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As melhores escolas são as mais desiguais, afirma pesquisa

As melhores escolas são as mais desiguais, afirma pesquisa | Comunicación digital | Scoop.it
Estudo da Fundação Victor Civita, com dados da Prova Brasil, mostra que média alta esconde desigualdade Muita gente acredita que as boas médias de uma escola demonstram um aprendizado de qualidade. Afinal, uma média alta significa que muitos estão conseguindo boas notas. Certo? Não exatamente. Uma pesquisa da Fundação Victor Civita (FVC) publicada neste mês analisou as notas de Matemática da Prova Brasil (avaliação que mede o aprendizado dos alunos da Educação Básica) nas escolas públicas urbanas e aplicou um questionário em 252 instituições, sendo 108 no município de São Paulo, 53 na cidade do Rio de Janeiro e 91 em outros municípios. O resultado mostrou que as instituições localizadas na periferia apresentam resultados mais baixos, porém mais homogêneos. Por outro lado, as melhores escolas, as localizadas nas regiões centrais, são as que mais têm desigualdade de aprendizagem. O que acontece é que as boas médias estimulam as escolas a se focarem ainda mais nos bons alunos, uma forma de manter e melhorar ainda mais a performance do colégio. Com isso, aquele porcentual de alunos com rendimento aquém do mínimo tende a ser ainda mais esquecido. E, como a nota média da escola é alta, essa desigualdade não é percebida. E quem são aqueles que, mesmo matriculados nas regiões de nível socioeconômico mais elevado, frequentam as aulas de recuperação? São os alunos do sexo masculino, negros e pobres. Uma mostra de que a escola só reflete a exclusão que predomina na sociedade. Como resolver essa questão e garantir um aprendizado com equidade? É a essa pergunta que a pesquisa apresenta alguns caminhos. Para falar sobre o assunto, O iG conversou com a diretora executiva da Fundação Victor Civita, Angela Danemann. Confira a entrevista: iG: Como mostra a pesquisa, as notas altas podem esconder uma desigualdade de aprendizado, não é? Sim. A pesquisa mostra as distorções que uma avaliação em larga escala pode causar. Quando a gente fala do direito à educação, precisa aprender a falar de equidade, que é quando todos atingem os patamares mínimos. Quando nosso foco são as notas, a desigualdade, infelizmente, só tende a aumentar. Porque, para melhorar a média, a escola prioriza os alunos que já têm bons resultados. A consequência é natural: o menino pobre e negro frequenta a escola, mas o acesso ao ensino não significa que ele tem assegurado o mesmo aprendizado do restante da turma.
Via Luciano Sathler
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Epílogo del libro de Pablo Herreros, “El poder es de las personas”

Epílogo del libro de Pablo Herreros, “El poder es de las personas” | Comunicación digital | Scoop.it
“ Pablo Herreros me pidió que escribiese un epílogo para su libro, “El poder es de las personas“, prologado por Toni Garrido.”
Via juandoming, Web-On!
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¿Has probado a leer una novela transmedia? | Mu...

¿Has probado a leer una novela transmedia? | Mu... | Comunicación digital | Scoop.it
“ La narrativa transmediática es aquella forma de narrar que tiene como objetivo hacernos saber que todos estamos unidos. Se puede mezclar comics o imágenes, todo vale para saber que en algún momento nos podemos encontrar.”
Via SomosInfo, Web-On!
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Os caminhos da inovação

“ A inovação acontece em rede. Para melhorar seus resultados a partir do conhecimento, a empresa depende cada vez mais de parcerias com fornecedores, clientes, universidades e centros de pesquisa. O processo ocorre na cadeia de valor, e pode surgir de uma necessidade apontada pelo mercado ou de uma tecnologia desenvolvida fora da empresa, que estava na prateleira à espera de uma aplicação. "Existem muitas maneiras de se inovar", diz Paulo Mói, diretor de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Um estudo da entidade, que será lançado na terça-feira, no 5.º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, em São Paulo, analisa 22 casos de grandes empresas. "A inovação pode ser tecnológica, mas existem outras formas." Pode vir, por exemplo, de um novo modelo de negócios. Segundo Mói, alguns casos mostram inovação com impacto social. Por exemplo, o Programa Amazônia, da Natura, procura apoiar a criação de uma cadeia produtiva sustentável, organizando a comunidade da região amazônica para que ela possa fornecer a matéria-prima de que a empresa precisa. Outro exemplo são os Centros de Inovação da Microsoft (MIC), que ensinam programação a jovens e ajudam a transformá-los em empreendedores. Apesar do impacto positivo na sociedade, não são projetos de responsabilidade social, mas parte da estratégia de negócios das empresas. No caso da Natura, o objetivo foi garantir o fornecimento de insumos baseados na biodiversidade. No da Microsoft, formar desenvolvedores na plataforma Windows. Outro caso retratado no estudo é o da Fiat, que criou uma plataforma aberta para inovação, convidando os consumidores a participar do desenvolvimento de um carro conceito, com compartilhamento de conteúdo e regras especiais de propriedade intelectual. "Ainda que subsistam dificuldades derivadas das distintas culturas institucionais de cada parceiro ou incompreensões no campo específico da negociação da propriedade intelectual, há um terreno fértil a ser trilhado", escreveu Carlos Américo Pacheco, reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), no sumário do estudo. ”Assim como a Fiat, a Klabin viveu um caso de inovação que surgiu da cooperação com os clientes. A empresa desenvolveu um tipo especial de papel para embalar frutas. Como a exportação normalmente é feita por aviões, os exportadores precisavam de um material mais leve e resistente para reduzir o preço do frete. Ao aproveitar a sugestão dos clientes, a Klabin reforçou sua posição de mercado. "O mito do Professor Pardal, do inventor solitário que cria novos produtos, não corresponde à realidade", disse Mói, da CNI.
Via Luciano Sathler
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Atenti: cómo detectar mentiras por WhatsApp y mensajes de texto » The Clinic Online

Atenti: cómo detectar mentiras por WhatsApp y mensajes de texto »  The Clinic Online | Comunicación digital | Scoop.it
“ En una comunicación digital, darnos cuenta de que no nos dicen la verdad es difícil; pero no imposible. Un grupo de científicos alertó sobre las actitudes que suelen tener los mentirosos online. ¡Para estar atent@s!”
Via Web-On!
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