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Hacktivist Timeline | We Are Legion

The Story of the Hacktivists


Via Déborah Araujo
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Is the Internet good or bad? Yes. 

Is the Internet good or bad? Yes.  | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
It’s time to rethink our nightmares about surveillance.
JRazen's insight:

"To make sense of the surveillance states that we live in, we need to do better than allegories and thought experiments, especially those that derive from a very different system of control. We need to consider how the power of surveillance is being imagined and used, right now, by governments and corporations"

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Protestos nas redes sociais vão parar na Justiça - geral - Estadao.com.br

Protestos nas redes sociais vão parar na Justiça - geral - Estadao.com.br | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Na quarta-feira, 15, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a proibição do engenheiro agrônomo Ricardo Fraga Oliveira, de 49 anos, de se manifestar nas redes sociais contra um empreendimento imobiliário na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Oliveira foi proibido de mencionar o assunto em suas páginas online e de circular no quarteirão da obra. Seu perfil no Facebook segue fora do ar. A determinação levanta, mais uma vez, a discussão sobre liberdade de expressão na internet no Brasil.

JRazen's insight:

Imagina os perigos de acreditar que a livre iniciativa é um limite para a liberdade de expressão.

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Everything is connected

Everything is connected | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
WHEN dozens of countries refused to sign a new global treaty on internet governance in late 2012, a wide range of activists rejoiced. They saw the treaty, crafted...
JRazen's insight:

"The success at the ITU conference in Dubai capped a big year for online activists. In January they helped defeat Hollywood-sponsored anti-piracy legislation, best known by the acronym SOPA, in America’s Congress. A month later, in Europe, they took on ACTA, an obscure international treaty which, in seeking to enforce intellectual-property rights, paid little heed to free speech and privacy. In Brazil they got closer than many would have believed possible to securing a ground-breaking internet bill of rights, the “Marco Civil da Internet”. In Pakistan they helped to delay, perhaps permanently, plans for a national firewall, and in the Philippines they campaigned against a cybercrime law the Supreme Court later put on hold."

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RSA Animate - The Internet in Society: Empowering or Censoring Citizens?

Does the internet actually inhibit, not encourage democracy? In this new RSA Animate adapted from a talk given in 2009, Evgeny Morozov presents an alternativ...
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O papel dos municípios no fomento à Cultura

O papel dos municípios no fomento à Cultura | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Em artigo publicado no Blog Acesso, Bernardo Vianna escreve sobre a importância das políticas municipais para o fomento à Cultura. Até 2022, 60% de todos os mais de 5 mil municípios brasileiros deverão ter planos municipais para a Cultura. Essa é uma das metas do Plano Nacional de Cultura. 


"Os planos, assim como as conferências, conselhos e fundos municipais, fazem parte dos mecanismos que integram os municípios ao Sistema Nacional de Cultura – SNC, que estabelece princípios e diretrizes comuns para as políticas de cultura de todos os entes federativos."


A adesão das cidades ao Sistema Nacional de Cultura permite um planejamento mais integrado com o governo federal, explica a secretária de cultura de Olinda (PE), Márcia Souto. "Hoje, temos um convênio com o Ministério da Cultura que possibilita uma consultoria para ajudar na formulação do nosso Plano Municipal de Cultura, que é a parte que falta aprovarmos”.


Souto diz que o fortalecimento das secretarias municipais é a base de funcionamento do sistema. “Você precisa ter o órgão que vai fazer a gestão e, por isso, tem que ser uma instituição fortalecida, com acesso a orçamento próprio, que tenha uma ligação forte com o conselho de políticas culturais e que possa gerenciar o fundo municipal de Cultura”.


Para Davidson Panis Kaseker, secretário de Cultura de Itapeva (SP), as secretarias municipais de Cultura estão mais próximas dos artistas e produtores e são as que melhor se orientam em relação às demandas do público. “Praticamente, em todas as regiões e na maioria dos municípios do interior, há grandes talentos, tanto profissionais como amadores, muitos com níveis de excelência, sem falar na arte popular e manifestações folclóricas. A verdadeira questão é a inclusão cultural, um direito que no Brasil ainda é sonegado à grande maioria da população.”


Para ler o artigo completo, clique aqui: http://www.blogacesso.com.br/?p=5681



Via redação Transversais
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How one law student is making Facebook get serious about privacy

How one law student is making Facebook get serious about privacy | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
Max Schrems requested his personal data from Facebook, got a 1,000-page PDF.

 

The world’s largest legal battle against Facebook began with a class assignment. Student Max Schrems still hasn’t turned in his university paper on the topic, due well over a year ago, but he has already accomplished something bigger: forcing Facebook to alter its approach to user privacy. Now, Schrems wants cash—hundreds of thousands of euros—to launch the next phase of his campaign, a multi-year legal battle that might significantly redefine how Facebook controls the personal data on over one billion people worldwide.

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Piratas de Hollywood: como construir impérios roubando dos outros

Piratas de Hollywood: como construir impérios roubando dos outros | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Em texto para a revista Select, Leonardo Foletto conta a história do início da indústria cinematográfica dos Estados Unidos, quando um grupo de "independentes" desafiou o monopólio de Thomas Edison e da Motion Picutre Patents Company (MPPC) e construiu um império.

 

Edison tinha conseguido a patente do cinetógrafo, controlando a indústria de equipamentos cinematográficos e, com a MPPC, fundou a empresa distribuidora General Film Company, para blindar a concorrência. Como resposta, William Fox, dono da então chamada Greater New York Film Rental Company, decidiu ignorar o monopólio e a lei. Um grupo de donos de cinema e produtores o seguiram.

 

"Muitos desses empreendedores do cinema se chamavam de 'independentes' para se diferenciar da turma de Edison", escreve Foletto para a revista. "Mas estes claramente poderiam ser chamados de 'ilegais', ou 'piratas', ou 'ladrões de propriedade intelectual', segundo os parâmetros da época, porque não pagavam royalties pelas patentes nem pediam permissão para usar o invento dos outros. Ainda fabricavam equipamentos 'ilegalmente' e mantinham uma rede de distribuição de filmes clandestina."

 

Nesse movimento, os "independentes" fugiram de Nova York e partiram para o outro lado do país, "um subúrbio de 5000 habitantes chamado Hollywood, a 4500 km de NY – convenientemente próximo da fronteira com o México, caso precisassem fugir de novo".

 

O grupo de “independentes” fundou os principais estúdios de cinema dos EUA – Fox, Warner Brothers, Universal, Paramount, MGM. 

 

Este mesmo grupo está atualmente na linha de frente de outro grupo, a Motion Picture Association of America (MPAA), que hoje gasta boa parte de seu tempo atrás dos “piratas” que distribuem conteúdos sem autorização pela internet.

 

"E a história se repete: novos empreendedores, agora do ciberespaço, fogem dos advogados de Hollywood para não pagar pelo conteúdo dos estúdios/gravadoras, ou distribuir estes mesmos produtos via P2P. Mas, depois de um século de globalização, parece que não há mais distância suficientemente segura, pelo menos não dentro da terra."

 

No artigo, Foletto conta ainda a história da formação dos principais estúdios norteamericanos e as estratégias utilizadas para conquistar mercado e visibilidade nos primeiros anos. Para ler o texto completo, clique aqui: http://www.select.art.br/article/reportagens_e_artigos/piratas-de-hollywood?page=unic

 


Via redação Transversais
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Ethiopian kids hack OLPC supplied tablets in 5 months with zero instruction

Ethiopian kids hack OLPC supplied tablets in 5 months with zero instruction | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

"We left the boxes in the village. Closed. Taped shut. No instruction, no human being.

 

I thought, the kids will play with the boxes! Within four minutes, one kid not only opened the box, but found the on/off switch. He'd never seen an on/off switch. He powered it up.

 

Within five days, they were using 47 apps per child per day. Within two weeks, they were singing ABC songs [in English] in the village. And within five months, they had hacked Android.

 

Some idiot in our organization or in the Media Lab had disabled the camera! And they figured out it had a camera, and they hacked Android."

 

Comment: Here's to kids with computers!


Via Sepp Hasslberger
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Book Review: "Digitally Enabled Social Change: Activism in the Internet Age"

Note: This post is followed by a response from the authors.

 

"To draw conclusions about activism in the Internet age without reference to social media seems almost as negligent as drawing conclusions about weight gain without reference to carbohydrates.  During the seven years between data collection and publication could they not have collected new data to reflect current practice? And, if such revision was impractical, could they not have couched their findings with a strong disclaimer?  Publishing outdated material is a particular danger in this rapidly changing field, but downplaying or ignoring valid concerns about old data is more problematic.

 

What about the tactics they did choose: petitions, letter-writing campaigns, email campaigns, and boycotts?  Earl and Kimport state that “most examples of relatively inexpensive activism online take the form of the e-tactics we examine in this book” (p 73), yet they offer no evidence for this claim.  Did they do an earlier survey of a broad range of digital tactics and select the most popular to focus on?  There is no evidence of this.  Though anecdotal evidence supports the continuing popularity of email in digital campaigns, it’s hard to imagine that digital boycotts are as pervasive.  After failures of high-profile e-petition sites like Number 10, the tactical value of e-petitions has also been questioned.1  In fact, Earl and Kimport acknowledge that “seven of the fifteen [warehouse sites] we studied are gone from the Web” (p 195), a fact that does not bode well for the current validity of their seven-year-old tactical data."


Via Déborah Araujo
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Post-2008 Social Movements and Their Use of P2P Media

Post-2008 Social Movements and Their Use of P2P Media | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Excerpted from Orsan Senalp:

“Since the Seattle and the first World Social Forum in Porto Alegre, global solidarity and justice activists have been intensively using email lists, Skype meetings, video-sharing, websites and other software available in order to organise alter- or anti-summits as well as reach out the public. However since 2004, with the arrival of high capacity servers and fibreglass cables that allows storing and transmitting of much larger amount of information, the available online tools for activism have become more and more sophisticated, interactive and accessible. The new Web (Web 2.0) has opened up the cyberspace for users’ participation, by producing content, self-publishing and sharing; without any computer programming knowledge.


Via GNUnion - One Big Meshwork
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“Do Men Put On Drag to Heal?”: Gender Performance, Healing and MMOs

“Do Men Put On Drag to Heal?”: Gender Performance, Healing and MMOs | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

"'Yee et al say, “While WoW players share a strong stereotype of women preferring to heal, our findings show that this stereotype isn’t true. We did not find a significant difference in terms of player gender. What we did find was that players enact this stereotype when gender-bending. Thus, the stereotype becomes true in the VW—female characters heal more than male characters.'

 

However, I think that this conclusion understates the potential of the stereotype to be performed in two directions – first, that players who play as female heal more, but secondly and more importantly, players who are going to heal more play as female."

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Portugal decide: baixar músicas e filmes não é crime

Portugal decide: baixar músicas e filmes não é crime | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
Portugal decide: baixar músicas e filmes não é crime...

 

“Do ponto de vista legal, ainda que colocando-se neste tipo de redes a questão do utilizador agir simultaneamente no ambiente digital em sede de upload e download dos ficheiros a partilhar, entedemos como lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado”, diz o MP.

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Liquid Democracy: Web Platform Makes Professor Most Powerful Pirate | SPIEGEL ONLINE

Liquid Democracy: Web Platform Makes Professor Most Powerful Pirate | SPIEGEL ONLINE | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

A linguistics professor in Bamberg is considered the most powerful member of Germany's burgeoning Pirate Party, even though he holds no office. Martin Haase engages in politics almost exclusively through the Internet using the party's Liquid Feedback software. The platform is flattening the political hierarchy and is unique among German political parties.

 

Martin Haase doesn't have to give any hard-hitting speeches at party conferences, nor does he spend time at board meetings or in back rooms to hone his power. When the 49-year-old professor wants to engage in politics, he just opens his laptop and logs in to Liquid Feedback, the Pirate Party's online platform for discussing and voting on political proposals.

 


Via Jose Murilo
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█▓▒░ Minitel Noir ░▒▓█ » Blog Archive » ◓ Cryptivism: Voluntary Botnet Bitcoin Mining Fundraising?

█▓▒░ Minitel Noir ░▒▓█ » Blog Archive » ◓ Cryptivism: Voluntary Botnet Bitcoin Mining Fundraising? | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
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Everything You Need To Know About The Piracy-Battling Copyright Alert System

Everything You Need To Know About The Piracy-Battling Copyright Alert System | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
There's been a lot of discussion this week about the Copyright Alert System. It is a confusing thing! But if you like to steal things on the internet, or
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In the Wake of Aaron Swartz's Death, Let's Fix Draconian Computer Crime Law

In the Wake of Aaron Swartz's Death, Let's Fix Draconian Computer Crime Law | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
JRazen's insight:

The government should never have thrown the book at Aaron for accessing MIT's network and downloading scholarly research. However, some extremely problematic elements of the law made it possible.  We can trace some of those issues to the U.S. criminal justice system as an institution, and I suspect others will write about that in the coming days. But Aaron's tragedy also shines a spotlight on a couple profound flaws of the Computer Fraud and Abuse Act in particular, and gives us an opportunity to think about how to address them.

 
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Revista Select - cidades copyleft

Revista Select - cidades copyleft | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
JRazen's insight:

E se as cidades tivessem licença copyleft? E se as cidades funcionassem com os processos abertos e remix do mundo copyleft? Vamos brincar um pouco. Vamos aplicar a definição de software livre do Richard Stallman a uma cidade. Basta substituir a palavra “programa” por “cidade” nas quatro liberdades clássicas do conceito ‘copyleft’.

 

Liberdade 0: Liberdade para executar a cidade seja qual for nosso propósito.
Liberdade 1: Liberdade para estudar o funcionamento da cidade e adapta-lo às suas necessidades – o acesso ao código-fonte é um pré-requisito para isso.
Liberdade 2: Liberdade para redistribuir cópias e assim ajudar ao seu próximo.
Liberdade 3: Liberdade para melhorar a cidade e depois publicar para o bem de toda a comunidade.

 

Poderíamos mudar “programa” por “rua” ou “praça”. O copyleft seria a licença legal que geraria um novo processo aberto na cidade. O copyleft garantiria uma cidade livre. O código-fonte – a essência da cidade, sua rede, sua operação, sua informação – estaria visível. Seria modificável. Melhorável coletivamente. A troca entre usuários de P2P (peer-to-peer) provocaria uma Praça2Praça, um Parque2Parque..

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Conhecimento livre: acesso aberto influencia debate sobre direito autoral

Conhecimento livre: acesso aberto influencia  debate sobre direito autoral | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

O governo do Reino Unido estabeleceu que a partir de 2014 todos os artigos científicos que resultarem de pesquisa financiada com recursos públicos deverão estar disponíveis gratuitamente em meios eletrônicos. A produção do país representa 8% de todos os artigos científicos publicados no mundo. Se confirmada, será um passo definitivo rumo ao que se conhece por "acesso aberto".

Por enquanto, o caminho para a "abertura" da produção científica passa por duas possibilidades, conforme mostra reportagem da revista Pesquisa Fapesp: " Uma delas é a chamada 'via dourada' (golden road), em que as próprias revistas oferecem o acesso gratuito a seu conteúdo. São típicas dessa estratégia as revistas da Public Library of Science (PLoS) ou a coleção de periódicos da biblioteca SciELO Brasil, um programa financiado pela FAPESP. A segunda vertente é conhecida como 'via verde' (green road). Nessa modalidade, o pesquisador arquiva no banco de dados de sua instituição uma cópia de seus artigos científicos publicados numa revista comercial. Quem quiser ler o artigo sem pagar pode recorrer a esses repositórios."

O acesso aberto começou a ganhar relevância a partir dos anos 1990, com o surgimento da internet e, nos últimos anos, até mesmo instituições de ensino têm procurado publicar conteúdos na rede, como o MIT e Harvard, que disponibilizam pesquisas, material didático e a íntegra de aulas em seus sites.

Em todo mundo, o crescimento das políticas de acesso aberto têm provocado mudanças nos regimes comerciais de revistas científicas e editoras. Segundo pesquisa citada pela revista Pesquisa Fapesp, o número de revistas com regime de acesso aberto teve forte expansão na década passada: a quantidade de publicações cadastradas saltou de 741 em 2000 para 8.282 em 2012. O Brasil é o segundo do ranking de países que mais dispõem de revistas de acesso aberto, com 782 publicações. Só perde para os Estados Unidos, com 1.260.

De um modo geral, os modelos de "acesso aberto" praticados por editoras e revistas científicas servem como parâmetro também para as discussões sobre os direitos autorais após o advento do digital. Como a comunidade científica segue padrões globalizados de circulação de informação, as soluções praticadas aqui são forte referência nos debates em outros campos do conhecimento e da cultura.

Para saber mais sobre o "acesso aberto", visite o site http://acessolivrebrasil.wordpress.com/category/acesso-aberto/ e o http://acessolivrebrasil.wordpress.com/category/acesso-aberto/



Para ler a matéria completa, clique aqui: http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/11/12/conhecimento-livre/

Para saber mais sobre a questão dos direitos autorais e conhecimento livre, visite o site do 1º Simpósio Internacional de Políticas Públicas para Acervos Digitais, aqui: http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/04/29/3%C2%BA-dia-direito-autoral-x-acervos-digitais/


Via redação Transversais
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Grandes empresas passam a atuar no vácuo deixado pelas gravadoras

Grandes empresas passam a atuar no vácuo deixado pelas gravadoras | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Desde 2005, quando foi criado, o programa Natura Musical já apoiou cerca de 200 projetos de artistas como a cantora paulista Tulipa Ruiz e o grupo Uirapuru. No total, a empresa investiu em 2011 mais de R$ 18 milhões em projetos culturais.

 

O Natura Musical, assim como o Conexão Vivo e o Oi Música são editais de incentivo à produção artística que trabalham com leis de incentivo público, como a Lei Rouanet, a Lei do Audiovisual e a Lei do ICMS (estadual).

 

Em 2011, o Conexão Vivo financiou 164 projetos no Brasil, investindo R$ 35 milhões, entre recursos próprios e incentivados (aqueles descontados dos impostos devidos pelas empresas por meio da aplicação das leis de incentivo). A telefônica Oi também criou um selo para distribuir os artistas incentivados, o Oi Música, e já lançou 15 títulos. 

 

Editais têm contribuído para a viabilização de uma produção musical que escapa aos interesses do mercado fonográfico. "O artista contemporâneo precisa ter parceiros. Não gosto que ninguém pague pra mim, tipo toma aí! Senão eu ia vender cerveja, ia fazer outras coisas," diz o músico Otto em entrevista ao jornal Valor.

 

"As grandes gravadoras ainda existem, mas não investem seus recursos em apostas. Nesse espaço os patrocinadores estão ganhando mais relevância", diz Karen Cavalcanti, gerente de marketing da Natura. "A música é uma ferramenta de conexão com o consumidor."

 

Antes procurada por artistas em início de carreira ou com dificuldades para obter apoio de gravadoras, os editais de cultura de grandes empresas têm estabelecido relações com músicos consagrados, como Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Tom Zé (que lançou recentemente o disco "Tropicália Lixo Lógico" a partir do apoio da Natura) e Herbet Vianna (que lança trabalho solo pela Oi Música). 

 

Leia a matéria completa em:

http://www.valor.com.br/cultura/2899790/empresas-passam-atuar-como-gravadoras#ixzz2CDwJHi2l


Via redação Transversais
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Why we need (and now have) an open wireless movement - from the Electronic Frontier Foundation

Why we need (and now have) an open wireless movement - from the Electronic Frontier Foundation | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Last year, we wrote a post titled "Why We Need An Open Wireless Movement."

 

Today, EFF is proud to announce the launch of the Open Wireless Movement—located at openwireless.org—a coalition effort put forth in conjunction with nine other organizations...

 

The Open Wireless Movement envisions a world where people readily have access to open wireless Internet connections—a world where sharing one's network in a way that ensures security yet preserves quality is the norm. Much of this vision is attainable now. In fact, many people have routers that already feature "guest networking" capabilities.

 

Get the whole article by clicking on the linked headline here. 

 

More information at https://openwireless.org/


Via Sepp Hasslberger
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Pontos de Cultura como fator de resistência ao capitalismo contemporâneo

Pontos de Cultura como fator de resistência ao capitalismo contemporâneo | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

No início de outubro de 2012, Rociclei Silva participou do colóquio “Desincubando a criatividade da metrópole” na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, e falou sobre capitalismo, cultura, periferia e metrópole. O evento foi promovido pela rede UniNômade, que publicou em seu site uma versão ampliada da apresentação.


No texto, Rociclei Silva faz um levantamento de algumas iniciativas de produção de cultura local em bairros do Rio de Janeiro e aponta as tentativas de organizações não governamentais e do governo de se apropriar da cultura produzida por movimentos associados ao Hip Hop.


Para ele, "O que incomoda, inquieta e assusta não só ao movimento Hip Hop, mas também aos demais movimentos culturais, é exatamente a reação do capitalismo contemporâneo, tentando capturar, cooptar e domesticar a produção de subjetividade incessante e frenética que esses movimentos promovem."


Silva lembra a presença do grafite, do Dj, do rap, do break, das gírias e dialetos em novelas e outros programas da Rede Globo, e também a presença de lideranças desses movimentos em comerciais de bancos, telefonia celular, etc. "O capitalismo investe não só na cultura hip hop, mas em todas as redes e culturas, buscando extrair valor da cul­tura, do saber, do afeto e da sociabilidade. Para isso procura conectar-se a determinadas dinâmicas de produção do intangível. É nesse momento que assistimos a Nike fazer uma parceria com Central Única de Favelas (Cufa) ou com o rapper Mano Brow. Assistimos ao Santander buscando expandir seus serviços nas periferias utilizando a imagem do grupo AfroReggae ou a Nextel, utilizando o rapper MV Bill" (ver imagem acima).


"Para o capitalismo contemporâneo conectar-se com essas culturas e com esses territórios, é conectar-se com as dinâmicas de produção do intangível, é buscar a fonte do valor que se encontra nas formas de vidas que se produzem e reproduzem continuamente nesses mundos. Formas de vida que são potentes manifestações de criatividade, luta e resistência no seio desse novo ciclo de acumulação do capitalismo globalizado."


Dentro dessa nova dinâmica de produção de riqueza, reforça Silva, "os movimentos sociais/culturais e os territórios produtivos (...) ficam em evidência e tornam-se alvo do desejo do capitalismo contemporâneo que se mobiliza para capturá-los seduzi-lo e fazer uso deles ou até mesmo se apropriar dos mesmos."


"Mas o assédio a esses movimentos e territórios não vem só dos representantes do capitalismo, parte também de organizações governamentais e não governamentais que se dizem contra o capitalismo, mas que não enxergam ou não conseguem enxergar essas manifestações como multidão, como um conjunto de singularidades que cooperam entre si, uma multiplicidade de grupos e de subjetividades. Algumas vezes não reconhecê-los como multidão é pura falta de conhecimento e a necessidade de trocar os óculos. Mas em muitas das vezes não reconhecê-los como multidão é a forma de exercer o poder sobre eles impondo a homogeneização e verticalização. Para tanto, basta oferecer uma bela ajuda financeira ou a ampliação de suas atividades e melhorias de seus equipamentos, na sua grande maioria precária e carente."


Rociclei Silva termina o artigo defendendo os Pontos de Cultura como política cultural capaz de estimular a produção cultural dos grupos nos territórios produtivos das metrópoles sem que as singularidades dessas criações sejam comprometidas. 


Para ler o artigo completo, clique aqui: http://uninomade.net/tenda/metropole-onde-se-produz-o-comum/


Via redação Transversais
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Uma política cultural para São Paulo

Em artigo para a revista Carta Capital, o professor de filosofia da USP Vladimir Safatle defende o planejamento de uma política cultural ampla para São Paulo. Publicado na véspera do segundo turno das eleições municipais, Safatle diz no artigo que a política cultura das gestões municipais atual e anteriores resumiram-se "à organização de eventos esparsos" e deixaram de pensar uma "visão integrada capaz de contemplar, de maneira ousada, exigências de formação para a cultura, de difusão da produção, de fomento contínuo, de preservação de patrimônios material e imaterial, assim como de criação de bases de informação de dados sobre a cultura da cidade".


Retomando tema já levantado em outro texto, mencionado aqui à época (ver: http://www.scoop.it/t/transversais/p/2104462574/nome-proprio-da-cultura), Safatle diz que "São Paulo precisa, por exemplo, de uma política clara de formação para a cultura que não seja simplesmente um subsetor da assistência social ou da qualificação técnica para aquilo que alguns não temem em chamar de 'economia criativa'."


Roque Citadini, em seu blog (http://blogdocitadini.com.br/?p=1705), resumiu o texto de Safatle transformando-o em proposições para um possível plano futuro para a cidade: 


"1-São Paulo precisa de um conjuntos de escolas municipais de artes, que ofereçam não apenas oficinas, mas cursos de longa duração de música, teatro, dança, audiovisual, artes plásticas e literatura.


2-Retomada da construção de centros culturais, que possam ter parte de sua gestão na mão de coletivos de artistas.


3-As Escolas de artes poderão funcionar no mesmo espaço que os centros de culturais


4-Recuperação das Bibliotecas Municipais, abrindo aos sábados e domingos até meia-noite. Atualização de seus acervos.


5- Criar uma política robusta de bolsas para jovens artistas, que teriam, assim, mais autonomia criativa."


Para ler o artigo na íntegra, clique aqui: http://www.cartacapital.com.br/cultura/uma-politica-cultural-para-sao-paulo/?autor=961


Via redação Transversais
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Icelanders approve their crowdsourced draft for a new constitution

Icelanders approve their crowdsourced draft for a new constitution | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

Iceland's citizens were given a chance to help forge a new constitution for their country through Facebook and Twitter, so it's not surprising that they backed the resulting draft. Now it's over to the politicians.

 

On Saturday the country held a referendum asking voters six questions about the draft, the first of which was whether they wanted to go ahead with using it as the basis for their new constitution. Two thirds voted yes.

 

Which makes sense, if you think about it. Give the people a chance to feed into the drafting, taking advantage of the internet’s convenience and low barriers, and they’ll stand behind the result.


Via Sepp Hasslberger
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Court rules book scanning is fair use, suggesting Google Books victory

Court rules book scanning is fair use, suggesting Google Books victory | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it
Judge rules for Google's library partners in lawsuit brought by Authors Guild.

 

The Author's Guild has suffered another major setback in its fight to stop Google's ambitious book-scanning project. The Guild lost a key ally when Google settled with a coalition of major publishers last week. Now a judge has ruled that the libraries who have provided Google with their books to scan are protected by copyright's fair use doctrine. While the decision doesn't guarantee that Google will win—that's still to be decided in a separate lawsuit—the reasoning of this week's decision bodes well for Google's case.

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Frictionless Sharing Hits the Skids at Facebook

Frictionless Sharing Hits the Skids at Facebook | Cibercultura revolucionária tropical | Scoop.it

One year into its quest to get us to passively share everything with each other all the time, it's starting to sink in at Facebook that people aren't very interested in bringing radical transparency to their digital lives. A sign of the times: at a panel yesterday, Facebook's manager of media partnerships, Andy Mitchell, explained that the company no longer thinks the future of the Internet is "passive sharing," tweeted Liz Heron, director of social media and engagement at The Wall Street Journal, adding that Mitchell said the "user feedback" was "not strong." It's just one tweet from one digital panel, but it's still surprising to hear that anyone at Facebook is willing to publicly acknowledge that people are reluctant to share after the social network has been going so strongly in an always be sharing direction.

 

From the beginning people pushed back against this idea. Slate's Farhad Manjoo called it a "terrible plan." "This is a nightmare ... Facebook is killing taste," he wrote, explaining that removing the choice from sharing, makes it seem like we approve of everything we, read, or listen to. "It eliminates the curation aspect of our self-presentations," added Philip Bump at The Atlantic. "It would be as though I told everyone that I was wearing blue jeans and a somewhat worse-for-wear t-shirt right now in addition to revealing that earlier today I wore a sharp, tailored suit. Both are accurate, but only one is the impression I'd like to leave with people." Others had privacy qualms. Some (including me) just didn't want to participate.

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