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sobre o impacto do digital no ambiente da cultura
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Abundance on Trial: The Cultural Significance of “Sustainability” - by Joshua J. Yates | IASC-Culture.org

Abundance on Trial: The Cultural Significance of “Sustainability” - by Joshua J. Yates | IASC-Culture.org | ecologia digital | Scoop.it
Every now and then a single word emerges from our common parlance to achieve the status of a master term. Such a word gives expression to discrete needs and purposes, but it also provides a perspicuous lens through which to view the ethical disposition and emotional temper of a culture at a particular moment in time. The argument of this essay is that “sustainability” has become just such a word for our moment, deserving closer attention than it has so far received.

This essay seeks to address a set of neglected questions about the cultural significance of sustainability’s rise to a master term in our society and to distill its deeper moral and ethical salience from the wide spectrum of its connotations and applications. We will see how varying concerns over what Americans (and humans more generally) are not presently sustaining reflect a deep-seated anxiety that goes to the very heart of our most basic assumptions about what it means and takes to thrive in the contemporary world. Specifically, we will see how such assumptions are themselves connected to growing uncertainty over whether the relationship between humans and nature is one primarily defined by scarcity or abundance. In light of these anxieties and uncertainties, we will also see how the rise of sustainability to a master term represents accumulating disappointment and disillusionment with those key terms once believed constitutive of modern progress—terms like “development,” “improvement,” and “growth.” The cultural significance of sustainability, in other words, is related to the mounting scrutiny and doubt now facing the master terms of modern progress.

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a transformação em rede | dia a dia, bit a bit… por Silvio Meira

a transformação em rede | dia a dia, bit a bit… por Silvio Meira | ecologia digital | Scoop.it

um mercado está sujeito à maldição de zucker quando é possível promover novos níveis de virtualização graças a [novos] usos de [novas]tecnologias, métodos e processos digitais e de conectividade; quando há problemas de acesso e entrega [de produtos e serviços] que podem ser resolvidos em rede; quando é possível agregar mais informação e sua disseminação a produtos e serviços, criando as bases para que o ciclo SFO [S para "search", buscar; F para "find", encontrar e O para "obtain", obter] funcione em rede; onde é possível digitalizar o mercado em rede, no todo ou parte, para que novos valores sejam gerados, transformados, agregados e capturados por produtores, intermediários e consumidores [estas são situações onde é possível, em rede, alterar ou influir no DNA do valor]; onde é possível redefinir o mercado em termos de redes e seus efeitos, reposicionando agentes nas cadeias de valor, de tal forma que a conectividade resultante promova muitos níveis de interação entre consumidores [fluxos P2P], facilitando transações diretas e criando comunidades capazes de [em tese] promover acesso universal aos produtos e serviços do mercado em consideração.

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Sabine Blanc: Amanhã, fábricas em nossas salas | Le Monde Diplomatique Brasil

Sabine Blanc: Amanhã, fábricas em nossas salas | Le Monde Diplomatique Brasil | ecologia digital | Scoop.it
Reapropriar-se dos meios de produção: Karl Marx sonhava com isso, e um pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT) fez. Em 1998, o físico norte-americano Neil Gershenfeld criou um curso intitulado “Como fabricar (quase) qualquer coisa”, incluindo sessões sobre a concepção de protótipos para ajudar os alunos na elaboração de seus projetos de pesquisa. Para isso, eles dispõem de todo um aparato de meios de fabricação digital, em particular máquinas-ferramentas que, ao aplicarem camadas de plástico umas sobre as outras, transformam um arquivo em um objeto bastante real – cortador a laser capaz de talhar madeira ou ferro, fresa digital etc. Os alunos adoram, a ponto de voltar ao laboratório nas horas vagas para ali dar asas à imaginação criativa e transformar em realidade seus próprios projetos.

O lance de gênio do professor foi estruturar esse artesanato altamente tecnológico criando em 2002 o conceito de fab lab (fabrication laboratory), com portal, logotipo, termos de uso, comunidade etc. Esse leve verniz de marketing contribuiu para seu crescimento, impondo uma “marca” de referência. Concebido para facilitar o acesso às máquinas, o primeiro fab lab era reservado aos estudantes; mas rapidamente a porta se abriu, ampliando o acesso e contribuindo para democratizar a fabricação digital pessoal em escala mundial. Assim, a confecção de protótipos, apanágio da indústria e de especialistas como designers, passava a ser acessível também a particulares. E os trabalhos manuais, muitas vezes vistos como uma tarefa entediante, tornavam-se atraentes. E potencialmente subversivos

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Há uma nova religião na Suécia e os direitos de autor não vão gostar | Publico.pt

Há uma nova religião na Suécia e os direitos de autor não vão gostar | Publico.pt | ecologia digital | Scoop.it

A missão dos membros da Igreja do Kopimism não podia ser mais simples, como se pode ler num comunicado publicado no site oficial: “Para a Igreja do Kopimism, a informação é sagrada e o acto de copiar é um sacramento. A informação possui um valor em si mesma e naquilo que ela contém e esse valor é multiplicado através da cópia. Assim, o acto de copiar é central para a organização e para os seus membros”.

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