Acessibilidade na Web
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Internet das Coisas: entenda o conceito e o que muda com a tecnologia | Renata Collins

Internet das Coisas: entenda o conceito e o que muda com a tecnologia | Renata Collins | Acessibilidade na Web | Scoop.it
A “Internet das Coisas” se refere a uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados do dia a dia à rede mundial de computadores. Cada
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Internet das Coisas (Internet of Things - IoT)

Já pensou como seria se os dispositivos da sua casa se conectasse a internet ? Janelas fechando automaticamente ao detectar mudança de temperatura, a sua gela…
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Acessibilidade, Design Universal e Daltonismo | UX.BLOG

Acessibilidade, Design Universal e Daltonismo | UX.BLOG | Acessibilidade na Web | Scoop.it
Para um sistema ter uma boa acessibilidade não é necessária nenhuma funcionalidade extra, desde que você analise todos requerimentos dos usuários.

Via Thai Poplade
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Introdução à Acessibilidade em Ambientes Virtuais

Curso de Introdução à Acessibilidade em Ambientes Virtuais, totalmente online, com início a 2 de Maio de 2012, da Universidade Aberta - Aprendizagem ao Longo da Vida. Candidaturas abertas até 20 de Abril.


Via Maria João
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TICEduca - Jovens criam tecnologias para acessibilidade

TICEduca - Jovens criam tecnologias para acessibilidade | Acessibilidade na Web | Scoop.it

Via Daniel Caixeta
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Inscrições abertas para prêmio nacional de acessibilidade na web

O consórcio internacional W3C abriu concurso para projetos de acessibilidade à web para pessoas com algum tipo de deficiência. inscrições vão até 30 de setembro

Tornar a internet mais acessível não só às pessoas com deficiências, mas também àquelas com algum tipo de limitação (temporária ou não) é o objetivo do W3C, um consórcio internacional criado para garantir padrões e diretrizes com vistas à evolução permanente da web.

Pelo segundo ano, a unidade brasileira do W3C - em parceria com a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, Ministério do Planejamento, Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) - promove o Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web - Todos@web.

A inscrição dos projetos é gratuita, pode ser feita até o dia 30 de setembro e deve estar classificada em uma das categorias: Pessoas/Instituições, Projetos Web ou Aplicativos e Tecnologias Assistivas.

Na categoria Pessoas/Instituições a premiação será concedida ao desenvolvedor do melhor projeto de acessibilidade realizado em 2012.

Já na categoria Projetos Web serão premiados os criadores dos projetos que tiverem a iniciativa e o esforço de implementar a acessibilidade nos projetos da web, conforme as diretrizes do W3C. Também serão consideradas a criatividade e usabilidade do projeto.

A categoria Aplicativos e Tecnologias Assistivas premiará o melhor projeto desenvolvido sem fins comerciais e de código aberto que permita ou facilite o acesso das pessoas com deficiência.


Via Luciano Sathler
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What Is The Internet Of Things?

We humans have indeed always been adept at dovetailing our minds and skills to the shape of our current tools and aids. But when those tools and aids start dovetailing back — when our...
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Jovens criam tecnologias para acessibilidade

Jovens criam tecnologias para acessibilidade | Acessibilidade na Web | Scoop.it

Aplicativos como Hand Talk e Que Fala auxiliam na inclusão escolar de crianças e jovens com deficiência auditiva e na fala

De acordo com o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 45,6 milhões de brasileiros declaram ter algum tipo de deficiência, sendo que 2,5 milhões deles têm entre 4 e 17 anos, ou seja, estão em período escolar e encontram barreiras para estudar. De olho nessas estatísticas, jovens desenvolvem ferramentas como o HandTalk e o Que Fala, aplicativos para celular que buscam auxiliar o acesso à escola dessas crianças e jovens.

O HandTalk, por exemplo, vencedor do prêmio WSA-Mobile, promovido pela ONU, é um aplicativo para tablets e celulares que traduz em tempo real, qualquer palavra ou frase, em português, para Libras (Língua Brasileira de Sinais). Para Ronaldo Tenório, um dos fundadores da ferramenta, o uso da tecnologia pode ser um passo para o acesso de crianças com deficiência auditiva nas escolas que, apesar do crescimento no número de matrículas, continua baixo. No ano 2000, última contagem oficial sobre o assunto, o IBGE mostrou que a população de surdos com idade escolar ultrapassava os 350 mil. Em 2010, dez anos depois, o Censo Escolar apontou que apenas 70 mil estavam devidamente matriculados nas escolas.

Mônica Pereira dos Santos, professora e pesquisadora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e membro da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial, considera algo “super positivo” esse engajamento dos jovens para o desenvolvimento de tecnologias para a acessibilidade, mas ressalta que seu impacto depende de como esta tecnologia vai ser adotada pela escola e seus profissionais. “Inclusão é assunto de culturas e políticas públicas, para além das práticas. Uma ferramenta, sozinha, não dá conta do recado. Há que haver uma mobilização da comunidade escolar no sentido de rever suas posturas e valores (culturas) e tomar decisões que reorientem seu dia a dia em um sentido mais favorável a inclusão (políticas)”, diz.

Para ela, uma das maneiras de obter sucesso com essas tecnologias é por meio de uma formação continuada dos professores que, segundo ela, ainda é a maior barreira que faz com que muitas tecnologias “emperrem” na sala de aula. “[As escolas] podem ajudar convidando os pais a conhecerem o trabalho com as tecnologias que é feito com seus filhos para que, quem sabe, eles possam reforçá-lo sempre que possível”, explica.


Via Luciano Sathler, W3C Brasil
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Inclusão digital para deficientes visuais

Inclusão digital para deficientes visuais | Acessibilidade na Web | Scoop.it

No Brasil, temos muitas dificuldades quando a PNE(Portadores de necessidades especiais), nem todos os locais públicos tem a acessibilidade que gostaríamos, tão pouco o mínimo como rampas de acesso entre outras, até os bancos que são grandes arrecadadores com suas intermináveis taxas, inclusive taxas que no papel colocam-se apenas abreviaturas pois os nomes são gigantes e dificilmente alguém irá atrás.

O ciadão brasileiro PNE, muitas vezes não tem o seu direito assegurado, temos que ressaltar que apenas adaptações não irão garantir toda a integração que o cidadão PNE precisa, criar leis é muito válido pelos nossos vereadores, deputados, senadores, mas senhores, é muito importante consultar as entidades que estão à frente dos movimentos e debater os projetos antes de lançá-los.

Segundo Matéria do Portal Olhar Direto, um vereador  chamado Toninho do Glória, elaborou um projeto de lei que obriga as lan houses e cyber cafés a disponibilizarem um minimo de máquinas adaptadas aos PNE.

Definitivamente precisamos colaborar com a inclusão digital e ainda mais, com a possibilidade de atender o público PNE, mas os donos de lan house não recebem incentivo para isso, e nehuma instrução, logo esta proposta de lei se torna inviabilizada.

E uma lei que viria de encontro às necessidades do portador de necessidades especiais, principalmente o visual, que  precisa de programas leitores especificos, também nem todos os sites são adaptados a tais programas, é preciso um estudo detalhado dessa situação. Os nosssos governantes precisam dedicar-se um pouco mais a esta questão para que haja verdadeiramente  a inclusão digital para os PNEs.

 

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Via Elisete Martins
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Serviços públicos online acessíveis a todos até 2015

Serviços públicos online acessíveis a todos até 2015 | Acessibilidade na Web | Scoop.it

Acessibilidade ainda só desenvolveu 10% das potencialidades de um mercado de dois mil milhões de euros.

 

Mais de 100 milhões de cidadãos da UE vão passar a usar mais facilmente os serviços públicos online para procurar emprego, registar um carro, apresentar a declaração de impostos e pedir um passaporte ou uma carta de condução, graças às regras propostas pela Comissão Europeia, no âmbito do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. A medida pretende colocar a Europa a falar a uma só voz nesta matéria e a directiva deve ser aplicada a partir do fim de 2015 e beneficiar os 80 milhões de europeus com deficiência e os 87 milhões com mais de 65 anos.

 

Por exemplo, as pessoas com deficiência visual ouvirão a descrição das imagens através de um dispositivo de leitura de ecrã, explica a Comissão. De salientar que o mercado europeu da acessibilidade da Web está estimado em 2 mil milhões de euros, mas ainda só desenvolveu 10% das suas potencialidades.

 

Publicado no Destak a 4 de Dezembro de 2012  (pag. 5) ☛ http://www.destak.pt/docs/2644/porto.pdf

 

 


Via Paulo Tomás Neves
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Curso online tem plataforma para alunos com deficiências

Curso online tem plataforma para alunos com deficiências | Acessibilidade na Web | Scoop.it

Os estudantes da rede estadual com deficiência visual e auditiva das regiões de Sorocaba (SP) e Jundiaí(SP) agora podem contar com uma nova ferramenta para cursar aulas de inglês.

A Secretaria Estadual da Educação lançou uma plataforma que permite o acesso ao curso gratuito de inglês online  para estudantes que tenham deficiência visual ou auditiva. No total, são 4 mil vagas para estudantes cegos e surdos.

Para que os alunos com deficiência tivessem a participação garantida, foi desenvolvido um módulo com recursos de acessibilidade em todo o conteúdo, com audiodescrição, para as pessoas cegas e com baixa visão, e legenda e janelas de Língua Brasileira de Sinais (Libras), voltado aos surdos e com deficiência auditiva.

 


Via Luciano Sathler
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Jovens criam tecnologias para acessibilidade

Jovens criam tecnologias para acessibilidade | Acessibilidade na Web | Scoop.it

Aplicativos como Hand Talk e Que Fala auxiliam na inclusão escolar de crianças e jovens com deficiência auditiva e na fala

De acordo com o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 45,6 milhões de brasileiros declaram ter algum tipo de deficiência, sendo que 2,5 milhões deles têm entre 4 e 17 anos, ou seja, estão em período escolar e encontram barreiras para estudar. De olho nessas estatísticas, jovens desenvolvem ferramentas como o HandTalk e o Que Fala, aplicativos para celular que buscam auxiliar o acesso à escola dessas crianças e jovens.

O HandTalk, por exemplo, vencedor do prêmio WSA-Mobile, promovido pela ONU, é um aplicativo para tablets e celulares que traduz em tempo real, qualquer palavra ou frase, em português, para Libras (Língua Brasileira de Sinais). Para Ronaldo Tenório, um dos fundadores da ferramenta, o uso da tecnologia pode ser um passo para o acesso de crianças com deficiência auditiva nas escolas que, apesar do crescimento no número de matrículas, continua baixo. No ano 2000, última contagem oficial sobre o assunto, o IBGE mostrou que a população de surdos com idade escolar ultrapassava os 350 mil. Em 2010, dez anos depois, o Censo Escolar apontou que apenas 70 mil estavam devidamente matriculados nas escolas.

Mônica Pereira dos Santos, professora e pesquisadora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e membro da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial, considera algo “super positivo” esse engajamento dos jovens para o desenvolvimento de tecnologias para a acessibilidade, mas ressalta que seu impacto depende de como esta tecnologia vai ser adotada pela escola e seus profissionais. “Inclusão é assunto de culturas e políticas públicas, para além das práticas. Uma ferramenta, sozinha, não dá conta do recado. Há que haver uma mobilização da comunidade escolar no sentido de rever suas posturas e valores (culturas) e tomar decisões que reorientem seu dia a dia em um sentido mais favorável a inclusão (políticas)”, diz.

Para ela, uma das maneiras de obter sucesso com essas tecnologias é por meio de uma formação continuada dos professores que, segundo ela, ainda é a maior barreira que faz com que muitas tecnologias “emperrem” na sala de aula. “[As escolas] podem ajudar convidando os pais a conhecerem o trabalho com as tecnologias que é feito com seus filhos para que, quem sabe, eles possam reforçá-lo sempre que possível”, explica.


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