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Qualidade do ensino freia adaptação do Brasil ao mundo digital - vida - Estadao.com.br

Qualidade do ensino freia adaptação do Brasil ao mundo digital - vida - Estadao.com.br | Banco de Aulas | Scoop.it
GENEBRA - Com um dos piores ensinos de matemática e ciências do mundo, o Brasil reduz sua capacidade de adaptação ao mundo digital. Um informe

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As 90 cidades brasileiras que já têm a educação do futuro

As 90 cidades brasileiras que já têm a educação do futuro | Banco de Aulas | Scoop.it

Considerando apenas a rede pública de ensino, esses são os únicos 90 municípios, entre mais de 5,5 mil, que cumprem hoje metas esperadas de todo o país para 2022

As 90 cidades listadas nesta matéria cumprem hoje um requisito que é esperado dos demais municípios brasileiros apenas em 2022, ano em que se comemora o bicentenário da independência do país: ter ao menos 70% dos alunos no 5º ano do ensino fundamental com o aprendizado esperado em português e matemática.

No Brasil de hoje, apenas 37% dos estudantes podem dizer o mesmo em língua portuguesa e 33% na resolução de problemas envolvendo números.

A meta foi instituída e é acompanhada anualmente pelo Todos pela Educação, com base em uma escala de aprendizado com vasta aceitação entre estudiosos.

Dos 27 estados e o DF, apenas nove têm cidades que já hoje cumprem tais requisitos. Vale ressaltar, porém, que quando a avaliação chega ao 9º ano, nenhuma cidade do Brasil atinge 70% nas duas disciplinas, situação ainda pior no ensino médio.

Para se chegar aos 70%, soma-se o desempenho dos alunos que aprenderam o adequado e daqueles que se excederam – foram ainda melhor que o esperado - na Prova Brasil, aplicada pelo governo federal.

Os dados se referem a 2011 e foram levantados pela Fundação Lemann com base na plataforma de dados educacionais qEdu.


Via Luciano Sathler
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O salário e o sal da educação

Para ler as notícias em torno da educação brasileira, não podemos esquecer a tensão entre a educação de qualidade, que desejamos, e a situação real, que se revela problemática, muitas vezes inaceitável.

Vejamos o tópico da formação docente. A maior parte dos professores que concluíram algum curso superior e atuam no ensino básico estudaram em faculdades particulares. E são as particulares que têm desempenho inferior em comparação com as instituições públicas. A USP sequer dá bola para o Enade, considerando-se por conta própria hours concurs.

Um tanto escandalizada, a mídia divulgou recentemente o que, sob a ótica do MEC, é realidade conhecida e em processo de melhoria (o ritmo lento, como em outros casos: Ideb, alfabetização, etc.). Muitos cursos não poderão receber novas matrículas. Seus vestibulares estão cancelados, até que apresentem melhores resultados. A pressão do Ministério, que vem aumentando na última década, é forte “incentivo” para as instituições tomarem medidas de aperfeiçoamento.

As fragilidades dos cursos de pedagogia e de licenciatura são evidentes. E há uma relação direta com a questão salarial. São cursos com pouco prestígio que acolhem mais do que atraem. Acolhem quem ambiciona as remunerações afetivas do magistério, ou quem, de modesta procedência social, encontrará no magistério a ascensão social que outras pessoas consideram modesta demais...

São exatamente estes cursos, porém, que deveriam ser os mais exigentes e eficientes, na hipótese de que o recém-formado estivesse para receber salário compatível com sua relevância social.

O desejado e o resultado

Queremos que a educação receba o tempero da criatividade, que nossos professores estudem e pesquisem para melhorar sua prática didática, mas salários baixos não justificam o empenho em quebrar rotinas e experimentar métodos inovadores.

Queremos professores capazes de incentivar os alunos a ler, pensar, calcular, escrever, decidir; e esperamos que, dentre estes, o Brasil possa contar com futuros professores cheios de entusiasmo. Porém, salários baixos desmotivam os que estão lecionando e não atraem novos ingressantes.

Queremos que as escolas superem o conteudismo cansativo, o medo da cibercultura, a avaliação mesquinha, tantos e diferentes ranços. No entanto, salários baixos são um dos sinais de que tudo (ou quase tudo) nas nossas salas de aula tende a ser de curto prazo, insuficiente profundidade e pequeno alcance.


Via Luciano Sathler
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A salvação está no ensino técnico

A salvação está no ensino técnico | Banco de Aulas | Scoop.it

País sofre com a falta de profissionais para atuar em áreas que exigem conhecimento específico. Faltam mecânicos, soldadores e responsáveis pela manutenção de máquinas. Sem escolas suficientes, empresas se encarregam de formar o próprio pessoal.

Do total de 22,5 milhões de jovens entre 18 e 24 anos, apenas 3,3 milhões cursam ensino superior. Outros 19,2 milhões estão fora da faculdade. “Esse pessoal que vai para a universidade segue o seu caminho de um jeito ou de outro, mas 85% vão fazer o quê?”, questiona o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, diretor-geral do Senai.
No entender dele, esse é o grande problema da matriz educacional brasileira, de “ser voltada fortemente para o modelo de educação regular, academicista, sem orientação para a educação profissional”. O professor Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, concorda e acrescenta que a educação regular ainda está gritando por socorro.
“O objetivo é uma aprendizagem medíocre, que não colabora com a formação de um cidadão nem de uma liderança no mercado de trabalho”, diz. Isso resulta em baixa produtividade desses futuros trabalhadores e, consequentemente, em empregos informais ou de salários menores. Daniel Cara lembra que o maior problema hoje do Brasil é a falta de técnicos. Mas as escolas técnicas federais hoje atendem apenas a minoria deles


Via Luciano Sathler
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Arlete's comment, December 27, 2012 2:00 PM
Bastante oportuna a reportagem! Investimento nas duas frentes de educação, principalmente na educação profissionalizante onde o mercado de trabalho apresenta carência, resolveria grande parte do problema.
Rogério Rocha's comment, December 28, 2012 9:38 PM
O Brasil sempre desprezou ou desmereceu a formação técnica em prol da meramente teórica. Precisamos preencher essa lacuna. No mais, também é uma forma de qualificar profissionais para o mercado de trabalho. Concordo, com você Arlete.
Arlete's comment, December 30, 2012 3:29 PM
Concordo Rogério. A educação teórica deve caminhar junto com a prática, essa lacuna não pode existir!
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Cálculo do MEC beneficia instituições privadas e dificulta descredenciamento de curso superior

Cálculo do MEC beneficia instituições privadas e dificulta descredenciamento de curso superior | Banco de Aulas | Scoop.it
As mudanças adotadas no cálculo da avaliação dos cursos de ensino superior feito pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas) aumentaram as notas ...
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Metas para a educação precisam sair do papel

Melhorar a qualidade da educação no Brasil é meta crucial para o desenvolvimento econômico sustentável.

As ações precisam sair do papel e os seus resultados devem ser acompanhados para que o sistema educacional brasileiro preencha importantes lacunas na formação de mão de obra qualificada e, principalmente, atue no avanço dos índices sociais. "Somente conseguiremos um país melhor - do ponto de vista de crescimento sustentável e do capital social - se houver educação de qualidade para a geração atual e as futuras", defende Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração da Gerdau.

O executivo, que acompanha ativamente programas para melhorar gestão nas cadeias produtivas e ações de capacitação de mão de obra, representa as angústias do empresariado brasileiro. A alternativa das empresas para suprir deficiências de qualidade dos ensinos básico, médio e superior está em aportar recursos em capacitação para conquistar maior competitividade e eficiência em seus quadros.

Os investimentos em educação profissional são legítimos e existem nos países desenvolvidos. O contrassenso, no caso brasileiro, está na necessidade de as empresas pagarem professores para ensinar matemática e português, matérias que deviam ser dominadas por qualquer profissional que possua, no mínimo, o ensino básico. "O sistema de ensino precisa garantir que o trabalhador consiga entender o que lê e ter raciocínio matemático. É o mínimo para termos mão de obra produtiva", comenta Jairo Martins, superintendente geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).


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MEC divulga resultado do Enem 2011 por escola; veja lista

MEC divulga resultado do Enem 2011 por escola; veja lista | Banco de Aulas | Scoop.it
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quinta feira as notas das escolas públicas e privadas que tiveram alunos inscritos na edição de 2011 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Apenas ...
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Fluência oral deve ser um dos objetivos do ensino de línguas na escola, defende senador - vida - Estadao.com.br

Fluência oral deve ser um dos objetivos do ensino de línguas na escola, defende senador - vida - Estadao.com.br | Banco de Aulas | Scoop.it
Em reunião na terça-feira, 6, a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado apreciará em caráter terminativo projeto de lei que estabelece...
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Professor brasileiro é dos mais mal pagos do mundo

Professor brasileiro é dos mais mal pagos do mundo | Banco de Aulas | Scoop.it
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Câmera em sala de aula é um atestado de falência

As escolas estão se rendendo ao aparato tecnológico que vigia alunos e professores. A justificativa para o seu uso é semelhante em todos os lugares em que as câmeras são instaladas: segurança.

A escola, sempre é bom lembrar, tem a função de educar. Para a cidadania, inclusive, como costumam documentar a maioria dos projetos pedagógicos.

E qualquer tipo de educação escolar só se concretiza a partir da relação entre professores e alunos.

É a partir dessa relação que tudo acontece: ensino, aprendizagem, embates, conflitos, conhecimentos etc. Podemos dizer que é essa relação, uma relação de confiança, que viabiliza a educação escolar.

Pois bem: a presença de câmeras em sala de aula é um atestado de falência, assinado pela própria instituição, dessa relação.

Sinal de que imagens valem muito mais do que palavras, diálogos, conflitos, encontros e desencontros, regras e transgressões.

Transgressões, aliás, que costumamos aceitar e considerar como legítimas no futebol, esporte tão popular entre nós. Mas, na escola, não.


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Educação: estudo reforça a ideia de que a repetência prejudica o aluno

Educação: estudo reforça a ideia de que a repetência prejudica o aluno | Banco de Aulas | Scoop.it
A taxa de repetência no Brasil está mais próxima da realidade da África Subsaariana que de qualquer outra região do planeta...
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The mortarboard boom

The mortarboard boom | Banco de Aulas | Scoop.it
UNIVERSITIES in Brazil have long been for the privileged few. Only 11% of the population of working-age has a degree—and such scarcity has brought rich rewards....
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O ensino médio em São Paulo: políticas e experiências em debate (Parte 1 de 2)

O debate da Série Desafios da Conjuntura reuniu estudantes, professores, pesquisadores e gestores para discutir as políticas do governo de São Paulo para o e...
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45 maneiras de melhorar a educação no Brasil - EXAME.com

45 maneiras de melhorar a educação no Brasil - EXAME.com | Banco de Aulas | Scoop.it
Alunos vão para escola e não aprendem, o governo gasta bilhões e a educação no Brasil não decola. Veja 45 sugestões para mudar esta realidade no país
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O valor do diploma

No caso das escolas de elite americanas, o título custa uns US$ 160 mil. No Brasil, as instituições mais reputadas tendem a ser gratuitas para o aluno, mas essa é uma ilusão passageira, já que, para ingressar numa delas, o candidato via de regra precisou cursar 12 anos de caros colégios particulares no ensino básico. OK. Isso diz mais a respeito das qualidades dos pais dos alunos do que deles mesmos, mas, como estamos falando de genes, que se transmitem de uma geração para a outra, a distinção fica menos importante.

Temos aqui, porém, um interessante paradoxo. Como aponta Miller, o credencialismo universitário poderia ser substituído, com grande economia, por um teste de QI. Eles são feitos em duas horas e medem a inteligência do candidato com mais precisão do que os quatro anos de estudos superiores. Eles também preveem com alto índice de acerto qual será seu desempenho profissional. Na verdade, podemos até afirmar que as universidades roubam um pouquinho, já que selecionam seus alunos através de provas como o SAT, nos EUA, e o Enem e os vestibulares no Brasil. E esses testes nada mais são do que uma forma menos objetiva de medir o QI do estudante.

Apesar dessa incongruência, ninguém ousa propor que empregadores troquem os títulos universitários por testes de QI. Se um empreendedor destemido o fizesse, provavelmente teria problemas com sindicatos, universidades, Ministério Público etc. Precisaria de um pouco de sorte para escapar da cadeia. Embora nem todos os estudantes concordem, faculdades não servem apenas para conferir diplomas. Elas também agregam alguma coisa à formação do aluno, aumentando seu capital humano. A ideia central é que a transmissão de um determinado núcleo de ideias valorizadas pela sociedade nos torna cidadãos melhores e mais sábios. Há, além disso, a questão técnica. Médicos e engenheiros não nascem prontos. Eles precisam ser treinados.

A questão, diz Miller, é que cursos universitários não são a única forma de fazê-lo. Livros e DVDs também funcionam e são muito mais baratos. Charles William Eliot, que foi reitor de Harvard entre 1869 e 1909, não tinha nenhum problema em admitir que uma pessoa podia obter uma educação de primeira apenas lendo os livros certos. Não foi por outro motivo que ele decidiu editar a coleção Clássicos de Harvard.

Hoje, em tempos de internet, que dá acesso gratuito a vídeos com palestras de alguns dos melhores professores do planeta em todas as áreas, pode-se perguntar por que um aluno racional pagaria para assistir a aulas de mestres piores.

Em algum grau, as empresas já descobriram que a formação pré-moldada dos cursos superiores não satisfaz às suas necessidade e investem cada vez mais em programas internos de treinamento.


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Gasto público com ensino chega a 5,3% do PIB

O investimento direto em educação de prefeituras, governos estaduais e da União atingiu 5,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, ante marca de 5,1% no ano anterior. Depois de um aumento menor entre 2009 e 2010, o crescimento anual de 0,2 ponto do PIB voltou a atingir a média verificada desde 2005 - quando os gastos públicos com ensino eram de 3,9% do PIB -, mas o país precisa pisar fundo no acelerador se quiser cumprir a principal meta do Plano Nacional de Educação (PNE), que exige elevação dessa despesa para 10% do PIB em dez anos.   Pelas contas do especialista em financiamento educacional Luiz Araújo, ex-presidente do Instituto de Pesquisa Educacional Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC) responsável por essas estatísticas financeiras, se mantiverem a atual toada os gastos público com educação chegarão a 8% do PIB em 2022. Essa constatação coloca em risco todas as outras metas do PNE, que preveem aumento de matrículas da creche à pós-graduação, pagamento de melhores salários para professores e uma série de melhorar pedagógicas.   Segundo Araújo, o país precisa encontrar logo uma nova fonte de receita para acelerar o financiamento educacional ou começar a aumentar os gastos próprios de municípios, Estados e União para não perder de vista a meta do PNE. A primeira possibilidade, diz ele, é mais viável graças a perspectivas de o Congresso aprovar medidas na lei do petróleo que vinculem futuras receitas dos royalties à educação.   Há ainda uma terceira alternativa, que funcionaria como uma manobra, acredita o especialista. Ele menciona uma tentativa do senador José Pimentel (PT-CE) de mudar o projeto de lei do PNE, que foi aprovado na Câmara em junho e agora tramita no Senado. "O Pimentel quer mudar o texto da lei para admitir que se chegue aos 10% do PIB em educação com recursos públicos usados na inciativa privada, usando o conceito de investimento total em educação, outra metodologia de contabilidade", explica Araújo.


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?Não educar foi o grande erro do País no século 20? - Educação na mídia - Comunicação e Mídia - Todos Pela Educação

?Não educar foi o grande erro do País no século 20?  - Educação na mídia - Comunicação e Mídia - Todos Pela Educação | Banco de Aulas | Scoop.it
Todos Pela Educação
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Professor se forma na escola | Gestão da aprendizagem | Nova Escola

Professor se forma na escola | Gestão da aprendizagem | Nova Escola | Banco de Aulas | Scoop.it
Entrevista com o professor português Antonio Nóvoa, um dos mais importantes especialistas em formação de professores. Para ele, o bom professor se forma na escola.
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Brasil fica em penúltimo lugar em ranking global de qualidade de educação - geral - Estadao.com.br

Brasil fica em penúltimo lugar em ranking global de qualidade de educação - geral - Estadao.com.br | Banco de Aulas | Scoop.it
O Brasil ficou em penúltimo lugar em um ranking global de educação que comparou 40 países levando em conta notas de testes e qualidade de...
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"O Ensino Médio virou um limbo do ensino", afirma Marcelo Ricardo Pereira, professor da UFMG | Educação - Diário de Santa Maria

"O Ensino Médio virou um limbo do ensino", afirma Marcelo Ricardo Pereira, professor da UFMG | Educação - Diário de Santa Maria | Banco de Aulas | Scoop.it
Pesquisador defende o uso do diálogo na resolução de problemas na educação...
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No primeiro emprego, 56% dos jovens já possuem ensino médio completo

O índice de profissionais que chegam qualificados ao mercado de trabalho triplicou nos últimos quinze anos. De acordo com o Ministério do Trabalho, 17,2% do total de contratados pela primeira vez possuíam, pelo menos, o ensino médio completo em 1996. No ano passado, esse índice chegou a 53,9% e, no acumulado em doze meses encerrados em agosto, a 56,3%. O reconhecimento da qualificação serve de incentivo para que jovens atrasem sua entrada no mercado, dizem analistas.


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Para analistas, baixa qualidade do ensino e taxa de reprovação "expulsam" jovem da escola

Para analistas, baixa qualidade do ensino e taxa de reprovação "expulsam" jovem da escola | Banco de Aulas | Scoop.it

"O jovem que vai à escola não encontra o professor de determinada disciplina ou não tem a aula de maneira adequada. Esse jovem percebe que essa escola [da maneira como é oferecida] não garante um lugar no mercado de trabalho. Então considera que o mais lógico é abandonar a escola", explica a professora Marcia Malavasi, da Faculdade de Educação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). "Dessa maneira, a escola 'expulsa' os jovens do ensino médio", conclui.

"O jovem diz que não tem interesse, não tem saco, não gosta da escola", afirma Haroldo Torres, diretor de análise e disseminação de informações da Fundação Seade. Segundo ele, até existe um reconhecimento de que estudar "é importante para o futuro", mas isso não se traduz em esforço para se manter na escola.

A falta de interesse do aluno parece ser resultado de um conjunto de situações, que vão da baixa qualidade do ensino, falta de professores e altos índices de reprovação a problemas de infraestrutura escolar, como a falta de bibliotecas e salas de estudo.


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Os gastos do Brasil com educação em relação ao mundo

Os gastos do Brasil com educação em relação ao mundo | Banco de Aulas | Scoop.it

Tramita no Congresso Nacional uma proposta para fazer o volume de recursos para a educação chegar a 10% do PIB nacional. Hoje, o Brasilinveste 5,7% - um dos índices mais altos entre os 42 países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a frente de Reino Unido, Canadá e Alemanha, por exemplo

Na semana passada, a organização lançou um relatório sobre os gastos em educação de várias nações.

Investir um décimo de toda a riqueza produzida no país deixaria o Brasil em primeiro lugar no ranking, acima da Islândia, que investe assombrosos 7,8% do PIB em educação hoje.

Esse número considera, além dos investimentos nas instituições de ensino, gastos governamentais com bolsas e programas de apoio aos alunos.

Apesar do investimento brasileiro ser próximo da média dos países da OCDE, o país se encontra somente em 53º lugar - de um total de 65 - no Pisa, um programa de avaliação da qualidade da educação da mesma organização.

Ou seja, maiores investimentos não necessariamente acompanham, na mesma proporção, uma melhora no desempenho dos estudantes.


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Senado eleva porcentual de mestres e doutores nas universidades - Educação - iG

Senado eleva porcentual de mestres e doutores nas universidades - Educação - iG | Banco de Aulas | Scoop.it
Medida que estabelece 50% do corpo docente das instituições com mestrado ou doutorado vai ter impacto para as faculdades privadas...
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Educação - tudo legal e tudo muito ruim

O título é de Anísio Teixeira, na década de 1950. E continua na mesma.

A paixão da educação brasileira é a burocracia. Tudo é legalmente correto, mas os resultados são pífios. Os currículos são fixados e fiscalizados pelo Ministério da Educação (MEC) e terminam em exames que medem todos os alunos com a mesma régua. Não importam as suas preferências intelectuais e pretensões profissionais. Bem-sucedido é quem tira as melhores notas em todas as matérias, só que a vida e os progressos não são medidos assim. Uns serão capazes em umas coisas e outros, em outras. "Eu não posso fazer isso, mas posso fazer aquilo" e são as diversidades que alimentam o progresso, não as homogeneidades. Mal educamos a maioria dos alunos para as coisas que eles não gostam de fazer e fracassamos em ensinar-lhes o que eles gostam.

Todos sabemos, já no segundo grau, definir nossa direção básica: ciências humanas e sociais ou exatas. O gargalo são as exatas.


Via Luciano Sathler
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