Lucas do Rio Verde
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Dilma dirige trator e colheitadeira em Lucas do Rio Verde

Dilma dirige trator e colheitadeira em Lucas do Rio Verde | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

11/02/2014 - Alexandre Alves

 

Antes de fazer a abertura simbólica da colheita da safra de soja em Mato Grosso, esta manhã, em Lucas do Rio Verde, a presidente Dilma Rousseff visitou uma fazenda nas proximidades da Fundação Rio Verde (onde ocorrerá a solenidade) e conduziu um trator puxando plantadeira e depois uma colheitadeira.
Orientada por operadores de máquinas agrícolas, a presidente até chegou a colher uma quantia de soja, fazendo a colheitadeira percorrer trecho de aproximadamente 100 metros. Depois, os grãos foram despejados pela colheitadeira em uma lona esticada no meio da lavoura. Em seguida, Dilma e comitiva foram para a Fundação Rio Verde.
No local onde ocorrerão os pronunciamentos, cerca de dois mil agricultores aguardam Rousseff anunciar melhorias para a logística de transportes em Mato Grosso, sobretudo a duplicação da BR-163 e a implantação da Ferrovia da Integração do Centro-Oeste (Fico), que terá terminal de cargas naquele município.
O evento acontece também com a presença do ministro da Agricultura, Antônio Andrade, e dos Transportes, César Borges, do secretário de Política Agrícola, Neri Geller; do governador Silval Barbosa (PMDB), dos senadores Blairo Maggi (PR), Pedro Taques (PDT) e Kátia Abreu (PSD-TO), deputados federais e estaduais, prefeitos, entre outros ocupantes de cargos eletivos.
O município de Lucas do Rio Verde foi escolhido para sediar o evento pela representatividade local no agronegócio brasileiro, colhendo 1,5% de toda a produção nacional de grãos. A colheita de soja, por exemplo, é estimada em 800 mil toneladas por ano em 240 mil hectares plantados, enquanto a de milho é de 1,1 milhão de t. em 170 mil ha. Outro destaque é o algodão, com cerca de 7,5 mil t. em 30 mil ha.

 

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=NeVCP_09hjM

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As 20 empresas do agronegócio que mais empregam no Brasil | EXAME.com

Veja quem tem mais funcionários diretos no país nesse setor no ano de 2012, segundo Melhores e Maiores
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100 cidades pequenas que dão um show em infraestrutura | EXAME.com

São Paulo – Das 5,5 mil cidades brasileiras, algumas destacam-se por seu elevado desempenho e desenvolvimento em infraestrutura no país.

Vinhedo, pequeno município do interior de São Paulo (e muito conhecido por sua tradicional festa da uva), é quem encabeça o primeiro lugar entre 100 cidades com 50 mil a 100 mil habitantes que proporcionam condições adequadas de moradia  para seus habitantes. 

O ranking, que faz parte da pesquisa “As melhores cidades do Brasil para fazer negócios”, foi elaborado com exclusividade pela consultoria Urban systems para a revista EXAME.

Para chegar neste resultado, o estudo levantou informações de 348 municípios com uma população entre 50.000 e 100.000 habitantes – estes, responsáveis por 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

O ranking leva em conta três indicadores, como o número de casas com internet fixa de alta velocidade, índice de perdas na distribuição de água e a quantidade de vezes em que ocorreram paralisações no sistema de distribuição de água.

Cada indicador recebeu um peso de acordo com sua relevância – totalizando 12 pontos. 

Na tabela abaixo, você vê as 100 cidades com as maiores pontuações. 

RankingCidadeEstadoPontuação1VinhedoSP3,2732São Gonçalo do AmaranteRN3,0883Lucas do Rio VerdeMT2,880
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Avanço do agronegócio no Matopiba puxa devastação do cerrado

Avanço do agronegócio no Matopiba puxa devastação do cerrado | Lucas do Rio Verde | Scoop.it
Fala-se muito em Amazônia, mas a vegetação nativa mais ameaçada pela expansão do agronegócio no país, hoje, é o cerrado. A fronteira agrícola mais agressiva está no Matopiba, onde o desmatamento cresceu 61,6%.
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Midia News | Pivetta diz que Taques foi sua maior realização na política

Midia News | Pivetta diz que Taques foi sua maior realização na política | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

por Camila Ribeiro

Dia 11/fev/2015

 

O prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), afirmou que uma de suas maiores realizações dentro da política, foi conseguir levar o governador Pedro Taques para o PDT e, em seguida, o projetá-lo para disputas vitoriosas ao Senado Federal e ao Governo do Estado. Taques, que ocupava o cargo de procurador do Ministério Público Federal, afastou-se da função, em 2010 e filiou-se ao PDT. Neste mesmo ano, foi eleito senador por Mato...

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China’s Ambitious Rail Projects Crash Into Harsh Realities in Latin America - The New York Times

China’s Ambitious Rail Projects Crash Into Harsh Realities in Latin America - The New York Times | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

por Simon Romero

 

LUCAS DO RIO VERDE, Brazil — The ambitions are dizzying, some of the grandest in Latin America since thousands of laborers perished building railways through the forbidding jungles of Brazil more than a century ago.

China has sought to build a “dry canal” in the form of a railway across Colombia, linking the Caribbean to the Pacific. Chinese investors announced another huge venture in Honduras, two ports and a 375-mile railroad from sea to sea. Then this June, China announced yet another megarailway — nearly 10 times as long — across Brazil andPeru, stretching from one coast of South America to the other.

 

But across the region, one large Chinese rail venture after another has come crashing against the hard realities of Latin American politics, resistance from environmental groups, and a growing wariness toward China. While China boasts of its rail initiatives around the world, it has often been stymied here in Latin America, reflecting how even China’s formidable ambitions have limits.

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GO, MT, MS, DF e TO fundam Movimento do Brasil Central

Governadores de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e Tocantins, com a presença do ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), Roberto Mangabeira Unger, formalizaram a fundação do Movimento do Brasil Central com o propósito de unir forças e trabalhar por uma estratégia regional de desenvolvimento.

Pela manhã, eles assinaram uma carta de intenções especificando tópicos que fundamentam uma agenda comum que busquem soluções de cooperação que impulsionem as economias e melhore a qualidade de vida da população dos entes federados participantes.

No documento, os governantes se comprometeram a criar dois instrumentos para o desdobramento da ação conjunta interestadual: o Fórum dos Governadores do Brasil Central e uma entidade com governança exclusiva dos Estados do Centro-Oeste e do Distrito Federal, com inclusão do Tocantins, com o objetivo de orientar e financiar as políticas de desenvolvimento da região. Além disso, o bloco quer dar força e rumo à Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

Para consolidar o bloco e discutir os detalhes da parceria, os governadores e suas equipes se reunirão com frequência numa das capitais dos Estados participantes. A próxima reunião foi marcada para o dia 7 de agosto, em Cuiabá. O tema prioritário será a organização desta entidade: sua forma jurídica, seu modelo de governança e sua fonte de financiamento.

Para o Fórum em Mato Grosso, serão convidados também os presidentes das Assembleias Legislativas para participarem do encontro. Além de Goiânia e Cuiabá, os governadores do Brasil Central se reunirão em mais três ocasiões, sempre às sextas-feiras: dia 4 de setembro, no Tocantins, dia 2 de outubro em Mato Grosso do Sul e dia 6 de novembro em Brasília.

Governadores unidos

A intenção dos governadores é, em bloco, construir um modelo de desenvolvimento que dê instrumentos ao espírito empreendedor, inovador e criativo que marca o Brasil Central. Para o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, o Brasil Central tem muita coisa em comum além da vocação para o agronegócio. “Temos muito mais pontos que nos unem do que nos divergem”, resumiu.

Para o governador do Mato Grosso, Pedro Taques, o espírito de cooperação e união é fundamental entre os entes federados. “Não queremos retirar poder da União. Queremos que os Estados sejam respeitados”, explicou, lembrando ainda que a produção da região do Brasil Central é responsável pelo superávit da balança comercial brasileira.

O governador de Goiás, Marconi Perillo, agradeceu o esforço intelectual e pessoal do ministro. Além disso, ele antecipou que os governadores convidarão Rondônia para fazer parte do bloco. “Avançamos muito na criação do Fórum e no próximo encontro esperamos contar também com a presença do governador de Rondônia. Um sexto governador é muito bem vindo para tornar nossa parceria ainda mais forte”, afirmou.

 

Notícia disponível em http://www.segplan.go.gov.br/post/ver/199898/go-mt-ms-df-e-t-o-fundam-movimento-do-brasil-central

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Estoque menor de soja nos EUA favorece Brasil

10/04/15 - Os dados de oferta e de demanda de grãos divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) não trouxeram novidades em relação à área e à produção da safra 2014/15.

Um dado, no entanto, pode ser muito interessante e merece ser acompanhado pelos produtores brasileiros de soja: o da relação do consumo com os estoques finais.

O Usda elevou o consumo de soja do país (inclui exportações) para 101,3 milhões de toneladas na safra 2014/15.

Com isso, as estimativas de estoques finais indicam, agora, um recuo para 10,1 milhões de toneladas.

Com essa queda, a relação estoques/consumo caiu para um patamar inferior a 10%, de acordo com Daniele Siqueira, da AgRural.

Esse percentual ainda é bem melhor do que o da safra 2013/14, quando recuou para 2,6%, mas, se continuar caindo, poderá complicar a oferta de soja para os norte-americanos na safra 2015/16.

Para que isso não ocorra, tudo terá de dar certo na safra 2015/16 dos Estados Unidos, que será colhida no segundo semestre.

A intenção de plantio dos norte-americanos indica uma ampliação da área de soja. Por ora, a intenção de plantio aponta para uma área de 34,3 milhões de hectares, 378 mil mais do que em 2014/15.

A área de milho está estimada em 36,1 milhões de hectares, 566 mil menos do que na safra anterior. Mas números confiáveis de plantio só serão conhecidos no fim de junho, segundo Siqueira.

A analista da AgRural adverte, no entanto, que não basta um crescimento de área. Para que a safra norte-americana volte a registrar volume próximo dos 108 milhões de toneladas como nesta safra --ou superior--, será necessária a manutenção da boa produtividade.

Na safra 2014/15, a produtividade média de soja foi de 53,6 sacas por hectare nos Estados Unidos, 9% mais do que na anterior.

As indústrias norte-americanas vão esmagar 48,9 milhões de toneladas de soja na safra 2014/15. Nesse mesmo período, as exportações devem atingir 48,7 milhões, conforme dados divulgados nesta quinta (9) pelo Usda.

A produção mundial de soja atingirá 315,5 milhões de toneladas, um volume 11% superior ao de 2013/14.

Além da boa produção nos Estados Unidos, a América do Sul também coopera para o recorde mundial de produção de soja nesta safra. Na avaliação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o Brasil produzirá 94,5 milhões de toneladas. A Argentina, 57 milhões.

A grande consumidora da oleaginosa, a China, vai importar 74 milhões de toneladas, 5% mais do que o volume adquirido na safra anterior.

*Texto publicado na coluna Vaivém das Commodities.


Mauro Zafalon
Fonte: Folha de S. Paulo

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Soja supera minério de ferro e lidera exportações do país em 2014 - 06/01/2015 - Vaivém - Colunistas - Folha de S.Paulo

Soja supera minério de ferro e lidera exportações do país em 2014 - 06/01/2015 - Vaivém - Colunistas - Folha de S.Paulo | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

06/01/2015

Por Mauro Zafalon

 

Observações sobre a matéria:

- complexo da soja (grãos, farelos e óleo bruto);

-  apesar do bom desempenho da soja, o agronegócio como um todo teve seu primeiro deficit comercial desde 2000;

- o milho sofreu queda de exportação, contudo o volume de 2014 é superior à média dos anos anteriores (2008-2013)

 

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Chuvas em Lucas do Rio Verde fazem produtores retomarem plantio de soja

Chuvas em Lucas do Rio Verde fazem produtores retomarem plantio de soja | Lucas do Rio Verde | Scoop.it
O município deve plantar 620,3 mil hectares de soja nesta safra.
Em Nova Mutum, choveu pouco e sojicultores estão cautelosos.
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Sadia Muda realidade Economica de Lucas

13/11/2009

 

Unidade de Lucas do Rio Verde está operando com 30% de sua capacidade e hoje conta com 3.800 funcionário. A empresa contratou em Mato Grosso 800 funcionários...

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O começo de Lucas do Rio Verde - MT

Uma reportagem para os novos moradores, alunos, cidadãos deste novo Lucas do Rio Verde.....

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China pode consolidar investimentos na ferrovia entre Lucas do Rio Verde e Campinorte - CenarioMT.com.br

China pode consolidar investimentos na ferrovia entre Lucas do Rio Verde e Campinorte - CenarioMT.com.br | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

18 de Julho de 2014 - Vinícius Tavares

 

A visita do presidente da China Xi Jinping ao Brasil pode garantir a continuidade do programa de investimentos em logística para facilitar o escoamento da produção agropecuária da região Centro-Oeste e garantir o abastecimento do mercado asiático.

 O tema foi tratado nesta quinta-feira (17) entre o presidente chinês, a presidente Dilma Rousseff e o ministro da agricultura Neri Geller, em Brasília. Segundo Neri, a questão da ferrovia que liga Lucas do Rio Verde a Campinorte (GO) foi tratada com bastante firmeza. 

 "Hoje (ontem), tive uma reunião muito clara do presidente chinês com relação a este investimento vir para o Brasil e, portanto, do ponto de vista econômico para o nosso país”, afirmou Neri. A obra é de interesse especial dos produtores de soja, que com a ferrovia ganhariam uma alternativa mais barata para transportar o grão até os portos por onde são exportados. Na ocasião, Dilma disse que o Brasil conta com a China para tirar do papel os planos do governo para investimentos em infraestrutura. "Apresentei ao presidente Xi Jinping oportunidades que se abrem em licitações nos setores ferroviário, portuário e aeroviário. Aqui as empresas chinesas encontrarão segurança jurídica, marco regulatório estável e serão muito bem-vindas", afirmou Dilma ao lado do líder chinês. Os gastos estimados pelo governo brasileiro para alavancar a logística e reduzir o custo para o transporte de produtos é estimado em R$ 240 bilhões.
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Toward the Holistic City

Toward the Holistic City | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

NEAR THE SHORES of Lake Volta in Ghana, MIT researchers are working with villagers and other stakeholders on a project that could shape the future of African cities. They are developing no less than a new urban model for “a changing continent that is expected to add close to a billion people over the next 100 years with an economy increasingly based on large-scale industrial agriculture. “We call it the holistic agribusiness city,” says Alan Berger, co-director of MIT’s Center for Advanced Urbanism (CAU), which creates new models for 21st-century cities. “The idea is to design thousands of small cities from scratch that reuse as much as possible in a sustainable way using the best technologies, the best in environmental planning, the best architecture, and the best infrastructural integration.” “Together we’re helping to design the future urban form of a continent.” One component of the conceptual design in Ghana, for example, is “a system that closes the loop on water consumption,” says Berger, professor of Landscape Architecture and Urban Design in the Department of Urban Studies and Planning. It uses lake water to irrigate many acres of a principal crop like corn managed by Africa Atlantic Franchise Farms, a CAU partner. That water is then recycled through smaller constructed wetlands in the interstitial areas between the irrigated land. There villagers—who may also work for Africa Atlantic—can grow their own secondary crops for personal use or export. “It’s a holistic cycle where the water and the nutrients in it are constantly being filtered out and reused,” Berger says. And the potential for real impact is not limited to just one city or one country, Berger says. “Together we’re helping to design the future urban form of a continent.”

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Exportações de soja brasileira para China sobem 300% em novembro

Exportações de soja brasileira para China sobem 300% em novembro | Lucas do Rio Verde | Scoop.it
Impulsionadas pelo real desvalorizado, as importações de soja do Brasil pela China saltaram 297% em novembro na comparação com o mesmo mês de 2014, refletindo fortes embarques realizados nos portos brasileiros nos últimos meses, mostraram nesta segunda-feira (21) dados da alfândega chinesa.
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IPAM Amazônia | Compradores da soja brasileira devem exigir cumprimento do Código Florestal, sugere estudo

Brasília (2/12/2015) – Um grupo de pesquisadores do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) publicou nesta quarta-feiraum estudo que mostra que o mercado consumidor de soja pode ter um papel decisivo não só na redução do desmatamento na região amazônica, mas também influindo positivamente no cumprimento do Código Florestal.

Para que isso aconteça, os compradores da commodity brasileira precisam incluir em seus critérios de aquisição a exigência de que o agricultor esteja em dia com a lei florestal em vigor no país. Para os pesquisadores, o Código Florestal tem instrumentos capazes de incentivar o setor a varrer o desmatamento ilegal de suas cadeias produtivas.

Para chegar a esta conclusão, os estudiosos escolheram o estado do Mato Grosso, maior produtor e exportador da soja brasileira. Das 3.291 propriedades produtoras do grão no bioma Amazônico analisadas na pesquisa, a maioria (82%) cumpre os critérios da Moratória da Soja – um acordo voluntário entre setor produtivo, governo e sociedade civil para evitar a comercialização de grãos plantados em áreas desmatadas da Amazônia após julho de 2008.

O que causou admiração foi constatar que dois terços das propriedades estudadas, ou seja, 1.738 unidades, têm passivo de reserva legal, apesar de não terem desmatado após julho de 2008. Em outras palavras, estão quites com a moratória da soja, mas em total desacordo com o Código Florestal.

“É possível que essa mesma lógica se aplique a outros estados da Amazônia Legal. E não só em relação à soja, mas também à pecuária, cujos impactos sobre a floresta também são acompanhados por iniciativas como os Termos de Ajuste de Conduta que envolvem produtores, comerciantes, Ministério Público e ONGs”, acredita Andrea Azevedo, líder do estudo.

Muito além da moratória

A pesquisadora do IPAM lembra que, no plano internacional, as grandes redes compradoras da soja brasileira estão cada vez mais alinhadas com cadeias produtivas livres do desmatamento, a exemplo dos signatários da Declaração de Nova York sobre Florestas – documento que prevê reduzir pela metade o desmatamento até 2020 e zerá-lo até 2030. Entre os que assinaram a declaração estão gigantes, como a Cargill e outras empresas de grande porte, que compram dos produtores brasileiros.

Muitos desses compradores também fazem parte de organizações como o The Consumer Goods Forum (TCGF), que reúne indústrias, comerciantes, bancos e provedores de serviços ligados ao mercado de commodities em 70 países. Todos atentos ao risco da imagem que pode vir da aquisição de produtos provenientes do desmatamento.

“Nossa expectativa é que o mercado comece a exigir critérios de cumprimento da lei florestal do Brasil, indo além do que prevê a moratória da soja. O mesmo deve se aplicar ao setor que financia a produção agrícola”, afirma Marcelo Stabile, um dos autores do estudo.

Para ele, o Código Florestal já traz mecanismos que podem ajudar o mercado a monitorar se os fornecedores de grãos – ou carne – cumprem a lei. É o caso do Cadastro Ambiental Rural (CAR), capaz de quantificar o que cada propriedade desmatou, além do permitido.

A cobrança pelo cumprimento do Código Florestal, por exemplo, já faz parte dos critérios para liberação de crédito agrícola. Desde 2014, uma norma do Banco Central beneficia produtores rurais inscritos no CAR. Quem está na rota da legalidade pode aumentar em 15% o crédito para custeio da produção, com juros mais baixos que os do mercado.

Mas o fato é que os incentivos ao cumprimento com o Código Florestal são poucos, e o mercado deve ser um parceiro nessa empreitada.

“Ao cobrar que os produtores cumpram a lei, os compradores de commodities brasileiras irão reforçar o Código Florestal e seus principais instrumentos, apoiando as políticas do governo”, diz Tiago Reis, coautor da pesquisa, referindo-se ao CAR e aos Programas de Regularização Ambiental (PRAs).

A ideia é que mecanismos como a moratória da soja não só sejam reforçados, mas também ampliem o âmbito de suas exigências, apoiando a legislação ambiental.

No mercado interno, a atenção volta-se para as grandes redes de supermercados instaladas no país, que já estão sendo pressionadas a informar ao consumidor do varejo a origem dos produtos agropecuários – sobretudo da carne – proveniente da Amazônia.

“Uma vez cumprido como deve ser, o Código Florestal pode evitar a emissão de grandes quantidades de gases de efeito estufa, ao limitar o desmatamento, e ainda ajudar o país a remover da atmosfera quantidades enormes de carbono, no processo de restauração das florestas derrubadas ilegalmente, como prevê a lei. Isto é uma enorme contribuição para as metas do Brasil na Convenção do Clima das Nações Unidas”, lembrou Reis.

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Tangará da Serra e Lucas do Rio Verde devem começar a receber voos regulares em setembro - Olhar Direto

Tangará da Serra e Lucas do Rio Verde devem começar a receber voos regulares em setembro - Olhar Direto | Lucas do Rio Verde | Scoop.it
As cidades de Tangará da Serra e Lucas do Rio Verde devem começar a receber voos regulares de passageiros na segunda quinzena de setembro. A empresa responsável por realizar as operações é a Asta. Os document...
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Estudo comprova viabilidade de ferrovia que ligará Oeste catarinense à região Centro-Oeste do país

Estudo comprova viabilidade de ferrovia que ligará Oeste catarinense à região Centro-Oeste do país | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2015/08/estudo-comprova-viabilidade-de-ferrovia-que-ligara-oeste-catarinense-a-regiao-centro-oeste-do-pais-4830161.html

 

Thiago Santaella

thiago.santaella@diario.com.br

 

Pode demorar até dez anos, mas o Estado deve voltar a ter uma ferrovia que corte seu território. O ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues (PR), participou de audiência pública, nesta sexta-feira, em Florianópolis, para falar do estudo de viabilidade da ferrovia Norte-Sul, chamada de Ferrovia do Milho. O resultado foi que é viável construir uma estrada de ferro que ligue a região Centro-Oeste do país, maior produtor de milho e soja, ao Oeste catarinense, consumidor de 3,3 milhões de toneladas anuais de milho e soja para alimentar as criações de aves e suínos.

 

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Resíduos de agrotóxicos estão presentes até no leite materno | Notícias Destaque | Novoeste on-line - Onde o Oeste da Bahia é Notícia

14/04/2015

 

A exposicao aos agrotoxicos causa inumeros efeitos a saude e esta ligada a varios tipos de cancer. Nao e achismo ou ativismo. E o que apontam varios estudos cientificos ao longo das ultimas decadas.

Alheio aos sucessivos alertas, o Brasil segue ocupando a lideranca mundial de consumo desses venenos.

Na semana passada, em um feito inedito, o Inca (Instituto Nacional do Cancer) se posicionou contra o uso de pesticidas e recomendou a sua "reducao progressiva e sustentada" nas plantacoes. Alguem avisou o Ministerio da Agricultura sobre isso?

Segundo documento divulgado pelo instituto, a liberacao do uso de sementes transgenicas no Brasil foi uma das responsaveis por colocar o pais no primeiro lugar no ranking mundial, ja que o cultivo das sementes modificadas exige grande quantidade desses produtos.

No Brasil, a venda de agrotoxicos saltou de US$ 2 bilhoes para mais de US$ 7 bilhoes entre 2001 e 2008, alcancando valores recordes de US$ 8,5 bilhoes em 2011. Ultrapassamos a marca de 1 milhao de toneladas, o que equivale a um consumo medio de 5,2 kg de veneno por habitante. Para a industria quimica, o alto consumo e efeito colateral de um objetivo nobre: aumentar a produtividade das lavouras brasileiras.

A literatura cientifica aponta varios efeitos associados a exposicao cronica aos agrotoxicos, como infertilidade, impotencia, abortos, malformacoes, neurotoxicidade, desregulacao hormonal, efeitos sobre o sistema imunologico e cancer.

MEDIDAS

Ha medidas muito concretas que o pais poderia adotar para frear esse abuso. Por exemplo, o fim da pulverizacao aerea, ja banida em quase toda a Europa por causar dispersao dessas substancias nocivas no meio ambiente. Apenas uma pequena parte do agrotoxico cai na planta, a maior parte fica no solo, na agua e nas comunidades que moram no entorno das plantacoes.

Mas tanto a industria quanto o setor da aviacao agricola argumentam que suprimir a pulverizacao aerea reduziria em ate 40% a produtividade das lavouras.

Outra medida defendida pelos ambientalistas e o fim da isencao de alguns impostos que o pais a concede a industria produtora de agrotoxicos. O preco de registro de novos agrotoxicos tambem funciona como incentivo ao setor. E de no maximo US$ 1 mil. Nos EUA, custa ate US$ 630 mil.

Por ultimo, o Brasil deveria banir a comercializacao de principios ativos proibidos em outros paises. Um dossie de 2012 da Abrasco (Associacao Brasileira de Saude Coletiva) aponta que, dos 50 produtos mais utilizados nas lavouras brasileiras, 22 sao proibidos na Uniao Europeia.

LEITE MATERNO

Outro documento, da Anvisa (Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria), mostra que grande parte do estoque de produtos organofosforados banidos na China em 2007 tem sido enviados ao Brasil.

Uma consequencia cruel do alto consumo de agrotoxico no pais foi muito bem documentada em 2011, numa pesquisa da Universidade Federal do Mato Grosso em parceria com a Fundacao Oswaldo Cruz: ate mesmo o leite materno pode conter residuos de agrotoxicos.

O estudo coletou amostras em mulheres do municipio de Lucas do Rio Verde (MT), um dos maiores produtores de soja do pais. Em 100% delas foi encontrado ao menos um tipo de principio ativo desses produtos. Em algumas, ate seis tipos.

Qual e a alternativa? Para a industria, nao ha. Segundo ela, uma alimentacao 100% organica levaria a uma inevitavel queda de produtividade e nao so Brasil, mas o mundo teria grande dificuldade de suprir alimento para a populacao.

Ambientalistas, pesquisadores, produtores de organicos e o proprio Inca discordam. Dizem que se houvesse apoio de politicas publicas, credito, pesquisa e assistencia especializada seria possivel construir um novo modelo agricola, com alimentos livres de agrotoxico. Essa e uma bandeira deveria ser encampada pelas redes sociais. A saude e o ambiente agradecem.

Da Folha de S. Paulo Online
Fonte: http://www.gsnoticias.com.br/

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A 4 meses do fim do prazo, apenas 40% da área rural está cadastrada

15/01/2015

Aguirre Talento

 

A quatro meses do fim do prazo para as inscrições dos produtores rurais, o Sicar (Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural) só recebeu até agora o cadastramento de 40% da área útil agrícola do Brasil. [..]

 

 

Mato Grosso é o estado mais avançado, com cerca de 64% das áreas cadastradas. Os dados já existentes do programa estadual foi migrado para a plataforma federal.

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Cidade-modelo de MT, Lucas do Rio Verde vai ter a maior ciclovia do país com 68 km

Cidade-modelo de MT, Lucas do Rio Verde vai ter a maior ciclovia do país com 68 km | Lucas do Rio Verde | Scoop.it
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LUCAS DO RIO VERDE: Iniciado processo para fazer praças de pedágio na BR 163

LUCAS DO RIO VERDE: Iniciado processo para fazer praças de pedágio na BR 163 | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

Foi encaminhada ao Ministério dos Transportes pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), proposta para declaração de utilidade pública de áreas na BR-163 destinadas à implantação das praças de pedágio.

Consta no projeto que haverão praças em Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Itiquira, Rondonópolis, Campo Verde, Cuiabá e Jangada.No documento não é informado, porém, a quantidade de propriedades e indenizações.Segundo a ANTT, a cobrança só será iniciada quando a concessionária concluir 10% dos trabalhos previstos.A empresa Odebrecht venceu a concessão do trecho de mais de 800 quilômetros, que vai de Sinop até a divisa com Mato Grosso do Sul.

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TelexFree: como o caso traumatizou uma cidade

TelexFree: como o caso traumatizou uma cidade | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

Lucas do Rio Verde, no norte do Mato Grosso, é uma cidade tomada pela ansiedade. Seus 45 000 habitantes poderiam estar usufruindo da riqueza produzida por uma década próspera de agronegócio. Em vez disso, aguardam o desenrolar da investigação que, no último mês, resultou no bloqueio dos bens das empresas BBom e TelexFree, suspeitas de ter implantado portentosos esquemas de pirâmide financeira. No país inteiro, estima-se que mais de 1,3 milhão de pessoas tenham investido suas economias nesses dois negócios que, tudo indica, usavam a venda de produtos como rastreadores de veículos e pacotes de telefonia para encobrir uma falcatrua. A Justiça do Acre, que determinou o bloqueio de bens, pediu o congelamento de 6 bilhões de reais em bens dos sócios. Ou seja, os moradores de Lucas do Rio Verde não foram os únicos a embarcar na provável armação. Mas, na cidade, é possível observar de maneira dramática os efeitos do caso. Não apenas aqueles que "investiram" sentiram o baque. “A economia local quase parou depois do bloqueio. Tudo enfraqueceu como não se via há muito tempo”, conta a promotora do Ministério Público Estadual do Mato Grosso Fernanda Pawelec, uma das primeiras a investigar a atuação dessas companhias no país, em janeiro de 2013. Vendedores do comércio varejista ouvidos pela reportagem se mostraram desolados. “O último mês foi muito difícil. Quase ninguém compra. Não há dinheiro circulando”, disse a gerente de uma rede varejista local. Como quase todas as pessoas abordadas na cidade, ela preferiu não ter seu nome associado à história.

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SAAE: Censo traçará perfil da população atendida em Lucas do Rio Verde - CenárioMT - O cenário da notícia em Mato Grosso

SAAE: Censo traçará perfil da população atendida em Lucas do Rio Verde - CenárioMT - O cenário da notícia em Mato Grosso | Lucas do Rio Verde | Scoop.it

 O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Lucas do Rio Verde (SAAE) deverá iniciar no mês de agosto um levantamento em todo município. O censo que deverá ocorrer nos próximos três meses terá como objetivo atualizar  o cadastro da autarquia, ao mesmo tempo fazer uma checagem geral nos hidrômetros e nos reservatórios dos consumidores.

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Lucas do Rio Verde recebe prêmio cristal na categoria Gestão Pública do ... - ExpressoMT

27 de junho de 2014

 Assessoria 

 

Aconteceu na noite de ontem (26), a solenidade de premiação do Programa Mato-Grossense da Qualidade (Quali-MT), em Cuiabá. Foram 75 organizações públicas e privadas, de pequeno a grande porte, concorrendo nas categorias Cristal, Bronze, Prata, Ouro e Diamante. O evento reuniu mais de 500 participantes entre representantes das empresas candidatas ao prêmio, entidades que compõe o Movimento Mato Grosso Competitivo (MMTC) e organizações públicas.  Entre as novidades foi a premiação na modalidade Cristal para o Quali Gestão Pública. E Lucas do Rio Verde recebeu o prêmio Cristal na Categoria Gestão Pública.O prêmio é uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT). A Prefeitura de Lucas do Rio Verde aderiu em 2013 na sua primeira edição de gestão pública, buscando com isso a qualidade e eficiência dos serviços públicos, para tanto mobilizou todos os servidores para a prática de uma melhor gestão publica.

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