Drones\UAV'S em Portugal
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O que são UAV'S - Aeronaves Não Tripuladas?

A palavra Drone é uma palavra comum em inglês, usada no meio dos criadores de abelhas, pois refere-se ao macho das abelhas, o zangão.

 

Contudo, no meio tecnológico e bélico, drone, refere-se a uma aeronave não tripulada, ou seja, que não necessita de pilotos embarcados para ser pilotada, pois o seu controlo é efetuado remota ou automaticamente.

 

É, por isso, também conhecida por VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado), ou VARP (Veículo Aéreo Remotamente Pilotado), ou ainda UAV  (também do inglês Unmanned Aerial Vehicle).

 

As suas características são muito semelhantes às de aeronaves tripuladas. Variam consoante a função para a qual são destinadas, podendo ter um comprimento e envergadura maior ou menor do que as aeronaves convencionais (Neto e Almeida, 2009). A ausência de piloto permite uma maior mobilidade para as manobras, para além do baixo custo operacional. Na sua construção, são utilizados materiais de fibras de carbono, kevlar, ligas leves de alumínio, ligas de titânio e fibras de vidro. Podem possuir motores elétricos, à explosão, turbojato ou turbo-hélice 

 

Estes aviões são controlados à distância por meios eletrónicos e informáticos, podendo estar sob supervisão humana, ou sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis.

 

De forma resumida, pode definir-se como uma plataforma de baixo custo operacional, conduzida por controlo remoto em terra ou que segue um plano de voo previamente traçado, capaz de executar diversas tarefas, tais como: monitorização, reconhecimento tático, vigilância, mapeamento, ataque e outras ações que variam consoante os equipamentos que tem instalado.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ve%C3%ADculo_a%C3%A9reo_n%C3%A3o_tripulado

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UAV'S na GNR

UAV'S na GNR | Drones\UAV'S em Portugal | Scoop.it

A GNR também já tem um meio aéreo não tripulado. O avião, um quadricóptero de reconhecimento, custou quase 40 mil euros.

Ainda não foi usado em nenhuma missão e tem estado "estacionado" na Unidade de Intervenção da Guarda.

 

O comando-geral da GNR justifica a aquisição com o facto de o aparelho "ter um conjunto de potencialidades enormes" e que serão usadas em "operações de natureza distintas".

Por um lado, sublinha a GNR, o quadricóptero poderá ser usado no âmbito da protecção e do socorro, em substituição dos tradicionais helicópteros. "Pode ajudar na detecção de incêndios e em operações que envolvam o desaparecimento de pessoas em locais de difíceis acesso", exemplifica o capitão Marco Cruz, das relações públicas.

 

Por outro lado, o aparelho tem acoplados sistemas de vídeo e de fotografia que vão servir para avaliar áreas ardidas, no âmbito da actuação do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA). Outra das utilizações possíveis prende-se com o controlo costeiro, em zonas onde o sistema CIVIC não chega ou "ao abrigo dos projectos em que a GNR participa no âmbito da vigilância e segurança das fronteiras da União Europeia".

 

O drone é diferente dos da PSP. Não precisa, por exemplo, de uma plataforma para descolar - levanta e aterra na vertical - e só pode ser usado fora de áreas urbanas, porque é necessário que quem comanda tenha contacto visual permanente com o aparelho.

 

http://www.afceaportugal.pt/2013/eventos/ETP_RPAS__GNR_UAV_CONOPS_v3_en.pdf

 

http://www.afceaportugal.pt/2013/eventos/Apresentacao_GNR.PDF

 

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Veículos autónomos de apoio a operações navais na Marinha Portuguesa

A Marinha, em parceria com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), realizou, nas zonas de Sesimbra, Tróia e Santa Cruz, o Exercício "Rapid Environmental Picture 2012" (REP12), o qual visou demonstrar e testar veículos autónomos no apoio a operações navais.

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Nem sempre o lançamento manual dos drones corre bem - lançamento do primeiro drone da marinha portuguesa

A marinha portuguesa fez a primeira demonstração pública de um drone desenvolvido em Portugal. O voo inaugural, que contou com a presença do MDN, não correu bem e foi alvo de muita polémica e comentários da população como: "dinheiro dos contribuintes lançado ao Tejo". 

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UAV ajuda em salvamento no mar

Um drone equipado com boias salva vidas pode ajudar o salvamento de pessoas em perigo de afogamento.

 

No vídeo acima é possível verificar essa mais valia, conseguida através do uso dos drones.

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Drones civis sem legislação

Drones civis sem legislação | Drones\UAV'S em Portugal | Scoop.it

Lembrando que um drone pode ter acesso a locais muito superiores aos alcançados por uma vigilância clássica, no terreno, o advogado Melo Alves sublinha que o uso deste equipamento deve seguir as mesmas regras aplicadas à captação de imagens e escutas telefónicas.

“É indiscutível que para as polícias vigiarem e fotografarem um cidadão suspeito têm de ter autorização judicial. Ora, o drone é um meio oculto de investigação e o seu uso não deve ficar ao critério da Polícia. É o juiz quem deve, em cada caso, ponderar se é ou não proporcional. Passa-se o mesmo com as escutas ou as acções encobertas. Um crime de tráfico de pessoas até permite usar estes meios, mas o juiz pode entender que é desproporcional”.

 

Fernando Negrão, que preside à Comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, partilha a mesma visão.

“Para vigiar suspeitos de um crime de furto simples, por exemplo, justifica-se o uso de drones? Até por questões de custo-benefício, mas sobretudo por razões de proporcionalidade, estes limites devem ser definidos” - defende o ex-director da PJ, lembrando que esta matéria deve servir para questionar e regulamentar questões mais abrangentes, relacionadas com o uso de meios técnicos e electrónicos na investigação criminal.

“Não se sabe, regra geral, como são feitas as vigilâncias policiais, a não ser que alguém levante o problema. Num relatório da PJ, não se revela se são feitas dentro de uma viatura, se essa viatura tinha meios electrónicos e quais”.

Quantos às manifestações, Negrão também aconselha cautela. “Não tenho dúvidas de que pode ser muito útil, mas que não sirva para identificar pessoas, grupos ou cartazes, mais uma vez devem ser impostas regras”.

 

Bruxelas quer impor regras

“Os drones podem ter outro tipo de equipamento, além de câmaras, que pode igualmente pôr em causa a privacidade das pessoas”, avisa Clara Guerra, porta-voz da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), lembrando que, sempre que estiver em causa o tratamento de dados pessoais, como a captação de imagens de pessoas, quem usa drones deve notificar a Comissão - o que nunca aconteceu.

Mesmo para detectar incêndios, se forem captadas imagens de civis, a CNPD tem de ser notificada.

Mas não há, em Portugal ou na União Europeia (UE), legislação específica que regule a utilização deste tipo de aparelhos - confirma Clara Guerra, adiantando que este assunto está na ordem do dia nas instâncias europeias e “será analisado, em particular pelo Grupo de Protecção de Dados da UE, no qual a CNPD está representada, e pela própria Comissão Europeia, através da realização de estudos”.

 

http://www.publico.pt/mundo/noticia/os-drones-civis-ja-chegaram-mas-a-lei-vem-a-caminho-de-carroca-1621094

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Lançamento de Drone da Marinha Portuguesa - Melhor do que Falecer

O humorista Ricardo Araújo Pereira brincou , no seu programa "Melhor do que falecer", com a falha no lançamento do Drone da Marinha Portuguesa. São 2,20min a rir...

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Como funcionam os UAV'S

Para que o uso dos drones seja eficaz, é necessário um amplo aparato tecnológico que inclui bases terrestres de operação, aviões auxiliares e uma rede de monitorização de satélites. Os ataques são feitos de locais distantes dos alvos destinados e são operacionalizados a partir de telas de computadores que expõem a área a ser afetada. Uma vez que não são tripulados, funcionam apenas como um sistema de ataque na eliminação de um alvo. Pode-se comparar estes aparelhos a um jogo de vídeo em que os operadores, à distância, atacam os seus inimigos, acabando com vidas por controlo remoto.

 

Os principais sub-sistemas de um drone são: os dispositivos a bordo, a estação terrestre e todos os dispositivos que permitem a interligação entre eles. A comunicação entre dispositivos é realizada via radiofrequências por banda ISM (Industrial, Scientific and Medical), sendo esta a mesma banda do WLAN (Wireless) e WPAN (Bluetooth). O núcleo principal a bordo da aeronave deverá ser um micro controlador ou um computador de voo. Este dispositivo é responsável por adquirir e processar toda a informação da aeronave, manter o contato com a estação terrestre e executar o software de controlo.

Os outros componentes que a aeronave deverá ter a bordo, são: os sensores, os atuadores, e outros dispositivos necessários para a missão a que esse drone foi projetado. Em solo terrestre, deverá existir uma estação de controlo, geralmente composta por um computador, um modem de transmissão de dados e um radio de controlo para efetuar o controlo manual caso seja necessário.

 

Antes da descolagem, são inseridos, no GPS da estação, os pontos geográficos de latitude e longitude que se deseja que o aparelho cubra. Da base, os dados são transmitidos via radiofrequência para o GPS da aeronave, que seguirá o rumo pré-estabelecido. 

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UAV'S na Força Aérea Portuguesa (Projeto Pitvant)

O Pitvant (Projeto de Investigação e Tecnologia em Veículos Aéreos Não-Tripulados) é um projeto da Força Aérea Portuguesa e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.


Aprovado por Sua Excelência o Ministro da Defesa Nacional em 11 de Agosto de 2008, e cuja duração é de sete anos, teve oficialmente o seu início em 24 de Novembro de 2008.
A sua concretização tem por base a experiência e o know-how da Academia da Força Aérea (AFA) e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), bem como a experiência e o know-how das Instituições a ele associadas, que manifestaram particular
interesse em colaborar, numa base de complementaridade e reciprocidade, num projecto inovador, com impacto significativo, tanto no campo militar, como civil.


O PITVANT é um projecto de grande dimensão, fortemente inovador, envolvendo várias instituições nacionais e estrangeiras, tendo como objectivo desenvolver tecnologias, doutrinas, formação e treino, inerentes à nova valência do poder aéreo do século XXI, valência essa que a Força Aérea, à semelhança das suas congéneres da NATO, e não só, terá necessidade de vir a implementar, para melhor poder cumprir a missão que estatutariamente lhe está cometida.

 

Pela sua natureza, o PITVANT tem suscitado o interesse, não só dos outros Ramos das Forças Armadas e de Forças de Segurança, mas também de outras entidades civis, governamentais e não-governamentais.


Como objectivos específicos do PITVANT são de destacar os seguintes:


       a) Desenvolver tecnologias em diversas áreas, das quais se destacam:

                    i) projecto, construção e teste de plataformas de pequena e                      média dimensão (peso máximo à descolagem inferior a 150                        kg);

                    ii) controlo cooperativo de vários veículos com iniciativa                            mista;

                    iii) inter-operabilidade de sistemas;

                    iv) sistemas de visão avançados;

                    v) fusão de dados de sensores;

                    vi) sistemas de navegação, tendo em vista a sua integração

                 em sistemas de veículos aéreo autónomos não-tripulados.


       b) Desenvolver novos conceitos de operação de sistemas de veículos aéreos autónomos não-tripulados, de pequena e média dimensão (do nível 0 ao nível 2) a serem utilizados em missões militares, e sua posterior validação em ambiente operacional.


       c) Testar a utilização dos sistemas e tecnologias desenvolvidos num largo espectro de missões, tanto militares como civis, das quais se destacam, entre outras, as seguintes:

                   i) missões ISR;

                   ii) missões de combate executadas por equipas cooperativas                de UAV’s, algumas delas com iniciativa mista;

                   iii) testes pioneiros de avaliação do sistema GNSS-Galileo;


       d) Formar pessoal com capacidade para definição de requisitos, operação e manutenção de sistemas de veículos aéreos autónomos não-tripulados.

 

http://www.academiafa.edu.pt/conteudos/investigacao/O%20PROGRAMA%20DE%20INVEST%20E%20TECNOLOGIA%20EM%20VA.pdf

 

http://www.emfa.pt/www/po/unidades/subPagina-10D00-019.005.003.004-pitvant

 

http://www.defesa.pt/Documents/PITVANT%20MDN%20NOV12[1].pdf

 

 

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Operação "Multi UAV" da Força Aérea Portuguesa

Multi-UAV é uma operação levada a cabo pelo projeto PITVANT R&D Program, na Ota.

 

Duas aeronaves Antex-X02, com os números de cauda 02 e 06, efetuaram simultaneamente voo autónomo com um desfasamento em altitude de 50 metros (cerca de 164 pés).

Após descolagem manual, cada uma das aeronaves passou a modo automático e seguiu uma rota pré-definida. Em terra, duas equipas de operação, totalizando 5 elementos, seguiam o desempenho das aeronaves. Após a passagem sobre os pontos pré-definidos, cada uma das aeronaves passou novamente para modo manual e aterrou sem problemas. 

Este voo é mais uma etapa na operação multi-UAV que se preconiza no PITVANT. Com efeito, a equipa mista de elementos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e da Academia da Força Aérea já vem há muito treinando os procedimentos de operação e emergência para voo multi UAV. Os próximos passos passam por mais voos como o que se realizou para que se possam validar os procedimentos desenvolvidos, e posteriormente avançar para a implementação de técnicas de controlo cooperativo em que as aeronaves comunicam uma com a outra e realizam uma missão de forma coordenada. Também se prevê a redução do número de elementos em terra, necessários para a operação de duas ou mais aeronaves no ar, em simultâneo. 


http://www.operacional.pt/%E2%80%9Cpitvant%E2%80%9D-primeiro-passo-para-um-uav-portugues/


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UAV'S na PSP

A compra de dois drones pela Polícia de Segurança Pública foi autorizada no dia 19 de julho de 2013 e foi objeto de um contrato classificado como secreto. Os aparelhos que foram comprados por 200 mil euros à empresa Tekever, já foram testados na área envolvente ao Parque das Nações, na zona da Ota, em Alenquer, e nas imediações da Unidade Especial de Polícia, em Belas. 

 

Os drones adquiridos vêm equipados com duas câmaras de filmar e instrumentos de visualização remota, dispondo de autonomia de voo de duas horas — a um máximo de 150 metros de altitude —, de um alcance de 20 kms e de alta tecnologia de comunicações.

Estes drones pesam cerca de 5Kg, têm uma envergadura de 1,8 metros e são lançados manualmente, aterrando com o auxílio de um para-quedas.

 

A PSP considera estes aparelhos essenciais na prevenção e combate da criminalidade.

 

http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=3581358&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA

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TEKEVER - A empresa Portuguesa que constrói UAV'S

TEKEVER - A empresa Portuguesa que constrói UAV'S | Drones\UAV'S em Portugal | Scoop.it

Quantos portugueses sabem que um AR4 "Light Ray", de concepção e fabrico português, foi o primeiro UAV (unmanned aerial vehicle) de sempre a efectuar uma demonstração de voo no prestigiado "Farnborough International Air Show" no Reino Unido? Foi um marco na história desta fantástica mostra internacional da aviação civil e militar, mas também, sem dúvida, da aeronáutica portuguesa.

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Portugal visto do Céu - imagens captadas por drones

Portugal visto do Céu - imagens captadas por drones | Drones\UAV'S em Portugal | Scoop.it

O proprietário de um drone, Helder Afonso, criou um site com fotos capturadas pelo seu drone. Imagens vistas de forma única do País.
http://www.helderafonso2.weebly.com

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Drones pelo mundo - Drones protegem elefantes e rinocerontes dos parques nacionais do Quénia

Drones pelo mundo - Drones protegem elefantes e rinocerontes dos parques nacionais do Quénia | Drones\UAV'S em Portugal | Scoop.it

Uma medida financiada por vários governos e implementada depois de um programa piloto bem-sucedido, onde a caça ilegal no Quénia diminuiu 96%.

 

Desde 2012 que o Quénia perdeu mais de 435 elefantes e cerca de 400 rinocerontes devido à caça furtiva.

Só este ano os caçadores já mataram 18 rinocerontes e 51 elefantes.

 

“O uso de drones mostrou que podemos prevenir a caça e prender muitos caçadores furtivos. Através da utilização de radiofrequências para monitorizar os parques e os movimentos dos animais, os drones vão ter uma funcionalidade que vai permitir localizar os caçadores ainda antes de matarem qualquer animal”, explica Udoto.

 

Os aparelhos vão fornecer às autoridades nacionais e aos guardas dos parques informação constante, durante 24 horas.

 

http://www.oeco.org.br/guardian-environment-network/26369-avioes-robos-os-drones-ajudam-a-monitorar-vida-selvagem-sp-1482590902

 

http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planeta-urgente/google-earth-e-drones-salvam-elefantes-no-quenia/

 

 

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É possível comandar drones através de Android

É possível comandar drones através de Android | Drones\UAV'S em Portugal | Scoop.it

Agora já não se encontra limitado a aparelhos Apple.

O popular sistema Android também já recebeu a sua aplicação gratuita para controlar Drones.

 

http://www.youtube.com/watch?v=z8YeE9fUT7w

 

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