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TV São Judas fala sobre startups, incubadoras e aplicação da tecnologia na educação

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Universidades online: é hora de os professores aderirem à revolução

Universidades online: é hora de os professores aderirem à revolução | Colégio Kerigma | Scoop.it

Novo modelo de educação universitária a distância não tem barreiras de raça, cor, gênero ou riqueza, e pode ser acessado com um clique.

Os últimos séculos testemunharam revoluções em virtualmente todas as áreas: saúde, transporte, comunicações e genômica são apenas algumas delas. Mas não na educação. Isto é, até agora, com o advento do Moocs ("massive open online courses", ou cursos em massa online abertos).

Os Moocs estão transformando a educação em qualidade e em escala, igualmente. Como presidente da edX, único provedor de Moocs sem fins lucrativos, tenho o privilégio de fazer parte dessa revolução. É o momento mais excitante na educação em muitas décadas.

Uma maneira como o ensino à distância mudou a educação foi na ampliação do acesso. O Moocs torna a educação sem fronteiras, cega para gênero, raça, classe e conta bancária. Até agora, a educação de qualidade -- e em certos casos qualquer educação superior -- foi privilégio de poucos. O Moocs mudou isso. Qualquer pessoa com uma conexão à Internet pode ter acesso. Ouvimos milhares de estudantes, muitos em países em desenvolvimento, dizerem como são gratos por essa educação.

O ensino à distância também está melhorando a qualidade da educação. O ensino online promove o aprendizado ativo, em que o aluno assiste a vídeos e se envolve em exercícios interativos. Na edX, nossa equipe se concentrou em capturar esse elemento do aprendizado online através de uma interface inovadora. O Moocs e o aprendizado online também permitem um feedback instantâneo por meio de exercícios com notas automáticas, aprendizado em ritmo pessoal, devido à capacidade de pausar ou retroceder os vídeos, aprendizado por pares em fóruns de discussão online e a aplicação de mecanismos de jogos em laboratórios virtuais.

Mas por que essa transformação está acontecendo agora? Uma confluência de fatores contribuiu para causar a tempestade perfeita para o aprendizado. Enquanto há mais de uma década Eric Grimson e Tomás Lozano-Pérez experimentavam no MIT (Massachusetts Institute of Technology, nos EUA)  com vídeos "intercalados" de exercícios online, em um modelo de aula invertido -- em que a preleção se torna a lição de casa e o tempo em classe é para a prática --, foram necessárias redes de distribuição de vídeo e conteúdo, nuvens de computação e redes sociais para produzir o ambiente certo para apoiar o enorme número de matrículas em todo o mundo que vemos no ensino à distância.

A antiga maneira de afunilar um pequeno número de estudantes privilegiados ou afortunados para a educação superior tradicional vai desaparecer. O Moocs está democratizando a educação. Vimos adolescentes que não tinham altos boletins educacionais obterem notas perfeitas em cursos online exigentes. Alguns agora estão tendo a oportunidade de seguir a educação superior. Por meio dos cursos à distância, mais pessoas talentosas no mundo podem participar de um aprendizado excelente.

Não acredito que a educação online possa substituir uma experiência em faculdade, mas os dias das velhas formas de ensino estão contados. Os estudantes sempre foram críticos das grandes salas de aulas em que eles apenas escutam, e o resultado é a queda da frequência a essas aulas. Mas hoje vemos que há um profundo valor educacional no aprendizado interativo, tanto online quanto em sala de aula. Faculdades e universidades começam a usar o ensino à distância para fazer cursos mistos, em que vídeos online substituem preleções e o tempo em classe é passado e interagido com o professor, equipe docente e outros alunos. Os cursos mistos podem gerar bons resultados.

No último outono a Universidade Estadual de San Jose usou material da edX em cursos. A porcentagem de alunos que tiveram de repetir o curso caiu de 41% para 9%. Então, quantas pessoas estamos atingindo? Ficamos surpresos com a reação a nosso curso piloto no início de 2012, sobre circuitos e eletrônica -- 155 mil alunos de 162 países se inscreveram. Isso enviou um claro sinal de que o mundo estava pronto para a educação online e faminto por conhecimento. Hoje temos um milhão de alunos de 192 países. Entregar conhecimento para populações que de outro modo são excluídas é apenas uma parte do que os provedores de ensino à distância fazem para mudar a educação. Outra é a pesquisa.

A edX e universidades parceiras estão usando os dados que coletamos durante todo um curso para pesquisar como os estudantes aprendem de modo mais eficaz, e então aplicamos esse conhecimento ao aprendizado online e ao ensino no campus tradicional. Em MIT e Harvard, os pesquisadores David Pritchard, Lori Breslow e Andrew Ho têm estudado como as pessoas aprendem. Pritchard computa que os dados somente do primeiro curso protótipo -- um de meus colegas e eu ensinamos circuitos e eletrônica -- são surpreendentes e encheriam 110 mil livros. Nós registramos cada clique, 230 milhões deles.

Usando os dados que reunimos, descobrimos que mais da metade de nossos alunos na aula de circuitos e eletrônica começavam a trabalhar em sua tarefa de casa antes de assistir às palestras em vídeo. Parece que os estudantes ficam mais entusiasmados com o aprendizado quando tentam solucionar um problema. Nesses cursos, agora estamos examinando se os professores devem passar tarefas de casa antes da palestra, em vez de depois.

Outra maneira como a tecnologia promoveu essas mudanças revolucionárias na educação foi no uso da inteligência artificial para ajudar os professores a avaliar o trabalho dos alunos com eficácia. No mês passado revelamos nosso instrumento de avaliação experimental, que combina avaliação de inteligência artificial, avaliação de colegas e autoavaliação, para fornecer aos professores ferramentas para dar notas a questões abertas em um ambiente de grande escala. Também pilotamos tecnologia de regimentos em nossa plataforma, que é uma maneira de os instrutores dividirem os grandes fóruns de discussão em grupos menores e mais íntimos.

Fazemos parte de um movimento que busca modificar a face da educação. Em abril anunciamos que toda a nossa plataforma de aprendizado seria lançada como fonte aberta em 1º de junho, e que a Universidade Stanford, juntamente com Berkeley, MIT, Harvard e outras, começaria a colaborar conosco para continuar melhorando a plataforma. Esperamos com antecipação que universidades e desenvolvedores de toda parte aperfeiçoem a plataforma que movimenta nossos cursos edX.

Eu adoro ensinar. Adoro ensinar em uma universidade e adoro ensinar qualquer pessoa que deseja aprender. Tudo o que eu sabia sobre o aprendizado (e portanto o ensino) é um alvo móvel agora. Sou como uma criança em uma doceira quando penso no que nossa pesquisa vai mostrar. Espero me surpreender. Lao Tsu disse: "Se você não mudar de direção, poderá acabar no lugar para onde rumou". Está na hora de os professores repensarem seus métodos de aprendizado. Convido a todos para esta viagem recompensadora.

Leia mais em www.guardian.co.uk

 


Via Luciano Sathler
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Aplicativo para celular e tablet testa alunos para o Enem e vestibulares

Aplicativo para celular e tablet testa alunos para o Enem e vestibulares | Colégio Kerigma | Scoop.it

A mania moderna de mexer no celular pode ser uma grande aliada para quem está às vésperas de prestar o vestibular. O ambiente tecnológico, cada dia mais inovador, também tem espaço garantido para a educação. Pensando nisso, a empresa mineira EI&T (Educação, Inovação e Tecnologia) desenvolveu um aplicativo, o AppProva, que une diversão e conhecimento em apenas alguns cliques.

A ferramenta, disponível gratuitamente para smartphones e tablets, é um jogo interativo, que apresenta um quiz de perguntas e respostas – são quase 10 mil questões baseadas no conteúdo das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e dos principais vestibulares do país.

"Os questionamentos sobre o uso da tecnologia como ferramenta de auxílio na educação bem como aqueles sobre a utilização de redes sociais pelos adolescentes nos instigavam a modelar uma solução que aproveitasse o grande tempo despendido nessas redes. Ao observarmos o comportamento das pessoas em diversos jogos sociais percebemos que a interação social se tornava mais importante do que gráficos ou enredos complexos. Por fim, havia a familiaridade com um problema de difícil solução enfrentado pelas instituições de ensino: identificar as falhas sistemáticas de uma 'safra' de alunos antes da realização do vestibular uma vez que, na maioria dos casos, essa era a única vez em que eles eram expostos aos seus concorrentes", falou João Guilherme Gallo, diretor executivo da EI&T, sobre a ideia de desenvolver o dispositivo.


Via Luciano Sathler
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Integrar educação e tecnologia é novo nicho para startups no Brasil - Último Segundo - iG

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Integrar educação e tecnologia é novo nicho para startups no Brasil Último Segundo - iG Ao mesmo tempo em que professores e estudantes incorporam inovações tecnológicas ao seu dia a dia, surge também um novo mercado, que integra educação e...
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Quadrinhos para aprimorar o inglês | Tecnologia na Educação ...

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“É preciso ‘desescolarizar’ dispositivos móveis”

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Cientista fala sobre lições que aprendeu na África e no Brasil e avalia caminhos para uso da tecnologia na educação no país

Ele, que acreditava que as pesquisas sobre Inteligência Artificial seriam o seu futuro quando ingressou no curso de Ciência da Computação na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), desviou da formação maciçamente técnica e emendou, após a graduação, um mestrado em educação. Filho de professores, já tinha portanto familiaridade com o universo que decidira investigar no início desta década. Em 2007 já estava em Ruanda, na África, formando professores para o trabalho com laptops em salas de aula pelo programa OLPC (One Laptop per Child).

Em conversa ao Porvir, Bittencourt, que hoje mora em Porto Alegre, e atua como consultor para projetos educacionais que exigem conhecimento técnico e teórico e como pesquisador sazonal na UFRGS, fala sobre conceitos e lições que aprendeu na África e no Brasil, e avalia criticamente caminhos para o uso dos dispositivos móveis.

Há algum aspecto comum desses dois momentos – em Ruanda depois no projeto piloto do programa Um Computador por Aluno, em POA – que você destaque como bastante relevante para o trabalho com dispositivos móveis na educação? Tanto em Porto Alegre quanto em Ruanda, o laptop que usamos era o XO, que é uma máquina portátil, leve para as crianças, e isso foi estrategicamente pensado. Era uma máquina para cada criança e cada uma era portadora do seu. Levava e trazia para casa, usava onde queria, e não apenas na escola. Isso “desescolariza” a ferramenta, amplia as possibilidades de uso. Como “proprietária” daquele dispositivo, a criança também se torna imune às exigências do currículo. Isso é bastante importante, inclusive porque temos que lembrar que por mais que tenhamos muitos bons professores, também temos os professores ruins, como em toda a profissão, e a criança pode ir além do que esse professor estabelece. Se ela adora dinossauros, ela vai pesquisá-los, vai se interessar, mesmo que o professor não fale sobre isso em sala, não estimule a curiosidade.


Via Luciano Sathler
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Se você se interessou pelo assunto, acontece na próxima semana em Porto Alegre o 14° Fórum Internacional do Software Livre, que tem uma área dedicada especialmente à Educação. Se não der para ir até o Rio Grande ...
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