Cibercultura1234
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: Otávio Donasci

: Otávio Donasci | Cibercultura1234 | Scoop.it

(São Paulo SP 1952)

Graduado em artes plásticas, mestrado em artes plásticas, atua como diretor de criação e de espetáculos multimídia. Também faz performances multimídia. Na década de 1970, trabalha como cenógrafo, tendo recebido em 1984 os prêmios APCA e Mambembe pelo conjunto de obra. Nos anos 1980, inicia suas videoperformances com videocriaturas, apresentadas em festivais de vídeo no país e no exterior. Recebe, em 1988, o Prêmio Lei Sarney de Arte Multimídia. No início dos anos 1990, com o diretor Ricardo Karman, cria as Expedições Experimentais Multimídia (Viagem ao Centro da Terra, 1992, e A Grande Viagem de Merlin, 1994), gigantescos espetáculos interativos que envolvem teatro, turismo e artes plásticas. 

Otavio Donasci, profissionalmente cenógrafo de teatro e produtor de eventos especiais, torna-se conhecido no terreno da arte/tecnologia pelo seu projeto do videoteatro, primeiramente por meio de suas videocriaturas e posteriormente com de suas performances multimídia.

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Pierre Lévy – Wikipédia, a enciclopédia livre

Pierre Lévy (Tunísia, 1956) é um filósofo da informação que se ocupa em estudar as interações entre a Internet e a sociedade.

Pierre Lévy nasceu numa família judaica. Fez mestrado em História da Ciência e doutorado em Sociologia e Ciência da Informação e da Comunicação, na Universidade de Sorbonne, França. Trabalha desde 2002 como titular da cadeira de pesquisa em inteligência coletiva na Universidade de Ottawa, Canadá. É membro da Sociedade Real do Canadá (Academia Canadense de Ciências e Humanidades).

Em seu livro A Revolução Contemporânea em matéria de Comunicação, Lévy faz uma análise da evolução da humanidade, abordando o desenvolvimento da Internet e a digitalização da informação.

Pierre Lévy (Tunísia, 1956) é um filósofo da informação que se ocupa em estudar as interações entre a Internet e a sociedade. Pierre Lévy nasceu numa família judaica. Fez mestrado em História da Ciência e doutorado em Sociologia e Ciência da Informação e da Comunicação, na Universidade de Sorbonne, França. Trabalha desde 2002 como titular da cadeira de pesquisa em inteligência coletiva na Universidade de Ottawa, Canadá. É membro da Sociedade Real do Canadá (Academia Canadense de Ciências e Humanidades).

Em seu livro A Revolução Contemporânea em matéria de Comunicação, Lévy faz uma análise da evolução da humanidade, abordando o desenvolvimento da Internet e a digitalização da informação.

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Matthew Barney

Matthew Barney | Cibercultura1234 | Scoop.it

Matthew Barney, nasceu em 1967, é um artista norte-americano que trabalha em escultura, fotografia, desenho e filme. Os seus primeiros trabalhos foram instalações escultóricas, combinadas com performance e vídeo. Entre 1994 e 2002, o artista criou "The Cremaster Cycle", uma série de cinco filmes descritos por Jonathan Jones no "The Guardian", como "one the most imaginative and brilliant achievements in the history of avant-garde cinema."
O épico Cremaster Cycle é um projecto que consiste em cinco filmes de longa-metragem, que exploram processos de criação. A concentração de Barney na escultura é acentuada pelo uso que faz do vídeo. Usa o vídeo para aperfeiçoar a sua escultura, através da avaliação do posicionamento, luminosidade, dimensões e forma. Utilizando o vídeo como um meio para o seu produto escultórico final.
O Cremaster Cycle não se desenrola apenas cinematográficamente, mas também através de fotografias, desenhos, esculturas, instalações que se contaminam por curiosas performances, que o artista produz em conjugação com cada episódio. O artista parte a nível conceptual do músculo cremaster, o qual controla a temperatura dos testículos e desencadeia contracções em resposta a estímulos externos.

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Bill Viola - Infopédia

Bill Viola - Infopédia | Cibercultura1234 | Scoop.it

Artista plástico norte-americano, Bill Viola nasceu em 1951 em Nova Iorque. Iniciou os seus estudos superiores em 1969 no College of Visual and Performing Arts da Universidade de Syracuse, Syracuse, Nova Iorque, licenciando-se em 1973.
Entre 1974 e 1983 trabalhou como diretor de produção técnica em dois estúdios, um em Florença, outro em Nova Iorque, e durante este período viajou frequentemente para o Pacífico Sul, Indonésia, Austrália, Tunísia e Índia.
Bill Viola é amplamente reconhecido como o principal artista de vídeo da cena internacional. Desde 1972 criou vídeos, instalações videoarquitectónicas, ambientes sonoros, performances musicais eletrónicas, e trabalhos para a televisão. As suas instalações vídeo - ambientes que envolvem o observador em imagem e som - são realizadas com alta tecnologia e distinguem-se pela sua precisão e simplicidade direta.
Desde o início da década de 1970 Viola usou o vídeo para explorar o fenómeno da perceção sensorial como um caminho para o autoconhecimento. Claramente de acordo com o cinismo da sua geração, os seus trabalhos focam as experiências universais humanas - nascimento, morte, a manifestação da consciência - e têm raízes tanto na arte de Leste como do Oeste, assim como no sofismo islâmico, misticismo cristão, e budismo zen. Viola tem sido um instrumento essencial no estabelecimento do vídeo como forma vital da Arte Contemporânea.
Bill Viola representou os Estados Unidos na 46.a edição da Bienal de Veneza em 1995 com uma exposição intitulada Buried Secrets.
Em 1997, o Whitney Museum of American Art organizou a exposição "Bill Viola: A 25-Year Survey" que itinerou pelos Estados Unidos e Europa entre 1997 e 2000.
Trabalha no estúdio em Long Beach, Califórnia, onde vive com a sua esposa e manager Kira Perov e os seus dois filhos.

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Cibercidade: As cidades na cibercultura

Cibercidade: As cidades na cibercultura | Cibercultura1234 | Scoop.it
O tema das cibercidades é considerado prioritário hoje por diversos países. O livro pensa a questão das transformações do espaço urbano em função das novas tecnologias de informação e comunicação. 
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Cibercultura – Wikipédia, a enciclopédia livre

Cibercultura – Wikipédia, a enciclopédia livre | Cibercultura1234 | Scoop.it

O próprio termo Cibercultura tem vários sentidos. Mas se pode entender por Cibercultura a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática. A cibercultura é um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual. Estas comunidades estão ampliando e popularizando a utilização da Internet e outras tecnologias de comunicação, possibilitando assim maior aproximação entre as pessoas de todo o mundo. Este termo se relaciona diretamente com à dinâmica Política, Antropo-social, Econômica e Filosófica dos indivíduos conectados em rede, bem como a tentativa de englobar os desdobramentos que este comportamento requisita. 

A Cibercultura não deve ser entendida como uma cultura pilotada pela tecnologia. Na verdade, o que há na era da cibercultura é o estabelecimento de uma relação íntima entre as novas formas sociais surgidas na década de 60 (a sociedade pós-moderna)e as novas tecnologias digitais. Ou seja, a Cibercultura é a cultura contemporânea fortemente marcada pelas tecnologias digitais. Ela é o que se vive hoje. Home banking, cartões inteligentes, voto eletrônico, pages, palms, imposto de renda via rede, inscrições via internet, etc. provam que a Cibercultura está presente na vida cotidiana de cada indivíduo.

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: Guto Lacaz

: Guto Lacaz | Cibercultura1234 | Scoop.it

Nasceu em São Paulo, em 1948. É arquiteto pela FAU/USP e artista plástico. Em seu conjunto de obras podemos encontrar esculturas lúdicas, videoinstalações, multimídia, eletroperformances, projetos e instrumentos científicos. Participou de diversos eventos, entre eles SKY ART na USP (1986), e Water Work Project, Toronto, Canadá (1978). Lecionou comunicação visual e desenho de arquitetura na Faculdade de Artes Plásticas da PUC/Campinas, em 1978-80. Foi professor do curso A Técnica e a Linguagem do Vídeo, no festival de inverno de Campos de Jordão, em 1983. Foi editor da revista Around AZ. Guto Lacaz é basicamente um artista plástico que, às vezes, cruza os terrenos da ciência e da tecnologia, sobretudo quando constrói as suas máquinas e aparelhos paradoxais ou absurdos. É uma espécie de antiengenheiro decidido a aplicar o seu know-how na desmontagem, na desorganização, na desconstrução talvez do sistema produtivo industrial. Trata-se basicamente de conceber e pôr em funcionamento publicamente dispositivos absolutamente inúteis, que repetem ad infinitum suas tarefas quixotescas.

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Eduardo Kac

(Rio de Janeiro RJ 1962)

É bacharel em artes plásticas pela PUC/RJ, com mestrado em fine arts na The School of the Art Institute of Chicago, onde é atualmente professor associado e chefe do departamento de Arte e Tecnologia. É escritor e artista, trabalha com holografia, telepresença, vídeo, computador e Internet. Seus trabalhos vêm sendo expostos na América do Norte e do Sul, Europa Ocidental e Oriental, Oriente Médio e Austrália. No período de 1983 a 1993, Kac já havia produzido cerca de 23 poemas holográficos, que denominou de Holopoetry. Kac publicou em 1995, em tiragem limitada, o livro
Holopoetry; Essays, Manifestoes, Critical and Theoretical Writings (Lexington, KY: New Media Editions, 1995). O livro foi lançado na Yale University, na ocasião de um simpósio sobre poesia experimental. Suas obras já foram expostas ou apresentadas no Museum of Holography (Nova York), MAM/RJ, Künstlerhaus (Áustria), entre outros. Seus trabalhos fazem parte, entre outras, das coleções públicas do Museum of Holography (Chicago), MAM/RJ e MIT Museum (Cambridge). Publicou artigos e ensaios sobre arte eletrônica em livros e jornais em diversas línguas. É membro do conselho editorial da revista Leonardo. Atualmente vem desenvolvendo um trabalho sistemático de análise das artes eletrônicas no Brasil, já parcialmente publicado na revista Leonardo.

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O que é o virtual?

O que é o virtual? | Cibercultura1234 | Scoop.it
Os computadores e as redes digitais estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Pierre Lévy propõe, neste livro, uma terceira possibilidade- ' enquanto tal, a virtualização não é nem boa, nem má, nem neutra'.
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