CoAprendizagens 21
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Educações & Aprendizagens XXI #cibercultura #eduonline #internetcomoDireito, #InclusãoDigital #LI #educaçãoAberta #REAs
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Manuel Castells - O poder da juventude é a autocomunicação - YouTube

Manuel Castells, sociólogo espanhol, analisa as permanentes tensões entre adultos e jovens. Porém, argumenta, há uma grande diferença entre conflitos geracio...

Via Adelina Moura
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Os pareceres de propostas de financiamento a pesquisa poderiam ser abertos?

Os pareceres de propostas de financiamento a pesquisa poderiam ser abertos? | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Pesquisadores têm discutido qual seria o impacto de tornar o processo de revisão de propostas de financiamento a pesquisa mais aberto e transparente, com o objetivo de apoiar a redação de melhores propostas e reconhecer o trabalho dos revisores.
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‘Professor que não estuda não faz o aluno estudar’

‘Professor que não estuda não faz o aluno estudar’ | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Por Leandro Grass
Na minha conversa com os alunos no início de todo ano letivo, faço as seguintes perguntas: que coisas fizeram na escola, desde o primeiro dia de aula na educação infantil até hoje, as quais poderiam dizer que são seus autores?
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‘Os professores tem que compartilhar o seu trabalho’

‘Os professores tem que compartilhar o seu trabalho’ | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Ser professor é um trabalho solitário. Essa frase é recorrente entre educadores e especialistas de diversas áreas já realizaram pesquisas e estudos que tentam entender os motivos que levam o docente a sentir-se assim.
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Novo Pirate Bay é praticamente imune a bloqueios de provedores de internet

Novo Pirate Bay é praticamente imune a bloqueios de provedores de internet | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Um dos métodos mais comuns utilizados pela indústria para combater sites de distribuição de conteúdo via torrent é o bloqueio realizado pelas provedoras de serviços de internet.
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Que tal criar espaços para aprender fazendo nas escolas?

Que tal criar espaços para aprender fazendo nas escolas? | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Uma das palestras em que estivemos presentes no SxswEdu discutiu a
necessidade de se adotar uma abordagem mão na massa na educação, sobretudo na educação de meninas. Estamos chamando de "abordagem mão na massa" o que nos EUA tem se chamado de "Movimento Maker", uma educação que se baseia em propor atividades em que os alunos têm a missão de produzir, de fato, alguma coisa. Pode ser um robô, um app, um projeto na comunidade ou inúmeras outras opções.

É comum que os espaços onde os produtos..

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Veja o que seu título profissional diz sobre você no LinkedIn

Veja o que seu título profissional diz sobre você no LinkedIn | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Veja o que seu título profissional diz sobre você em seu perfil no LinkedIn. Qual a importância do título profissional em seu perfil no LinkedIn. Confira!
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A Orkutização do Facebook

A Orkutização do Facebook | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

(...) base para que pensemos sobre a tal “orkutização” do Facebook.
Não pertenço à leva dos primeiros usuários do Orkut, lançado em 2004, mas ainda assim, só pude entrar com um convite. O formato de “clube fechado” conferia status de “VIP” aos poucos felizardos, ao passo que conformava uma espécie de ambiente controlado — afinal, se apenas amigos de amigos estão aqui, não há com o que se preocupar, certo? Hum… não. Convites começaram a ser vendidos e leiloados. A lógica do “só entra quem é conhecido”, “quem é de confiança”, “quem merece”, não perdurou por muito tempo. Logo, todo mundo tinha Orkut. E quem não tinha, era assediado até entrar. O Orkut virou febre nacional, cresceu exponencialmente. Falava-se que, por culpa dos assíduos brasileiros, a plataforma ficava lenta. Desgostosos, os norte-americanos logo optaram por outros “sites de relacionamento”. O Orkut, então, lançou versão em língua portuguesa e angariou ainda mais usuários.
Quem me apresentou o Orkut? Uma amiga da época do Colégio Técnico em Publicidade, por telefone, ressaltando que era “um barato” e que “até o nosso Colégio estava lá”. Ela me mandou um convite, entrei, e demorou para eu entender que, o que havia na verdade, era uma comunidade formada por alunos e ex-alunos que erigiam tópicos para agregar turmas específicas de formandos, elogiar professores e compartilhar boas lembranças. Frases evasivas, reuniões vazias, promessas de reencontro que nunca se cumpriram, um monte de gente e, ao mesmo tempo, ninguém, em jogos de relacionamento que praticamente não tinham nada a ver com o tema da comunidade, sem falar nos moderadores que deixavam a comunidade abandonada… Impressões iniciais que se confirmaram depois, na observação detalhada de 54 comunidades.
Embora a rede tenha sido desativada em setembro de 2014, o conteúdo público de sua “vasta coleção de comunidades” está disponível para visitação no “Arquivo de Comunidades do Orkut“. Conexões e conversas estão ali, devidamente preservadas, mas sem as fotos de identificação dos usuários. Entretanto, encontrar uma comunidade específica é difícil, pois embora estejam agrupadas por letras, a ordem alfabética, dentro de cada grupo, não é rigorosa. Além de não haver uma ferramenta de pesquisa mais séria para consulta do arquivo, um dado relevante para entender a “importância” de uma comunidade foi excluído: o número de membros.
Algo que me chamou a atenção, desde o início da pesquisa, foi o fato de que muitos usuários tornavam-se membros de comunidades não porque desejassem encontrar pessoas com interesses comuns, ou porque quisessem discutir o tema proposto, mas simplesmente para agregar, em seu perfil, o “selo” da comunidade. O conjunto de “selos” contribuía para a composição da identidade do usuário. Aparentemente, essa era a razão de existir de muitas comunidades, algumas grandiosas como “Eu odeio segunda-feira” ou “Eu amo chocolate”. No Facebook, existem páginas, grupos e eventos com esses mesmos rótulos, mas a dinâmica da plataforma não permite que os usuários se apropriem desses elementos como discurso autorreferencial.
Os fake profiles do Orkut constituem uma história à parte. Proliferaram-se a partir do momento em que, do dia para a noite, a plataforma resolveu tornar pública a informação de quem havia visitado o perfil. É preciso lembrar que não havia chaves de segurança ou níveis de privacidade nos primeiros anos da rede. Bastava ser “amigo” para ter acesso a todo o conteúdo publicado. E, apesar dos indicadores de sucesso propostos pelo Orkut — legal, confiável e sexy —, rapidamente os brasileiros assumiram a quantidade de amigos como válido indicador de popularidade: adicionava-se qualquer um que pudesse aumentar a audiência particular. Quando as visitas aos perfis alheios tornaram-se públicas, uma série de problemas veio à tona: ex-namorados foram pegos espionando suas “ex”, pessoas comprometidas foram flagradas passando por perfis de bonitos desconhecidos, desafetos insuspeitos e inimigos declarados deixaram seus rastros de especulação. A solução pareceu bastante democrática: aqueles que quisessem descobrir quem havia visitado o seu perfil não poderiam se furtar de ter suas próprias visitas reveladas. Consequentemente, quem queria saber quem visitava o seu perfil oficial, mas desejava manter suas espiadinhas no anonimato, partiu para a construção de um fake profile.
Minha própria experiência, conjuntamente com a observação de vários casos, levou-me a concluir que os fakes hostis normalmente são criados por alguém muito próximo. Uma adolescente de 16 anos confidenciou-me que havia levado três meses para compor um fake que não parecesse fake só para dar um susto na melhor amiga, já que não concordava com a forma com que ela tratava os pais. Depois de adicionada, planejou todo um script de interações assustadoras, mas logo após o primeiro movimento agressivo, a decepção: a amiga cometeu “orkuticídio” para preservar a privacidade. A frustração que a adolescente sentia era quase tangível.
Mas, o universo fake não se restringia a essa categoria. O mergulho netnográfico me fez conhecer uma variedade imensa de identidades-perfis: perfis de figuras históricas, de celebridades, de personagens de filmes, desenhos animados e histórias infantis, perfis de bebês, animais e objetos, perfis assumidamente “fakes”, perfis que, nem de longe, pareciam “fakes” e perfis que se pretendiam “reais”, mas que hiper-realizavam seus usuários. Essa significativa quantidade de amostras possibilitou que eu pensasse a relação entre as categorias de representação e simulação, e abandonasse qualquer pretensão de indicar as fronteiras entre real e ficcional. Devo assumir que também dei muitas risadas com alguns fakes criativos!
A experiência netnográfica no Orkut foi riquíssima. Lembro, ainda, de algo bastante peculiar: os depoimentos (ou testemunhais), que tinham lugar de destaque na composição da identidade-perfil. Como a publicação desse tipo de conteúdo passava pela aprovação do usuário, costumava ser utilizado para o encaminhamento de mensagens privadas. No antigo blog “Pérolas do Orkut”, hoje “Pérolas”, havia uma série de depoimentos que foram publicados por descuido, com o agravante de que não podiam ser deletados.
Quando defendi a dissertação, em 2009, o Orkut ainda era a “rede social” mais acessada no Brasil. Entretanto, na mídia só havia espaço para a nova sensação do momento: o Twitter. Facebook já estava por aqui, timidamente ganhando adeptos entre aqueles que estavam cansados da mesmice (ou dos problemas) do Orkut. Muitos mantiveram perfis em ambas as redes por algum tempo. O encanto do Facebook residia em social games como Mafia Wars e Farmville. No Orkut, BuddyPoke e Colheita Feliz também marcavam uma nova fase de uso das redes sociais.
No início do meu Doutorado, em 2010, pude observar que os brasileiros que migraram para o Facebook passaram a destilar uma espécie de “ódio de classe”. Denunciavam a “favelização do Orkut”, cheio de hackers, vírus, barracos, baixarias e gifs animados irritantes, e torciam para que o Face jamais se apresentasse em versão traduzida, confiantes de que o fato de estar em Inglês constituía uma barreira de ingresso das camadas menos favorecidas. A plataforma também tomou cuidado para que os nomes não pudessem ser escritos com uso de caracteres especiais, como ocorria no Orkut, de modo que cada perfil efetivamente correspondesse a uma única pessoa.
Por fim, defendi minha Tese sobre subjetividade e tele-existência em redes sociais em 2013 e o Orkut morreu logo depois, em 2014, deixando poucos saudosos. Google Plus não conseguiu decolar como pretendia, nem mesmo com a estratégia de auxiliar os usuários a migrarem seus perfis do Orkut. E todo mundo tem Face, está no Face… e está enjoado do Face, que não tem os gifs animados do Orkut; mas, em contrapartida, tem montes de imagens com frases de autoajuda, memes nonsense, piadinhas políticas e vídeos de gatinhos charmosos e bebês gargalhando que sempre travam a timeline das conexões menos afortunadas. Percebo o deslocamento da atenção para os grupos do WhatsApp — pequenos ou grandes, formados ora por amigos íntimos, ora por desconhecidos adicionados por amigos comuns, novos espaços de relacionamento e projeção subjetiva que reciclarão os velhos-novos dilemas conhecidos desde o Orkut… E onde “rolam” as mesmas imagens, e frases, e memes, e piadinhas, e vídeos etc. que têm “orkutizado” o Facebook! ; )

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Baixo desempenho do Brasil em teste da OCDE revela também desigualdade de gênero na educação

Baixo desempenho do Brasil em teste da OCDE revela também desigualdade de gênero na educação | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) detectou disparidades no desempenho escolar de meninos e meninas no Brasil.
Com base nos resultados de seu Programa Internacional de Avaliação de Desempenho Escolar (Pisa), que mede o desempenho de adolescentes de 15 anos em leitura, matemática e ciências, a entidade mostra que o percentual de meninos com baixa pontuação nos testes é de mais de 45% no Brasil, enquanto meninas ficam abaixo de 40%. Os dados são relacionados ao ano de 2012.

 

Em ambos os casos, o país ficou bem distante da média dos países-membros da OCDE, que é de cerca de 15% para meninos e 9% para meninas.

 

Sub-representação
Mas na avaliação da resolução de problemas de matemática e de ciências, a relação de gênero se inverte. No Brasil, meninos superam meninas entre 20 e 30 pontos na pontuação total do teste. Segundo cálculos da OCDE, isso equivaleria ao resultado de quase oito meses a mais de escola para os meninos.

 

"O Brasil tem um grande número de meninos que não conseguem atingir níveis básicos de eficiência em leitura, matemática e ciências. Ao mesmo tempo, é um dos países com uma das maiores disparidades de gênero nos estudos de matemática e ciência.

 

São resultados preocupantes porque o país precisará de estudantes com boas qualificações nessas áreas se quiser incrementar seu potencial de crescimento econômico nos próximos anos", disse à BBC Brasil Francesca Borgonovi, co-autora do estudo e analista de educação da OCDE.

O índice de meninos brasileiros de 15 anos com baixa pontuação nos testes da OCDE foi de 45%.


A disparidade nessas áreas não é uma exclusividade do Brasil e se reflete também no ensino superior, em que mulheres estão sub-representadas.

 

Segundo a OCDE, em todos os países estudados apenas 14% das mulheres jovens que entraram na universidade pela primeira vez em 2012 escolheram campos relacionados à ciência, incluindo engenharia, indústria e construção. O percentual masculino foi de 39%.

 

Um ponto-chave do estudo da OCDE é o que a entidade classifica como ansiedade dos alunos diante de disciplinas como a matemática. Em média, detectou-se um índice de 27% de meninos e de 34% de meninas admitindo "grande nervosismo" diante da resolução de problemas matemáticos.

 

Videogames
O maior número geral de meninos falhando em obter níveis básicos em leitura, matemática e ciências se deve a uma série de fatores, segundo a OCDE. Há evidências de que podem ser causadas por diferenças de comportamento de gênero. Meninos, por exemplo, gastam uma hora a menos por semana fazendo o dever de casa do que as meninas - em média, elas dedicam 5,5 horas semanais para tanto.

 

Outro ponto é a questão dos videogames: o estudo mostra uma diferença surpreendente no uso destes aparelhos eletrônicos fora do horário de escola. Mais de 60% dos meninos jogam videogame com frequência, número que cai para 41% entre as meninas.

 

A OCDE sugere que o passatempo esteja sacrificando hábitos de leitura de meninos.
A OCDE recomenda uma série de medidas como um pacote de soluções.

 

Elas começam no lar, com pais dando apoio e incentivos iguais para filhos e filhas - algo que ainda é uma espécie de tabu nos países analisados pelo estudo, em que pais estavam mais propensos a esperar que meninos trabalhassem em um campo da ciência, tecnologia, engenharia ou matemática mesmo quando seus filhos e filhas de 15 anos de idade obtinham o mesmo desempenho em matemática.

 

Para o órgão, no entanto, as medidas passam também por uma atenção especial de professores, sobretudo aos alunos socioeconomicamente desfavorecidos. Um ponto especificamente ligado ao Brasil, já que a

 

OCDE constatou uma diferença, por exemplo, de 83 pontos no desempenho em matemática em favor de estudantes de escolas particulares sobre os de escola pública, por exemplo.

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Problemas globais demanda conversas globais, acredita acadêmico do MIT

Problemas globais demanda conversas globais, acredita acadêmico do MIT | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
2014 marca a transição da internet comercial para o início da sua fase adulta. Ela já passou pela tradicional instabilidade da adolescência, cresceu e ganhou músculos, mas vinte anos depois de seu surgimento muitas de suas promessas não foram concretizadas.

Os ciberutopistas acreditavam que a web colocaria as pessoas em pé de igualdade e diminuiria as distâncias e as barreiras culturais. Entretanto, na opinião de Ethan Zuckerman, diretor do Center for Civic Media do MIT, professor da instituição e autor do livro “Digital Cosmopolitan in the Age of Connection”, esses desejos não se concretizaram. 

“Me decepciona o fato de a internet não ter conectado as pessoas da forma que esperávamos. Ela não ‘diminuiu’ o mundo”, sentencia Zuckerman, que abriu a segunda edição do IT Forum Expo/Black Hat 2014, realizado no final do ano, em São Paulo. Para ele, a internet deveria ser um espaço altamente colaborativo, de construção coletiva, mas falha na busca desse objetivo. 

“O Brasil, no entanto, tem dois bons exemplos de mudança desse cenário com o Marco Civil da Internet e o Programa de Metas do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, compartilhado na web”, observa
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8 Dicas Para Webwriting: Conteúdo De Texto Para Web

8 Dicas Para Webwriting: Conteúdo De Texto Para Web | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Os Textos Para Internet Compilam Características Do Género Jornalístico E Publicitário.
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O Que é, Afinal, Uma Sala Interativa em Educação a Distância [EAD]? | Blog Educação a Distância

O Que é, Afinal, Uma Sala Interativa em Educação a Distância [EAD]? | Blog Educação a Distância | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
A palavra “ensino”(in+signo) significa “pôr a nossa marca ou sinal em alguém” e a palavra “educação”(e+ducare) quer dizer “conduzir para fora”. Diferença?

Via Carla Netto, Daniel Caixeta
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Google Glass é "fundamental" e continua vivo, afirma Eric Schmidt

Google Glass é "fundamental" e continua vivo, afirma Eric Schmidt | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Diretor da gigante de buscas disse que empresa trabalha para tornar o óculos futurista pronto para os usuários.
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Castells: a Internet ameaçada - Esquerda

Castells: a Internet ameaçada - Esquerda | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Como a rede, promessa de comunicação livre e sem intermediários, pode converter-se no contrário: mecanismo de controle social em massa e de redução dos cidadãos a mercadorias. Por Manuel Castells.
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‘Precisamos debater a privacidade de dados de alunos’

‘Precisamos debater a privacidade de dados de alunos’ | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
O uso de Big Data na educação está levantando debates em relação a privacidade dos dados, principalmente em países onde esse uso é mais frequente, como nos Estados Unidos.
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Bill Gates: inteligência artificial pode ser uma ameaça aos humanos

Bill Gates: inteligência artificial pode ser uma ameaça aos humanos | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Para Bill Gates, a humanidade deve se preocupar com a inteligência artificial, pois ela pode ser uma ameaça para o nosso futuro.
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(21) Paula Ugalde

(21) Paula Ugalde | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

‪#‎Convite‬ Dear friends! Participem e contribuam com as autorias nos

" F ó r u n s . de . D i s c u s s ã o . sobre . E d u c a ç ã o . A b e r t a 
no evento mundial . " O p e n . E d u c a t i o n . W e e k . 2 0 1 5, de 9 a 13 de março! É online e gratuito!

Acesse os fóruns aqui: http://www.andreiainamorato.com/forum

Realização: Grupo ABED ABERTA
Coordenação: Andreia Inamorato
Moderação: Professores e pesquisadores em #educaçãoaberta e #rea.

 

Esperamos você!!

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10 atitudes sociocriativas

10 atitudes sociocriativas | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

por André Martinez • março 5, 2015 •

 

"Inteligência sociocriativa é a capacidade de utilizar nossos potenciais criativos de forma sistêmica para criar juntos uma mudança desejada. O termo “sistêmico” refere-se a compreender um problema ou situação pensando o todo em relação às partes envolvidas e pensando cada parte em relação às demais e ao todo. Ou seja, no sentido contrário de um mundo onde diferentes “verdades” políticas e culturais entram em conflito e geram cada vez mais violência e exclusão, a inteligência sociocriativa propõe a conexão da diversidade de olhares e pensamentos, inclusive opostos, para criar realidades mais inclusivas e sustentáveis.

Há muitas formas de ser sociocriativo. Sem querer propor uma cartilha, reuni 10 dicas, pensadas a partir de meus aprendizados pessoais, convivendo com empreendedores culturais, criativos e sociais de norte a sul do Brasil. Atitudes muito simples que podem fazer uma enorme diferença para mudar essas realidades observadas e narradas ao nosso redor e que tanto nos tem angustiado...

 

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Obra completa de Paulo Freire grátis para download

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Acervo digital disponibiliza toda a obra de Paulo Freire. Estão disponíveis para download gratuito vídeos de aulas, conferências, palestras, entrevistas, artigos e livros do educador O Centro de Referência Paulo Freire, dedicado a preservar e divulgar a memória e o legado do educador, disponibiliza vídeos das aulas, conferências, palestras e entrevistas que ele deu em …
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Colaboratorio Educa. "2015: O que muda na Inclusão Digital?" by @coletivodigital

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Incorporamos o post que segue, por compartilharmos das ideias e questões comuns pontuadas pelo autor, sobre os dos telecentros do país, quanto as políticas públicas de inclusão digital, qualificação das unidades, democratização do conhecimento, cultura livre, etc.

by Coletivo Digital

"Para os telecentros, para todas as regiões do país, para aqueles que estão desconectados, o que queremos saber é para onde vai a Inclusão Digital a partir de 2015.  
Vamos superar a desconstrução dessa política pública em nosso país?  
O Plano Nacional de Banda Larga vai ter a amplitude, qualidade e chegar ao país todo?  
Vamos ter apoio e infraestrutura para ampliar programas, ainda hoje limitados, em todas regiões?  
(...)  
Enfim, qual a prioridade que será dada as políticas e programas de combate à exclusão digital?  
Qual o montante de investimento e recursos disponíveis para a manutenção e implantação destes Programas?  
E como serão tratados compromissos, entregas, recuperação que não foram cumpridos na gestão passada?  
Já começamos a dar nossas respostas no debate que fizemos sobre a nossa prática e o nosso percurso nas ações de inclusão digital e cultura digital.  
Em artigo publicado na revista A Rede (que por falta de recursos teve que acabar com sua versão impressa), nosso diretor Wilken Sanches já adiantou por que caminhos vão nossas reflexões.  
Somente para pontuar destacamos:  
- Para além da modernização da infraestrutura dos telecentros, precisamos pensar em uma readequação da própria concepção e a missão desses espaços públicos. Montagem de espaços vocacionados, participação popular, estímulo a micro redes territoriais e o foco na produção de conteúdos deveriam nortear as falas que pretendem apresentar um novo modelo para a inclusão digital.  
- Pouco ou nenhum investimento na infraestrutura desses equipamentos fez com que telecentros se tornassem depósitos de computadores obsoletos, com velocidades de conexão insuficientes para que os usuários possam fazer uso de serviços básicos na rede, como assistir a um vídeo. Projetos que se resumem a doação de computadores para entidades do terceiro setor, tornaram-se um meio eficiente de empresas privadas e estatais descartarem seu lixo eletrônico.  
A falta de investimentos não se restringe apenas à infraestrutura dos projetos, a cada nova versão lançada dos telecentro, o Estado tenta se eximir mais das despesas de custeio desses espaços, transferindo a manutenção de equipamentos, conexão e funcionários para entidades parceiras. A falta de investimentos principalmente na formação dos profissionais que atuam nos telecentros fez com que as atividades oferecidas por estes espaços envelhecessem junto com os equipamentos que estão a disposição dos usuários. Com raras exceções, os cursos oferecidos pelos telecentros Brasil a fora, são basicamente os mesmos que eram oferecidos em 2002. Seja porque o hardware ou a conexão do telecentro não permitem inovações ou porque os profissionais da unidade não possuem treinamento adequado para fornecerem novos cursos.  
Por último, fica também a pergunta se o governo federal vai continuar sendo parceiro da promoção e realização das Oficinas de Inclusão Digital e Participação Social.  
(...)

Para o movimento telecentrista, importa mais reabrir os espaços de conversa com o Poder Público, importa mais ter incidência real na definição dos caminhos que serão trilhados. (...) estaremos prontos e dispostos a fazer o debate, a pensar junto e, principalmente, agir para tirar nosso país da exclusão digital."

  _Coletivo Digital

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Empreendedorismo social é destaque na Campus Party

Porvir selecionou as principais atividades que podem servir de inspiração para estudantes, educadores e empreendedores
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‘Boa parte da teoria é feita por quem está fora da sala de aula’, diz educador americano

Reportagem traz entrevista com o educador americano Doug Lemov, autor do livro “Aula Nota Dez”, onde relata a experiência de ter observado por cinco anos a atuação de bons professores em sala de aula.
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Google - Google Acadêmico - Ressource Info

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Conheça a ferramenta Google Acadêmico e aprenda a buscar artigos, teses, autores, citações e a realizar cálculos simples ou até complexos. rated:
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