Biologia 2014
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Scooped by Camila Rolon Pereira
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Camila Rolon Pereira's insight:

O mito judaico-cristão influenciou a cultura ocidental de diversas maneiras. Uma delas foi com os feriados. Como é possível observar na imagem acima, a de um calendário, muitos dos feriados, que representavam datas importantes no mito judaico-cristão, foram adotados pelo calendário civil. Por exemplo, Jesus foi uma importante figura nesse mito. Sendo assim, o nascimento de Jesus passa a ser uma data importante para essa religião. No calendário, é possível observar que o dia 25 de dezembro, a data do nascimento dessa figura, está marcada como um feriado. Desse modo é possível perceber que a cultura ocidental foi influenciada pelo mito judaico-cristão, como, por exemplo, na hora em que devem decidir quais serão os feriados oficiais.  O ambiente, então, acaba sendo afetado por essa escolha. Durante os feriados, a maioria das pessoas vai viajar e, consequentemente, alguns ambientes acabam sendo mais utilizados que outros. Em períodos de feriados. as praias acabam ficando lotadas. Sendo assim, o mito judaico-cristão, além de influenciar na cultura ocidental, também influencia no ambiente e na relação das pessoas com estes. 

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Poema: Todas as Opiniões que Há sobre a Natureza - Alberto Caeiro - Poesia / Poemas no Citador

Poema: Todas as Opiniões que Há sobre a Natureza - Alberto Caeiro - Poesia / Poemas no Citador | Biologia 2014 | Scoop.it
Todas as opiniões que há sobre a Natureza/ Nunca fizeram crescer uma erva ou nascer uma flor./ Toda a sabedoria a respeito das cousas/ Nunca foi cousa em que pudesse pegar como nas cousas;/ Se a ciên...
Camila Rolon Pereira's insight:

Esse poema de Alberto Caeiro diz que todas as opiniões que existem sobre a natureza não interferem em nada do que acontece nesta. Que todas as coisas que sabemos sobre as coisas realmente não importam, que a ciência não serve para muita coisa, que é necessário simplesmente aceitar as coisas sem fazer uso da ciência. Essa poesia acabou me lembrando de um vídeo visto em aula, chamado Storm. Nesse vídeo, é mostrado o constante embate entre dois tipos de conhecimentos, o popular e o científico. A personagem Storm representa o conhecimento popular, incluindo religião. Ela afirma que a ciência não consegue explicar muitas coisas, como por exemplo, a alma. Já outro personagem representa a ciência. Ele diz que não existe algo como a alma, que tudo que existe a ciência já explicou. O debate continua e, então, Storm faz um comentário interessante: você fala da ciência como um religioso fala de sua religião. Assim, na classe, percebemos que a ciência e a religião/conhecimento popular, são muito similares. Ambos se baseiam na observação para buscar respostas sobre o mundo. Além disso, um precisa do outro, um complementa o outro. Se não fossem as falhas que existem na religião, por exemplo, não seriam necessários buscar respostas de modo científico. Esse poema acabou me chamando a atenção, porque me lembrou um pouco da personagem Storm. O eu lírico nesse poema acredita que a ciência não é tão importante assim, do mesmo jeito que Storm.

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ciencia-vs-religião.jpg (640x480 pixels)

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Camila Rolon Pereira's insight:

Essa imagem expressa um cientista e um religioso, cada qual segurando o objeto que representa suas crenças. O cientista segura um microscópio, que expressa as principais características da ciência, conforme discutido em sala. A ciência é algo factual, que opera com fatos: fatos esses que podem ser observados com este objeto. A ciência também é contingente, ou seja, seus conhecimentos são obtidos a partir de experimentos: que podem ser realizados com o microscópio. Também é sistemático, pois, de acordo com os fatos obtidos com o microscópio, por exemplo, é possível construir teorias. É verificável, sendo possível contrapor o que foi proposto por diversos meios, como, por exemplo, a observação pelo microscópio. É falível, pois a partir dessa observação é possível dizer se aquilo está certo ou errado. E, por fim, é aproximadamente exato, pois novas proposições (podendo ser obtidas pelo microscópio), podem substituir as ideias já existentes. Já o homem religioso segura uma bíblia, que também representa os aspectos vistos por nós na sala de aula. A bíblia representa a religião como algo valorativo, pois são "fatos" obtidos a partir do que a bíblia fala; inspiracional, pois foram reveladas por algo divino, que as armazenou na bíblia; sistemático, pois está armazenado na bíblia; não verificável, pois são "fatos" nos quais a fé (representada pela bíblia muitas vezes) está sempre implícito; infalível, pois tudo já está dito que está certo na bíblia; e é exato, pois não dá para contestar o que está na bíblia. Assim, estes objetos representam tudo que são as principais qualidades desse conhecimentos.

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Ciência – Wikipédia, a enciclopédia livre

Ciência - Wikipédia, a enciclopédia livre

Da correta compreensão é fato que a ciência não exclui os crentes, teístas ou religiosos do seu leque de cientistas; contudo é também fato que a ciência, graças aos pré-requisitos do método científico, exclui por completo, dela e de suas teorias científicas, as convicções não testáveis frente ou mesmo tanscendentes ao factualmente real; sendo a ciência, por parágrafo constitutivo explícito em sua definição stricto sensu - e por ausência de fato contraditório - expressamente cética e secular no que lhe cabe .

Camila Rolon Pereira's insight:

Comentário da aula

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