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Os horários nobres do Facebook no Brasil – 2ª edição

Os horários nobres do Facebook no Brasil – 2ª edição | Cultivare | Scoop.it
Quais são os horários nobres do Facebook? Pela segunda vez, identificamos os períodos de maior movimento na rede social usada por mais de 67 milhões de bras
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Arrombaram o armário: o marketing do arco-írisBlog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais

Arrombaram o armário: o marketing do arco-írisBlog Mídia8! » Comunicação digital e redes sociais | Cultivare | Scoop.it
Arrombaram o armário: o marketing do arco-íris
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#SMWSP: Empresas mais próximas dos consumidores é tendência atual nas redes sociais «

#SMWSP: Empresas mais próximas dos consumidores é tendência atual nas redes sociais « | Cultivare | Scoop.it
Empresas mais humanas e amigas dos consumidores é a tendência atual do mercado para que as marcas consigam uma boa performance nas rede sociais.
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A alavanca das mídias sociais

A alavanca das mídias sociais | Cultivare | Scoop.it
Tenho uma filha de 15 anos que, como a maior parte dos adolescentes do meio dela, vive conectada.

 

O fato é que há pouco tempo ela postou um vídeo simples no Ask.fm, fazendo cover de uma canção em inglês. Numa progressão impressionante, o vídeo recebeu no próprio Ask.fm cerca de 200 curtidas em 2 dias, que geraram 5.000 perguntas em 3 dias e seguiram assim outros vídeos que alcançaram 25.000 curtidas e mais de 110.000 perguntas em cerca de 20 dias. Nesse período pulou de 400 assinantes no Facebook na primeira semana para 5.500 assinantes em 3 semanas.

 

Aplicando a lição ao universo dos negócios, ao ativar um canal ou perfil em redes sociais, uma empresa deve estar preparada para responder por ele e pela demanda que for gerada. E se essa demanda aumenta vertiginosamente tem quem estar pronta para crescer junto e rápido, sob pena de reverter expectativas e gerar buzz intensamente negativo. Quando a marca não é forte e conhecida o suficiente, o mais comum nas empresas de menor porte, normalmente menos estruturadas, isso pode ser fatal para os negócios. A alavanca das mídias sociais tanto faz subir quanto descer. Por isso não é coisa para amadores. Quem aspira a estrelar nos grandes palcos corporativos não pode encarar as mídias sociais como ensaio. Pensar – e preparar – o negócio com foco no social pode evitar as vaias que encerram a turnê antes da hora. Mas quem gosta pede bis.

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O que os políticos podem e o que não podem fazer nas redes sociais

O que os políticos podem e o que não podem fazer nas redes sociais | Cultivare | Scoop.it
No próximo dia 7 de outubro, vamos todos escolher os prefeitos e vereadores para nossas cidades para os próximos 4 anos. Nessas eleições, no entanto, observa-se a intensificação de um fenômeno já observado nos Estados Unidos: o uso das mídias ...
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A importância das redes sociais para as empresas

A importância das redes sociais para as empresas | Cultivare | Scoop.it

Atualmente as redes sociais fazem parte do dia-a-dia das pessoas e das empresas de todo o planeta. Desde a chegada do Orkut e com o crescimento do Facebook e Twitter com acessos por computadores e também por tecnologias móveis, como celulares e tablets, as mídias sociais se transformaram em uma febre mundial. Muitas empresas, de olho no grande número de pessoas que interagem diariamente por meio das redes sociais, passaram a expor as suas marcas e seus produtos de forma desenfreada, em busca de oportunidades para alavancar seus negócios. Mas será que estão fazendo isso da forma correta?

 

Como todo projeto de crescimento é preciso investir. E diante da novidade que as redes sociais ainda são para muitos empresários, a maioria deles iniciam um trabalho nesses canais de forma amadora, sem planejamento, verba ou profissionais especializados para administrar seus perfis.

 

Segundo Luciana Maryllac, gerente demarketing digital da Agência RS, muitos empresários não querem investir em um serviço especializado em redes sociais, pois antes de iniciarem já querem saber o retorno sobre investimento (ROI), o que muitas vezes só é possível após um período de teste e execução do trabalho. "É preciso direcionar uma verba para adsense, investir na divulgação das mídias sociais da marca/produto. Não há como prever o ROI exato antes de começar um projeto. O mais interessante é testar por um período e analisar o desempenho dos seus perfis e, dessa forma, criar um histórico de dados para aumentar o investimento direcionados nos resultados positivos e na experiência (know-how) obtido", explica.

 

Outro detalhe importante é planejar a produção de conteúdo que explore ao máximo cada ferramenta das redes sociais (textos, fotos, vídeos, notas e aplicativos) para que o perfil não se torne monótono e irrelevante. Com um bom trabalho de conteúdo se conquista o interesse e fidelidade dos seguidores.

 

Este estreitamento da relação entre público e marca através das mídias sociais, explica Maryllac, ajuda o empresário identificar pontos importantes da sua empresa. "Nas redes sociais digitais as pessoas desenvolvem uma capacidade de relacionamento maior que por um e-mail ou telefone. Muitos preferem buscar e receber dicas dentro das mídias sociais pela facilidade e comodidade que esse meio oferece. É por meio dessa troca que a empresa pode identificar pontos fortes e fracos de sua marca. Sendo assim, obtém um feedback em tempo real do público e consegue traçar perfis e definir novas estratégias”, analisa.

É possível afirmar que as mídias sociais se posicionam como mais um importante canal de comunicação, formando uma rede de relacionamento direto entre a empresa e seus consumidores. Ficar de fora delas é deixar de lado opiniões importantes que podem colaborar para crescimento da marca/empresa. Estar inserido no ambiente digital, sem um planejamento adequado, poderá deixar os seguidores, fãs e possíveis novos clientes entediados e com uma percepção negativa sobre a empresa.

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Redes sociais, alguém não usa?

Redes sociais, alguém não usa? | Cultivare | Scoop.it
"59% das empresas brasileiras utilizarão no ano de 2012 ações no mundo on-line, destes 27% dos orçamentos digitais serão voltados para anúncios nas redes sociais.
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Onde estão as fontes oficiais de informação nas redes sociais?

Onde estão as fontes oficiais de informação nas redes sociais? | Cultivare | Scoop.it

Pela minha formação em jornalismo, muitas vezes me deparo com colegas da área menosprezando as redes sociais como fonte oficial de informação.


Importante ressaltar o oficial, pois o jornalismo sério segue alguns critérios de apuração e entre eles está exatamente esse. Para garantir a credibilidade e reputação, um conteúdo só é validado após uma fonte oficial, mas como saber se uma pessoa é ou não esse tipo de fonte?


Tem diversos estudos e frentes sobre o assunto, eu vou apresentar aqui o que acho mais adequado para nosso ambiente virtual.


O americano Herbert Gans, nos livros “Deciding What’s News” e “Negócio na Relação Fonte–Jornalista” (EUA, 1979), estudou o comportamento dos jornalistas na CBS, NBC, Time e Newsweek. Definiu três tipos de fontes informativas:


Institucionais: como o nome diz, a empresa ou organização envolvida na matéria. Pode ser uma nota no blog corporativo deles, em um Twitter autenticado da companhia, etc.


Oficiais os estáveis: seriam cargos de poder, como políticos, empresários, líderes religiosos, porta-voz de grandes empresas, etc.


Provisórias: especialistas no assunto abordado, vítimas, personagens, testemunhas, sindicatos, anônimos, etc.
Para Philip Schlesinger (1992), uma fonte não deve ser classificada como “oficial” e “não – oficial”, pois é simplista. O estudioso defende que há uma relação direta entre “fontes de informação” e “informação eficaz” o que tornaria a classificação de fones menos prioritária que a informação. Para Phillip fonte de informação é:


1. Determinar uma mensagem bem definida, articulada segundo os melhores critérios de satisfação dos valores noticiosos;
2. Definir os canais de busca mais apropriados (ex.: blog, revista, site);
3. Reunir o máximo de informação útil quanto possível;
4. Sucesso/aceitação;
5. Prever ou neutralizar as reações dos adversários.

 

Um exemplo bem simples, só para a gente não ficar na teoria, seria: você fica sabendo que a Petrobras vai fazer um grande investimento, então você vai até os canais oficiais da empresa apurar (blog, Twitter, Fan Page, LinkedIn, etc). Depois você tenta falar com um porta-voz da empresa para conseguir um depoimento e oferecer credibilidade para sua apuração. Então você procura especialistas no tema para oferecer uma análise da novidade, se ela é boa, no que ela afetaria a economia brasileira. Por fim, pode procurar algum personagem que daria o ar mais humano para a matéria, com alguma história de vida que mostre como aquela mudança e aquela análise se aplicariam na vida real.

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Infográfico mostra o perfil dos brasileiros nas redes sociais

Infográfico mostra o perfil dos brasileiros nas redes sociais | Cultivare | Scoop.it

Que o acesso ao Facebook está cada crescendo cada vez mais entre os brasileiros e que esta é a rede que mais agrada a nação, não é mais novidade. Mas, um novo infográfico, desta vez publicado pela Revista Galileu, com dados da comScore, apresenta outras informações bem interessantes sobre o comportamento e perfil dos brasileiros nas redes sociais.

 

Além de mostrar os sites com mais usuários, a ilustração apresenta a frequência de uso de cada uma das redes. Segundo as informações (também já confirmadas por outros estudos), a maior parte dos acessos é feitos por mulheres, com 58,7%. No total, 90,8% dos internautas do país acessam ao menos uma dessas plataformas e gastam em média 4,9 horas mensais na vida social online.

 

Vale ressaltar o quanto um bom posicionamento da marca nas redes sociais é importante, já que, segundo informações do infográfico, 74% dos usuários curtem empresas no Facebook e 54% as seguem no Twitter. Os dados demonstram também que, antes de efetuarem alguma compra, 41% das pessoas fazem pesquisas nos sites de relacionamento. Além disso, 2 a cada 3 pessoas dão feedback via sites como estes.

 

Fonte: http://www.i9socialmedia.com/infografico-mostra-o-perfil-dos-brasileiros-nas-redes-sociais/

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Priscilla Saldanha: Muito prazer, mídias sociais!

Priscilla Saldanha: Muito prazer, mídias sociais! | Cultivare | Scoop.it

Mas o que são mídias sociais?

 

Oficialmente, a mídia social é “um termo genérico que define as diversas atividades que integram tecnologia, interação social e a construção de palavras, imagens, vídeos e áudio”. Também dá pra dizer que é uma produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos, sempre sendo produzido de muitos para muitos.

 

Simplificando um pouco, mídia social é uma plataforma web em que publicamos o que “vem em nossa cabeça” para diversas pessoas, em formato de texto, imagem, link e vídeo.

 

Como elas interferem no nosso dia a dia?

 

Antes da internet a gente costumava se reunir para partilhar os acontecimentos das nossas vidas e expor nossas idéias. Por exemplo, quando casávamos, levávamos nossos amigos e parentes para ver a casa nova e as fotos da lua de mel. Agora diretamente da lua de mel enviamos fotos pelo Instagram, mensagens no twitter e as fotos viram álbuns no Facebook. O álbum físico, com capa bonita, virou item especial para os noivos, apenas. Não é mesmo?

 

Com toda evolução da web, as mídias sociais chegaram para agregar na internet e fazer com que as mensagens sejam disseminadas em uma velocidade cada vez maior.

 

E quais são os benefícios para o meu negócio criativo?

 

O alcance das mensagens é muito maior
As pessoas “adotam” e interagem diretamente com suas empresas favoritas
Não existe barreira geográfica!
Quando poderíamos imaginar que teríamos um espaço para falar o que achamos, quando quiséssemos e com qualquer pessoa do mundo?

Isso mostra o quanto as mídias sociais são fortes e quebram barreiras jamais pensadas. Elas conquistaram o espaço e o coração de milhões de pessoas no Brasil e no Mundo. Por isso, cada vez mais as marcas utilizam-se delas para promover seus produtos.

 

Existem mais de 100 tipos de mídias sociais que vão desde plataformas de imagens e vídeos, até locais para armazenar textos ou aprender idiomas, por exemplo. O importante é saber quais são as mais acessadas aqui no Brasil e quais se adequam ao seu tipo de marca/produto, para que ele seja apresentado e divulgado com maior impacto.

 

Atualmente, Facebook, Twitter, Linked In e YouTube são as mídias sociais mais utilizadas por pessoas físicas e empresas. Outras que também vivaram as “queridinhas dos internautas” foram o Instagram, Flickr e Pinterest.

 

Nos próximos posts, vou explicar características, utilidades e funções de cada uma delas para que vocês conheçam as principais de maneira mais profunda e depois possam avaliar quais valem a pena utilizar para a divulgação do seu trabalho. Ok?

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Parece Facebook, mas não é: são as redes educativas

Parece Facebook, mas não é: são as redes educativas | Cultivare | Scoop.it
Redes sociais educativas ganham força nos Estados Unidos e começam a ser usadas no Brasil. Entende como elas funcionam.
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Em Olinda, simpósio discute negócios nas mídias sociais

Em Olinda, simpósio discute negócios nas mídias sociais | Cultivare | Scoop.it
Em Olinda, simpósio discute negócios nas mídias sociaisGlobo.comAlém de estar presente quase 24 horas por dia na vida das pessoas, as redes sociais também se mostram cada vez mais importantes para o sucesso de uma empresa no mercado atual.
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Turbine o relacionamento com o cliente

Turbine o relacionamento com o cliente | Cultivare | Scoop.it

Temos falado aqui no nosso blog do uso do Zoho CRM e suas facilidades. Sabe qual é a última? Aliar a mania do momento da maioria do brasileiro: redes sociais!


Visando construir um melhor relacionamento com seus clientes e crescer o seu negócio, é possível associar os perfis do Linkedin e Facebook ao seu sistema Zoho CRM. Dessa forma os representantes de vendas podem adquirir mais conhecimentos sobre as perpectivas, permitindo assim, conhecer o cliente e interagir melhor no momento da venda.

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Você Acha que o Marketing nas Mídias Sociais Diminuiu a Importância do Email Marketing?

Você Acha que o Marketing nas Mídias Sociais Diminuiu a Importância do Email Marketing? | Cultivare | Scoop.it
Toda empresa quer investir em relacionamento via mídias sociais, mas será que o email marketing perdeu o posto de maior ferramenta de comunicação com clientes? Veja o infográfico que compara o email marketing com o marketing nas mídias sociais.
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O que rolou no no Twitter no 1º trimestre de 2013

O que rolou no no Twitter no 1º trimestre de 2013 | Cultivare | Scoop.it
A televisão ainda é a mídia que mais influencia os assuntos debatidos no Twitter e isso parece não vai mudar tão cedo.
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Dr. Conteúdo Curadoria e Inspiração – Companhias aéreas

Dr. Conteúdo Curadoria e Inspiração – Companhias aéreas | Cultivare | Scoop.it
Analisamos as fan pages das cinco principais companhias aéreas com atuação no Brasil. Como é seu conteúdo, como trabalham os formatos e o relacionamento?

 

As férias de fim de ano estão batendo à porta e é a hora de o consumidor se preparar para as compras de passagem. Por isso optamos pela análise das companhias áreas nesta nossa coluna, para compreender melhor suas estratégias nas mídias sociais e como isso pode facilitar a vida do cliente. Vários cases negativos e positivos apareceram nos últimos anos e houve uma evolução no setor de acordo com o acúmulo dessas experiências.

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10 usos nada comuns das redes sociais

10 usos nada comuns das redes sociais | Cultivare | Scoop.it

Que as redes sociais é o maior sucesso da web é inegável, segundo pesquisa 1 bilhão de pessoas, usam redes sociais atualmente. Nem só para mandar mensagens, reencontrar os amigos e trocar informações servem as redes sociais. O Twitter, Facebook, Google + e outras páginas na internet podem ter muito mais utilidade, dependendo de quem as usa. Abaixo dez usos bastante criativos das redes sociais para fins nada comuns.

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Nova rede social paga pela indicação de produtos e serviços

Socialize permite criar lojas sociais e toda venda gerada rende bônus em dinheiro ou crédito para compra em lojas associadas ao PagSeguro. Rede já possui lojas de games, livros, banco de currículos e cursos online.

 

Imagine uma ferramenta onde você possa indicar aos seus amigos produtos e serviços que achou interessante em lojas virtuais já existentes, e que essa indicação possa te gerar um bônus em dinheiro. Essa é a ideia do Socialize, uma ampla rede de pessoas que permite a criação de lojas sociais interativas que facilitam promover a venda de produtos e serviços através de indicações aos amigos nas redes sociais Facebook, Orkut, Twitter, enfim, onde desejar, já que não se trata de uma loja dentro de uma ou outra rede social e sim lojas sociais que levam indicações para dentro das redes sociais.

 

A cada venda realizada, o “dono da loja”, ou socializador como é chamado, é remunerado em dinheiro. Ele indica os produtos e serviços, as empresas efetuam as vendas e remuneram os donos das lojas que podem acompanhar em extrato no site e solicitar o resgate transferindo o valor para uma conta no PagSeguro e de lá poderá ser usado em lojas de comércio eletrônico ou até mesmo transferido para uma conta bancária.

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Redes Sociais: o que elas fazem e não fazem por você?

Redes Sociais: o que elas fazem e não fazem por você? | Cultivare | Scoop.it
Atualmente, é imprescindível para muitas marcas ter presença digital.

 

As redes sociais já existem fora do mundo online, bem como as relações interpessoais. Ao adaptarmos essa realidade já existente para a web, temos uma “transmissão” do que já existe no mundo real para o virtual. Sendo assim, se você – pessoa física – se comporta de uma determinada maneira, é bem provável que repasse esse comportamento também para a realidade virtual. Ou seja, as redes sociais virtuais nada mais são do que um reflexo do que existe fora da web. E isso também vale para as empresas.

 

O que as mídias sociais não fazem por você ou sua empresa?

 

As redes sociais não fazem milagres! Por ser um investimento de custo relativamente baixo, é comum achar que a popularidade nas mídias utilizadas será a solução dos problemas empresariais. Não é bem por aí. Pensando no lado de que elas são amplificador do que já existe, as redes sociais vão mostrar, com mais intensidade, o trabalho, o atendimento e o relacionamento pós-venda bem feitos. E mal feitos também, se for o caso.

 

Trazer uma grande popularidade por meio dessas redes exige, antes de tudo, tempo. Principalmente se o trabalho for “orgânico”, ou seja, feito sem publicidade e abastecido com bom conteúdo. É preciso que ele seja feito de forma minuciosa e tenha qualidade para ter resultados positivos. Popularidade a todo custo paga-se um preço caro, como reclamações e alcance de um público que não se interessa pela sua marca, consequentemente, isso pode vir a denegri-la. Estratégia e verba disponível também elementos são essenciais para alcançar a popularidade, pois embora o investimento seja menor, ele não é de graça.

 

Um ponto importante a ressaltar é a diferença entre Gestão de Conteúdo x Mídia Online. Provavelmente, a união desses dois pontos terão muito mais resultados que apenas um. Enquanto a gestão de conteúdo faz a curadoria do que será postado nas redes e promove o relacionamento entre a marca e os leitores, a Mídia Online é a propaganda de fato. Anúncios no Facebook ou no Adwords certamente trarão mais acessos, mas é preciso ter uma rede preparada e com conteúdo interessante para que os visitantes permaneçam e retornem.

 

Essa visão de pensamento também vale para as Mídias Offline. Investir no Online não significa deixar de lado a televisão, o rádio ou demais mídias que sejam de interesse do seu público. Pergunte a si mesmo: todo o seu público está apenas nas redes sociais? E, mesmo que grande parte esteja muito presente online, alguns são mais afetados por outros tipos de mídia. O ideal é que haja a integração entre os dois ambientes, de forma que uma ação comece em um e termine em outro.

 

Por fim, deve-se ressaltar que as mídias sociais não colocam os clientes direto no Ponto de Venda. O principal objetivo das redes é a geração de relacionamentos. E, assim como em todos os relacionamentos, é preciso tempo e afinidades necessárias para que se crie o interesse e envolvimento com a marca.

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Designer lança serviço de e-mail com feed das redes sociais

Designer lança serviço de e-mail com feed das redes sociais | Cultivare | Scoop.it

Você já imaginou um serviço de e-mail que combina as principais notificações de suas redes sociais e lhe envia diariamente por correio eletrônico em uma única mensagem?

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Marcas, não usem as redes sociais como SAC

Marcas, não usem as redes sociais como SAC | Cultivare | Scoop.it
Em um local onde prevalece a voz das pessoas, sem nenhum tipo de limite, quando o assunto é reputação a exposição de assuntos “particulares” pode ser extremamente prejudicial as marcas....
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Rede social educativa é destaque em congresso de tecnologia no Recife

Rede social educativa é destaque em congresso de tecnologia no Recife | Cultivare | Scoop.it
Uso deve ser focado nos assuntos das disciplinas, dizem especialistas.


Não se deve misturar as contas pessoais das destinadas aos estudos.

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Quem disse que mala direta não funciona?

Quem disse que mala direta não funciona? | Cultivare | Scoop.it

O uso da mala direta, um das ferramentas de marketing direto , esta com os dias contados. Se antes a simples compra de um cadastro de clientes significava um baixo investimento com um alto retorno, acabou por se tornar uma forma invasiva de entrar em contato com os clientes. Chegamos a um ponto em que nem chegamos a abri-las, vão diretamente para a lata de lixo. Mas, qual o motivo de chegarmos a esta saturação? Simples, pelo fato de ser fácil. Quando algo é fácil, todo mundo faz e, sem uma oferta diferenciada, a ação perde a eficácia. Lembro-me de uma época que pesquisadores informavam que para um cliente ser forçado pela curiosidade a abrir uma mala direta, a mesmas deveria ser um pouco “gordinha” ou recheada. Não é que uma grande instituição financeira começou a mandar mala direta cheia de fitilho! Isso mesmo, tudo para chamar a atenção dos consumidores.


Mas, isso não significa o fim desta importante ferramenta de marketing direto. Note como esta estratégia esta passando por modificações. Esta se adaptando aos novos anseios e desejos dos consumidores e se modernizando. Hoje se chama e-mail marketing.


Note as mudanças. Com o começo da internet, todo mundo mandava e-mail marketing para os clientes (como ocorreu com a mala direta), os famosos spans. Agora que os consumidores estão amadurecendo o seu relacionamento com os meios digitais a mala direta digital, volta aos seus dias de glória. Como? Pensando estrategicamente.


Segundo matéria publicada pelo site Mundo do Marketing, o e-mail marketing representa 30% das vendas da web. Sim, 30%!!! Estes números devem-se ao formato de relacionamento com os clientes via web, ou seja, o famoso marketing de permissão. É mencionado o caso do site ViajaNet onde 30% de suas vendas são realizadas por meio do e-mail marketing. A empresa consegue estes números simplesmente segmentando suas mensagens. Os consumidores cadastrados (olhe o marketing de permissão) recebem ofertas de viagens de acordo com seu padrão de consumo, ou seja, de acordo com o destino que pesquisam ou compram suas passagens.


Isso quer dizer que antes de declararmos o fim de uma estratégia mercadológica precisamos primeiros entender os motivos de sua saturação. Não é porque uma estratégia não é eficaz para uma empresa que não poderá ser para a sua. Até a mala direta física ainda tem sua utilidade, ainda existem muitos mercados e produtos que ela é bastante eficaz. Basta apenas trabalhar de forma adequada. Segmente seu mercado, mande correspondências personalizadas (não apenas o envelope, mas também o conteúdo), saiba o que seus clientes precisam e, respeite a sua privacidade.

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Mídi@s na Educação: Relatos de pesquisa e formação - O computador e a alfabetização infantil

Mídi@s na Educação: Relatos de pesquisa e formação - O computador e a alfabetização infantil | Cultivare | Scoop.it

Meu trabalho procurou pensar sobre como utilizar o computador para a aquisição da alfabetização e do letramento nas séries iniciais, de acordo com a função da escola, que é formar cidadãos críticos inseridos no mundo. Teve como objetivos: transformar o espaço da sala de aula em um espaço de investigação, reflexão e transformação de conhecimentos, de modo a interagir com o novo, e relacionar o que se sabe com as novas aprendizagens.

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Projeto quer criar camiseta com estampa digital conectada à web

Projeto quer criar camiseta com estampa digital conectada à web | Cultivare | Scoop.it

Um projeto da empresa Ballatine's quer criar uma camiseta com estampas digitais interativas. O produto, chamado de T-shirt OS, faz com que a peça de roupa se conecte ao smartphone e, por meio dele, na internet, e mude a estampa conforme a vontade do usuário ou conforme as atualizações em seu Twitter.

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