O agro brasileiro bateu no teto. O setor cresceu tanto em produtividade – 4,5% ao ano nas últimas duas décadas -, mas mesmo este enorme avanço está chegando ao seu limite. E isso acontece num momento crucial da história, em que o mundo conta com o Brasil como fornecedor de alimentos, energia renovável e fibras. A demanda do mercado doméstico só aumenta, assim como nos países emergentes, sem se esquecer, claro, de Estados Unidos, Europa e Japão, que apesar de saturados, são mercados de consumo constante, e que pagam mais.



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