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Nova Educação: que papel terá o professor? by Admin 26 de Abril de 2013 Outras Mídias

Nova Educação: que papel terá o professor? by Admin 26 de Abril de 2013 Outras Mídias | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Ele nunca reassumirá condição de fonte do saber. Fará algo muito mais refinado: identificar potencialidades dos alunos e orientar sua pesquisa

 

Por Vagner Alencar, no Porvir

 

A principal função desse “novo” profissional está a de desenvolver currículos e projetos interdisciplinares, integrando às novas tecnologias. “O professor designer de currículo é a expressão maior e mais completa do mestre contemporâneo. Vai além de ministrar o conteúdo estrito senso, mas é também responsável por preparar o educando para o hábito de aprender a aprender, desenvolvendo habilidades de aprendizagem que são consideradas imprescindíveis aos profissionais e cidadãos em um mundo centrado na inovação”, afirma Ronaldo Mota, ex-secretário Nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e atualmente professor visitante do Instituto de Educação da Universidade de Londres.

Esses profissionais tanto podem se dedicar exclusivamente ao design de currículo quanto podem ser professores que intercalam essa função com sua prática de sala de aula. De acordo com Mota, eles poderão, por exemplo, criar portais interativos para abrigar suas videoaulas e outros recursos multimídia ou ainda estimular os estudantes para que criem seus próprios blogs. Os portais poderão servir como ambientes – além da sala de aula – para relação permanente entre o educador e os educandos, bem como os educandos entre si.

Mota, que também foi Secretário Nacional de Educação Superior, aponta como outra nova demanda desses designers de currículo a criação de Moocs (Massive Open On-line Course, cursos on-line gratuitos e em grande escala) . “Isso vai ser uma enorme revolução, uma vez que o professor tradicional gradativamente se transformará no designer educacional, que vai precisar dominar a tecnologia para produzir essas aulas”, afirma.

 

Mas nem tudo é tecnologia. Em escolas onde o modelo vigente inclui aprendizado baseado por projeto, por exemplo, esse profissional cria aulas que envolvem ações transdisciplinares... 

http://goo.gl/jxwtM >;

 

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PT quer impulsionar regulação dos meios de comunicação em 2012 - politica - Estadao.com.br

PT quer impulsionar regulação dos meios de comunicação em 2012 - politica - Estadao.com.br | CoAprendizagens 21 | Scoop.it
Documento preliminar debatido pelo diretório nacional do PT, reunido hoje, em Brasília, defende que o partido impulsione, em 2012, a 'campanha (RT @Estadao: PT quer impulsionar regulação dos meios de comunicação em 2012:...

 

Importante ação que já deveria estar sendo operacionalizada mas antes tarde do que nunca. Urge que os meios de comunicação sejam democratizados, expecialmente a internet, que é capaz de agregar em si todos os demais meios, além de ser mais democrática, permitindo o empoderamento 'relativo' dos interagentes na web.

 

Já sobre o Marco Regulatório, a ação requer extremo cuidado, a fim de que não se torne um instrumento coibitivo as ações hackers tão contibutivas para a inovação e o desenvolvimento social e mesmo civilizatório, se pensarmos que o local infere no global. Lembrando Augusto de Franco, precisamos pensar 'glocalmente' e com a 'ética hacker', como já vem propondo grandes pesquisadores inovadores. [Ver vídeos abaixo]

 

"Conectar Igualdad'', por Nelson Pretto. < http://youtu.be/K_77G9n4Yos >

"Ética Hacker para crianças e adolescentes", por Alex Primo. < http://youtu.be/K_77G9n4Yos >

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Web 2.0 na Educação, Entrevista do Portal Educação ao Professor João Mattar

 

 

Mattar relata várias experiências e leituras da prática docente no uso das tecnologias na educação. 

A utilização da web 2.0 na educação veio para ficar (MATTAR, 2011). E não poderia ser diferente na Cultura Digital. Permanece a inquietação com o fato de que a prática não é usual em vários espaços educativos e diante disso, penso que cabe indagar "Como ficam as aprendizagens dos alunos? Que competências para atuar no mercado de trabalho e no mundo?

Certo que também esses alunos estão aprendendo 'per si' o uso instrumental da web 2.0 e das tecnologias em geral e com mais facilidade do que os adultos. Entretanto, como o autor enfatiza, os alunos sabem usar as tecnologias de modo social, "para a comunicação" mas não para a educação, para a construção de saberes importantes. Aí entra o papel dos professores e com a tarefa de engendrar usos educacionais para as interfaces das web 2.0 que, sabidamente não foram criadas com fins educacionais. 

Será que as formações ou cursos de aperfeiçoamento dos docentes atendem a demanda de instigar aprendizagens de autoria capazes de balizar a ação?

Como podemos avaliar a qualidade das diferentes ofertas de cursos neste interím?

E os cursos de formação continuada ofertados pelo governo que vem em belos pacotes fechados, desconsiderando as diferentes realidades?

Podemos pensar na validade destes cursos para professores de escolas que não contam com boa conexão a internet?

O professor traz boas alternativas a formação dos professores para o uso educacional das TICs em sala.

Percebo que vários colegas desejam aprender e avançar no sentido refletido. Que os alunos *pedem* e nos *desafiam* a incorporar as tecnologias nas propostas educativas...

A percepção de que clamam por práticas renovadas - para além do uso das TICs parece não perpassar a muitos, professores, alunos e *gestores*... 

Como os professores podem/podemos inovar sem que o uso educacional adequado das tecnologias esteja contemplado nos Projetos Político Pedagógicos? 

 

PS O comentário sobre a entrevista do Professor João Mattar foi criado com a devida indicação da fonte. A saber, o post "Web 2.0 na Educação", de 29 de dezembro de 2011, no blog do autor "De Mattar, antes pato que gato-sapato". Entretanto, aparentemente não consegui inserir a URL?! Problema de *B.I.O.S* desta DEScuradora?! :D

Deixo novamente os links da entrevista!! Vale conferir!!

http://joaomattar.com/blog/2011/12/29/web-2-0-na-educacao/ 

http://youtu.be/E7GCErWWBLk

 

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paula ugalde's comment, December 10, 2012 7:06 AM
Que #honra replicar grande Juandom!! #Sucesso sempre!!
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Professores autorais fazem a diferença na Educação

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Texto Chat Debate com Luiz Algarra "As relações entre educação, sociedade e trabalho"

paula ugalde's insight:

by EducaRed 2012-2013, Fundación Telefônica, 22.05.2012 [texto em pdf]

 

Grande debate!! Confere os demais dematedores!!

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EOL: Pensares compartilhados... "8 Buenas Prácticas, para evitar la deserción en un Curso Virtual"

EOL: Pensares compartilhados... "8 Buenas Prácticas, para evitar la deserción en un Curso Virtual" | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

As reflexões do autor acerca dos fatores que impactam na motivação em cursos online e resultam na evasão e as sugestões para evitá-las são contributivas, ainda que não sejam novidade para vários pesquisadores e professores que convergem nestas defesas. 

Por que será então, que mesmo sabendo disso não conseguimos avançar tanto quanto desejaríamos na modificação desse contexto? 

Algo que chama a atenção em vários escritos sobre a educação é o fato de conterem apenas reflexões mais práticas, da ordem dos princípios metodológicos, parecendo desconsiderarem que os princípios ontológicos apontam para o paradigma no qual se desenvolve o fazer educativo e os princípios epistemológicos, que fundamentam a práxis, via Teorias. 
Sinto falta de aprofundamentos dessa grandeza nas formações docentes pois que, o professor que possui clareza do que faz, do 'porque' faz, sabe como fazer e isso lhe respalda ao ponto de construir as próprias estratégias de ações mais adequadas a cada um e tod@s, nos diferentes contextos de aprendizagem.

Muito pertinentes as críticas ao fato de pouco se discutir no meio acadêmico os motivos das desistências. Vale a leitura e gostaria de propor ao leitor o 'simples' exercício de se [re] pensar em sua prática professoral, com base nestas discussões, buscando investigar e compreender 'aonde' está, enquanto agente educacional, a que tipo de formação suas práticas servem, se elas tem mais convergências ou destoam das necessidades de aprendizagens atuais, dos novos sujeitos sociais e cognitivos. Em que medida está conseguindo dar 'conta' da tarefa e quais suas necessidades de desenvolvimento enquanto docentes.  

 

Quanto aos alunos se inscreverem em cursos imaginando ser uma coisa e, ao longo do curso, perceberem que é outra, também é fato e opino que também atrelado a falta de totalidades teórico-práticas que tornem o ofertado prática ou esta devidamente descrita nas ofertas de cursos.

 

Vemos muitos discursos pós-modernOSOS afirmando oferecerem o que não procede. 

 

Desejaria que esse post do autor chegasse a mais acadêmicos para que pudessem refletir o que tem e o que poderiam ter. ;) 

 

 


Via Juan Jesús Baño Egea, Jairo Acosta Solano
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UNESCO IITE | Publications | "Open Educational Resources in Brazil: State-of-the-Art, Challenges and Prospects for Development and Innovation"

UNESCO IITE | Publications | 	"Open Educational Resources in Brazil: State-of-the-Art, Challenges and Prospects for Development and Innovation" | CoAprendizagens 21 | Scoop.it

Leio há alguns dias o livro. Chama a atenção o "Copyright" em uma publicação de Oers e/ou REAs e a inexistência de qualquer autorização interna no sentido de autorizar seu remix, obras derivadas & tal. Também o registro de que as "designações empregadas" e a "apresentação do material" não representarem a "expressão de qualquer opinião" da UNESCO, sobre as questões jurídicas dos direitos autorais no mundo. Enfim...

Grande contribuição contida no livro. Leitura fundamental para aprofundarmos sobre a proposta, que amplifica as ações para a democratização do Conhecimento e da Cultura. 

 


Via Maria João
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