanto, continua sendo uma tarefa tão complexa quanto incerta. "Infelizmente, precisamos educar o mercado, além de trabalhar", diz a designer gráfica Rafaela Vinotti, de 29 anos, dona de seu próprio estúdio, pelo qual já atendeu clientes como Natura, Nokia, Colgate-Palmolive e Sebrae. Um dos problemas para a indústria criativa brasileira é que grandes empresas ainda evitam trabalhar com pequenos empreendimentos criativos por receio de não receber um atendimento adequado. Isso acaba retardando a profissionalização do setor. Continue lendo.
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A chamada "Economia Criativa" é, segundo tendências mundiais, o grande motor do desenvolvimento no século XXI. Segundo a ONU é um setor que já é responsável por 10% do PIB mundial. É um conceito amplo o suficiente para incluir nossa diversidade, tanto de linguagem quanto de modelos de negócios, englobando uma vasta gama que vai do indivíduo que trabalha educação complementar por meio de música a uma grife de automóveis de luxo. O grande diferencial da Economia Criativa é que ela promove desenvolvimento sustentável e humano e não mero crescimento econômico. Quando trabalhamos com criatividade e cultura, atuamos simultaneamente em quatro dimensões: econômica (em geral, a única percebida), social, simbólica e ambiental.
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O Rio Grande do Sul está na mira do governo federal para receber recursos para o fomento da indústria criativa como parte da Política Nacional para Conteúdos Digitais Criativos. O ministro interino das Comunicações, Cezar Alvarez, participou, nesta quarta e quinta-feira, juntamente com o secretário estadual de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT), Cleber Prodanov, de uma visita aos parques tecnológicos São Leopoldo (Tecnosinos), Vale do Sinos (Valetec), em Campo Bom, ao Hamburgtec, em Novo Hamburgo, e ao Parque Científico e Tecnológico da Puc/RS (Tecnopuc). O objetivo é construir uma proposta para acelerar o setor da economia criativa no Brasil. Alvarez também passará por Pernambuco, Rio de Janeiro e Bahia.De acordo com o ministro interino, a indústria criativa é uma área estratégica, que atrai forte capitalização e mão de obra qualificada e bem remunerada. Por apresentar 15 parques tecnológicos, o Rio Grande do Sul tem grande potencial de se tornar referência global no segmento. “Queremos unir forças para consolidar uma política específica para produção, desenvolvimento e distribuição de conteúdos.”
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