Cursos de 'playwork' ensinam a adultos que trabalham com crianças o que eles não devem fazer. Eles não sabem brincar. Ou melhor: eles não sabem promover e oferecer o espaço e o ambiente lúdicos para que as crianças brinquem de uma forma espontânea.

"Eles", no caso, são profissionais que trabalham com crianças -educadores, terapeutas e pedagogos.

A crítica é de Cristina Imaguire, 32, brasileira que trabalha em Londres como "playworker" (palavra em inglês para profissional da brincadeira).

Ela esteve em São Paulo, onde ministrou um curso em que passou os princípios do método: durante as brincadeiras, os adultos não devem dar sugestões de atividades, não devem tentar ensinar algo com a brincadeira e só participam se a criança pedir explicitamente.


Via Luciano Sathler