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O rei dos imóveis nos EUA escolhe o Brasil como alvo

O rei dos imóveis nos EUA escolhe o Brasil como alvo | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
O americano Stephen Ross é o empresário que mais ganhou dinheiro com imóveis nos Estados Unidos. Ele falou a EXAME sobre seu mais recente alvo — o Brasil
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Com uma fortuna estimada em 4,4 bilhões de dólares, Ross comanda a incorporadora Related, que é dona de 20 bilhões de dólares em imóveis nos Estados Unidos. É, hoje, a maior proprietária de prédios para locação em Nova York — tem quase 18 000 apartamentos e 2,6 milhões de metros quadrados de escritórios e lojas.

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Cabo Verde altera lei para simplificar investimento externo

Cabo Verde altera lei para simplificar investimento externo | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
O novo código, que passa a chamar-se Lei de Investimento, estabelece as bases gerais que permitem acelerar e facilitar a realização de investimentos em Cabo Verde.
Rogerio P Assis's insight:

Praia

O Governo de Cabo Verde alterou  o Código de Investimentos com o objetivo de simplificar o registo do investimento externo junto do banco central do arquipélago.

 

O novo código, que passa a chamar-se Lei de Investimento, estabelece as bases gerais que permitem acelerar e facilitar a realização de investimentos em Cabo Verde, bem como os direitos, as garantias e os incentivos a conceder aos investimentos suscetíveis de contribuir para o desenvolvimento socioeconómico do país.

 

Com as alterações introduzidas estabelece-se "um enquadramento legal de investimento assente na celeridade, desmaterialização e desburocratização do processo de investimento" no país, situações que constituem as principais reclamações dos agentes económicos que escolhem Cabo Verde para investir.

 

A nova lei permite o registo de investimento por via eletrónica, logo a seguir a emissão do Certificado, através da Cabo Verde Investimentos (CI), entidade pública que se ocupa desta problemática no arquipélago.

 

O diploma prevê ainda a tradução das regras e princípios da Lei de Investimentos de Cabo Verde, no prazo de seis meses, para inglês, francês e espanhol.

 

A legislação, já publicada no Boletim Oficial do arquipélago, aplica-se a todos os investimentos de natureza económica que se realizam no território cabo-verdiano ou no estrangeiro a partir de Cabo Verde, efetuados por investidores nacionais ou estrangeiros e que pretendam beneficiar das garantias e dos incentivos nele previstos.

 

Com esta nova lei, fica garantida a segurança e proteção jurídica aos investidores contra medidas que visam nacionalizar ou expropriar direta ou indiretamente a sua propriedade, exceto por "razões de interesse público".

 

Em obedência ao princípio da não descriminação, os investidores serão compensados com base no valor atual do investimento à data da declaração de utilidade pública.

 

Esta lei permite também aos investidores externos converter em qualquer outra moeda e de transferir para o exterior todos os rendimentos provenientes do seu investimento, desde que devidamente registado no Banco de Cabo Verde.

 

Os investidores podem ainda dispor de contas tituladas em moeda convertível, em instituições financeiras estabelecidas no país e autorizadas por Lei, através das quais podem realizar todas as operações com o exterior.

 

A lei prevê igualmente a concessão aos investidores de incentivos sob a forma de isenções, reduções de taxas, deduções, amortizações e de crédito fiscal por investimento, conforme estabelecido no Código de Benefícios Fiscais.

 
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O mercado de risco engenharia no Brasil | Segs.com.br-Portal Nacional|Clipp Notícias para Seguros|Saúde

O mercado de risco engenharia no Brasil | Segs.com.br-Portal Nacional|Clipp Notícias para Seguros|Saúde | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
As grandes obras de infraestrutura e construção civil no Brasil geraram maior demanda por seguros de risco engenharia que, segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), movimentou R$ 458,
Rogerio P Assis's insight:

As grandes obras de infraestrutura e construção civil no Brasil geraram maior demanda por seguros de risco engenharia que, segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), movimentou R$ 458,3 milhões em 2010 e R$ 877,8 milhões em 2011, apresentando um crescimento de 48%. O desempenho do segmento nesse período deve-se aos investimentos que o Brasil recebeu para construção e reformas de estádios, estradas, portos, aeroportos e transporte público para sediar a Copa do Mundo FIFA 2014™

 

O bom momento econômico que o país apresentava também ajudou, já que os investimentos estrangeiros estavam em alta. Este ano, a expectativa do mercado segurador é de menor crescimento para o risco engenharia, isso porque muitos investimentos já foram realizados e, no momento, diversos projetos já estão em andamento.

 

Leva-se em conta também a atual conjuntura econômica do Brasil, no qual fez com que alguns projetos fossem adiados, principalmente no primeiro semestre. Além de cobrir acidentes durante a execução da obra, segurar possíveis erros de engenharia e garantir as indenizações, esse seguro também é um importante instrumento para reduzir os custos dos projetos. Isso porque as empresas do segmento securitário (seguradoras e corretoras) realizam um amplo estudo para mitigar os riscos no período que a obra está em andamento.

 

Assim, os riscos de acidentes, que atrasam o projeto e geram mais custos de pessoas e material, é diminuído ao máximo. O risco engenharia também viabiliza os financiamentos dos projetos, já que bancos e financeiras exigem que o seguro esteja contratado para liberar o empréstimo. 

 

É importante esclarecer as modalidades de coberturas do risco engenharia. De forma simples e didática, temos a cobertura básica para obras civis em construção e para instalação e montagem. A primeira garante a indenização dos prejuízos ocorridos durante a construção de obras civis em rodovias, túneis, pontes, usinas e indústrias, por meio da contratação de coberturas básicas e acessórias, definidas a partir do conhecimento do risco.

 

A segunda garante a indenização dos prejuízos ocorridos durante a fase de montagem e instalação de máquinas e equipamentos, tais como turbinas, geradores, caldeiras, etc. Da mesma forma que a anterior. Temos também as coberturas acessórias para despesas extraordinárias; tumultos; testes de equipamentos; riscos do fabricante (aos bens em montagem); erros de projeto (em obras civis em construção), entre outras.

No Brasil ainda é alto o índice de acidentes em obras, se comparado com outros países.

 

Um dos eventos de maior repercussão foi em 2007, na obra da linha 4 do Metrô de São Paulo, que cedeu e originou uma enorme cratera no que é hoje a estação Pinheiros. De acordo com especialistas, foi um dos maiores sinistros de risco engenharia no Brasil. Na contratação do seguro é necessário contar com o auxílio de um corretor especializado, pois risco engenharia é um produto complexo principalmente por cobrir grandes obras, máquinas, equipamentos e pessoas.

 

É importante informar ao corretor o custo real do projeto, para contar com as coberturas adequadas ao empreendimento. Importante também é investir na segurança e gerenciamento da obra que, consequentemente, reduzirá o custo do seguro.[1] *André Guidetti é superintendente de Risco Engenharia da LIU, divisão de riscos especiais da Liberty Seguros.

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Gestores de ETFs esperam criação de carteiras de renda fixa no ano que vem

Gestores de ETFs esperam criação de carteiras de renda fixa no ano que vem | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
CVM definiu também regras para provedores de índices, ponto importante para os ETFs de bolsas estrangeiras. Papel da Receita agora será fundamental para a criação dos novos tipos de aplicação.
Rogerio P Assis's insight:

Os gestores de fundos com cotas negociadas em bolsa (ETFs, na sigla em inglês) esperam para o ano que vem o lançamento das primeiras carteiras vinculadas à renda fixa. Ontem, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou uma instrução normativa regulamentando a criação dessa variedade de fundos de cotas, que até agora se limitavam a ações. Agora, os bancos poderão criar ETFs que acompanhem a rentabilidade dos papéis do Tesouro, como das NTN-B, atreladas à inflação do IPCA, e das LTNs, prefixadas, entre outros.

 

Tributação pode sair até o fim do ano

A questão da tributação, porém, continua sendo o principal entrave para que os gestores deem início às novas carteiras. Segundo Tatiana Grecco, responsável pela área de fundos passivos do Itaú, o mercado agora vai aguardar uma instrução normativa da Receita para levar adiante os ETFs de renda fixa. “Precisávamos ter primeiro as regras e o formato do fundo, e agora temos, então agora é aguardar o parecer da Receita”, diz Tatiana, que espera algum tipo de norma complementar definindo como deve ser a tributação dos ETFs de renda fixa até o fim deste ano. Dessa forma, os novos ETFs poderiam ir a mercado no ano que vem.

 

Modelo já conhecido pela Receita

Uma vantagem no processo, diz Tatiana, é que os ETFs já são conhecidos da Receita, pelo menos em sua versão de renda variável. “O caso agora vai ser olhar a diferença da estratégia”, afirma. Ela lembra que seria muito difícil montar ETFs com a atual tributação de fundos de renda fixa, que prevê a cobrança de imposto antecipadamente nos meses de maio e setembro, o chamado come-cotas, uma vez que a cota do fundo pode trocar de mãos várias vezes. Outro problema é a tributação regressiva, que começa em 22,5% nas aplicações até seis meses e cai gradualmente até 15% após dois anos. No caso dos fundos de ações, a tributação é mais simples, 15% sobre o rendimento para todos os prazos apenas no resgate, o que vale também para os ETFs de ações.

 

Controle menor sobre as cotas

Ela chama a atenção para o fato de existir uma diferença operacional entre o fundo de renda fixa aberto oferecido aos investidores e o ETF. No primeiro, o gestor e o administrador têm controle total das cotas mesmo após elas serem compradas pelos investidores via bancos ou distribuidores. Assim, é mais fácil controlar e cobrar os impostos na fonte, como determina a Receita. Já no caso dos ETFs, o mercado secundário é controlado pela bolsa, que apenas registra os negócios de compra e venda e faz a custódia. “Algum tipo especial de tributação terá de ser adotado”, acredita Tatiana.

 

Sistema terá de ser integrado ao BC

Outro complicador para a criação dos ETFs de renda fixa é o próprio sistema da BM&FBovespa onde as cotas deverão ser negociadas. Tatiana lembra que hoje a bolsa controla todo o mercado de ações, via CBLC. Já no caso dos títulos públicos, vai ser preciso fazer uma integração da bolsa com o Banco Central (BC) e o Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) do governo. “Hoje a BM&FBovespa enxerga tudo pois os ETFs são de ações, mas quando chegarem os de renda fixa, ela vai ter de se integrar ao sistema do BC, o que é um processo mais complexo e pode demorar um pouco mais”, explica a executiva.

 

Norma regula provedores de índices

Tatiana destaca que a regulamentação dos ETFs de renda fixa acabou também por regulamentar os provedores de índices. A questão era pouco relevante até agora porque, como os ETFs eram de ações, quem criava os índices era a bolsa, já dona de uma grande experiência nesse assunto. “Mas com a renda fixa, abre-se espaço para outras instituições que queiram criar seus índices, e é preciso garantir que esses indicadores sejam confiáveis e tenham regras claras de funcionamento e de transparência”, destaca.

 

ETF internacional

A regulamentação vai ajudar também na criação dos ETFs de índices internacionais, que ainda aguardam regulamentação. A CVM já admite, porém, analisar eventuais pedidos de gestores, e a nova norma ajudará nesses projetos. “A regulação dos provedores já mostra quais informações eles vão ter de apresentar ao mercado sobre o índice internacional que se vai querer lançar aqui”, explica Tatiana.

 

Mais alternativas para o investidor

A criação dos ETFs de renda fixa ampliará também o leque de estratégias para esse tipo de aplicação, diz Tatiana. Será possível, por exemplo, alugar um ETF de determinado tipo de título e vendê-lo no mercado, caso a aposta seja de desvalorização desse tipo de papel. Hoje, essa operação é muito difícil e o que há é o mercado futuro de juros, que tem como referência o CDI ou depósito interfinanceiro. “Um ETF de renda fixa abrirá espaço para fundos de arbitragem (long/short) em títulos públicos, além de aumentar as opções para os gestores de renda fixa tradicional”, afirma.

Os primeiros ETFs de renda fixa devem acompanhar os Índices de Mercado Anbima (IMA), que reproduzem o comportamento dos títulos da dívida pública. Tatiana acredita que haverá vários ETFs para todos os tipos de IMAs e papéis do governo.

 

Fundos terão “cash criation”

Ela destaca ainda na regulamentação a opção de os fundos permitirem a aplicação em dinheiro nos fundos, o chamado “cash criation”. Hoje, na renda variável, os ETFs só aceitam aplicações em ativos – no caso, ações que compõe seu índice de referência – que são trocados por cotas. O resgate também é feito em ativos, ou seja, o investidor entrega cotas e recebe ações.

 

Nos ETFs de renda fixa, o investidor poderá aplicar em dinheiro no fundo, que usará o valor para comprar os ativos, como ocorre hoje nos fundos de renda fixa abertos. “Mas isso não será para varejo, serão valores altos, equivalentes a um lote mínimo de cada índice IMA, com até 10 mil títulos, o que deve girar em torno de mais de R$ 1 milhão”, explica Tatiana.

 

Carteira mais flexível

Outra medida aceita pela CVM é a autorização de ter até 20% da carteira em papéis que não sejam da carteira do índice de referência. Tatiana explica que, às vezes, o Tesouro não emite ou o mercado secundário de papéis não tem exatamente os títulos que o fundo precisa para montar um IMA-B, por exemplo. “Pode ser que eu não encontre uma NTN-B que vence em 2017, mas tenho uma NTN-B 2018 que tem um rendimento bem parecido e um prazo bem próximo, que não compromete o desempenho do fundo”, afirma.

 

Mais perto da variação do índice

Ela destaca que a CVM apertou também a exigência com relação à aderência do fundo ao índice de referência escolhido. Na renda variável, o fundo poderia se distanciar do índice numa relação de 2% a 4%. Agora, a margem de erro na renda fixa será menor, de 1% a 2%. “Isso vai exigir que o fundo seja mesmo indexado”, diz Tatiana.

 

Medida ajudará o varejo

Para Ricardo Cavalheiro da BlackRock, uma das principais gestoras de ETF do mundo, a regulamentação dos ETFs ficou dentro do esperado. “Estamos entusiasmados e esperamos que o mercado brasileiro de ETFs evolua”, afirma ele, acrescentando que os ETFs de renda fixa serão interessantes especialmente para o varejo.  Segundo Cavalheiro, a BlackRock foi pioneira nos ETFs de renda fixa no exterior e hoje possui US$ 170 bilhões sob gestão desse tipo de ativo. No total, a BlackRock tem cerca de US$ 800 bilhões de ETFs sob gestão.

 

Sem arriscar prazos, Cavalheiro diz que a BlackRock vai acelerar seus estudos para criar ETFs de renda fixa no Brasil agora que a regulamentação foi criada. “Mas a indústria precisa de esclarecimentos da Receita para não criar pendência tributária para o investidor”, diz.

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Fiep apresenta oportunidades de negócios entre o Brasil e IsraelExport News | Export News

Fiep apresenta oportunidades de negócios entre o Brasil e IsraelExport News | Export News | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

Workshop do Centro Internacional de Negócios (CIN) acontece na próxima quinta-feira (12), em Curitiba. Evento também vai lançar missão empresarial para o país

 

As oportunidades de negócios entre o Brasil e Israel serão foco de um workshop promovido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias na próxima quinta-feira (12), em Curitiba. O evento é voltado para empresários, profissionais de comércio exterior,

estudantes e demais interessados em conhecer sobre a economia de Israel e as principais possibilidades de negócios e parcerias com o país. O workshop é realizado em conjunto com a Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria. As inscrições estão abertas no site do CIN (www.cinpr.org.br).

 

O assunto será apresentado pela diretora executiva da Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria, Adriana Finzi. Segundo ela, Israel é um potencial parceiro de negócios para os exportadores brasileiros. “O país importa muito do que consome e possui uma renda per capita elevada, acima de US$30 mil anuais, estando acima da média da comunidade europeia”, disse ela. Por ser considerado um país de alta tecnologia, também é possível inserir as tecnologias israelenses nos produtos brasileiros, aumentando a capacidade produtiva da indústria no Brasil.

 

Durante o evento, os participantes também receberão informações sobre a Missão Empresarial Israfood, que levará empresários para a maior e mais importante feira do setor de alimentos e bebidas de Israel. A iniciativa é do CIN com o apoio da Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria. A missão acontece entre os dias 11 e 17 de novembro.

 

Dados do International Trade Centre revelam que cerca de 24% dos produtos alimentícios importados em 2012 por Israel são de origem brasileira. Entre os países da América Latina, o Brasil é o maior parceiro comercial de Israel. No último ano diversos produtos brasileiros foram importados pelo país, entre eles, carnes, vegetais, frutas, nozes, açúcares e produtos de confeitaria, café, chá, mate e especiarias, produtos lácteos, ovos, mel, gorduras e óleos vegetais.

 

O país possui também acordo de livre comércio com o Mercado Comum do Sul dede 2010 e o Paraná é o segundo Estado da região Sul do Brasil que mais exporta produtos para Israel, entre eles, a soja, frango, açúcar, café, milho e madeiras.

 

“Na missão empresarial que o CIN realiza em novembro, o empresário irá conhecer o mercado de Israel, visitar a feira e instituições que têm tecnologias avançadas no país. Em 2012 a Fiep realizou uma visita de prospecção no país e o presidente Edson Campagnolo firmou acordos de cooperação com instituição e empresas, que agora estão de portas abertas para receber as empresas paranaenses. Essas empresas poderão contar com a expertise, orientação e suporte oferecidos pela Fiep, por meio do Centro Internacional de Negócios”, destacou a gerente do CIN, Janet Pacheco.

 

Parcerias – Em 2012, uma delegação formada pelo presidente da Fiep, Edson Campagnolo, diretores regionais e nacionais do Senai estiveram em Israel a convite da Embaixada do Brasil no país para conhecer o mercado local e as oportunidades de negócios que poderiam ser trazidas para as empresas paranaenses. Na visita também foram assinados diversos termos de cooperação técnica e acordos institucionais para fomentar negócios entre o Brasil e Israel.

Campagnolo assinou na cidade de Haifa, um protocolo de intenções com o Instituto de Tecnologia de Israel (Technion). “Israel tem uma vocação natural para o desenvolvimento tecnológico, dessa forma esta parceria se converte numa importante ponte para que este conhecimento chegue também ao Paraná”, afirmou Campagnolo.

 

Também foram firmados outros acordos entre a Fiep e instituições israelenses. Novas parcerias para fomentar negócios foram realizadas com a Agência governamental para Cooperação Internacional de Pesquisa & Desenvolvimento (Matimop), a TransAlgae, StarTau, organização sem fins lucrativos que oferece uma variedade de serviços para apoiar aspirantes a empreendedores de Israel e a Federação Israelense das Câmaras de Comércio e Indústria.

 

E entidade também possui contato com outras instituições de Israel visando o fomento dos negócios com o Brasil. São elas: Ministério da Indústria, Trabalho e Comércio de Israel, Manufacture’s Association of Israel (MAI), reconhecido como a força central entre os três principais atores que formam a economia do país (Governo, MAI e o Sindicato Histradut), Faculdade de Biotecnologia e Engenharia de Alimentos, Indústrias de Tecnologias Avançadas de Israel (IATI), Instituto Weizmann, uma das instituições líderes mundiais em pesquisas multidisciplinares, Universidade Hebraica em Jerusalém e o Centro Invest em Israel.

 

Segundo a gerente de CIN, Janet Pacheco, existem inúmeras possibilidades de negócios em Israel para empresas do Paraná, uma vez que o país se especializou em pesquisa e desenvolvimento, integrando e aplicando o conhecimento de universidades dentro das indústrias.

Missão – Empresários interessados em participar da Missão Empresarial para Israfood devem entrar em contato com o CIN por meio do telefone (41) 3271-9106 ou encaminhar um e-mail para gabriela.casagrande@fiepr.org.br.

 

A entidade irá oferecer pacotes de viagem com preços exclusivos e acompanhamento de profissionais durante a realização da feira em Israel.

Assessoria de imprensa
Sistema Fiep

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NBR 15.575: Fim do barulho - ARCOweb

NBR 15.575: Fim do barulho - ARCOweb | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Depois de muita discussão, a NBR 15.575 entra em vigor, trazendo melhorias para o desempenho acústico nas novas habitações
Rogerio P Assis's insight:

A exigência da NBR 15.575, após cinco anos de debates, estudos e melhorias, promovidos por entidades do setor e pela ABNT, representa um marco para toda a cadeia produtiva, principalmente para o usuário, que terá parâmetros de desempenho para escolher seu imóvel e, caso verifique problemas, constatar a responsabilidade de arquitetos, incorporadoras, construtores e fabricantes. São três patamares de performance estabelecidos: o mínimo obrigatório (M) e os indicativos intermediário (I) e superior (S).

 

Dividida em seis partes - requisitos gerais, sistemas estruturais, sistemas de pisos, de vedações verticais internas e externas, de coberturas e hidrossanitários -, a NBR 15.575 traz orientações e referências voltadas ao conforto térmico e acústico, proteção ao fogo, estanqueidade e ciclo de vida da edificação.

 

A norma é abrangente, mas referem-se ao desempenho acústico mudanças bastante significativas, trazendo mais qualidade de vida e conforto aos usuários.

 

Afinal, as questões relativas a ruídos, sejam de circulação de veículos, crianças, animais ou música nos vizinhos, têm tirado o sono de muita gente e provocado desentendimentos, estresse e até tragédias.

 

Assim, por seu caráter crítico, a questão acústica é abordada de maneira extensa, em quase todos os aspectos relevantes de uma edificação.

Além disso, na opinião de Bárbara Kelch Monteiro, arquiteta e coordenadora do grupo de trabalho sobre normas técnicas da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea/SP), o tema passou a ser requisito básico obrigatório em todas as construções.

 

“Antes da norma, a acústica era considerada apenas em habitações de padrões superiores”, ela revela. “Os requisitos de acústica aparecem nas partes 1, 3, 4, 5 e 6 da NBR 15.575 e relacionam-se ao desempenho acústico mínimo de sistemas construtivos de pisos, vedações externas [sistemas de fachadas] e internas [paredes], além de coberturas.

 

Estabelecem também níveis de ruído aceitáveis para os equipamentos de uso coletivo - elevadores, exaustores, pressurizadores e ar-condicionado, entre outros - e instalações hidrossanitárias”, explica Davi Akkerman, engenheiro e presidente da Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica).

 

Ele destaca entre as melhorias relacionadas ao conforto acústico o desempenho mínimo de 45 decibéis de isolamento para as paredes geminadas entre dormitórios e outros ambientes, além do aumento das espessuras, de nove para 15 centímetros, das paredes de alvenaria.

“Para paredes com menor espessura, o sistema drywall pode ser uma solução viável para alcançar as exigências da norma”, informa.

 

Na visão de Sérgio Mester, diretor de engenharia da incorporadora Idea!Zarvos, com a exigência de decibéis mínimos entre os vizinhos, todas as unidades precisarão de pisos e janelas acústicos nas áreas de dormitórios. “A medida, sem dúvida, impacta nos custos, podendo elevá-los em todo o mercado”, afirma.

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iBahia - Condomínio em Curitiba vai usar energia solar e reaproveitar água da chuva

iBahia - Condomínio em Curitiba vai usar energia solar e reaproveitar água da chuva | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
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Brasil desperdiça seu potencial eólico

Brasil desperdiça seu potencial eólico | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Potencial eólico do Nordeste brasileiro poderia suprir quase dois terços de toda a demanda nacional por eletricidade, mas país utiliza apenas 1% dessa capacidade.
Rogerio P Assis's insight:

Mais de 71 mil quilômetros quadrados do território nacional, em sua quase totalidade na costa dos estados do Nordeste, contam com velocidades de vento superiores a sete metros por segundo, que propiciam umpotencial eólico da ordem de 272 terawatts-hora por ano (TWh/ano) de energia elétrica.

 

Trata-se de uma cifra bastante expressiva, uma vez que o consumonacional de energia elétrica é de 424 TWh/ano, aponta estudo publicado na Revista Brasileira de Ensino de Física, de autoria de pesquisadores do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

 

Potencial eólico brasileiro:

"Os números do potencial eólico brasileiro foram estimados com os mesmos modelos de previsão de tempo e estudos climáticos. Como esses modelos são validados para locais específicos das diferentes regiões do país, esse potencial eólico pode estar subestimado", disse Fernando Ramos Martins à Agência FAPESP.

 

Mas, segundo ele, com as informações disponíveis atualmente, levando em conta todas as dificuldades inerentes aos altos custos da geração de energia eólica, é possível afirmar que apenas o potencial da energia dos ventos do Nordeste seria capaz de suprir quase dois terços de toda a demanda nacional por eletricidade.

 

Matriz energética brasileira:

"O problema é que, atualmente, o índice de aproveitamento eólico na matriz energética brasileira não chega a 1%. A capacidade instalada é muito pequena comparada à dos países líderes em geração eólica. Praticamente toda a energia renovável no Brasil é proveniente da geração de hidreletricidade", apontou.

 

Parte dos dados do estudo também foi extraída do Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, produzido pelo Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) com o objetivo de fornecer informações para capacitar tomadores de decisão na identificação de áreas adequadas para aproveitamentos eólico-elétricos.

 

"Os locais mais propícios no país para a exploração da energia eólica estão no Nordeste, principalmente na costa do Ceará e do Rio Grande do Norte, e na região Sul", disse Martins.

 

Energia eólica no mundo:

Além de descrever a evolução do aproveitamento da energia eólica no mundo, os pesquisadores do Inpe trazem no artigo dados inéditos sobre a situação atual do uso desse recurso para geração de eletricidade em diferentes países.

 

Segundo o estudo, o setor de energia eólica tem apresentado crescimento acelerado em todo o mundo desde o início da década de 1990. A capacidade instalada total mundial de aerogeradores voltados à produção de energia elétrica atingiu cerca de 74,2 mil megawatts (MW) no fim de 2006, um crescimento de mais de 20% em relação ao ano anterior.

 

"Enquanto o Brasil explora menos de 1% de sua energia eólica, países como Alemanha, Espanha e Noruega utilizam por volta de 10%", disse Martins, lembrando que a conversão da energia cinética dos ventos em energia mecânica é utilizada há mais de três mil anos.

 

Em 2006, o Brasil contava com 237 megawatts (MW) de capacidade eólica instalada, principalmente por conta dos parques na cidade de Osório (RS). O complexo conta com 75 aerogeradores de 2 MW cada, instalados em três parques eólicos com capacidade de produção de 417 gigawatts-hora (GWh) por ano.

 

Fonte de energia limpa:

O pesquisador do CPTEC aponta ainda que, dentre as fontes energéticas que não acarretam a emissão de gases do efeito estufa, a energia contida no vento também demonstra potencial para atender à segurança do fornecimento energético no país.

 

"Políticas nacionais de incentivos estão começando a produzir os primeiros resultados, a exemplo do Proinfa [Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica]. Espera-se um crescimento da exploração desse recurso nos próximos anos no Brasil", disse Martins.

 

O Proinfa, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, foi criado em 2002 para a diversificação da matriz energética nacional. O programa estabelece a contratação pelas empresas de uma parcela mínima de energia elétrica produzida a partir de fontes renováveis, entre as quais energia eólica e a energia proveniente de pequenas centrais hidrelétricas.

 

Base de dados dos ventos

Martins destaca ainda duas iniciativas do CPTEC que têm dado suporte científico à produção de informações sobre os recursos eólicos no território brasileiro. Entre os esforços mais recentes, explica, estão a base de dados do Projeto Sonda, um sistema de coleta de dados de vento operado e gerenciado pelo centro.

 

O objetivo do projeto, que tem dezenas de estações de coleta de dados eólicos com medidores instalados em diversos estados brasileiros, é disponibilizar informações que permitam o aperfeiçoamento e a validação de modelos numéricos para estimativa de potencial energético de fontes renováveis.

 

O levantamento dos recursos de energia eólica no Brasil também vem sendo realizado pelo projeto Solar and Wind Energy Resources Assessment (Swera), conduzido pela Divisão de Clima e Meio Ambiente do CPTEC, com financiamento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

 

Toda a base de dados gerada até o momento pelo Sonda e pelo Swera, que terá sua segunda fase iniciada no começo de 2009, está disponível para acesso gratuito no site dos projetos.

 

"Essas bases de dados são extremamente úteis para a definição de políticas junto ao setor energético nacional e para o desenvolvimento de projetos de pesquisa científica sobre a temática do aproveitamento de recursos energéticos. Os resultados obtidos até o momento demonstram o potencial do país no que diz respeito à disponibilidade dos recursos renováveis", afirmou Martins.

 

Além de apresentar uma revisão dos conceitos físicos relacionados ao emprego da energia cinética dos ventos na geração de eletricidade, o artigo descreve ainda os aspectos dinâmicos dos ventos e detalhes sobre a circulação atmosférica na Terra, incluindo os fatores que influenciam a velocidade e direção dos ventos nas proximidades da superfície.

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Os maiores patrimónios da indústria no Brasil

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2305 mil milhões de reais é o valor do património líquido sob gestão no Brasil, entre fundos de investimento e fundos estruturados/off-shore.
Rogerio P Assis's insight:

O património líquido, no Brasil, ascendia a 2305 mil milhões de reais, no final de julho. Desse valor, 2033 mil milhões pertencem aos fundos de investimento, segundo os dados publicados pela ANBIMA.

 

A BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (BB DTVM) é a gestora que maior património tem sob gestão no final do mês de julho, segundo a ANBIMA, com 462 mil milhões de reais, sendo que 442 mil milhões dizem respeito a fundos de investimento. Os restantes 20 milhões fazem parte dos fundos estruturados/off-shore.

 

Em segundo lugar aparece o ITAU Unibanco com 330 mil milhões de reais em fundos de investimento, de um total patrimonial de 366 mil milhões. A fechar o pódio vem o Bradesco, com 284 mil milhões em fundos de investimento, sendo que a sua carteira líquida atingiu o valor de 290 mil milhões.

 

Quem captou mais em julho:

No mês de julho, a sociedade que captou mais investimento foi o Bradesco, que viu os seus fundos de investimento aumentarem 7,8 mil milhões de reais. O Itau Unibanco ficou em segundo lugar no ranking, com 4,3 mil milhões de reais de captação líquida. Já o Banco J Safra fecha o TOP 3 com 1,8 mil milhões de reais.

 

BB DTVM é o campeão da captação líquida desde janeiro:

Desde do início do ano, é o BB DTVM o grande vencedor das captações líquidas em fundos de investimento, com 16,8 mil milhões de reais. De realçar que o saldo entre subscrições e resgates dos fundos estruturados/off-shore no BB DTVM desde do início do ano é nulo.

 

Em segundo lugar aparece a Caixa com 10 mil milhões de reais de captação líquida desde do início do ano. Em terceiro lugar vem o Itau Unibanco com 7 mil milhões de reais, no entanto, grande parte da sua captação líquida total vem de dos fundos estruturados/off-shore.

 

A gestora preferida a 12 meses:

Já nos últimos doze meses, a grande vencedora das captações líquidas em fundos de investimento é a Caixa, com 22 mil milhões de reais. Logo depois vem o Itau Unibanco com 12, 3 mil milhões e a fechar a terceira posição aparece o Credit Suisse com 8,6 mil milhões de reais de captação líquida em fundos de investimento.

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Falta de regras claras trava investimentos na construção civil - Infraestrutura - iG

Falta de regras claras trava investimentos na construção civil - Infraestrutura - iG | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Especialistas em direito da construção civil reclamam da insegurança jurídica para as empresas nas parcerias públicas
Rogerio P Assis's insight:

A demanda crescente por infraestrutura previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e no atendimento à Copa do Mundo e aos jogos olímpicos levou o governo a intensificar a busca por parcerias com a iniciativa privada.

 

No entanto, muitas obras não estão atraindo os investimentos esperados. Para representantes da construção civil e especialistas presentes no II Congresso Internacional de Direito da Construção, realizado no Rio de Janeiro, um dos principais gargalos para que as parcerias sejam efetivadas é a insegurança jurídica que envolve contratos e órgãos fiscalizadores.

 

Um exemplo da dificuldade na formação de aliança entre governo e iniciativada privada ocorreu recentemente no estado do Rio de Janeiro, envolvendo as obras do estádio do Maracanã.

 

Inicialmente, a ideia era que o consórcio Maracanã S.A. — formado pela Odebrecht, IMX e AEG —, responsável pelo complexo esportivo nos próximos 35 anos, e o governo estadual iriam demolir dois estádios anexos para construção de estacionamentos e prédios comerciais e de entretenimento.

 

Com a mobilização pública contra a demolição, entretanto, o governo voltou atrás e, repentinamente, suspendeu a obra, o que gerou descontentamento dos sócios privados.

 

Com menos fonte de receita, o plano de negócios, agora, está sendo revisto.


Grandes obras envolvem a parceria pública e privada

 

Para Luciana Levy, presidente da Comissão de Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico da OAB-RJ, outro exemplo foi a revisão dos aumentos das tarifas de ônibus em todo o país. “Sem fazer juízo sobre os aumentos, o fato é que estavam previstos em contrato. Uma empresa não faz um investimento de longo prazo se,no futuro, as regras podem mudar”, argumenta. 

 

A mesma lógia, diz ela, serve para o questionamento por Tribunais de Contas da Taxa Interna de Retorno (TIR) de antigas concessões de rodovias, com o argumento de que são abusivas. “São taxas definidas há 20 ou 30 anos, quando tínhamos uma inflação fora de controle e a economia oferecia altos riscos.Hoje, vivemos tempos de estabilidade, mas essa insegurança desestimula qualquer investuidor”, afirma.

 

De acordo com Fernando Marcondes, presidente do Instituto Brasileiro de Direito da Construção (IBDiC), a posição dos Tribunais de Contas é controversa. “No mercado, o Tribunal de Contas é visto com bastante reserva, porque nas esferas estadual, municipal e federal atua divorciado da realidade”, opina.

 

Para Marcondes, a análise diferenciada do tribunal por região não permite às empresas uma compreensão clara dos próprios limites de conduta e confunde, até mesmo, funcionários públicos. “Às vezes, o engenheiro do tribunal até concorda com a concessionária, mas reluta em divergir do tribunal.

 

Isso prejudica muito as empresas, que têm de ir à Justiça para serem recompensadas. Isso pode levar anos e já fez muita gente fechar as portas”, salienta.


Em coro, o jurista e professor da PUC-SP Pedro Serrano argumenta que muitos tribunais mudam suas jurisprudências de forma arbitrária e, não raro, julgam casos semelhantes de forma diferenciada. “No Brasil, não há vinculação do precedente, não praticamos o direito fundamental da coerência do judiciário, capaz de orientar os particulares”, afirma.

 

O Estado, diz Serrano, transfere toda uma ineficiência administrativa para a iniciativa privada, que sobrevalorizam contratos, como forma de proteção contra riscos futuros.

 

Mas, apesar de contribuir para elevação dos valores de obras públicas, a insegurança jurídica não explica sozinha esse tipo de prática, segundo o presidente do IBDiC. “Quando o governo convida empresas a participar de uma licitação, não entrega estudos sobre o terreno.

 

Os contratantes fazem ofertas sem muitas informaçõe”, relata Marcondes. Para evitar prejuízos, mais uma vez, os valores são elevados. “O ideal seria uma partilha de riscos.

 

Deixar o Estado arcar com uma ameaça geológica, por exemplo, contribuiria muito para atingir preços mais competitivos”, explica.

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Construção civil de SP terá aumento salarial de 8,99%

Construção civil de SP terá aumento salarial de 8,99% | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Construção civil de SP terá aumento salarial de 8,99%
Rogerio P Assis's insight:

AGÊNCIA ESTADO

CIRCE BONATELLI 

Os trabalhadores da construção civil do interior paulista terão aumento salarial de 8,99%, com data base em 1º de maio, conforme convenção coletiva assinada nesta quarta-feira, 22, e divulgada nesta quinta-feira pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e pela Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado de São Paulo (Feticom-SP).

 

 

O reajuste de 8,99% em 2013 ficou acima dos 7,47% de 2012 e é o segundo maior para operários da área nos últimos cinco anos, quando o setor de construção entrou em ciclo de crescimento acelerado devido ao grande número de lançamentos imobiliários e obras em execução. Os reajustes anteriores foram de 9,75% em 2011, 8,01% em 2010 e 6,74% em 2009.

 

 

O aumento das despesas com mão de obra continuará pressionando os orçamentos e os resultados financeiros das construtoras, avaliou Haruo Ishikawa, vice-presidente de Relações de Capital e Trabalho do Sinduscon-SP. Ele lembrou que houve retração no volume de lançamentos de imóveis em 2012, mas as empresas ainda estão concluindo projetos lançados em anos anteriores, o que tem sustentado parte da demanda por mão de obra. 'Nós continuamos contratando, tem muitas obras em execução', afirmou.

 

 

No primeiro trimestre, foram criadas 76,1 mil vagas de trabalho no setor (saldo de contratações menos demissões), segundo dados apurados pelo Sinduscon-SP em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O número, porém, ficou bem abaixo das 123 mil vagas geradas em 2012.

 

 

Ishikawa ponderou também que, apesar do aumento nominal dos salários ter sido maior em 2013, o aumento real, já descontando a inflação setorial no período, foi menor. 'No ano passado, o aumento real foi de 2,53%. Neste ano, foi de 1,83%', disse. Segundo ele, o maior reajuste ocorreu nos benefícios ligados à alimentação dos trabalhadores. O valor do tíquete-refeição subiu de R$ 15,00 para R$ 17,00 (alta de 13,3%), e o vale-supermercado mensal passou de R$ 150,00 para R$ 200,00 (alta de 25%). 'Nós percebemos que a inflação na alimentação foi o que mais pesou entre 2012 e 2013. Por isso, era justo que houvesse um aumento maior nesses benefícios', explicou.

 

 

Pisos

 

 

Com o reajuste no interior de São Paulo, o piso dos trabalhadores considerados não qualificados - servente, contínuo, vigia, auxiliares de trabalhadores qualificados e demais trabalhadores cujas funções não demandem formação profissional - passa a ser de R$ 1.067,00 mensais, ou R$ 4,85 por hora, para 220 horas mensais. Para os trabalhadores qualificados - pedreiro, armador, carpinteiro, pintor, gesseiro e demais profissionais qualificados não relacionados - será de R$ 1.298,00 mensais, ou R$ 5,90, para 220 horas mensais.Para os demais trabalhadores qualificados em obras de montagem de instalações industriais, o piso passa a ser de R$ 1.555,40 mensais, ou R$ 7,07 por hora, para 220 horas mensais.

 

 

As disposições da convenção valem para os empregados representados pelos sindicatos dos trabalhadores de Araras, Araraquara, Assis, Barra Bonita, Barretos, Campos do Jordão, Capivari, Cruzeiro, Franca, Itapeva, Itatiba, Itu e região, Jaboticabal, Jacareí, Jaú, Jundiaí, Marília, Mirassol e Votuporanga, Mococa, Mogi Guaçu, Estiva, Espírito Santo do Pinhal, Itapira, São João da Boa Vista, Aguaí e Santo Antonio do Jardim, Ourinhos, Panorama, Presidente Prudente, Piracicaba, Registro, Ribeirão Preto, São Carlos, São José do Rio Preto, Sorocaba e região, e Taubaté, bem como os trabalhadores que não tenham sindicato que os represente no interior do Estado de São Paulo.

 

 

Já na capital paulista, o piso dos trabalhadores qualificados foi reajustado em 11,11%; o dos qualificados em montagens industriais em 8,93%, e o dos não qualificados e demais salários em 8,99%, conforme divulgado pelo Sinduscon-SP no início de maio. O valor do tíquete-refeição subiu para R$ 17,00 e o vale-supermercado mensal para R$ 200

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Gafisa tem prejuízo no 2o tri de R$14 mi , em meio a cancelamento de contratos

Gafisa tem prejuízo no 2o tri de R$14 mi , em meio a cancelamento de contratos | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
RIO DE JANEIRO, 9 Ago (Reuters) - A incorporadora Gafisa registrou prejuízo no segundo trimestre, ainda em meio a cancelamento de contratos e...
Rogerio P Assis's insight:

RIO DE JANEIRO, 9 Ago (Reuters) - A incorporadora Gafisa registrou prejuízo no segundo trimestre, ainda em meio a cancelamento de contratos e queda anual nas vendas, mas melhorou seu desempenho em relação aos três primeiros meses do ano.

 

O grupo teve prejuízo de 14,144 milhões de reais de abril a junho, ante lucro de 1,05 milhão de reais um ano antes. No primeiro trimestre deste ano, o prejuízo foi de 55,47 milhões de reais.

 

"O resultado líquido foi impactado pela menor margem bruta dos projetos de Tenda, bem como, pela maior despesa financeira", disse o Grupo em comunicado divulgado nesta sexta-feira.

 

As projeções de analistas obtidas pela Reuters para o resultado da Gafisa variaram entre um lucro de 19 milhões de reais e prejuízo de 13 milhões de reais.

 

O cancelamento de contratos do período alcançou 354,87 milhões de reais, acima dos 329,1 milhões de reais um ano antes. No primeiro trimestre, o valor atingiu 481,5 milhões de reais.

 

Já o valor de mercado do estoque consolidado aumentou em 71 milhões reais ante março, para 3,6 bilhões de reais.

 

A companhia já havia anunciado, em julho, vendas de 553,6 milhões de reais no segundo trimestre, queda de 12 por cento na comparação anual, mas alta de 154 por cento sobre o primeiro trimestre.

 

Os lançamentos, de 461 milhões de reais, tiveram recuo de 16 por cento em relação ao segundo trimestre de 2012. Mas ante o trimestre imediatamente anterior, os lançamentos tiveram crescimento de 50 por cento.

 

A venda consolidada sobre a oferta (VSO) caiu para 13,4 por cento no segundo trimestre, ante 16,1 por cento no mesmo período do ano passado, influenciada por um volume menor de lançamentos e maior volume de distratos, informou a companhia.

 

A empresa estima para o ano lançamentos consolidados de 2,7 bilhões a 3,3 bilhões de reais, e a entrega de 13,5 mil a 17,5 mil unidades, de acordo com comunicado divulgado nesta sexta-feira.

 

A Gafisa encerrou o segundo trimestre com receita líquida de 640,9 milhões de reais, queda de 18 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, mas avanço de 26 por cento na comparação com o primeiro trimestre.

 

O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de 94 milhões de reais no período, queda de 27 por cento ante os 128,6 milhões de reais um ano antes. Ante o trimestre encerrado em março, o Ebitda subiu 63 por cento. A empresa espera que a margem Ebitda fique entre 12 e 14 por cento neste ano.

 

MELHOR ESTRUTURA DE CAPITAL SEM ALPHAVILLE

 

No início de junho, a Gafisa anunciou que fechou acordo para vender 70 por cento de participação em sua unidade de loteamento urbano de alto padrão Alphaville para as companhias de investimentos Blackstone Real Estate e Pátria Investimentos, por 1,4 bilhão de reais.

 

"Com a liquidação da operação, teremos uma forte melhora na estrutura de capital da Gafisa", afirmou a companhia, citando redução nas despesas com juros e fortalecimento do balanço.

 

A incorporadora também afirmou que a retenção de uma participação de 30 por cento na Alphaville "permitirá continuar participando pelos próximos anos do crescimento e geração de resultados da empresa".

 

Os recursos devem ser utilizados para reduzir o endividamento e manter liquidez em "nível adequado" para o volume de operações em curso. A operação ainda não se refletiu nos resultados do segundo trimestre.

 

"Seguiremos com a reestruturação das operações da Companhia, mantendo o foco e a consistência operacional da marca Gafisa, aliado à entrega do legado de projetos e relançamento da marca Tenda sob um modelo de negócios rentável", acrescentou a empresa.

 

A Gafisa encerrou o trimestre com dívida líquida de 2,5 bilhão de reais, queda anual de 9 por cento e aumento trimestral de 3 por cento.

 

(Por Juliana Schincariol; Edição de Aluísio Alves e Raquel Stenzel)

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Construtoras investem em empreendimentos mais sustentáveis

Construtoras investem em empreendimentos mais sustentáveis | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Em Florianópolis, condomínio foi construído com geração de energia eólica e solar e sistema de reaproveitamento de água
Rogerio P Assis's insight:

Valor do apartamento: 

a partir de R$ 500 mil


Estrutura

24 unidades em três andares

Apartamentos com até duas suítes

Duas vagas de garagem

48 painéis solares

Duas turbinas de energia eólica

Piscina com raia de 21 metros

Espaço gourmet e fitness

Lounge com mesa de sinuca

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São Paulo calls prequal tender to build US$803mn Santos-Guarujá tunnel - BNamericas

São Paulo calls prequal tender to build US$803mn Santos-Guarujá tunnel - BNamericas | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
São Paulo state highway company Dersa has launched a tender to prequalify parties interested in building an underwater tunnel between the coastal cities of Santos...
Rogerio P Assis's insight:

São Paulo state highway company Dersa has launched a tender to prequalify parties interested in building anunderwater tunnel between the coastal cities of Santos and Guarujá budgeted at 1.89bn reais (US$803mn), according to Dersa bid documents.

 

 

Individual companies are not allowed to participate, only partnerships, consortiums or associations from either the private or public sectors. All groups must have minimum capital of 189mn reais.

 

 

A maximum of four parties are permitted per group, and at least two must be Brazilian and each must have a minimum participation of 20%. Subcontracting is allowed for no more than 20% of the project cost.

 

 

Offers for the 44-month project must be submitted by March 13, according to the bid documents.

 

 

The initiative is being backed by financing from IDB.

 

 

Spanning approximately 1,700m, the six-lane tunnel will be at a depth of about 35m.

 

 

Also planned in connection with the project are roadworks to integrate car and bus traffic and other civil works for bicycle paths and a light rail transit (LRT) system.

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Incêndio destrói academia a atinge mais dois prédios em SP - Crimes Delitos

Incêndio destrói academia a atinge mais dois prédios em SP - Crimes Delitos | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
MARTHA ALVES DE SÃO PAULO Um incêndio de grandes proporções destruiu o prédio da academia SmartFit na esquina da rua do Boticário com a avenida Ipiranga, no centro de São Paulo na madrugada desta sexta-feira.
Rogerio P Assis's insight:

Assustado com o incêndio, um oriental tentou se jogar pela janela de um apartamento no 4º andar do prédio residencial na avenida Ipiranga, vizinho à academia SmartFit, na região central de São Paulo. Por diversas vezes ele...

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Events

Events | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

China Law Blog Presents: Trends in Chinese Policy on Foreign Business  

The Small Business Forum invites you to attend a lunch panel discussion from China Law Blog co-authors, Dan Harris and Steve Dickinson. 

The China Law Blog co-authors will discuss the five most important trends they are seeing that are impacting foreign businesses in China or doing business with China. Harris will discuss what he has observed from outside of China while Dickinson will talk about the trends he has seen from within China. Dickinson and Harris who are based in Beijing and Seattle respectively, will talk about what each of them sees and hears from their own individual perspectives and then will comment on the other’s observations. They will independently come up with and discuss the five big trends that they see impacting foreign businesses in China or doing business with China. They will speak for about 30 minutes and then open to questions.

Dan Harris is a founding member of Harris & Moure PLLC, a boutique international law firm based in Seattle, Washington, with offices in Beijing and Qingdao, China. Dan heads up the US side of his firm's Asia practice, focusing on protecting American businesses in their Asian operations. Dan has his B.A. from Grinnell College and his J.D. summa cum laude, from Indiana University School of Law. Dan is also lead writer for the multiple-award winning China Law Blog (www.chinalawblog.com).

Having lived in China for years, Steve is fluent in Chinese, and conducts his work entirely in the language. He prides himself on working primarily in the “real” China, outside of Beijing and Shanghai, in areas that require an appreciation for China’s history and culture, such as factories, fish plants, and farms.

Steve was named one of Washington State’s “5 Most Amazing Attorneys” by Washington CEO Magazine, and is one of only three “Washington State Amazing Lawyers” in International law. Steve was the first attorney to be invited to China by an independent Bar Association and he is a frequent speaker throughout the United States and in China.


Speaker(s):
Dan Harris, co-author, China Law Blog
Steve Dickinson, co-author, China Law Blog


Venue:
AmCham China Conference Center
No. 10 Jintongxi Road, The Office Park Tower AB 6th Floor
金桐西路10号远洋光华国际AB座6层

This event is off-the-record.


For more information, please contact: Barbara Chen O'Connell, Tel: 0819-0842, Email: bococonn@amchamchina.org.

- See more at: http://www.amchamchina.org/event/1524#!

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Produtividade do trabalho é essencial para o PIB per capita

Produtividade do trabalho é essencial para o PIB per capita | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
É necessário investimento nos trabalhadores para manter crescimento
Rogerio P Assis's insight:

O PIB per capita brasileiro, para se manter sustentávelnos próximos anos, precisa de um crescimento das taxas de produtividade do trabalho. É o que reforça o estudo "Radar: tecnologia, produção e comércio exterior", do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), lançado na manhã desta quinta-feira (05/09). O objetivo era analisar os índices de produtividade dos últimos anos para posteriormente avaliar soluções. Economistas, no entanto, antecipam que o investimento no capital dos trabalhadores é essencial para ter resultados nos próximos anos, já que impactos de ações como qualificação e tecnologia levariam uma década.

 

...

Continua em:

http://www.jb.com.br/economia/noticias/2013/09/05/produtividade-do-trabalho-e-essencial-para-o-pib-per-capita/

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On with the show | Features | Mortgage Strategy

On with the show | Features | Mortgage Strategy | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:
Financial Services Expo director James Prosser believes there is a real need for a show like FSE, with the support in the market phenomenal, and he is clearly up for the fight as three expos get set to clash in October
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SCPT - Serviço Central de Protesto de Títulos

SCPT - Serviço Central de Protesto de Títulos

Rogerio P Assis's insight:

Atenção: 

O protesto especial, para fins falimentares, deverá ser solicitado por escrito. Veja o Modelo.

 

CA

Contrato de Aluguel
Cópia autenticada do contrato de aluguel, mais a planilha.

 

CAF

Contrato de Alienação Fiduciária
Título original.

 

CAM

Contrato de Arrendamento Mercantil
Título original e "conta gráfica" demonstrando o valor a ser cobrado.

 

CC

Contrato de Câmbio

Título original e "Conta gráfica" (Documento elaborado pelo apresentante solicitando o protesto e demonstrando o valor a ser cobrado).

 

CCB

Cédula de Crédito Bancário
Título emitido por pessoa física ou jurídica em favor de instituição financeira C.M.P. 1925/99..

 

CBI

Cédula de Crédito Bancário por Indicação
Veja Modelo

 

CCC

Cédula de Crédito Comercial
Título original.

 

CCE

Cédula de Crédito à Exportação
Título original.

 

CCI

Cédula de Crédito Industrial
Título original.

 

CCR

Cédula de Crédito Rural
Título original.

 

CCT

Certidão de Crédito Trabalhista
Título original.

 

CD

Confissão de Dívida
Título original. Além da assinatura do devedor, deverá ter também a de duas testemunhas.

 

CDA

Certidão da Dívida Ativa
Título original. 

Previsão Legal Lei 12767/12

Art. 25. A Lei no 9.492, de 10 de setembro de 1997, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 1º ......................................................................

Parágrafo único. Incluem-se entre os títulos sujeitos a protesto as certidões de dívida ativa da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e das respectivas autarquias e fundações públicas.” (NR)


CH

Cheque
O cheque com o carimbo da recusa do pagamento, pelo banco sacado. É imprescindível o endereço e número de documento do emitente. Em se tratando de conta conjunta, será protestado quem assinou o cheque. O cheque tanto poderá ser protestado no domicílio do Banco quanto do emitente. 
Não é permitido o protesto dos cheques que tenham sido devolvidos, pelo Banco sacado, pelas alíneas: 20, 25, 28, 30 e 35. (Provimento CGJ 58/89, Capítulo XV, Seção III, Item 10.2)
As instituições financeiras devem fornecer aos portadores de cheques devolvidos pelos motivos de falta de fundos e outros, alíneas 11 a 14, 21, 22 e 31, todas as informações que permitam a identificação e a localização do emitente, no caso o devedor (art. 24, da Resolução n° 1631, de 24 de agosto de 1989 e art. 25 da Resolução n° 1682, do Banco Central).
"CHEQUES PÓS DATADOS": cheques apresentados ao banco sacado antes da data pactuada, não são passíveis de protesto. Proc. 32028/2009 CGJ e Súmula nº. 370 do STJ.
Veja Modelo de Cheque Nominal 
Veja Modelo de Cheque ao Portador 
Veja Modelo de Cheque com Endosso Translativo 
Lei Federal 7.357 de 2 de setembro de 1985 
Provimento 24/2004 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo

 

CHP

Cédula Hipotecária
Título original.

 

CJV

Conta Judicialmente Verificada
O processo de verificação de livro.

 

CL

Contrato de Locação
Veja planilha

 

CM

Contrato de Mútuo
Contrato original.

 

CPH

Cédula Rural Pignoratícia Hipotecária
Título original.

 

CPR

Cédula do Produtor Rural
Título original.

 

CPS

Conta de Prestação da Serviços
Título original.

Veja Modelo


Observações:
» Fazer modelo em duas vias e enviar ao devedor através de cartório de registro de títulos e documentos;
» Obrigatório apresentar os comprovantes dos serviços
Lei Federal 5.474 de 18 de julho de 1968

 

CRD

Contrato de Compra e Venda com Reserva de Domínio
Título original.

 

CRH

Cédula Rural Hipotecária
Título original.

 

CRP

Cédula Rural Pignoratícia
Título original.

 

DD

Diversos (Outros Documentos de Dívida)
Título original.

 

DM

Duplicata de Venda Mercantil
Título original.


Se você receber por endosso uma duplicata, exija os documentos comprobatórios de compra/venda/entrega das mercadorias. 
Quando aceita pelo sacado, nada mais será exigido. 
Quando não aceita, deverá estar acompanhada dos comprovantes de venda/entrega/recebimento da mercadoria (nota fiscal e canhoto assinado ou o conhecimento; se forem cópias, deverão estar autenticadas). Veja Modelo
É facultado ao apresentante declarar estar de posse de tais documentos, podendo fazê-lo no verso da duplicata, veja modelo. 
Lei Federal 5.474 de 18 de julho de 1968

 

DMI

Duplicata de Venda Mercantil por Indicação
Deverá acompanhá-la comprovantes de venda/ entrega/ recebimento da mercadoria: nota fiscal e canhoto assinado ou o conhecimento; se forem cópias, deverão estar autenticadas. Veja Modelo.


É facultado ao apresentante declarar estar de posse de tais documentos podendo fazê-lo no contexto da duplicata por indicação.
Veja Modelo Com Declaração no Contexto.
Lei Federal 5.474 de 18 de julho de 1968

 

DR

Duplicata Rural
Título original.
Se você receber por endosso uma duplicata, exija os documentos comprobatórios de compra/venda/entrega.

Decreto Lei 167 de 14 de fevereiro de 1967.

 

DS

Duplicata de Prestação de Serviços
Título original. Quando aceita pelo sacado, nada mais será exigido. Na falta do aceite, a comprovação da entrega dos serviços (nota fiscal com canhoto assinado). Se você receber por endosso uma duplicata, exija os documentos comprobatórios de pedido e entrega dos serviços.

Veja as exigências legais
Veja modelo COM ACEITE
Veja modelo SEM ACEITE
Lei Federal 5.474 de 18 de julho de 1968

 

DSI

Duplicata de Prestação de Serviços por Indicação
Veja Modelo
Veja Modelo para Nota Fiscal Eletrônica
conforme autorizado pela 1a Vara de Registros Públicos de SP no Processo No. 583.00.2006.195600-4
Veja Modelo para Nota Fiscal Eletrônica apresentada por Meio Eletrônico (Convênio)
conforme autorizado pela 1a Vara de Registros Públicos de SP no Processo No. 583.00.2006.195600-4
Lei Federal 5.474 de 18 de julho de 1968

 

EC

Encargos Condominiais
Veja Modelo
Lei Estadual de São Paulo 13.160 de 21 de julho de 2008

 

LC

Letra de Câmbio
Título original. 
Veja modelo COM ACEITE
Lei Federal 9.492 de 10 de Setembro de 1997

 

NCC

Nota de Crédito Comercial
Título original.

 

NCE

Nota de Crédito à Exportação
Título original.

 

NCI

Nota de Crédito Industrial
Título original.

 

NCR

Nota de Crédito Rural
Título original.

 

NP

Nota Promissória
Título original. 
Veja modelo de protesto pelo valor original
Veja modelo de protesto pelo saldo
Veja modelo de protesto com valor corrigido
Lei Federal 9.492 de 10 de Setembro de 1997

 

NPR

Nota Promissória Rural
Título original.

 

SJ

Sentença Judicial
Original de certidão, passada em cartório, com expressa menção ao trânsito em julgado.
Veja Modelo

 

TA

Termo de Acordo
Original do termo.

 

TC

Termo de Conciliação da Justiça do Trabalho
CLT, art. 625-E, parágrafo único, acrescentado pela Lei 9.958 de 12/01/2000.

 

TM

Triplicata de Venda Mercantil
Quando aceita pelo sacado, nada mais será exigido. Quando não aceita, deverá estar acompanhada dos comprovantes de venda/entrega/recebimento da mercadoria (nota fiscal e canhoto assinado; se cópias autenticadas). É facultado ao apresentante declarar estar de posse de tais documentos, podendo fazê-lo no verso da duplicata, veja modelo.

 

TS

Triplicata de Prestação de Serviços
Quando aceita pelo sacado, nada mais será exigido. Caso contrário, a comprovação da entrega de serviços.
Veja as exigências legais para o protesto de triplicata de Prestação de Serviços

 

WWarrant
Título original.
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Jornal O NORTÃO | Propostas de investimento devem gerar mais de 1,7 mil empregos em MT

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A aprovação ocorreu durante a 41ª Reunião Ordinária do Conselho, realizada na Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme-MT).

Rogerio P Assis's insight:

O Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem), aprovou nesta terça-feira (27.08), 24 propostas de investimentos para Mato Grosso. A aprovação ocorreu durante a 41ª Reunião Ordinária do Conselho, realizada na Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme-MT).

 

A política de incentivo do Governo do Estado, através do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic), será responsável pela geração de cerca de 1.390 empregos, trazendo para Mato Grosso R$ 56,7 milhões em investimentos. Dos 24 projetos aprovados, 10 pleitearam o Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO) com a expectativa de gerar investimentos de aproximadamente R$ 48 milhões e 370 empregos.

 

De acordo com o Secretario da Sicme-MT, Alan Zanatta, relatórios preliminares de visitas de acompanhamentos foram apresentados durante a reunião. “Todas as empresas que se beneficiarem do nosso programa de incentivo serão obrigatoriamente vistoriadas. Objetivo é mostrar para os conselheiros se a empresa esta cumprimento com a proposta aprovada no conselho”.

 

O Secretario ressaltou ainda, que o Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento do Estado de Mato Grosso (Condeprodemat), designou ao Cedem à responsabilidade de receber todos os pedidos de inclusão de novos produtos (Porto Seco) dos contribuintes para serem analisados e aprovados, a decisão ira proporcionar mais celeridade nos processos de inserção.

 

Na oportunidade o conselho também aprovou sete pleitos para o Porto Seco e uma proposta para o Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Fundeic). Vinculado à Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), o Cedem tem a responsabilidade de estudar, propor e opinar sobre as diretrizes e estratégias de desenvolvimento dos setores da indústria, do comércio, da mineração e energia do estado.

 

Autor: REDAÇÃO 
Fonte: O Documento

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Única usina em leilão de energia, Sinop enfrenta conflito fundiário e ação judicial

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Rogerio P Assis's insight:

O projeto da usina de Sinop, única hidrelétrica que o governo conseguiu incluir no leilão de energia que será realizado amanhã, está envolvido em polêmicas que podem render dores de cabeça para o empreendedor que vier a assumir o controle da operação. A usina de 400 megawatts, prevista para ser construída no rio Teles Pires, no Mato Grosso, é objeto de uma ação judicial movida em conjunto pelo Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estadual (MPE) que ainda não teve o seu julgamento de mérito.

No ano passado, procuradores conseguiram que a Justiça suspendesse, por meio de uma liminar, o leilão de Sinop, sob o argumento de que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) da hidrelétrica contêm vícios e não levam em consideração os danos cumulativos que serão gerados pelo reservatório dessa hidrelétrica, que pretende regular a vazão de água para usinas planejadas ou já em fase de construção nos rios Teles Pires e Tapajós.

Oito meses atrás, porém, a Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu suspender a liminar, com a alegação de que a suspensão prejudicava o mercado de distribuição de energia elétrica e o planejamento da expansão da oferta de energia do governo. A Justiça, no entanto, ainda precisa tomar uma decisão final sobre o assunto.

Sinop também envolve questões de reassentamento ainda não resolvidas. A região que será afetada pelo enchimento do reservatório da hidrelétrica atinge um assentamento de cerca de 200 famílias. Essa área, conhecida como Projeto de Assentamento 12 de Outubro, está em processo de regularização pelo Incra, mas não entrou nos estudos ambientais elaborados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Isso significa que as ações compensatórias que serão assumidas pelo empreendedor de Sinop, por conta dos impactos gerados pela hidrelétrica, podem ter uma alteração substancial de custos, por conta do reassentamento dessas famílias.

Ontem, integrantes do Movimento Sem Terra (MST), que ocupam a área de assentamento localizada entre os municípios de Sinop e Cláudia, bloquearam trechos da BR-163, rodovia que liga Cuiabá a Santarém, no Pará. Eles também ocupam a sede no Incra na cidade, em protesto contra o leilão da usina.

O assentamento 12 de Outubro, segundo informações da organização civil Instituto Centro de Vida (ICV), existe desde 2006. Naquele ano, o Incra adquiriu a fazenda onde o assentamento está localizado, mas somente em 2011 publicou uma portaria, informando que as terras seriam regularizadas. A EPE alega que, àquela altura, os estudos de impacto ambiental de Sinop já estavam prontos, tendo sido concluídos em 2010. Essa seria a razão de o assentamento não fazer parte dos relatórios ambientais. Procurada, a EPE não retornou ao pedido de entrevista.

Aos poucos, o governo avança no plano de transformar o Teles Pires em um corredor de hidrelétricas. Duas usinas - Colíder e Teles Pires - já estão em construção no rio. Em setembro, há previsão de que audiências públicas sejam realizadas para viabilizar o leilão da polêmica usina de São Manoel, empreendimento que afeta diretamente terras indígenas, uma situação que, por lei, proíbe a construção da hidrelétrica.

Fonte: Valor Econômico/André Borges | De Brasília

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CANTEIROS DE OBRAS

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Click here to edit the titleComitê de Incentivo à Formalidade acha irregularidades em obras em Umuarama

Rogerio P Assis's insight:

Umuarama - O Comitê de Incentivo à Formalidade - órgão composto pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), Sindicato da Indústria da Construção Civil do Noroeste do Paraná (Sinduscon-Nor) e Sindicato dos Trabalhadores – percorreu 14 canteiros de obras em Umuarama, no noroeste do Paraná, e conferiu as condições de trabalho de 103 operários. 


Na fiscalização realizada na terça (dia 6) e quarta-feira (dia 7) foram avaliados itens de segurança, saúde e meio ambiente, e todas as construções visitadas apresentaram irregularidades. “Nenhum dos canteiros de obra fiscalizado estava 100% regular”, informou Marisete de Fátima Volpatto, técnica de segurança do trabalho do Sinduscon-Nor responsável pela fiscalização. 


A falta de registro profissional e ausência de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) foram os principais problemas detectados. “Encontramos operários trabalhando na altura sem cinto de segurança, sem cabo guia, andaimes sem forração, entre outras irregularidades. São situações que colocam a segurança dos trabalhadores em risco, na maioria das vezes por falta de conscientização”, ressaltou Marisete. “Lembrando que cabe ao empresário fornecer o equipamento e treinar os funcionários para o seu uso correto. Já os operários têm obrigação de usar e conservar os equipamentos”. 


Segundo a técnica de segurança do trabalho, os responsáveis pelas obras foram notificados e devem comparecer no Sindicado dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção e do Mobiliário de Umuarama (Sintricomu), parceiro na fiscalização, para regularizar a situação e, assim, evitar que a situação seja denunciada ao Ministério Público (MP). 
Comitê de Incentivo à Formalidade


O Comitê de Incentivo à Formalidade realiza visitas a canteiros de obras com o objetivo de estimular o cumprimento da legislação trabalhista e previdenciária, contribuindo para a melhoria da qualidade do emprego e das condições de saúde e segurança do trabalho. 


Cabe ao CREA-PR verificar se há um responsável técnico pela obra, ao Sinduscon checar se as normas de segurança e saúde estão sendo cumpridas, enquanto os Sindicatos dos Trabalhadores de cada regional analisam as questões trabalhistas. Todas as exigências são orientadas pelo NR-18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção).


Para o presidente do Sinduscon-Nor, Mauro Carvalho Duarte Júnior, o combate à informalidade é um dos caminhos para oferecer qualidade de vida tanto aos operários da construção civil quanto à população em geral.

 

“Se as normas forem cumpridas teremos condições de trabalho mais dignas aos trabalhadores e construções mais seguras aos contratantes”, finaliza. 

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Custo da construção civil recua 6,15% em julho, diz IBGE - Jornal Repórter Diário

Custo da construção civil recua 6,15% em julho, diz IBGE - Jornal Repórter Diário | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Caixa, apresentou queda de 6,15% em julho, ficando 13,95 pontos percentuais abaixo da taxa registrada em junho, de 7,8%. O resultado do mês, segundo o IBGE, reflete a desoneração da folha de pagamento do setor.

 

Em julho, foi sancionada a lei de desoneração que retirou do cálculo de encargos sociais das empresas 20% de contribuição previdenciária.

 

A variação acumulada está negativa em 2,30%, considerando o primeiro semestre do ano, enquanto em igual período de 2012 havia ficado em 3,56%.

 

O resultado dos últimos doze meses passou para -0,30%, ante 6,54% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em julho de 2012, o índice foi de 0,29%.

 

O custo nacional da construção por metro quadrado caiu para R$ 835,95, sendo R$ 461,43 relativos a material e R$ 374,52, a mão de obra. Em junho, o custo era de R$ 890,76.

 

A parcela de materiais do índice teve alta de 0,12%, uma variação de 0,02% ante junho. Já a mão de obra teve queda de 14,68%, registrando 12,69 pontos percentuais abaixo do índice de junho.

 

A Região Sudeste teve a maior queda, de 6,81%, referente à desoneração da folha de pagamento. Os demais resultados são os seguintes: -5,98% (Norte), -5,84% (Nordeste), -6,32% (Sul) e -4,23% (Centro-Oeste).

 

A Região Centro-Oeste ficou também com a maior variação nos últimos doze meses (1,67%).

 

Entre os estados, a menor queda ocorreu em Goiás, com taxa mensal de -1,07%.

 

O baixo índice se deve à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo.

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Construção civil vem puxando o setor de mineração no Estado - Negócios

Construção civil vem puxando o setor de mineração no Estado - Negócios | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1303588

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CARLOS EUGÊNIO
REPÓRTER

Produção de cimento eleva exploração de calcário

 

O potencial de exploração de calcário no Estado e o incremento da indústria da construção civil no Nordeste vem estimulando o surgimento de novas fábricas de cimento.

 

Com duas unidades produtivas, sendo uma no município de Sobral, na região noroeste, e outra em Barbalha, no Cariri ; além de duas moageiras (Cimento Apodi e Votorantim), instaladas no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), o Ceará produziu em 2012, 1,77 milhão de toneladas, representando acréscimo de 0,48%, em relação a 2011 (1.765.000 toneladas produzidas).

 

Em 2012, o Estado produziu 1,77 milhão de toneladas de cimento, representando acréscimo de 0,48% em relação a 2011 (1.765.000 toneladas) FOTO: THIAGO GASPAR

"Em 2012, somente os Estados do Ceará, Paraíba e Sergipe mantiveram a capacidade de atender à sua própria demanda de cimento", destaca relatório do DNPM-CE, apresentado à reportagem. Além das duas fábricas, há uma terceira em construção na Chapada do Apodi, informou o superintendente do DNPM-CE, Fernando Antônio da Costa Ribeiro.

Granito

"A mineração pode ser mais uma saída econômica para o Ceará, uma alternativa (de emprego e renda) para o homem do campo", sinaliza Ribeiro, para quem "o Estado deveria olhar com bons olhos para o setor".

Ele destaca ainda, os segmentos de rochas ornamentais, notadamente de granito, lembrando que o Ceará é o segundo maior produtor desse mineral no Nordeste, atrás apenas da Bahia, enquanto o Brasil é o sexto produtor mundial.

Diferencial

Segundo ele, o Ceará produz granitos exóticos, como o Branco Ceará, uma rocha de qualidade, própria para a produção de pisos e bancadas. "O piso do aeroporto (Pinto Martins) é todo em granito Branco Ceará", destacou o gestor do DNPM-CE.

"O Estado tem um potencial geológico promissor para rochas ornamentais e de revestimento, além de possuir um moderno parque industrial na área de beneficiamento, colocando-o como um importante produtor de rochas ornamentais e de revestimento no Brasil, especialmente no que tange a produtos acabados, a exemplo de chapas e ladrilhos", aposta Fernando Antônio da Costa Ribeiro.

Cerâmica

A cerâmica também desponta no Estado como outro segmento importante, sobretudo para geração de emprego no interior cearense, onde, atualmente, ocupa cerca de 7.700 trabalhadores.

O segmento reúne cerca de 600 fábricas, em sua maioria micro e pequenas produtoras de telhas e tijolos.

A capacidade de produção mensal, hoje, no Ceará é de, em média, 51.000 milheiros de telhas, 49.000 milheiros de tijolos e de 8.000 milheiros de peças cerâmicas. (CE) 

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Goiás terá cinco Escolas Técnicas

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Goiás terá cinco Escolas Técnicas
Rogerio P Assis's insight:

Sectec lança editais de licitação para construção de instituições em cinco cidades

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Preço da terra na China atinge novas alturas, enquanto a bolha incha

Preço da terra na China atinge novas alturas, enquanto a bolha incha | ASSIS CONSTRUTORA E INCORPORADORA - REAL STATE | Scoop.it
Governos locais descapitalizados, empresas estatais cheias de dinheiro e políticas de crédito bancário muito frouxas estão alimentando a compra especulativa de terras na China, apesar do que todo mundo sabe: Essa bolha vai estourar.
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