Aborto
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Scooped by Manuela e Pedro
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Tirem seus rosários de Nossos Ovários

“11 semanas, 23 horas, 59 minutos. Aborto clandestino en Argentina.” // Un trabajo en desarrollo de Guadalupe Gómez Verdi, Lisa Franz y Léa Meurice // Realización…
Manuela e Pedro's insight:

O projeto fotográfico realizado por Liza Franz conta histórias pessoais de mulheres, casais, ativistas e médicos que lutam pelo aborto legal irrestrito, aconselham e ajudam as pessoas atingidas por uma gravidez indesejada. A artista retrata as mulheres que abortam como heroínas e não vítimas: ela as retrata questionando o bloqueio da naturalidade do corpo feminino pelos padrões, libertando a mulher. O vídeo acaba sendo uma reiletura do tema onde a mulher que aborta não é nada (seja assassina, monstra, ou seja vitima, coitada) além de livre. E como é linda essa liberdade!

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“Sou fruto de estupro e a favor do aborto”

“Sou fruto de estupro e a favor do aborto” | Aborto | Scoop.it
Claudia Salgado, 28 anos, gerente de varejo, fala de forma corajosa sobre a ilegalidade do aborto e suas consequências absurdas. Um viés humano e sincero nesse momento em que se debate o projeto de lei do nascituro. 
Minha mãe...
Manuela e Pedro's insight:

Pessoalmente foi impossível chegar ao fim do texto sem marejar os olhos. O relato, com seu caráter chocante nos trás a reflexão e o relato das sequelas e traumas de um estupro.  Sua principal relevância ao tema discutido é  essa reflexão (à luz da realidade da situação) propriamente dita que acentua pontos necessários para a compreensão da proposta de descriminalização.

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O outro lado: "Por que sou contra o aborto"

O outro lado: "Por que sou contra o aborto" | Aborto | Scoop.it
A gravidez é um processo que envolve – ou deveria envolver... – ambos, pai e mãe. Eu sinceramente esperava ver o feminismo lutando …
Manuela e Pedro's insight:

Trabalhando desta vez com a opinião dos outros podemos enxegar duas principais esferas que levam as pessoas a ser contra ao aborto (1) religião e (2) a questão apontada neste texto, a definição de aborto como homicídio. A questão da religião não sustenta-se, considerando que vivemos em um país laico e o religioso deve manter-se na esfera pessoal. A questão apontada no texto de Gallazzi de o aborto ser como um homicídio pode ser rapidamente desmoralizada também, já que não há embasamento científico que prove que nos primeiros meses de gestação o feto esteja, de fato, vivo.

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Thiago Tabet Rossato's comment, October 22, 2013 10:10 AM
eu concordo com o comentário pois levando em consideração que estamos em um estado laico a religião realmente deve ficar na esfera pessoal e não interferir em bases científicas que comprovam que o feto só está vivo algumas semanas depois da gestação, portanto o aborto poderia ser legalizado com um acompanhamento a paciente.
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Retomando: as consequências da criminalização.

Retomando: as consequências da criminalização. | Aborto | Scoop.it

A cada dois dias, uma brasileira (pobre) morre por aborto inseguro, um problema de saúde pública ligado à criminalização da interrupção da gravidez e à violação dos direitos da mulher.

Manuela e Pedro's insight:

Retomando a discussão proposta pelo ensaio "Más Escolhas" podemos ver pelo texto do blog Pragmatismo Político as assustadoras taxas de mortalidade devido à abortos inseguros no Brasil. 

Convido o leitor a reler um dos trechos do texto "Enquanto isso, a lei pode te fazer dormir tranquilo com sua moral mas nem a minha, nem a sua opinião e nem mesmo a própria lei têm impedido um milhão de mulheres de colocar suas vidas em risco todos os anos” e o convido a refletir: até quando valores antiquados e machistas colocarão as vidas e direitos da mulher brasileira em risco?

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Transmissão do debate organizado pelo coletivo Juntas: Estatuto do Nascituro e Legalização do Aborto.

Transmissão  do debate organizado pelo coletivo Juntas: Estatuto do Nascituro e Legalização do Aborto. | Aborto | Scoop.it
Manuela e Pedro's insight:

O debate realizado pelo coletivo Juntas em parceria com a página "Moça, você é machista" apresenta, dentre diversos pontos discutidos, o aborto como forma de resistência propriamente dita, uma reação feminina às diversas modalidades de violência emocional, física e sexual a que a mulher se vê submetida no cotidiano da sociedade patriarcal. É importante que como ferramenta de pleno domínio e responsabilidade da mulher sobre seu corpo e, em conseguinte, luta contra a sociedade patriarcal e o machismo, que o aborto (não só em caso de estupro) seja legalizado, de modo que a reprodução seja um direito e possa ou não ser um desejo da mulher. Finalizo destacando que a criminalização do aborto e aprovação do estatuto do nascituro, como é apontado no debate, é também a exploração da mulher e ampliação da desigualdade de direitos entre os gêneros.

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Fascismo em nome de Deus

Fascismo em nome de Deus | Aborto | Scoop.it
Há manhãs em que fico revoltado ao ler os jornais.
Manuela e Pedro's insight:

O texto de Varella é, como sempre, muito lúcido. Descorrendo pelas peculiaridades tanto médicas como políticas, o  autor,  no final,  propõe-nos à refletir sobre  as baratas políticas populistas do Governo e apresenta o aborto como forma de consolidação  do Estado laico, de aperfeiçoamento  da democracia e promoçao dos direitos sexuais e reprodutivos e a saúde das mulheres. "Um Estado laico tem direito de submeter a sociedade inteira a uma minoria de fanáticos decididos a impor suas idiossincrasias e intolerâncias em nome de Deus?"

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O aborto no Kirchnerismo.

O aborto no Kirchnerismo. | Aborto | Scoop.it
An estimated 40% of pregnancies in Argentina end in abortion. Helen Morgan investigates a sensitive and divisive subject in a country where abortion continues to be illegal.
Manuela e Pedro's insight:

Com estatistícas e um texto um tanto lúcido e convicente, o Argentina Independent traz o aborto no governo Kirchner: é importante enxergarmos como essa questão corre em outros países, seja Argentina, EUA ou qualquer que seja. Podemos assim, ver claramente o quanto estamos atrasados neste assunto e também a importância desta constante luta.

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Estatuto do Nascituro: mulheres são apenas um vaso de planta

Estatuto do Nascituro: mulheres são apenas um vaso de planta | Aborto | Scoop.it
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou, nesta quarta (5), substitutivo ao projeto que cria o Estatuto do Nascituro. Ele prevê o direito ao pagamento de pensão pelo Estado às cri...
Manuela e Pedro's insight:

O texto é muito lúcido e Sakamoto cosegue mostrar o ponto que tento alcançar na revista. "É uma vergonha ainda considerarmos que a mulher não deve ter poder de decisão sobre a sua vida, que a sua autodeterminação e seu livre-arbítrio devem passar primeiro pelo crivo do poder público e ou de iluminados guardiões dos celeiros de almas, que decidirão quais os limites dessa liberdade dentro de parâmetros. Parâmetros estipulados historicamente por homens."

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Amanda Lacerda's comment, October 15, 2013 11:28 AM
I <3 Sakamoto!
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Más Escolhas: as consequências da criminalização do aborto.

Más Escolhas: as consequências da criminalização do aborto. | Aborto | Scoop.it
Manuela e Pedro's insight:

O chocante ensaio de Sarah Elliot mostra as condições do aborto quando realizado ilegalmente por camadas sociais menos favorecidas no Quênia, condições que se aplicam também à realidade das baixas camadas brasileiras: O aborto nas condições que hoje é realizado, representa um problema de saúde, pois o ato envolve risco para a vida da mulher, como diria Beauvoir, "o fato de ser a operação clandestina e criminosa, multiplica-se os perigos e dá-lhe um caráter abjeto e angustiante". Prova disso é que o aborto realizado de forma insegura mata 250 mil mulheres por ano no Brasil.

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