Pensares EOL: Las redes sociales como herramienta en las universidades | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Ya sabemos cómo las redes sociales han impactado el mundo de internet. Hemos hablado largo y tendido sobre ello en Bitelia, y también hemos mencionado algunas veces qué influencia tienen en la educación.

 

Interessante o estudo sobre o uso das redes sociais pelas universidades norte-americanas. Caberia um mesmo estudo nas demais universidades e, sendo brasileira, o interesse recai sobre os usos no Brasil, sendo que li alguns relatos de pesquisas bem interessantes por aqui.

 

Universidades que não compreendem bem as mídias e as redes sociais preocupam, porque não atendem as necessidades de desenvolvimento dos profissionais da Era Digital.

 

As questões fazem pensar! Conheço algumas poucas que incluem propostas de atividades de aprendizagem nas redes sociais mas - certamente, isso não serve de parâmetro para extrairmos uma medida. Sei que não tive contato com redes sociais via curso de especialização. O máximo que chegamos, foi a pesquisar sobre as possivilidades educacionais das mídias.

 

E conheço vários docentes que usam com bastante parcimônia as redes sociais. Entram tão pouco que não chegam sequer a interagir em cima de temáticas, quiçá estabelecer 'nós' com os interagentes. Observo trocas de informações sobre cursos em que estão professores e a prevalência da postagem de links interessantes, com interações eventuais.

 

Gostaria de saber se os docentes, quando estão nas redes, o fazem a trabalho ou para atualização pessoal/profissional? Suspeito que a grande maioria esteja fora do horário, por desejo de interagir, se atualizar, trocar com as pessoas, conhecer os difrentes pensares, pesquisar os movimentos na cibercultura e ainda, para empreender projetos de interesse ou demanda de trabalho mas não necessariamente configurando 'aulas'. Temos vários grandes professores pesquisadores interagindo com as pessoas nas redes e, com isso, contrubuindo grandemente, para amplificar saberes dos que se colocam próximos. 

 

Acredito que as ações em rede - consideradas suas especificidades e resultados intangíveis, devam ser valorizadas pelas instituições, tanto quanto as produções acadêmicas. O que dizem? Podemos pensar em legitimar ações docentes em redes, contributivas para a autoformação dos professores? 

 

Alguns mantém grandes grupos, especialmente no Facebook, onde destaco o "A Cultura Digital e a Formação de Professores"< http://migre.me/7R4d3 >, criado por Nuria Pons; o "Recursos Educacionais Abertos" [REA] < http://migre.me/7R4lu >, criado por Débora Sebriam em parceria com Carolina Rossini e Priscila Gonsales, do REA Brasil < http://rea.net.br/ >; o "Educação Sem Distância" < http://migre.me/7R4vj >, criado por Romero Tori e o já 'ex' "Filtros Educação & Aprendizagem XXI < http://migre.me/7R4Br >, criado por João Felipe Mitre e outros, onde está essa que 'vos fala' ;) 

 

Temos grandes eventos online, promovidos por inúmeros atores sociais, individuais e coletivos. O twitter é bastante usado para ações e eventos de aprendizagem diversos, bem como outras redes.

 

O primeiro twittcam que participei foi uma atividade de curso da Profa. Renata Aquino. Foi espontâneo como as açõs em rede: estava no twitter e li algo que twitou, perguntei e, vendo o interesse, gentilmente convidou a participar. Foi quando tive pude conhecer um pouco das possibilidades de uso e chamou a atenção os diálogos focados. Aproveito para agradecer pela feliz oportunidade, bem como aos demais! Não tem 'paga' as aprendizagens em rede e espero que mais e mais IES percebam as vantagens e cheguem mais!!

 

 


Via Mariano Fernandez S., José Moraga Campos