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Educação e Cultura Digital » Filmes Que Voam lança o Canal Nota 10 e Canal Muito Especial

Educação e Cultura Digital » Filmes Que Voam lança o Canal Nota 10 e Canal Muito Especial | Banco de Aulas | Scoop.it
Canal Nota 10 reúne filmes produzidos em escolas; e Canal Muito Especial filmes interpretados para a Língua Brasileira de Sinais.
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Educational resources by teachers for teachers.  Recursos educacionais por professores para professores.  
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How trees talk to each other

How trees talk to each other | Banco de Aulas | Scoop.it
"A forest is much more than what you see," says ecologist Suzanne Simard. Her 30 years of research in Canadian forests have led to an astounding discovery -- trees talk, often and over vast distances.
Via Alexis Brantes
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9 Ideas clave para transformar la formación permanente del profesorado

9 Ideas clave para transformar la formación permanente del profesorado | Banco de Aulas | Scoop.it
Vivimos en una sociedad de la información con conocimientos múltiples e inciertos y en constante cambio. Ya no existen verdades absolutas y conocimientos duraderos, como dice Zygmunt Bauman, sociól…

Via Silvan Pan Morel
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5 Surefire Ways to Engage Students the First Week of School via Mark Barnes

5 Surefire Ways to Engage Students the First Week of School via Mark Barnes | Banco de Aulas | Scoop.it
When students feel a bond with their teachers, they learn! But forging these bonds is tricky. Here are 5 ways to engage students the first week of school.

Via Tom D'Amico (@TDOttawa)
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5 things I learned from quitting my teaching job twice

5 things I learned from quitting my teaching job twice | Banco de Aulas | Scoop.it
Some of you right now are barely making it through this year, and are so dreading the return to school the following morning that you can’t even enjoy your

Via Ana Cristina Pratas, juandoming, malek
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10 dinâmicas divertidas e envolventes

10 Dicas práticas para dinamizar e tornar mais atraente e envolvente uma aula inaugural
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Ser Educacional vai abrir mais 20 campi até 2020

Ser Educacional vai abrir mais 20 campi até 2020 | Banco de Aulas | Scoop.it
A Ser Educacional pretende abrir, em sua segunda fase de expansão, 20 novos campi nos próximos quatro anos. Parte dessas unidades será fora do Norte e Nordeste, praças onde a companhia tem forte presença. No Sudeste, a Ser é dona da Universidade de Guarulhos (UnG). Contabilizando as unidades da primeira fase, a Ser vai inaugurar 45 campi entre 2013 e 2020.

Além do crescimento orgânico, a Ser pretende fazer aquisições de médio e grande portes de ativos de cursos presenciais. "Com dois importantes players fora dos M&As [fusões e aquisições] nos próximos dois anos, enxergamos grandes oportunidades", disse Jânyo Diniz, presidente da Ser Educacional. O empresário refere-se à Kroton e Estácio, que negociam uma fusão. O processo de aprovação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e de integração das duas companhias podem levar até dois anos, considerando que o órgão antitruste tem até 330 dias para dar seu aval à transação. A Ser Educacional também tentou se unir com a Estácio, sem sucesso.

Diante da possível fusão entre as concorrentes, a Ser Educacional se arma para impedir que a companhia combinada fortaleça a atuação no Norte e Nordeste, praças em que é lider.

A estratégia é crescer ainda mais nas metrópoles e impedir que os concorrentes migrem para o interior. Normalmente, os grupos de ensino entram pelas grandes cidades, fortalecem suas marcas a fim de atrair alunos também de cidades próximas e, posteriormente, vão para municípios menores.

Em 2016, a Ser está abrindo unidades em Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho, cidades de Pernambuco com grande densidade populacional. Outras praças no radar da companhia são Petrolina e Juazeiro (PE), João Pessoa (PB) e Feira de Santana (BA).

Já no ensino a distância, a Ser tem preferência pelo crescimento orgânico. A companhia tem 400 polos em análise pelo Ministério de Educação (MEC).

A Ser Educacional registrou aumento de 30% no lucro líquido no segundo trimestre, R$ 64 milhões. O resultado ficou bem acima da projeção do mercado, de alta de um dígito. A receita avançou 6%, para R$ 289,6 milhões. As ações da companhia fecharam o pregão de sexta-feira com valorização de 4%.

Via Luciano Sathler, juandoming
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The Big List of Board Games that Inspire Mathematical Thinking

The Big List of Board Games that Inspire Mathematical Thinking | Banco de Aulas | Scoop.it
These board games incorporate math in unique and fun ways!

Via Bonnie Bracey Sutton
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Fresh Starts for Hard-to-Like Students

Fresh Starts for Hard-to-Like Students | Banco de Aulas | Scoop.it
Improve trust and communication with difficult students by expressing gratitude, using encouraging statements, and treating them in the same way you treat your best students.
Via Cindy Riley Klages
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Evolution of Capitalism, Escalation of Imperialism

Evolution of Capitalism, Escalation of Imperialism | Banco de Aulas | Scoop.it
The purpose of this essay is to show that as capitalism has evolved from the early stages of small-scale manufacturing to the current stage of the dominance of finance capital, its arena of expropriation has, accordingly, expanded from the early colonial/imperial conquests abroad to today’s universal dispossession worldwide, both at home and abroad. Specifically, it aims to expose the class nature of imperialism independent of nationality and/or geography, and to indicate how this profit-driven characteristic of capitalism is at the root of today’s global austerity economics; an ominous development that dispossesses not only defenseless peoples abroad, but also the overwhelming majority of the people at home—a socio-economic plague that can be called the “new imperialism,” or “imperialism by dispossession” [1].


Via The Planetary Archives / San Francisco, California
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Vancouver plans to go 100% renewable. I asked the city’s manager about the challenges it faces | David Roberts | Vox.com

Vancouver plans to go 100% renewable. I asked the city’s manager about the challenges it faces | David Roberts | Vox.com | Banco de Aulas | Scoop.it

Last year, Vancouver, British Columbia, officially adopted the goal of powering itself entirely with clean energy by 2050.

That’s a bigger deal than it might sound. Plenty of North American cities have committed to getting all their electricity from clean sources within a few decades. But when it comes to decarbonization, electricity is the easy part. (Okay, maybe not easy, but easier.)

Vancouver has resolved to get all its energy, not just electricity, from renewable sources.

The city’s electricity is already 98 percent carbon-free anyway. It comes from hydroelectric dams, via the province’s primary utility, BC Hydro. So the big problems over the next 35 years will be eliminating natural gas for heating and gasoline for transportation, two of the thorniest decarbonization challenges.


Click headline to read more including the interview and access hot links--


Via Chuck Sherwood, Senior Associate, TeleDimensions, Inc
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Was the Rise of Neoliberalism the Root Cause of Extreme Inequality? - Evonomics

Was the Rise of Neoliberalism the Root Cause of Extreme Inequality? - Evonomics | Banco de Aulas | Scoop.it
Imagine if the people of the Soviet Union had never heard of communism. The ideology that dominates our lives has, for most of us, no name. Mention it in conversation and you’ll be rewarded with a shrug. Even if your listeners have heard the term before, they will struggle to define it. Neoliberalism: do you know what it is?


Via The Planetary Archives / San Francisco, California
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A culpa é sempre do professor

A culpa é sempre do professor | Banco de Aulas | Scoop.it
Escreva cem vezes. Ou até você acreditar:

- A culpa é sempre do professor.

Não era para ser assim. Mas por aqui, ao invés de maçãs, eles ganham porrada. Críticas. Censura, mordaça. Ataques de todo tipo. Essa é a dura vida de um professor.

Por isso li, incrédula, o texto de Cláudio de Moura e Castro na revista Veja. Ainda procurei para ver se era matéria paga pela prefeitura ou pelo estado. Achei estranho que alguém realmente acreditasse nesse tipo de raciocínio.

Imagino que, talvez por desconhecimento da realidade. Da situação fora de gráficos e números. Então tomo a liberdade de lançar aqui um desafio. Saia da sua escrivaninha, meu senhor. Da sua poltrona confortável. Do seu escritório refrigerado onde só entra quem é convidado e aceito. Entre numa sala de aula.

Nas particulares, você vai conviver com um conforto até semelhante ao seu. Porém com alunos que chegam completamente sem limites. Que acham que eles é que mandam, inclusive em você. Que pensam e falam:

- Onde está escrito que eu tenho que respeitar professor?

E não respeitam mesmo. Esteja preparado para ser desrespeitado. Você vai disputar a atenção com os Iphones e aparelhinhos mais modernos. Vai perder a disputa. Vai falar para meia dúzia de interessados, numa sala lotada de mais de quarenta. Onde uns três dormem. Os outros se viram de costas para você para conversar.

Todos sabem que além de vinte e cinco alunos o rendimento cai. A qualidade de atenção não é a mesma. Que se danem todos: alunos que perdem em qualidade. E os professores vão se matar para serem ouvidos. Importa que, se de quatro turmas se faz três, certamente o lucro é muito maior. É o que basta. Ponto. Encerrada a questão.

Nas escolas públicas, você vai conhecer pessoas bem influentes. O filho do dono do tráfico, a que namora o dono do tráfico, o cara que faz tráfico na sua escola, o que rouba de bicicleta, o que tem um revolver de papelão para assaltos em lugares pouco iluminados. O que entende tudo sobre seu cordão de ouro. O que te oferece um celular melhor.

A menina que já trás outro na barriga. A que quer ser modelo. A que quer ser médica e você torce para que seja.

Os que, na segunda, já vêm com a mesma blusa de sexta. Sem lavar, só que pelo avesso. O que vem de chinelo porque não tem dinheiro para tênis. O que vem para a merenda porque em casa não tem comida.

Além da mesma superpopulação de alunos por turma, existem situações bem piores. Há a falta de condições de trabalho. Não há porteiro. Não há quem limpe. Não há material para você trabalhar. Já vi, e não foram poucas vezes, professores comprarem do próprio bolso. Deve ser porque ganham mesmo muito bem, não é? Só pode.

Acrescente a essa situação a falsa inclusão. Alunos com vários tipos de deficiência jogados em turmas imensas. Meninos com todo tipo de dificuldades emocionais, físicas, de aprendizagem. Todos juntos, amontoados como coisas. Como números. Como lixo. Já imaginou a angústia de um professor ao lidar com isso?

Como se não fosse o bastante, o enorme salário do professor não lhe permite ter um só turno de trabalho. Vagam loucos entre escolas. Os empregos vão se somando: dois, três, quatro. Num vai e vem infinito de uma para a outra. Porque o intervalo entre as escolas não lhe dá tempo nem de almoçar. Fazem por aventura, claro. Não por necessidade, já que ganham muito bem.

Visite um professor. Pode ser de qualquer matéria. Mas se o pobre for de português e redação, melhor nem ir. As montanhas de provas, redações e trabalhos se espalham pela casa. Talvez nem dê para você sentar. Não espere um cafezinho. Além de você não estar merecendo, ele não vai ter tempo de fazer.

Professores são seres zumbis. Não têm noites de muito sono. Nem fins de semana sem trabalho. Leem, preparam aulas, elaboram trabalhos e provas, corrigem trabalhos e provas, postam as notas na internet, elaboram provas de segunda chamada, provas de recuperação, corrigem todas, mais aulas, mais exercícios, mais planejamentos...

São seres soterrados em pilhas de cobranças e trabalhos. O trabalho sem fim. O desgaste constante. Eles têm férias maiores que a sua? E os juízes que têm dois meses, o que você fala? Eles se aposentam mais cedo que você? E a aposentadoria dos políticos todos que você nem pensa a respeito?

Eles têm direito a uma falta por mês? Trabalhando desse jeito, você ousa achar que eles não adoecem? Ter a falta do mês não quer dizer que faltem. Quer dizer que, só podem adoecer uma vez por mês e olhe lá.

O texto culpa os professores. Qual a novidade nisso? A culpa sempre é dos professores! Eles é que são os responsáveis por gastos desnecessários da máquina pública. Os professores, sempre eles, são os grandes responsáveis pelas misérias do município e do estado.

Provavelmente eles é que nos levaram e esse estado de falência. Que feio, professores! Vocês não se envergonham? E ainda se acham no direito de fazer greve, já não estão ricos o suficiente? Ainda reclamam de qualidade de ensino? São uns insatisfeitos. Reclamam de barriga cheia.

Também é dos professores a culpa pelo elevado número de repetências que sobrecarrega o orçamento. Um professor poderia alegar a seu favor que os alunos apresentam muitas dificuldades. Que, apesar deles pedirem socorro, não há para onde encaminhar as crianças para que tenham o atendimento adequado. Nós não vamos acreditar. Ok?

Nada disso nós vamos ouvir. Preferimos acreditar que a culpa é do professor que só pensa em dinheiro, em greves e em se aposentar logo. Lógico, imaginamos que eles é que não se esforçam, não ensinam direito, e só ficam pensando em cruzeiros caros e viagens à Europa enquanto tinham que estar empenhados em dar aula.

A sorte é que professor é pau de dar em doido. É maltratado por todo mundo. É agredido pela polícia nas ruas. Apanha, corre, sofre. Mas é antes de tudo um forte. Quando você acha que acabou com ele, ele já está de pé na sua frente. Inteiro. Com escoriações internas e externas. Mas pronto a continuar a luta.

Por isso o texto me doeu. Pela enorme injustiça com uma classe tão sofrida e honesta. Entre na sala de aula. Passe o que eles passam. Tenha a mesma garra, a mesma paixão, o mesmo amor pelos que mais ninguém consegue amar.

Eles ganham mal. São desvalorizados. Se acabam na correria. Perdem a voz, a juventude, a energia. Mas não largam o sonho. É precisamente isso que dá tanto medo aos governantes, em geral. Por isso querem lhes amordaçar. Por isso é preciso que rápido se aprove a Escola sem partidos. Para calar esse povo.

Eles são a grande esperança dos honestos. E o grande risco dos corruptos. Por isso são mal remunerados. Para ver se morrem ou desistem. Mas não. Esses professores Gremlins se multiplicam. E multiplicam seu saber. Essa é a grande riqueza dessa gente. E a força que mostra que viver é perigoso, mas vale a pena.
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As 10 universidades brasileiras que formam mais CEOs

As 10 universidades brasileiras que formam mais CEOs | Banco de Aulas | Scoop.it
No ranking publicado hoje pelo Center for World University Rankings (CWUR) com as mil melhores universidades do mundo, 17 são brasileiras. A USP foi a mais bem colocada, na 138ª posição.

A análise leva em conta oito aspectos, entre eles a empregabilidade, que responde por 25% na nota geral. O indicador mede o número médio ponderado (por ano) de ex-alunos de uma instituição que ocuparam posições de CEO desde 2011 em alguma das 2 mil maiores empresas do mundo, segundo a Forbes, levando-se em conta o tamanho da universidade. Entram no cálculo formandos de graduação, mestrado ou doutorado e equivalentes. A fórmula usada pelo CWUR está exposta na metodologia publicada no site do CWUR.

A partir exclusivamente deste aspecto do ranking geral, confira, navegando pelas fotos, dez as instituições brasileiras da lista que, proporcionalmente ao seu tamanho, formam mais CEOs, segundo dados do CWUR.  Vale lembrar que só entram universidades na lista do CWUR, faculdades e outras organizações de ensino superior não são elegíveis.

Tópicos: Ensino superior, Faculdades e

Via Luciano Sathler
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5 Tips for Getting Started with Student Choice – John Spencer

5 Tips for Getting Started with Student Choice – John Spencer | Banco de Aulas | Scoop.it

Via Tom D'Amico (@TDOttawa)
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A New Approach to Homework - Balance with home life experiences via  Catlin Tucker

A New Approach to Homework - Balance with home life experiences via  Catlin Tucker | Banco de Aulas | Scoop.it
Homework has been getting a lot of attention in the media. My Twitter feed is full of articles and blogs discussing the research on homework, particularly at the elementary level, and how counterpr…

Via Tom D'Amico (@TDOttawa)
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Why What We Are Teaching Is Wrong and What We Should Do About It

Why What We Are Teaching Is Wrong and What We Should Do About It | Banco de Aulas | Scoop.it

I am going to share with you the five main answers that my students came up with to the question “What is wrong with the curriculum in your school?”.


1. I don’t know why I am learning any of this.

2. I don’t want to learn about X. I want to learn about Y.

3. European History leaves out the history of millions of other people.

4. The textbooks are from 1987.

5. None of this feels relevant. I don’t get how to apply it to my life.


Via Dr. Susan Bainbridge, Miloš Bajčetić
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Ideas for welcoming students to the classroom

Ideas for welcoming students to the classroom | Banco de Aulas | Scoop.it
All students want to feel part of their classroom community. Here are four activities to help them feel welcomed and comfortable.

Via WEAC, Mark E. Deschaine, PhD
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Una Escuela no es una empresa ni los alumnos son tornillos

Una Escuela no es una empresa ni los alumnos son tornillos | Banco de Aulas | Scoop.it
Hay cuestiones que, como docente y creo que, poseedor de algo de sentido común, me preocupan. Entre ellas, una de las que más preocupado me tiene es la

Via Ramon Aragon
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4 Strategies For Implementing Learning Stations In Your Classroom -

4 Strategies For Implementing Learning Stations In Your Classroom - | Banco de Aulas | Scoop.it

Via Stephania Savva
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These are the four stages of your brain on maths

These are the four stages of your brain on maths | Banco de Aulas | Scoop.it
Ever wondered how your mind deals with complex sums and multiplications?

A new study has imaged how the brain's activity levels change while taking on serious maths problems, and reveals for the first time that there are four distinct neural stages involved in coming up with a solution.

Via John Evans, Alfredo Calderón
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Outstanding schools take too few poor pupils, study says - BBC News

Outstanding schools take too few poor pupils, study says - BBC News | Banco de Aulas | Scoop.it
Poor children in England are less likely to be admitted to good schools, even if they live nearby, suggests a new analysis.
Via Bonnie Bracey Sutton
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Four Skills to Teach Students In the First Five Days of School

Four Skills to Teach Students In the First Five Days of School | Banco de Aulas | Scoop.it
Alan November explains how he would use the first five days of school to lay the groundwork for a year of learning that goes far beyond the test.
Via Cindy Riley Klages
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Why Experts Make Bad Teachers

Why Experts Make Bad Teachers | Banco de Aulas | Scoop.it
We’d all agree that to teach a subject, you must know the subject. So you’d think that experts would be the best teachers, but they’re not. The question is why?

To understand why experts have trouble teaching well, you have to understand what makes experts different from the rest of us.

People who are truly experts in a subject have knowledge most of us don’t. But that does NOT make them a true expert.

What makes them a true expert is understanding.

And with real understanding comes Abstractions.

Via Ana Cristina Pratas, Miloš Bajčetić
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Evoluo's curator insight, August 1, 5:51 PM

Pourquoi les experts font-ils de piètres enseignants / formateurs ?
Etienne Bourgeois ajouterait aux arguments de l'article, que l'expert pourrait avoir tendance à accroître l'asymétrie entre les apprenants et lui, ce qui est peu propice à l'apprentissage.

RebeccaMoore's curator insight, August 13, 2:40 PM
Experts may make "bad teachers," but as teachers we need to remember our abilities and training that make us educators--model, lead, facilitate
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Escola cria conselho formado por alunos de quatro e cinco anos e estimula protagonismo de crianças na gestão escolar | De Olho nos Planos

Escola cria conselho formado por alunos de quatro e cinco anos e estimula protagonismo de crianças na gestão escolar | De Olho nos Planos | Banco de Aulas | Scoop.it

Via DMartins
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Renomadas e gratuitas, universidades alemãs atraem cada vez mais alunos estrangeiros

Renomadas e gratuitas, universidades alemãs atraem cada vez mais alunos estrangeiros | Banco de Aulas | Scoop.it
Instituições de renome não cobram matrículas ou mensalidades; vários cursos de graduação e mestrados são em inglês; para alemães, model
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