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Poema do livro "Gaveta de Papéis", José Luís Peixoto Tenho mil irmãs para amar sem palavras. Tenho aquela irmã que caminha encostada às paredes e sem voz, tenho aquela irmã de esperança, tenho aquela irmã que desfaz o rosto quando chora. Tenho irmãs cobertas pelo mármore de estátuas, reflectidas pela água dos lagos. Tenho irmãs espalhadas por jardins. Tenho mil irmãs que nasceram antes de mim para que, quando eu nascesse, tivesse uma cama de veludo. Agradeço com amor a cada uma das minhas irmãs. São mil e cada uma tem um rosto a envelhecer. As minhas mil irmãs são mil mães que tenho. Os olhos das minhas irmãs seguem-me com bondade e, quando não me compreendem, é porque eu próprio não me compreendo. Tenho mil irmãs a esperar-me sempre, com silêncio para ouvir-me e para proteger-me no inverno. Tenho aquela irmã que é uma menina que sai de casa cedo para chegar cedo à escola e tenho aquela irmã que é uma menina que sai de casa cedo para chegar cedo à escola. Tenho irmãs como música, como música. Tenho mil irmãs feitas de branco. Eu sou o irmão de todas elas. Sou o guardião permanente e incansável do seu sossego. Eu tenho de ser feliz pelas minhas irmãs. Eu tenho de ser feliz pelas minhas irmãs. José Luís Peixoto, in Gaveta de Papéis
Um gosto derivativo no contar uma atenção aos rodeios antes do essencial um círculo de avanços e recuos em vez de uma reta. Para Ana Margarida de Carvalho (AMC) o como se conta é tão importante como o que se conta.
A carta, o exílio e a dissidência…fazem de D. António Ferreira Gomes uma das maiores figuras da Igreja do século XX.
Isabel' cuenta la apasionante lucha de una mujer por llegar a ser reina. Isabel la Católica vio destrozada su infancia al ser arrebatada de su madre enferma y fue obligada a ir a vivir a la Corte por su hermanastro el rey Enrique IV. Sufrió la pérdida de su hermano Alfonso, por delante suyo en la línea sucesoria, y tomó, con apenas 16 años, decisiones clave tras una cruenta guerra civil. Rechazó, hasta poner en peligro su vida, aceptar ninguna imposición de boda, defendiendo su derecho a elegir esposo (Fernando de Aragón). Soportó, tras su boda, maledicencias y limitaciones económicas. Tuvo que manejar diplomacia con una dureza de carácter capaz de poner firmes a un ejército (y a su propio marido, si hacía falta). Y todo, por una obsesión: ser reina.
As quatro forças políticas votaram a favor da iniciativa popular. Porém, o PP exigirá na tramitação da norma que fique claro que o português é "uma língua estrangeira" e, portanto, o seu "estudo opcional"
Escrevo-vos, hoje, do Café Imperial, não o do Porto, de 1936, com a águia em bronze gigante, de Henrique Moreira, encimando a porta giratória, com profusão de espelhos e prateados e um longo balcão ao fundo e o vitral Art Déco de Leon, até porque esse velho Imperial tem hoje, sobreposta à sua pujante arquitectura, a decoração pastilhada do MacDonalds em que se transformou há vários anos, com isso descaracterizando por completo o café que antes fora. Este de onde vos escrevo é, também ele, Art Déco com colunas de inspiração oriental e motivos animais, com altos-relevos e espelhos largos e encontra-se em Praga sendo um dos vários cafés praguenses a não perder.
DOS POEMAS DE ANA LUÍSA AMARAL Tomados del libro “ENTRE OTRAS NOCHES”. Taller de Edición Rocca, Colombia, 2013. Traducción de Lauren
«Era uma vez um tempo em que ainda não havia vacinas (ou havia muito poucas), e os meninos aguentavam semanas na cama, sem poderem ir à escola, desembaraçando-se alegremente de papeiras, varicelas, tosses convulsas e gripes que duravam eternidades. Era também um tempo em que ainda não havia televisão, nem se sonhava com vídeos ou jogos de computadores. Num tempo desses fiz a minha provisão de sonho e aventura: durante uma pneumonia, curada a papas de linhaça, li A Ilha do Tesouro e Moby Dick. Por isso até hoje esses livros têm cheiro, o cheiro inconfundível dos remédios para sempre colado à ideia do cheiro do rum, da estalagem do Capitão Benbow, ou do convés do “Pequod”. E desde então aprendi que se pode viajar de muitas maneiras, com a companhia que quisermos, durante o tempo que entendermos. Basta um livro nas nossas mãos para que mundos verdadeiros e mundos imaginados se estendam à nossa frente, sem fronteiras, sem passaportes, sem horários de chegada ou de partida. Infelizmente a literatura portuguesa não é muito rica em livros de viagens. Fizemo-nos ao mar - e dessa aventura demos conta nos Lusíadas; perdemo-nos por desvairadas terras - e dessa aventura demos conta na Peregrinação. Depois - cansámo-nos um pouco… Esta selecção de livros é, como todas, subjectiva. De um modo mais ou menos abrangente, todos incidem sobre o tema da viagem. E todos têm um final comum: viajar. É bom, porque existe um lugar (ou um sonho, ou alguém) a que vale a pena regressar. Alice Vieira» Ficha Técnica Título: Viajar nos Livros | Autor: Alice Vieira | Ilustrador:João Caetano Coordenação Editorial: Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, Campo Grande, 83 - 1.º, 1700-088 Lisboa, www.iplb.pt Design Gráfico:João Caetano | Arranjo Gráfico: Guidesign ISBN: 972-8436-36-x | Depósito Legal:193924/03 Tiragem:10 000 exemplares Impressão: Guide - Artes Gráficas, Lda. © iplb, Abril 2003
Via manueladlramos, Susana Ferreira
“A cantar e a contar” Helena Vasconcelos sugerirá os textos e guiará os convidados ao longo de cada sessão. Aldina Duarte fará perguntas intempestivas e cantará o que lhe aprouver. Haverá um breve guião preliminar – aprovado por todos os intervenientes - mas cada convidado é livre de escolher o seu caminho, uma vez que é desejável que faça uma leitura muito pessoal, entrelaçando-a com as suas próprias experiências profissional e privada.
Convidados ● Gonçalo M. Tavares – “Camões e a Aventura” Dia 9 de Maio 2013 no Centro Cultural de Belém
● Alexandre Quintanilha “Shakespeare e a invenção do Humano” Dia 16 de Maio 2013 no Centro Cultural de Belém
● Pedro Mexia – “Os Mistérios de Pessoa” Dia 23 de Maio 2013 no Museu do Fado
● José Tolentino Mendonça – “Dante Alighieri, “A Divina Comédia” e a ideia da Fé” Dia 30 de Maio 2013 no Museu do Fado
Via Ricardo Lourenço
Google disponibiliza a partir desta terça-feira visitas virtuais a alguns dos mais emblemáticos monumentos em Portugal.
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Entre 23 e 26 de maio, 25 autores nacionais e internacionais rumam a Matosinhos, para a sétima edição do festival Literatura em Viagem, que este ano inclui novidades para o público mais jovem.
Em Portugal as famílias são hoje mais e têm menor dimensão média, em consequência do aumento do número das famílias unipessoais e da redução do número de famílias numerosas, indicam os resultados dos Censos 2011. As pessoas que vivem sós são sobretudo idosas/os e mulheres, dois grupos que o Inquérito às condições de vida e rendimento identifica como sendo particularmente afetados pelo risco de pobreza. Também as famílias com crianças dependentes, em particular as famílias numerosas e as famílias monoparentais, são afetadas por riscos de pobreza e intensidade da pobreza elevados. Em 2011, 3,1% das pessoas que viviam em agregados familiares e 8,4% das pessoas pobres, não tinham capacidade para ter uma refeição de carne ou peixe pelo menos de 2 em 2 dias. Cerca de ¼ das pessoas e quase metade das que viviam em agregados em risco de pobreza referiram que não tinham meios para manterem a casa adequadamente aquecida. 42% das pessoas com 25-59 anos em risco de pobreza em 2010 referiram ter vivido enquanto adolescentes em famílias cuja situação financeira consideraram ser má ou muito má; 55,7% referiram ter vivido numa família com dificuldades financeiras para fazer face a despesas necessárias.
“KUNAMI”, segundo um dos sketches dos Gato Fedorento, é fruta tropical bem docinha. Durante a manhã de doze de Maio, na Escola Portuguesa de Macau, falou-se de “kunami”, “funami” e outros frutos que tais. Houve ainda tempo para pudim e rap dos matarruanos, bem como citações de Camões ou Bocage. As perguntas foram lançadas por estudantes e professores, Ricardo Araújo Pereira e Rui Zink responderam. Assuntos mais ou menos elevados como o Benfica e a literatura também foram abordados.
Às 9h30 de sábado 4 zarpa rumo a Veneza o cacilheiro Trafaria Praia a obra/intervenção com que Joana Vasconcelos representará Portugal na maior bienal de arte do mundo.
"Os ais", por Mário Viegas (1948-1996)
Este compositor, nascido em Coimbra, marca sem dúvida a música portuguesa da primeira metade do séc. XVIII, e as suas criações destacam-se pela sua elegância, inventividade, energia, e um apurado sentido estético. Tendo adquirido a sua formação musical com o seu pai, à morte deste, por volta dos seus catorze a dezasseis anos de idade, ocupou de imediato o seu cargo como organista da Sé de Coimbra, ganhando o mesmo salário que seu pai. Carlos Seixas (1704-1742) - organista, cravista e compositor ☛ http://carlosdeseixas.blogspot.pt/2010/08/carlos-seixas-1704-1742-biografia.html
«Rosário Alçada Araújo, nascida em Lisboa, no ano de 1973, licenciou-se em Direito e realizou um mestrado em Sociologia da Comunicação, onde se aproximou do mundo da Literatura Infantil, estando presentemente a preparar o seu doutoramento nesta área. Foi também aí que se aproximou do universo da literatura infantil, quer através da frequência de um curso de escrita criativa para crianças, quer pelas suas próprias pesquisas em bibliotecas e livrarias. Em 2002, regressou a Portugal e escreveu o primeiro livro para crianças, o qual foi recomendado para publicação, em 2003, pelo Prémio Branquinho da Fonseca (Expresso/Gulbenkian).» (fonte) http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/novasleituras/
Via manueladlramos
A Revista do Instituto Internacional da Língua Portuguesa – RIILP é um periódico internacional, semestral, produzido pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa – IILP. Em formato digital, de acesso público gratuito, a RIILP surge com a proposta de registrar os diferentes trabalhos realizados pelo Instituto e as discussões teórico-metodológicas que ilustram e dão consistência às políticas linguísticas consensuadas, no espaço multilateral, e atualmente em curso, para o português e, eventualmente, também, para outras línguas que interagem com o português na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Está, portanto, aberta a publicação de trabalhos que dialoguem com esse domínio histórico, linguístico e político.
Via Maria Margarida Correia
O e-Learning Lab [http://elearninglab.ul.pt/] disponibiliza aqui um guia para escolher a ferramenta certa para o objectivo pedagógico que pretende atingir.
Esses almoços de domingo moldaram a minha vida
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Ano Internacional da Matemática do Planeta Terra 2013 (MPT2013) é lançado esta terça-feira às 19h no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.