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Novo vídeo mostra melhorias no recursos de multi-tarefa no Ubuntu Touch

Novo vídeo mostra melhorias no recursos de multi-tarefa no Ubuntu Touch | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Uma melhor abordagem para os recursos de multi-tarefa  no Ubuntu Touch estão em desenvolvimento.
O desenvolvedor Michael Zanetti mostrou uma prévia destes novos recursos em um vídeo publicado no seu blog.
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Educações & Aprendizagens XXI #cibercultura #eduonline #internetcomoDireito, #InclusãoDigital #LI #educaçãoAberta #REAs
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in Educações & Aprendizagens XXI

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#doforno livro "Coralizando: um guia de colaboração para a economia criativa". Um livro REA, escrito colaborativamente na Plataforma Corais.org @corais_platform  

Poderá apreciar conhecer o making off http://corais.org/colabor/blog 

O livro pode ser adquirido sob demanda, no Clube de Autores http://goo.gl/xy7LPT ou baixado na versão 1.1 aqui http://goo.gl/cSD4pF

 

Boa leitura!! #Gratitude aos coralizadores pela rica experiência e aprendizagens! Agradecemos feedbacks! 

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USP oferece videoaulas voltadas para a formação docente

USP oferece videoaulas voltadas para a formação docente | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

O que é a escola? Qual o seu papel hoje? Como ela foi mudando sua função ao longo dos anos? Quais os desafios da escola contemporânea? Como formar os professores para encarar tais desafios, sobretudo no contexto da escola pública? Como a pedagogia se transformou ao longo da História? Essas são algumas das perguntas abordadas no curso online Introdução aos Estudos da Educação I, oferecido pela Universidade São Paulo. A disciplina está inserida no curso de Licenciatura em Ciências e está voltada para a formação docente. 

Ao total, são 10 vídeos, divididos nos seguintes temas:

Apresentação da disciplinaOs Desafios da Escola ContemporâneaCorrentes Pedagógicas do Século XXCorrentes Pedagógicas do Século XXI – parte 1Correntes Pedagógicas do Século XXI – parte 2Demandas sociais, Currículo e Escola – parte 1Demandas sociais, Currículo e Escola – parte 2Perspectiva do fracasso escolarA Formação do Professor – parte 1A Formação do Professor – parte 2
Via Luciano Sathler
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Excelente! 

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NetMundial: Brasil é exemplo de governança da Internet - Convergência Digital - Internet

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ConvergenciaDigital.com.br - O melhor conteúdo de TI e Telecom da Internet brasileira
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Hacerse con las competencias digitales: misión para la ciudadanía del siglo XXI

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Trabalho, oportunidades de carreira, educação, lazer, inclusão e participação na sociedade ... Todas estas e muitas outras áreas da nossa sociedade são "digitalizado" cada vez mais, enquanto a informação e os serviços são distribuídos através de de Internet


Via Juan Jesús Baño Egea
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Proyecto Gótico o cómo fomentar la autonomía de los estudiantes - Educación 3.0

Ignacio Valdés, profesor de Ciencias Sociales del Humanitas Bilingual School (en Tres Cantos, Madrid), ha puesto en marcha un proyecto pedagógico that ha Utilizado las Habilidades del estudiante parágrafo acercarse um uno de los puntos del temario de 2º de Secundaria: La Época del gótico.

Via Marta Torán, juandoming
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Marta Torán's curator insight, July 24, 1:14 PM

Estudiantes que construyen su propio aprendizaje a través de la autonomía, el trabajo colaborativo, la creatividad... Otra forma de aprender, otra forma de enseñar.

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Objetivos especificos de un proyecto - Como hacer un objetivo especifico

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Como hacer un objetivo especifico puede ser complicado si no conoces todo lo necesario, pues los Objetivos Especificos de un proyecto Exigen de coherencia y

Via Ramon Aragon
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Why Online Collaboration Is The Solution To Your Learning And Development Team's Efficiency Problem - eLearning Industry

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Quer saber como melhorar sua aprendizagem e eficiência da equipe de desenvolvimento? Verifique por que a colaboração on-line é a solução definitiva.

Via L. García Aretio
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Humilhar e ignorar professor pode. Sufocar e ferir não por @brumelianebrum in @elpais_brasil

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Humilhar e ignorar professor pode. Sufocar e ferir não. O que se pode infligir a um educador sem causar indignação aponta o tamanho do buraco da educação pública no Brasil

 

ELIANE BRUM 11 MAY 2015 - 10:32 BRT

– "Eles estão atirando em nós".

A frase atravessa vídeos sobre o massacre dos professores, executado pela Polícia Militar do Paraná a serviço do Governo de Beto Richa (PSDB), em 29 de abril. Professores desmaiam, professores passam mal com as bombas de gás lacrimogêneo, professores são feridos por balas de borracha. Um cão pit bull da PM arranca pedaços da perna de um cinegrafista. Há sangue na praça de Curitiba, diante da “casa do povo”, a Assembleia Legislativa do Estado. Ao final, há cerca de 200 feridos. Mas mais do que as imagens, é essa frase anônima, em voz feminina, que me atinge com mais força. Porque há nela uma incredulidade, um ponto de interrogação magoado nas entrelinhas e finalmente a compreensão de ter chegado a um ponto de não retorno. Depois de ser humilhada por baixos salários, depois de dar aula em escolas em decomposição, depois de ser xingada por pais e por alunos, agora a PM também podia atirar nela. E atirava. E, se as bombas de gás, as bombas de efeito i-moral não matam, pelo menos não de imediato, a sensação é de morte.

O susto causado pela percepção de que não havia mais limite para o que se podia infligir a um professor era a prova de que um professor não era mais um professor. Toda a aura que envolve aquele que ensina se esvaía em sangue na praça de Curitiba. Os PMs, cujos filhos possivelmente são ensinados por aqueles educadores, tinham autorização para atirar. Esse extremo, o da fronteira rompida, causou uma comoção nacional. E vem desenhando o inferno do governador Beto Richa, explicitado por uma crise no Governo paranaense que levou até agora à demissão de dois secretários, o de Educação e o de Segurança Pública, e o comandante da PM.

De repente algo se esgarçou e tornou-se inaceitável para uma parte significativa da sociedade. Ainda houve quem tentasse transformar os professores em “vândalos”, a palavra usada para criminalizar aqueles que protestam desde as manifestações de 2013. Ainda houve na imprensa quem chamasse massacre de “confronto”, o truque para transmitir a ideia de que eram forças equivalentes em conflito. Mas as imagens e os relatos eram evidentes demais. As redes sociais na internet mais uma vez cumpriram o papel de amplificar as vozes e garantir um número maior de narrativas para dar conta da complexidade do 29 de abril. Os coletivos de mídia independente tiveram inegável importância na documentação da história em movimento.

Por que bala de borracha e gás é a ruptura que produz indignação?

 

É assustador que alguns tenham tentado justificar, em plena democracia, o massacre em praça pública dos professores do Paraná. Nessa tentativa de criminalizar aqueles que protestam e, ao mesmo tempo, legitimar a ação policial, como se as forças de segurança do Estado não tivessem se comportado como forças criminosas, há algo em curso que precisamos prestar muita atenção. Não existe equívoco de inocência nessa versão. Mas eu gostaria aqui de me deter em algo que também me parece um tanto perturbador, ainda que pelo avesso.

É sinal de esperança que grande parte da sociedade brasileira, na qual me incluo, se comova diante da violência contra os professores. Não há dúvida sobre isso. Mas cabem pelo menos duas perguntas. A primeira é: por que este é o limite que produz indignação? A segunda: o quanto o que se tornou visível apenas revela e reforça a invisibilidade maior?

Quando testemunho as manifestações de repúdio ao massacre de Curitiba, sinto esse misto de esperança e de incômodo. Esperança pelos motivos óbvios. Quem sabe não acordamos, todos nós, para o buraco da educação no Brasil? Inclusive porque a perda de popularidade do governador Beto Richa e a crise instalada no Governo virou um pesadelo bem vivo para o restante dos governantes.

Agora, o incômodo. O que esse limite revela sobre o que não é limite? É louvável que as pessoas se revoltem ao ver professores sangrando ou desmaiando ou sendo ameaçados por cães pit bull. Se não nos revoltássemos nem com isso seria ainda mais dramático. Mas por que testemunhar durante décadas professores brasileiros, dos diversos estados do país, ganhando um salário incompatível com uma vida digna é um fato com o qual parece ser possível conviver, tão possível que chegamos a esse ponto depois de 30 anos de democracia? Por que escolas caindo literalmente aos pedaços, naufragando a cada chuva, numa materialização explícita da situação crônica da educação pública, é algo com o qual a maioria se acostuma? Por que o fato de os professores serem ameaçados por alunos e às vezes por pais de alunos em salas de aula, num confronto entre desesperados, uma versão urbana da guerra dos miseráveis que atravessa os rincões do Brasil, é algo que se tolera?

Em resumo: pode pagar salário indecente, pode botar gente pra ensinar e gente pra ser ensinado debaixo de um teto que pode cair, pode quase tudo. Só não pode ferir com balas de borracha e sufocar com bombas de gás lacrimogêneo. Ah, pit bull também pega mal. Bem, isso os governantes acabaram de aprender que não podem fazer sem provocar repúdio dos eleitores. Já o resto... Talvez nesse sentido possa se justificar uma certa perplexidade da PM, do Governo paranaense e de alguns setores da sociedade brasileira e da imprensa tradicional: como assim, não pode bater nesses “baderneiros” que deveriam estar na sala de aula e não na praça protestando? Não pode descer o cacete nesses “vândalos” que têm o desplante de achar que a casa do povo é do povo?

Ao menos descobriu-se que há um limite para o que se pode infligir a um professor, uma fronteira demarcada pela reação da sociedade ao massacre de Curitiba. Mas que limite sem-vergonha o nosso.

Repetir que educação deve ser prioridade no país é a flatulência do Brasil atual
Qualquer um, em qualquer classe social, em qualquer esfera de poder vai repetir que “a educação deve ser prioridade” ou que “a educação é o maior desafio para o país” ou que “sem melhorar a educação o Brasil jamais será um país desenvolvido”. É um consenso, quase uma platitude. Mas, de novo, é um consenso bem sem-vergonha. É o consenso mais vazio do Brasil contemporâneo, é quase uma flatulência. Que não se perceba o quanto fede é só mais um sinal dessa hipocrisia de salão.

De fato, uma boa parte daqueles que têm voz e poder de pressão para mudar essa situação está pouco se importando. Porque “a elite brasileira é burra”, como já disse aqui neste espaço meu colega Luiz Ruffato. Principalmente porque a elite brasileira acredita que seus filhos estão a salvo. Essa ilusão de que os “meus” filhos estão salvos, já dos filhos dos “outros” eu sinto pena, lamento, desculpe aí, queria sinceramente que fosse diferente, mas não me incomodo o suficiente para fazer disso uma grande questão na minha vida. Afinal, quem tem tempo pra isso tendo que ralar para pagar os preços exorbitantes de uma escola privada que transforma educação em mercadoria cara?

Inclusão social no Brasil significa entrar no barco dos que podem se salvar. A classe média acredita que seus filhos estão a salvo e uma parcela daqueles que ascenderam, na década passada, ao que se chama de Classe C fez um grande esforço para matricular seus filhos em escolas particulares assim que a situação financeira permitiu. Filho em escola privada – e portanto supostamente a salvo da péssima educação pública – é parte do que significa ser classe média no Brasil. Dos mais ricos, nem se fala.

É óbvio – ou deveria ser – que a má qualidade da educação oferecida a essa entidade chamada “povo brasileiro” em algum momento vai afetar os privilégios dos mais ricos. Mão de obra desqualificada é um problema sério no Brasil, com impacto em qualquer projeção de futuro. Então, ainda que por egoísmo ou por pragmatismo, a elite econômica deveria se preocupar, o que já vem acontecendo com bem poucos empresários, mas a preocupação ainda é imensamente menor do que as dimensões da catástrofe.

A escola privada, como gueto de iguais, é um reprodutor de privilégios, mas também um reprodutor de ignorâncias
Talvez houvesse uma mudança real de posição se as pessoas percebessem que seus filhos estão menos salvos do que acreditam estar. Primeiro, porque escola privada e educação de qualidade não são sinônimos. Longe disso. Apenas poucas escolas, em geral as mais caras, a elite da elite, têm qualidade reconhecida. Ainda assim, são apenas medianas com relação ao nível de suas similares em países do mundo nos quais a educação é prioridade.

Segundo, educação está longe de ser apenas conteúdo formal. Educação é um processo muito mais complexo, no qual a diversidade das experiências é fundamental. É claro que aquela elite que se habituou por séculos a decodificar a diferença como inferioridade tem dificuldades para compreender a diversidade de experiências como riqueza. Para esta, o diferente era primeiro o escravo, depois o empregado ou o subalterno, alguém com quem não havia nada a aprender, já que a sua única função era servir.

Há, porém, uma elite intelectual e uma classe média com outra origem, de quem se poderia esperar uma visão menos estúpida. O que muitos pais não percebem é que a escola privada, como gueto de iguais, é um reprodutor de privilégios, mas também é um reprodutor de ignorâncias. E também um reprodutor de pobrezas não materiais. Num exemplo bem corriqueiro, em algum momento talvez os pais possam perceber que adolescentes que já andaram bastante pelo mundo em viagens protegidas mas nunca pegaram um metrô em São Paulo ou um ônibus de linha em qualquer lugar podem ter alguma dificuldade em lidar com a vida como ela é. Porque a vida como ela é chega para todos em algum momento e em alguma medida. E podem, principalmente, ter perdido um universo de experiências criadoras e criativas não apenas por serem incapazes de cruzar as pontes, mas por nem mesmo desconfiar que é importante cruzá-las.

O degrau seguinte daquele que historicamente foi submetido é virar não cidadão, mas cliente
Num país com a educação pública em ruínas ninguém está a salvo, nem mesmo os filhos da elite. Ainda que seja óbvio que estes estão bem mais a salvo que todos os outros. O que quero enfatizar é a hipótese de que a ilusão de estar a salvo cumpre um papel decisivo na manutenção das ruínas como ruínas. E na convivência com o que não deveria se poder conviver, na aceitação da indignidade como algo já dado, na tolerância ao intolerável que é a situação dos professores e das escolas no Brasil. O que quero dizer é que a comoção pública diante do massacre de Curitiba, se é louvável, é também sinalizadora da falência da sociedade brasileira, inclusive ética. Já que é pelos limites que também compreendemos a lógica de uma sociedade. E o limite aqui é: pode humilhar um professor, pode pagá-lo mal, pode submetê-lo a condições insalubres de trabalho. Não pode ferir explicitamente seu corpo.

Vale a pena compreender que a ampliação do acesso à educação formal é muito recente no Brasil. É o salto que deveria ter sido dado e ficou pela metade. Para muitos pais das camadas mais pobres, eles mesmos analfabetos ou filho de analfabetos, só o fato de conseguir matricular o filho numa escola, mesmo que seja uma instituição de má qualidade, já é um avanço. Como tem sido para os pais de Classe C ter um filho com diploma universitário, mesmo que de uma faculdade de terceira linha.

A saída encontrada pelos mais pobres, numa lição aprendida com a classe média tradicional, é individual. Por isso, uma das primeiras medidas de ascensão social é reproduzir o ciclo: matricular o filho numa escola privada, deixando a pública para os mais fragilizados, os menos visíveis, os com pouca ou nenhuma voz. O degrau seguinte daquele que historicamente foi submetido não é se tornar cidadão, mas cliente. Parece mais fácil aderir à lógica de mercado. Quem ainda não conseguiu fazer a conversão, almeja fazê-la. Acolhe a versão perversa de que a melhora está na sua mão, de que é o pai e a mãe de família que precisam mudar de classe se quiserem dar uma boa educação aos filhos.

No Brasil ainda infectado pela mentalidade de Casa Grande e Senzala, tantas vezes reatualizada para continuar em vigor, ainda é difícil para muitos compreender a educação como o direito fundamental que é. E cobrá-lo do Estado pelo caminho da cidadania. É também por conta dessa mentalidade, na qual a qualidade da educação vira um problema com solução individual e privada, e não uma luta pública e coletiva, que a revolta é abafada e os professores vão se convertendo em párias, esvaziados de dignidade, lugar e sentido.

É assim que caminha o “Brasil, pátria educadora”, país que tem um dos piores salários de professor do mundo. O lema do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) apenas mais um sinal do absurdo, de uma espécie de realismo de perdição.

A tensão, porém, existe. E é grande. O fato de as escolas públicas sofrerem constantes depredações, se é sinal da violência crescente, é também sinal de que a escola falha como um lugar de acolhimento para os conflitos e também como espaço para a construção de sentidos e para a qualificação do desejo. Ainda que as causas sejam várias e complexas, é bastante óbvio que, sem outros canais para expressar a traição de uma educação que não educa, resta a violência mais primária. Também porque a escola pública, que deveria dar condições de representação, não representa. E assim vai fracassando ao ser reduzida a uma tentativa perversa de conter a tensão causada pela fratura racial brasileira.

A depredação das escolas públicas mostra que os alunos aprenderam a lição dada pelo Estado: tanto eles quanto os professores valem muito pouco
A depredação das escolas por alunos é também uma resposta tortuosa à depredação original, a do Estado, que deixa as escolas apodrecerem, dando provas evidentes de que aquele que lá está é considerado cidadão de segunda ou terceira categoria. A violência direta de alunos e, às vezes, também de pais de alunos contra professores é também o sinal de que a lição dada pelo Estado foi bem compreendida: professor vale pouco, quase nada.

Enquanto alunos e professores se violentam mutuamente, aqueles que têm a responsabilidade de mudar essa situação não são incomodados. É conveniente que as vítimas se agridam entre si, muitas vezes dentro de escolas cada vez mais parecidas com bunkers para se proteger da comunidade, o que em si já expõe o tamanho da tragédia. Se essa realidade ultrapassa os muros da escola para ocupar espaços geográfica e simbolicamente mais centrais, chama-se a PM. Que os policiais militares, também eles servidores mal pagos do Estado, façam o serviço sujo. E então homens públicos como Beto Richa sentem-se à vontade para declarar, rosto compungido: “Não tem ninguém mais ferido do que eu. Eu estou ferido na alma. O mais prejudicado hoje sou eu”.

Não, governador. Mas não mesmo. Valeu a tentativa, mas não vai colar.

Geraldo Alckmin, subestimado como “picolé de chuchu”, é talvez o político que mais mereça a atenção do país neste momento
Agora, a segunda pergunta que lancei no início desse artigo, e que diz respeito ao jogo entre o visível e o invisível. Ou, repetindo: o quanto o que se tornou visível apenas revela e reforça a invisibilidade de fundo? O sangue dos professores no massacre de Curitiba os tornou visíveis para o país, mas essa visibilidade é um tanto ilusória. Neste momento, greves de professores esvaziam salas de aula em vários estados e municípios brasileiros. E cadê a surpresa? Cadê o susto? Cadê as manchetes? Cadê a indignação? É muito menor do que o bom senso e a catástrofe educacional brasileira sugeririam.

Por isso. Porque pode. Na prática tornou-se aceitável que os mais pobres fiquem sem aula ou tenham educação de má qualidade. Só não pode é sufocar professor com gás e ferir professor com bala de borracha no centro. Aí passa dos limites. Aí exagerou, né, tio. Aí a sociedade grita. Não deixa de ser uma versão do “estupra mas não mata”.

Talvez o paradigma seja o estado de São Paulo, governado há mais de 20 anos pelo PSDB. Em São Paulo, os professores estão em greve há quase dois meses, mas o governador Geraldo Alckmin chegou a afirmar: “Na realidade não existe greve de professores”. Faltou explicitar em qual realidade.

Geraldo Alckmin é talvez o político que mais mereça a atenção do país no momento, mais até mesmo do que seu colega Beto Richa. Subestimado com o apelido de “picolé de chuchu”, o que apontaria uma suposta falta de personalidade, parece ser de longe uma das criaturas políticas mais nebulosas do Brasil atual. Sobre Alckmin, a academia deveria estar escrevendo teses, e a imprensa, perfis de peso. O apelido não tem nenhum lastro na prática concreta do Governo.

O governador de São Paulo escolheu na sua expressão pública, no trato com a população e com a imprensa, a política da negação. O que prejudica sua imagem e seus ambiciosos planos eleitorais não existe. Não existe racionamento de água, não existe greve dos professores. E, o mais surpreendente: funciona. Geraldo Alckmin se reelegeu no primeiro turno, em plena crise hídrica, dizendo que não existia crise. Agora, enfrenta a greve dos professores com a mesma fleuma. Enquanto Beto Richa, que começava a se tornar um expoente do PSDB, mandou a PM massacrar professores, Alckmin prefere fingir que os professores em greve não existem. Onde está a maior perversão? Ou a maior esperteza? Beto Richa com a popularidade em queda livre, chamado de “Rixa” e até de “Ritler” em artigos e posts nas redes sociais; Alckmin, o “picolé de chuchu”, avançando, apesar de todas as crises, olhos fixos na eleição presidencial de 2018.

Só posso sugerir que Geraldo Alckmin conhece bem seus eleitores.

paula ugalde's insight:

PS Dear @brumelianebrum & @elpais_brasil tomei a liberdade de compartilhar na íntegra esse texto, que constitui uma preciosidade, um recurso educacional para ancorar debates, instigar reflexões, questões, ideações, etc. Não vejo a licença de uso, se é copyright ou não. Se for, peço a autorização. Não sendo possível permitir, edito e retiro. No aguardo agradeço com votos de muito sucesso sempre! :)

Paula Ugalde

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Participe da nova edição do Programa Aprender em Rede, do Instituto Crescer

Participe da nova edição do Programa Aprender em Rede, do Instituto Crescer | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

O Instituto Crescer está com inscrições abertas até 03 de maio de 2015, para novos cursos do Programa "Aprender em Rede": online, gratuitos e certificados. 

 

O objetivo é fomentar a prática de trabalho por projetos colaborativos online, para troca de experiências regionais e culturais, entre alunos de escolas públicas e privadas da Educação Básica.

 

Carga horária: 40h

Duração: 8 semanas
Início: 4 de maio de 2015
Local: Comunidade no facebook, coordenada pelo Instituto.

Temas e Públicos:
Ens Fundam I: Projeto Conhecer para preservar - Animais em Extinção
Ens Fundam II: Projeto Eu e meu Mundo
Ensino Médio: Projeto Pedalar

 

Fluxo de atividades:
Sem 1 – Professores apresentam proposta do proj. aos alunos e iniciam.
Sem 2 – Alunos fazem pesquisas, apresentam 1º resultados p/ colegas em sala de aula.
Sem 3 e 4 – Alunos produzem materiais para Professor compartilhar com outras escolas, via grupo no Fb.
Sem 5 – Professores compartilham com alunos, links para acesso as produções de outras escolas. E participam com alunos, de videoconferência entre escolas, para explorar mais os materiais compartilhados.
Sem 6 e 7 – Alunos produzem materiais para compartilhar as descobertas.
Sem 8 – Alunos compartilham resultado do projeto com a Comunidade escolar, participam de videoconferência para compartilhar com outras escolas e avaliar.

 

Fonte: Instituto Crescer < https://blogaprenderemrede.wordpress.com/ &gt;

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Mapas conceituais: trilhando conhecimentos por meio da ferramenta CMAP Tools em cursos EaD #jovaed

Mapas conceituais: trilhando conhecimentos por meio da ferramenta CMAP Tools em cursos EaD  #jovaed | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Ana Carolina Montezuma Mattos e Gioliano Barbosa Bertoni

Propõe-se realizar atividades assíncrona por meio de um blog que compilará em cada dois dias do evento artigos, reportagens, vídeos, programas, podcasts e a maior parte do ferramental destinado ao estudo e aplicação de mapas conceituais elaborados por meio da ferramenta CMAP Tools para cursos EaD.


Os mapas conceituais são ferramentas gráficas utilizadas para facilitar o ensino/aprendizagem significativo de determinado tema, porém não se limitam apenas à esfera educacional. São esquemas que podem ser empregados em contextos de avaliação, onde um tema está sendo observado. Sua forma é configurada através de estruturas gráficas que representam conceitos que são associados a determinados assuntos, e que são ligados por proposições (palavras). Normalmente representam-se por meio de círculos ou caixas que relacionam-se por linhas e uma frase de ligação, especificando a relação entre tais conceitos.

 

Vale destacar que a metodologia de desenvolvimento de mapas conceituais foi baseada na Teoria da Aprendizagem Significativa que consiste na interligação com novas informações à conhecimento estabelecido. Em outras palavras, a Aprendizagem Significativa consiste em obter uma nova informação que traz significado ao aprendente por meio de ligações à estruturas cognitivas que o indivíduo já possui. Ou seja, na aprendizagem significativa existe uma correlação entre o conhecimento adquirido com o pré-existente, que serve de referência para atribuição de significados.


A Teoria da Aprendizagem Significativa defendida por David Ausubel garante que a aprendizagem significativa ocorre em duas circunstâncias: o que se ensina deve ser revelador e o aprendente disposto precisa relacionar o material de maneira coerente e justa, desvencilhando-se do método mecânico da memorização.


Orientações para Inscrição e Participação na Atividade:
A atividade visa alcançar o maior número de participantes, e, portanto, não há limites de usuários. Por meio de browsers habituais como Mozila Firefox ou Google Chrome o participante poderá obter êxito no acesso ao blog elaborado via Blogger. Serão utilizadas ferramentas intuitivas cujo uso será detalhadamente orientado. É necessário que o participante possua acesso à internet.
Link para acesso ao blog: http://omapadatrilha.blogspot.com.br/

 

Contato para Dúvidas sobre esta Atividade:
Ana Carolina Montezuma Mattos – acmontezuma@hotmail.com

 

Inscreva-se gratuitamente na Jovaed para receber seu Certificado.

http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/inscricao/

 

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Estratégias para gamificar Fóruns de Discussão em cursos EaD #jovaed

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Patrícia Beatriz De Macedo Vianna; Júlio Sérgio Batista dos Santos e 
Veronica Melendez

A atividade consiste em apresentar e discutir com os participantes diferentes estratégias para gamificar Fóruns de Discussão em cursos na modalidade de EAD. A discussão será baseada em um case vivenciado pelos proponentes da atividade.

 

Data: 27/04/2015 - 01/05/2015 


Orientações para Inscrição e Participação na Atividade:
Os participantes deverão solicitar participação no grupo "Estratégias para gamificar Fóruns de Discussão em cursos na modalidade de EAD"
https://www.facebook.com/groups/1569195286690922/
Pré-requisitos: domínio do sistema operacional Windows, Internet e uso de Redes Sociais.


Contato para Dúvidas sobre esta Atividade:

Patrícia Vianna - patricia.vianna@cesuca.edu.br

 

Inscreva-se gratuitamente na Jovaed para receber seu Certificado.

http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/inscricao/

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Sala de Leitura e Laboratório de Informática #jovaed

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Por Cristiane Marcelino

A cibercultura – cultura mediada pelo digital em rede e em mobilidade – tem dado aos professores o desafio diário de planejar práticas que considerem a autoria e a colaboração.
Nossa conversa buscará de forma breve, propor experiências autoriais em alguns recursos já utilizados nas práticas pedagógicas da autora, seja como professora ou como mediadora tecnológica do NTERJ12, apontando possibilidades de uso da biblioteca e do laboratório de informática em parceria.
Atividades que serão propostas foram elaboradas a partir da ideia de uso de Fanfic e quadrinhos com softwares on e off line.

 

Orientações para Inscrição e Participação na Atividade:
Esta atividade será realizada no Moodle e será iniciada por webconferencia em 06/05/2015 19:30-20:30.

Após o encerramento da webconferência a mesma  ficará gravada e disponível para o público em geral.

 

Na ocasião da webconferência serão disponibilizados os procedimentos para inscrição no Moodle.


Contato para Dúvidas sobre esta Atividade:
Cristiane Marcelino – cris_marcelino@oi.com.br

 

Inscreva-se gratuitamente na Jovaed para receber seu Certificado

http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/inscricao/

 

 

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Estratégias de Gamificação para Atividades em EaD #jovaed

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Cristiane Mendes Netto

05/05/2015 - 10/05/2015

 

O objetivo da atividade é discutir os principais elementos da Gamificação (Gamification) e explorar exemplos e estratégias de uso para atividades em cursos a distância.

 

Pretende-se nesta oportunidade compartilhar exemplos de atividades, plugins e recursos da plataforma Moodle que podem ser explorados na oferta de cursos a distância com uso de elementos de gamificação (gamification).

 

Orientações para Inscrição e Participação na Atividade:
Acessar o Grupo no Facebook (http://www.facebook.com/groups/jovaed.gamification/) e participar do debate e estudo dos materiais apresentados - sem limitação de número de participantes

 

Discussão síncrona: Haverá um momento síncrono, de participação opcional. para interação dos participantes em um webinário que será realizado no dia dia 09/04/2015,  sábado, às 14 horas (horário de Brasília).

Para participar no Webinário de Gamificação http://webinarjam.net/webinar/go/ended/9384/ebf6b5d5d6v ;

A transmissão é sem limitação de número de participantes.


Para fomentar a discussão assíncrona entre os participantes serão utilizados diversos recursos, tais como: vídeos, trechos de artigos, slides e  imagens.


Cronograma dos assuntos a serem abordados:
Dia 1 Apresentação dos participantes e do conceito  de Gamificação.
Dia 2 Estudo dos Elementos de Gamificação.
Dia 3 Exemplos de Estratégias, Recursos e Soluções que podem ser adotadas.
Dia 4 Atividades que podem ser realizadas.
Dia 5 Realização do Webinário para discussão e respostas de dúvidas de forma síncrona.
Dia 6 Síntese das discussões e dos estudos.


Contato para Dúvidas sobre esta Atividade:
Cristiane Mendes Netto - cris.netto@gmail.com

 

Inscreva-se gratuitamente na Jovaed para receber seu Certificado

http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/inscricao/

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Politica de Inclusão Digital e Movimentos Sociais

Slides apresentados na Plenária de Inclusão Digital e Movimentos Sociais no Fórum Internacional de Software Livre - #Fisl16 

"Politica de Inclusão Digital e Movimentos Sociais"Ministério das Comunicações, Secretaria de Inclusão Digital  Direcionadores: 1. PRIORIZAR PÚBLICOS excluídos digitalmente; 2. Atuar por meio de uma ABORDAGEM TERRITORIAL; 3. Diálogo com POLÍTICAS PÚBLICAS do governo federal e iniciativas estaduais e municipais.4. Objetivos: Gerar CONHECIMENTO; Promover o TRABALHO cooperativo; Estimular a PARTICIPAÇÃO cidadã; Contribuir para o DESENVOLVIMENTO sustentável; Promover o acesso à INTERNET e às TIC.Estratégia: Estruturar um Sistema Nacional de Inclusão Digital sustentado em quatro pilares: 1. ARTICULAÇÃO DE REDES COLABORATIVAS; 2. GERAÇÃO DE CONTEÚDO E CONHECIMENTO; 3. INFRAESTRUTURA DE INTERNET E TIC; 4. GOVERNANÇA.Telecentros Mídia Livre CVT LabHacker Outros RadCom #RedeTerritorial #TrocaDeSaberes #CriatividadePopular #DadosAbertos #ProduçãoLocal #EconomiaSolidária Telecentros, MC = 9.514* / CVT, MCTI = 500 / Casas Digitais, MDA = 300 / Rádios Comunitárias, MC = 4600 / iniciativas do MD, MinC, MEC, MDS e outros. * Estudo realizado pelo CGI, TIC Centros Públicos de Acesso: Pesquisa sobre o uso de telecentros no Brasil, 2013. 1. ARTICULAÇÃO DE REDES COLABORATIVAS PONTOS DE INCLUSÃO DIGITAL (PID) PROPÓSITO: Promover a articulação das diversas iniciativas de ID, por meio da revitalização da rede de PID, para fortalecimento e autonomia da cidadania.2. GERAÇÃO DE CONTEÚDO E CONHECIMENTO Agentes: IES Educador Social Cabeças de Rede #TecnologiaSocial #ConhecimentoLivre #ConteúdoDigital #Pronatec #LinguagemCódigo #Soberania #Segurança #HackerSocial PROPÓSITO: Estimular e intensificar o desenvolvimento de aplicativos e soluções digitais, como uma nova linguagem livre nos PID, como laboratórios/fábricas de códigos de computador, soluções gráficas e audiovisuais. 3. INFRAESTRUTURA DE INTERNET E TIC Componentes: PID/CRC/PAT GESAC CIDADE DIGITAL DATACENTER PLATAFORMA PBLT Banda Larga #SoftwareLivre #HardwareLivre #InternetDasCoisas #NuvemPública #Compartilhamento PROPÓSITO: Suportar o funcionamento do Sistema, com soluções públicas de máquinas e aplicativos livres e conexões seguras. > Suporte aos PID pela rede de Centros de Recondicionamento de Computadores (CRC) > Datacenter para o funcionamento seguro da rede lógica > Plataforma de suporte e armazenamento de conteúdos > Participante com identidade no PID, com acesso à programas e serviços (Bolsa Família, Seguros, INSS e outros)4. GOVERNANÇA #GestãoComunitária #MonitoramentoPúblico #ControleSocial #RedesLocais #RedesEmRede PROPÓSITO: Instituir as seguintes instâncias: Comitê Gestor Interministerial Ministérios e órgão do governo federal, que orientam o funcionamento do Sistema Nacional de Inclusão Digital. Comitê Gestor Local Organizações locais que fazem a gestão do PID. Comitê Gestor Territorial Instância regional ou por UF que pode articular um conjunto de PID. Promover o acesso às informações e controle social sobre a execução das obras do PAC, dos financiamentos públicos, do orçamento municipal, dos investimentos na saúde e educação, entre outros.Articulação da Rede Colaborativa de Pontos de Inclusão Digital Telecentros Mídia Livre CVT LabHacker Outros Geração de Conteúdo e Conhecimento IES Centros de Pesquisa Educador Social Cabeças de Rede Infraestrutura PID/CRC/PAT DATACENTER PLATAFORMA PBLT Banda Larga Desenho do Sistema Nacional de Inclusão Digital Comitê Gestor MC/MEC/MD/MinC MCTI/MDA/CC-PR Outros Parcerias Parcerias RadCom VISÃO DO TERRITÓRIO CG/UF Comitês LocaisPolítica Pública de Inclusão Digital ATIVIDADES IMEDIATAS: 1. Reativar o Comitê Gestor Interministerial; 2. Realizar diagnóstico socioparticipativo dos PID; 3. Estabelecer e disponibilizar bolsas aos Educadores Sociais; 4. Fortalecer as alianças com os movimentos sociais da ID; 5. Construir a sustentabilidade do Sistema.Ministério das Comunicações Secretaria de Inclusão Digital Contatos: Jefferson Oliveira Secretário de Inclusão Social Jefferson.oliveira@comunicacoes.gov.br Claiton Mello Diretor de Articulação e Formação Claiton.mello@comunicacoes.gov.br Brasília, Maio/2015.
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6 medidas de baixo impacto e 6 soluções para a educação

6 medidas de baixo impacto e 6 soluções para a educação | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Relatórios da Pearson analisam impacto de políticas educacionais na aprendizagem e sugerem ações para qualificar o ensino
paula ugalde's insight:

Interessante as reflexões e críticas ao que chamam ''políticas de distração amplamente difundidas, porém, com baixo impacto". 

 

Destacaria a importância de considerar o trabalho nas turmas , pois pode ter impacto diferenciado das aprendizagens na escola como um todo. As boas práticas precisariam ser investigadas e compartilhadas com os pares.


Já na formação de turmas menores, é certo que se o professor não muda a metodologia, os resultados continuarão medíocres. Entretanto, é de fundamental importância que as turmas sejam menores e isso proporcional a faixa etária dos estudantes. Crianças pequenas precisam de mais atenção sendo mais interdependentes. A personalização é necessária em todos os níveis e modalidades e só é viável em turmas menores. E formação e especialização docente é o óbvio!


Quanto a investimentos a quantidade de dinheiro investido na  educação pode ser determinante em contextos de faltas. Óbvio que precisa ser bem usado, investindo fortemente na valorização salarial e formação docente colaborativa-autoral, para o educar no século xxi. Aliado a isso, precisa ter investimentos em equipamentos, computadores e gadgets conectados em boa banda. Tudo precisa ser imbricado aos Projetos Pedagógicos que, por sua vez, precisam ser 'políticos', definindo a concepção do homem que empreendem ajudar a formar. Se sujeitos dialógicos, democráticos, colaborativos, éticos e estéticos, mais capazes de aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a Ser e a conviver para cocriar e transformar o mundo. E por fim 'participativos' para serem construção à muitas mãos, com envolvimento, comprometimento e corresponsabididade e colaboração da comunidade escolar, em especial dos pais.    


Quanto a dar incentivos aos professores por desempenho, diria que é questão complexa mas opino que não deveria ser descartada, visto que há professores inquietos, que buscam aprender e há outros mais acomodados, que não investem na atualização. O incentivo pode ser em forma de bolsas e dispensas para estudar, mediante apresentação de projeto de ação-intervenção participativa e colaborativa, junto ao espaço educativo de atuação. A boa cogestão descentralizada, transparente e horizontal dos processos de coaprendizagens docentes  pode eliminar r'efeitos colaterais' indesejados.

Investir em remuneração 'pode' aumentar a qualificação do docente mas não é garantia que o professor vai se qualificar 'per si'. Portanto, há a necessidade de políticas de formação que contemplem pluss aos que investem e transpiram para o autodesenvolvimento profissional e consequente maior qualificação profissional.  

 

A produção ou 'não produção' de conhecimentos é uma questão anterior ao uso de tecnologias na educação e um dos gargalos da area. Já deveríamos ter ultrapassado a discussão sobre usar ou não tecnologias na educação. Vivendo na era digital não tem como conceber fazeres educativos analógicos. Infelizmente a questão permanece um problema a ser resolvido. E criticar investimentos em tecnologias e boa conexão ajuda 'antes' da formação docente para os usos só contribui para confundir incautos, legitimar não investimentos e, em última instância, para a manutenção do estado de mesmice das coisas em alguns espaços escolares. 

Então precisa investir ao mesmo tempo em tecnologias, formação docente e remuneração!

As próprias formações prescindem do uso de tecnologias para os docentes já aprenderem fazendo., usando. Pesquisadores como Moran enfatizam que a formação docente para o uso das tecnologias demora um tempo. Urge começar e acelerar tais aprendizagens mas para uso em processos educativos inovadores, interativos, comunicacionais, colaborativos, críticos e criativos coautorais, e por isso mais interessantes, significativos e úteis para estudantes do século xxi. 

 

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Plataforma deixa professor gravar e avaliar sua aula

Plataforma deixa professor gravar e avaliar sua aula | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Já imaginou poder gravar suas aulas para rever seus erros e acertos e ainda disponibilizar os vídeos para seus alunos? É esse o objetivo da Replay4.me, criada pelos empreendedores mineiros Pablo Sales e Roberto Viana.
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#Microlearning – What Is It and Why Use It?

#Microlearning – What Is It and Why Use It? | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Microlearning é simplesmente uma outra forma de transferência de informação e conhecimento para um público-alvo. Como você pode adivinhar pelo nome, é um pequeno pedaço de aprendizagem ou de curto prazo actividade. A chave é certificar-se o pedaço que é relevante, a ponto, e atende um objetivo.


Via evangelina chavez
paula ugalde's insight:

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evangelina chavez's curator insight, July 23, 6:34 PM

Examples of microlearning are:

Reading a paragraph of text Answering a short quiz or survey Reviewing flashcards or “work-of-the-day” Watching a short video Creating a sample report...

Cristina Reyes's curator insight, July 24, 1:05 PM

Very useful!

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The Key Added Value a Content Curator Can Provide: His Time

The Key Added Value a Content Curator Can Provide: His Time | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

"I still have to do all the searching for new and good content sources and filtering the content I get. Separating the crap from the awesome. All by myself. This is hard work and very time consuming"


Via Robin Good
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RIVKI GADOT's curator insight, June 5, 9:34 AM

Must read Robin Good's comment

Terry Elliott's comment, June 9, 7:05 AM
Curation requires time. Yes. I don't think the automatized curation tools are long for this world. There is absolutely a hunger for good curation like you describe in music, in software, in every discipline.
Robin Good's comment, June 9, 7:38 AM
Hello Terry, I am happy to see you also see things as I do. Welcome on board my friend.
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El ABC del Aprendizaje Basado en Competencias

El ABC del Aprendizaje Basado en Competencias | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
¿Qué es el Aprendizaje en basado Competencias? ¿Cuál es la finalidad del Aprendizaje en basado Competencias? ¿Cómo enseñar y evaluar POR competencias?

Via Teresa Torné
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Sobre Desescolarização, investindo na conexão, interação e criação

Sobre Desescolarização, investindo na conexão, interação e criação | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

 

"Quando se fala de desescolarização, está se convidando à uma mudança profunda de paradigma na educação. E eu diria que envolve uma transformação radical em alguns desejos e afetos que vibram em nossa sociedade.

 

Talvez, eu de fato, nem saiba o que é a desescolarização, talvez eu saiba apenas o que estamos fazendo com isso. Na verdade eu nem mesmo consigo explicar como é a desescolarização, pois ela não é um novo método pronto a ser imposto. Esta proposta é justamente convidar a construir juntos, sempre. Se colocar no movimento constante de criação de novas possibilidades, e principalmente se desintoxicar do desejo por conservação de métodos padronizados e institucionalizados.

Talvez muitos desbravadores, que estão explorando com ousadia a desescolarização, tenham percebido que muitos adoentamentos, tristezas e apequenamentos da vida, venham justamente pela institucionalização das relações. E que uma destas institucionalizações mais abrangentes em nossa vida é a escolarização, uma educação pela ensinagem, com conteúdos e currículos.

 

Imediatamente afirmo que não estamos dispostos a focar na destruição da escola! Movimentos desescolarizados são ativos, e não reativos, apontam para afetos e sentimentos intensos, sem ressentimentos e negações. O prefixo “des” é um convite à pensar, refletir. Será a escola o melhor lugar para a educação? Será a ensinagem pasteurizada a melhor forma de fazer aprender, criar, educar? Será por conteúdos, currículos, planeamentos prévios, horas aula, que se garante conhecimento?

Em básicas avaliações, chegamos a uma simples conclusão. Ficar preso à repetições diminui possibilidades. Experimentar e variar, diferenciar e explorar; aumenta possibilidades. O que fazemos? Exploramos. Com ousadia e intensidade, experimentamos e criamos invenções em encontros educativos. Portanto não nos sentimos perdendo ou retrocedendo em nada, mas sentimos que estamos cada vez mais ganhando e expandindo possibilidades.

Vou considerar que muitas pessoas, por desinformação, talvez confunda desescolarização com ensino domiciliar. Não quero criticar o ensino domiciliar. Apesar de não concordar com as práticas que conheço, ainda prefiro deixar que as pessoas explorem possibilidades. Mas preciso pontuar algumas coisas. Se homeschooling é levar a escola pra casa e apenas passar a praticar os métodos de ensinagem curriculares dentro da família, então nós, de fato, discordamos. Não acreditamos em trocar uma instituição pela outra, ou juntar duas instituições, escola e família. Não concordamos em fechar crianças ou jovens em casa, Muitas vezes o ensino domiciliar tem sido utilizado por famílias religiosas para seguir a doutrina em casa, com total controle sobre as crianças. E definitivamente, este não é nosso movimento.

Também não é nossa vontade, seguir transmitindo conteúdos formais. A simples existência de conteúdos preestabelecidos já atrapalha a vontade de aprender, a curiosidade e o desejo pela pesquisa. Por isto nos encontramos em comunidades, em teias ou tribos de aprendizagens. Onde pessoas se encontram para compartilhar o que desejam aprender e cocriar. Assim podem se juntar para produzir e pesquisar em conjunto, livremente e de forma autogerida. Promovendo a autonomia imediata e instantânea. Investindo em encontros de potências, que expandem as vidas que se encontram, sem mediação autoritária ou relações de obediência.

Para encerrar, gostaria de cutucar alguns sentimentos profundos que visamos trabalhar na educação de si, como compromisso da desescolarização. É preciso se voltar pra dentro, é preciso colocar-se pra fora. Mas não é preciso conduzir as pessoas pelos mesmos métodos que eu percorri. Portanto, é ao mesmo tempo, pessoal, mas nem de perto egoísta. Mas evita o micro fascismo, evita querer controlar o que os outros devem ou não fazer. Para esta relação é preciso afastar o medo e a desconfiança das relações. É preciso acreditar na vida, nas pessoas, nas vontades, nas curiosidades. Deixar que as aprendizagens e criações borbulhem.

Não buscamos garantias, e não queremos métodos totalizantes e estruturais, convidamos a exploração de novas possibilidades livres e alegres em educação.

Estamos construindo possibilidades não uniformizadas de educação, que não se baseie tão somente em formalidades e certificações, e em espaços fechados em idades iguais. Estas socializações são artificiais e não correspondem com nenhum outro encontro social que teremos no mundo afora. Se for para fazer estágio, ou saídas de campo, que sejam na diversidade, em diversas idades, que sejam múltiplas, assim como é a vida. Que sejam no improviso, no espontâneo, no acaso, no ineditismo como acontece a vida. Certo que para isso precisamos superar sentimentos apequenadores que nos aprisionam, como medo, insegurança, desconfiança, garantias, permanência. Não mais temer., mas ousar. Vamos nos experimentar?

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Manipulações ideológicas do Facebook: muito além da omissão

Manipulações ideológicas do Facebook: muito além da omissão | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Pesquisadores desmentem alegações da rede de Zuckerberg e afirmam: ela estimula bolhas de opinião que excluem pensamentos diversos
Por Rafael Evangelista

Na última quinta, dia 7, pesquisadores do Facebook publicaram um artigo na revista Science analisando os efeitos de seu polêmico algoritmo de seleção, aquele pedaço de código que roda nas redes sociais e seleciona os amigos cujas publicações você vê ou não, quais aparecem primeiro e mais frequentemente e quais vão lá pra baixo da tela. Outros pesquisadores rapidamente apelidaram o artigo de “não é minha culpa”, dado o viés complicado na análise dos dados coletados. A conclusão principal do estudo é, basicamente, que a razão de vermos na nossa linha do tempo textos cuja tendência política é mais parecida com a nossa deriva de seleções feitas por nós mesmos.  Quanto mais diversos ideologicamente os nossos amigos, mais conteúdo diverso receberíamos. O Facebook só apimentaria um pouco isso, fazendo uma retirada, em tese mínima, do que é diverso. Entre 5 a 10% do que não se alinha à visão política do usuário é omitido pelo sistema.

Os portais e jornais brasileiros rapidamente repetiram a fala oficial, provavelmente seguindo algum release.

Mas, como mostra, Zeynep Tufecki, socióloga ligada ao Berkman Center, de Harvard, o estudo tem coisas bem mais interessantes escondidas. Coisas inclusive que complicam bastante as conclusões contidas no artigo original. ( ...).

 Em primeiro lugar, a amostra usada para o estudo é problemática.  Foram tomados dados de um pequeno subgrupo de usuários, aqueles que se auto-identificam como liberais ou conservadores (...). 

Além disso, o estudo meio que esconde coisas bem interessantes – que ficam fora também do release.  Uma delas é que há uma brutal variação entre a probabilidade de um link ser clicado se ele está disposto no topo da página ou lá embaixo. Ou seja, o Facebook não precisa sumir com um determinado link, basta dispô-lo no fim da linha do tempo (que “do tempo” não tem mais nada) que a chance de ser realmente visto será menor. Por exemplo, um link tem 20% de chance de ser clicado, por um conservador, se estiver no topo da página. Esse número cai para menos de 10% se estiver na décima posição e e vai a quase 5% se, além de estar em décimo, não for ideologicamente alinhado a esse leitor.

A supressão automática de posições políticas diversas à nossa, somada às regras utilizadas para o ordenamento das postagens são dois elementos que se complementam e não podem ser analisados em separado.

O fato de que evitamos de ler algo que não está politicamente alinhado a nossa visão de mundo não é exatamente uma novidade. É por isso que, idealmente, deveria haver uma variedade ideológica entre os meios de comunicação, refletindo os diferentes setores da sociedade.

O elemento novo trazido pelos algoritmos das redes sociais é que essa escolha não é mais transparente, não se trata mais de comprar o jornal A ou B, ou ver a TV B ou C. Os próprios pesquisadores, que são do Facebook e têm acesso aos códigos que rodam lá, não fizeram uma análise do algoritmo, do código, para mostrar seus efeitos. Eles trabalharam com a interação entre usuários e código, tentando ver o que emerge dali. O algoritmo em si mostra pouco, seria como tentar entender o futebol apenas lendo as regras do jogo.

Isso indica que a análise do consumo de notícias tem um problema técnico e de difícil compreensão pela frente. Um problema que envolve poder e que é agravado pela centralização da distribuição das notícias em poucas redes sociais, cuja propriedade é privada. Mais complicado ainda, em sua análise, para quem nem pode ler as regras, como nós. Um abacaxizão cibernético.


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O Renascimento da Criação: experiências híbridas gamificadas em uma exposição sobre da Vinci na #jovaed

O Renascimento da Criação: experiências híbridas gamificadas em uma exposição sobre da Vinci na #jovaed | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Tiago Eugênio
Muitas pessoas estão fora de SP e não conseguem aproveitar o que tem de melhor nessa cidade: exposições artísticas e culturais. Encurtar distâncias... Um sonho lúcido de Leonardo da Vinci que se materializou em seus projetos sobre máquinas e vestimentas voadoras.... 

A Paula Carolei e o Tiago Eugênio também sonham no encurtamento das distâncias e acreditam no poder da tecnologia para gerar empatia, troca de experiências e espaços de cocriação e mudança de paradigmas. 

Dessa forma, no dia 09 de maio a partir das 14h00min, eles emprestarão seus "olhos" para mostrar os sonhos e projetos desse grande gênio renascentista. 

Para tornar mais emocionante a experiência, a Paula e o Tiago participarão de um game recheado de mistérios, no qual eles se comportarão como "peças" controladas por pessoas em um grupo fechado do Whatsaap. Qualquer pessoa online poderá assistir os dois sendo controlados a distância dentro da exposição.

É um momento de doação, dos olhos e do corpo, para encurtar as distâncias sonhadas por Leonardo. 

Para mais informações acesse: 
https://docs.google.com/document/d/1fcqSqgyxKhRSe1FKjZssYnBilRSd2EiOXmBRtQJtyf8/edit

#EsseSonhoPrecisade3G #SOS3G #FIESP
#JOVAED #LeonardoGamificado #ThroughTheGlass 
#LeonardoDaVinci #Empatia #Periscope #LiveStreaming 

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Pedagogia de Projetos com a Plataforma Corais #jovaed

Pedagogia de Projetos com a Plataforma  Corais #jovaed | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Por Frederick van Amstel l Contato: usabilidoido@gmail.com

 

Sobre o Projeto
A Plataforma Corais está participando da Jornada Virtual da ABED, um evento que discute os rumos da educação à distância no Brasil. Este projeto será utilizado pelos membros da jornada para discutir as possibilidades de ensino e aprendizado utilizando a Plataforma Corais.
Serão duas atividades: uma videoconferência no dia 27/04/2015 às 16hs e discussões assíncronas durante o período de 27/04 a 03/05/2015. Ambas as atividades acontecerão neste projeto < http://corais.org/pedagogiadeprojetos/ >. ;

 

"Pedagogia de Projetos com a Plataforma Corais" discute as possibilidade pedagógicas da plataforma Corais, desenvolvida no Brasil, que permite organizar projetos colaborativos. Esta atividade conta com posts de blog, comentários e votações. Os participantes podem postar suas dúvidas como posts de blog e participar das discussões como comentários."

 

 

Orientações para Inscrição e Participação na Atividade:

 

1 Faça o cadastro na Plataforma Corais www.corais.org 

 

2 Se inscreva no projeto em http://corais.org/pedagogiadeprojetos/

(clicke em sSua inscrição para este projeto", ao lado do seu avatar) 

 

3 Acesse o link de acesso à videoconferência dia 27/05/2015 às 16h.

http://corais.org/pedagogiadeprojetos/node/84709

 

    Browser necessário: Firefox ou Chrome.
    Plugin: Flash.
    Máximo de participantes simultâneos: 40.

 

Para receber Certificado de Participação inscreva-se gratuitamente na Jovaed http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/inscricao/

 

 

 

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e-Portfólio como estratégia de avaliação na EaD #jovaed

e-Portfólio como estratégia de avaliação na EaD #jovaed | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Patrícia Beatriz de Macedo Vianna; Nora Cavaco e Cristiane Selister Radde

 

Atividade assíncrona, de 01/05/2015 a 10/05/2015;


O objetivo é instrumentalizar os participantes para o uso do e-portfólio como estratégia de avaliação na Educação a Distância.

 

Programa:
Bases conceituais: e-portfólio, avaliação formativa e somativa
Uso do e-portfólio como ferramenta de avaliação na EaD
Ferramentas Digitais para o desenvolvimento de e-portfólio
Apresentação e discussão de case

 

Orientações para Inscrição e Participação na Atividade:
A atividade será realizada por meio de um grupo fechado no Facebook:
https://www.facebook.com/groups/598103973659875/

Contato para Dúvidas sobre esta Atividade:
Patrícia Vianna - patricia.vianna@cesuca.edu.br

 

Inscreva-se gratuitamente na Jovaed para receber seu Certificado

http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/inscricao/

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Reflexões sobre o conceito PLE #jovaed #plejovaed

Reflexões sobre o conceito PLE #jovaed #plejovaed | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Patrícia B. Scherer Bassani

A atividade tem como objetivo aprofundar estudos sobre o conceito de Personal Learning Environments (PLE) e refletir sobre as possibilidades dessa abordagem no desenvolvimento de atividades educativas com uso de tecnologias digitais.


Orientações para Inscrição e Participação na Atividade:
A atividade acontecerá via Twitter. Você pode acompanhar e participar da discussão utilizando a hashtag #plejovaed.


Contato para Dúvidas sobre esta Atividade:
Patrícia Scherer Bassani  patriciab@feevale.br


Inscreva-se gratuitamente na Jovaed para receber seu Certificado

http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/inscricao/

 

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Jovaed 2015 - Abed

Jovaed 2015 - Abed | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Jornada Virtual ABED de EAD
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paula ugalde's curator insight, April 26, 1:44 PM

A JOVAED - Jornada Virtual ABED de Educação a Distância é um evento online, aberto, gratuito e certificado, organizado pela ABED - Associação Brasileira de Educação a Distância, sob a coordenação de João Mattar. 


A JOVAED acontece de 27 de Abril a 10 de Maio de 2015. Envolve diversas atividades síncronas e assíncronas em múltiplas plataformas, como: ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais, blogs e microblogs, dispositivos móveis e webconferências, dentre outras.

 

As atividades serão coordenadas por diversos profissionais que se destacam na prática e reflexão sobre EaD, no Brasil e no exterior.

O tema da JOVAED neste ano é Inovação em Educação a Distância.

Quais inovações têm marcado a Educação a Distância nos últimos anos? Que novas ferramentas têm sido utilizadas em EaD? Que novas pedagogias têm surgido para a Educação a Distância? Essas e outras questões serão discutidas nas atividades da JOVAED 2015.

 

http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/apresentacao/

 

A hashtag para a JOVAED é #jovaed

 

Inscreva-se gratuitamente na Jovaed para receber seu Certificado

http://www.abed.org.br/hotsite/jovaed-2015/pt/inscricao/