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EOL: Pensares compartilhados... "8 Buenas Prácticas, para evitar la deserción en un Curso Virtual"

EOL: Pensares compartilhados... "8 Buenas Prácticas, para evitar la deserción en un Curso Virtual" | CoAprendizagens XXI | Scoop.it

As reflexões do autor acerca dos fatores que impactam na motivação em cursos online e resultam na evasão e as sugestões para evitá-las são contributivas, ainda que não sejam novidade para vários pesquisadores e professores que convergem nestas defesas. 

Por que será então, que mesmo sabendo disso não conseguimos avançar tanto quanto desejaríamos na modificação desse contexto? 

Algo que chama a atenção em vários escritos sobre a educação é o fato de conterem apenas reflexões mais práticas, da ordem dos princípios metodológicos, parecendo desconsiderarem que os princípios ontológicos apontam para o paradigma no qual se desenvolve o fazer educativo e os princípios epistemológicos, que fundamentam a práxis, via Teorias. 
Sinto falta de aprofundamentos dessa grandeza nas formações docentes pois que, o professor que possui clareza do que faz, do 'porque' faz, sabe como fazer e isso lhe respalda ao ponto de construir as próprias estratégias de ações mais adequadas a cada um e tod@s, nos diferentes contextos de aprendizagem.

Muito pertinentes as críticas ao fato de pouco se discutir no meio acadêmico os motivos das desistências. Vale a leitura e gostaria de propor ao leitor o 'simples' exercício de se [re] pensar em sua prática professoral, com base nestas discussões, buscando investigar e compreender 'aonde' está, enquanto agente educacional, a que tipo de formação suas práticas servem, se elas tem mais convergências ou destoam das necessidades de aprendizagens atuais, dos novos sujeitos sociais e cognitivos. Em que medida está conseguindo dar 'conta' da tarefa e quais suas necessidades de desenvolvimento enquanto docentes.  

 

Quanto aos alunos se inscreverem em cursos imaginando ser uma coisa e, ao longo do curso, perceberem que é outra, também é fato e opino que também atrelado a falta de totalidades teórico-práticas que tornem o ofertado prática ou esta devidamente descrita nas ofertas de cursos.

 

Vemos muitos discursos pós-modernOSOS afirmando oferecerem o que não procede. 

 

Desejaria que esse post do autor chegasse a mais acadêmicos para que pudessem refletir o que tem e o que poderiam ter. ;) 

 

 


Via Juan Jesús Baño Egea, Jairo Acosta Solano
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Ainda não acabou a Distância! Não em todas as Instituições! Não para Tod@s! 'Lamentavelmente'! Pensando "Educación a distancia o sin distancia."

Ainda não acabou a Distância! Não em todas as Instituições! Não para Tod@s! 'Lamentavelmente'! Pensando "Educación a distancia o sin distancia." | CoAprendizagens XXI | Scoop.it

Entre o desejável e o que temos [ou seu contrário]; entre o que acreditamos e as práticas correntes, as vezes temos uma grande distância. 

Desejo um dia poder concordar com o que esse grande Maestro escreve.... 


A postura docente distante impacta nas aprendizagens, por 'n' motivos. Alguns especialistas pouco dialogam e menos ainda 'se mostram' aos aprendentes, o que trunca o processo e compromete as aprendizagens, ainda que a intenção seja o contrário.

Opino que a distância sempre existiu, pensando nos padrões de trocas entre professores e alunos: os professores tinham - e vários ainda tem, o que costumo chamar de 'Síndrome de Canudos', que os faz se manterem distantes, 'acima' dos cursistas. E é por isso que digo que não acabou a diatância. Não em todos os espaços institucionais, não para todos, 'lamentavelmente'.

Replicando as ideias do Professor Marco Parangolé, as quais compartilho "Falta Interatividade Comunicacional Dialógica!"

[SILVA, Marco. Falta Interatividade. Carta Capital. Carta na Escola. Dez, 2011]

 

"La educación a distancia, también denominada en otros momentos, como educación abierta, por correspondencia, no presencial o estudios dirigidos, tiene entre todas estas denominaciones un elemento común: la distancia...


Via L. García Aretio
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