CoAprendizagens XXI
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Learning Creative Learning

Learning Creative Learning | CoAprendizagens XXI | Scoop.it

Learning Creative Learning is a course offered at the MIT Media Lab.

It introduces ideas and strategies for designing technologies to support creative learning. This semester, for the first time, P2PU and the Media Lab are working together to bring the course online. We are opening up the seminars, course materials, and hands-on activities to anyone with a computer and Internet access. It's a big experiment, we expect to learn a lot, and we hope you'll enjoy it...

 
Paula Ugalde's insight:

eu #vou!!

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Colaborar en Entornos Virtuales: Guía docente


Via L. García Aretio
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Pensares EOL: Las redes sociales como herramienta en las universidades

Pensares EOL: Las redes sociales como herramienta en las universidades | CoAprendizagens XXI | Scoop.it
Ya sabemos cómo las redes sociales han impactado el mundo de internet. Hemos hablado largo y tendido sobre ello en Bitelia, y también hemos mencionado algunas veces qué influencia tienen en la educación.

 

Interessante o estudo sobre o uso das redes sociais pelas universidades norte-americanas. Caberia um mesmo estudo nas demais universidades e, sendo brasileira, o interesse recai sobre os usos no Brasil, sendo que li alguns relatos de pesquisas bem interessantes por aqui.

 

Universidades que não compreendem bem as mídias e as redes sociais preocupam, porque não atendem as necessidades de desenvolvimento dos profissionais da Era Digital.

 

As questões fazem pensar! Conheço algumas poucas que incluem propostas de atividades de aprendizagem nas redes sociais mas - certamente, isso não serve de parâmetro para extrairmos uma medida. Sei que não tive contato com redes sociais via curso de especialização. O máximo que chegamos, foi a pesquisar sobre as possivilidades educacionais das mídias.

 

E conheço vários docentes que usam com bastante parcimônia as redes sociais. Entram tão pouco que não chegam sequer a interagir em cima de temáticas, quiçá estabelecer 'nós' com os interagentes. Observo trocas de informações sobre cursos em que estão professores e a prevalência da postagem de links interessantes, com interações eventuais.

 

Gostaria de saber se os docentes, quando estão nas redes, o fazem a trabalho ou para atualização pessoal/profissional? Suspeito que a grande maioria esteja fora do horário, por desejo de interagir, se atualizar, trocar com as pessoas, conhecer os difrentes pensares, pesquisar os movimentos na cibercultura e ainda, para empreender projetos de interesse ou demanda de trabalho mas não necessariamente configurando 'aulas'. Temos vários grandes professores pesquisadores interagindo com as pessoas nas redes e, com isso, contrubuindo grandemente, para amplificar saberes dos que se colocam próximos. 

 

Acredito que as ações em rede - consideradas suas especificidades e resultados intangíveis, devam ser valorizadas pelas instituições, tanto quanto as produções acadêmicas. O que dizem? Podemos pensar em legitimar ações docentes em redes, contributivas para a autoformação dos professores? 

 

Alguns mantém grandes grupos, especialmente no Facebook, onde destaco o "A Cultura Digital e a Formação de Professores"< http://migre.me/7R4d3 >, criado por Nuria Pons; o "Recursos Educacionais Abertos" [REA] < http://migre.me/7R4lu >, criado por Débora Sebriam em parceria com Carolina Rossini e Priscila Gonsales, do REA Brasil < http://rea.net.br/ >; o "Educação Sem Distância" < http://migre.me/7R4vj >, criado por Romero Tori e o já 'ex' "Filtros Educação & Aprendizagem XXI < http://migre.me/7R4Br >, criado por João Felipe Mitre e outros, onde está essa que 'vos fala' ;) 

 

Temos grandes eventos online, promovidos por inúmeros atores sociais, individuais e coletivos. O twitter é bastante usado para ações e eventos de aprendizagem diversos, bem como outras redes.

 

O primeiro twittcam que participei foi uma atividade de curso da Profa. Renata Aquino. Foi espontâneo como as açõs em rede: estava no twitter e li algo que twitou, perguntei e, vendo o interesse, gentilmente convidou a participar. Foi quando tive pude conhecer um pouco das possibilidades de uso e chamou a atenção os diálogos focados. Aproveito para agradecer pela feliz oportunidade, bem como aos demais! Não tem 'paga' as aprendizagens em rede e espero que mais e mais IES percebam as vantagens e cheguem mais!!

 

 


Via Mariano Fernandez S., José Moraga Campos
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Redes Sociais na Educação. Maysa Brum

by Maysa Brum

 

Redes Sociais na Educação 

 

Por que? Onde? 

 

Homozappiens, Geração Next, Millennials...

 

Na Escola aprendem tudo, menos o que vão usar na vida...

 

Aprendizagem: Como mudou por causa da tecnologia.

Definir aprendizagem para o professor, aluno, escola, gestot...

Aprendizagem ao longo da Vida, aprendizagem informal

 

Comunidades, grupos, rede = Interação..

 

Teorias de Aprendizagem.. Aprender em rede..

 

E o professor? E as Instituições de Ensino?...

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Redu | A Rede Social Educacional

Começo com novos links proposto pelo grupo de redes sociais http://t.co/PC1OUKi2 http://t.co/01OkFOgr...
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Ainda não acabou a Distância! Não em todas as Instituições! Não para Tod@s! 'Lamentavelmente'! Pensando "Educación a distancia o sin distancia."

Ainda não acabou a Distância! Não em todas as Instituições! Não para Tod@s! 'Lamentavelmente'! Pensando "Educación a distancia o sin distancia." | CoAprendizagens XXI | Scoop.it

Entre o desejável e o que temos [ou seu contrário]; entre o que acreditamos e as práticas correntes, as vezes temos uma grande distância. 

Desejo um dia poder concordar com o que esse grande Maestro escreve.... 


A postura docente distante impacta nas aprendizagens, por 'n' motivos. Alguns especialistas pouco dialogam e menos ainda 'se mostram' aos aprendentes, o que trunca o processo e compromete as aprendizagens, ainda que a intenção seja o contrário.

Opino que a distância sempre existiu, pensando nos padrões de trocas entre professores e alunos: os professores tinham - e vários ainda tem, o que costumo chamar de 'Síndrome de Canudos', que os faz se manterem distantes, 'acima' dos cursistas. E é por isso que digo que não acabou a diatância. Não em todos os espaços institucionais, não para todos, 'lamentavelmente'.

Replicando as ideias do Professor Marco Parangolé, as quais compartilho "Falta Interatividade Comunicacional Dialógica!"

[SILVA, Marco. Falta Interatividade. Carta Capital. Carta na Escola. Dez, 2011]

 

"La educación a distancia, también denominada en otros momentos, como educación abierta, por correspondencia, no presencial o estudios dirigidos, tiene entre todas estas denominaciones un elemento común: la distancia...


Via L. García Aretio
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