Alexandria: História, Filosofia e Sociologia
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2°G: Filosofia, história e sociologia.
Integrantes: Alex Gustavo n°1; Augusto de Lima n°2; Lucas Antonio n°26; Milena Ferreira n°32; Thamires Crechi n°39; Victor Gomes n°40; Dyvine Silva n°43
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Alexandria: sociedade e filosofia

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Victor Gomes's insight:

1°:Uma frase que choca e mostra a ignorância dos intolerantes primeiros cristãos é: quando o líder Cirilo é questionado de tanta morte se Deus realmente estava naquele negócio , ele responde: “quem somos nós para querermos agir iguais a Deus?” E continuou a matança. Naquela época quem questionasse, quem não fizesse o que se mandava era morto e apedrejado tanto quanto um cristão antigamente.
2°: Caracteriza o poder , por exemplo oreste fingiu se converte pra obter poder como prefeito, mas mesmo assim foi fiel ao seu amor a hipátia , e suas conseguencias foram apedrejamento e etc .
3°: Hipacia(ou Hipátia), se baseava no primeiro axioma de Euclides, que de fato era "se duas coisas são iguais a uma terceira coisa, então elas são todas iguais entre si". E dizia também: "Mais coisas nos unem do que nos dividem".
4°: A influência religiosa ainda existe nos dias de hoje, as cenas de matança são raras, mas ainda está presente, como por exemplo, aconteceu em Agosto deste ano, em Egito (Cairo) um massacre que resultou 278 mortos (entre quais, 43 eram policiais) e mais de 1.400 ficaram feridas. Em pleno século XXI, podemos observar que a intolerância para com as pessoas negras continua muito grande. Em uma sociedade como a nossa, esta espécie de preconceito não mais deveria existir, pois somos pessoas de cultura diversificada, ativa, mas infelizmente vivemos em uma sociedade eminentemente machista que só considera padrão homem-branco-adulto-heterossexual. Com esta internalização que é imposta desde que somos crianças, podemos dizer que a intolerância é cultural, e que caminha gradativamente para um caos que há muito tempo vem trazendo tanto sofrimento e desigualdade em nosso meio; o qual chamamos de homofobia, etimologicamente o termo que expressa o medo de quem gosta do igual.

 

Bibliografia: Filme Alexandria; Wikipédia.

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Intolerância Religiosa

Victor Gomes's insight:

Esse pequeno vídeo aponta alguns importantes momentos da história que comprovam que o preconceito, a hostilidade e a violência continuam vitimando cristãos em várias partes do mundo.

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Intolerância religiosa no Brasil

Intolerância religiosa no Brasil | Alexandria: História, Filosofia e Sociologia | Scoop.it
Victor Gomes's insight:

Com o crescimento da diversidade religiosa no Brasil é verificado um crescimento da intolerância religiosa, tendo sido criado até mesmo o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa (21 de janeiro) por meio da Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, sancionada pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, o que foi um reconhecimento do próprio Estado da existência do problema.1 2 3
A Constituição prevê a liberdade de religião e a Igreja e o Estado estão oficialmente separados, sendo o Brasil um Estado laico. A legislação brasileira proíbe qualquer tipo de intolerância religiosa, sendo a prática religiosa geralmente livre no país. Segundo o "Relatório Internacional de Liberdade Religiosa de 2005", elaborado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, a "relação geralmente amigável entre religiões contribui para a liberdade religiosa" no Brasil
Legislação brasileira
O Brasil tem normas jurídicas que visam punir a intolerância religiosa.
No Brasil, a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, alterada pela Lei nº 9.459, de 15 de maio de 19976 , considera crime a prática de discriminação ou preconceito contra religiões.
Em tal lei, são considerados crimes de discriminação ou preconceito contra religiões as práticas prescritas nos seguintes artigos: art 3º (“Impedir ou obstar o acesso de alguém, devidamente habilitado, a qualquer cargo da Administração Direta ou Indireta, bem como das concessionárias de serviços públicos”), art. 4º (“Negar ou obstar emprego em empresa privada”), art. 5º (“Recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador”), art. 6º (“Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau”), art. 7º (“Impedir o acesso ou recusar hospedagem em hotel, pensão, estalagem, ou qualquer estabelecimento similar”), art. 8º (“Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares, confeitarias, ou locais semelhantes abertos ao público”), art. 9º (“Impedir o acesso ou recusar atendimento em estabelecimentos esportivos, casas de diversões, ou clubes sociais abertos ao público”), art. 10º (“Impedir o acesso ou recusar atendimento em salões de cabeleireiros, barbearias, termas ou casas de massagem ou estabelecimento com as mesmas finalidades”), art. 11º (“Impedir o acesso às entradas sociais em edifícios públicos ou residenciais e elevadores ou escada de acesso aos mesmos”), art. 12 (“Impedir o acesso ou uso de transportes públicos, como aviões, navios barcas, barcos, ônibus, trens, metrô ou qualquer outro meio de transporte concedido”), art. 13 (“Impedir ou obstar o acesso de alguém ao serviço em qualquer ramo das Forças Armadas”), art. 14 (“Impedir ou obstar, por qualquer meio ou forma, o casamento ou convivência familiar e social”), art. 20 (“Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”), e, art 20, § 1º, (“Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo”).
Isso não significa que essas sejam as únicas condutas criminosas previstas na legislação brasileiras em relação a intolerância e perseguição religiosa. Punição a incitações a violência, como agressões ou até mesmo homicídios, por motivos religiosos ou não, estão previstos no Código Penal brasileiro.
Essa legislação, no entanto, não retira o direito à crítica que os seguidores de uma denominação religiosa (ou mesmo quem não segue uma) podem fazer aos de outra (ou mesmo a quem não segue uma). Isso está garantido na Constituição Federal do Brasil de 1988, pela cláusula democrática, presente no art. 1º (“A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito”), pelo art. 5º, IV (“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”), pelo art. 5º, VI, (“é inviolável a liberdade de consciência e de crença”), pelo art. 5º, VIII, (“ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”), e pelo art. 5º, IX, (“é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”).
E, por força do art. 5º, § 2º, (“Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte”) da Constituição Federal do Brasil, também são aplicáveis o previsto no art. XVIII da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que expressa que “toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião”, combinado com o artigo XIX, também da declaração dos direitos humanos, que expressa que “toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão”.

 

Bibliografia: Wikipédia.

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