Cibercultura revolucionária tropical
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O Brasil na vanguarda do direito digital | Teoria e Debate

O Brasil na vanguarda do direito digital | Teoria e Debate | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

O Brasil está prestes a dar um passo que vai colocá-lo na vanguarda da legislação mundial sobre a rede mundial de computadores. Desde 2011, o Congresso Nacional analisa o Projeto de Lei nº 2.126/11, de autoria do Poder Executivo, o chamado Marco Civil da Internet. Se for aprovado, pode se tornar a lei a mais avançada do mundo sobre o tema, como demonstram as avaliações do projeto dentro e fora do Brasil.

 

Dezessete anos após o início de sua oferta comercial no Brasil, em 1995, muitos se perguntam por que fazer uma lei sobre a internet. Afinal, indagam, se até aqui funcionou bem, por que procurar regulá-la? Será que tal medida não vai cercear a liberdade, que é sua marca fundamental?

A resposta dos maiores especialistas, sejam acadêmicos, ativistas ou empreendedores, é que uma boa lei é necessária justamente para manter suas principais características: uma rede livre, aberta, democrática, descentralizada e propícia à inovação. Isso porque uma série de práticas do mercado vem pondo em risco essas mesmas características, como veremos.

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Eleições: como a Cultura pode transformar as cidades

Eleições: como a Cultura pode transformar as cidades | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

E se a Cultura fosse prioridade em programas de governo? Ela seria reconhecida como o fio condutor que une o direito à saúde, ao transporte, à moradia, à educação, ao trabalho, à cidade… à cidadania. Cultura como arte, habilidades humanas, mas para além das artes e da expressão simbólica, Cultura como comportamento, como atitudes e valores que se expressam desde as mínimas relações no cotidiano à economia. Assim, teríamos programas de candidatos e candidatas às prefeituras que tratariam a Cultura em toda sua Potência, central e transversal.

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Tem rave na floresta

Tem rave na floresta | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
tecnobrega foi uma tentativa incosciente de misturar a música eletrônica com a música tradicional amazônica.

 

Movimento surgido dentro das favelas da cidade (Belém, PA), que possui uma enorme desordem urbanística, hoje o Tecnobrega é uma referência de identidade cultural para muitos jovens da periferia paraense, devido o seu caráter social, pois a música, produzida de maneira artesanal, interfere no cotidiano das pessoas. O estilo se destaca principalmente por ter se desenvolvido independentemente das grandes gravadoras, criando um mercado com formas alternativas de produção e distribuição ao eixo Rio-São Paulo. A lógica antiga do mercado fonográfico começa a decair, mudando um pouco os conceitos já pré-estabelecidos pelo mercado da música de maneira geral.

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Trust On The Internet: The Solution Is Ahead | Forbes

Trust On The Internet: The Solution Is Ahead | Forbes | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

There is a need for a user-centric identity, privacy and trust on the internet, to power the digital economy. It's a major issue, and a solution that relies on crowd-sourcing is being proposed by Respect Network.

 

Trust on the internet is the focus of OIX (Open Identity Exchange), a non-profit company organization founded by Google, Paypal, AT&T and others. Their business is to establish, standardise and manage “trust frameworks” – legal, business and social rules that enables parties unknown to each other to trust their respective digital identities. The trust frameworks are designed to be public, standardised and inter-operable, so that people and companies can play various roles in the framework and still manage trusted relationships.

 

Among the three trust frameworks currently available, an intriguing one is the “Respect Trust Framework”. The idea of this framework is to not only establish a digital identity, but also to provide individuals control over ownership and sharing of their data on the internet. The key to the framework is the use of a crowd-sourced, peer-to-peer reputation system. It’s really very simple – people can vouch for you (for example, say “I vouch for John Smith’s innovativeness”), or complain about you (“I complain about John Smith’s stubbornness”). Similarly to eBay’s reputation system, the peer-to-peer reputation system grows over time, and the more vouches and complaints about a particular person, the more precise the information is and therefore the trust level in this person increases or decreases.


Via Peter Vander Auwera, Jose Murilo
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There is No Cyberspace » OWNI.eu, News, Augmented

There is No Cyberspace » OWNI.eu, News, Augmented | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

The Web is not a suspension of reality: it is not a game, and it is not a fantasy. Nor is the Web merely about reality. That would imply that the Web is only epiphenomenal (i.e., that the causal relationship between the Web is unidirectional, that the reality causes the Web but is isolated from it’s effects). Instead, the Web is part of reality; it is real. As Nathan Jurgenson recently described, we are as much a product of our online profiles as a they are a product of us. Causality is bi-directional. We are all part of the same human-computer system.

 

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O Direito Achado na Rede: privacidade nas redes sociais

O Direito Achado na Rede: privacidade nas redes sociais | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Pode demorar muito, pode demorar pouco, mas o Facebook será substituído por outra rede social. Mas aqui a discussão é sobre democracia e direito, o que impõe uma pergunta: deveria existir um controle? O Estado deve se ocupar em criar uma lei e limitar a disponibilidade que as pessoas têm sobre seus dados pessoais? A tecnologia é nova, mas os conceitos envolvidos no debate são antigos: ditadura, democracia, espaço público, privacidade, liberdade, igualdade e fraternidade.

É impossível fazer previsões acuradas, mas há movimentações que apontam para o surgimento de atores organizados resistentes a essa situação de controle exercido por Estados e corporações sobre a rede. Se as pessoas se opuserem ao abuso no uso comercial e mesmo político de suas informações, é possível que essas instâncias respondam com mais repressão, respaldadas pela mídia tradicional e por uma doutrina de segurança, para manter seu controle; mas pode ser também que a situação se altere em direção a um contexto de maior respeito pelo direito à privacidade.

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Sobre o conceito de cultura

Em artigo de 2011, para a Revista Fórum, o professor Idelber Avelar escreve sobre os diferentes entendimentos do termo Cultura. "Nos debates sobre política cultural, é sempre instrutivo observar com qual sentido cada interlocutor usa o vocábulo 'cultura'", afirma Avelar. "O uso excludente do termo se reproduz quando se igualam os 'produtores de cultura' à chamada 'classe artística'. Essa é a sinédoque—redução do todo a uma de suas partes—que me parece mais daninha nas discussões sobre política cultural. A cultura é a totalidade das formas em que um povo produz e reproduz suas relações com os sentidos do mundo."

 

Leia o artigo completo, aqui: http://revistaforum.com.br/idelberavelar/2011/07/04/sobre-o-conceito-de-cultura/

 

E veja também: Nome próprio da cultura


Via redação Transversais
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“The Connection Has Been Reset”

“The Connection Has Been Reset” | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

China’s Great Firewall is crude, slapdash, and surprisingly easy to breach. Here’s why it’s so effective anyway.

 

Think again of the real importance of the Great Firewall. Does the Chinese government really care if a citizen can look up the Tiananmen Square entry on Wikipedia? Of course not. Anyone who wants that information will get it—by using a proxy server or VPN, by e-mailing to a friend overseas, even by looking at the surprisingly broad array of foreign magazines that arrive, uncensored, in Chinese public libraries.

What the government cares about is making the quest for information just enough of a nuisance that people generally won’t bother. Most Chinese people, like most Americans, are interested mainly in their own country. All around them is more information about China and things Chinese than they could possibly take in. The newsstands are bulging with papers and countless glossy magazines. The bookstores are big, well stocked, and full of patrons, and so are the public libraries. Video stores, with pirated versions of anything. Lots of TV channels. And of course the Internet, where sites in Chinese and about China constantly proliferate. When this much is available inside the Great Firewall, why go to the expense and bother, or incur the possible risk, of trying to look outside?

All the technology employed by the Golden Shield, all the marvelous mirrors that help build the Great Firewall—these and other modern achievements matter mainly for an old-fashioned and pre-technological reason. By making the search for external information a nuisance, they drive Chinese people back to an environment in which familiar tools of social control come into play.

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Por que o cyberativismo importa?

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Comunicação compartilhada e Pós-capitalismo – EM MUDANÇAS!

O ponto em que desejo chegar é este: nenhuma destas estratégias de luta – seja “nas ruas” ou seja “na internet” – é menos válida do que a outra por ter limitações. Todas sempre terão limitações. Elas precisam é ser vistas como uma forma de escolher estratégias de acordo com a fatia da sociedade ou grupo específico que se quer atingir, em determinada ação. Não é possível dizermos que certa estratégia é mais ou menos eficaz que a outra sem nos perguntarmos: eficaz para quê?

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Os jovens indígenas e a inclusão digital — INESC

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[...] para os jovens indígenas, a web é uma janela para o mundo, não excluindo as redes sociais. Hoje, essa tecnologia tem um sentido que acho que perdemos. Acredito que nossa facilidade de acesso a essas ferramentas banalizou essa relação. Já o jovem indígena vê essa possibilidade de manipulação e domínio como uma ferramenta que possa incluí-lo em uma sociedade que não o vê. Podemos fazer uma reflexão sobre esse assunto quando pensamos na mídia de um modo geral, na qual o índio ainda é retratado como atrasado, arcaico, preguiçoso. E só é notícia quando sequestra agentes da Funai, ocorrem suicídios, brigas por retomada de terra (que a mídia trata como invasão) e, claro, no dia do índio. A internet possibilita a eles criar canais, onde eles são os protagonistas, são agentes. Eles podem colocar na rede e com um alcance grande o que eles realmente são, nem pior, nem melhor, apenas diferentes. Acho que esse processo de relação midiática autônoma pode levá-los a conquistas importantes em nossa sociedade. Podemos citar como exemplo os vídeos que estão sendo postados na internet, em canais criados por jovens indígenas.

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Hacktivist Timeline | We Are Legion

The Story of the Hacktivists


Via Déborah Araujo
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“A arte digital ainda não existe; são as quebradas que vão inventá-la

“A arte digital ainda não existe; são as quebradas que vão inventá-la | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

"[...] o centro ainda não está em toda parte e a periferia ainda não se universalizou.

 

Se por essência ela já tem a característica do viver em comunidade, de compartilhar saberes e afazeres, uma “vivência corporal”, como chamou Mateus, ela é então capaz de agregar um diferencial à produção da arte digital. Colocar toda a sua identidade, personalidade e tradição, em uma expressão moderna e com possibilidades infinitas. Mas a periferia ainda não desenvolveu todo esse potencial: “Ainda não se explorou como se deveria os aspectos da interatividade e manipulação dessas tecnologia […] Hoje em dia, é muito cinema e fotografia […] Falta coragem e uma discussão interna”.

 

Por que ainda se segue um padrão de formas e conteúdos, que reduzem a potência da periferia?. “Se achar que a máquina vai fazer tudo, vai cair na homogenização da arte”, diz Mateus, com palavras de quem já circulou por todos os cantos da arte. A internet permite que a periferia seja seu próprio centro de produção, mas a receita não deve ser repetida, e sim criada e recriada até encontrar seu próprio ponto. E aí, consolidada a estética, levada para ter visibilidade."

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Digital Dualism versus Augmented Reality » Cyborgology

Digital Dualism versus Augmented Reality » Cyborgology | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

I am proposing an alternative view that states that our reality is both technological and organic, both digital and physical, all at once. We are not crossing in and out of separate digital and physical realities, ala The Matrix, but instead live in one reality, one that is augmented by atoms and bits. And our selves are not separated across these two spheres as some dualistic “first” and “second” self, but is instead an augmented self. A Haraway-like cyborg self comprised of a physical body as well as our digital Profile, acting in constant dialogue. Our Facebook profiles reflect who we know and what we do offline, and our offline lives are impacted by what happens on Facebook (e.g., how we might change our behaviors in order to create a more ideal documentation).

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O que faz um protesto ser eficaz? - Opinião e Notícia

O que faz um protesto ser eficaz? - Opinião e Notícia | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
Em meio à ocupação de Wall Street, passeios de ônibus com imigrantes ilegais e freiras e ativistas presos na Rússia, o que constitui um protesto bem-sucedido?

Via Déborah Araujo
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WikiLeaks and the Global Future of Free Speech

WikiLeaks and the Global Future of Free Speech | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
If Julian Assange is extradited to the United States, it would have consequences around the world.

Ecuador has acted in accordance with important principles of international human rights. Indeed, nothing could demonstrate the appropriateness of Ecuador’s action more than the British government’s threat to violate a sacrosanct principle of diplomatic relations and invade the embassy to arrest Mr. Assange.

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Saudi Arabia objects to .gay internet address

Saudi Arabia objects to .gay internet address | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Saudi Arabia’s Communications and Information Technology Commission has filed an official objection with the Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN) to the creation of internet domain addresses ending in .gay, deeming .gay  ‘offensive’ to some societies and cultures.
[...]

Saudi Arabia has also objected this week to other gTLDs. It has opposed .sex, because it may increase the proliferation of pornographic material on the web, and .virgin, .sucks, .dating and .baby, on the grounds they might also be used by pornographic sites; .tattoo, because tattooing is against religions "such as Islam and Judaism"; .wine and .vodka, as they could glamourise the consumption of alcohol; and .africamagic because it implies black magic, which is “considered offensive"

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Lei antipirataria da França é desperdício de dinheiro

Lei antipirataria da França  é desperdício de dinheiro | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
Lei antipirataria da França é desperdício de dinheiro...

 

Primeiro, um e-mail de advertência; depois, uma carta; por último, multa e suspensão da internet. Se alguém baixasse algo ilegalmente na sua casa, você poderia ter sua internet cortada, mesmo pagando por ela.

Aos números: em dois anos, foram enviados um milhão de e-mails, 99 mil cartas foram registradas, 134 quatro usuários chegaram a ser investigados, mas ninguém – nenhum usuário da internet da França – teve a conexão suspensa. O sistema já custou US$ 14,7 milhões. A questão é simples: por que o governo está gastando tanto dinheiro para monitorar algo de interesse privado?

As empresas comemoraram a legislação. E tinham números para mostrar: a lei cortou pela metade os downloads ilegais e houve uma queda de 29% nas visitas a sites piratas em 2011. Só que a indústria cultural francesa continuou amargando a queda que, dizia, era provocada pela pirataria. As gravadoras registraram 3,9% de prejuízo naquele ano; a indústria do cinema, 2,7%, Além disso, um estudo lançado logo que a lei entrou em vigor mostrou que os usuários estavam usando mais sites de download direto, como Megaupload, em substituição a sites de P2P, facilmente enquadrados pelos provedores como pirataria.

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População usa redes sociais e muda decisões políticas no interior de SP

População usa redes sociais e muda decisões políticas no interior de SP | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
Grupo de Ribeirão Preto pressionou vereadores a diminuir reajuste salarial.
Movimentos políticos mundiais fortalecem protestos locais, diz sociólogo.

 

"Os casos têm em comum a mobilização de grupos sem vínculo partidário que se articularam por meio das redes sociais na internet para lutar contra decisões consideradas abusivas. “A classe política ainda não entendeu a profundidade e o significado dos movimentos populares, principalmente após o advento da internet”, afirmou o sociólogo Delson Ferreira."


Via Déborah Araujo
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