ASSIS - COMMODITIES
Follow
Find
72 views | +0 today
Your new post is loading...
Your new post is loading...
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

AGROLINK - Cotações de commodities agrícolas, com preços atualizados diáriamente em todos os estados brasileiros. Preço de soja, trigo, milho, arroz, hortifruti.

AGROLINK - Cotações de commodities agrícolas, com preços atualizados diáriamente em todos os estados brasileiros. Preço de soja, trigo, milho, arroz, hortifruti. | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
cotacoes agricolas, cotacao de soja, cotacao de milho, cotacao de trigo, cotacao de arroz, cotacao por estado, preços agrícolas.
more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Balança comercial do agronegócio tem superávit de US$ 8,7 bi em agosto

Balança comercial do agronegócio tem superávit de US$ 8,7 bi em agosto | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
A balança comercial do agronegócio teve superávit de US$ 8,7 bilhões em agosto e saldo positivo de US$ 57,7 bilhões nos oito primeiros meses de 2013. Os números foram divulgados hoje pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Rogerio P Assis's insight:

A balança comercial do agronegócio teve superávit de US$ 8,7 bilhões em agosto e saldo positivo de US$ 57,7 bilhões nos oito primeiros meses de 2013. Os números foram divulgados hoje pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O complexo soja (grão, farelo e óleo), o setor sucroalcooleiro e as carnes mais uma vez puxaram o bom desempenho das exportações.

 

No mês passado, as exportações do complexo soja somaram US$ 3,6 bilhões, o equivalente a 35,6% dos US$ 10,1 bilhões exportados. No período de janeiro a julho, foi responsável por 36% de US$ 58,8 bilhões vendidos. O complexo sucroalcooleiro respondeu por US$ 1,6 bilhão, ou 16,5% das vendas externas. As carnes tiveram receita de US$ 1,3 bilhão no período, o equivalente a 14% do total exportado.

 

Com relação aos países de destino, a China recebeu US$ 2,7 bilhões das exportações agrícolas do Brasil em 2013, o equivalente a uma participação de 27,5%. A parcela das vendas externas recebida pelo país asiático cresceu com relação a 2012, quando era 20,5%. Os Estados Unidos ocuparam o segundo lugar em participação, adquirindo 7,5% do volume exportado. Em terceiro lugar ficaram os Países Baixos com 6,5%.

 

 

As informações são da Agência Brasil.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Petrobras – Fatos e Dados » Venda de ativos na Colômbia

Petrobras – Fatos e Dados » Venda de ativos na Colômbia | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Leia o comunicado da nossa área de Relacionamento com Investidores, publicado nesta sexta-feira (13/09), sobre venda de ativos na Colômbia:
A Petrobras informa que seu Conselho de Administração, ...
Rogerio P Assis's insight:

Leia o comunicado da nossa área de Relacionamento com Investidores, publicado nesta sexta-feira (13/09), sobre venda de ativos na Colômbia:


“A Petrobras informa que seu Conselho de Administração, em reunião realizada hoje, aprovou a alienação de 100% das ações de emissão da Petrobras Colombia Limited (PEC), para a Perenco, pelo valor de US$ 380 milhões. Os ativos da Petrobras Colombia que fazem parte da transação incluem participações em 11 blocos de exploração e produção em terra com produção média líquida de 6.530 boed (barris de óleo equivalente por dia) além dos oleodutos de Colombia e Alto Magdalena, com capacidade de transporte de 14.950 bpd (barris por dia) e 9.180 bpd, respectivamente.


A conclusão da transação está sujeita a determinadas condições precedentes usuais, incluindo a aprovação da Agência Nacional de Hidrocarburos – ANH. A Petrobras continuará presente na Colômbia através de seus ativos de exploração no mar e distribuição, além de um bloco exploratório em terra. Esta operação representa mais um importante passo no Programa de Desinvestimentos da Petrobras (Prodesin), previsto no Plano de Negócios e Gestão 2013-2017.”



- See more at: http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2013/09/13/venda-de-ativos-na-colombia/#sthash.TlfM6APS.dpuf

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Tarifa zero para importação de trigo é prorrogada até fim de novembro

Tarifa zero para importação de trigo é prorrogada até fim de novembro | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
O prazo venceria nesta terça-feira, mas foi adiado pela segunda vez
Rogerio P Assis's insight:

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior prorrogou nesta segunda-feira (9/9) para até 30 de novembro deste ano o prazo para importação de trigo com tarifa de importação zero, para uma cota adicional de 400 mil toneladas. O prazo venceria amanhã (10). A medida foi aprovada em reunião do colegiado nesta segunda-feira.

 

A segunda vez que a isenção, aprovada originalmente em 1º de abril, é estendida e tem a cota ampliada. Com a decisão, o total de trigo autorizado para importação com redução tarifária atinge 2,7 milhões de toneladas. O objetivo é evitar a alta de preços do produto, prejudicado por quebra de safra no Brasil e no Mercosul.

 

Também na reunião de hoje, a Camex acatou um pedido de suspensão de cobrança de taxa antidumping para importação de sal grosso do Chile. A taxa é aplicada pelo governo braisleiro quando após investigação é identificada a prática de dumping, ou seja, venda de um produto em um mercado por preço inferior ao praticado no país de origem. A suspensão ocorreu por pedido de revisão apresentado por um exportador do Chile e pode vigorar por até seis meses.

 

A continuidade da lista de exceções à Tarifa Externa Comum, que corresponde a um grupo de 100 produtos em que o imposto de importação é elevado com o objetivo de proteger a indústria brasileira, deveria ter sido votada na reunião de hoje, mas foi retirada da pauta. No início de agosto, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que a lista não seria mantida. De acordo com Mantega, o dólar valorizado representa uma proteção natural para a indústria. No entanto, o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Daniel Godinho, disse a jornalistas que o assunto precisaria ser debatido pela Camex. Segundo ele, produtos diferentes que compõem a lista atual poderiam ser alvo da elevação. A lista atual de 100 produtos deixa de vigorar em 1º de outubro próximo.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - CEPEA/ESALQ/USP

Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - CEPEA/ESALQ/USP | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

 

FONTE: CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS EM ECONOMIA APLICADA - ESALQ/USP

 

 

Abaixo, análises mensais de: 

AÇÚCAR

ÁLCOOL

ALGODÃO

ARROZ

BOI

BEZERRO

CAFÉ

MILHO

SOJA. 

Para cada produto abaixo, estão disponíveis Análises Conjunturais, Séries Estatísticas e Gráficos elaborados por pesquisadores do
Cepea/Esalq/USP.

É permitida a reprodução das análises, de parte das mesmas e de dados DESDE QUE CITADO O CEPEA/ESALQ COMO FONTE.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Executivos do Pátria deixam conselho da Anhanguera

Executivos do Pátria deixam conselho da Anhanguera | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Três executivos do Pátria Investimentos deixarão seus assentos no conselho de administração da Anhanguera Educacional. E, a partir do mês que vem, o consel...
Rogerio P Assis's insight:

Três executivos do Pátria Investimentos deixarão seus assentos no conselho de administração da Anhanguera Educacional. E, a partir do mês que vem, o conselho da Anhanguera terá um novo presidente: Gabriel Mário Rodrigues, 80 anos, arquiteto e especializado em comunicação empresarial.

O novo conselho da Anhanguera será eleito em assembleia geral ordinária, agendada para 30 de abril.

Rodrigues é acionista da Anhanguera e um dos principais cotistas do fundo Educacional Investimentos, cuja participação na empresa está englobada pelo Fundo de Educação para o Brasil, hoje com 10,27% da Anhanguera. Ele foi diretor da Faculdade Anhembi Morumbi (1971 - 1997) e reitor da Universidade Anhembi Morumbi - ISCP. Atualmente, é presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras (ABMES). Antonio Carbonari Netto, 62, cofundador da companhia e atual presidente do conselho, passará a ser o vice.

De acordo com a nova chapa proposta pela administração da companhia para o conselho, os sócios do Pátria Alexandre Saigh, Luiz Otávio Reis de Magalhães e Olimpio Matarazzo Neto não participarão mais do conselho da empresa. O único sócio da butique de investimento que permanece como membro do conselho é Ricardo Leonel Scavazza, atual diretor-presidente da companhia. A Anhanguera está na carteira de participações do Pátria desde 2003. Em 2007, o Pátria iniciou seu processo de desinvestimento, com a abertura de capital da Anhanguera. De acordo com informações de mercado, o Pátria estaria vendendo a sua participação em Anhanguera na bolsa.

Os outros novatos na Anhanguera serão Marcos Shigueru Hatushikano e Paulo Freitas. Hatushikano tem perfil financeiro, é sócio-fundador e diretor da Loyall Wealth Advisory e anteriormente trabalhou no banco UBS Pactual e Citibank. Paulo Freitas é coordenador do Módulo Internacional da ESPM- FIU Florida International University e teve passagens pela Ernst & Young e Price.

Além de Scavazza, permanecem no conselho da Anhanguera Maria Elisa Ehrhardt Carbonari, da família fundadora, e Sergio Bicicchi, que atua como consultor em gestão empresarial desde 1991.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

O PÁTRIA É NOSSO - ISTOÉ Dinheiro

O PÁTRIA É NOSSO - ISTOÉ Dinheiro | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Sócios do antigo Patrimônio retomam a parceria, criam nova empresa e lançam fundo de investimento de R$ 200 milhões
Rogerio P Assis's insight:

Tudo começou no final dos anos 80. Advogados que participaram da venda da Cica perceberam que faltavam especialistas em fusões e aquisições no mercado. Resolveram arriscar. Largaram o Direito e montaram um pequeno escritório, o Patrimônio, em parceria com o banco Salomon Brothers. Em pouco tempo, a visão de negócios se confirmou. Com a onda de investimentos estrangeiros nos anos 90, o Patrimônio decolou, virou banco e cresceu até ser vendido, em 1999, para o Chase Manhattan. Quinze anos depois, os mesmos profissionais resolveram repetir a história de sucesso. Desta vez, com o nome Pátria. “O cenário é parecido com o de 1988, há um espaço a ser ocupado no mercado”, diz Jair Ribeiro, um dos fundadores do Patrimônio.

 

Além do nome, há outras diferenças com o Patrimônio. A primeira é que os sócios não pediram ao BC a autorização para funcionar como banco. “Não é necessário para o que queremos fazer”, diz Luiz Otavio Reis de Magalhães, um dos sócios. Desta vez, os profissionais estão mais experientes e com muitos contatos no exterior. Alguns seguiram com o banco depois que foi vendido para o Chase Manhattan e incorporado ao J.P. Morgan. Jair Ribeiro, por exemplo, virou o responsável pela área internacional de ações do Morgan. “Uma de nossas vocações é representar o capital externo no Brasil”, diz Olimpio Matarazzo Neto, outro fundador.

 

Os sete sócios querem ocupar o espaço deixado pela debandada dos bancos estrangeiros. “Os estrangeiros fugiram do risco Brasil e foi aberto um espaço para quem atua no País”, diz Gilberto Munhoz, sócio da KPMG. De início, o Pátria atuará em três áreas: administração de fundos de investimento, compra de empresas (private equity) e assessoria financeira (fusões e aquisições). E já começa grande. Nos tempos do Patrimônio, os sócios criaram uma estrutura para gerir um fundo de private equity. Com US$ 250 milhões, investiram em companhias como Fotoptica, Casa do Pão de Queijo e Diagnósticos da América. Esse fundo agora faz parte do Pátria. E o banco está lançando um segundo fundo, entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões, para aplicar nas áreas de saúde e de educação. “A especialização faz diferença e já temos experiência nesses ramos”, diz Alexandre Saigh, responsável pela área de Private Equity, junto com outro sócio, Marcelo Marques Moreira.

 

Os sócios do Pátria também apostam no valor da experiência para trabalhar com fusões e aquisições. Para atuar nesse campo, foi convidado o ex-diretor do BNDES, Octavio Castello Branco. O novo parceiro diz que, apesar de a economia estar parada, há muitas conversas em andamento. “Tem de tudo: empresas estrangeiras deixando o Brasil, companhias endividadas se reestruturando e negócios em infra-estrutura”, conta ele. Na área de fundos, o Pátria atuará em duas frentes. Uma delas é a de hedge funds. São fundos em que o gestor coloca seu talento à prova, ao girar o dinheiro de um mercado para outro em busca de grandes lucros. O Pátria terá dois hedge funds, um para investidores nacionais e outro para estrangeiros, concentrado em papéis da dívida externa de países latino-americanos. A outra família de fundos será dedicada a aplicações em investimentos imobiliários.

 

Esses contratos servirão de base para um fundo do setor imobiliário. “Os estrangeiros começavam a investir nessa área no Brasil, mas saíram depois da crise da Argentina”, diz o sócio Carlos Betancourt. “É mais uma oportunidade que se abre para nós.” Se o Pátria vai repetir a trajetória vencedora do Patrimônio, só o tempo dirá. Mas uma coisa é certa. Se da outra vez os sócios estreavam como banqueiros e só tinham a ganhar com uma associação com uma instituição estrangeira, agora pensam duas vezes. “Queremos parcerias em áreas específicas, mas não abrimos mão do controle do negócio”, diz Matarazzo Neto. Um novo jogo começou.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Jayme Campos alerta para riscos ambientais da exploração do gás de xisto

Jayme Campos alerta para riscos ambientais da exploração do gás de xisto | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

O senador Jayme Campos (DEM-MT) manifestou em Plenário, nesta quarta-feira (28), preocupação com os problemas ambientais que a exploração de gás de xisto poderá acarretar no Brasil.

 

Citando dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Jayme Campos destacou o fato de o Brasil contar com reservas da ordem de 500 trilhões de pés cúbicos de gás de xisto em terra - maiores, inclusive, que as reservas do pré-sal - das quais o Ministério de Minas e Energia autorizou a oferta em leilão de 240 blocos de áreas para exploração.

 

— É imperioso estarmos em alerta constante quanto aos riscos ambientais acarretados pelo processo de extração, bem mais complexo que aquele utilizado na exploração do gás natural — disse.

 

De acordo com Jayme Campos, a extração segura do gás de xisto é mais difícil do que a do gás natural, pelo fato de que enquanto este se armazena nos espaços entre as rochas, o primeiro se retira do interior das mesmas, o que pressupõe o uso de uma tecnologia de fratura, com explosões hidráulicas, a partir da injeção de produtos químicos, podendo ocasionar vazamentos e contaminar a água doce.

 

Em seu pronunciamento, Jayme Campos observou que a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e a Academia Brasileira de Ciências enviaram carta à presidente Dilma, no início do mês, “pedindo que seja sustada a licitação de áreas de exploração do gás de xisto anunciada pela ANP.”

 

Os cientistas também temem, afirmou Jayme Campos, que a própria captação de água usada na técnica resulte em concorrência com outros usos preferenciais, como o abastecimento humano.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Síria faz petróleo e ouro subirem

Síria faz petróleo e ouro subirem | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Tn Petróleo - A primeira revista brasileira voltada exclusivamente para o setor de petróleo, gás e biocombustíveis
Rogerio P Assis's insight:

O aumento das tensões na Síria provocou movimentações nos mercados de commodities ontem e levou os preços do petróleo e ouro a fortes altas. Os contratos futuros de petróleo fecharam no nível mais alto em 18 meses em Nova York, com temores sobre uma possível intervenção militar contra a Síria. Investidores temem que o conflito se espalhe pelo Oriente Médio e prejudique a oferta global da commodity.


Com a movimentação dos investidores, o contrato do WTI para outubro subiu 2,9%, ou US$ 3,09, e fechou a US$ 109,01 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), o maior nível desde fevereiro de 2012. Na plataforma eletrônica ICE, em Londres, o contrato do Brent para o mesmo mês teve alta de 3,2%, ou US$ 3,63, para US$ 114,36.


As preocupações com a Síria dominaram as negociações das duas commodities desde segunda-feira, após o secretário de Estado americano, John Kerry, dizer que o uso de armas químicas no país é "indesculpável, um choque de moralidade" e que os EUA irão "decidir como responder ao ocorrido". Oficiais do governo americano disseram ontem que ataques com mísseis contra a Síria podem acontecer na quinta-feira, segundo noticiou a rede de televisão "CNBC".


No caso do ouro, os contratos futuros do metal fecharam no maior nível de mais de três meses, puxados pela busca de investidores por ativos considerados mais seguros. Além das preocupações com a Síria, pesou na decisão dos compradores o temor com o nível de endividamento do governo dos Estados Unidos. O Departamento do Tesouro do país informou que atingirá seu limite de dívida em meados de outubro, antes do esperado.


O contrato de ouro para dezembro subiu 2%, ou US$ 27,10, e fechou negociado a US$ 1.420,20 a onça-troy na Comex, divisão de metais da Nymex.


Já o minério de ferro ficou com preço estável no mercado à vista da China, negociado em US$ 138,7 a tonelada. Segundo operadores, o dia foi calmo, com menor volume de negócios.


A cotação da commodity mineral está se ajustando, após ter subido 29% em pouco menos de três meses com a demanda das siderúrgicas, principalmente chinesas. De US$ 110,40 a tonelada em maio, o valor passou a US$ 142,80 a tonelada na primeira quinzena deste mês. Desde então, o preço vem em leve queda gradual. Nas últimas nove sessões, acumulou baixa de 3%. Os valores são do minério 62% Fe, que é a especificação mais usada como referência no mercado.


Dados recentes de produção siderúrgica na China ainda mostram uma atividade forte, o que vem sustentando a cotação da matéria-prima do aço acima de US$ 130 por tonelada em agosto. O preço médio da commodity está em US$ 136,5 por tonelada no mês, acima da média de julho, de US$ 127,2 a tonelada. No entanto, analistas já começam a esperar uma leve redução da demanda até o fim do ano.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Portal Nacional - A pedido de Augusto, comissão debate, nesta quinta-feira, exploração de terras-raras

Portal Nacional - A pedido de Augusto, comissão debate, nesta quinta-feira, exploração de terras-raras | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

A Comissão de Meio Ambiente promoverá, nesta quinta-feira (29), audiência pública para debater os impactos ambientais da atividade de extração de terras-raras no país. A iniciativa, de autoria do deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), baseia-se na decisão do  governo brasileiro de retomar a exploração do mineral, apesar de ter abandonado a produção em 1990 por causa dos riscos ambientais.

 

“Este debate é de fundamental importância para que possamos avaliar os riscos que  essa atividade possa provocar ao país. É praticamente inevitável  a ocorrência de danos ambientais”, afirmou Augusto.

 

Para o deputado,  a audiência é importante porque acontece no momento em que o Congresso Nacional debate o Código de Mineração. “A retomada dessa exploração é temerária, sem que se tenha uma regulamentação adequada sobre a matéria. Fora a questão econômica, é  preciso que o assunto seja discutido com seriedade”, alertou o parlamentar.

 

Tecnologia

 

O termo terras-raras é empregado para designar um grupo de 17 elementos químicos da tabela periódica denominados lantanídeos (lantânio, cério, neodímio, európio, entre outros) muito utilizados na produção de discos rígidos, de telas de computadores, de tvs de led e de plasma, de modernos motores e geradores elétricos, de catalisadores para carros, de lâmpadas fluorescentes, de lasers e de muitos outros componentes eletrônicos de alta tecnologia.

 

Convidados

 

Foram convidados para participar do debate  representantes do Ministério do Meio Ambiente; da INB (Indústrias Nucleares do Brasil), do CTM (Centro de Tecnologia Mineral) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e da USP (Universidade de São Paulo).

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Mineradoras reclamam de taxas e prazos de autorizações no Código de Mineração - Câmara Notícias - Portal da Câmara dos Deputados

Mineradoras reclamam de taxas e prazos de autorizações no Código de Mineração - Câmara Notícias - Portal da Câmara dos Deputados | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Câmara Notícias
Rogerio P Assis's insight:

Empresas mineradoras reclamam das altas taxas e do prazo curto das autorizações previstas no projeto do Código de Mineração. A comissão especial que analisa a proposta (PL37/11,apensado ao 5807/13) promoveu audiência pública com representantes do setor produtivo nesta quarta-feira.

 

 

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais (Abirochas), Reinaldo Dantas Sampaio, sugeriu aperfeiçoamentos na proposta por acreditar que ela não cumpre com o objetivo de reduzir a burocracia, aumentar a competitividade e a segurança jurídica no setor de mineração.

 

 

Ele criticou especificamente o prazo das autorizações e a taxação excessiva. "Na medida em que uma empresa obtém dez anos de prazo, ela vai consumir entre dois a quatro anos entre pesquisa, teste com o mercado, soluções ambientais, projeto e financiamento de projeto”, afirma Reinaldo Sampaio.

 

 

“Qual instituição financeira vai financiar por 12 anos se a atividade econômica que garante aquele financiamento só tem garantia de mais seis anos? Tem também taxas demais”, destaca o presidente da Abirochas. “A criação do bônus de assinatura, bônus de descoberta, participação no resultado da lavra, além da Cefem [Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais ] e uma taxa de fiscalização significa um acréscimo a oneração da atividade produtiva."

 

 

Parecer em outubro:
As sugestões do mineradores estão contempladas nas emendas apresentadas ao projeto de Código de Mineração. O relator da proposta, deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), pretende apresentar seu parecer na segunda semana de outubro.

 

"Nós estamos analisando as 372 emendas, que foram divididas em tópicos”, explica Quintão. “Depois desse debate, vamos ter sugestões e, depois disso, vamos caminhar para o possível e, a comissão junta, unida, vai melhorar o projeto."

 

Audiências nos estados:
A comissão especial que analisa o Código de Mineração está promovendo audiências públicas em 16 estados. Também estão previstas visitas ao Departamento Nacional da Produção Mineral e ao Centro de Tecnologia Mineral.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Nova legislação americana para estimular transparência em países ricos em recursos minerais | PWYP

Nova legislação americana para estimular transparência em países ricos em recursos minerais | PWYP | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

Source: VOA Portuguese
Data: 4 Dec 2012

Promover a transparência nas nações ricas em recursos

Uma legislação norte americana para estimular a transparência das receitas e a responsabilidade nos países ricos em recursos naturais, como no caso do Gana, vai entrar em vigor em 2014.

A legislação exige que as empresas petrolíferas, de gás natural e de mineração que se encontrem cotadas na Bolsa de Valores dos Estados Unidos tem de divulgar os pagamentos feitos aos governos dos países onde operam.

 

A legislação vai permitir aos Ganenses, em especial às comunidades que sofrem custos ambientais em resultado da actividade daquelas indústrias, possam lutar pelos seus direitos.

 

A legislação abrange mais de um milhar de companhias internacionais e abrange a Anadarko, a Hess, a Kosmos e a Tullow Oil – que operam no Gana.

 

Os grupos de fiscalização sustentam que a transparência é essencial no Gana.

 

Boakye Dankwa Boadi é director de uma organização sem fins comerciais envolvida no meio ambiente, direitos humanos e práticas de mineração.

Boadi refere que algumas plantações de cacau foram destruídas numa região do Gana para dar lugar a actividades mineiras, afectando indivíduos que ainda não foram totalmente compensados.

 

“Quando pagaram as compensações, pagaram menos de dez dólares por cada cacaueiro. Aos preços correntes cada árvore pode valer cinco dólares anuais. Pagaram dez dólares por uma árvore que tem uma vida superior a 40 anos”.

 

Os apoiantes da transparência sustentam que a legislação vai permitir que as comunidades beneficiem mais da extracção de petróleo e de minerais já que os pagamentos feitos pelas empresas estrangeiras ao governo vão ser do domínio publico.

 

Ian Gary é responsável pela Oxfam aqui nos Estados Unidos.

“Quando as empresas assinam os contratos para as explorações pagam adiantamentos denominados bónus. Outro género de pagamento são os impostos da corporação, os direitos que pagam pelo projecto, impostos alfandegários, e até mesmo de despesas de infra-estrutura”.

 

O Gana possui um bom índice de transparência no que diz respeito a receitas de mineração e de petróleo. O Gana adoptou o ano passado legislação para assegurar a divulgação das receitas governamentais dos sectores de petróleo e de gás.

 

Mas Gary sustenta que a nova legislação americana vai possibilitar aos cidadãos, aos deputados e aos jornalistas assegurar que aquilo que as empresas dizem pagar é aquilo que o governo realmente recebe.

 

“Trata-se de uma medida para assegurar que os números que são divulgados são verdadeiros. No Gana ao nível local existe pouca informação sobre as verbas recebidas e sobre a utilização dessas verbas”.

 

Gary acrescenta existir necessidade de que os países europeus consumidores de petróleo aprovem legislação similar para promover a transparência nas nações ricas em recursos.

 

Presentemente a Inglaterra, a França e a Alemanha manifestaram algum apoio à regulamentação por parte da Comissão Europeia no sentido de acompanhar o princípio da nova legislação dos Estados Unidos.

by Joana Mantey

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Sharp cria estufa que permite cultivar morangos em qualquer lugar - BABOO

Sharp cria estufa que permite cultivar morangos em qualquer lugar - BABOO | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Nova tecnologia da empresa serve para cultivar morangos em qualquer lugar do planeta, em uma espécie de estufa selada hermeticamente.
Rogerio P Assis's insight:

A Sharp é conhecida por fabricar televisores, smartphones e diversas linhas de componentes e produtos eletrônicos. Mas diferente da sua área habitual de atuação, a empresa agora está investindo no ramo de frutas e vegetais. A nova tecnologia da empresa serve para cultivar morangos em qualquer lugar do planeta, em uma espécie de estufa selada hermeticamente.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

La banca local de Chile se abre con cautela a la financiación de proyectos fotovoltaicos

La banca local de Chile se abre con cautela a la financiación de proyectos fotovoltaicos | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Está leyendo la noticia: La banca local de Chile se abre con cautela a la financiación de proyectos fotovoltaicos
Rogerio P Assis's insight:

En Chile no faltan proyectos de energías renovables. Sólo en el sector solar hay 3.064MW de proyectos que ya cuentan con la pertinente aprobación ambiental y que, en teoría, estarían listos para salir a buscar financiación. Sin embargo, de los 24 bancos locales que operan en Chile, sólo 7 han participado en proyectos de ERNC y a fecha de hoy no hay ningún proyecto fotovoltaico financiado.

 

En este artículo para Energética XXI, Granada Hernández Pacheco, de PV Insider, entrevista a Rodrigo Violic, del Banco BICE, que nos explica el tipo de barreras que tienen que superar los promotores para conseguir la ansiada financiación.

 

 Publicada por Javier Monforte | 28 de junio de 2013

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Ouro deve ficar abaixo dos US$ 1 mil em 2014, diz Goldman Sachs

Ouro deve ficar abaixo dos US$ 1 mil em 2014, diz Goldman Sachs | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
O valor do ouro continua a cair à medida que a reserva federal americana reduz os estímulos e a economia dá sinais de melhora, de acordo com o Goldman Sachs Group, grupo financeiro multinacional, que diz que há risco de o valor barra cair abaixo de...
Rogerio P Assis's insight:

O valor do ouro continua a cair à medida que o banco centralamericano reduz os estímulos e a economia dá sinais de melhora, de acordo com o banco de investimentos Goldman Sachs, que diz que há risco de o valor barra cair abaixo de US$ 1 mil por onça-troy (31,104 gramas).

 

Embora as discussões do teto da dívida nos Estados Unidos e a crise na Síria possam dar suporte ao ouro no curto prazo, ele retornará a sua queda no ano que vem. Para o chefe de pesquisa de commodities, Jeffrey Currie, a meta dos bancos para 2014 é de um preço de US$ 1.050, e o ajuste pode passar para o lado negativo. O ouro nunca foi negociado nos mercados futuros abaixo de US$ 1 mil desde outubro de 2009.

 

O preço da barra de ouro caiu 22% este ano com alguns investidores perdendo as esperanças do metal como reserva de valor. A economia dos Estados Unidos melhorou e o dólar subiu. O Federal Reserve (Fed), banco central americano, vai reduzir  seu programa de compra de títulos no valor de US$ 85 bilhões por mês na semana que vem, de acordo com informações da Agência Bloomberg.

 

O chefe de pesquisa de commodities do Credit Suisse, Ric Deverell, levantou a possibilidade de negociação do ouro abaixo de US$ 1 mil em maio.  Ele ainda disse que o valor da barra ia ser esmagado pela variação da inflação. A previsão era para o prazo de cinco anos.

 

Currie disse que o que anima é ver que os dados econômicos estão melhorando nos Estados Unidos. O fato de moedas de mercados emergentes estarem enfraquecendo, em especial o rand sul africano, também vai ajudar a reduzir o custo de produção em dólares, concluiu;

 

O presidente do Fed, Ben Bernanke, disse, em julho, que o ouro tem caído este ano porque os investidores veem menos necessidade de seguro contra desastres. Uma das razões de os preços estarem mais baixos é o fato de as pessoas estarem menos preocupadas com resultados extremos, principalmente negativos, avalia Bernanke.

 

O governo federal americano precisa aumentar o limite da dívida ainda este ano para não comprometer as finanças públicas. O Goldman prevê que o teto será elevado até o final do próximo mês, de acordo com o relatório de 11 de setembro.

 

As informações são da Agência Bloomberg.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Etanol segue competitivo só em GO, MT, PR e SP

Etanol segue competitivo só em GO, MT, PR e SP | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

Os preços do etanol nos postos de combustíveis seguem competitivos em relação à gasolina apenas em Goiás, Mato Grosso, Paraná e São Paulo, mostram dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referentes à semana que termina em 13 de setembro, compilados pelo AE-Taxas. Nos demais 22 Estados brasileiros e no Distrito Federal, a gasolina está mais competitiva.


Segundo o levantamento, o preço do etanol em Goiás equivale a 64,91% do da gasolina. Em Mato Grosso, a relação está em 65,45%; no Paraná, em 66,43%; e em São Paulo, em 63,86%.


A gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima, onde o etanol custa o equivalente a 91,55% do preço da gasolina.


O preço médio da gasolina em São Paulo está em R$ 2,706 o litro. Na média da ANP, o preço do etanol no Estado ficou em R$ 1,728 o litro (Agência Estado, 13/9/13)

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Inflação represada - Míriam Leitão: O Globo

Inflação represada - Míriam Leitão: O Globo | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

Inflação represada

Os preços artificiais são a mais aguda fonte de distorção da economia brasileira. Alguns produtos e serviços estão acumulando uma defasagem perigosa, porque sempre chega a hora da correção. A distância entre a inflação dos preços livres e dos preços controlados pelo governo é enorme. Esses aumentos serão adiados indefinidamente?

 

Ninguém gosta de inflação, e eu sou da geração de jornalista de economia que adquiriu alergia a isso, por ver até que ponto se pode chegar quando os preços sobem fora de controle. Mas uma lição também se aprende quando se acompanha por décadas a luta de um país contra a superinflação: a de que a repressão dos preços que o governo administra é o pior caminho para manter a estabilidade da moeda. O controle tem resultado passageiro e deixa problemas permanentes, como esqueletos de contas que são estatizadas e cobertas por endividamento.

 

Nos últimos 12 meses, os itens administrados subiram apenas 1,26%, enquanto os livres subiram 7,64%, segundo levantamento feito pelo economista Luis Otávio Leal, do Banco ABC Brasil. Essa diferença, em torno de seis pontos percentuais, se mantém desde o início de 2012 e virou fonte de pressão inflacionária. O gráfico abaixo mostra a série histórica e percebe-se que não é possível conter esses preços indefinidamente. Há sempre a hora do acerto de contas.

 

A pressão maior vem da gasolina e do diesel, mas ela não é a única. A conta de luz caiu de forma artificial. A tarifa residencial e industrial caiu ao mesmo tempo em que o país passou a consumir uma energia mais cara, produzida pelas usinas termelétricas. O preço dos automóveis permaneceu em baixa pela prorrogação do IPI reduzido. A Petrobras já gastou R$ 8 bilhões este ano vendendo gasolina e diesel a um preço mais baixo do que importa. Ontem, a presidente sancionou lei que zera os impostos de PIS e Cofins para o transporte público municipal. O custo será de R$ 744 milhões este ano. A Cide, imposto que se cobrava da gasolina, foi também zerada para evitar o reajuste. E ele era uma forma de financiar a melhoria da infraestrutura de transporte.

 

Esse esqueleto inflacionário foi assunto tratado ontem pelo economista Mário Mesquita, do banco Brasil Plural, e ex-diretor do Banco Central, em artigo no "Valor Econômico". Mesquita explicou que esse represamento pode reduzir o IPCA no curto prazo, mas dificulta a tarefa do Banco Central de controlar as expectativas. Isso porque todos sabem que a conta chegará um dia. As projeções para a inflação nos próximos 12 meses estão em alta há 10 semanas e saíram de 5,65% para 6,13%, mesmo com o aumento da taxa Selic. Além da alta do dólar, os economistas precisam embutir na conta a possibilidade de que alguma dessas amarras seja solta. A que pode se soltar primeiro é que a prende o preço da gasolina e do diesel, porque os prejuízos para a Petrobras estão ficando insustentáveis.

 

O impacto fiscal das medidas é uma das razões para o não cumprimento do superávit primário este ano. O governo já admite que será difícil chegar a uma economia de 2,3% do PIB. A meta é 3,1% e já foi reduzida. Tudo fica pior porque o país não sabe qual o custo desses subsídios. Nem todos esses gastos são contabilizados no Orçamento ou explicitados de qualquer forma. Parte é financiada por emissão de dívida, que será paga por futuros governantes, como os aportes feitos na CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), que financia a redução da conta de energia. O risco é que tudo fique para ser resolvido em 2015.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Estratégia blindada

Estratégia blindada | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Duas grandes preocupações das empresas e dos investidores hoje são o baixo ritmo de crescimento da economia brasileira e a interferência do governo em alguns setores, com a imposição de mais regulações.
Rogerio P Assis's insight:

Duas grandes preocupações das empresas e dos investidores hoje são o baixo ritmo de crescimento da economia brasileira e a interferência do governo em alguns setores, com a imposição de mais regulações.

Mas há quem se considere protegido desses dois ventos contrários.

A gestora Pátria Investimentos tem a sua receita. Na área de private equity, os investimentos são feitos principalmente em segmentos ligados ao consumo popular, mais sensíveis ao emprego e à renda. Além de ser uma área da economia que ainda vai bem, está menos sujeita a “fortes regulações”.

 

Mas a gestora também investe em fundos dedicados exclusivamente a infraestrutura. O que fazer nesse caso? A estratégia é evitar concessões, não apenas pelo risco regulatório, mas também pelo retorno considerado baixo, e investir em projetos que tenham como clientes empresas privadas. Em um deles, uma operação logística de hidrovias, o cliente é a Vale.

Em tempo, Luiz Otavio Reis de Magalhães, sócio-fundador do Pátria, ressalta que os investidores de seus fundos veem o Brasil como um país que em que contratos são respeitados.

 

André Sales, também sócio da gestora, lembra que, em comparação com países que disputam capital com o Brasil, como China e Índia, nos destacamos positivamente do ponto de vista de segurança jurídica.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Blackstone paga US$ 200 milhões por 40% do Pátria | Vida Imobiliaria Brasil

Blackstone paga US$ 200 milhões por 40% do Pátria | Vida Imobiliaria Brasil | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Blackstone Group, uma firma independente de assessoria financeira e um dos maiores gestores de fundos de private equity do mundo, deve assinar hoje contrato de compra de 40% do capital da butique de assessoria financeira e gestão de recursos...
Rogerio P Assis's insight:

Blackstone Group, uma firma independente de assessoria financeira e um dos maiores gestores de fundos de private equity do mundo, deve assinar hoje contrato de compra de 40% do capital da butique de assessoria financeira e gestão de recursos brasileira Pátria Investimentos. Segundo o Valor apurou, o Pátria foi avaliado em cerca de US$ 500 milhões e o Blackstone pagará US$ 200 milhões na operação.

 

Assim, os sócios do Pátria - 16 ao todo - se mantêm com 60% do capital da butique. Além disso, o Blackstone trará dinheiro para aportar nos fundos de private equity da casa. Há quatro sócios principais, sendo que os dois maiores, detentores do controle, são Olímpio Matarazzo Neto e Alexandre Saigh.

 

Os outros dois sócios com participação mais relevante são Luiz Otavio Reis de Magalhães e Otavio Castello Branco. Ontem os últimos detalhes eram acertados e o fechamento da transação estava previsto para hoje, com a chegada ao país do executivo-chefe do Blackstone, Stephen Schwarzman.

 

O pagamento dos US$ 200 milhões será à vista e não estaria condicionado à performance futura, segundo pessoas a par das conversas. Parte desse valor será paga em dinheiro, que terá que ser investido durante determinado período em fundos geridos pelo Pátria. Há um cronograma para que, aos poucos, esses recursos sejam liberados aos sócios. A outra fatia será paga em "units" (recibos de ações) do Blackstone.

 

Durante alguns anos os sócios do Pátria ficarão impedidos de negociar essas ações. Os dois mecanismos - carência para as ações e para o dinheiro depositado no fundos - visam reter os sócios. O Blackstone concordou com a fatia minoritária de 40% porque entendeu ser fundamental manter os sócios comprometidos com o negócio. Segundo o Valor apurou, o acordo não contempla cláusulas para que o Blackstone assuma o controle no futuro, mas esse seria o caminho natural caso a associação seja bem sucedida.

 

Após um determinado período, as duas partes ficam liberadas para negociar suas ações e o Blackstone tem exclusividade para comprar as participações dos sócios brasileiros do Pátria e vice-versa. O Blackstone e o Pátria têm perfis bastante parecidos e atuam nas mesmas áreas de negócios.

 

O Blackstone foi fundado em 1985 com a ideia de ser uma firma independente de bancos. Em 1997 foi lançado seu primeiro fundo de private equity e até hoje a empresa já captou US$ 44 bilhões nesse tipo de fundo - em junho o saldo era de US$ 25 bilhões. A área de assessoria financeira foi criada em 1991.

 

A empresa fez a sua abertura de capital em 2007, no auge do mercado financeiro pré-crise, num total de US$ 7,6 bilhões. É a segunda vez que os fundadores do Pátria montam um negócio financeiro do zero e vendem (ao menos parte) a um grande grupo americano.

 

Em 1999 venderam ao Chase Manhattan o antigo Banco Patrimônio, criado por eles nos anos 80. Daquele primeiro negócio fazia parte também o hoje empresário Jair Ribeiro. Depois de passar alguns anos como executivos do Chase, os sócios se desligaram do banco americano e parte deles resolveu fundar o Pátria.

 

Desde 2004 o Blackstone mantém acordo operacional com o Pátria, mas nenhum negócio havia sido feito em parceria. Tudo indica que agora o apetite é para valer. Fonte: Valor

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Milhares de crianças nas minas de ouro da Tanzânia

Milhares de crianças nas minas de ouro da Tanzânia | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
A Human Rights Watch apela ao governo da Tanzânia para travar o trabalho infantil nas minas de pequena escala.
Rogerio P Assis's insight:

Milhares de crianças estão a trabalhar em minas de ouro na Tanzânia, ameaçando a sua vida, revela um relatório da 'Human Rights Watch.'

 

Segundo a organização, crianças de oito anos chegam a perfurar jazidas, trabalhar 24 horas por dia e transportar pesadas cargas de ouro, além de estarem expostas ao mercúrio, que causa graves prejuízos à saúde. 

 

"Crianças tanzanianas são atraídas para as minas de ouro na esperança de uma vida melhor, mas acabam presas num ciclo de perigo e desespero sem fim", diz Janine Morna da Human Rights Watch. 

 

De acordo com a organização, que visitou 11 minas nas regiões de Geita, Shinyanga e Mbeya, muitas crianças que trabalham nas minas são órfãs e desprotegidas, sendo que as meninas são alvo de exploração sexual, arriscando-se a contrair doenças como o HIV.

 

A Human Rights Watch sublinha que o fim da exploração infantil está consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos e que o trabalho nas minas é apontado como um dos mais perigosos pelos acordos internacionais, também assinados pela Tanzânia.

 

"A Tanzânia possui leis firmes que proíbem o trabalho infantil na mineração, mas o governo pouco fez para aplicá-las. Os inspetores precisam de visitar regularmente  as minas e garantir que os empregadores sejam punidos pelo trabalho infantil", acrescenta.

 

A Human Rights Watch apela, além do governo da Tanzânia, ao Banco Mundial e aos países doadores para contribuírem para o fim do trabalho infantil nas minas de ouro.



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/milhares-de-criancas-nas-minas-de-ouro-da-tanzania=f827806#ixzz2dPi25u4M

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Maggi faz paralelo à baixa OGX e questiona ANP sobre real abundância da camada Pré-sal

Maggi faz paralelo à baixa OGX e questiona ANP sobre real abundância da camada Pré-sal | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

Durante audiência publica na Comissão de Infraestrutura (CI), nesta quarta-feira (28.08) sobre a primeira rodada de concessões da camada Pré-sal, a diretora da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Magda Maria de Regina Chambriard, foi questionada pelo senador Blairo Maggi a respeito do desempenho desfavorável da petrolífera OGX, cuja queda das ações alcançou 85% esse mês.

 

A expectativa de extração anunciado pela petrolífera era de 20 mil barris de petróleo por dia nos poços Tubarão Azul e Tubarão Martelo. Mas, na realidade, a capacidade daqueles poços era de 5 mil barris/dia.

 

“O que aconteceu? Ficaram dúvidas no mercado. A estimativa se for mal feita, foi chancelada pela ANP”, advertiu o senador ao traçar um paralelo com as altas expectativas para exploração do Pré-sal.

 

Chambriard explicou que para cada seis poços pioneiros que foram furados, por exemplo, na Bacia de Campos, foi feita apenas uma ‘descoberta comercial’ e, é por isso que as empresas de petróleo trabalham em parceria, principalmente na fase de exploração.

 

“A minha chance de sucesso (na exploração de um novo poço) é de 15%. Exploração é mais ou menos uma estatística e é por isso que as empresas precisam ter um portfólio grande. Porque se eu trabalhar um ou dois blocos a chance de dar errado é muito grande. Se você tiver 100 blocos é outra coisa”, explicou.

 

A respeito da camada Pré-sal, a diretora disse que, no caso do Campo de Libra - que será licitada em 21 de outubro próximo-, as expectativas da Agência foram superadas. “Libra é muito grande e muito bom”, assegurou.

Mas, reconheceu a necessidade de aproximar a ANP da Comissão dos Valores Mobiliários (CVM) para aperfeiçoar a supervisão de petrolíferas.

 

Para ela, seria uma forma de dar mais transparência ao mercado de ações.

"Já estou começando a considerar que talvez a ANP tenha que se aproximar mais da CVM. Porque no âmbito da ANP o processo está correto. No âmbito da CVM, também está correto. Mas, talvez haja um ganho para a sociedade na aproximação desses dois órgãos", disse Magda.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Projeto isenta atividades de pesquisa e extração de calcário em MS

Projeto isenta atividades de pesquisa e extração de calcário em MS | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Microempreendedor e microempresa não precisam pagar taxas.
Proposta quer aumentar produtividade e qualidade no segmento.
Rogerio P Assis's insight:

Deputados de Mato Grosso do Sulaprovaram, nesta quarta-feira (28), em primeira votação, o projeto de lei que isenta as atividades de pesquisa e extração de calcário da Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisam Lavra, Extração, Transporte e de Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM).

 

A matéria, de autoria do Poder Executivo, também isenta o microempreendedor individual, a microempresa e a pessoa que exerça, exclusivamente, atividades de aproveitamento do calcário do Cadastro Estadual de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa (CERM).

 

A isenção da TFRM tem como objetivo beneficiar o calcário, que tem como finalidade a incorporação ao solo para a correção de acidez e, por consequência, aumentar a produtividade e qualidade neste segmento.

A situação é semelhante ao que ocorre com a atividade agropecuária, que isenta do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) às atividades internas do setor.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

ANP avalia se aproximar da CVM para supervisionar petroleiras | Manchetes | Reuters

Por Maria Carolina Marcello

BRASÍLIA, 28 Ago

(Reuters).

Rogerio P Assis's insight:

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) está avaliando se aproximar mais da Comissão dos Valores Mobiliários (CVM) para agilizar o processo de supervisão das empresas de petróleo, disse nesta quarta-feira a diretora-geral da autarquia, Magda Chambriard, em uma audiência no Senado, em Brasília.

 

O comentário foi feito em resposta a perguntas de senadores sobre previsões de produção de petróleo realizadas pela OGX, de Eike Batista, que não se confirmaram, um dos motivos da crise de confiança em relação à petroleira que derrubou as ações da empresa este ano.

 

"Estou já começando a considerar que talvez a ANP tenha que se aproximar mais da CVM. Porque no âmbito da ANP o processo está correto. No âmbito da CVM, também está correto. Mas talvez haja um ganho para a sociedade na aproximação desses dois órgãos", disse Magda.

 

Ela disse ainda, durante a audiência, que o mercado brasileiro precisa entender que a exploração de petróleo tem riscos e que ele terá que aprender a trabalhar com essa situação, considerando as companhias abertas relativamente novas no setor no país.

 

Posteriormente, questionada por jornalistas de que forma poderia ser feita a aproximação com a CVM, ela afirmou que há espaço para aperfeiçoar a supervisão.

 

"Isso faz com que a Agência Nacional do Petróleo, trabalhando nesse tipo de projeto, esteja fazendo corretamente a sua parte, a CVM também está fazendo corretamente a parte dela. Mas a interseção dos dois trabalhos provavelmente deixou aí algum 'gap', algum vazio que precisa ser preenchido."

 

Questionada diretamente se a ANP sabia que as previsões da OGX não estavam corretas, ela afirmou que a agência trabalha com os dados disponíveis. "Num primeiro momento, os poços trabalharam muito bem. E eles foram declinando a produção", afirmou, referindo-se a Tubarão Azul, na Bacia de Campos.

 

Após redução significativa da extração de petróleo no campo de Tubarão Azul nos primeiros meses do ano, a OGX informou ao mercado que deixaria de investir no aumento de produção da área, pedindo autorização da agência para reduzir o ritmo exploratório.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - GOVERNO FEDERAL

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - GOVERNO FEDERAL | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

O Secretario de Geologia Mineração e Transformação Mineral, Carlos Nogueira, explicou durante o Encontro Regional da Comissão Especial da Câmara dos Deputados para debater novo Marco Regulatório da Mineração, em Goiânia (GO), que “o novo Marco da Mineração trará maior dinamismo à atividade de exploração mineral no País, estimulará a concorrência e elevará a oferta de áreas”. Nogueira salientou ainda que a criação da Agência Nacional de Mineração (ANM) proporcionará mais agilidade às questões do setor e um acompanhamento mais eficiente de suas atividades.

O estado de Goiás tem produção mineral diversificada e se destaca como o principal produtor de níquel e cobalto e segundo maior produtor de nióbio e de ouro primário do País. 

As Audiências Públicas fazem parte de uma série de reuniões que ocorrerão nos próximos meses na Câmara Federal, em Brasília, e em Comissões Especiais em outros estados, com o objetivo de oferecer e de discutir as alterações que estão sendo propostas na nova legislação que conduzirá o setor mineral.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destina-se a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 37, de 2011, do deputado Welinton Prado (PT-MG), que determina, entre outros pontos, que a pesquisa e a lavra de minérios somente ocorram em regime de concessão, precedidas de licitação. A proposta tem como meta criar condições para que a pesquisa, a exploração e a comercialização de bens minerais sejam atividades mais eficientes, rentáveis e competitivas, além de assegurarem retorno maior à sociedade. 



Assessoria de Comunicação Social
Ministério de Minas e Energia
(61) 2032-5620/5588
ascom@mme.gov.br
www.mme.gov.br
Twitter: @Minas_Energia

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Folha de S.Paulo - Colunistas - Vaivém - Preço de minério ficará instável por mais três anos, diz consultoria - 21/08/2013

Folha de S.Paulo - Colunistas - Vaivém - Preço de minério ficará instável por mais três anos, diz consultoria - 21/08/2013 | ASSIS - COMMODITIES | Scoop.it
O setor de mineração caminha para um equilíbrio entre oferta e demanda. Até lá, no entanto, o mercado passará por um período de intensa volatilidade, de altos e baixos constantes nos preços.
more...
No comment yet.