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os bolsos foram feitos para terem coisas lá dentro
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“Cantiga dos Ais” de Armindo Mendes de Carvalho por Mário Viegas

"Os ais", por Mário Viegas (1948-1996)
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Carlos Seixas - Concerto para Cravo em Lá Maior (todos os três movimentos).

Este compositor, nascido em Coimbra, marca sem dúvida a música portuguesa da primeira metade do séc. XVIII, e as suas criações destacam-se pela sua elegância, inventividade, energia, e um apurado sentido estético. Tendo adquirido a sua  formação musical com o seu pai, à morte deste, por volta dos seus catorze a dezasseis anos de idade, ocupou de imediato o seu cargo como organista da Sé de Coimbra, ganhando o mesmo salário que seu pai.

 

Carlos Seixas (1704-1742) - organista, cravista e compositor ☛ http://carlosdeseixas.blogspot.pt/2010/08/carlos-seixas-1704-1742-biografia.html

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Rosário Alçada Araújo: a autora e os seus livros - LiveBinder

Rosário Alçada Araújo: a autora e os seus livros - LiveBinder | Bolso Digital | Scoop.it

«Rosário Alçada Araújo, nascida em Lisboa, no ano de 1973, licenciou-se em Direito e realizou um mestrado em Sociologia da Comunicação, onde se aproximou do mundo da Literatura Infantil, estando presentemente a preparar o seu doutoramento nesta área.

 

Foi também aí que se aproximou do universo da literatura infantil, quer através da frequência de um curso de escrita criativa para crianças, quer pelas suas próprias pesquisas em bibliotecas e livrarias.

 

Em 2002, regressou a Portugal e escreveu o primeiro livro para crianças, o qual foi recomendado para publicação, em 2003, pelo Prémio Branquinho da Fonseca (Expresso/Gulbenkian).»

 

(fonte)

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/novasleituras/


Via manueladlramos
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RIILP - Revista do Instituto Internacional da Língua Portuguesa

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A Revista do Instituto Internacional da Língua Portuguesa – RIILP é um periódico internacional, semestral, produzido pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa – IILP. Em formato digital, de acesso público gratuito, a RIILP surge com a proposta de registrar os diferentes trabalhos realizados pelo Instituto e as discussões teórico-metodológicas que ilustram e dão consistência às políticas linguísticas consensuadas, no espaço multilateral, e atualmente em curso, para o português e, eventualmente, também, para outras línguas que interagem com o português na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Está, portanto, aberta a publicação de trabalhos que dialoguem com esse domínio histórico, linguístico e político.


Via Maria Margarida Correia
Paulo Tomás Neves's insight:

Primeiro número da revista ☛ http://www.youblisher.com/p/611679-RIILP-01-Coloquio-Internacional-de-Maputo-Mocambique/


Disponível em PDF


ÍNDICE

 

APRESENTAÇÃO - A REVISTA DO IILP E AS LÍNGUAS DO ESPAÇO CPLP — Gilvan Müller de Oliveira

A POLÍTICA DE COOFICIALIZAÇÃO DE LÍNGUAS NO BRASIL — Rosângela Morello

 

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL EM MOÇAMBIQUE — Ildizina Norberto Dias

 

POLÍTICAS E PRÁTICAS LINGUÍSTICAS NO BRASIL — Susana Martelleti Grillo Guimarães

 

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA E NAÇÃO-ESTADO EM ÁFRICA: O CASO DE MOÇAMBIQUE — Gregório Firmino

 

DIGLOSSIA E GESTÃO DA DIVERSIDADE LINGUÍSTICA: CASO DO PORTUGUÊS DA GALIZA — Joám Evans Pim e Ângelo Cristóvão

 

O LUGAR DA LÍNGUA CRIOULA CABO-VERDIANA NA POLÍTICA LINGUÍSTICA DO PAÍS — Adelaide Monteiro


ENSINO SUPERIOR INDÍGENA BILÍNGUE: PRINCÍPIOS PARA AUTONOMIA E VALORIZAÇÃO NA REGIÃO DO ALTO RIO NEGRO, AMAZONAS — Ivani Ferreira de Faria e Gilvan Müller de Oliveira

 

CARTA DE MAPUTO


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Tabela para apoio e diagnóstico na selecção das ferramentas do moodle

O e-Learning Lab [http://elearninglab.ul.pt/] disponibiliza aqui um guia para escolher a ferramenta certa para o objectivo pedagógico que pretende atingir.

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"Gestão e Organização da Coleção Digital" por Eloy Rodrigues e José Carvalho

Apresenta e discute as questões relacionadas com a integração e a gestão dos recursos digitais nas coleções das bibliotecas escolares, desde a avaliação, seleção e aquisição de recursos, à sua gestão e disponibilização ao público.

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Marcelo Marmelo Martelo Ruth Rocha

O maior sucesso da escritora Ruth Rocha, “Marcelo, Marmelo, Martelo e Outras Histórias completou três décadas em 2011 como um clássico da literatura infantil brasileira. A obra mostra como o pequeno Marcelo passa da posição de questionador acerca dos significados e usos das palavras para criador de um linguajar próprio, que conta com “bom solário” como cumprimento matinal e “suco de vaca” para leite.
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A Mensagem, Fernando Pessoa


Via Bibsantamarinha
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Barbara Tavora's curator insight, April 28, 2013 12:04 AM

Excelente obra! Para mim, a melhor.

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“Como tu” — À volta dos livros — Ana Luísa Amaral

“Como tu” —  À volta dos livros — Ana Luísa Amaral | Bolso Digital | Scoop.it
“Como tu” — Poesia de Ana Luísa Amaral, com ilustrações de Elsa Navarro e música de António Pinho Vargas
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Guerra Colonial

Guerra Colonial | Bolso Digital | Scoop.it
A Guerra Colonial – 1961, 1974 –, em que Portugal se envolveu nas suas colónias de Angola, Guiné e Moçambique, é um dos acontecimentos mais importantes da nossa história contemporânea.

Essa sua importância, a acção determinante que desempenhou no estertor do regime ditatorial, repressivo e colonialista que vigorou no nosso país, durante quase cinquenta anos, impõe que a Associação 25 de Abril, na sua acção de perpetuar a nossa memória colectiva, se preocupe em levar a todos o possível da sua história.

Obtidos os apoios indispensáveis, conseguida a inestimável colaboração da Rádio e Televisão de Portugal, construímos um site, onde tentaremos tratar todos os aspectos da Guerra Colonial.

Este site não é uma obra acabada. Aliás, nunca o será. Queremos ir mais longe, assim os que nos apoiaram continuem a dar-nos a sua confiança.

Poderemos, contudo, encontrar já aqui os principais dados de um acontecimento tão determinante da nossa vivência colectiva..
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Óbidos vai ser uma vila literária [Vídeo]

Óbidos vai ser uma vila literária [Vídeo] | Bolso Digital | Scoop.it
Abrir uma livraria por estes dias já parece arriscado. Agora imagine-se abrir várias numa pequena vila com pouco mais de 3000 habitantes, a 45 minutos de carro de Lisboa.
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Sempre gostei de ti

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Ela sozinha, ela independente, ela livre, professora numa faculdade ou isso, a sombra do sorriso de dantes aguentava-se, as covinhas também, mas a gordura, as rugas, o cabelo, as sardas nas costas da mão, quem te deu licença de te tornares assim, quem me deu licença de me tornar assim, o que vale aquilo que somos agora, o que podemos fazer
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DOS POEMAS DE ANA LUÍSA AMARAL

DOS POEMAS DE ANA LUÍSA AMARAL | Bolso Digital | Scoop.it
DOS POEMAS DE ANA LUÍSA AMARAL   Tomados del libro “ENTRE OTRAS NOCHES”. Taller de Edición Rocca, Colombia, 2013. Traducción de Lauren
Paulo Tomás Neves's insight:

 

Descubrir a un poeta es como descubrir un nuevo mundo, y el de Ana Luísa Amaral (1956) está signado por lo que ella misma llama como la «periferia del mirar», donde aparece su visión diagonal y se transparenta, como un vaso de cristal puesto a contraluz, su propia genealogía: Camões y Pessoa, Blake, Shakespeare, Dante, Petrarca, Eliot, Emily Dickinson y Borges. Ese mundo también se complementa con su posición de mujer, madre, feminista y ciudadana, haciendo valer su voz y su postura ideológica en su obra que huye de las abstracciones y también de las denuncias para ubicarse en una cotidianidad compartida y reveladora. Un mundo donde «las luciérnagas son ángeles despojados», con unos poemas que aspiran a tener el lenguaje «más simple de las cosas menos simples», que quisiera tratar asuntos enormes en una «lengua pequeña y de débil imperio», y quien considera a los lejanos recuerdos del amor perdido como «minúsculos cetros de olores y sabores», y para quien, como lo ha expresado en varias oportunidades, «un poema de amor puede salvar el horror del mundo», y para quien el arte es un espacio de lo superfluo: «no sirve para nada pero precisamente porque no sirve para nada lo bello puede resultar útil». Y así mismo, su poesía en su país ha sido reconocida por grandes poetas, como Nuno Júdice, quien no le ha temblado la mano al decir que «la obra de Ana Luísa Amaral ha adquirido una presencia incontestable presentándose como una de las más representativas de la escritura poética contemporánea».

 

Ramón Cote

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Viajar nos livros

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«Era uma vez um tempo em que ainda não havia vacinas (ou havia muito poucas), e os meninos aguentavam semanas na cama, sem poderem ir à escola, desembaraçando-se alegremente de papeiras, varicelas, tosses convulsas e gripes que duravam eternidades. Era também um tempo em que ainda não havia televisão, nem se sonhava com vídeos ou jogos de computadores. Num tempo desses fiz a minha provisão de sonho e aventura: durante uma pneumonia, curada a papas de linhaça, li A Ilha do Tesouro

e Moby Dick.
Por isso até hoje esses livros têm cheiro, o cheiro inconfundível dos remédios para sempre colado à ideia do cheiro do rum, da estalagem do Capitão Benbow, ou do convés do “Pequod”. E desde então aprendi que se pode viajar de muitas maneiras, com a companhia que quisermos, durante o tempo que
entendermos. Basta um livro nas nossas mãos para que mundos verdadeiros e mundos imaginados se estendam à nossa frente, sem fronteiras, sem passaportes, sem horários de chegada ou de partida.

Infelizmente a literatura portuguesa não é muito rica em livros de viagens. Fizemo-nos ao mar - e dessa aventura demos conta nos Lusíadas; perdemo-nos por desvairadas terras - e dessa aventura demos
conta na Peregrinação. Depois - cansámo-nos um pouco…

 

Esta selecção de livros é, como todas, subjectiva.
De um modo mais ou menos abrangente, todos incidem sobre o tema da viagem. E todos têm um final comum: viajar.
É bom, porque existe um lugar (ou um sonho, ou alguém) a que vale a pena regressar.
Alice Vieira»

 

Ficha Técnica

Título: Viajar nos Livros |
Autor: Alice Vieira |
Ilustrador:João Caetano
Coordenação Editorial: Instituto Português do Livro e das Bibliotecas,
Campo Grande, 83 - 1.º, 1700-088 Lisboa, www.iplb.pt
Design Gráfico:João Caetano |
Arranjo Gráfico: Guidesign
ISBN: 972-8436-36-x |
Depósito Legal:193924/03
Tiragem:10 000 exemplares
Impressão: Guide - Artes Gráficas, Lda.
© iplb, Abril 2003

 

 


Via manueladlramos, Susana Ferreira
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CCB - Há Fado no Cais

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“A cantar e a contar”
Helena Vasconcelos sugerirá os textos e guiará os convidados ao longo de cada sessão. Aldina Duarte fará perguntas intempestivas e cantará o que lhe aprouver. 
Haverá um breve guião preliminar – aprovado por todos os intervenientes - mas cada convidado é livre de escolher o seu caminho, uma vez que é desejável que faça uma leitura muito pessoal, entrelaçando-a com as suas próprias experiências profissional e privada. 

Convidados
● Gonçalo M. Tavares – “Camões e a Aventura” 
Dia 9 de Maio 2013 no Centro Cultural de Belém 

● Alexandre Quintanilha “Shakespeare e a invenção do Humano” 
Dia 16 de Maio 2013 no Centro Cultural de Belém

● Pedro Mexia – “Os Mistérios de Pessoa” 
Dia 23 de Maio 2013 no Museu do Fado

● José Tolentino Mendonça – “Dante Alighieri, “A Divina Comédia” e a ideia da Fé” 
Dia 30 de Maio 2013 no Museu do Fado


Via Ricardo Lourenço
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Conjuga-me - Conjugação de verbos regulares e irregulares

Conjuga-me - Conjugação de verbos regulares e irregulares | Bolso Digital | Scoop.it

Via BiblioBeiriz
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Já é possível visitar alguns monumentos portugueses sem sair do sofá

Já é possível visitar alguns monumentos portugueses sem sair do sofá | Bolso Digital | Scoop.it
Google disponibiliza a partir desta terça-feira visitas virtuais a alguns dos mais emblemáticos monumentos em Portugal.
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António Rocha Graça's curator insight, May 5, 2013 9:04 PM

Para além do Palácio da Pena, em Sintra (na imagem), também é possível explorar o Palácio de Monserrate, na mesma vila, os jardins do Parque de Serralves, no Porto, ou os jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

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Isto é Matemática -O Raio da Terra - YouTube


Via BiblioBeiriz
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BiblioBeiriz's comment, April 28, 2013 9:51 AM
(via Helena Capela http://www.scoop.it/t/matnet ;)

Ver lista de todos os episódios deste programa no site da Sociedade Portuguesa de Matemática/SPM-http://www.spm.pt/istoematematica/ ;
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:: . Viana do Bolo acolhe Educadores Pela Paz . ::

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O XXVII Encontro Galego-Português de Educadores Pela Paz vai decorrer em Viana do Bolo (Ourense) nos dias 26, 27 e 28 de abril. Dirigido a educadores e professores de todos os níveis, vai contar com mesas-redondas, apresentações, colóquios e outras atividades dedicadas à Educação Emocional no contexto da Educação para a Paz.

 

 

“Neste momento de crise social e económica, acreditamos no trabalho sobre as emoções como forma mais fiável de ‘armarmo-nos para a paz’”, referem os organizadores: Educadores/as pola Paz - Nova Escola Galega, Movimento dos Educadores pela Paz (Portugal), Associação Galego-Portuguesa de Educação para a Paz, Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Vigo e IES Carlos Casares (Viana do Bolo).

 

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Obra completa de Paulo Freire grátis para download

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O Centro de Referência Paulo Freire, dedicado a preservar e divulgar a memória e o legado do educador, disponibiliza vídeos das aulas, conferências, palestras e entrevistas que ele deu em vida. A proposta tem como objetivo aumentar o acesso de pessoas interessadas na vida, obra e legado de Paulo Freire


Via Cecilia Tomas, Rui Guimarães Lima
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José Gomes Ferreira

O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - Lírios do Monte e Longe -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, “Viver também cansa”. Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas Viagem do Outro Lado e Circunstanciais a obra Poeta Militante (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - Viagens do Século Vinte em Mim - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.

 

Outras marcas da poesia de José Gomes Ferreira são a ironia, como reflexo dessa experiência pessoal do mundo, e a presença do conflito. O conflito, ou se quisermos os vários conflitos que afectam o eu, é um tema dominante da sua poesia, uma poesia claramente influenciada pelas correntes modernistas do seu tempo.

 

José Gomes Ferreira publicou ainda: ficção - O Mundo dos Outros (Histórias e Vagabundagens), 1950; Aventuras Maravilhosas de João sem Medo, 1963; Tempo Escandinavo, 1969, O Ireeal Quotidiano (Histórias e Invenções), 1971; memórias - A Memória das Palavras (ou o Gosto de Falar de Mim), 1965; é diários - Dias Comuns I: Passos Efémeros, 1990; Dias Comuns II: A Idade do Malogro, 1998; Dias Comuns: Ponte Inquieta, 2000.

 

Faleceu em 1985, em Lisboa.

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25 de Abril — Base de Dados Históricos

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História do 25 de Abril. Cronologia da Conspiração. O dia 25 de Abril.
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Ana Luísa Amaral: 'As palavras são dos instrumentos mais letais que a humanidade detém'

Ana Luísa Amaral: 'As palavras são dos instrumentos mais letais que a humanidade detém' | Bolso Digital | Scoop.it
 Filipa Leal, Maria do Rosário Pedreira, Inês Fonseca Santos e Ana Luísa Amaral (quase todas haveriam de se voltar a reunir ao fim do dia, no Teatro Baltazar Dias, para discutir ‘A Arte de Lidar com As Mulheres’) falaram à volta da questão colocada em poema por Hélia Correia: ‘Para quê, perguntou ele, para que servem/Os poetas em tempo de indigência?’. Muitas poderiam ser as respostas mas uma se sobrepõe: os poetas servem, acima de tudo, para ser lidos.
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