Alexandria
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Participantes

Alunos participantes : Jessy Brenda da Silva Gomes nº 45

Mônique Souza nº 31

Samara Santos nº 38

Luana Lacerda nº 26

Camila Michelle nº 9

da série : 2º A

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Religião e a Política

Religião e a Política | Alexandria | Scoop.it

Em uma época em que se procura organizar o pensamento cristão, surgem, além das várias seitas, também vários modos de constituir esse pensamento segundo alguns critérios. Para alguns, a fé é suficiente em si mesma para convencer e converter as pessoas da “boa-nova”. Para outros, faz-se necessária a utilização da filosofia grega para justificar racionalmente a fé cristã. Nesse ambiente, surge nos primórdios do século III a famosa Escola de Alexandria. Seu primeiro defensor, ainda que fosse o seu fundador, era Clemente.

Clemente via que a filosofia grega era boa e que, portanto, deveria ser derivada do próprio Deus. Os homens que filosofam buscam explicar a realidade e a si mesmo, fugindo dos vícios e paixões que não os permitem desenvolver sua espiritualidade. Os homens maus, segundo Clemente, não filosofam. Embora desenvolvida sob a égide do paganismo, a filosofia dos gregos antecipa, prepara esse povo para a mensagem de Cristo.

Segundo Clemente, antes de Jesus e do Novo Testamento, havia a Lei do Antigo Testamento e a Razão natural grega como instrumento indireto de Deus para guiar os homens. Ele percebe que a filosofia exerceu um papel pedagógico, orientando os gentios para o cristianismo, ainda que inconsciente disso. Não possuindo nem a Lei (judaica), nem a fé, a verdade sobrevinha aos gregos através da razão. Esta é uma forma indireta de Deus nos comunicar a verdade.

Os homens que viviam na Grécia conforme a virtude, isto é, com honestidade, bondade, coragem, etc., são exemplos de que o cristianismo tem uma continuidade da filosofia antiga. Clemente exemplifica que a história da verdade é como um curso de água que tem duas grandes correntes: uma nascida da Lei revelada aos judeus no Antigo Testamento; a outra, da razão especulativa dos filósofos gregos. Ambas confluem numa terceira corrente que é a fé revelada do Deus que se tornou carne, o Deus cristão.

Para Clemente, que se esforça em traçar um paralelo entre a filosofia e a Lei judaica, a revelação cristã não veio para abolir a Lei, mas sim para cumpri-la. Assim, a fé não deveria abolir a razão, já que esta representa para o grego o que a Lei do Antigo Testamento representa para os judeus. Dessa forma, a filosofia seria útil para preparar a fé àqueles que ainda não a alcançaram e isto seria feito pela justificação racional dos dogmas cristãos. Além disso, a filosofia seria útil aos que já professam a fé, pois ajudaria na defesa argumentativa da fé contra aqueles que a ridicularizam.

Outro modo de comprovar a utilidade da filosofia seria a compreensão de que Deus distribui muitos dons diferentes para cada pessoa. Assim, temos pessoas mais inteligentes, outras mais sensíveis, outras mais observadoras, etc. Se essas características são dádivas, por que menosprezar a razão ao invés de pô-la a serviço da fé, compreendendo que ela também é um dom divino? No entanto, a razão não deve ir além dos limites estabelecidos pela fé. A razão é meramente uma auxiliar desta. A filosofia é a busca da sabedoria e somente a fé na verdade revelada pode nos atestar essa sabedoria.

Portanto, Clemente é daqueles pensadores que confiam e defendem uma conciliação entre a fé e a razão, sendo a fé o critério de verdade, já que nela o Lógos se faz verdade total em Cristo. À razão dos antigos que perceberam essa verdade apenas de modo parcial, cabe auxiliar a fé. Desse modo, é preciso “crer para compreender”.

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Física e Biologia

Física e Biologia | Alexandria | Scoop.it

Existem dois modelos de conhecimento à época da história narrada no filme, a Física e a Biologia.

A Física aparece por meio de teorias sobre a rotação do planeta Terra em torno do sol; E também na discussão entre cristãos e pagãs, se a Terra é plana ou redonda. A Biologia naquela época, não era muito usada , pelo fato de não ter uma resposta exata de nada que eles queriam saber, eles não aceitavam o fato de não entenderem o que acontecia com o corpo humano.

 

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Cristianismo e Paganismo

Cristianismo e Paganismo | Alexandria | Scoop.it

A primeira proibição efectiva dos cultos pagãos foi decretada no Império Romano em 392. Por essa altura, deu-se a última séria tentativa da aristocracia apresentar um pretendente pagão à chefia do Império.1

Em 435 as medidas contra o paganismo foram reforçadas com a pena de morte para quem continuasse a fazer rituais pagãos, que envolviam sacrificios humanos e de animais.2As dificuldades da Igreja ainda cresceram com as invasões bárbaras do século V. A maioria dos invasores eram pagãos, mas verificou-se um ponto de viragem à volta do ano 500, quando os Francos se converteram do paganismo ao cristianismo. Com a conversão dos lombardos arianos e dos pagãos anglo-saxónicos à volta do ano 680, o cristianismo passou a dominar quase por completo o espaço cultural da Europa ocidental.

Entre os habitantes do campo e nos estratos mais baixos da sociedade, porém, o paganismo continuou de forma mais ou menos mitigada. Os pagãos não se tornaram cristãos do dia para a noite. Os sacerdotes cristãos passaram a cristianizar muitas festas pagãs, dando-lhes um novo sentido. A maioria dos templos Pagãos foram sendo derrubados e no seu lugar erigidas igrejas da nova fé. O que a Igreja não conseguía destruir das antigas práticas religiosas, adaptava, transformando-as em práticas cristãs. No Natal, por exemplo, mantiveram-se ao lado do culto associado ao nascimento de Jesus, as fogueiras e as festas dos caretos (no nordeste transmontano de Portugal), etc. Nessa época os Romanos festejavam Saturno e o nascimento do deus Mitra - cultuado entre os soldados romanos. Os camponeses começaram a aceitar a religião que falava de Jesus, um homem que havia sido pregado na cruz pelos romanos. Ele lembrava o deus Odin que havia se pendurado em uma árvore para adquirir a sabedoria das Runas.[carece de fontes] Com o tempo passaram a associar Maria, mãe de Jesus, à Mãe Terra.[carece de fontes]

Durante um longo período, houve uma fé dupla: acreditavam em Jesus, mas não abandonavam inteiramente as suas crenças e práticas pagãs. Isso foi mais claro nas regiões germânicas onde a influência do cristianismo faz-se sentir nas inscrições em que se nota uma clara mistura das duas crenças quando lemos em uma mesma pedra a invocação de protecção ao deus Thor e, ao mesmo tempo, ao Cristo.

Algumas orações cristãs de gosto popular, apresentam paralelismos em recitações de encantamentos pagãos. Algumas invocavam Jesus e diversos deuses Celtas a um só tempo. Não vamos pensar que tal dominação ocorreu de forma pacífica ou rápida. Na verdade, a Igreja Católica nunca conseguiu extinguir, de fato, as crenças classificadas pagãs.[carece de fontes]

No final do século XIV, a perseguição aos "hereges" assumiu também a forma de perseguição a cultos e práticas pagãs. Durante quase 400 anos, muitas pessoas morreram acusadas de prática de bruxaria, época conhecida como "Caça às bruxas". Muitos dos acusados eram denunciados por médicos, tentando implantar a medicina científica contra os curandeiros e "bruxos" adeptos das medicinas naturais.

Desde finais do século VII e até 1789 - ano da Revolução Francesa - o paganismo esteve praticamente ausente nas altas esferas intelectuais e políticas do mundo ocidental, mas se mantendo na pintura, literatura, ocultismo, sociedades secretas, alquimia e astrologia.

Jessy Brenda's insight:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo_e_paganismo

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Hipátia

Hipátia | Alexandria | Scoop.it

Hipátia nasceu em Alexandria por volta do ano 370 D.C. Para aqueles que não lembram, Alexandria é uma cidade do Egito e foi fundada por Alexandre da Macedônia, popularmente conhecido como Alexandre, O Grande.

Na antiguidade Alexandria foi um grande pólo de cultura e livre expressão, mas, na época em que Hipátia nasceu, a cidade encontrava-se em uma disputa entre a Igreja Católica, que crescia em poder rapidamente, e as correntes filosóficas que punham em cheque as doutrinas da nova religião.

Filha de Theon, filósofo, matemático e astrônomo, diretor do Museu de Alexandria; Hipátia creceu em um ambiente cercado de cultura sendo guiada por seu pai nos estudos da Matemática e Filosofia. Ele acreditava no ideal grego da “mente sã em um corpo sadio” (“men sana in corpore sano”) estimulando a filha a exercitar tanto a mente como o corpo, contam as lendas que ele desejava torna-la “um ser perfeito”.

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Alexandria

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Alexandria é uma cidade do Egito; com uma população de cerca de 4,1 milhões de pessoas, é a segunda maior cidade do Egito, e o maior porto do país, servindo 80% das importações e exportações da cidade. Além disso, é um grande ponto turístico.

Alexandria se estende por 32 quilômetros na costa mediterrânica do centro-norte do Egito. É o local onde fica a famosa Biblioteca de Alexandria e é um importante centro industrial por causa do gás natural da cidade e dos poços de petróleo em Suez, uma outra cidade egípcia. Alexandria também foi um grande ponto de encontro entre a Europa, a África e a Ásia, porque a cidade beneficiou da ligação entre o mar Mediterrâneo e o mar Vermelho.

Nos tempos antigos, Alexandria foi uma das cidades mais importantes do mundo. Foi fundada em torno de um pequeno "vilarejo" em 331 a.C. por Alexandre, o Grande. Permaneceu como capital do Egito durante mil anos, até à conquista muçulmana do Egito, quando a capital passou a ser Futsat (que foi depois incorporada no Cairo).

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