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FIP da XP com ativos de energia chega à bolsa

Joomla! - O sistema dinâmico de portais e gerenciador de conteúdo
Rogerio P Assis's insight:
FIP da XP com ativos de energia chega à bolsaEnergias alternativasTER, 23 DE JULHO DE 2013 07:07

A equipe de mercado de capitais da XP Investimentos toca o sino de abertura do pregão de hoje da bolsa para marcar o início das negociações do que definem como o primeiro fundo de investimentos em participações em infraestrutura voltado para a renda. O FIP IE XP Omega 1 tem uma diferença em relação a outros fundos da mesma classe. Em vez de aplicar recursos em projetos, investe em ativos já performados, ou seja, com receitas previsíveis, e sem riscos de execução, que podem ser ambientais, de construção ou comercialização.

"Acreditamos que esse modelo de fundo terá grande apelo entre o investidor de varejo. Ele terá a oportunidade de ter uma fração de um ativo de infraestrutura, o que, na pessoa física, seria muito caro", diz Paulo Gouvea, diretor de mercado de capitais da XP.

O fundo passou a ser sócio da Omega Energia Renovável na Asteri Energia, uma holding que detém 100% do parque eólico Gargaú e 51% da Pequena Central Elétrica (PCH) Pipoca - os dois ativos estão operacionais desde o fim de 2010. A Asteri não precisa de recursos, porém interessava à Omega vender parte de sua participação para financiar novos investimentos em projetos "greenfield".

A Omega tem entre seus principais sócios as gestoras Tarpon Investimentos e a Warburg Pincus. Pelo desenho do negócio, a Omega ficará com 100% das ações ordinárias da Asteri, ou 66% do capital total. O fundo da XP terá 100% das ações preferenciais recém emitidas da holding, ou 34% do capital. A compra das ações está à espera da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Essas preferenciais terão os moldes das "preferred shares" americanas. Terão prioridade no recebimento dos dividendos, que serão fixos e cumulativos até outubro de 2032.

"São ações preferenciais do tipo sênior, que proporcionam um dividendo fixo, dão direito a voto em questões relevantes, como qualquer uma que impacte esse dividendo, e também garantem vaga no conselho da empresa", diz Bruno Constantino, sócio da XP. A própria XP fará parte do conselho. O executivo vê um grande espaço para esse tipo de produto no Brasil que, além de energia, pode ser utilizado para os setores de logística, irrigação e saneamento básico.

O fundo levantou R$ 110,2 milhões - a captação foi fechada em 19 de junho passado, no meio de uma semana turbulenta para os mercados globais, em particular o brasileiro. Para concluir a operação, a correção dos proventos que serão distribuídos semestralmente, inicialmente programada para IPCA mais 6,5% ao ano, foi elevada em um ponto, para 7,5%. O cenário mais adverso e de maior volatilidade no mercado também levou à diminuição da taxa de gestão e consultoria do fundo, o que representará mais 0,20% ao ano de rendimento líquido ao cotista.

A XP ofertou o fundo apenas entre seus clientes, mas diante da novidade do produto fez reuniões com outros investidores para apresentá-lo, já pensando em novos fundos com as mesmas características. O Omega I obedece às regras dos FIP IE e foi, em sua emissão primária, direcionado apenas a investidores qualificados (com pelo menos R$ 300 mil em aplicações financeiras), que pagaram o mínimo de R$ 100 mil. As cotas chegam à bolsa negociadas a R$ 100.

Na avaliação da XP, futuramente, esse fundo poderá deixar de ser enquadrado nessa regra para investidores qualificados por conta de suas características de governança, fluxo de caixa previsível, proteção contra inflação. Como é característica dos FIP IE, o Omega 1 conta com isenção fiscal, tanto no rendimento quanto no ganho de capital na venda de cotas. Além disso, o fundo estará na bolsa e, acredita a equipe da XP, terá liquidez por contar com ativos geradores de receitas, diferentemente de outros no mercado ainda atrelados a projetos. Na bolsa, há apenas seis FIPs listados atualmente.

Fonte: Valor Econômico/ Ana Paula Ragazzi | Do Rio

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GasNet

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GasNet - Custo de operação da térmica de Uruguaiana pode ultrapassar R$ 600/MWh
Rogerio P Assis's insight:

Em um passado não muito distante ...

Melhor importar gas da argentina do que investir em solar para equilibrar nivel de reservatorios ... ?

 

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Smoke, Mirrors, and the Japanese PV Market

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What is going on with Japanese solar?
The media has been schizophrenic on this question.
GTM just posted a story about how the country was blowing away earlier installation forecasts.
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Jornal da Energia

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Rogerio P Assis's insight:

O Estado de Pernambuco finalizou a modelagem para realização do seu primeiro leilão solar, que deverá ser promovido ainda em 2013.

 

O certame disponibilizará 180MW, que serão divididos em lotes de 60MW por três anos consecutivos até 2016, ofertados ao mercado livre de energia, por meio das diretrizes do programa Pernambuco Sustentável.

 

O programa reverte às empresas a diferença que é paga a mais pela energia solar em ICMS, na venda de seus produtos. 


Poderão participar do leilão como ofertantes os empreendimentos novos ou preexistentes, com capacidade de geração maior que 1 MW médio, nas tecnologias fotovoltaica ou termossolar concentrada, localizados em Pernambuco.

 

O edital de compra e venda de energia para o certame será disponibilizado até o final do mês de setembro.

 

“Queremos fazer algo relevante, que marque o início da geração de energia solar no País. Já temos a manifestação de interesse das indústrias em adquirir 300 GWh por ano em energia solar produzida no âmbito do programa.

 

Desse modo, viabilizaremos três leilões anuais consecutivos de 60 MW instalados, o que representa cerca de 12 vezes o mercado atual. As indústrias de equipamentos solares poderão se instalar no Estado com a produção de dois ou três anos já negociada”, explicou o secretário-executivo de Energia de Pernambuco, Eduardo Azevedo.

 

Para a estruturação do leilão, foi realizada previamente uma pesquisa com as maiores indústrias do Estado, solicitando a demanda de energia que elas precisariam, ou que gostariam, de comprar no mercado.

 

“Sabemos que, num primeiro momento, a energia solar é mais cara do que outras fontes. E para isso entra o programa PE Sustentável que vai conceder um crédito presumido de ICMS para o comprador, para que ele utilize no momento em que pagar pelo imposto do produto”, explicou o executivo.

 

No caso, se a empresa compra energia solar produzida em Pernambuco por meio do leilão, ela irá receber em crédito presumido a diferença entre o valor pago pela energia solar e o da que ela comprava antes pelo período de 10 anos, mesmo tempo que deverão durar os contratos no ambiente livre.

 

A diferença será paga pelo Estado, indiferentemente do preço, na hora da venda do produto. A regra também é válida para os geradores quanto aos custos do transporte de energia (TUST e TUSD), desde que comprovem o conteúdo local exigido.

 

“Com isso nós garantimos que as empresas pernambucanas tenham o consumo da energia solar, bem como a vinda dos empreendedores para instalação de suas usinas no Estado - criando a demanda – e a entrada dos fabricantes, fechando o ciclo desta nova indústria no País,” apontou Azevedo.

 

O Estado já enxerga que os preços para o desenvolvimento da infraestrutura de instalação da fonte começam a ser competitivos e, por isso, pretende dar o mesmo desenvolvimento que a indústria eólica teve há três anos na região, e que hoje contempla toda a cadeia de equipamentos da fonte.

 

“Estamos negociando com integradores de painéis fotovoltaicos e fabricantes de equipamentos para usinas termossolares; uma empresa de vidro para a indústria solar e outra de empresa de inversores. Pelo menos três delas deverão assinar protocolos de intenções para a instalação de unidades industriais no Estado, após a realização do primeiro leilão do PE Sustentável deste ano”, detalhou o secretário.

 

Segundo ele, a razão para o leilão é a de criar uma demanda, uma vez que, quando se inicia uma conversa com os investidores do setor solar para instalação no País, a declaração é sempre a mesma: de que não há como mobilizar capital para uma indústria se não há uma demanda para isso.

A melhor faixa para instalação das usinas, segundo estudo da secretaria, é a partir do Agreste pernambucano, tanto pelo potencial solar quanto em termos de radiação - direta e difusa. Além disso, os terrenos para implantação são mais baratos do que em outras regiões do Estado, influenciando no capex da operação.

 

A elaboração do modelo para o certame é fruto de uma ação conjunta das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Energia, Fazenda e do Meio Ambiente.

 

 

Comentários:

O Jornal da Energia não se responsabiliza pelas opiniões abaixo expressadas por seus leitores.

 

Jocelino Azevedo disse em 18/09/2013:
"Excelente iniciativa do estado de Pernambuco. A criação de uma demanda por este tipo de energia (ainda cara) certamente irá atrair investimentos no setor, a exemplo da industria de paineis fotovoltaicos que deverá se instalar na Paraíba nos próximos meses (Brasil Solair). A dúvida é se estes leilões irão beneficiar também a microgeração ou apenas usinas solares. A microgeração atualmente tem o benefício da REN 482/2012 que regulamenta o net metering, mas ainda não é suficiente para atrair investimentos em energia distribuída, o que poderia ser bastante benéfico para consumidores e distribuidoras de energia." 

luisalbertocarneiro@gmail.com disse em 19/09/2013:
"Quero parabenizar o Governo de Pernambuco pela notícia da publicação em breve do leilão solar.
A conjunção da visão social (com a geração de novos empregos antes inexistentes), com a preocupação com a infra-estrutura ecologicamente correta, coloca o Estado na condição de pioneiro na atração competente do investimento privado. Essa é uma forma inteligente para fomentar um novo mercado e ajudar no desenvolvimento do país. 
Os níveis dos reservatórios do nordeste estão baixos e ninguém pode prever como será o próximo verão. Sabemos, agora, que, em dois anos, Pernambuco terá a oferta da energia solar (apesar de pequena, ainda), bem mais barata que a gerada a óleo e a gás (mais caras e poluentes). Que o Governo Federal se espelhe nessa iniciativa. Se houver previsão de demanda ano a ano, o preço da energia solar ficará melhor." 

Marcelo José Omena Lins Maximo disse em 23/09/2013:
"Sem dúvida, mais uma vez, o Estado de Pernambuco procura dar o exemplo de pioneirismo na busca de soluções tecnológicas e de desenvolvimento sustentável; envolvendo um componente importantíssimo da nossa matriz energética que á geração solar. Esperamos, entretanto, que essa iniciativa sirva para acordar os outros Estados da Região Nordeste, tais como: Piauí, Ceará, Maranhão, etc, sem contar, evidentemente, o Governo Federal. " 

Rodrigo Arruda,MSc disse em 28/09/2013:
"Sem dúvida, a inciciativa mais certeira que o Gov. Estado PE promoverá. Energia solar, sera em medio prazo a mais competitive e complementar em todos os continents. Parabéns ! Vamos participar com 2,0 MW.
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How Does a Solar Cell Work?

The electronics of the solar cell is presented including the PN junction diode. The electrical model of the solar cell is presented along with the solar cell...
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How Photovoltaic Solar Cells Work

Check out a one-minute animated video that shows how a solar cell converts sunlight into electricity.
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Jornal da Energia

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Rogerio P Assis's insight:

RETORNO COM PRAZOS SUPERIORES A 6 ANOS  . . . 

Investidores podem ser afungentados . . .

 

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) revelou que a expectativa de preço para a energia solar fotovoltaica caiu de R$350/MWh para R$160 por MWh para 2018. Essa queda acentuada de preços se deu em apenas um ano.

 

Segundo o Diretor de Estudos da Energia Elétrica da EPE, José Carlos Miranda, no ano passado a entidade havia recebido orçamentos na ordem de R$350/MWh, e que esse número já caiu para R$160/MWh.

 

A revelação é um bom sinal, pois o próximo leilão A-5, previsto para dezembro, prevê a entrega de energia em 2018, o que abre um horizonte um pouco mais favorável para os investidores.

 

Miranda participou nesta sexta-feira (04/10) da Conferência Brazil Energy Frontiers, evento promovido pelo Instituto Acende Brasil, em São Paulo. 

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China oferece incentivos fiscais para energia solar - china radio international

China oferece incentivos fiscais para energia solar - china radio international | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

O Ministério das Finanças anunciou neste domingo que oferecerá incentivos fiscais para manufatureiros de produtos de energia solar, a fim de encorajar o uso dessa energia verde.


De 1º de outubro de 2013 a 31 de dezembro de 2015, vendedores de produtos de eletricidade que produzem propriamente com energia solar receberão reembolso imediato de 50% no imposto de valor agregado, disse o ministério em uma nota.

 

A medida foi lançada pois a China tenta dissolver a excessiva oferta de produtos fotovoltaicos no mercado doméstico depois que demandas dos principais destinos de exportação, a União Europeia e os Estados Unidos, diminuíram devido a disputas comerciais.

 

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, o principal órgão de planejamento econômico da China, decidiu em 30 de agosto oferecer um subsídio de 0,42 yuan (US$ 7 centavos) por quilowatts-hora a estações distribuídas de energia solar.

 

Apesar do apoio das políticas, a inchada indústria fotovoltaica chinesa ainda enfrenta um futuro amargo, segundo dados da Associação de Energia Renovável da China.

 

Mesmo se o mercado doméstico expandir, a ocupação excessiva da produção chinesa não pode ser dissolvida totalmente e alguns fabricantes devem ser eliminados, apontaram analistas, que previram que a indústria terá eliminações drásticas e integrações aceleradas nos próximos meses.

 

por Agência Xinhua

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Informe Anual 2013 “Hacia nuevos modelos de desarrollo para la energía solar fotovoltaica” | UNEF

Informe Anual 2013 “Hacia nuevos modelos de desarrollo para la energía solar fotovoltaica” | UNEF | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
La retribución a la fotovoltaica se reducirá en más de 5.800 millones de euros entre 2010 y 2020 El “peaje de respaldo” o impuesto al sol contrasta con las políticas europeas que fomentan el autoconsumo y la generación distribuida La fotovoltaica...
Rogerio P Assis's insight:

Madrid, 26 de septiembre de 2013. 

 

La Unión Española Fotovoltaica (UNEF) ha presentado hoy su informe anual “Hacia nuevos modelos de desarrollo para la energía solar fotovoltaica”,en el que analiza la situación del sector, el impacto de las medidas aprobadas hasta el momento y la presencia actual y oportunidades de la industria fotovoltaica española en el exterior.

 

La fotovoltaica en España

El parque fotovoltaico español conectado a la red, con más de 4.500 MW instalados y más de 60.000 instalaciones, representa un 4% de la potencia total instalada en España. Las instalaciones conectadas antes de 2009 representan el 74% del parque fotovoltaico.

En cuanto al volumen de fotovoltaica aislada, se calcula que hay alrededor de 24,6 MW. De acuerdo con estos datos, en España habría 97,8 Wp fotovoltaicos por habitante, lo que nos situaría en el octavo puesto de la UE, por detrás de Alemania, Italia, Bélgica, la República Checa, Grecia, Bulgaria y Eslovenia.

 

Eficiencia y reducción de costes

Por su parte, la retribución fotovoltaica se ha mantenido estable por las limitaciones horarias. Durante 2012 la producción eléctrica fotovoltaica obtuvo una retribución total de 3.009 millones de euros, de los que 2.615 corresponden a la prima.

Además durante el pasado ejercicio se instalaron los primeros sistemas fotovoltaicos de autoconsumo instantáneo y, casi a la par, se han presentado un importante número de proyectos de grandes instalaciones, más de 30.000 MW, que aspiran a vender su energía al Mercado Eléctrico. En ambos casos se trata de modelos de desarrollo al margen del régimen de primas que no solicitan ningún tipo de subvención para su desarrollo.

 

En cuanto al déficit de tarifa, de cuya principal responsabilidad se está acusando, y castigando, a las energías renovables y en especial a la fotovoltaica, merece la pena destacar que, de los 1469 millones de euros de desvío del déficit de 2012, tan solo 1 corresponde a la fotovoltaica. 

 

Según UNEF, a consecuencia de las medidas restrictivas y con carácter retroactivo para la energía fotovoltaica impuestas por el Gobierno en la sucesivas regulaciones, en el caso de que no se revierta la situación, entre 2010 y 2020 la fotovoltaica verá mermada su retribución en más de 5.800 millones de euros, aproximadamente un 20% de los ingresos totales del sector durante este periodo.

 

Por su parte, la patronal fotovoltaica afirma que el “peaje de respaldo” acaba de raíz con la posibilidad de que el consumidor produzca su propia electricidad a un precio más económico que el del suministro convencional y paraliza la entrada de nueva competencia en el mercado eléctrico. Esta medida, contrasta con las políticas europeas que han ido disminuyendo el pago de una prima por la generación eléctrica fotovoltaica (Feed-in Tariff) para sustituirse por políticas que fomentan el autoconsumo y la generación distribuida. 

 

Cercenando las posibilidades del autoconsumo, se está yendo además en contra del desarrollo tecnológico del país, desaprovechando el I+D generado y sus posibilidades futuras. La tecnología fotovoltaica permite ya la integración masiva del autoconsumo en los sistemas eléctricos y cuenta con la mayor curva de aprendizaje de todas las energías renovables. Se trata de una tecnología madura y competitiva, que ha bajado sus costes casi un 80% en los últimos años.

 

Impacto económico y medioambiental

Desde el punto de vista medioambiental, los 8.156 GWh producidos por el sector fotovoltaico han supuesto un ahorro de 1.973.752 toneladas de CO2, equivalente a la emisión de 67.000 coches funcionando durante un año en España. El ahorro producido al evitar la compra de bonos de carbono asciende a más de 14,4 millones de euros, de acuerdo con el precio medio del CO2 en 2012.

Durante 2012 se importaron 10.653 millones de euros de gas. Esa factura podría haber sido 576 millones de euros más alta de no ser por la energía fotovoltaica.

 

Pérdida de empleo y de tejido industrial

Los datos analizados muestran que la moratoria ha impactado de lleno sobre la estructura sociolaboral del sector fotovoltaico en España y que, sumada a la competencia internacional, está desmantelando una industria que se encontraba entre las líderes mundiales hace apenas tres años.

 

Mientras que en 2011 el sector superaba los 12.000 puestos, a mediados de 2013 ese volumen se ha reducido en unos 4.500 empleos, de modo que ahora el sector ronda los 7.500 empleos, la gran mayoría en labores de operación y mantenimiento y en dar soporte a las actividades en el extranjero.

 

Hasta hace dos años había más de 50 empresas con fábricas en España de silicio de grado solar, obleas, células, módulos, inversores y seguidores, de modo que se cubrían todos los eslabones de la cadena de valor de la tecnología. En la actualidad, un 90% de los fabricantes de módulos y de sus componentes ha cerrado, está en concurso de acreedores o en procesos de ajuste laboral.

 

Como resultado, se han perdido actividades enteras, como la fabricación de paneles de capa delgada –operaban tres fábricas con tres tecnologías distintas– o la fabricación de obleas. Únicamente las actividades centradas en la fabricación de inversores y equipos de electrónica de potencia se mantienen, con su actividad enfocada al extranjero.

 

I+D+i en fotovoltaica

Estas cifras contrastan con la actividad de Investigación y Desarrollo de la fotovoltaica en España, donde capta el mayor volumen de inversión de todas las renovables.

 

La energía solar, con el 43,6%, es la tecnología con más patentes españolas, seguida de cerca por la energía eólica. España es el quinto país del mundo con más patentes en energías renovables, por detrás de EE UU, Japón, Alemania y Reino Unido.

 

Distribución de la fotovoltaica en España

En el reparto geográfico por comunidades autónomas, en cuanto a la potencia total acumulada a cierre de 2012, destacan las regiones más soleadas y con más territorio, con crecimientos mucho menores que en el ejercicio anterior: Castilla-La Mancha (905 MW), seguida por Andalucía (838 MW) y Extremadura, cuya potencia instalada bajó radicalmente este año (540 MW). Llama la atención la gran presencia de la tecnología fotovoltaica en Murcia que, con un territorio más pequeño, ocupa la quinta posición. Cantabria y Asturias y Ceuta y Melilla se mantienen a la zaga del ranking.

 

Mercado Internacional

La reducción de costes de las placas y componentes fotovoltaicos está acelerando el salto de la fotovoltaica como una tecnología global. Con una tasa anual de crecimiento en torno al 60%, la tecnología fotovoltaica llegó a cubrir al cierre de 2012 el 0,5% de la demanda global, según datos de la Agencia Internacional de la Energía. A finales de 2012 superó los 100.000 MW acumulados (70.000 MW en la UE).

 

La inversión global en tecnología fotovoltaica durante 2012 fue la mayor de todas las renovables, alcanzando los 140.000 millones de dólares, 10% menos que en 2011.

 

La tendencia a la estabilidad en Europa y el crecimiento en otros mercados, indican un período de reequilibrio de la demanda global. El cambio en el reparto geográfico viene acompañado del alcance de la paridad de red y la posibilidad de competir en aplicaciones de autoconsumo en numerosos mercados.

 

Ya hay 12 países con más de 1.000 MW instalados –se han triplicado en cinco años–, sobre los que destaca Alemania, primer mercado del mundo, con más de 32.000 MW conectados. Le sigue Italia, con 16.000 MW y China –con 7.000 MW acumulados.

 

Se espera que en los próximos años la demanda se desplace hacia los mercados asiáticos. China -con planes para instalar 35.000 MW hasta 2015–, en 2013 podría ser el primer país en instalar más de 10.000 MW en un solo ejercicio.  Japón podría instalar unos 7.000 MW. India, que aspira a instalar 20.000 MW hasta 2022, tiene más de 1.000 MW en desarrollo.

 

Al otro lado del Atlántico, EE UU experimentó un crecimiento del 75%, instalando alrededor de 3.200 MW, y se espera que este 2013 crezca un 30%. En América Latina, despunta Chile, si bien su peso todavía no es relevante.

 

Expansión internacional

El hundimiento del mercado en 2009 propició que aproximadamente la mitad de las empresas del sector fotovoltaico saliera al extranjero. Como resultado, hasta la actualidad se han desarrollado proyectos en más de 80 países de los cinco continentes.

 

Las actividades en las que se ha enfocado el sector han sido la promoción y construcción de plantas solares para terceros, por delante de la explotación y venta de electricidad o la fabricación de equipos, muy afectada por la sobrecapacidad global.

 

Aunque geográficamente la fotovoltaica española se ha extendido por todo el globo, Europa ha sido el gran motor en los últimos años. Italia ocupa la primera posición, con un 13% de la actividad internacional, seguida de Francia, Grecia, Alemania y Reino Unido.

 

Fuera de Europa destacan países del continente americano como Chile, Méjico, EE UU y Brasil. En el resto del mundo sobresalen China, India y Suráfrica. Todos estos países crecerán en importancia en los próximos años, habida cuenta de la ralentización que ya está experimentando la UE. 

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Asia Report: Five Reasons Why China's Solar Demand Could Surprise You

Asia Report: Five Reasons Why China's Solar Demand Could Surprise You | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Analysis of Chinese government policies at several levels suggest Chinese solar market growth could take off in late 2013 after a slow start to the year, as various projects finish their development phase and new incentives kick in.
Rogerio P Assis's insight:

New Hampshire, USA -- Analysis of Chinese government policies at several levels suggest Chinese solar market growth could take off in late 2013 after a slow start to the year, as various projects finish their development phase and new incentives kick in.

 

Deutsche Bank analyst Vishal Shah lists five reasons that China's solar demand could exceed expectations:

 

- Project economics are attractive. Internal rates of return are in the low- to mid-teens for some utility-scale projects, and low-cost financing is being made available from central government policy initiatives.

 

- Companies are heading downstream. "Relatively attractive project economics" are luring more companies into that side of the sector. Project development typically takes 12-18 months, so look for the backlog to grow "exponentially over the next two years," Shah says.

 

- Local incentives emerge. Several provinces are announcing local incentives to promote growth, and most of China's 31 provinces should be offering something over the next year.

 

- Easier approvals leasing options. Companies and local governments should improve land and financing constraints, and also come up with leasing business models for residential/commercial solar, Shah predicts.

 

- A rush for central FITs. With central government feed-in tariffs (FIT) likely to be revisited annually, look for a rush of installations nearing the ends of both 2013 and 2014.

Shah predicts Chinese solar demand could rise to 13-15 GW in 2014. Combined with Japan's surging market (which he pegs at 6-7 GW next year), those two Asian nations could account for almost half of total global shipments next year, which he says could reach 50 GW. (Which, he adds, would create a shortfall of polysilicon of around 40,000-45,000 metric tons.)

 

IN THE NEWS


Will India's Account Deficit Derail the National Solar Mission? 

The rising current account deficit in India reaching new highs, non-enforcement of solar power purchase obligations, and slow sale of renewable energy certificates are "a bitter pill" for India's solar energy sector, and the second phase of the National Solar Mission is feeling the squeeze, explains Bhupesh Trivedi.

 

Renewable Energy Lift in Australia:

Data from the Australian Energy Market Operator (AEMO) reveals the extent of renewable energy integration in Australia, across a number of metrics. Nearly a third of South Australia's total energy came from renewable sources in 2012 and 2013, with more than 1.2 GW of wind energy and 400 MW of solar PV, and only one or two large-scale projects could push that to 50 percent renewables and 60 percent is in reach if infrastructure is built out. More than a quarter of the region's power comes from wind energy. And one in five houses in South Australia has a rooftop solar array, which AEMO says could surge to one in two homes in the next 10 years.

 

Toshiba Getting Into Wind Power Generation:

Toshiba Corp. is acquiring Sigma Power Janex Co. and its two wind farm operations in Kyushu, plus another one scheduled to come online in 2014, and four more in the pipeline in the Tohoku, Chugoku and Shikoku regions. The acquisition, spurred by the government's feed-in tariff (FIT) system, will "promot[e] synergies between the engineers who develop the equipment and those who deploy and use it," according to the company.

 

Chinese Wind Turbine Firm Seeks Indian Deal:

Global Wind Power seeks approval to sell its new 1.5-MW turbine in India, a deal seen as opening the door for more favorable financing from Chinese lenders to build wind farms in India. The turbine will be submitted next month to the Centre for Wind Energy Technology, and approval is expected in about a month.

 

Indonesian Biomass Could Meet Korean Demand:

South Korea, which currently gets nearly two-thirds of its electricity from fossil fuels, sees Indonesia as one avenue to further embrace renewable energy under a 2012 mandate. Addressing a business forum in Jakarta, Han Gyu-seong, chairman of the Korean Pellet Association. Korea imported about 70 percent of its 174,000 tons of biomass pellet consumption last year, and could nearly triple its pellet demand this year to 500,000 tons. Indonesia is potentially a key supplier, offering cheaper pellets (US $131/ton) than Korea's current imports from Malaysia ($141/ton) and Vietnam ($144/ton). Representatives from both nations expressed interest in collaboration to further develop a biomass supply chain, which should include government support for plantation forests and logging waste.

 

Building T&D in Northwest India:

The Asian Development Bank (ADB) has committed $500 million in multi-trance financing to build a power transmission system in India's northwest state of Rajasthan to connect new wind and solar power projects to the state and national grids. The system will span 1,850 km of lines mostly in the western part of the state, which aims to develop 8 GW of solar and wind generation capacity by 2018, contributing to the national Jawaharlal Nehru Solar Mission (JNNSM) goals of 20 GW of solar power capacity by 2022.

 

PPA Delays in India's Andhra Pradesh:

India's Andhra Pradesh state initially hoped to allocate 1 GW of capacity, but due to revised tariffs and depreciation of the Rupee only about 60 MW of power purchase agreements have been signed with another 80 MW in the works, notes Bridge to India. The state has offered PPAs to developers who want the same tariff of INR 6.49/kWh, which could resurrect about 500-MW of additional capacity, they note, and if the state extends the deadline beyond this week more developers should participate.

 

Wind Energy Records Fall in Australia 

August was a record-breaking month for wind energy output in Australia. Wind farms in South Australia provided roughly 38 percent of the state's power in August, smashing the previous record of around 31 percent, while other records were set in Victoria, Tasmania, and New South Wales, according to the Clean Energy Council. In total the nation's wind farms generated eight percent of the power in the National Electricity Market, roughly more than 1,000 GWh. That, the group notes, is enough to make more than 6 billion toasted sandwiches, nearly enough for every human on earth.

 

Wind Energy Project in Pakistan:

Sapphire Textile Mills Ltd. aims to set up a 50-MW wind power project in Jhimpir. Backers include Bank Alfalah Ltd and the U.S. Overseas Private Investment Corp. (OPIC). Turbines will be supplied by GE, contracted from Hydro China.

 

Solar Energy Development in Canberra:

Canberra, Australia, has received the green light for two large-scale solar projects: Zhenfa's 13-MW Mugga Lane Solar Park, and Elementus Energy's 7-MW OneSun Capital Solar Farm. They were selected to receive grants of FIT entitlement following the ACT Government's RFP in January 2012 for 40-MW of large-scale solar generation capacity.


A DEEPER LOOK


More On China, Japan Solar Dominance:

Solar PV demand in China and Japan should double in the second half of this year to 9 GW, according to NPD Solarbuzz. Solar PV demand in the entire Asia-Pacific region will surpass 16 GW for the year, a 90 percent increase and accounting for 40 percent of global demand. "The record level of PV shipments to China and Japan coincides with corporate margins returning to positive territory and the final shakeout phase of uncompetitive manufacturers nearing completion, stated Solarbuzz VP Finlay Colville. He especially called out utility-scale ground-mount deployment from China Power Investment, China Guangdong Nuclear, Three Gorges Group, and others.

 

Meanwhile, despite a surging market on the demand side, there remains "chaos and uncertainties" especially among Chinese solar PV manufacturers. Lux Research outlines the challenges and strategies for these solar companies during the anticipated consolidation. (Hint: top-tier companies will survive and thrive.)

 

Solar Policies Attract Foreign Investment to India:

India's solar installations this year totaled 622 MW through August, but only 73 MW in the past quarter. Mercom Capital Group's Raj Prabhu explores the shifting fundamentals of India's solar sector, from rising panel prices to a falling rupee to policy changes and delays, and he relates what he's hearing on the ground from all levels: manufacturers, developers, policy makers, and investors.


ON THE HORIZON


Megasolar Projects in Xinjiang, China:

Shunfeng Investment and Xinjiang Production and Construction Corps (XPCC) have agreed to a pair of large-scale solar development projects, for which XPCC "could provide certain preferential treatment." The first deal will establish a 500-MW solar power station in the Xinjiang Uygur Autonomous Region, on roughly 900 hectares of land provided by XPCC, with completion by the end of October 2017 and projected investment of RMB 6 billion. A second agreement would establish up to 1 GW of solar power capacity in the region, on roughly 2700 hectares of XPCC land, with projected completion by the end of 2015 and costing RMB 10 billion.

 

IN CASE YOU MISSED IT


August 8-September 3, 2013 Asia Report: What's Driving, And Hampering, India's Wind Market Momentum

 

Lead image: Background sun China map, via Shutterstock

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Investor process Mounting Systems: Agreement expected by end of October

Investor process Mounting Systems: Agreement expected by end of October | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Negotiations with potential investors for Mounting Systems GmbH in Rangsdorf are very well underway.
Rogerio P Assis's insight:

Negotiations with potential investors for Mounting Systems GmbH in Rangsdorf are very well underway. From a considerable number of interested parties, the Managing Directors and the preliminary insolvency administrator have selected the most interesting potential investors with whom they will intensify negotiations in the weeks to come.


Spork: "First offers have been placed – best one for Mounting Systems will be accepted."

"We are very content with the search for investors and the great interest in Mounting Systems – be it from Europe or the U.S.A. From numerous applicants, we have selected the most interesting ones," said Stefan Spork, Managing Director of Mounting Systems. "We have received first indicative offers and are expecting more to follow. The offer that best fits the overall concept of Mounting Systems will be accepted in the end."
 
Undritz: "We are confident to reach an agreement by the end of October."

"The investor process is very well on track at both Conergy production subsidiaries. I am expecting to reach an agreement on the sale with one of the selected interested parties by the end of October," said preliminary insolvency administrator Dr. Sven-Holger Undritz. "We will therefore continue business operations during October. The order book and utilization continue to be stable even though not at the same level as in the previous years."
 
Undritz: "We have to think ahead and set the course for the acquisition by investors."

During the past three months wages and salaries of the Conergy employees were secured by insolvency payments. These are only disbursed for three months and will end on 1 October 2013. Therefore business operations will continue with part of the staff as of October: 152 employees will keep producing mounting systems at the manufacturing site. Further 52 employees will have to be released when insolvency proceedings are opened on 1 October 2013. "Only by thinking ahead and setting the course for the take-over by investors we can secure a majority of the jobs at the site in the long term," said Undritz.
 
Spork: "I am convinced that Mounting Systems will have a very successful future."

"The order books are, despite our current situation, relatively well filled and the customers remain loyal even during this difficult time," said MD Spork. "Nevertheless, the pressure on the solar market remains high and we have to advance the restructuring process in order to lower costs. I deeply regret that we cannot retain all staff but have to release a number of qualified employees. This is very painful but unfortunately inevitable. However, I am confident that Mounting Systems will have a very successful future and will offer its employees a very positive perspective. This is why we put great emphasis on the selection of the right interested parties. The concept must fit us and our strengths".



Read more: http://www.pv-magazine.com/news/details/beitrag/investor-process-mounting-systems--agreement-expected-by-end-of-october-_100012880/#ixzz2gOQ3s9o6

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Matéria de Capa - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura

Matéria de Capa - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Programa jornalístico semanal da TV Cultura - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura
Rogerio P Assis's insight:

Atualmente, cerca de metade da população mundial vive em cidades e até 2050, dois terços estarão concentrados em centros urbanos. Daí a preocupação em imaginar como serão as cidades do futuro.

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Jornal da Energia

Jornal da Energia | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

A visita de uma turma de alunos da rede estadual, realizada na última sexta-feira (13/09), marcou a inauguração do Centro de Visitação Pituaçu Solar, espaço no Estádio Governador Roberto Santos (Pituaçu) aberto e dedicado a difundir o uso de tecnologias inovadoras e renováveis, como a energia solar, e a conscientização sobre o uso eficiente da energia elétrica.

 

A iniciativa é fruto da parceria entre o governo da Bahia, via Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), e a Coelba, empresa do grupo Neoenergia, que investiu cerca de R$ 400 mil na implantação e operação do centro, que será inaugurado com a presença do diretor da Sudesb, Raimundo Nonato (Bobô), e da assessora de eficiência energética da Neoenergia, Ana Christina Mascarenhas.

 

O Centro de Visitação Pituaçu Solar integra o Programa de Eficiência Energética da Coelba, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Seu objetivo é difundir conceitos de eficiência energética e energias renováveis, expondo as tecnologias utilizadas para implementação da energia solar. Estudantes e visitantes interessados em aprender sobre a geração solar fotovoltaica, bem como conhecer na prática uma usina geradora, podem visitar o espaço. Para isso, é só agendar através do telefone (71) 9692-0224.

 

O Estádio de Pituaçu é o primeiro com energia solar da América Latina e se tornou autossuficiente, ou seja, gera toda a energia necessária ao seu funcionamento, desde que o sistema de geração solar foi inaugurado, em abril de 2012. Até julho deste ano, o estádio produziu cerca de 724 megawatts de energia. Isso significou uma economia de R$ 245 mil para o Estado.

 

O centro ficará aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Às terças-feiras, o agendamento é direcionado ao público infantil (crianças de até 12 anos). A visita é gratuita, mas é sugerido que sejam levados alimentos não perecíveis para serem doados a uma instituição beneficente. O visitante que levar lâmpadas incandescentes e a cópia da última conta de energia vai receber um kit com até três lâmpadas fluorescentes econômicas, além de folders educativos sobre economia de energia.

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Energia renovável no Brasil – Wikipédia, a enciclopédia livre

Energia renovável no Brasil

As energias renováveis no Brasil representaram mais de 85,4% da energia produzida internamente e utilizada no Brasil, segundo dados preliminares do Balanço Energético Nacional 2009, realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Após os choques do petróleo de 1970, o Brasil passou a se concentrar no desenvolvimento de fontes alternativas de energia, principalmente o etanol.

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Renewables ... 

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G1 > Ciência e Saúde - NOTÍCIAS - Brasil conclui primeiro leilão de energia eólica, a gerada pelos ventos

G1 > Ciência e Saúde - NOTÍCIAS - Brasil conclui primeiro leilão de energia eólica, a gerada pelos ventos | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
  SAIBA MAIS O primeiro leilão de energia eólica no Brasil terminou nesta segunda-feira (14) após a negociação para a construção e operação de 71 empreendimentos com uma capacidade som...
Rogerio P Assis's insight:

Em um passado não muito distante ... 

porem sem linhas de transmissao para aproveitar a energia ... 

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Em vez de dar dinheiro para o IR, doe para caridade, cultura ou esporte

Em vez de dar dinheiro para o IR, doe para caridade, cultura ou esporte | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Parte do Imposto de Renda que o contribuinte tem de pagar pode ir para a caridade, projetos de cultura ou esporte, em vez de engordar os cofres do Leão....
Rogerio P Assis's insight:

Parte do Imposto de Renda que o contribuinte tem de pagar pode ir para a caridade, projetos de cultura ou esporte, em vez de engordar os cofres do Leão.

 

O contribuinte que optar por isso não vai ficar com mais dinheiro no bolso, mas pode doar esse valor a um fim social. O limite de doação é de 8% do imposto, no caso de pessoas físicas.

Podem ser feitas doações, em dinheiro ou bens, a fundos ligados a crianças e adolescentes, idosos, projetos culturais, audiovisuais, esportivos e a programas de auxílio a pessoas com câncer ou deficiência.

 

Atenção: as doações não são diretamente para uma entidade determinada. O dinheiro vai para um fundo oficial e de lá é repassado para instituições cadastradas. O contribuinte pode indicar o nome de uma entidade para o fundo encaminhar, mas não deixa o dinheiro na mão dela.

 

Se o contribuinte tiver R$ 7.000 de imposto devido, pode destinar até R$ 560 para essas doações e deduzir isso do imposto a pagar. Se tiver imposto a receber, aumenta a restituição.

 

"Não se trata de deixar de pagar imposto, mas sim de escolher a destinação do Imposto", afirma Gioia Tosi, coordenadora de educação fiscal da Receita Federal no Estado de SP. Traduzindo: o contribuinte não economiza nada, nem deixa de desembolsar o valor total do imposto. Apenas dá um outro uso.

 

O limite total de 8% para doação de pessoas físicas é dividido conforme os projetos:

 

- Até 6% são para Fundos da Infância e Adolescência, Fundos do Idoso coordenados pela União, Estados, Municípios e Distrito Federal, bem como projetos aprovados pelos ministérios da Cultura e do Esporte;

 

- Até 1% para projetos do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas);

 

- Até 1% para o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon). Esse projeto se refere a pessoas com câncer.

Maioria das contribuições deve ser feita até o fim do ano

A maioria das contribuições precisa ser feita aos fundos específicos até o último dia do expediente bancário deste ano (30 de dezembro), para poderem ser utilizadas já na Declaração de IR de 2014.

 

A exceção são os fundos da Criança e Adolescente que permitem doações até 30 de abril de 2014. Nesse caso, porém, o contribuinte só poderá utilizar até 3% do imposto devido se fizer a destinação entre janeiro e abril de 2014.

 

O site da Receita Federal tem um simulador que permite saber até quanto o contribuinte poderá doar para respeitar o limite imposto pela Receita.

 

A contribuição deverá ser informada no Imposto de Renda de 2014 na ficha Doações Efetuadas e só será válida para quem optar pelo modelo completo.

 

Gioia Tosi, da Receita Federal, aconselha a quem desejar destinar parte do seu imposto a doações que o faça ainda neste ano, pois só será possível saber se o programa da Receita permitirá fazer a destinação no próprio programa quando a Receita divulgar as regras do IR 2014, o que deve acontecer depois do prazo legal para doações.

 

Quem fizer a doação diretamente a alguma instituição de caridade não poderá abater o valor no IR, mesmo que tenha o recibo da operação.

 

Essas deduções para efeito de IR não são aceitas desde 1997, diz Antonio Teixeira, consultor tributário da IOB Folhamatic EBS. "Agora, as doações devem ser feitas aos fundos e projetos somente", diz.

E o desconto não é cumulativo. "Os 6% podem ser destinados a um único fundo, ou a vários, desde que se respeite o limite". Gioia Tosi lembra que as doações de até 1% para o Pronon (pacientes com câncer) e até 1% para o Pronas (deificientes) estão fora do limite de 6%.

 

União, Estados, Distrito Federal e municípios têm seus próprios fundos. Nesse caso, o contribuinte terá de procurar para qual deles quer contribuir.

 

Exemplos: se quiser contribuir para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente de São Paulo (Fumcad), deverá clicar no site do município. Se preferir o Fundo Municipal da Pessoa Idosa em Curitiba (PR), o interessado deverá seguir as instruções desse site.

 

O caminho mais fácil é escolher a entidade para a qual quer destinar seu dinheiro e perguntar se ela participa de algum dos fundos que permitem o repasse de doações. Facilita muito.

 

Se a instituição não fizer parte de nenhum fundo e o contribuinte fizer a doação diretamente para a entidade, não poderá deduzir do IR.

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Incêndio atinge edifício na Avenida Ipiranga - saopaulo - Estadao.com.br

Incêndio atinge edifício na Avenida Ipiranga - saopaulo - Estadao.com.br | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Atualizado às 7h30
Um incêndio de grandes proporções atingiu um prédio de 25 andares no cruzamento da Avenida Ipiranga com a Avenida Rio Branco,
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How solar panels work

A simple and easy to understand animated video which explains how solar energy panels work. You can visit http://www.greenlivingsolar.co.uk to find out more ...
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Новини - Оприлюднюється проект регуляторного акта - Порядок продажу, обліку та розрахунків за електричну енергію, що вироблена з енергії сонячного випромінювання об’єктами електроенергетики (генеру...

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Publicado projecto de acto regulamentar - Procedimento vendas, contabilidade e pagamentos de electricidade que é gerada a partir de instalações de energia elétrica de energia solar (unidades geradoras) domicílios particulares

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Painéis solares em fachadas de prédios duplicam produção de energia

Painéis solares em fachadas de prédios duplicam produção de energia | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
O trabalho foi realizado por três docentes do Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
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Uma equipa de investigadores portugueses concluiu que a colocação de painéis solares nas fachadas de prédios permite duplicar a produção de energia, apesar das paredes exteriores dos edifícios terem orientações e inclinações menos favoráveis do que os telhados.

O trabalho foi realizado por três docentes do Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

A equipa calculou o potencial de energia solar de fachadas, aplicando a metodologia ao 'campus' universitário da Faculdade de Ciências, e concluiu que, embora as paredes exteriores dos edifícios apresentem inclinações e orientações menos propícias para a colocação de painéis fotovoltaicos do que as coberturas inclinadas a sul, a área disponível permite duplicar a radiação solar recebida anualmente.

Em declarações à agência Lusa, um dos investigadores, Miguel Brito, salientou que, à escala de uma cidade, as fachadas dos prédios têm uma grande potencial energético, uma vez que «cada fachada tem tanta área como um telhado», possibilitando "duplicar a produção de energia fotovoltaica", não havendo obstáculos à instalação de painéis, como antenas e chaminés.

Além dos ganhos energéticos, a instalação de painéis nas fachadas traduzir-se-á, de acordo com o docente, em poupanças nos materiais de construção das paredes, nomeadamente em tijolo e tintas.

Paula Redweik, que participou no mesmo trabalho, ressalvou que não se trata de forrar as fachadas dos prédios com painéis solares semelhantes aos que existem em terraços, telhados ou parques fotovoltaicos, lembrando que «existe uma indústria de materiais fotovoltaicos que se integram na construção dos edifícios».

Na prática, segundo a investigadora, pouco se notaria a diferença entre os atuais edifícios espelhados e as construções em altura com painéis fotovoltaicos, que podem ser transparentes e ser usados, inclusive, em janelas.

A engenheira geográfica realçou que o potencial solar das fachadas dos prédios, que está a ser testado em edifícios em Lisboa, permite poupar noutras fontes de energia.

Miguel Brito crê que o uso de painéis solares, apesar de ainda não ser competitivo, possa ser uma realidade em prédios novos, em 2020, dado a queda do seu preço, na ordem dos 40 por cento.

Para calcular a energia solar que chega às fachadas dos prédios, comparando-a com a dos telhados, a equipa recorreu a dados LIDAR (tecnologia ótica de deteção remota que mede propriedades da luz refletida) e de observações meteorológicas.

A equipa desenvolveu um algoritmo, aplicado aos edifícios do campus da Faculdade de Ciências de Lisboa, que permite determinar o seu potencial de receção de energia solar anual, identificar os melhores locais para colocação de painéis solares e prever o seu desempenho.

Com o modelo, os investigadores conseguiram definir a exposição solar e os sombreamentos das coberturas e fachadas para todas as horas de um ano.

Paula Redweik recordou que mesmo nos pontos à sombra há «radiação difusa que serve para produção de energia fotovoltaica».

Os resultados do trabalho foram publicados na revista «Solar Energy», que a Lusa cita.

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Afinal, energia solar

Afinal, energia solar | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
João Lyra Neto - jornalistaDepois da violenta seca que deixou o agricultor de mãos abanando, sem agua, sem comida e de falta, inclusive, de energi
Rogerio P Assis's insight:

Depois da violenta seca que deixou o agricultor de mãos abanando, sem agua, sem comida e de falta, inclusive, de energia, foi inaugurada já agora, em uma cidade do Interior, a energia solar, dando oportunidade aos que trabalham no campo.

 

A intensa falta de chuvas deu um tremendo prejuízo ao agricultor e, mais ainda, ao criador, que tiveram seus negócios prejudicados. Para se falar a verdade, a seca é uma causa secular, acontecendo desde o empo de Delmiro Gouveia, agrônomo do IFOCS, como o único órgão do Governo Federal no Rio Grande do Norte para combate à seca e ajudar os agricultores.

 

O novo sistema de energia é uma técnica oportuna na completa ajuda ao lavrador. Isso se junta com a ação do Governo enviando carros pipas para distribuição d’água em diversas áreas condenadas pela seca.

  A energia solar é uma esperança de oferecer ao agricultor a solução de um problema no seu trabalho agrícola. O que se tem visto, é o fornecimento d’água com carros pipas, cata-ventos e até jumentos carregando latas d’água vindo de lugares distantes.

 

Com o aparecimento inesperado dessa nova energia solar, abre-se um caminho para ajudar o agricultor a vencer a completa pobreza. No caso da criação de gado, não havia pastagem para matar a fome na caatinga. Jornalista pernambucana em sua visita à área atingida pela seca, falou:

“A cada passo o chão ia ficando rachado pelo sol causticante e violento. A poeira seca grudava nos corpos dos animais castigados pela aridez de um sertão acostumado a todas as limitações”. Isso, realmente, é a verdade nua e crua que acontece nessas ocasiões.

Por outro lado, a energia eólica, tem sido muito divulgada em Natal, sendo um assunto discutido pelos jornais. De alguma forma pelo que se vê, está ligada a leiloes. A sua implantação em áreas rurais do Rio G do Norte vai, consequentemente, trazer enormes benefícios aos que dela vão depender. As empresas já estão definidas para uma solução imediata. A agricultura precisa desses evoluídos sistemas. No Nordeste esse tipo de energia já se encontra em atividade em outros estados, levando energia para as regiões necessitadas para o trabalho no campo.

 

No Rio Grande do Norte isso já vem sendo, de há muito, discutido, com resultados, já agora, definido. No que diz a imprensa, as esperanças de realizações já estão devidamente confirmados. A energia eólica é um sistema de fornecimento realmente desejado, da época em que estamos vivendo. Parabéns aos que a ela estão ligados.

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Average electricity prices around the world: $/kWh

Average electricity prices around the world: $/kWh | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Compares average electricity prices around the world in terms of US $/kWh and in terms of purchasing power parities.
Rogerio P Assis's insight:

Australia and Germany each just had an election.  In both cases electricity prices were an election issue.  That seems fair enough given that in both countries they are paying significant more $/kWh than most countries.

 

But now Nova Scotia is heading to the polls and electricity prices are a key issue because they have ‘rocketed’ to 0.15 $/kWh (Canadian).  That is indeed high by Canadian standards, but it is a bargain globally.

 

Out of curiosity I thought I’d crunch the numbers to see who really is paying a lot for their power.

Electricity prices around the world in $/kWh

It doesn’t matter where you go in the world, people love to moan about the cost of electricity.

 

This begs the question, where is electricity actually expensive and where is it cheap.  Or better yet, is my electricity cheap or expensive?

To try and answer this question I’ve collected average electricity prices from 17 countries around the world, and converted them to $/kWh (US).  All the data is based on average prices and exchange rates for 2011, and I’ve graphed them in US cents/kWh to keep it tidy.

 

Let’s start with the obvious.  Denmark, Germany and Spain have expensive electricity.  In fact in straight dollar terms Denmark is trumped only by small island countries dependent on imported diesel for power.

 

Canadian electricity is cheap at 10 US cents per kilowatt hour, which is reflected in their high average electricity usage. US electricity prices at 0.12 $/kWh are also quite cheap internationally.  In India and China they are very cheap.

 

I find this comparison pretty useful.  And the reasons behind the differences are quite diverse.  But there are two issues with this.  One, electricity prices are on the move in many places, South Africa, Australia and Nigeria come to mind.  And secondly, basic exchange rate conversions aren’t always the best measure of how expensive something really is.

 

The first is just something to be aware of.  And despite my best efforts I couldn’t gather consistent data for 2012.  The second however can be accounted for by considering purchasing power parities.

The relative price of electricity

Our initial comparison of electricity prices didn’t account for the fact that price levels vary a lot between countries.  For example a US dollar will go a lot further buying goods and services in relatively cheap India than it will in relatively expensive Australia.

 

If we look at the same average electricity prices for 2011 but this time adjust them to US dollars using purchasing power parity the picture look slightly different.

 

Once you adjust for the different price levels between countries Canadians have the cheapest electricity and Germans the most expensive.

 

Places like Nigeria and India have jumped up the list due to their lower price levels, while countries including Denmark, Australia and Japan have fallen because they are relatively expensive places to live.  In general accounting for purchasing power lessened the difference between countries, but significant differences remain.

 

Which brings me back to Nova Scotia.  Paying 12 US cents/kWh is expensive in Canada.

 

Just don’t moan about it abroad!

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Empresa de alimentos é condenada por exigir certidão de antecedentes criminais em seleção | Notícias JusBrasil

Empresa de alimentos é condenada por exigir certidão de antecedentes criminais em seleção | Notícias JusBrasil | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da Bondio Alimentos S.A., de Santa Catarina, contra decisão que considerou discriminatória a exigência, em processo seletivo, de.
Rogerio P Assis's insight:

Vejam mais um absurdo da justiça trabalhista.

 

Recentemente uma verdadeira quadrilha se adentrou a empresa como serventes e auxiliar de almoxarifado, para uma obra em Brasilia. Não pude exigir certidao negativa de antecedentes criminais, por orientaçao do sindicato.

 

Apos alguns meses de trabalho identificamos a açao dos bandidos disfarçados de trabalhadores. Fizemos a demissao dos quatro cidadaos.

Apos um ano entraram na Justiça no Interior de Pernambuco, solicitando quantias absurdas.

 

A juiza, com tom protecionista não aceitou excessao de incompetencia pelo local, uma vez que foram contratados e trabalharam em Brasilia e nao Pernambuco.

 

Ainda, a juiza nao aceitou a declaraçao de EPP (pequena empresa) e decretou revelia em dois casos, pois o preposto nao tinha vinculo com a minha empresa.

 

Outro fato, mesmo com documentos que comprovam a participaçao dos delinquentes nos roubos (com videos inclusive), a juiza continuou dificultando nossa defesa.

 

Para piorar a situaçao nao conseguimos obter copia dos processos, pois

nossa advogada local, sempre que vai a vara, recebe a informaçao que o processo esta com a juiza em casa.

 

Para conseguirmos verificar os autos tivemos que entrar com RO e aguardar ir para Recife.

 

Está é a "justiça" que faz com que trabalhadores nao cresçam. Sempre protegendo e gerando os dependentes de bolsas, auxilios, seguros desempregos e outros tantos...

 

até quando ?

 

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Matéria de Capa - Energia Eólica - Matéria de Capa - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura

Matéria de Capa - Energia Eólica - Matéria de Capa - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
A produção de energia a partir de fontes renováveis e não poluentes está aumentando em escala global. Já se prevê que, dentro de dois anos, as usinas hidrelétricas, eólicas e solares terão o dobro da capacidade das nucleares.
Rogerio P Assis's insight:

A produção de energia a partir de fontes renováveis e não poluentes está aumentando em escala global. Já se prevê que, dentro de dois anos, as usinas hidrelétricas, eólicas e solares terão o dobro da capacidade das nucleares.


O interesse pelo setor de renováveis é tão grande que a China já ultrapassou os Estados Unidos na instalação dos parques e a Inglaterra acaba de inaugurar o maior projeto mundial de produção de energia eólica no mar.


Neste programa de hoje, vamos mostrar as alternativas para fugir dos grandes vilões do meio ambiente.

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Grupo chinês assina protocolo com governo goiano - Notícias - GoiásFomento

Grupo chinês assina protocolo com governo goiano - Notícias - GoiásFomento | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

Com a presença do governador Marconi Perillo foi assinado na manhã desta terça-feira, 10, o protocolo de intenções entre o governo do Estado de Goiás e o grupo chinês Green Energy Investment and Development que vai instalar um complexo industrial de produtos biosustentáveis na área da construção civil em Bela Vista de Goiás  e uma usina de energia solar em Uruaçu.

 

Segundo presidente da GoiásFomento, Luiz Maronezi, que foi o intermediador deste protocolo o grupo vai investir RS$ 1,2 bilhões.  " Este complexo de Bela Vista deverá abrigar além de várias indústrias, uma escola profissionalizante e um shopping.  Um grande incentivo para o municipio de Bela Vista

 

O governador Marconi Perillo ressaltou a importância de atrair investimentos chineses para Goiás:  "Queremos que Goiás se torne referência nesses investimentos".

 

Assessoria de Comunicação 11/09/2013

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Instalação de fábrica de geração de energia solar apresenta avanços - Alagoas 24 Horas: Líder em Notícias On-line de Alagoas

Instalação de fábrica de geração de energia solar apresenta avanços - Alagoas 24 Horas: Líder em Notícias On-line de Alagoas | ASSILTEC - Energia Solar Fotovoltaica | Microgeração | Scoop.it
Pure Energy vai injetar R$ 37 milhões na economia alagoana.
Rogerio P Assis's insight:

Empresários da startup e joint venture Pure Energy Geração de Energia Ltda apresentaram, nesta segunda-feira (24), o andamento do seu plano para instalação de sua unidade fabril de módulos fotovoltaicos em Alagoas. Com investimentos de mais de R$ 37 milhões e a geração inicial de 72 empregos diretos, o grupo deve ter entregar até o próximo dia 27 seu projeto para obtenção de benefícios fiscais, creditícios e locacionais, pelo Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas (Prodesin)

 

Além da construção da fábrica, que será locada no Polo Multifabril Industrial José Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro, com uma área de 120 mil m⊃2;, a iniciativa prevê ainda um projeto piloto de redes inteligentes, um condomínio solar, uma usina solar no interior de Alagoas, além de uma usina heliotérmica, e deve atender o Nordeste e parte do norte do Estado de Minas Gerais.

 

O engenheiro e diretor geral da Pure Energy, Gelson Luiz Cerutti, revelou ainda o intuito do grupo em desenvolver também uma escola de formação de alto nível, na própria área designada para o projeto no Polo. “Essa é uma cadeia que gera muitos empregos, instalações, projetos. Queremos unir esse nosso trabalho à pesquisa, estabelecer um contato com universidades para fomentar a utilização de energia solar no Brasil, que ainda é muito pouca. Isso também vai baixar os custos dentro da fábrica e corroborar para o desenvolvimento de um possível centro desse segmento”, explicou.

 

O secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otavio Gomes, salientou a sua satisfação com o avanço do projeto e reafirmou todo o apoio do Governo do Estado à iniciativa. “A nossa gestão é muito clara no que diz respeito a desenvolvimento econômico, principalmente quando fica claro que a vinda de uma nova unidade fabril para o Estado vai trazer diversos benefícios, entre emprego, renda e fomento à pesquisa. A Pure Energy tem toda a base necessária para se desenvolver em Alagoas, no que depender do governo do Estado”, concluiu.

Fonte: Seplande

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